Unidade ajuda a suprir demanda antiga do Entorno do DF e conta com 61 leitos destinados à internação de pacientes adultos e sete leitos de UTI
O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), contabiliza a marca de 5 mil cirurgias realizadas no Hospital Estadual de Luziânia (HEL), no Entorno do Distrito Federal, desde a abertura do centro cirúrgico da unidade em 2023. O espaço foi dotado de condições para suprir uma importante lacuna em tratamentos cirúrgicos na região.
O HEL, unidade da SES-GO gerida pelo Instituto Patris desde 2022, é caracterizado como hospital geral de alta e média complexidade. Ao todo são 61 leitos gerais destinados à internação de pacientes adultos e sete leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os atendimentos são encaminhados de forma referenciada pelo Complexo Regulador Estadual, nas especialidades de cirurgia geral; gastroenterologia geral; ginecologia; ortopedia; proctologia geral; urologia e cirurgia vascular.
Para o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, os números mostram que a regionalização da saúde avança em Goiás. “Reforçamos nosso compromisso com a meta de regionalização da saúde, com o exemplo do município de Luziânia e região do Entorno do Distrito Federal, que era carente de serviços de saúde de qualidade”, destacou.
Na avaliação do diretor-geral do HEL, Francisco Amud, o desempenho mostra a importância da atuação integrada entre equipes assistenciais e administrativas da unidade. “A marca de 5 mil cirurgias é, sem dúvida, um reflexo da excelência do trabalho realizado no HEL e um incentivo para seguir avançando com ainda mais comprometimento e humanidade”, afirmou.
Para Matheus Henrique Vieira Moreno, 23 anos, paciente número 5 mil da cirurgia ortopédica, a experiência foi marcada por acolhimento e atenção. “Fui muito bem recebido. A equipe foi atenciosa, conversou comigo, me deixou mais calmo e seguro. Senti dor em alguns momentos, mas as enfermeiras me explicaram tudo certinho e cuidaram de mim com muito carinho”, relatou.
Fotos: SES/GO
Legenda: HEL comemora marca de 5 mil cirurgias em 2 anos beneficiando pacientes da região do entorno do DF
Advogado criminalista Eduardo Maurício aponta fragilidade jurídica e exposição do futebol ao crime organizado.
A Polícia Civil de São Paulo investiga um possível esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o Sport Club Corinthians Paulista, a casa de apostas ‘Vai de Bet’ e integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo relatório das autoridades, parte do valor do contrato de R$ 370 milhões firmado entre o clube e a empresa teria sido desviado para uma companhia de fachada, apontada como ligada à facção criminosa, com o objetivo de disfarçar a origem ilícita dos recursos.
As investigações começaram com o rastreamento de bens de um dos líderes do PCC e evoluíram para apurações mais amplas, envolvendo contratos milionários no mercado esportivo e possíveis fraudes contratuais. O caso acende um alerta sobre como setores legitimados — futebol e apostas esportivas — podem ser instrumentalizados para operações financeiras irregulares, com movimentações disfarçadas por contratos formais. As autoridades seguem mapeando transações suspeitas com base em dados fiscais e bancários, com o apoio do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e outros órgãos reguladores.
O caso veio à tona enquanto a CPI das Bets segue em andamento no Senado Federal, investigando denúncias de irregularidades envolvendo casas de apostas, manipulação de resultados e até contratos publicitários com influenciadores digitais. A CPI, no entanto, enfrenta um esvaziamento crescente: a 18ª sessão, que contou com o depoimento do influenciador Rico Melquiades, registrou o menor número de parlamentares membros presentes desde o início da comissão — apenas quatro membros compareceram.
O ritmo lento e a falta de quorum levantam questionamentos sobre a eficácia da comissão e sua capacidade de produzir resultados concretos. Para o advogado criminalista, mestre em Direito pela Universidade de Coimbra e doutorando pela Universidade de Salamanca, Eduardo Maurício, apesar de seguir os trâmites legais, a CPI tem enfrentado dificuldades em avançar no combate efetivo ao jogo ilegal, reforçando a necessidade de medidas mais duras, sobretudo no bloqueio de fluxos financeiros que sustentam essas operações.
