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Ginásios do Pedregal e Boa Vista II seguem com uso liberado à comunidade

Da Redação

Espaços esportivos podem ser reservados via ofício na secretaria

Ginásios do Pedregal e Boa Vista II estão abertos no Novo Gama. Agende seu horário na Secretaria de Esportes e aproveite os espaços.

A Prefeitura de Novo Gama anunciou que os ginásios de esportes dos bairros Pedregal e Boa Vista II seguem em pleno funcionamento e estão abertos à população para diversas atividades físicas e esportivas.

Moradores interessados em utilizar os espaços — seja para treinos, partidas recreativas ou realização de torneios — devem apresentar um ofício na Secretaria Municipal de Esportes solicitando a reserva do local. A medida visa garantir a organização dos horários e o uso democrático das quadras.

A gestão municipal reforça a importância da prática esportiva como ferramenta de promoção da saúde, bem-estar e integração comunitária.

A Prefeitura convida todos a aproveitarem as estruturas esportivas disponíveis e movimentarem o corpo em atividades que também fortalecem os laços sociais do município.

Anac lança manual inédito de enfrentamento ao tráfico de pessoas na aviação

O manual tem como objetivo reforçar o papel do setor aéreo na identificação e prevenção do tráfico de pessoas. - Foto: Divulgação

Publicação orienta profissionais que atuam em aeroportos a identificar e prevenir a prática criminosa

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) lançou, nessa quarta-feira (30), o Manual de Prevenção e Combate ao Tráfico de Pessoas na Aviação, voltado a operadores aeroportuários e companhias aéreas. A publicação apresenta protocolos práticos para identificar situações de exploração humana em aeroportos e orientar o encaminhamento adequado e seguro de possíveis vítimas. A apresentação do manual ocorreu durante o evento Campanha Coração Azul, no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

A publicação foi desenvolvida por um grupo de trabalho internacional coordenado pelo Brasil, e contou com a participação de autoridades de aviação civil de oito países das Américas (Belize, Bolívia, Estados Unidos, Panamá, Paraguai, Uruguai e Venezuela), além de entidades como a Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) e a Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude (Asbrad).

Fruto de uma articulação internacional, o manual tem como objetivo reforçar o papel do setor aéreo na identificação e prevenção do tráfico de pessoas. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou a importância da ação conjunta. “A aviação civil pode e deve ser uma aliada na proteção da vida e da dignidade humana. Com esse manual, damos um passo importante para capacitar os profissionais do setor e ampliar a atuação preventiva nos aeroportos brasileiros”, afirmou o ministro.

Durante a cerimônia de lançamento, a diretora de Planejamento e Fomento da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), Júlia Lopes, representou o MPor e ressaltou a relevância da iniciativa. “Nossos aeroportos serão canais importantes para a disseminação das mensagens de enfrentamento ao tráfico de pessoas. O Governo Federal acompanhará de perto a implementação das ações pelos operadores e pelas companhias aéreas, com foco na prevenção dessa forma tão cruel de exploração”, afirmou.

A iniciativa é coordenada pela Anac em colaboração com o Grupo Regional sobre Segurança da Aviação e Facilitação da América do Norte, Caribe e América do Sul (NAM/CAR e SAM), a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e a Comissão Latino-Americana de Aviação Civil (CLAC).

Acesse o material completo aqui

Estudo global: governos que usam IA no combate à fraude estão prontos para virar o jogo contra os criminosos?

Esquemas de fraude cada vez mais sofisticados, impulsionados pelo uso da IA, afetam orçamentos no setor público e a confiança nos governos. No entanto, com o aumento significativo previsto para os orçamentos dedicados à IA, as autoridades responsáveis pelo combate à fraude estão prontas para contra-atacar. Essas foram as principais descobertas do estudo global conduzido pela Coleman Parkes com o SAS, líder em dados e IA, no novo relatório Confiança e transparência: combate à fraude para maximizar a eficiência de programas públicos.

“Sem preocupações com regulamentações e leis, os criminosos que se valem da IA parecem estar em vantagem”, diz Shaun Barry, diretor global de soluções de Risco, Fraude e Compliance do SAS. “Contudo, a pesquisa sugere que estamos em um ponto de virada. Governos em todo o mundo se preparam para investir significativamente em IA e IA generativa, o que pode reduzir as perdas decorrentes de fraudes, desperdícios e abusos, além de reconstruir a confiança em programas governamentais essenciais”.

