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A força da vontade popular e o trabalho do Deputado Pepa em Planaltina

Plenário da Câmara Legislativa do DF durante sessão ordinária. Debates políticos sobre o Distrito Federal. Carolina Curi/Agência CLDF

Durante muitos anos, a comunidade da Bica do DER, em Planaltina, foi esquecida pelo poder público. As ruas, sem asfalto, enfrentavam poeira, lama e abandono. A população pedia ajuda, mas ninguém ouvia. Hoje, esse cenário começa a mudar.

Graças ao esforço do Deputado Pepa, as obras de pavimentação finalmente começaram. É um passo importante para levar dignidade, segurança e qualidade de vida aos moradores. Onde antes só havia descaso, agora vemos sinais de cuidado, organização e respeito.

Essa conquista vai além de uma simples obra de asfalto. Ela mostra o resultado de um mandato atuante, de um deputado que não fica apenas no gabinete, mas que está sempre presente na comunidade, ouvindo e lutando pelas suas necessidades. O Deputado Pepa trata a política como um compromisso sério, quase como uma missão de vida.

Também é justo reconhecer todos os que ajudaram a tornar esse sonho possível: o Presidente do Departamento de Estradas de Rodagem, Fauzi Nacfur; o Secretário de Governo, José Humberto; a Vice-Governadora Celina Leão; e o Governador Ibaneis Rocha. Todos eles contribuíram, de forma direta ou com apoio, para que essa obra saísse do papel.

Porque quando a política é feita com seriedade e respeito, a esperança deixa de ser só promessa. Ela vira realidade — vira asfalto de verdade debaixo dos nossos pés.

Empresas se unem na Coalizão de Agricultura para viabilizar 80% da descarbonização do setor até 2050

Iniciativa apresenta 15 alavancas para liderar a transição climática no campo

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e 43 entidades e empresas — entre elas Amaggi, Bayer, Citrosuco, Nestlé, Syngenta e Tereos — entregaram hoje (9/10) ao presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, o estudo da Coalizão de Agricultura para Descarbonização, iniciativa inédita que reúne 15 alavancas concretas de mitigação de emissões e propõe soluções estruturantes em financiamento, tecnologia e governança para consolidar o Brasil como líder mundial em agricultura regenerativa e de baixo carbono.
 

Entre as alavancas-chave identificadas pela Coalizão de Agricultura para impulsionar a transição rumo a uma agricultura regenerativa e de baixo carbono, cinco se destacam por responderem por cerca de 80% da mitigação necessária até 2050: o sistema de plantio direto e de cobertura, a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), a expansão de pastos de alto vigor (com alta fertilidade e bem manejados) e o aumento da produtividade do rebanho.
 

“A Coalizão de Agricultura simboliza um movimento inédito de cooperação entre empresas, governo e comunidade científica, capaz de transformar conhecimento em ação e ambição em resultados. Essa convergência de esforços fortalece o papel da agricultura brasileira como protagonista da transição para uma economia de baixo carbono, e evidencia a maturidade do setor ao construir, de forma colaborativa, soluções baseadas em evidências e voltadas para o desenvolvimento sustentável do país”, afirma Marina Grossi, presidente do CEBDS e Enviada Especial do Setor Empresarial para a COP30.
 

A Coalizão de Agricultura, que também contou com a colaboração de instituições científicas como EmbrapaFundação Getulio VargasFundação Dom Cabral e Universidade de São Paulo, integra os esforços setoriais em preparação para a COP30, que acontece em pouco mais de 30 dias em Belém (PA). O trabalho reforça o papel propositivo do agronegócio brasileiro e busca apresentar uma proposta unificada da cadeia produtiva para enfrentar os desafios climáticos, contribuindo com subsídios técnicos e estratégicos às discussões da conferência e à implementação da nova Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil.
 

“A agricultura brasileira tem condições únicas de liderar a transição para uma economia de baixo carbono sem perder em aumento de produção agrícola. O fato de podermos mitigar cerca de 80% das emissões através de alavancas que já são de nosso conhecimento técnico e vem sendo implementadas pelos produtores brasileiros, é diferente do que vemos em outros setores que ainda precisam de investimento em inovação ou até descobrimento de novas tecnologias. Outro ponto importante é que boa parte das alavancas garante maior rentabilidade no médio-longo prazo, ou seja, adiciona valor econômico ao produtor; mas a análise evidencia um ponto central para essa transição: a intensidade de capital no início versus velocidade de recomposição econômica e estabilidade produtiva. Dessa forma, o que precisamos é de um real mutirão para conseguirmos direcionar recursos para essa transição, e que não exige um capital ad aeternum. O resultado do estudo reforça a importância do Brasil na integração de segurança alimentar e combate às mudanças climáticas., destaca Juliana Lopes, diretora de ESG, Comunicação e Compliance da Amaggi.

