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Senadora Damares mobiliza defensorias de DF e GO para impedir ações do governo contra o BPC

Parlamentar brasiliense quer atenção especial com população do Entorno, que tem mais dificuldade de acessar serviços jurídicos gratuitos

Em encontros realizados nesta segunda-feira (24) com os defensores públicos-gerais do Distrito Federal, Celestino Chupel, e de Goiás, Tiago Gregório Fernandes, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) solicitou a criação de força-tarefa para promoção de ações judiciais contra eventuais ações do governo federal que dificultem acesso ao benefício de prestação continuada (BPC) por idosos ou pessoas com deficiência.

A senadora esteve presencialmente na sede da Defensoria do DF e conversou com o defensor goiano por videoconferência. A ideia é garantir que eventuais cortes promovidos, tanto em âmbito administrativo quando judicial, sejam imediatamente identificados e que haja reação imediata para evitar que famílias em situação de vulnerabilidade social fiquem desamparadas.

A parlamentar brasiliense argumenta que identificou um movimento do Executivo federal para dificultar o acesso a esse direito a partir de projeto de lei apresentado pelo líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), que pretendia retirar da lista de beneficiários quem tivesse deficiência considerada “leve”, medida que foi vetada após atuação da oposição no Senado.

Além disso, lembrou de veto do presidente da República a projeto de lei que dispensava de reavaliações periódicas aposentados por incapacidade permanente, irreversível ou irrecuperável.

“Há famílias que vivem exclusivamente do BPC para sustentar seus filhos com essas deficiências e qualquer falta de aporte desse recurso pode causar sérios riscos de suporte material, seja alimento ou medicamentos” disse a senadora.

Ao defensor-geral de Goiás Damares Alves externou especial preocupação com relação à população carente da região do Entorno do DF, que por estar afastada da capital goiana pode ter dificuldades em acessar serviços jurídicos especializados.

Fernandes sinalizou positivamente com a iniciativa e se colocou à disposição para atuar em conjunto com o mandato da senadora nas ações que visem garantir o acesso de públicos vulneráveis ao benefício.

Para o Defensor Público-Geral, Celestino Chupel, o tema é fundamental para o desempenho da missão institucional da Defensoria Pública, e que a parceria com a senadora só tem a melhorar os serviços prestados à comunidade do DF.

“A atuação interinstitucional é essencial para que possamos atuar em diversas frentes em prol da população em situação de vulnerabilidade. São temas delicados, que devem ser tratados de maneira integrada e colaborativa, com a atenção que merecem”, destacou.

Damares Alves solicitou, ainda, que as defensorias fiquem atentas a qualquer nova tentativa do governo de utilizar parte do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para a compra de merenda escolar, o que é proibido atualmente, já que a alimentação dos estudantes é subsidiada por orçamento específico.

Assessoria de Imprensa

Anffa Sindical alerta para escolha segura da cachaça neste Carnaval

Símbolo do Brasil, a bebida combina com a folia, mas exige moderação e consumo consciente

Carnaval é sinônimo de festa, alegria e, para muitos, bons drinks. Entre as bebidas preferidas do brasileiro, a cachaça ganha destaque por sua versatilidade e sabor inconfundível. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) ressalta a importância de apreciar essa tradição com moderação e segurança, garantindo que a folia seja completa e saudável até a quarta-feira de cinzas. Para isto, é fundamental buscar o produto produzido pelos 1.400 estabelecimentos registrados e inspecionados pelos profissionais da carreira em todo o país.

Reconhecida como patrimônio cultural do Brasil, a cachaça é uma das bebidas destiladas mais antigas do mundo e a única genuinamente brasileira. Ela é produzida a partir do caldo fermentado de cana-de-açúcar e conta com características sensoriais únicas e peculiares. Acompanhada de limão e açúcar, vira a tradicional caipirinha, que também ganha outras combinações como maracujá e frutas vermelhas. Além disso, batida com leite condensado, adquire outra forma e sabores mais doces, nas famosas batidas.

Com produção inspecionada, a cachaça que chega ao consumidor passa por rigorosos controles de qualidade, garantindo segurança e autenticidade. O foco é evitar fraudes de ordem econômica e, principalmente, proteger a saúde do consumidor.

