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Governo amplia investimentos em educação e infraestrutura e reforça narrativa de reconstrução

Da Redação

Ações recentes mostram avanço em políticas públicas voltadas ao desenvolvimento

O governo Lula tem ampliado investimentos em áreas estratégicas, com destaque para educação e infraestrutura, buscando consolidar um ciclo de crescimento social.

Iniciativas incluem reconstrução de escolas, ampliação de programas e fortalecimento de políticas públicas em diversas regiões do país.

A estratégia reforça o discurso de reconstrução nacional, com foco na redução das desigualdades e ampliação de oportunidades.

O movimento também fortalece a relação entre o governo federal e os municípios, ampliando a capilaridade das ações.

Ooscar 2026 movimenta redes e reforça disputa cultural global

Da Redação

Premiação amplia debate sobre representatividade e indústria do entretenimento

A cerimônia do Oscar 2026 dominou as redes sociais e portais de notícia, com destaque para vitórias inesperadas e momentos que viralizaram mundialmente.

Além da premiação, o evento reacendeu discussões sobre diversidade, protagonismo e o papel da indústria cinematográfica na construção de narrativas globais.

Celebridades e produções internacionais impulsionaram o engajamento digital, tornando o evento um dos mais comentados do dia.

No Brasil, o interesse também refletiu a busca por reconhecimento internacional e valorização da cultura nacional.

O centro que tenta nascer em meio ao barulho dos extremos

Entre estratégia, ressentimento e cansaço social, a terceira via segue sendo mais intenção do que realidade no Brasil

Por Nilson Hashizumi | Alcateia Política

Há algo curioso acontecendo na política brasileira.

Enquanto os extremos seguem organizados, barulhentos e emocionalmente mobilizados, uma parte significativa do país parece ter entrado em silêncio.

Não é apatia.
É exaustão.

Exaustão de um debate que não avança, de posições que não dialogam e de uma lógica onde vencer parece mais importante do que governar.

É nesse espaço — difuso, fragmentado, ainda sem identidade clara — que surge, mais uma vez, a tentativa de construção de uma terceira via.

Mas há um detalhe importante que costuma ser ignorado:

o centro não nasce da ausência de extremos.
Ele precisa ser construído como presença.

A engenharia política que tentou dar forma ao centro

No fim de janeiro de 2026, Gilberto Kassab fez um movimento que, à primeira vista, parecia reunir todos os elementos da racionalidade política.

Atraiu três governadores em fim de mandato — Ronaldo Caiado, Ratinho Junior e Eduardo Leite — e organizou uma espécie de “pré-seleção” para a disputa presidencial.

A ideia era simples, quase didática:

escolher entre os três aquele que tivesse melhores condições de competir, unificar o grupo e apresentar ao país uma candidatura de centro, moderada, dialogadora, sem os vícios dos extremos.

Na lógica da estratégia, fazia sentido.

Na lógica da política real, nem tanto.

Porque política não é apenas construção de cenário.

É disputa de percepção.

Quando o plano encontra a realidade

Ratinho Junior foi anunciado como pré-candidato.

Duas semanas depois, desistiu.

E esse movimento, que pode parecer apenas mais um capítulo da dinâmica eleitoral, na verdade revela algo mais profundo:

o centro ainda não encontrou o seu próprio chão.

Com cerca de 7% das intenções de voto no início de março, segundo a Genial/Quaest, Ratinho ocupava exatamente o lugar onde muitas candidaturas de centro param:

existe, aparece, mas não se impõe.

É lembrado — mas ainda não é escolhido.

E na política, essa diferença é brutal.

O jogo que acontece fora dos holofotes

Enquanto o centro tenta se organizar, os extremos seguem jogando.

A reaproximação entre Jair Bolsonaro e Sergio Moro não é apenas um gesto político.

É reposicionamento de força.

É reorganização de território.

É mensagem para dentro e para fora.

Ao fortalecer o palanque no Paraná, ao mesmo tempo em que reconfigura relações internas, o campo conservador demonstra algo que o centro ainda não conseguiu fazer:

agir como bloco.

Já o centro, até aqui, se comporta como soma.

E soma, em política, raramente vence bloco organizado.

O dado que revela o espaço — e o problema

Se a movimentação das lideranças mostra o jogo político, os dados mostram o humor da sociedade.

E o humor é claro: o país está dividido — e cansado.