O Agronegócio brasileiro é parte da solução climática do país, principalmente através da agricultura regenerativa, será necessário mobilizar ao menos entre 120 e 170 bilhões de dólares em crédito em condições adequadas. A Coalizão de Agricultura propõe enfrentar essa diferença por meio de soluções estruturantes que envolvem o aumento do capital catalítico — recursos de origem pública, filantrópico e fundos climáticos usados para atrair e destravar investimentos privados em projetos sustentáveis —, o acesso ampliado ao crédito verde, o incentivo à pesquisa e à inovação tecnológica e a valorização dos produtores que adotam práticas regenerativas, além do reconhecimento dos ativos naturais e da regulamentação do mercado de carbono no país.
 

A iniciativa faz parte do conjunto de coalizões setoriais coordenadas pelo CEBDS a pedido da Presidência da COP30, que também abrange os setores de energia elétrica, mineração e transportes. Todas seguem a mesma diretriz: transformar os compromissos do Acordo de Paris em ações concretas de mitigação, financiamento e inovação. Para o CEBDS, a COP30 marca uma nova fase, voltada à implementação efetiva das metas climáticas, em que o setor empresarial desempenha um papel essencial. Ao articular essas coalizões e promover o diálogo com o governo federal e organismos internacionais, o Conselho consolida sua atuação como elo estratégico entre o setor produtivo, o poder público e a sociedade civil.
 

Após concluir a etapa de articulação e construção do plano setorial, a Coalizão de Agricultura avança agora para sua fase de advocacy, voltada à implementação das ações propostas. O foco está em transformar as recomendações do estudo em medidas concretas, integrando-as a políticas públicas estruturantes, como o Plano Clima, o Plano Safra e o EcoInvest, além de outros mecanismos de financiamento e incentivo à produção sustentável. Essa integração é fundamental para garantir que as alavancas de descarbonização se tornem efetivas em escala nacional, promovendo uma transição sólida para uma agricultura de baixo carbono, competitiva e alinhada às metas climáticas do Brasil.

Acesse o estudo: Link

 

Sobre o CEBDS

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) é uma associação civil sem fins lucrativos que promove, desde 1997, o desenvolvimento sustentável no Brasil, por meio da articulação junto aos governos e à sociedade civil, além de divulgar os conceitos e práticas mais atuais do tema. Voz do setor empresarial, o CEBDS reúne cerca de 120 dos maiores grupos empresariais do país, além de ser o representante brasileiro do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), que está presente em 36 países e conta com 200 empresas associadas no mundo.
 

Sobre AMAGGI
 

Fundada em 1977, a AMAGGI é a maior empresa brasileira de grãos e fibras. Presente em diversas etapas da cadeia do agronegócio, a companhia atua na produção agrícola de grãos, fibras e sementes, originação, processamento e comercialização de grãos e insumos. Além de transporte fluvial e rodoviário de grãos, operações portuárias, geração e comercialização de energia elétrica renovável.

Com sede em Cuiabá (MT), a AMAGGI está presente em todas as regiões do Brasil, com fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidroelétricas. No exterior, a empresa possui unidades e escritórios na Argentina, China, Holanda, Noruega, Suíça, Singapura e Panamá.

A AMAGGI produz anualmente 1,3 milhão de toneladas de grãos e fibras, entre soja, milho e algodão. Possui uma base de relacionamento comercial de aproximadamente 5,6 mil produtores rurais e comercializa cerca de 20 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo.

iFood Media Tech Day: Inovações impulsionam o e-commerce no Brasil

Nesta quinta-feira, 9 de outubro, o iFood realizou seu Media Tech Day, evento no qual apresentou suas principais inovações na área de tecnologia. Entre os destaques, a empresa anunciou o lançamento do Large Commerce Model (LCM) e do assistente de IA Ailo, que prometem transformar o comércio digital no Brasil.

iFood e Prosus lançam modelo de IA Generativa para transformar o e-commerce

O iFood e a Prosus anunciaram o lançamento do Large Commerce Model (LCM), um modelo de inteligência artificial generativa de grande escala. Desenvolvido e otimizado para o comércio digital, o LCM personaliza a experiência do usuário desde a busca e recomendação de produtos até a criação de jornadas de consumo customizadas.