Eduardo também reforça que, apesar da gravidade do caso, as garantias constitucionais seguem fundamentais no curso das investigações. “Obviamente o suposto envolvimento do PCC, Corinthians e ‘Vai de Bet’ gera impactos jurídicos e legislativos, ainda mais no atual cenário de CPI das Bets. Porém, a presunção da inocência; devido processo legal; ampla defesa; contraditório; e a busca da verdade real dos fatos devem ser preservadas para todas as partes”, destaca o especialista.
O advogado complementa que, embora o caso traga grande repercussão, é improvável que influencie diretamente o comportamento dos apostadores. Para Eduardo, o episódio serve como alerta para o Estado reforçar o combate às casas de apostas ilegais e ampliar as exigências de integridade nas parcerias com o setor esportivo. “Não vislumbro possibilidade de isso influenciar nos apostadores e número de apostas esportivas no Brasil, e sim isso chama atenção para a necessidade de aumento de políticas de combate e prevenção às Bets ilegais, e sobretudo o alargamento do compliance a ser instituído nas Bets”, finaliza.
Ainda assim, o caso expõe a urgência de atualização das normas que regulam o setor de apostas no Brasil e das ferramentas legais para prevenir esse tipo de crime. A conexão entre contratos de patrocínio e possíveis esquemas de lavagem acende um sinal vermelho para clubes, investidores e o próprio poder público, atentando à necessidade de reforçar os critérios de análise e fiscalização sobre acordos milionários com empresas do setor. Em caso de dúvidas, entrevistas ou contato com o especialista, ligue para (11) 99222-3627 (Dr. Eduardo Maurício | Advogado Criminalista, mestre em direito pela universidade de Coimbra e doutorando em direito pela universidade de Salamanca).
Flexibilidade e liquidez na oferta de gás, projetos de estocagem de gás, Bolsa de Gás Natural e papel do gás na transição energética nortearam os painéis do Seminário de Gás Natural, do IBP, na tarde de quinta-feira (15), no Rio de Janeiro.
“Dá pra fazer muito mais com as opções que já estão sobre a mesa.” O recado foi dado pelo CEO da Origem Energia, Luiz Felipe Coutinho, no CEO Talks do Seminário de Gás Natural, do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), na tarde desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro, em diálogo conduzido pela gerente geral de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Karine Fragoso. O evento contou com a presença de 882 participantes e representantes de 7 países. “Foram dois dias de jornada de muito conhecimento”, destacou o presidente do IBP, Roberto Ardenghy. Além do aumento do público, o Seminário registrou 40% de mulheres participantes.
“O Brasil tem pouco gás comparativamente à Rússia e aos EUA, mas precisa aproveitar de maneira otimizada o pouco gás que tem. Isso não está acontecendo hoje. A estocagem está aí para mostrar isso e ela é fundamental para endereçar a questão do balanceamento”, exemplificou o Luiz Felipe Coutinho, destacando o projeto de estocagem de gás natural da Origem Energia com a TAG em Alagoas, com investimento de R$ 1 bilhão e capacidade total de 1,5 bilhão de metros cúbicos de armazenagem nos campos depletados do Polo de Alagoas. Segundo ele, o gás natural vem se tornando uma commodity líquida em um cenário de mudança na demanda de energia.
A vice-presidente de Marketing e Supply da Equinor Brasil, Cláudia Brun, também percebe um entendimento diferente hoje diante das mudanças geopolíticas globais. “O crescimento da demanda de energia hoje é incerto, considerando o incremento esperado do consumo da Inteligência Artificial. É difícil prever como será atendida essa demanda, mas as energias renováveis são intermitentes e as térmicas estão aí para dar segurança ao sistema, permitindo ter mais energia renovável”, comentou Cláudia, no CEO Talks em diálogo com a diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura (FGV CERI), Joisa Dutra.
A executiva citou o recente apagão de energia na península Ibérica como exemplo desta mudança de entendimento sobre o papel das térmicas a gás. Na visão dela, há muito espaço para o gás natural no processo de transição energética, “vamos precisar usar todas as ferramentas disponíveis para atingir as metas de descarbonização”.