Praticamente todos os órgãos públicos sofrem com ataques fraudulentos viabilizados pela IA, que drenam recursos e minam a confiança dos cidadãos

Organizações do setor público em todo o mundo enfrentam uma crescente crise de fraudes, desperdícios e abusos (FWA) que drena bilhões das contas públicas e corrói a confiança da população. Dos 1.100 profissionais responsáveis pelo combate à fraude entrevistados, quase todos afirmaram ter sido vítimas de esquemas de fraude baseados em IA e 70% notaram um aumento desses ataques nos últimos cinco anos.

Os fraudadores utilizam plataformas baseadas em inteligência artificial para gerar identidades sintéticas, criar campanhas de phishing superpersonalizadas e desenvolver malwares para driblar a detecção. Essas ferramentas analisam enormes conjuntos de dados para imitar o comportamento humano, falsificar documentos e explorar vulnerabilidades em tempo real. Esses esquemas contribuíram para perdas financeiras expressivas e os entrevistados estimam que aproximadamente 16% dos orçamentos poderiam ser poupados com o combate, de forma geral, a fraudes, desperdícios e abusos (FWA).

Além do impacto financeiro, 96% dos participantes da pesquisa afirmaram que os casos de FWA afetaram negativamente a confiança dos cidadãos nos órgãos públicos e seus programas. Geralmente, os cidadãos são colateralmente prejudicados por esses esquemas fraudulentos, sendo as fraudes de identidade, fiscais e de benefícios sociais as mais frequentes, segundo os entrevistados.

Órgãos públicos enfrentam diversos obstáculos para fechar as lacunas do FWA

Apesar de 85% dos entrevistados colocarem o combate à fraude entre as cinco principais prioridades, de modo geral, as agências carecem de recursos para fazerem isso de forma eficiente. Além disso, apenas um a cada 10 dispõe das ferramentas e recursos necessários para lutar contra fraudes, desperdícios e abusos (FWA) e cerca de 1/3 enfrenta limitações relevantes de recursos. Os profissionais mencionaram falta de habilidades analíticas (48%), tecnologia (40%) e orçamento (24%) entre os fatores limitantes.

Essas lacunas prejudicam os esforços dos órgãos públicos para minimizar fraudes e erros internos e externos, garantir a segurança dos dados e melhorar a eficiência das investigações, listadas como prioridade por mais da metade dos entrevistados.

Rápida adoção de IA e IA generativa pode transformar o combate à FWA e impulsionar a eficiência dos profissionais

As taxas atuais de adoção da IA são relativamente baixas: cerca de metade dos entrevistados usa IA para lidar com fraudes, desperdícios e abusos (FWA) e um pouco mais de 25% usa IA generativa. Porém, a curva de adoção acelera rapidamente.

A pesquisa indica que o uso da análise de redes para detecção de fraude deve aumentar de 32% para 87%. Ainda mais animador é que 97% dos entrevistados esperam usar IA generativa nos próximos dois anos, incluindo avanços significativos no uso de dados sintéticos, modelos de linguagem de larga escala (LLMs) e gêmeos digitais.

Isso trará impactos positivos para as organizações do setor público. Entre os que já usam IA para combater fraudes, desperdícios e abusos (FWA), cerca 40% apontam como benefícios a melhor priorização de alertas de fraude e a identificação mais rápida de FWA – e em maior volume. No entanto, o principal benefício citado (57%) é o aumento da eficiência da força de trabalho. As respostas se alinham às descobertas de um outro levamento global focado em produtividade governamental e AI, em que a maioria dos entrevistados acredita que a IA terá um impacto importante/essencial na melhoria da produtividade nas suas organizações nos próximos três anos.

Reforçar a confiança dos cidadãos também exige o uso responsável da IA. As agências entendem que a supervisão humana é fundamental para garantir a integridade dos programas e proteger os cidadãos de prejuízos indiretos. Privacidade e segurança (48%) e garantir o uso responsável da IA pela organização (43%) estão entre os três principais desafios que tiram o sono dos profissionais do setor público responsáveis pelo combate à fraude.

O novo relatório antifraude também inclui algumas dicas do SAS – consistentemente reconhecido por analistas de mercado como líder em softwares de combate à fraude – e exemplos reais de uso das soluções de detecção de fraude e investigação impulsionadas por IA.

Leia o relatório completo aqui: Link

Sobre o estudo

A Coleman Parkes conduziu o levantamento global entre novembro de 2024 a janeiro de 2025 e conversou com 1.100 funcionários públicos seniores e de médio escalão responsáveis pelo monitoramento de FWA em suas organizações.