Para obtenção do registro, são observadas as condições de instalações, equipamentos e a capacidade de técnica do estabelecimento. Além disso, há inspeções regulares e coletas de amostras para aferir a qualidade da bebida. Com isso, apenas os produtores que atendam aos requisitos de higiene e boas práticas de fabricação são autorizados a atuar e contam com a certificação nos rótulos.

“Hoje, há cerca de 7.700 cachaças registradas no Brasil, todas fiscalizadas de acordo com rigorosos padrões de qualidade e segurança. Esse trabalho é realizado pelos auditores fiscais federais agropecuários, que inspecionam desde o processo de produção até a rotulagem final do produto, garantindo que a bebida chegue ao consumidor de forma segura. Para evitar problemas, orientamos que o consumidor sempre verifique o registro indicado na rotulagem. A cachaça sem origem pode conter substâncias nocivas, que podem causar sérios problemas de saúde, incluindo intoxicação, danos ao fígado, cegueira e até aumento do risco de câncer. Portanto, é essencial escolher produtos registrados e inspecionados”, destacou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo.

A entidade também alerta para a importância do consumo moderado e consciente de bebidas alcoólicas, por maiores de 18 anos, independentemente da época do ano. Para aproveitar o Carnaval de forma segura, é preciso manter a hidratação e a alimentação em dia, além de evitar excessos. Se beber, nãodirija e preserve a sua vida e a de terceiros.

Banco do Nordeste cria FNE Coopera para oferecer crédito a cooperativas

As cooperativas produtivas de trabalhadores podem acessar o crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) pelo Banco do Nordeste (BNB). Os recursos são direcionados a aquisição de equipamentos, estrutura da organização, capacitação de cooperados e capital de giro. Os prazos oferecidos na linha podem chegar a 20 anos, sendo até quatro deles de carência, a depender da finalidade financiada. Além do FNE Coopera, lançado em janeiro, as cooperativas da agricultura familiar têm como opções de financiamento as linhas Pronaf Agroindústria e Pronaf Industrialização. Segundo o superintendente de Agronegócio e Microfinança Rural do BNB, Luiz Sérgio Farias Machado, a linha visa proporcionar condições diferenciadas ao segmento que preconiza conceitos de colaboração e associativismo. “Queremos reafirmar o compromisso do Banco de atuar no desenvolvimento econômico e as cooperativas proporcionam a melhoria na produção, agregação de valor, acompanhamento de empreendimentos dos associados, comercialização dos produtos, além de reduzir despesas para grupos de trabalhadores. Isso impacta em toda a comunidade”, afirma. O executivo destaca que um diferencial do FNE Coopera é a possibilidade de financiamento das cotas-parte para integralização no capital social da cooperativa. As cooperativas apoiadas pelo Banco do Nordeste são as que desenvolvem atividades produtivas ligadas aos setores rural, industrial, agroindustrial e artesanal. Para acessar o crédito, é necessário que a organização seja constituída e registrada conforme a legislação vigente. “É importante reforçar que a FNE Coopera é uma linha própria para as cooperativas. Os financiamentos aos cooperados permanecem sendo realizados de forma individual, principalmente por meio do programa Agroamigo”, alerta Luiz Sérgio. O Banco do Nordeste disponibiliza em seu portal uma página dedicada à linha FNE Coopera. Acesse aqui.

As cooperativas produtivas de trabalhadores podem acessar o crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) pelo Banco do Nordeste (BNB). Os recursos são direcionados a aquisição de equipamentos, estrutura da organização, capacitação de cooperados e capital de giro. Os prazos oferecidos na linha podem chegar a 20 anos, sendo até quatro deles de carência, a depender da finalidade financiada.

Além do FNE Coopera, lançado em janeiro, as cooperativas da agricultura familiar têm como opções de financiamento as linhas Pronaf Agroindústria e Pronaf Industrialização.

Segundo o superintendente de Agronegócio e Microfinança Rural do BNB, Luiz Sérgio Farias Machado, a linha visa proporcionar condições diferenciadas ao segmento que preconiza conceitos de colaboração e associativismo. “Queremos reafirmar o compromisso do Banco de atuar no desenvolvimento econômico e as cooperativas proporcionam a melhoria na produção, agregação de valor, acompanhamento de empreendimentos dos associados, comercialização dos produtos, além de reduzir despesas para grupos de trabalhadores. Isso impacta em toda a comunidade”, afirma. O executivo destaca que um diferencial do FNE Coopera é a possibilidade de financiamento das cotas-parte para integralização no capital social da cooperativa.