Bolsa de gás natural: agilidade e segurança
No painel “Flexibilidade e liquidez: Caminhos para o amadurecimento do mercado de gás brasileiro” foi apresentada a recém-criada empresa Bolsa Brasileira de Gás Natural (BBGN), que ambiciona criar uma plataforma eletrônica para a realização de transações de contratos bilaterais e spot, essencial para dar mais liquidez e reduzir os custos de transação no mercado de gás.
“A plataforma vai facilitar a conexão da oferta com a demanda, oferecendo mais transparência e flexibilidade para fechar negócios. É um passo extremamente estratégico dentro do desenho regulatório para trazer mais liquidez, mais agentes, e fomentar a concorrência e o amadurecimento ao setor”, disse Antonio Guimarães, sócio fundador da Bolsa.
Flávia Barros, diretora comercial da Origem Energia, ressaltou a evolução recente do mercado com a entrada de novos agentes, mas pontuou que falta muito para a entrada de consumidores livres de forma massiva. “Há algumas barreiras de entrada que precisamos destravar, como o custo transacional do transporte e a falta de um mix de produtos para atender todas as necessidades. Precisamos percorrer ainda esse caminho”.
Luisa Franca, diretora de Desenvolvimentos de Negócios na TAG, destacou o papel que o segmento de transporte vem desempenhando no desenvolvimento do mercado e defendeu a simplificação dos contratos como forma de acelerar esse processo. “Estamos trabalhando para que os contratos sejam padronizados, mais simples, de modo a atrair mais a demanda e criar um mercado com mais flexibilidade”.
Já o diretor de gás natural da Galp, Thiago Arakaki, reforçou que o mercado está em evolução, o que fica claro a partir do aumento do número de contratos, agentes e novos negócios. O executivo citou como exemplo a trajetória da própria Galp: “Começamos com um grande contrato com a Bahiagás, (…) depois evoluímos para outros com consumidores livres”.
Por fim, Thiago Arakaki lançou um olhar positivo sobre o futuro do setor, mas destacou a necessidade de desenvolvimento do mercado brasileiro, citando como exemplo o mercado europeu que se encontra em um grau de maturidade mais elevado.
Rumo a COP 30
No painel que discutiu o gás natural como foundation fuel da transição energética justa equilibrada e segura, foi mostrado que, atualmente, a matriz energética mundial ainda depende muito dos combustíveis fósseis, sendo o petróleo responsável por aproximadamente 31% da matriz energética e o gás natural por 24%. Neste contexto, Carlos Garibaldi, secretário executivo da Arpel – organização que reúne empresas de óleo, gás e renováveis da América Latina e do Caribe –, disse que o gás natural precisa ser visto como uma ponte no processo de transição energética. Além disso, ele reforçou que, nas COPs anteriores, foi discutida a importância do desenvolvimento de fontes de energia de baixa emissão e que o gás natural se enquadra nesse quesito, sendo fundamental para garantir a segurança energética nos cinco continentes.
Christopher Gonçalves, managing director da BRG’s Energy & Climate, destacou o Brasil como o centro da demanda de gás natural liquefeito (GNL) na América Latina até a próxima década. “A vantagem do GNL está na flexibilidade em relação a outras opções de abastecimento para geração do mix de energia”, comparou.
Já o presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, Luiz Eduardo Barata, entende que o MME deve iniciar logo a reforma do setor elétrico, com a participação dos consumidores e todos os demais atores do setor. “Esperamos que o MME faça uma ampla reformulação, abrangendo os aspectos operacionais, comerciais e de planejamento do setor. Se nada for feito, temos risco de passar por um colapso nos próximos anos”, afirmou. Luiz Barata ainda reforçou que uma das preocupações da Frente Nacional é reduzir o preço da energia e fornecer segurança e sustentabilidade para o setor elétrico e que eles consideram o gás natural como um energético importante nesse processo, mas que precisa ser considerado como uma fonte complementar a outras.