Os respondentes da pesquisa atuam em diversas agências e departamentos do setor público, incluindo infraestrutura, transporte e serviços públicos; agências de concessão de benefícios sociais; serviços públicos gerais; investigação e fiscalização; agências de receita, impostos e alfândega; serviços sociais; inteligência de segurança; justiça e segurança pública; e segurança nacional.

A Coleman Parkes é uma agência de pesquisa de mercado B2B especializada em estudos de TI/tecnologia, focada em tomadores de decisão sênior em PMEs e grandes organizações de diversos setores em todo o mundo.

Recircula Brasil: um ano transformando resíduos em valor e competitividade

Programa consolida rastreabilidade, amplia cadeia para reciclados e prepara o país para novos mercados

Em um momento em que a rastreabilidade e a sustentabilidade se tornam exigências estratégicas para a indústria, o Recircula Brasil completa um ano como referência nacional e internacional em economia circular. Nesse período, mais de 40 mil toneladas de plástico reciclado foram certificadas, integrando tecnologia, transparência e segurança jurídica para transformar resíduos em insumos valorizados.
 

Para Ricardo Cappelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o programa simboliza um novo momento para a indústria brasileira. “O mundo inteiro está mudando, cobrando mais responsabilidade ambiental das empresas e o Recircula Brasil nasceu justamente para dar uma resposta concreta a esse novo cenário. Agora, com a chegada de setores como o alumínio, o programa mostra sua força como uma ferramenta que estimula a economia circular e ajuda o Brasil a ganhar ainda mais espaço e relevância no mercado global”, afirma.
 

Fruto de uma parceria entre a ABDI e a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), operado pela Central de Custódia, mostra que é possível conciliar desenvolvimento econômico, inclusão social e compliance ambiental. “O Recircula Brasil comprova que é possível aliar inovação, responsabilidade ambiental e desenvolvimento industrial. Ao oferecer rastreabilidade completa e segurança jurídica, o programa fortalece a competitividade da indústria nacional e abre portas para o Brasil em mercados cada vez mais exigentes”, destaca Paulo Teixeira, presidente-executivo da ABIPLAST.


Os números falam por si:

• 389 fornecedores rastreados em 10 estados, com forte presença nos polos industriais do Sul e Sudeste;

• 795 clientes mapeados em 20 estados, evidenciando capilaridade e confiança no material certificado;

• 50,2% da massa rastreada vem do comércio atacadista, seguida pelo comércio varejista (15,9%), indústria de transformação (11,4%) e cooperativas (4,3%), revelando potencial para inclusão ainda maior dos catadores;

• Os transformadores de material plástico lideram o consumo de reciclados certificados (31,0%), seguido pelo setor industrial (28,0%) e construção civil (12,9%), mostrando que a rastreabilidade conquistou setores diversificados.
 

Na prática, o Recircula Brasil garante que cada quilo de plástico reciclado tenha origem e destino rastreados, por meio do cruzamento de dados fiscais e operacionais. Ao certificar a cadeia de reciclagem, a ferramenta torna-se essencial para a efetivação da logística reversa. O modelo confere segurança às transações, atende às exigências legais e agrega valor ao resíduo, transformando-o em um ativo estratégico para a indústria. Com isso, estimula a economia circular e fortalece práticas sustentáveis no setor produtivo.
 

“O Recircula Brasil é uma resposta concreta às demandas atuais por rastreabilidade e sustentabilidade. Ao unir tecnologia, segurança jurídica e integração setorial, conseguimos transformar resíduos em ativos estratégicos para a indústria nacional. Em apenas um ano, o programa já mostra seu potencial para reposicionar o Brasil como referência em economia circular”, afirma Fernando Bernardes, CEO da Central de Custódia.
 

“Além de rastrear a cadeia de reciclagem, o Recircula Brasil dá visibilidade ao esforço de empresas que investem em sustentabilidade e responsabilidade compartilhada. O programa é um avanço concreto para a construção de uma economia circular sólida no Brasil”, reforça Paulo Teixeira.
 

Selos que comunicam sustentabilidade e competitividade

Em maio deste ano, o Recircula Brasil entrou em uma nova etapa. Foram lançados dois selos inovadores: o Selo de Conteúdo Reciclado, voltado para marcas e indústrias que utilizam plástico reciclado em seus produtos, e o Selo de Rastreabilidade, direcionado a empresas recicladoras e transformadoras de plástico que querem oferecer a rastreabilidade de seus produtos aos seus clientes.
 