As cooperativas apoiadas pelo Banco do Nordeste são as que desenvolvem atividades produtivas ligadas aos setores rural, industrial, agroindustrial e artesanal. Para acessar o crédito, é necessário que a organização seja constituída e registrada conforme a legislação vigente.

“É importante reforçar que a FNE Coopera é uma linha própria para as cooperativas. Os financiamentos aos cooperados permanecem sendo realizados de forma individual, principalmente por meio do programa Agroamigo”, alerta Luiz Sérgio.

O Banco do Nordeste disponibiliza em seu portal uma página dedicada à linha FNE Coopera. Acesse aqui.

Carnaval sem ‘‘ressaca financeira’’: como cair na folia longe das dívidas?

A educadora financeira da Neon destaca escolhas estratégicas para controlar as finanças antes, durante e após o carnaval

O Carnaval é considerado pelos brasileiros uma das festas mais aguardadas do ano. Segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o feriado deve movimentar mais de R$ 12 bilhões de reais em 2025. Porém, essa época também pode ser considerada um período de gastos excessivos para quem não se planeja, já que o clima festivo pode facilmente sair do controle e comprometer o orçamento dos meses seguintes.
 

Para evitar a ‘‘ressaca financeira”, Daiane Alves, educadora financeira da Neon, principal fintech voltada ao brasileiro trabalhador, apresenta ações importantes para quem quer se organizar de maneira consciente. “A melhor forma de curtir o Carnaval sem prejudicar as finanças é ter clareza sobre o seu orçamento e fazer escolhas adequadas ao seu momento de vida. Pequenos ajustes podem fazer toda a diferença na hora de se jogar na folia’’, orienta. Confira as recomendações.

Aja de acordo com a sua realidade

O primeiro passo é entender a sua real situação financeira. A partir dessa análise, as decisões devem ser tomadas de forma racional, principalmente para quem gosta de aproveitar bastante essa época do ano. Não existe um planejamento ideal para todos, já que cada pessoa possui uma realidade diferente, mas se o primeiro passo já foi dado e o orçamento está apertado, é viável optar por programas que não vão exigir tanto financeiramente. Bloquinhos de carnaval perto de casa ou viagens em grupo, em que as despesas podem ser compartilhadas, por exemplo, são alternativas mais em conta para quem não pode gastar muito “Dessa forma, é possível economizar com ingressos, deslocamento e, até mesmo, diminuir os custos com alimentação, com a possibilidade de fazer um lanche reforçado antes de sair de casa e comprar petiscos que podem ser levados na bolsa”, completa Daiane.

Tenha o cartão de crédito como aliado e não como vilão

Um dos maiores erros é usar o cartão de crédito como extensão do salário. Apesar de ser útil em um momento de aperto ou necessidade financeira, utilizar o limite do cartão de crédito na folia é comprometer um rendimento que ainda não se tem e que pode trazer consequências que se arrastarão por meses. ‘’Não estabelecer um orçamento ou mesmo uma programação pré-definida para os dias de Carnaval abre portas para os gastos exagerados. Outro ponto importante em relação aos cartões é se atentar aos golpes que acontecem nessa época e que podem causar problemas financeiros ainda maiores’’, destaca a educadora financeira.

Como fugir dos golpes durante a folia?

O Carnaval acaba sendo um período de grande atuação dos golpistas, principalmente nas ruas em meio aos foliões. O golpe das maquininhas é um dos mais comuns. Por isso, seguir algumas dicas é essencial para evitar possíveis prejuízos:

  • Não passe o cartão em uma maquininha com o visor danificado. Deixar de comprar é melhor do que lidar com as consequências de um golpe;
  • Mantenha o cartão sempre por perto e não o entregue a ninguém. Opte por você mesmo inseri-lo ou aproximá-lo da maquininha e sempre confira se o cartão que vai guardar é mesmo o seu;
  • Deixe o limite do cartão de crédito reduzido, liberando apenas o valor necessário para um determinado período de tempo. Isso evitará que utilizem o seu cartão para passar valores altos, caso caia em algum golpe;
  • A depender da sua estimativa de gastos, levar o dinheiro físico pode ser uma opção para evitar cair em golpes de maquininhas ou até mesmo ter o celular furtado em meio à multidão.
     