Para Viviana Coelho, gerente-executiva de mudança climática e descarbonização da Petrobras, embora a intensidade de carbono do setor energético esteja em trajetória de queda, o aumento do consumo vai anulando esses ganhos. “Nos últimos cinco anos, a intensidade de carbono da matriz mundial caiu 13% a 15%. Mas as emissões totais de gases de efeito estufa na caíram porque o consumo primário de energia aumentou”, explicou ela. A gerente-executiva reforçou a relevância do gás natural na redução de emissões e destacou que o mundo precisa investir também em eficiência energética.
O Seminário de Gás Natural 2025 é patrocinado pela Petrobras, Equinor, Galp, Origem, Shell Energy, NTS, PanAmerican Energy, Prio, Repsol Sinopec Brasil, TAG, TBG, TotalEnergies, Eneva, Naturgy, Edge, Faveret Tepedino Londres Fraga, Machado Meyer e New Fortress Energy, além da participação do Governo Federal. Os parceiros de mídia são eixos, Petro&Química e Tn Petróleo. Ele ainda conta com o apoio institucional da Abegás, ABESPetro, ABRACE, ABRACEEL, ABRAGET, ANP, Arpel, ASPACER, ATGÁS, COGEN, Firjan e Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC).
Reanálise do processo reverte decisão técnica e fortalece continuidade da atual gestão no banco
Paulo Henrique Costa seguirá na presidência do Banco de Brasília (BRB) até 2026, após o Banco Central (BC) reconsiderar a decisão que havia indeferido seu pedido de posse e exercício no comando da instituição. O comunicado oficial foi feito nesta quarta-feira (14) à diretoria jurídica do BRB.
A nova avaliação partiu do Departamento de Organização do Sistema Financeiro (Deorf), que reviu sua própria decisão, tomada em janeiro deste ano. Na ocasião, a gerência-técnica do Deorf havia barrado a permanência de Costa, apesar da recondução aprovada pela diretoria do BRB em outubro de 2024.
A reconsideração foi formalizada em ofício assinado por Jayme Wanderley da Fonte Neto e Fernando Antonio de Paiva Regis, confirmando que o pedido apresentado pelo BRB foi aceito. Com isso, Paulo Henrique Costa fica autorizado a seguir na presidência da diretoria colegiada.
A permanência do executivo representa um sinal de estabilidade para a instituição, que nos últimos anos tem apostado em estratégias de digitalização e fortalecimento da sua atuação regional sob sua liderança. Costa tem sido uma das figuras mais atuantes do setor bancário público no Centro-Oeste.
No cargo desde 2019, Paulo Henrique Costa acumula mais de seis anos à frente do BRB, sendo nome de confiança do governador Ibaneis Rocha (MDB). Com a decisão favorável do Banco Central, sua gestão ganha fôlego para dar continuidade às políticas já em curso e a novos projetos.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoverá, de 27 a 29 de maio, a 6a Semana Legislativa pela Mulher (6a SLPM). O evento visa promover a valorização social e profissional das mulheres, a equidade de gênero e a conquista de direitos. A programação inclui palestras e conferências que abordarão temas cruciais para a autonomia feminina e o equilíbrio entre homens e mulheres. Além disso, estão previstas atividades especiais e o oferecimento de serviços. O evento é gratuito e aberto ao público.
A abertura solene da 6a SLPM ocorrerá no dia 27, às 9h30, no Auditório da CLDF. A data é considerada o “Dia D da Luta por Equidade e Direitos para as Mulheres”, por ocasião da Sessão Plenária Especial. A reunião da CLDF será dedicada à discussão e votação de projetos de lei pendentes, e que beneficiam e promovem a busca das mulheres por direitos e reconhecimento.
“Assumimos o compromisso, com a semana, de entregar às mulheres avanços legislativos concretos. Por isso, programamos um esforço concentrado no dia 27 para avançar os projetos de lei que repercutem no dia a dia das mulheres do Distrito Federal”, explica o presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz (MDB).