Baseado em modelos de linguagem (LLMs), o LCM aprende com bilhões de interações reais, como cliques, buscas e compras, para identificar padrões de comportamento e interpretar as intenções de compra dos usuários por meio de dados anônimos. A tecnologia evolui a cada uso, registrando ações, raciocinando sobre elas e melhorando a cada interação. O LCM transforma o e-commerce, que antes se baseava em buscas por palavras-chave e recomendações genéricas. Com ele, o consumidor tem uma experiência personalizada, como se tivesse um “personal shopper”. A tecnologia funciona como um “cérebro digital” capaz de ir além da simples recomendação de produtos, revelando o “porquê” e o “como” de cada pedido. Isso é possível porque o modelo tem memória de longo prazo e é treinado com dados que refletem a realidade e a cultura brasileiras. Segundo Diego Barreto, CEO do iFood, o LCM foi treinado no banco de dados de transações comerciais globais da Prosus, aprendendo com mais de 500 milhões de usuários e mais de 10 trilhões de tokens de dados. O modelo está integrado ao QwQ3, um modelo de código aberto com 32 bilhões de parâmetros. Primeiros resultados Os resultados iniciais com o LCM já mostram um impacto positivo. A taxa de conversão nas sugestões “você também pode gostar disso” cresceu 66%. Além disso, notificações personalizadas impulsionadas pelo LCM resultaram em um aumento de cliques que geraram quatro vezes mais pedidos, superando recordes anteriores. A tecnologia também é competitiva em relação a outras referências do mercado, sendo 60 vezes mais barata para operar do que outros modelos de IA generativa. O LCM foi desenvolvido para ser agnóstico e escalável, o que permite que seus avanços sejam aplicados a outros negócios do grupo Prosus, como Decolar, Sympla e OLX.   iFood lança Ailo, assistente de IA que permite pedidos por conversa O iFood anunciou a entrada na “era dos agentes” com o lançamento do Ailo, um assistente de inteligência artificial generativa que inaugura um novo modo de fazer pedidos: por meio de conversa. O Ailo entende as preferências de cada usuário e oferece sugestões personalizadas, tornando a experiência de pedir ainda mais rápida e prática.O assistente vai além do entendimento de intenções diretas, conseguindo decifrar desejos subjetivos dos consumidores. Por exemplo, já é possível dizer “quero um jantar romântico hoje” ou “gostaria de uma comida leve que chegue em até 30 minutos” e receber opções adequadas. Pela primeira vez, os pedidos também podem começar fora do aplicativo. O Ailo está em testes públicos dentro da plataforma e também no WhatsApp, o que amplia as possibilidades de interação com o iFood. Por ser agnóstico, o assistente poderá funcionar em diferentes canais e plataformas no futuro. Os testes com o Ailo começaram em junho de 2025, com mais de 70 mil pessoas participando e mais de 100 mil interações registradas. Os primeiros resultados apontam ganhos significativos: Há 48% mais chances de uma busca se converter em um pedido em comparação com o fluxo tradicional do aplicativo. O processo para finalizar um pedido com o Ailo no WhatsApp é 33% mais rápido do que o fluxo atual do aplicativo. A expectativa é que, com mais interações, o Ailo se torne progressivamente mais inteligente e eficiente. Tecnologia por trás do Ailo A personalização do Ailo é impulsionada pelo Large Commerce Model (LCM), desenvolvido em parceria com a Prosus. O LCM é a base tecnológica que torna o Ailo cada vez mais inteligente, pois fornece ao iFood uma compreensão aprofundada sobre as escolhas e intenções de seus 60 milhões de usuários. A tecnologia avança além da simples recomendação de produtos, revelando o “porquê” e o “como” das compras, o que resulta em uma experiência intuitiva. O Ailo é construído sobre uma arquitetura híbrida que combina diferentes modelos de IA, como Anthropic, OpenAI e AWS. Cada um desses modelos atua em camadas distintas, da compreensão da linguagem natural à geração de respostas, garantindo robustez e velocidade. O diferencial está na integração com o LCM, que une a fluidez de conversa dos modelos globais com a personalização única para o consumidor brasileiro. Para participar dos testes do Ailo, os usuários podem enviar uma mensagem de “Oi” para o WhatsApp no número +55 11 91150-4025, além de ter um perfil no iFood.

Projeto de CNH mais acessível tem potencial de economizar até dois meses de trabalho dos brasilienses

Fernando Frazão/Agência Brasil

Período considera que cidad

O cidadão brasiliense que pretende tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) precisa trabalhar, em média, mais de dois meses. É a segunda Unidade da Federação onde menos se demora para conseguir o dinheiro da primeira CNH em todo o Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo, e seguido de Espírito Santo e Rio de Janeiro.