O Selo de Conteúdo Reciclado informa a porcentagem de plástico reciclado presente nos produtos. Já o Selo de Rastreabilidade garante ao mercado que as empresas participantes rastreiam, por meio da Plataforma Recircula Brasil, a origem dos materiais plásticos – como resíduos ou resina com conteúdo reciclado – e o destino desses materiais.
 

Os dois selos são validados por auditorias independentes e possuem as operações lastreadas pela plataforma, o que garante a rastreabilidade da cadeia produtiva e a veracidade das informações divulgadas, inibindo práticas de greenwashing.
 

Projeção para novos setores e políticas públicas

Além de apoiar a formalização e inclusão de cooperativas de catadores, o Recircula Brasil avança para novas cadeias produtivas, como vidro, têxtil e alumínio — este último já em fase de testes para integrar a plataforma.
 

O programa também se conecta às discussões de políticas públicas, como o decreto em estudo pelo Governo Federal que deve estabelecer metas obrigatórias de reciclagem e de conteúdo reciclado. A proposta mais recente em debate prevê a obrigatoriedade de aproximadamente 30% de reciclagem e cerca de 24% de conteúdo reciclado em embalagens plásticas, e o Recircula Brasil está preparado para ser a ferramenta oficial de comprovação dessas metas. O modelo já foi adotado no setor de vidro com o Decreto nº 11.300/2022 e, agora, deverá ser replicado em outras cadeias produtivas.
 

De solução tecnológica a referência internacional

Mais do que uma plataforma, o Recircula Brasil tornou-se referência global em soluções digitais para sustentabilidade. Sua base tecnológica atende aos padrões de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV) para iniciativas de descarbonização e para o cumprimento das metas climáticas do Brasil no Acordo de Paris.

Ao completar um ano, o programa prova que a economia circular pode ser competitiva, inclusiva e inovadora, gerando benefícios para empresas, consumidores e para o planeta.
 

Sobre a ABDI

A ABDI formula e executa ações que contribuem para o desenvolvimento do setor produtivo nacional. Sua missão é promover a transformação digital dos negócios, por meio do estímulo à adoção e à difusão de tecnologias, a novos modelos de negócios e à política de neoindustrialização, com atenção especial à economia sustentável e à indústria verde. A agência atua na interface entre governo e empresas para qualificar políticas públicas e ações estratégicas voltadas ao aumento da competitividade e da produtividade da economia brasileira frente aos desafios da era digital.
 
 

Sobre a ABIPLAST

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. Há anos, a implementação da economia circular na cadeia produtiva está no topo das prioridades da ABIPLAST. A entidade, referência no tema, desenvolve juntamente com seus associados ações que preparem os setores para a atual realidade que se delineia, avançando em direção a resultados efetivos sempre com foco nas questões ambientais. A entidade representa um universo de mais de 14,1 mil empresas de transformação e reciclagem de plásticos, que, juntas, empregam 378,8 mil profissionais

Exposição Caelestis ocupa Vila Cultural Cora Coralina a partir de amanhã, sexta-feira (1/8)

Projeto do Senac une moda autoral, arte e saberes tradicionais em mostra gratuita aberta ao público

A partir desta sexta-feira, dia 1º de agosto, a Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia, recebe a exposição Caelestis, fruto do projeto Senac Fashion School, que reúne 12 esculturas gigantes e 12 roupas conceituais inspiradas nos signos do zodíaco. A mostra tem entrada gratuita e poderá ser visitada até o dia 7 de setembro, das 9h às 17h.

O projeto é resultado da parceria entre o Senac Goiás, o Governo de Goiás, a Secretaria Estadual da Cultura e a própria Vila Cultural Cora Coralina, e tem como objetivo democratizar o acesso à arte e valorizar a economia criativa local. Após passagens de destaque pelo Senac Alexânia, durante visita de embaixadores, e pela Casa Cor Goiás 2025, a Caelestis chega ao centro da capital goiana para dialogar com o público urbano.

“O Senac Fashion School representa o compromisso do nosso Sistema com a qualificação profissional e com a valorização da moda como expressão cultural e linguagem criativa”, destaca Marcelo Baiocchi Carneiro, presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Sob a mentoria do renomado designer Jum Nakao, os 19 alunos do curso de Criação de Coleção de Moda assinam as peças da coleção em colaboração com 45 artesãos do distrito de Olhos D’Água (Luziânia/GO). A proposta educativa e artística é baseada em princípios de sustentabilidade, respeito aos saberes tradicionais e inovação no fazer manual e criativo.