A procuradora Especial da Mulher da CLDF, deputada Paula Belmonte (Cidadania), fez um convite à população, e em especial às mulheres, para que participem da sessão e das atividades da 6a SLPM. A deputada ressaltou a importância da participação feminina no desenvolvimento de novas leis, políticas públicas e ações legislativas necessárias para implementar melhorias reais à vida no DF. “O 27 de maio será um dia muito importante para todas nós mulheres aqui em Brasília. Será o nosso ‘Dia D’! O dia das coisas acontecerem, de reunirmos propostas para fazer avançar as políticas públicas, a legislação e a participação da mulher na política”, afirmou a deputada.
Ao longo da programação, estão previstas palestras de especialistas como a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Edilene Lôbo; a servidora da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) Michelle Gomes Heringer Caldeira; e a diretora da Dom Casero, Tatiane Freitas. As parlamentares Dayse Amarilio (PSB), Doutora Jane (MDB), Jaqueline Silva (MDB) e Paula Belmonte farão uma conferência de ideias com a professora Giovanna Perlin, antes da Sessão Plenária Especial. Elas discutirão os desafios e estratégias do Legislativo para a promoção da autonomia feminina e de direitos para a equidade.
Outra atividade de destaque é a mesa de conversa especial: “Mulheres que Inspiram”, em que participantes como Ilda Peliz, Lydia Garcia, Maria de Lourdes Abadia, Marlla Angélica Costa e Katia Ferreira compartilharão suas incríveis histórias de vida e experiências em diferentes áreas.
O evento também contará com atividades especiais, como o projeto “Câmara Vai à Comunidade”, realizado pela Escola do Legislativo do DF – Elegis, que visa identificar problemas relacionados à pauta feminina na comunidade do bairro Porto Rico, Gama/Santa Maria, e propor soluções legislativas. Também está programada a homenagem a 72 mulheres, com moções, destacando suas contribuições e vivências em todas as regiões administrativas do DF.
Serviço
6a Semana Legislativa pela Mulher Data: 27 a 29 de maio de 2025 Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal Inscrições: Gratuitas abertas ao público no portal da CLDF
Iniciativa oferece 800 vagas no total e começa por Santa Maria, com aulas presenciais e online nas áreas de tecnologia e empreendedorismo. Inscrições abrem no dia 16 de maio
Mulheres do Distrito Federal terão a chance de transformar suas vidas por meio do conhecimento digital. O Projeto Mulher Digital está com 800 vagas gratuitas abertas para cursos de Informática, Vendas Online, Marketing Digital e Gestão de Redes Sociais, com foco na autonomia financeira e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.
Serão 30 vagas presenciais em cada cidade — Santa Maria, Ceilândia, Taguatinga e Estrutural — e centenas de vagas online, ampliando o alcance da formação para diferentes regiões do DF.
A cidade de Santa Maria será a primeira a receber as aulas presenciais, com início no dia 26 de maio. As inscrições começam em 16 de maio, e podem ser feitas pelo telefone (61) 99176-0875. As aulas acontecerão no Centro Empresarial de Santa Maria.
Confira o cronograma das aulas presenciais em Santa Maria, com cursos nos turnos da manhã, tarde e noite:
📅 Cronograma – Santa Maria disponível no site projetomulherdigital.com.br/
Além da formação técnica, as participantes terão apoio na criação de manuais de identidade visual e no fortalecimento das redes sociais de seus negócios, ferramentas essenciais para quem deseja crescer no mercado digital e ampliar sua presença online.
Com duração de seis meses e certificação gratuita, o Projeto Mulher Digital é mais do que um curso: é uma ação concreta de inclusão, empoderamento e geração de renda para mulheres que querem empreender e conquistar seu espaço com autonomia e dignidade.