O cálculo, feito pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), se baseia em critério de referência utilizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em estudos sobre o endividamento das famílias no Brasil. Segundo a Febraban, comprometer cerca de 30% da renda mensal com um objetivo específico – como pagar uma dívida ou financiar um bem – é o limite considerado saudável para manter o orçamento equilibrado. Acima disso, a situação financeira pode ficar mais apertada e aumentar o risco de inadimplência.

No Distrito Federal, o valor da CNH A+B é de R$ 2.132,67 e a renda média per capita fica em R$ 3.444. Comprometendo-se 30% dessa renda, tem-se R$ 1.033,20 por mês para juntar até conseguir dar entrada no processo de obtenção da habilitação. Dessa forma, um brasiliense levaria 2,06 meses para conseguir o dinheiro necessário.


DESIGUALDADE – O cálculo reflete não somente o esforço que os brasileiros têm que fazer para conseguir a primeira habilitação, mas a desigualdade regional. O Distrito Federal, por exemplo, lidera tanto em renda média per capita (R$ 3.444) quanto em número de condutores habilitados, com aproximadamente 5 mil por 10 mil habitantes, além de exigir menos tempo de comprometimento do orçamento para o processo, cerca de 2 meses. Já estados do Norte e Nordeste, como Maranhão, Piauí e Amazonas, registram os menores números de habilitados, entre 1 mil e 2 mil a cada 10 mil habitantes, têm renda média inferior a R$ 1,5 mil e maior tempo para conseguir pagar a CNH.

CNH MAIS ACESSÍVEL – O processo atual para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação pode superar R$ 4,4 mil e leva quase um ano para ser concluído, o que empurra inúmeros brasileiros para um cenário excludente e perigoso: atualmente 20 milhões de pessoas dirigem sem CNH.
 

O projeto do Governo do Brasil, por meio do Ministério dos Transportes, busca exatamente isso: reduzir desigualdades e ampliar o acesso à habilitação, com uma redução de até 80% no custo para obtenção da carteira nas categorias A (motocicletas) e B (veículos de passeio).

COMO BARATEAR – Hoje, a maior parte do que o candidato gasta para obter o documento – cerca de 80% do total do valor – corresponde às aulas oferecidas pelas autoescolas.

Com o novo modelo, o cidadão terá a liberdade de escolher onde e como fazer essas aulas preparatórias, que poderão ser realizadas tanto nas autoescolas quanto em curso teórico oferecido gratuitamente pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). A parte prática poderá ser feita com instrutores autônomos devidamente credenciados pelos Detrans, porém não haverá obrigatoriedade de carga horária mínima, como ocorre atualmente.

PARTICIPAÇÃO POPULAR – Toda a população, o setor produtivo e as entidades envolvidas podem contribuir com sugestões para a construção do projeto pela plataforma Participa + Brasil. O prazo se encerra no dia 2 de novembro.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da Repúblicaãos destinem 30% da renda mensal para esse fim, percentual usado em cálculos da Febraban sobre endividamento. Proposta do Governo do Brasil prevê redução de até 80% no custo da CNH

Aeroportos brasileiros alcançam alta aprovação dos passageiros em agosto, aponta pesquisa do MPor

Levantamento da Secretaria Nacional de Aviação Civil revela que 94% dos usuários avaliaram os 20 principais terminais como ‘bons’ ou ‘muito bons’; Confins, Curitiba e Florianópolis lideraram em suas categorias

A qualidade dos serviços nos principais aeroportos do Brasil manteve um alto nível de aprovação entre os passageiros. De acordo com a Pesquisa Nacional de Satisfação do Passageiro e Desempenho Aeroportuário, referente a agosto de 2025, 94% dos usuários avaliaram a Satisfação Geral com os 20 terminais pesquisados como “4 – bons” ou ” 5 – muito bons”. A nota média geral de satisfação foi de 4,44, em uma escala de 1 a 5.
 

Realizado pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), o levantamento ouviu 8.517 passageiros em aeroportos que concentram 87% do fluxo de viajantes no país. Todos os 17 indicadores de infraestrutura, atendimento e serviços que compõem a pesquisa registraram notas médias acima de 4,0, meta de qualidade estabelecida pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero).
 


No ranking de satisfação geral, os destaques foram distribuídos entre os diferentes portes de aeroportos, refletindo a excelência operacional em terminais de diversas complexidades. Na categoria de aeroportos com até 5 milhões de passageiros por ano, o Aeroporto de Florianópolis (SC) obteve a maior nota do país, com 4,77.

