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Justiça mantém suspenso projeto de grandes painéis de LED no centro de São Paulo

Iniciativa conhecida como “Times Square de São Paulo” prevê quatro telões de até mil metros quadrados na esquina das avenidas Ipiranga e São João

A Justiça paulista negou um novo recurso apresentado pela Prefeitura de São Paulo e manteve suspenso o projeto que prevê a instalação de grandes painéis digitais no centro da capital. A proposta ficou conhecida como “Times Square de São Paulo”.

O planejamento estabelece a instalação de quatro telões de LED em edifícios localizados na esquina das avenidas Ipiranga e São João. Alguns equipamentos poderiam chegar a mil metros quadrados e seriam utilizados para publicidade, divulgação de eventos e transmissão de conteúdos institucionais.

A iniciativa provocou questionamentos sobre sua compatibilidade com a Lei Cidade Limpa, criada para reduzir a poluição visual na capital. Também existem dúvidas sobre o retorno econômico do projeto, os impactos urbanísticos e as contrapartidas que seriam oferecidas ao poder público.

Na avaliação da Justiça, o assunto ainda precisa passar por um debate mais aprofundado antes de receber autorização definitiva. O Ministério Público também se manifestou favoravelmente à suspensão, apontando a necessidade de maior clareza sobre os efeitos financeiros e urbanos da proposta.

Defensores do projeto sustentam que os painéis ajudariam a revitalizar e aumentar a movimentação no centro. Críticos, por outro lado, argumentam que a modernização da região não pode desconsiderar a preservação da paisagem urbana e as regras estabelecidas pela legislação municipal.

São Paulo enfrenta o setembro mais chuvoso em mais de oito décadas

Volume acumulado em apenas 14 dias superou o recorde registrado em 1983 e ampliou o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos

A cidade de São Paulo registrou, em apenas 14 dias, o setembro mais chuvoso desde o início da série histórica analisada pelo Instituto Nacional de Meteorologia. O acumulado chegou a 253,8 milímetros no Mirante de Santana, superando o antigo recorde mensal.

A marca anterior havia sido registrada em setembro de 1983, quando a capital recebeu 243,1 milímetros de chuva. O volume contabilizado em 2026 representa aproximadamente três vezes a média esperada para todo o mês, estimada em 83,3 milímetros.

A situação também chamou atenção em outras regiões paulistas. Campinas acumulou 257,2 milímetros, o maior volume registrado desde 1961. A Baixada Santista chegou a 232,7 milímetros, enquanto Registro, São José dos Campos e Bauru também apresentaram índices elevados.

Com o solo encharcado, aumenta o risco de queda de árvores, deslizamentos, enxurradas e alagamentos. Moradores de áreas vulneráveis devem acompanhar os alertas da Defesa Civil e evitar atravessar ruas inundadas ou permanecer próximos a encostas durante tempestades.

O novo recorde expõe a necessidade de fortalecer políticas permanentes de drenagem, prevenção e adaptação das cidades aos eventos climáticos extremos. Mais do que responder às emergências, o desafio é preparar a infraestrutura urbana para chuvas cada vez mais intensas e concentradas.

Indústria reduz intenção de investir e acende alerta para a economia brasileira

Indicador da Confederação Nacional da Indústria caiu para o menor nível desde agosto de 2020, refletindo desaceleração econômica e aumento das incertezas

A disposição da indústria brasileira para realizar novos investimentos chegou, em setembro, ao menor nível registrado desde agosto de 2020. O indicador calculado pela Confederação Nacional da Indústria recuou para 51,3 pontos, consolidando uma sequência de quedas iniciada em maio.

Embora o índice permaneça ligeiramente acima da linha de 50 pontos, que separa expectativas positivas e negativas, o movimento mostra que o setor produtivo está mais cauteloso. Em quatro meses, a intenção de investir acumulou uma redução de 3,5 pontos.