📞 Inscrições e mais informações: 📅 A partir de 16 de maio 📱 (61) 99176-0875 📲 Instagram: @mulherdigitaldf
Serviço: Mulher Digital Local: Centro Empresarial de Santa Maria – CL 116, Lote K Data: 26 de maio a 20 de junho Realização: Instituto Sociocultural HDUn. Humanidade Diversidade e Unida Fomento: SECTI – DF Secretaria de Ciencias e Tecnologia do DF
Secretaria recebe Comitê de Compliance da Controladoria-Geral do Estado para reforçar práticas de governança e integridade pública. Encontro destaca conquistas e novos projetos para estender a transparência aos municípios do Entorno
Nesta sexta-feira (16/5), a Secretaria de Estado do Entorno do DF (SEDF-GO) recebeu a equipe do Comitê de Compliance Público (PCP) da Controladoria-Geral do Estado (CGE). O encontro reuniu servidores da pasta e representantes da CGE com o objetivo de fortalecer a cultura de integridade, transparência e responsabilidade pública.
Recepcionados pelo titular da SEDF-GO, Pábio Mossoró, os integrantes do Comitê apresentaram as ações dos quatro pilares do Programa de Compliance Público: Governança do PCP, Goiás + Transparente, Ética e Responsabilidade e Ouvidoria Pública. Na ocasião, Mossoró destacou a conquista do Prêmio Diamante de Transparência por dois anos consecutivos, um reconhecimento pela excelência em boas práticas de acesso à informação, transparência e publicização.
“Vamos levar diamante em tudo, esse é nosso compromisso. E já adianto que queremos estender aos municípios essa expertise do Governo de Goiás, o Estado mais transparente do Brasil. Vamos realizar um workshop para auxiliar as prefeituras do Entorno a alcançarem os níveis de transparência e compliance público”, afirmou o secretário.
A Gerente de Auditoria do PCP da CGE, Lucimar Prado e Silva, elogiou o engajamento da Secretaria: “Aqui o envolvimento é real, o secretário entende a importância de um programa de compliance. Realmente, a Secretaria do Entorno está com tudo para levar todos os prêmios este ano.”
Durante a visita, o Auditor-Chefe Interno da CGE, Ellysson Fernandes Rosa, apresentou casos de sucesso no eixo de gestão de riscos em diversos órgãos do Estado, que resultaram em uma economia significativa para os cofres públicos. Representando a Ouvidoria, Haleária Alves de Alencar ressaltou a importância da ouvidoria como meio de comunicação direta entre a sociedade e o Estado. Ela também destacou que, neste ano, a Secretaria do Entorno concorre oficialmente ao Prêmio de Ouvidoria, após participar anteriormente como trainee.
O encontro contou ainda com a presença do Gerente de Transparência Institucional, Júnior José Costa, que reforçou o compromisso da Secretaria de Estado do Entorno com a boa governança e a transparência nas ações públicas. Júnior foi orientador, pela CGE, nos prêmios diamantes na categoria Transparência. Ao lado do secretário Pábio Mossoró, o coordenador do Escritório de Compliance da SEDF-GO, José Alexandre Bernardes, mostrou as dependências da sede da Pasta e o funcionamento da instituição que faz a relação institucional do Governo de Goiás com os municípios da Região Metropolitana do Entorno.
Evento fortalece a agricultura familiar, a economia local e promove integração regional
A Secretaria do Entorno do Distrito Federal (SEDF-GO) apoia a realização da Festa da Pamonha 2025, que acontece entre os dias 16 e 18 de maio, em Cocalzinho de Goiás. Promovido pela Prefeitura Municipal, o evento reúne ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, valorização da cultura local e estímulo à economia regional.
Segundo o secretário do Entorno, Pábio Mossoró, o apoio institucional reforça o compromisso com o desenvolvimento das comunidades da região:
“Apoiar a Festa da Pamonha é uma forma de valorizar a produção local, incentivar o turismo regional e promover integração entre os municípios do Entorno. A Secretaria tem como missão contribuir com eventos que geram impacto econômico e social nas comunidades.”
Em sua 12ª edição, a festa reúne agricultores de assentamentos, produtores tradicionais e representantes de associações da região, que aproveitam o espaço para expor e comercializar alimentos e produtos artesanais ligados à agricultura familiar. Um dos destaques do município é a produção de mel, coordenada por uma associação local que já fornece para programas institucionais como o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos).
De acordo com o secretário de Agricultura de Cocalzinho, Robson Castro, o evento é um momento estratégico para dar visibilidade ao setor:
“A festa é uma oportunidade para valorizar o trabalho dos agricultores familiares e fortalecer a economia rural do município.”