“A Caelestis é um tributo ao trabalho colaborativo. Ampliar essa experiência para o público na Vila Cultural é parte do nosso papel enquanto instituição transformadora”, reforça Leopoldo Veiga Jardim, diretor regional do Sesc Senac.
Além da exposição, o público poderá participar de uma programação especial ao longo de agosto, que inclui feira de artesanato, roda de conversa, talks sobre moda e sustentabilidade e oficinas de costura criativa, na Vila Cultural Cora Coralina e no Centro Cultural Octo Marques, no Edifício Parthenon Center, ambos locais no Setor Central.

Programação
• Exposição – 1/8 a 7/9, das 9h às 17h, na Vila Cultural Cora Coralina
• Feira de artesanato de Olhos D’Água – 2 e 3/8, das 9h às 17h, na Vila Cultural Cora Coralina
• Roda de conversa – Café Fashion – 5/8, às 19h, na Vila Cultural Cora Coralina
• Talk “Moda e arte em diálogo – Caminhos para a sustentabilidade” – 13/8, às 19h, na Vila Cultural Cora Coralina
• Oficinas de costura criativa – 27 e 28/8, das 9h às 17h, no Centro Cultural Octo Marques – Edifício Parthenon Center

Sobre o projeto Caelestis
A coleção é composta por 24 peças inspiradas nos signos do zodíaco – sendo uma escultura e uma roupa conceitual para cada signo. Os trajes foram desenvolvidos durante a 2ª edição do Senac Fashion School, projeto gratuito voltado à formação de novos talentos da moda em Goiás, com foco na criatividade e nas raízes culturais locais.

Participaram da criação os alunos: Ana Machado, Caru Mesquita, Celma Grace de Oliveira, Daniella Aguja, Deusivan Martins, Dora Lucena, Elisandra dos Santos Silva, Eliseu Vieira, Erina Bento Marinho, Evando Filho, Gleidy Marques, Igor Vitor, Josielen, Lucas Caslú, Mykaelle Rosa, Richard, Sanlay Lima, Thaís Maci e Thályta Silva.

Os artesãos de Olhos D’Água também assinam a coleção: Abhadia Marya, Alec Brasil, Aline Fabiana Santos, Ana Paulla, Carolina Melo, Dulce Pupila, Eder de Paiva, Elias Silva, Elton de Morais, Emily, Isabela Ruffino, Joicy Alves, Luiz Faísca, Madalena Conceição, Marçal Vasconcelos, Maria Divina Pereira, Marilya Marsiglia, Maria Abadia, Mariana Bulhões, Marina Lima, Nei Clara de Lima, Renato Oliveira, Rodolfo Barbosa, Rosalda Maria, Sandra Lima, Sandra Regina, Santa (Maria de Araújo), Tancredo Maia Filho, Walda Gomes, Zilda Lopes e Waldira dos Ipês (in memoriam).

Serviço
Evento: Exposição Caelestis – Senac Fashion School
Data: de 1º de agosto a 7 de setembro de 2025
Horário: das 9h às 17h
Locais: Vila Cultural Cora Coralina – Avenida Tocantins | Centro Cultural Octo Marques – Edifício Parthenon Center, Setor Central, Goiânia (GO)
Entrada franca

O superciclo de cripto ainda está por vir e o Bitcoin deve chegar a US$ 1 milhão ao final da década

– Por Sebastián Serrano, CEO e cofundador da Ripio

Nesse momento, há uma discussão se esse ciclo de cripto é um superciclo ou um ciclo normal. Em um superciclo, o valor não costuma ter grandes quedas, com o crescimento durando anos, até que tem uma correção no fim da década. Se fosse um superciclo, o Bitcoin chegaria a US$ 1 milhão neste ano, mas acho que não é o caso. O mercado está muito otimista, há ótimos investidores, mas acredito que o Bitcoin pode chegar a esse valor apenas no próximo ciclo, no fim da década.

O índice que mede a relação entre o valor de mercado e o lucro do sistema, o Market Value to Realized Value (MVRV), ainda não está com um indicador de que atingiu o pico, como demonstrado no gráfico abaixo, sendo assim, os preços ainda podem subir mais. Isso mostra que este é mais um ciclo positivo e gera uma série de previsões muito otimistas, mas acredito que ainda não é um superciclo para o segmento.