As expectativas relacionadas à demanda, compra de matérias-primas, exportações e contratação de trabalhadores também perderam força. No caso do emprego e das vendas para o exterior, os indicadores ficaram abaixo dos 50 pontos, sinalizando uma perspectiva de retração.

A produção industrial também apresentou resultado negativo. Em agosto, o indicador de evolução da produção caiu para 46,3 pontos, o pior desempenho para o mês em 11 anos. A utilização da capacidade instalada recuou para 69%, mostrando que parte das fábricas está trabalhando abaixo de seu potencial.

Os números indicam que a indústria acompanha com preocupação a desaceleração da atividade econômica e as incertezas do cenário nacional. A recuperação dos investimentos dependerá de maior previsibilidade, melhoria das condições de crédito e retomada consistente do consumo.

Governo Federal muda a realidade de Barra do Turvo com moradia, educação e inclusão

Investimentos federais garantem 102 moradias populares, beneficiam centenas de estudantes e ampliam recursos para alimentação, livros, alfabetização e permanência escolar

Barra do Turvo, no interior de São Paulo, vem recebendo uma série de investimentos e ações do Governo Federal voltados à melhoria da qualidade de vida da população. Na habitação, o Minha Casa, Minha Vida contabiliza 102 moradias contratadas no município, todas destinadas à população de baixa renda por meio da retomada de obras da Faixa 1. Ao todo, são seis empreendimentos habitacionais, ampliando o acesso à casa própria para famílias que dependem diretamente das políticas públicas de moradia.

Na educação, a presença federal também aparece em diferentes etapas da formação dos estudantes. O Pé-de-Meia atende 382 alunos do ensino médio público em Barra do Turvo, com investimento acumulado de R$ 1,1 milhão. O programa busca estimular a permanência dos jovens na escola e reduzir a evasão, garantindo apoio financeiro para estudantes de famílias de baixa renda. No Enem, o município registrou 101 inscritos, sendo 53,47% pessoas negras e 54,46% mulheres.

Para o especialista em gestão pública Humberto Tobé, o conjunto de ações demonstra como políticas nacionais podem produzir impactos significativos mesmo em municípios de menor porte. “Quando o Governo Federal chega com habitação, apoio financeiro aos estudantes, alimentação escolar, livros e investimentos na alfabetização, ele atua diretamente nas necessidades mais básicas da população. Em uma cidade como Barra do Turvo, cada investimento tem capacidade de transformar de maneira muito concreta a vida das famílias”, analisa Tobé.

Os investimentos federais na educação básica também alcançam a alimentação e a estrutura das escolas. O Programa Nacional de Alimentação Escolar atende 766 estudantes e já recebeu R$ 866,9 mil em recursos. Pelo Programa Dinheiro Direto na Escola, sete unidades foram beneficiadas com R$ 79,5 mil. Já o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada recebeu R$ 13,2 mil, enquanto uma escola foi contemplada com dois cantinhos de leitura, somando outros R$ 2,5 mil. A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas registra ainda duas unidades com acesso à internet entre as dez escolas públicas existentes no município.

Outro destaque está no acesso a livros e materiais didáticos. Entre 2023 e abril de 2026, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático contabiliza 27.119 livros e materiais adquiridos para Barra do Turvo, movimentando R$ 362,7 mil em recursos. Somente até abril de 2026 foram 7.495 itens, com investimento de R$ 115,4 mil. No ensino superior, oito bolsas do Prouni também foram concedidas no município, ampliando as possibilidades de ingresso de estudantes em instituições privadas.

A soma das iniciativas mostra uma presença do Governo Federal que vai da casa própria à sala de aula. São famílias atendidas pela política habitacional, jovens incentivados a permanecer na escola, estudantes recebendo alimentação, livros e apoio financeiro e unidades escolares alcançadas por programas de alfabetização e conectividade. Em Barra do Turvo, os investimentos federais ajudam a reduzir desigualdades e ampliam oportunidades para uma população que depende da continuidade das políticas públicas para avançar socialmente.