Xii… extrapolei nas contas, e agora?

Começar o ano com dívidas não precisa ser sinônimo de passar o restante dos meses endividado. ‘’Ainda estamos no começo do ano, há tempo para fazer um balanço das finanças, verificar tudo o que se deve e analisar os ganhos e as despesas. Com o conhecimento da sua vida financeira, é possível traçar um plano inteligente para negociar as dívidas e ainda diminuir os custos onde houver oportunidade. Todo centavo conta para se reorganizar financeiramente. Caso já esteja passando o mês no limite das despesas, buscar uma fonte de grana extra pode ser uma opção para organizar as dívidas e começar a planejar um investimento ou, quem sabe, o carnaval dos sonhos no próximo ano’’, conclui Daiane.

Sobre a Neon

A Neon é uma fintech brasileira fundada em 2016. A empresa surgiu após a indignação do fundador da Neon, Pedro Conrade, que depois de estourar R$ 1,00 da sua conta corrente, descobriu que seu banco iria cobrar R$ 46,00 de tarifa para início de uso do cheque especial. Ao investigar suas faturas, Pedro se deu conta que, por ano, gastava um salário mínimo em tarifas bancárias – quase o mesmo que sua renda mensal na época. Indignado, Pedro pensou sobre os milhares de brasileiros que perdem seu dinheiro todo ano com taxas substanciais, a partir daí surgiu a Neon, primeira conta digital do Brasil.

Com o passar dos anos, a Neon foi se consolidando como uma das maiores fintechs do país, oferecendo aos clientes um portfólio completo com cartão de débito e crédito sem anuidade, empréstimo pessoal, consignado, investimentos de maneira simples em CDB, cashback, diversas formas de pagamento, entre outros produtos pensados para os brasileiros trabalhadores e com taxas adequadas. Além disso, a empresa também oferece serviços financeiros e educação para microempreendedores individuais de todo o Brasil. Hoje a Neon possui mais de 32 milhões de clientes.

A Construção de Cidades Inclusivas: Projetando para Todos

A construção de cidades inclusivas é um conceito fundamental para o desenvolvimento de sociedades mais justas e igualitárias. À medida que as cidades crescem, surge a necessidade de refletir sobre como garantir que todos os seus habitantes, independentemente de sua condição social, econômica, física ou mental, possam desfrutar de um ambiente urbano que favoreça a participação plena na vida comunitária. O conceito de cidade inclusiva vai além de adaptar espaços para pessoas com deficiência; trata-se de criar um ambiente onde todos, independentemente de suas limitações, sejam capazes de se locomover, interagir e viver de maneira digna e integrada à sociedade.

O Desafio da Inclusão Urbana

As cidades, em sua maioria, foram projetadas para atender a um público homogêneo, geralmente focado em pessoas sem deficiência e com mobilidade plena. Isso resulta em ambientes urbanos que, muitas vezes, não são acessíveis ou adequados para pessoas com diferentes necessidades. Um exemplo clássico é a falta de rampas de acesso para cadeirantes ou a presença de calçadas irregulares que dificultam a locomoção de pessoas com dificuldades de mobilidade. Além disso, muitos edifícios e transportes públicos ainda não são projetados para atender a todos de forma equitativa, o que exclui um grande número de cidadãos.

Outro aspecto importante é a urbanização de áreas periféricas, que muitas vezes não conta com a infraestrutura necessária para garantir o acesso aos serviços essenciais, como saúde, educação e transporte público. A exclusão social é uma realidade em muitas dessas áreas, e isso precisa ser corrigido para que as cidades sejam de fato inclusivas. Portanto, o planejamento urbano deve ser repensado para garantir que as pessoas, independentemente de sua condição, possam acessar os recursos e serviços essenciais de forma igualitária.

Princípios do Planejamento de Cidades Inclusivas

O planejamento urbano inclusivo é baseado em diversos princípios fundamentais. O primeiro deles é o acesso universal, que busca garantir que todas as pessoas, independentemente de sua idade, gênero, deficiência ou condição social, possam acessar os espaços urbanos. Isso significa que as cidades devem ser projetadas para garantir acessibilidade física e social. Isso inclui a criação de calçadas adequadas, transporte público acessível, e a construção de edifícios com rampas, elevadores e banheiros adaptados.