No dia da posse de Donald Trump como o novo presidente dos EUA, o Bitcoin atingiu um novo recorde histórico de mais de US$ 109.000. Esse marco indica um início de ano altamente dinâmico para o mercado cripto, influenciado por questões macroeconômicas e expectativas globais. Embora o aumento seja modesto em comparação com o ATH anterior, ele reforça a tendência de alta do Bitcoin como um ativo de reserva de valor de longo prazo, o “ouro digital”, no qual cada vez mais pessoas confiam.

Cada corrida de Bitcoin impulsiona o ecossistema cripto. Inclusive quando pode haver — e há — correções posteriores, o estímulo gerado pelos movimentos ascendentes do BTC é impressionante. Esse novo ATH acima de US$ 109.100 é mais um passo em um caminho que o Bitcoin vem trilhando desde o seu surgimento. Observando seu gráfico histórico, fica claro que ele sempre manteve uma tendência geral de bullish.

Olhando para trás, como 2024 e 2025 começaram rapidamente para cripto! No ano passado, houve a aprovação de ETFs de Bitcoin à vista, também por volta dessa época: era 10/01, e lembremos de que, em fevereiro, a alta do BTC foi espetacular, passando de pouco mais de US$ 40.000 para US$ 70.000 ao longo daquele mês. Em março, tivemos um ATH que durou vários meses, e em abril, o quarto halving do Bitcoin (e o terceiro para a Ripio como empresa).

Essa corrida foi fenomenal e deu o tom para um ano de enorme crescimento, não apenas para o Bitcoin, mas para todo o ecossistema. Ao longo de 2024, a principal criptomoeda passou de US$ 42.280 por unidade na abertura, em 1º de janeiro de 2024, para mais de US$ 96.000 em 31 de dezembro. Esse foi um aumento de mais de 127% ao longo do ano. E, se considerarmos o ATH de 2024, que era de US$ 108.260 em 17 de dezembro, esse crescimento foi de 156%.

Outro ponto importante de refletirmos, quando pensamos em investimento, é que, se alguém compra Bitcoin e guarda por quatro anos, nunca aconteceu, na história do BTC, dessa pessoa perder dinheiro. Mas, é preciso sempre refletir com cautela em cada momento e fazer suas próprias análises antes de negociar ativos.

Embora esse primeiro ATH do ano tenha superado por pouco o anterior, acredito que o que importa não é tanto a diferença entre cada ATH e o que ocorreu previamente, mas que eles continuem a se superar. É a continuidade da tendência macro do Bitcoin, que foi cumprida até agora. É claro que os ATHs e os bull markets são momentos que marcam tanta efervescência no mercado — agora ainda mais impulsionados pela posse de Donald Trump e pelo lançamento de sua própria criptomoeda ($TRUMP) — que também podem levar a decisões precipitadas ou fazer com que muitas pessoas “baixem a guarda”.

Quando isso acontece, os investidores ou acionistas podem ser expostos a possíveis golpes, aumentar sua exposição a vulnerabilidades ao interagir com plataformas, aplicativos e protocolos de origem duvidosa, ou cair em negociações desfavoráveis ao tentar superar o mercado. É por isso que também é hora de pedir calma e análise das decisões que são tomadas.

Como eu disse acima, os ATHs geralmente são seguidos por uma correção. Nesse caso, ontem em algumas horas, vimos uma queda para um pouco abaixo de US$ 104.000, mas o valor se recuperou rapidamente e os Bitcoins estão hoje entre US$ 104.000 e US$ 105.000. Se continuar a recuperação e ultrapassar o novo ATH, nossos parceiros analistas estão olhando para US$ 112.000/113.000 no curto prazo e uma faixa de preço próxima a US$ 120.000 em algumas semanas, desde que continue nessa tendência. Além disso, há todos os tipos de previsões para este ano, com as mais comuns marcando o pico do ano para o Bitcoin entre US$ 250.000 e US$ 400.000 por unidade.

No entanto, está claro que teremos outro ano muito ativo para cripto, que já começou com o primeiro aniversário da aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista, continua com a chegada de Trump na Casa Branca e o novo máximo histórico do BTC, e continuará à medida que o ano avança com o que os mercados e o mundo nos reservam. Não tenho dúvidas de que 2025 entrará para a história das criptomoedas. E na Ripio, com mais de 12 anos de experiência e um alcance de mais de 19 milhões de usuários individuais e corporativos, estamos nos preparando para acompanhar esse momento histórico da melhor forma possível.

Oficinas de artesanato do CAPS de Novo Gama promovem saúde mental e inclusão social

Atividades terapêuticas incentivam criatividade, autoestima e integração entre os usuários da unidade

O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II) de Novo Gama, localizado no bairro Lunabel, tem transformado a rotina de seus pacientes por meio de oficinas de artesanato realizadas semanalmente. As atividades, conduzidas pela professora Elisangêla, ocorrem de segunda a quinta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, e fazem parte da proposta terapêutica da unidade.