Governo Federal amplia proteção social e alcança quase 55 mil famílias com Bolsa Família em Campinas

Programas de transferência de renda, segurança alimentar e assistência social reforçam a presença federal no município e atendem milhares de moradores em situação de vulnerabilidade

O Governo Federal mantém uma ampla rede de proteção social em Campinas, com investimentos e programas que alcançam dezenas de milhares de famílias. Somente pelo Bolsa Família, 54.596 famílias foram beneficiadas no município, com pagamento mensal médio de R$ 676. A iniciativa garante renda para famílias em situação de vulnerabilidade e ajuda a movimentar a economia local, especialmente nos bairros onde está concentrada a população de menor renda.

Na área de segurança alimentar, 39.453 famílias de Campinas são contempladas pelo Gás do Povo, programa destinado a garantir a recarga de botijões de gás de cozinha para famílias de baixa renda. A política substituiu o antigo Auxílio-Gás, que chegou a beneficiar 13.084 famílias no município antes de ser encerrado, em dezembro de 2025. A ampliação da cobertura reforça uma política voltada diretamente para despesas essenciais dentro das residências.

Para o especialista e analista em gestão de saúde pública Humberto Tobé, os números mostram que a atuação do Governo Federal possui impacto direto na qualidade de vida da população. “Quando programas como Bolsa Família, Gás do Povo e BPC chegam a milhares de pessoas dentro de uma única cidade, estamos falando de uma presença concreta do Estado na vida das famílias. São políticas que ajudam a garantir alimentação, dignidade e condições mínimas para que essas pessoas consigam enfrentar momentos de maior dificuldade”, analisa Tobé.

Outro importante instrumento de proteção social presente em Campinas é o Benefício de Prestação Continuada, o BPC. O programa atende 24.856 pessoas no município, entre idosos e pessoas com deficiência que cumprem os critérios de renda estabelecidos pela legislação. O benefício assegura uma renda mensal para uma parcela da população que, muitas vezes, depende diretamente desse recurso para despesas básicas, medicamentos, alimentação e manutenção da residência.

A atuação federal também alcança a política patrimonial e de desenvolvimento social. Por meio do programa Imóvel da Gente, três imóveis da União receberam nova destinação de uso em Campinas, fortalecendo a proposta de utilizar o patrimônio público para finalidades de interesse coletivo. O conjunto das iniciativas demonstra que a presença do Governo Federal no município vai além da transferência de renda e reúne ações voltadas à proteção social, segurança alimentar, inclusão e melhor utilização dos bens públicos.

Em tempos de inteligência artificial, comunicar saúde exige ainda mais humanidade

Tecnologia pode acelerar a produção de conteúdo, mas confiança, contexto e responsabilidade continuam dependendo de pessoas

Nunca tivemos tanta informação ao alcance das mãos. Em poucos segundos, uma ferramenta de inteligência artificial pode organizar dados, resumir documentos e transformar uma linguagem técnica em um texto aparentemente simples. Ainda assim, nunca foi tão necessário perguntar: a informação chegou de verdade às pessoas? Foi compreendida? Ajudou alguém a exercer um direito ou apenas aumentou o barulho que já ocupa as telas?

Essa pergunta ganha uma dimensão ainda maior quando tratamos de saúde pública. Por trás de cada anúncio sobre uma nova unidade, uma campanha de vacinação, a chegada de profissionais ou a ampliação de um programa do SUS, existem pessoas que precisam saber onde procurar atendimento, quais documentos apresentar e como aquele serviço pode mudar sua rotina. Para quem espera por uma consulta, um exame ou um medicamento, comunicar bem não é um detalhe administrativo. É parte do próprio cuidado.

A inteligência artificial tornou várias etapas da comunicação mais rápidas. Ela ajuda a organizar grandes volumes de dados, identificar assuntos relevantes e produzir versões de uma mesma mensagem para diferentes canais. Isso representa um avanço importante para jornalistas, assessores e gestores. Porém, velocidade não é sinônimo de clareza, e um texto bem estruturado não é necessariamente uma informação verdadeira, sensível ou útil.