Além disso, é essencial promover a participação ativa da comunidade no processo de planejamento e decisão. Quando a sociedade tem voz ativa nas decisões que afetam seu ambiente urbano, é possível identificar as necessidades reais das pessoas e garantir que a cidade seja construída de forma a atender a todas as demandas. A participação ativa também contribui para a redução das desigualdades sociais, pois permite que as pessoas se sintam valorizadas e representadas nas decisões que impactam sua vida cotidiana.

Outro princípio crucial é o design universal, que consiste na criação de espaços e produtos que sejam acessíveis a todos, independentemente de suas habilidades. O design universal propõe soluções que beneficiem todos os cidadãos, como a instalação de sinalização tátil para pessoas com deficiência visual, a criação de áreas de lazer acessíveis, e a adaptação de espaços públicos para garantir o conforto e a segurança de todos os moradores.

Exemplos de Cidades Inclusivas

Algumas cidades ao redor do mundo têm se destacado na construção de espaços urbanos mais inclusivos. Um exemplo é a cidade de Barcelona, na Espanha, que tem investido fortemente em acessibilidade, criando um sistema de transporte público adaptado e um plano de requalificação urbana que facilita o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. A cidade também tem promovido políticas de habitação acessível, com o objetivo de garantir que todos possam viver em bairros centrais e bem estruturados, sem serem marginalizados para áreas periféricas.

Outro exemplo é a cidade de Curitiba, no Brasil, que é reconhecida por seu sistema de transporte público eficiente e acessível. A cidade tem investido em corredores de ônibus exclusivos e na criação de obras em andamento espaços urbanos adaptados para garantir que as pessoas com deficiência possam se deslocar de forma independente. Curitiba também tem sido um modelo de planejamento urbano sustentável, o que contribui para a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes.

O Papel do Governo e da Sociedade Civil

A construção de cidades inclusivas não é uma tarefa exclusiva do poder público ou da iniciativa privada. Ela envolve a colaboração entre governo, sociedade civil e setor empresarial. O governo tem a responsabilidade de criar políticas públicas que incentivem a construção de infraestruturas acessíveis, enquanto a sociedade civil deve lutar pelos direitos de todos os cidadãos, promovendo a inclusão e a igualdade social. Já o setor privado tem o papel de adotar práticas empresariais responsáveis, contribuindo para a criação de ambientes mais acessíveis e inclusivos.

Conclusão

A construção de cidades inclusivas é uma necessidade urgente para garantir que todos os cidadãos possam viver em um ambiente que respeite suas individualidades e ofereça as mesmas oportunidades de participação e acesso aos recursos urbanos. Ao criar cidades que consideram as diversas necessidades da população, não apenas como um dever ético, mas também como uma oportunidade de desenvolvimento, é possível criar ambientes urbanos mais justos e igualitários. O futuro das cidades depende da capacidade de projetá-las para todos, e não apenas para alguns.

Distrito Federal registra saldo de 7,4 mil empregos formais em janeiro

No recorte por gênero, as mulheres ocuparam quase 80% do total de novos postos formais gerados em janeiro. Foto: Secom/PR

Resultado foi positivo em três dos cinco setores avaliados na unidade da Federação. Estoque de trabalho formal no país é de 47,3 milhões de empregos

O Distrito Federal registrou, em janeiro, o saldo positivo de 7.485 novas vagas com carteira assinada, resultado de 43.191 admissões e 35.706 desligamentos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados nesta quarta-feira, 26 de fevereiro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
 

No mês de janeiro, o resultado na capital federal foi positivo em três dos cinco grandes grupos de atividades econômicas. O principal destaque foi o setor de Serviços, que finalizou o mês com saldo positivo de 7.730 vagas formais. Na sequência aparecem o setor de Construção, com saldo de 129, e a Agropecuária, com 116. Os dois setores com saldo negativo no período foram a Indústria (-69) e o Comércio (-421).
 