Entre os terminais de porte médio, que movimentam de 5 a 10 milhões de passageiros, o Aeroporto de Curitiba (PR) foi o mais bem avaliado, alcançando a nota 4,51. Já entre os grandes aeroportos, com movimentação superior a 10 milhões de passageiros, o Aeroporto de Confins (MG) liderou com a nota 4,62.
 


Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os resultados demonstram o acerto do modelo regulatório e de investimentos para o setor. “A satisfação do passageiro é o nosso principal termômetro. Manter um índice de aprovação tão elevado de forma consistente demonstra que estamos no caminho certo, com um modelo que une o setor público e a iniciativa privada para oferecer serviços de excelência. Nosso objetivo é continuar aprimorando a infraestrutura aeroportuária para conectar o Brasil e gerar desenvolvimento”, afirmou.


Modelo de concessões


Os resultados positivos e a alta satisfação dos passageiros são reflexo direto do bem-sucedido modelo de concessões aeroportuárias promovido pelo governo federal, sob a coordenação do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). Com exceção do Aeroporto Santos Dumont (RJ), todos os terminais avaliados na pesquisa são administrados pela iniciativa privada.


Essa estratégia atrai investimentos para a modernização da infraestrutura e eleva o padrão dos serviços. Os contratos de concessão, supervisionados pelo MPor e regulados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estabelecem rígidos indicadores de qualidade e eficiência que as administradoras precisam cumprir. Itens como conforto, limpeza, agilidade nos processos de embarque e desembarque e qualidade dos serviços comerciais, todos avaliados na pesquisa, são pontos centrais nesses contratos.
 

Dessa forma, o modelo de gestão incentiva uma melhoria contínua na experiência do passageiro, transformando os aeroportos brasileiros em referências de qualidade e eficiência.


A consistência dos bons resultados é visível na série histórica da pesquisa. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2024 a agosto de 2025, a nota média de satisfação geral dos passageiros oscilou positivamente entre 4,41 e 4,48, confirmando um padrão de alta qualidade na percepção dos usuários.
 


Apesar da alta satisfação geral, a pesquisa também funciona como um diagnóstico para aprimoramentos contínuos. Entre os pontos que merecem atenção por parte das administradoras aeroportuárias, segundo os passageiros, estão o custo-benefício dos produtos de alimentação, das lojas comerciais e do estacionamento, além de infraestrutura e conveniência (como disponibilidade e qualidade da internet/Wi-Fi e quantidade de tomadas disponíveis nas salas de embarque). Nesses itens, o percentual de notas abaixo de 4 foi ligeiramente maior que a média dos demais indicadores, sinalizando áreas para futuras melhorias.


A Pesquisa Nacional de Satisfação do Passageiro é uma ferramenta estratégica da SAC para monitorar a qualidade dos serviços e orientar políticas públicas para o setor.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

PL 1.970/2025 quer tornar mais seguro o uso de baterias de íon-lítio em e-bikes e modais elétricos no DF

Proposta de Doutora Jane (Republicanos-DF) cria regras para comercialização, carregamento, armazenamento e descarte; condomínios poderão adotar normas complementares

A deputada distrital Doutora Jane (Republicanos-DF) protocolou o Projeto de Lei 1.970/2025, que estabelece um marco local de segurança para baterias de íon-lítio usadas em bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual (como patinetes e monociclos) no Distrito Federal. O texto exige certificação reconhecida (INMETRO ou normas internacionais), define condições para venda, recarga e guarda das baterias, veda o descarte no lixo comum e prevê campanhas educativas e penalidades para descumprimentos. Também abre espaço para que condomínios criem regras internas complementares, respeitando a lei.

“O nosso objetivo é prevenir acidentes e padronizar o que já é consenso entre especialistas: bateria certificada, recarga em local ventilado e logística reversa responsável salvam vidas e patrimônio”, afirmou Doutora Jane, autora do PL.

Entre os pontos centrais do projeto estão: proibição de venda de produtos sem certificação válida e visível; obrigatoriedade de uso de carregadores compatíveis; recarga em locais arejados, longe de rotas de fuga e materiais inflamáveis; manutenção apenas por profissionais qualificados; transporte adequado de baterias; impedimento de descarte no lixo residencial ou comercial, com adoção de logística reversa por fabricantes, importadores e comerciantes; e possibilidade de os condomínios incluírem orientações específicas em seus planos de segurança.

Usuários e especialistas veem a proposta como um avanço. Rafael Nogueira, ciclista e entregador que utiliza bicicleta elétrica diariamente, avalia: “Muita gente carrega a bateria em qualquer tomada, sem saber dos riscos. Ter normas claras e fiscalização ajuda quem trabalha na rua e precisa voltar para casa com segurança.”