A tecnologia reconhece padrões, mas não substitui o conhecimento de quem percorre os territórios, conversa com gestores municipais, escuta profissionais de saúde e conhece a ansiedade de uma família diante de uma fila de atendimento. Ela também não assume a responsabilidade ética por uma informação incompleta ou equivocada. Essa responsabilidade continua sendo humana.

Governo Federal impulsiona emprego e empreendedorismo em Santo André

Município soma mais de 228 mil empregos formais, quase 2,8 mil jovens aprendizes e mais de 76 mil microempreendedores individuais

Santo André mantém uma das economias mais fortes do ABC Paulista e os dados de trabalho e renda mostram a dimensão dessa atividade. O município registra 228.526 empregos formais, resultado que revela a força do mercado local e a importância das políticas públicas voltadas à geração de oportunidades e à formalização dos trabalhadores.

Outro destaque é o Programa Jovem Aprendiz, que alcança 2.777 jovens no município. A iniciativa funciona como uma porta de entrada para o mercado de trabalho e permite que adolescentes e jovens tenham acesso à formação profissional e à primeira experiência com carteira assinada.

Na avaliação de Humberto Tobé, especialista em gestão de saúde pública, o fortalecimento do emprego produz efeitos que vão muito além do ambiente empresarial. “Quando o Governo Federal estimula a formalização, amplia oportunidades para os jovens e cria condições para o crescimento da economia, o impacto aparece diretamente na qualidade de vida das famílias. Trabalho com direitos significa mais segurança, renda e possibilidade de planejamento”, afirma.

O empreendedorismo também ocupa espaço relevante na economia de Santo André. O município possui 76.224 microempreendedores individuais cadastrados, mostrando como milhares de trabalhadores encontraram na formalização uma maneira de transformar atividades autônomas em pequenos negócios.

O conjunto dos números reforça a presença de políticas federais que estimulam emprego, qualificação e empreendedorismo. Em Santo André, o mercado formal, o Jovem Aprendiz e o crescimento dos MEIs demonstram como o Governo Federal pode atuar em diferentes frentes para fortalecer a economia e ampliar oportunidades.

Governo Federal supera 14 mil moradias contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida em Campinas

Política habitacional federal movimenta o setor da construção, amplia o acesso ao financiamento e garante unidades subsidiadas para famílias de baixa renda

O sonho da casa própria vem ganhando espaço na realidade de milhares de famílias de Campinas. Com a retomada e ampliação do Minha Casa, Minha Vida pelo Governo Federal, o município alcançou 14.049 moradias contratadas, consolidando a política habitacional como uma das principais frentes de investimento federal na cidade.

A maior parcela desse resultado está relacionada aos financiamentos realizados com recursos do FGTS. Campinas contabiliza 13.729 moradias financiadas nessa modalidade, permitindo que milhares de famílias tenham acesso à aquisição ou construção do imóvel próprio com condições diferenciadas oferecidas pelo programa habitacional do Governo Federal.

Para Humberto Tobé, os números mostram que uma política habitacional produz impactos que ultrapassam a entrega das chaves. “Quando o Governo Federal amplia o Minha Casa, Minha Vida, ele não está apenas financiando imóveis. Está movimentando a construção civil, gerando empregos, fortalecendo o comércio e, principalmente, garantindo segurança para famílias que passam a ter uma casa para chamar de sua. Habitação também é qualidade de vida”, analisa.

O programa também chega às famílias de menor renda. Em Campinas, 320 moradias estão vinculadas aos empreendimentos subsidiados da Faixa 1, distribuídas em dois empreendimentos habitacionais. É justamente nessa faixa que a participação do Governo Federal se torna ainda mais importante para permitir o acesso à moradia por famílias que enfrentariam maiores dificuldades no mercado imobiliário convencional.