No Distrito Federal, os novos postos de trabalho foram ocupados, em sua maioria, por pessoas do sexo masculino (3.980), contra 3.505 do sexo feminino. Pessoas com ensino médio completo foram as principais contempladas com as vagas na capital: 4.207. No recorte por faixa etária, adultos na faixa de 30 a 39 anos foram preponderantes: 2.149 vagas.

Infográfico 1 | Principais dados do Novo Caged referente a janeiro de 2025


NACIONAL — O Brasil gerou 137.303 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2025. O resultado é fruto da diferença entre o total de 2,27 milhões de pessoas admitidas e 2,13 milhões de desligamentos em todo o país. Em relação ao estoque total de pessoas empregadas do país, o Brasil registra 47,3 milhões de empregos formais, um crescimento de 3,6% em relação a janeiro do ano passado.
 

No mês, quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram números positivos no país. Destaque para o setor de Indústria, que respondeu pela criação de 70,4 mil vagas. Em seguida aparecem Serviços (45,1 mil), Construção (38,3 mil) e Agropecuária (35,7 mil). Apenas o Comércio apresentou desempenho negativo, com -52,4 mil vagas.
 

REGIÕES — Quatro das cinco regiões registraram saldo positivo em janeiro. O Sul foi a maior geradora de emprego no mês, com 65.712 postos. Em seguida aparecem as regiões Centro-Oeste (44.363), Sudeste (27.756) e Norte (1.932). Somente o Nordeste registrou desempenho negativo no mês (-2.671).
 

ESTADOS — Em janeiro, 17 das 27 unidades da Federação fecharam o mês com saldo positivo. Os estados com maior saldo foram São Paulo (+36.125), Rio Grande do Sul (26.732) e Santa Catarina (+23.062).
 

CARACTERÍSTICAS — As mulheres ocuparam quase 80% do total de novos postos formais gerados em janeiro. Elas preencheram 109.267 dos novos postos, enquanto os homens ocuparam 28.036 vagas com carteira assinada.
 

ESCOLARIDADE — Em relação à escolaridade, os trabalhadores com ensino médio completo representaram o maior saldo nas contratações em janeiro: 83.798. No que se refere à faixa etária, os empregados entre 18 e 24 anos ocuparam a maior parte das vagas (79.784). O salário médio de admissão no mês passado foi de R$2.265,01.
 

Confira todas as informações sobre o Novo Caged – Janeiro/2025

 O atleta olímpico do DF, Caio Bonfim, participou do Olympism365 com jovens aprendizes na capital federal

O principal nome da marcha atlética no Brasil compartilhou com os jovens da Demà as experiências adquiridas nas pistas de todo o mundo e como os valores olímpicos ajudaram a vencer os desafios de ser um atleta de alto nível

O medalhista olímpico Caio Bonfim, vencedor da medalha de prata na marcha atlética nos Jogos de Paris 2024 e eleito melhor atleta da modalidade pelo Prêmio Brasil Olímpico em 2024, foi a grande atração de uma das principais ações do Olympism365 “Esportes, Educação e Meios de Vida” no Brasil.

No dia 24, a estrela das pistas comandou uma série de atividades especiais com jovens da Demà no Centro de Treinamento em Sobradinho (DF), onde treina. Além de interagir com o medalhista, os participantes puderam viver experiências esportivas e conhecer mais sobre a rotina de um atleta de alto rendimento.

 “A Marcha Atlética sempre foi uma modalidade subestimada, mas foi com ela que tive a oportunidade de conquistar uma medalha de prata e dar visibilidade a esse esporte tão desafiador. Da mesma forma, muitos jovens em situação de vulnerabilidade social não recebem tantas oportunidades que os façam realizar seus sonhos. O esporte me deu a chance de ser reconhecido, e ver como ele pode transformar a vida desses e de tantos outros jovens é algo inspirador”, destacou Caio Bonfim.

Olympism365 “Esportes, Educação e Meios de Vida” é uma iniciativa global do Comitê Olímpico Internacional (COI), e no Brasil é liderado pela Demà Aprendiz e a Fundação SES. Promovendo os valores da prática esportiva e disseminando a importância da educação, capacitação profissional e desenvolvimento social, o projeto leva os valores olímpicos à juventude por meio de experiências práticas, como explica Charlie Pereira, Coordenador do projeto.