A pesquisa Genial/Quaest de fevereiro de 2026 mostra um cenário de equilíbrio tenso: 45% aprovam o governo Lula, enquanto 49% desaprovam.

Em março, a desaprovação cresce para 51%, com 44% de aprovação.

Não há ruptura.

Mas há desgaste.

E mais do que isso: há um dado que costuma passar despercebido —

os eleitores independentes, aqueles que poderiam sustentar uma candidatura de centro, não estão plenamente convencidos por nenhum dos lados.

O centro existe.
Mas ainda não se reconhece como escolha.

O erro recorrente: tratar o centro como estratégia — e não como identidade

Há um equívoco que se repete eleição após eleição.

Imaginar que o centro pode ser construído por engenharia política.

Não pode.

Centro não é posicionamento técnico.
Centro é percepção social.

Não se define em reunião.
Se constrói na trajetória.

Não se impõe por acordo.
Se conquista por confiança.

E aqui entra um ponto que deveria ser óbvio, mas raramente é tratado com a devida seriedade:

reputação não se improvisa em ano eleitoral.

Entre a intenção e a viabilidade

O movimento de Kassab tem mérito.

É, talvez, a tentativa mais estruturada dos últimos anos de dar forma a uma alternativa fora da polarização.

Mas esbarra em três barreiras que não se resolvem com articulação:

1. O eleitor não escolhe apenas com a razão — escolhe com identidade
E identidade, hoje, está ancorada nos extremos.

2. O centro não mobiliza — ainda
Porque não oferece pertencimento claro.

3. Visibilidade não é viabilidade
Ser conhecido não é o mesmo que ser escolhido.

E a política, no fim, é sobre escolha.

2026 não será uma eleição simples

Lula chega competitivo, mas sob desgaste.

O campo conservador se reorganiza e tenta reviver sua força.

E, entre esses dois polos, existe um eleitor que não quer repetir 2018, nem reviver 2022.

Mas querer algo diferente não significa saber o que escolher.

E esse é o espaço — e o desafio — da terceira via.

A travessia que ainda não começou

A pergunta não é se há espaço para o centro.

Há.

A pergunta é outra: há alguém capaz de transformar esse espaço em confiança?

Porque, no fim, é sempre sobre isso.

Trajetória gera reputação.
Reputação gera confiança.
E confiança é o que sustenta qualquer projeto de poder legítimo.

Sem isso, não há terceira via.

Há apenas tentativa.

Nilson Hashizumi é estrategista em marketing político, jornalista e cofundador da Alcateia Política.
Com mais de 30 anos de atuação, trabalha na formação de lideranças e na gestão de comunicação e reputação.
Especialista em campanhas e comunicação governamental, integra estratégias on-line e off-line na construção de imagem pública.
Defende que reputação é patrimônio — construída pela trajetória, sustentada pela coerência e reconhecida pela confiança.

https://www.linkedin.com/in/nilsonhashizumi

Bolsonaro volta ao centro do debate político em meio a discussões sobre saúde e justiça

Da Redação

Ex-presidente segue influenciando o cenário político mesmo fora do poder

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a figurar entre os assuntos mais comentados nas redes e na imprensa, especialmente após atualizações sobre seu estado de saúde e desdobramentos judiciais.

Mesmo fora do comando do país, Bolsonaro continua sendo um dos principais polos de mobilização política no Brasil, influenciando debates e estratégias da oposição.

Aliados utilizam sua imagem para manter engajamento, enquanto adversários reforçam críticas e lembram episódios recentes envolvendo investigações.

O cenário mostra que, mesmo após o mandato, Bolsonaro permanece como peça central na disputa política nacional.

Juros e inflação dominam debate econômico e pressionam decisões do Banco Central

Expectativa sobre a Selic revela incerteza no mercado e impacto direto na população

O debate sobre a taxa básica de juros ganhou força nas últimas horas, com o mercado dividido sobre o ritmo de queda da Selic. As projeções indicam uma redução mais cautelosa, refletindo o cenário de instabilidade global.

A decisão do Banco Central é vista como crucial para definir o ritmo da economia nos próximos meses. Juros mais altos encarecem o crédito, enquanto cortes mais rápidos podem estimular o crescimento.

O governo Lula acompanha o movimento com atenção, defendendo políticas que favoreçam o desenvolvimento econômico sem comprometer o controle da inflação.

Nos bastidores, a discussão revela um embate clássico entre mercado financeiro e agenda social, colocando a política econômica no centro do debate nacional.