Do ponto de vista condominial, Marta Menezes, síndica há oito anos, diz que o texto dá segurança jurídica: “Hoje cada prédio improvisa. Com regras objetivas — como proibir recarga em escadas e rotas de fuga e indicar áreas ventiladas — fica mais fácil organizar a garagem e evitar incêndios.”

Moradores também apoiam. Carlos Vasconcelos, que vive em um prédio vertical na Asa Norte, ressalta: “Se o condomínio tiver protocolo de armazenamento e recarga, todo mundo ganha. Uma orientação mal seguida pode virar um acidente sério.”

O presidente da Assosíndicos-DF, Emerson Tormann, declarou apoio institucional: “A Assosíndicos-DF apoia o PL 1.970/2025 porque oferece diretrizes técnicas e realistas para os condomínios, preservando vidas, patrimônio e continência das áreas comuns. É uma medida preventiva, não punitiva.”

Na mesma linha, Paulo Melo, presidente do INCC – Instituto Nacional de Condomínios e Cidades Inteligentes, defende a aprovação: “O texto consolida boas práticas internacionais e estimula campanhas educativas e logística reversa. É bom para moradores, para quem trabalha com delivery e para a gestão condominial — reduz risco e custo.”

Pelo projeto, o descumprimento pode gerar advertência, multa, apreensão do produto e interdição do estabelecimento. A regulamentação caberá ao Executivo, que definirá prazos, valores e órgãos fiscalizadores. Algumas disposições passam a valer imediatamente após a publicação (como regras de descarte e competência condominial); as demais terão 180 dias para adaptação.

Caso aprovado, o DF terá diretrizes explícitas para venda responsável, uso seguro e descarte ambientalmente correto de baterias de íon-lítio — um passo alinhado à realidade do crescimento dos modais elétricos e à verticalização urbana de Brasília.

Câmara dos Deputados celebra o Dia Internacional das Meninas em sessão solene marcada por emoção e representatividade

Fotos: George Gianni / VGDF

O plenário da Câmara dos Deputados foi palco, nesta quarta (8), de uma sessão solene histórica em celebração ao Dia Internacional das Meninas no Brasil, evento promovido pela The Caring Family Foundation (TCFF) em parceria com instituições públicas e entidades ligadas à proteção e ao empoderamento feminino.

O ato marcou o lançamento oficial da data no país, reforçando o compromisso do Brasil com políticas e iniciativas que promovem a equidade de gênero, a defesa dos direitos das meninas e o enfrentamento à violência infantil. A solenidade reuniu representantes nacionais e internacionais, autoridades públicas, líderes sociais e jovens brasileiras em um momento de reconhecimento e esperança.

A mesa de honra foi composta por mulheres de destaque em diversas áreas, como a juíza Vanessa Cavalieri, criadora do protocolo “Eu Te Vejo”; a ativista de direitos humanos Sultana Tafadar KC, King’s Counsel do Reino Unido; a deputada federal Soraya Santos; a conselheira do CNJ Daiane Nogueira de Lira; a secretária de Justiça e Cidadania do DF Marcela Passamani; a advogada Alessandra Figueiredo, conselheira da The Caring Family Foudantion; a juíza e membro do CNJ, Renata Gil, e a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, entre outras participantes.

Durante a cerimônia, foram apresentados projetos e depoimentos de mulheres e meninas que simbolizam a força e a pluralidade feminina, incluindo o Programa M, desenvolvido pela organização Promundo, que atua em comunidades vulneráveis com ações de educação, saúde e fortalecimento social.

A vice-governadora Celina Leão observa que a iniciativa reafirma o entendimento de que a justiça social e o avanço do país dependem da proteção e do protagonismo das meninas e jovens.

“O lançamento oficial do Dia Internacional das Meninas no calendário brasileiro é mais um passo determinante que sela o nosso compromisso com a igualdade de gênero desde a infância. Não podemos aceitar que o potencial de uma menina seja limitado por preconceitos ou pela violência. Temos a responsabilidade de construir um país onde toda menina, independentemente de sua origem, sinta-se vista, valorizada e plenamente capaz de assumir seu lugar de liderança”, pontua Celina.

Entre os momentos mais marcantes da manhã, esteve a participação da estudante Clara Hadassah Guimarães Borges, de 11 anos, aluna do Colégio Militar Dom Pedro II, que se tornou a primeira criança negra a discursar no plenário da Câmara Federal. Em seu pronunciamento, Clara falou sobre igualdade, respeito e fé, inspirando a plateia com uma mensagem de esperança e coragem.