Com mais de 14 mil unidades contratadas, Campinas se transforma em um exemplo da dimensão alcançada pela política habitacional federal no interior paulista. Do financiamento pelo FGTS às unidades subsidiadas para a população de baixa renda, o Minha Casa, Minha Vida reforça a presença do Governo Federal na cidade e transforma investimento público em moradia, emprego e desenvolvimento econômico.

Choque-Rei vale muito mais que três pontos: Palmeiras mira liderança e São Paulo tenta confirmar reação

Rivais se enfrentam neste sábado em clássico que mexe com a parte de cima da tabela e antecede decisões continentais para os dois clubes

Palmeiras e São Paulo protagonizam neste sábado um dos jogos mais aguardados da 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Choque-Rei está marcado para as 18h30, no Nubank Parque, e coloca frente a frente duas equipes vivendo momentos importantes da temporada.

Para o Palmeiras, uma vitória pode significar a retomada provisória da liderança. O time alviverde iniciou a rodada com 53 pontos, um atrás do Flamengo, e entra em campo pressionado pela disputa direta pelo título brasileiro. O clássico ocorre ainda em meio às quartas de final da Libertadores.

Do outro lado, o São Paulo tenta mostrar que a recuperação no Brasileirão veio para ficar. Depois de atravessar uma sequência de dez rodadas sem vencer, o Tricolor derrotou Bragantino e Atlético-MG e chegou ao clássico embalado por duas vitórias consecutivas.

O confronto também apresenta dificuldades importantes para as duas equipes. O Palmeiras não terá Abel Ferreira à beira do campo por suspensão e possui jogadores fora da partida. O São Paulo, por sua vez, perdeu Luciano, que vinha sendo decisivo nas últimas rodadas, após o atacante apresentar um edema muscular na coxa esquerda.

Além da rivalidade histórica, o clássico ganha peso pelo momento da temporada. Palmeiras e São Paulo dividem suas atenções com competições continentais, mas sabem que um Choque-Rei pode mudar o ambiente para a sequência do ano. Para o Verdão, está em jogo a liderança. Para o Tricolor, a oportunidade de confirmar a reação e conquistar uma vitória de peso sobre um de seus maiores rivais.

Rock in Rio entra na reta final com Maroon 5, Demi Lovato e J Balvin no Palco Mundo

Da Redação

Penúltimo dia do festival reúne estrelas internacionais e grandes nomes brasileiros antes do encerramento da edição de 2026

A Cidade do Rock vive neste sábado um dos dias mais aguardados do Rock in Rio 2026. Com Maroon 5, Demi Lovato e J Balvin entre as principais atrações, o festival entra oficialmente na reta final de uma edição marcada pela diversidade musical e pela presença de artistas brasileiros e internacionais.

No Palco Mundo, a programação começou com Pedro Sampaio, seguido pelo colombiano J Balvin. Demi Lovato sobe ao palco na sequência, enquanto o Maroon 5 assume a missão de fechar a programação principal da madrugada. A combinação entre música eletrônica, pop e ritmos latinos transformou o sábado em um dos dias de maior expectativa do público.

A programação vai muito além do palco principal. Mumford & Sons, João Gomes, Daniela Mercury, Olodum, Criolo e outros artistas também integram as atrações espalhadas pela Cidade do Rock. A proposta reforça uma característica que se tornou marca do festival: colocar diferentes gerações e estilos musicais dividindo o mesmo evento.

Mesmo quem ficou longe do Rio de Janeiro pode acompanhar boa parte dos shows. A programação conta com transmissão pela televisão e por plataformas digitais, ampliando o alcance de apresentações que tradicionalmente movimentam milhões de comentários, vídeos e compartilhamentos nas redes sociais.

O Rock in Rio 2026 termina neste domingo, dia 13 de setembro. O encerramento terá Twenty One Pilots e Ivete Sangalo entre os destaques, fechando mais uma edição do evento que transformou o Rio de Janeiro, durante vários dias, em um dos principais centros da música internacional.