Tensão global no Oriente Médio expõe riscos econômicos e reposiciona potências mundiais

Da Redação

Escalada militar reacende alertas sobre energia, comércio e estabilidade internacional

A escalada de tensões no Oriente Médio voltou ao centro do debate global, impulsionando discussões sobre segurança energética e estabilidade geopolítica. O conflito envolvendo o Irã e potências ocidentais tem potencial de impacto direto na economia mundial.

Analistas apontam que qualquer bloqueio em rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz, pode provocar aumento significativo no preço do petróleo, afetando mercados emergentes como o Brasil.

O cenário também revela uma disputa silenciosa entre grandes potências, que buscam ampliar influência em regiões estratégicas. Rússia, Estados Unidos e aliados acompanham de perto os desdobramentos.

Para o Brasil, o reflexo é direto: inflação, juros e custos de produção podem sofrer

Governo Lula amplia agenda social enquanto economia e política pressionam decisões estratégicas

Movimentos recentes mostram articulação entre programas sociais e cenário econômico desafiador

O governo Lula intensificou nesta semana uma agenda voltada à ampliação de políticas públicas, ao mesmo tempo em que enfrenta pressões econômicas e políticas que exigem respostas rápidas. A movimentação ocorre em meio a debates sobre juros, investimentos e a necessidade de manter o ritmo de crescimento social no país.

Nos bastidores, a equipe econômica monitora os impactos de fatores externos, como conflitos internacionais e a volatilidade do mercado de energia, que influenciam diretamente decisões internas. O cenário reforça a importância de equilíbrio entre responsabilidade fiscal e continuidade de programas sociais.

Ao mesmo tempo, o Palácio do Planalto aposta em ações estruturantes para fortalecer áreas estratégicas como saúde, educação e infraestrutura. A estratégia busca consolidar uma narrativa de reconstrução nacional baseada em investimentos públicos.

A leitura política dentro do governo é clara: manter o protagonismo social enquanto administra tensões econômicas será determinante para sustentar a base de apoio e avançar em novas agendas.

Adasa e ANA levam educação ambiental a estudantes em ação especial no Palácio do Planalto

Para fechar a programação do mês das águas, em alusão ao Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) participou de uma programação especial promovida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), com apoio da Secretaria de Educação do Distrito Federal, reunindo cerca de 60 alunos do ensino fundamental da rede pública, em uma manhã dedicada à educação ambiental e ao uso responsável da água.

O evento foi realizado no Palácio do Planalto e contou com um passeio cívico pelas dependências do local, proporcionando aos estudantes uma experiência culturalmente enriquecedora, aliada à compreensão sobre a importância da gestão dos recursos hídricos no Brasil. A atividade incluiu a interação com uma maquete da Transposição do Rio São Francisco, com uso de óculos de realidade virtual, permitindo uma imersão nas obras e até um passeio virtual de balão sobre a região.

Para a estudante Mayná Peres Queiroz, de 12 anos, a experiência foi marcante. “É uma experiência única, a gente veio em um lugar onde vários presidentes já estiveram. Isso está sendo muito legal, achei maravilhoso estar aqui e conhecer mais sobre o nosso país”, enfatizou.

A programação também incluiu a exibição de filmes do Ecofalante, ampliando o contato dos estudantes com temas relacionados à sustentabilidade e à preservação ambiental. A empolgação dos alunos foi tanta que, do meio da plateia, sob a luz do telão, foi possível ouvir o comentário espontâneo de uma estudante: “Esses filmes são muito bons, deveriam estar passando no cinema”.

Encerrando a manhã, o Programa Adasa na Escola promoveu uma atividade lúdica de contação de histórias, conduzida pelo regulador da Adasa e escritor Miguel Sartori, com apoio dos responsáveis pelo programa, Gabriel Lisboa e Gabrielle Ribeiro. 

Na ocasião, ele apresentou a história de Zé da Roça e a Árvore da Abundância, abordando, de forma leve e educativa, a importância das atitudes responsáveis de cada um para a preservação da natureza e dos recursos hídricos, com foco no uso responsável da água e em hábitos sustentáveis no dia a dia.

Durante a atividade, Miguel Sartori destacou o papel das histórias como forma de aprendizado. “As histórias estão por aí. Basta a gente prestar atenção. Quando escutamos de verdade, conseguimos perceber que, por trás dos personagens e das situações, existe sempre uma mensagem importante. É assim que a gente aprende e leva isso para a vida”, refletiu.