A presidente da TCFF no Brasil, Lu Rodrigues, destacou que a oficialização da data representa um marco no combate à desigualdade e na criação de oportunidades para as meninas brasileiras. “Ao apoiar iniciativas que empoderam meninas e protegem crianças, a Fundação reafirma seu compromisso com um futuro mais justo e igualitário”, afirmou.

O Dia Internacional das Meninas, reconhecido mundialmente pela ONU, passa a integrar oficialmente o calendário brasileiro como uma data de reflexão, mobilização e incentivo a ações concretas voltadas à infância e à juventude feminina, celebrando o protagonismo das meninas que já estão transformando o presente e construindo o futuro.

DF é o primeiro do Centro-Oeste a integrar o aplicativo da Uber ao sistema 190 da PMDF

Objetivo da iniciativa é garantir maior agilidade na resposta a emergências e reforçar a segurança de quem utiliza o aplicativo | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

O botão “Ligar para a Polícia”, disponível no aplicativo da Uber, agora está oficialmente integrado à Polícia Militar do Distrito Federal, responsável pelo Serviço 190. A partir desta semana, sempre que o passageiro ou motorista pressionar o botão para ligar para a polícia no aplicativo, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) receberá automaticamente a localização em tempo real e os dados da viagem — incluindo informações do veículo, do condutor e do solicitante. O objetivo é garantir maior agilidade na resposta a emergências e reforçar a segurança de quem utiliza o aplicativo.

A medida marca o início da operação prática do Acordo de Cooperação Técnica firmado em abril entre a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e a Uber. Desde então, técnicos e agentes das duas instituições trabalharam na integração dos sistemas e na capacitação das equipes que atuam no atendimento às ocorrências. “Este acordo traduz a estratégia de segurança pública alinhada à Constituição Federal, que define a segurança como dever do Estado e responsabilidade de todos”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “A parceria reforça a articulação entre governo e sociedade civil, unindo esforços para ampliar a proteção de motoristas e passageiros e agilizar a resposta a emergências pelo aplicativo.”

A iniciativa integra os eixos Cidade Mais Segura e Cidadão Mais Seguro, do programa Segurança Integral do Governo do Distrito Federal (GDF), que incentiva a cooperação entre o poder público e a sociedade na prevenção da criminalidade e na promoção dos direitos humanos.

Como funciona

O botão de emergência — identificado por um escudo — aparece no aplicativo logo após o início da corrida e permanece disponível durante todo o trajeto. Ao acionar a opção “Ligar para a Polícia”, o aplicativo envia automaticamente à central do 190 as informações sobre o veículo (placa, modelo, cor), além dos dados do motorista ou passageiro e da localização exata. Em seguida, a ligação é completada, permitindo que o solicitante relate a situação sem precisar repassar manualmente essas informações.

A tecnologia responsável por essa integração é fornecida pela RapidSOS, empresa norte-americana que desenvolveu a primeira plataforma mundial de envio automático de dados a serviços de emergência. A solução já é utilizada em mais de 1.200 cidades nos Estados Unidos e em países como México, Canadá e África do Sul. No Brasil, o DF é a sexta unidade federativa (UF) a dispor da ferramenta — ao lado do Rio de Janeiro, Maranhão, Amazonas, Pará e Bahia — e a primeira do Centro-Oeste.

“Sabemos que em situações críticas cada segundo pode ser decisivo. Essa integração é um avanço importante nesse sentido”, afirmou Analu Cordeiro, gerente de Políticas Públicas da Uber no Brasil. “Acreditamos no poder da tecnologia para gerar impacto positivo e auxiliar em uma resposta rápida e coordenada das autoridades.”

Pioneirismo e proteção de dados

Durante a solenidade de oficialização do Acordo de Cooperação Técnica, ocorrida em abril, a vice-governadora Celina Leão, destacou que a iniciativa reforça o protagonismo da capital na área da segurança pública: “O DF tem uma política inovadora de proteção. Temos os melhores índices de segurança da história, e sermos referência na segurança dos aplicativos é uma grande conquista.”

O acordo entre a SSP-DF e a Uber prevê ainda a capacitação contínua dos operadores do 190 e o cumprimento integral da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que as informações sejam usadas exclusivamente para fins de segurança e resposta a emergências.

Com o novo sistema, este GDF dá mais um passo na consolidação de um modelo de segurança pública inteligente e conectado, no qual a tecnologia atua como aliada da prevenção e da proteção da vida.