A programação contempla ainda atrações culturais, apresentações musicais, festival de pamonhas, cavalgada, feira de produtos e gastronomia regional, além de espaços para articulação entre os produtores e o poder público.
A entrada para o evento é gratuita.
Programação oficial:
Dia 16 (sexta-feira): • 20h: Abertura oficial • 21h: Exposição de produtos da agricultura familiar e comidas típicas • 22h: Apresentações musicais e concurso de forró • 02h: Encerramento
Dia 17 (sábado): • 08h: Credenciamento • 09h: Feira de produtos da agricultura familiar e comidas típicas • 10h: Festival de pamonhas – Grupo Geração de Ouro • 11h: Palestra – Secretaria de Meio Ambiente e EMATER • 12h: Almoço • 14h: Apresentações culturais • 18h: Missa • 19h: Show – Bob Nickson • 22h: Show – Bob Junior e banda • 04h: Encerramento
Dia 18 (domingo): • 08h: Abertura • 09h: Torneio de futebol • 11h: Cavalgada da Pamonha • 16h: Encerramento oficial
Secretaria do Entorno do Distrito Federal | Governo de Goiás
Celebração histórica reúne comunidade escolar, forças de segurança e população em evento que lotou as ruas da cidade
O município de Santo Antônio do Descoberto viveu, na manhã desta quarta-feira, 14 de maio, um dos momentos mais marcantes de sua história recente. O tradicional desfile cívico, que abriu oficialmente as comemorações dos 43 anos de emancipação política da cidade, reuniu mais de 1.500 estudantes e foi o maior já realizado no município, segundo a organização.
Alunos das redes municipal, estadual e de educação especial tomaram as ruas com apresentações que exaltaram valores como civismo, história e identidade cultural. Famílias, professores e servidores participaram com entusiasmo e orgulho, reforçando o espírito de comunidade.
O desfile contou ainda com a participação da Banda do Exército Brasileiro, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da fanfarra da Cidade Eclética. Também estiveram presentes os desbravadores, bombeiros mirins, Guarda Civil Municipal, Polícia Rodoviária Federal e agentes da CMTT, entre outras instituições.
A organização do evento envolveu um esforço conjunto de secretarias municipais, escolas e servidores públicos. “Foi um trabalho intenso de muitas mãos para entregar à população um momento à altura da história de nossa cidade”, afirmaram os organizadores.
As comemorações continuam ao longo da semana, com shows, festivais e atividades culturais programadas para celebrar as conquistas e tradições de Santo Antônio do Descoberto.
Nesta terça-feira (13/5), a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) participou do seminário “A instalação da Usina Termelétrica de Brasília e seus impactos socioambientais”, promovido pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.
Representando a Agência, a superintendente substituta de Recursos Hídricos, Juliana Pinheiro, apresentou as competências institucionais da Adasa e prestou esclarecimentos técnicos sobre as duas outorgas prévias emitidas relacionadas ao empreendimento em debate.
Juliana enfatizou o rigor técnico adotado na análise dos pedidos de outorga. “Toda outorga protocolada na Adasa passa por uma avaliação técnica criteriosa, conforme os procedimentos estabelecidos pela legislação vigente”, explicou.
De acordo com a superintendente, a demanda apresentada pelo requerente está dentro dos limites permitidos, pois não ultrapassa a vazão de referência definida para a unidade hidrográfica. Ela também explicou que os efluentes previstos para serem lançados apresentarão concentração de DBO (demanda bioquímica de oxigênio) equivalente ao estabelecido para corpos hídricos enquadrados na classe 3, o rio Melchior, atualmente é enquadrado na classe 4.
As análises realizadas pela equipe técnica da Adasa confirmaram a disponibilidade hídrica do rio para suportar tanto a captação superficial solicitada quanto a emissão dos efluentes tratados.
A Adasa reitera seu compromisso com a proteção dos recursos hídricos do Distrito Federal e garante que acompanhará sistematicamente o cumprimento das condicionantes estabelecidas.
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