“Mais do que promover a prática esportiva, o Olympism365 abre portas para oportunidades profissionais e educacionais, mudando perspectivas de jovens em situação de vulnerabilidade. Em 2025, com a expansão para novos estados e mais participantes, a expectativa é que a iniciativa continue transformando vidas por meio dos valores olímpicos”. Além disso, Charlie comenta que com a ampliação da iniciativa será possível abrir novas oportunidades a milhares de jovens do Brasil.

“Já impactamos mais de 10 mil jovens em duas edições e este ano desenvolvemos uma programação diversificada, com atividades práticas que chamamos de Circuito Olympism365 em estados como Goiás, Distrito Federal, Piauí, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul, Tocantins e São Paulo. Nesta edição, os participantes puderam vivenciar modalidades como atletismo, futebol, basquete, tênis de mesa, xadrez, skate e vôlei – esta última ministrada por um atleta que já foi jovem aprendiz. Uma evidência do impacto transformador do esporte”, detalhou Pereira.

 Atualmente realizado em seis estados, o Olympism365 “Esportes, Educação e Meios de Vida” pretende chegar a 20 mil participantes em novas localidades, alcançando oito estados ainda este ano

 “Em dois anos, praticamente dobramos o número de jovens atendidos e ampliamos para estados populosos como Minas Gerais e São Paulo. Queremos agora crescer e mostrar a mais pessoas a importância do esporte também no contexto da aprendizagem e do desenvolvimento econômico”, enfatiza.

 Charlie ainda explica que a escolha das localidades para desenvolver o Olympism365 foi estratégica, alinhada às necessidades locais e à promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “O Pará, por exemplo, receberá atenção especial por ser sede da próxima Conferência do Clima (COP), enquanto o Rio Grande do Sul, afetado por recentes crises ambientais, contará com iniciativas solidárias do programa”, finaliza.

Os instrumentos russos para enfraquecer o Ocidente

Estamos diante de uma partida de xadrez no tabuleiro internacional e Moscou vem trabalhando com foco no longo prazo, com a preparação de jogadas e armadilhas com vistas a atingir seus propósitos. Tudo indica que vem logrando êxito, especialmente diante dos últimos acontecimentos. 

Desde que assumiu o poder, Putin tem um grande objetivo, que é a reconstrução do império russo por meio das fronteiras perdidas diante da desintegração da União Soviética em 1991. Em discurso em 2005, pontuou que o colapso da URSS foi “a maior catástrofe geopolítica do século” e que “para o nosso povo, isso se tornou um drama de verdade. Dezenas de milhões de nossos cidadãos se viram fora de nossa Federação”. Reconstruir este espaço se tornou sua obsessão. 

Duas décadas depois, a Europa se tornou dependente do gás russo e o país abriu a porta dos conselhos de suas empresas para políticos europeus. Passou a investir em uma máquina de propaganda e desinformação por meio de canais oficiais e não oficiais no exterior, envenenou opositores e encarcerou dissidentes do regime, além de manipular eleições no exterior, seja pelo apoio financeiro ou por meio de estratégias de seus canais de comunicação e informação. 

Isso significa que o Kremlin vem desenhando este caminho há tempos. Uma estratégia como esta é algo preparado de forma meticulosa no longo prazo e agora vem colhendo resultados reais. O enfraquecimento da Otan, a ascensão de governos populistas ao redor do mundo, assim como a consolidação de um eixo autocrático está dentro dos planos traçados por Moscou. Nada, até o presente momento, fugiu do script

A ação militar sobre a Ucrânia, com a sua invasão, é apenas mais um capítulo desta história. Agora, que tudo se encaminha para um acordo onde o leste do país ficará sob a tutela de Moscou (que já havia tomado a Criméia), será uma questão de tempo para que o Kremlin avance por todo o país. Um aperitivo do que pode vir depois, colocando em risco o Báltico e o Cáucaso antes de ampliar ainda mais seu espectro.

Em 1904, o geógrafo inglês Halford Mackinder desenvolveu a teoria do Heartland. Ele situou esta região na zona territorial que abrange os continentes europeu e asiático, que recebe a denominação de Eurásia. Pela profundidade do território e suas riquezas, aquela nação que controlasse esta faixa de terra e suas saídas marítimas estratégicas, dominaria o mundo. Poucos entendiam de geopolítica como Mackinder, entretanto, ao ler seus ensinamentos, é possível antever cada um dos passos dados por Vladimir Putin. 