Destinadas ao público atendido pelo CAPS, as oficinas envolvem práticas como crochê, pintura e reaproveitamento de materiais, funcionando como uma ferramenta de acolhimento e estímulo à convivência. “As atividades manuais despertam a criatividade e reforçam a autoestima dos participantes, além de promoverem a interação e o senso de pertencimento”, afirma a coordenação da unidade.

Um dos destaques da iniciativa é a produção de bonecas artesanais, confeccionadas ao longo do ano pelos próprios pacientes. No período natalino, as peças são doadas a crianças da comunidade, unindo arte, solidariedade e a valorização do papel social dos participantes. O gesto tem gerado impacto positivo não apenas entre os beneficiados, mas também entre os próprios autores das obras, que se sentem úteis e reconhecidos.

As oficinas são oferecidas gratuitamente como parte da rede pública de atenção à saúde mental. A participação é voluntária e respeita o ritmo e os interesses de cada usuário. O CAPS II de Lunabel segue como um espaço de cuidado integral, onde a arte se torna aliada no tratamento e na promoção da cidadania.

“Liga pro Batman”, diz major da PM ao debochar de pedido de socorro de cabo em Goiás

Da Redação

Militar ignorou alerta de tiros e tentativa de invasão a batalhão no Entorno do DF; episódio pode ser investigado pela corporação

Um major da Polícia Militar de Goiás (PMGO) virou alvo de críticas após debochar de um pedido de ajuda feito por uma cabo da corporação durante possível tentativa de invasão ao Batalhão Rural de Formosa, no Entorno do Distrito Federal. O caso ocorreu no fim de junho e veio à tona após a divulgação do áudio da comunicação interna.

Segundo a gravação, a policial relatou ter ouvido disparos próximos à base e solicitou reforço por meio de uma atendente. Em tom de desprezo, o major respondeu: “Manda ela atirar lá, ué. Ela é policial militar, não precisa de equipe lá, não. Força Tática é outra situação”.

Em seguida, ironizou o pedido da colega: “Manda ligar pro Batman, [pro] Superman”.

A atendente insistiu, destacando que havia informações sobre tiros na região. “Entendo a situação, comando, mas disseram que ouviram tiro, né?”, afirmou, sem conseguir sensibilizar o oficial.

A PMGO ainda não se manifestou oficialmente, mas o comportamento do major pode ser apurado por negligência e por desrespeito às normas de conduta da corporação. O episódio gerou preocupação entre os policiais que atuam em áreas isoladas, como é o caso do Batalhão Rural.

Cidade Ocidental fortalece segurança com novos programas e monitoramento inteligente

Plano integrado amplia ações contra violência de gênero e prevê câmeras em pontos estratégicos da cidade

A Prefeitura de Cidade Ocidental realizou nesta terça-feira (22) mais uma reunião do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), reforçando as estratégias de segurança pública em parceria com órgãos estaduais e municipais. Estiveram presentes o prefeito Lulinha Viana, representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Municipal (GCM), além de equipes da Vigilância Sanitária, Fiscalização de Posturas e secretários municipais.

O encontro apresentou dados estatísticos que apontam os furtos, furtos a comércios e a violência contra a mulher como os crimes mais recorrentes na cidade. Em resposta, foi anunciado o lançamento do programa “Mulher Mais Segura”, que fortalece a proteção às vítimas por meio da Lei Maria da Penha. As denúncias feitas pelo número 180 passarão a ser encaminhadas diretamente à Secretaria da Mulher, e as medidas protetivas passam a ter validade por tempo indeterminado.

Outro destaque é o projeto “Ocidental 360°”, que prevê a instalação de câmeras de monitoramento em pontos estratégicos e nas entradas e saídas do município. A operação do sistema ficará a cargo da GCM, com o objetivo de identificar movimentações suspeitas e coibir crimes.

“A segurança pública é prioridade. Estamos investindo em tecnologia e integração para garantir mais tranquilidade à população”, destacou o prefeito Lulinha Viana.

A GCM também terá novas atribuições, como o cadastro de bicicletas, o programa “Embarque Seguro Digital” e o reforço das patrulhas nos bairros.

A próxima reunião do GGIM está marcada para o dia 19 de agosto e contará com espaço para novas sugestões e deliberações da comunidade.