Fundação Francisco Dornelles e Progressistas debatem desafios da saúde pública em seminário na LBV

A Fundação Francisco Dornelles, com o apoio do Partido Progressistas-DF (11), realizou nesta quinta-feira (9) o seminário “Brasília em movimento pela saúde: da atenção básica à alta complexidade”. O evento, sediado no auditório da Legião da Boa Vontade (LBV), na Asa Sul, reuniu profissionais de saúde, gestores, estudantes e autoridades em um dia de debates sobre os principais desafios e avanços do setor de saúde pública no Brasil.

A programação focou no fortalecimento de políticas públicas eficientes e inclusivas, com painéis e rodas de conversa que abordaram desde a atenção primária até os serviços de alta complexidade, além da valorização do Sistema Único de Saúde (SUS)

A vice-governadora do Distrito Federal e presidente do Progressistas-DF, Celina Leão, enfatizou a urgência da mobilização em torno da saúde pública. “Brasília está sempre em movimento pela saúde porque a vida não espera. A saúde exige dedicação, coragem e compromisso para transformar a realidade e garantir que cada cidadão seja atendido com dignidade em todas as etapas da vida”, declarou a vice-governadora.

A diretora da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), Viviane Cristina Uliana Peterle, reforçou a importância da integração entre diferentes segmentos da sociedade. “É (uma iniciativa) muito importante justamente porque é um espaço de diálogo com os estudantes, com a sociedade civil que está aqui presente, com os profissionais de saúde e com a gestão, que hoje está tão próxima de nós neste momento”, ressaltou a diretora.

Com a troca de experiências entre profissionais e estudantes da área da saúde, o seminário incentivou a reflexão sobre práticas inovadoras, desafios da gestão e o futuro do SUS.

Logcomex está entre as 70 melhores empresas para trabalhar no Brasil, segundo o ranking GPTW 2025

Da esquerda para a direita, Sheila Grandi, Lucas Carvalho, Nicollie Vargas, Jenifer Turra e Guilherme Kreischer. (Fotos: Logcomex)

Empresa líder em tecnologia para o comércio exterior ficou em 58º lugar nacional e 6º no Paraná, na categoria de 100 a 999 colaboradores.

Na noite de ontem (8), foi realizada, em São Paulo, a 29ª edição da premiação Great Place to Work (GPTW) – Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil 2025, evento que reconhece as organizações com as melhores práticas de gestão de pessoas, cultura e clima organizacional no país. Na ocasião, a Logcomex, scale-up de tecnologia para o comércio exterior, foi anunciada entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, conquistando a 58ª colocação no ranking nacional dentro da sua categoria.
 

Promovida pelo Great Place to Work (GPTW), consultoria global especializada em cultura organizacional, esta edição da premiação reuniu executivos e representantes das 175 empresas classificadas entre mais de 5 mil inscritas em todo o país. A Logcomex integra o grupo de 70 empresas com 100 a 999 colaboradores, ao lado de companhias de destaque, como MetLife, Webmotors e Volkswagen Financial Services.
 

Esse é o 7º ano consecutivo em que a Logcomex recebe a certificação GPTW, consolidando seu compromisso em manter uma cultura organizacional forte, humana e inovadora.
 

“Acreditamos que tecnologia é essencial para transformar o comércio exterior, mas nada disso seria possível sem as pessoas. Essa conquista é reflexo da dedicação dos nossos Loggers, que constroem diariamente um ambiente de confiança, colaboração e inovação”, afirma Helmuth Hofstatter Filho, CEO da Logcomex.
 

O reconhecimento nacional vem na esteira de outro destaque importante: em setembro, a Logcomex foi eleita a 6ª melhor empresa para se trabalhar no Paraná, durante o evento de premiação do GPTW Paraná 2025 – Melhores Empresas para Trabalhar, realizado no Viasoft Experience, em Curitiba. A edição regional reuniu 130 companhias que se destacam por colocar as pessoas no centro dos negócios e por promover ambientes pautados em confiança, colaboração e inovação.
 

“Na Log, cultivamos uma cultura onde confiança e liberdade andam juntas. Ver esse reconhecimento não apenas no Paraná, mas também em nível nacional, é a prova de que estamos no caminho certo: transformando o comércio exterior e, ao mesmo tempo, construindo uma das melhores jornadas profissionais do mercado”, reforça Aline Nesi Diretora da área de People da Logcomex.
 

Com mais de 400 colaboradores espalhados pelo Brasil e pelo mundo, a Logcomex tem expandido sua atuação de forma sustentável, recentemente entrando no mercado mexicano e reestruturando sua operação em Business Units para potencializar inovação e foco no cliente.