Em face de seu objetivo, claro e bem traçado, vemos que os movimentos do Kremlin estão espalhados em várias frentes, são coordenados e pensados no longo prazo, inclusive incluindo suas alianças e criação de novos fóruns internacionais. Uma arquitetura de poder que vem corroendo as estruturas democráticas do mundo ocidental nos seus valores, lideranças, eleições e decisões, por meio da desinformação, financiamento e infiltração. Se o Ocidente não reagir, o xeque-mate será inevitável. 

Prefeito de Novo Gama, Carlinhos do Mangão, recebe medalha Venturis Ventis – Heróis da Pátria

Honraria concedida pela ABRASCI reconhece contribuições para o desenvolvimento da cidade

O prefeito de Novo Gama, Carlinhos do Mangão, foi agraciado nesta segunda-feira (26) com a medalha Venturis Ventis – Heróis da Pátria, concedida pela Associação Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI). A cerimônia ocorreu na Câmara Legislativa do Distrito Federal e reconheceu o trabalho do gestor em prol do desenvolvimento do município.

“Essa honraria é um reconhecimento merecido pelo trabalho incansável que realizamos para o desenvolvimento da nossa cidade”, declarou o prefeito, que agradeceu a indicação feita por Paulo César Moura Júnior.

A medalha Venturis Ventis – Heróis da Pátria é concedida a personalidades que se destacam por suas contribuições em diversas áreas, como cultura, ciência e serviço público. A condecoração reforça o compromisso do prefeito Carlinhos do Mangão com a população de Novo Gama e sua atuação à frente da administração municipal.

Ministério do Turismo coleta informações para mapear o Afroturismo no Brasil

Crédito: Ceci Vittar / MTur

Ministério do Turismo coleta informações para mapear o Afroturismo no BrasilAfroempreendedores de todo o país têm até o próximo dia 6 de março para informar sobre rotas, destinos, produtos, experiências e eventos ofertados nesse segmento 

A oferta turística de Afroturismo no Brasil será mapeada pelo Ministério do Turismo (MTur). Em uma iniciativa com a parceria da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), o mapa vai incluir rotas, destinos, produtos, experiências e eventos ofertados ou protagonizados por afroempreendedores de todo o país. O mapeamento será feito por meio de um formulário online que poderá ser preenchido até o próximo dia 6 de março para colher informações de profissionais que atuam no afroturismo em todas as regiões do Brasil, seja no cenário rural ou urbano.


As informações coletadas serão essenciais para a construção de um diagnóstico preciso, que servirá de base para futuras políticas públicas e ações estratégicas voltadas ao fortalecimento do afroturismo no país, no âmbito do “Programa Rotas Negras” do Governo Federal. A iniciativa reúne estratégias que têm sido implementadas nos âmbitos federal, estadual e municipal; bem como as parcerias com a sociedade civil e iniciativas privadas para fomentar esse segmento.


O mapeamento também servirá para ampliar a informação ao público sobre os espaços voltados para o Afroturismo dentro dos órgãos oficiais de turismo cadastrados no Mapa Nacional do Turismo. Por isso, é muito importante participar com o envio das informações até o dia 6 (acesse o formulário AQUI).


ENTENDA O AFROTURISMO – Trata-se de uma abordagem que valoriza as identidades e memórias sociais negras, promovendo a preservação do patrimônio cultural material e imaterial das populações locais. Essas iniciativas conectam visitantes a experiências culturais afrocentradas, impulsionando a economia criativa e fortalecendo o protagonismo negro no turismo.


PROGRAMA ROTAS NEGRAS – Entre as ações do Governo Federal voltadas à promoção da igualdade racial, destaca-se o Programa Rotas Negras, operado por representantes dos ministérios do Turismo, da Igualdade Racial e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, entre outros órgãos federais.

O Programa foi instituído pelo Decreto nº 12.277, de 29 de novembro de 2024, com a finalidade de impulsionar o afroturismo no País, promover o desenvolvimento sustentável das comunidades negras e valorizar a cultura afro-brasileira nos cenários nacional e internacional.

 

Por Cléo Soares

Assessoria de Imprensa do Ministério do Turismo