Amazon Brasil e RME abrem inscrições para a 5ª edição do programa gratuito “Decola Garota” 

Com foco em capacitar mulheres empreendedoras de todo o Brasil, programa amplia o número de participantes e oferece recurso financeiro, mentorias e apoio pós-formação em formato 100% online 

São Paulo, 22 de julho de 2025 – Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do “Decola Garota”, programa gratuito realizado pela Amazon Brasil em parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME). A iniciativa é voltada para mulheres com negócios formalizados (que já possuem CNPJ), que atuam com a venda de produtos físicos e desejam expandir sua atuação no comércio eletrônico, especialmente dentro do serviço de marketplace da Amazon.com.br.

Com início previsto para setembro e atividades até dezembro, a nova edição do programa terá formato 100% online e vai capacitar 150 mulheres, um número cinco vezes maior do que na edição anterior, que contou com 30 participantes. As interessadas devem se inscrever até o dia 18 de agosto, por meio do site: Link.

O curso oferece uma trilha completa de conteúdos da Amazon e da RME, incluindo temas como: gestão do tempo, comunicação assertiva, relacionamento com clientes no e-commerce, registro de marca, criação de catálogo, uso da logística da Amazon e preparação para eventos comerciais.

“O Decola Garota é um programa já consolidado em nossa agenda de desenvolvimento e aceleração do empreendedorismo feminino. A cada ano, buscamos engajar ainda mais mulheres, de todo país e em diversas frentes de negócios, para que possam explorar essa oportunidade ao máximo e contar com todas as ferramentas oferecidas pela Amazon para impulsionarem seus negócios”, afirma Virginia Pavin, diretora do Marketplace da Amazon Brasil.

Além da capacitação, 50 empreendedoras com lojas ativas na Amazon.com.br serão selecionadas para mentorias coletivas, com sessões conduzidas por especialistas da Amazon e da RME. Entre elas, 20 negócios que cumprirem os critérios do programa receberão recurso financeiro, dos quais 17 participantes receberão R$500 cada, enquanto 1º, 2º e 3º lugares serão contemplados com R$10 mil, R$6 mil e R$3 mil, respectivamente, para investir em seus negócios, além de mentorias pós-projeto, com o objetivo de oferecer suporte contínuo para o desenvolvimento dos negócios.

O Decola Garota busca impulsionar o acesso ao mercado digital e fortalecer a autonomia financeira das participantes. “Queremos que cada mulher veja no e-commerce uma oportunidade real de crescimento. A cada edição, o programa tem se mostrado uma porta de entrada para que elas escalem seus negócios e ampliem suas vendas”, afirma Ana Fontes, fundadora da RME.

Quem pode participar? 
O programa é voltado para mulheres de todo o Brasil, com negócios formalizados (CNPJ), que atuem com produtos físicos que não sejam de consumo imediato e ainda não vendam ou tenham conta recente na Amazon.com.br. Os negócios devem ter potencial de venda em escala e foco na expansão pelo marketplace. Serão priorizadas candidatas de diferentes regiões do Brasil, com representatividade de todos os estados.

Etapas do programa:

  • Capacitação online para 150 mulheres
  • Mentorias coletivas para 50 negócios com lojas ativas
  • Recurso financeiro para 20 empreendedoras
  • Mentorias pós-projeto para as 20 selecionadas

A Amazon e a RME reforçam, com essa nova edição, o compromisso com o fortalecimento do empreendedorismo feminino, promovendo o acesso ao mercado digital, geração de renda e inclusão econômica.

Decola Garota 

Inscrições: 21 de julho a 18 de agosto de 2025

Onde se inscrever: Link 

Sobre a Amazon 

A Amazon orienta-se por quatro princípios: obsessão pelo cliente, paixão por invenções, compromisso com excelência operacional e visão de longo prazo. A Amazon se empenha para ser a empresa mais centrada no cliente do mundo, a melhor empregadora do mundo, e o lugar mais seguro para se trabalhar no mundo. Avaliações de consumidores, compra com 1-Clique, recomendações personalizadas, Prime, Fulfillment by Amazon (Logística da Amazon), Amazon Web Services (AWS), Kindle Direct Publishing, Kindle, Career Choice, Fire tablets, Fire TV, Amazon Echo, Alexa, tecnologia Just Walk Out, Amazon Studios e The Climate Pledge são algumas das ações pioneiras da Amazon.

Sobre a Rede Mulher Empreendedora 

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 8,8 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.

A RME promove eventos anuais como a Mansão das Empreendedoras e o Festival RME; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.