A fala reforçou a proposta educativa da ação, convidando os estudantes a refletirem sobre ações cotidianas, especialmente no cuidado com a água, recurso essencial à vida e que depende do engajamento de todos para ser preservado.

Como parte das ações educativas, a Adasa também distribuiu kits aos alunos, contendo ecobag, copo reutilizável, livro de atividades e uma ampulheta, fornecida pela Caesb, para incentivar banhos mais curtos e responsáveis. 

A programação da manhã foi encerrada com grande engajamento dos estudantes. A aluna Sophie Gabrielle Venâncio, também de 12 anos, ressaltou o caráter inovador das atividades. “Eu achei a experiência muito legal. Uma coisa bem diferente, muito diferente do que eu estou acostumada a ver e vivenciar. Aqueles óculos usados por pessoas que eu só vi na televisão. Eu achei toda a programação muito educativa, foi muito incrível e muito diferente mesmo”, concluiu.

Dando continuidade às ações educativas, a programação seguiu, no período da tarde, no Auditório Flávio Terra, na sede da ANA, com a exibição de filmes e uma rodada de debates voltados a estudantes do ensino médio, também da rede pública de ensino.

Na ocasião, Gabrielle Ribeiro, do Adasa na Escola, participou da mesa de abertura e destacou a relevância do evento. “Agradecemos à ANA pela oportunidade de construir e contribuir com este evento. A ação evidencia o papel fundamental dos estudantes na construção de um futuro mais responsável e sustentável, mostrando que atitudes cotidianas, como o descarte correto de resíduos e o uso responsável da água, fazem toda a diferença na preservação dos recursos hídricos e da natureza”, reforçou.

No final do dia, os estudantes visitaram o Expresso Ambiental da Caesb, ônibus de educação ambiental que apresenta, por meio de uma maquete de seis metros, o ciclo do saneamento, desde a captação da água até o retorno do efluente tratado ao corpo hídrico, abordando temas como proteção de mananciais, tratamento de água e esgoto, drenagem, resíduos sólidos e uso responsável da água.

HDT-UFNT alerta para avanço da dengue em Araguaína

Médica do hospital universitário orienta população sobre sintomas, hidratação e sinais de agravamento da doença

O aumento dos casos de dengue em Araguaína (TO) tem gerado preocupação entre a população e as autoridades sanitárias. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, Araguaína segue registrando aumento do número de casos confirmados de Dengue, com crescimento de aproximadamente 20% nos casos confirmados em apenas uma semana, passando de 1.751 casos até o último dia 12, para 2.067 até o dia 19 de março.

A médica especialista em Saúde da Família e Comunidade Isabela Macedo, que atua como chefe da Divisão Médica no Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Norte do Tocantins (HDT-UFNT), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), ressalta que houve aumento de 625% nos registros quando comparados ao mesmo período de janeiro de 2025.“Araguaína tem vivenciado uma epidemia de dengue, com 3.309 casos notificados e três óbitos nesse período. Entre os casos confirmados, 104 apresentam sinais de alarme”, comenta a médica.

Muitas dessas ocorrências foram atendidas pelo HDT-UFNT, referência em doenças infectocontagiosas para toda a região norte do Tocantins, sul do Pará e parte do Maranhão. “A dengue tem provocado aumento expressivo do adoecimento da população de Araguaína, especialmente em períodos de maior circulação do vetor. Esse cenário resulta em grande número de pessoas com febre, dores intensas e outros sintomas que exigem avaliação médica, acompanhamento clínico e, em alguns casos, internação hospitalar”, afirma Isabela.

Elevação da demanda
A especialista explica que, como consequência desses números, ocorre uma sobrecarga significativa nos serviços de saúde, com aumento da procura por atendimentos em unidades básicas, prontos atendimentos e hospitais. “Essa elevação da demanda pressiona a capacidade assistencial, exige reorganização de leitos, ampliação do monitoramento clínico dos pacientes e maior utilização de insumos e recursos da rede de saúde”, contextualiza.

De acordo com a médica, ao apresentar os primeiros sintomas da dengue – como febre, dor no corpo, dor de cabeça e mal-estar – é fundamental procurar atendimento médico, manter boa hidratação, preferencialmente com água, soro de reidratação oral ou líquidos claros, além de repousar e evitar medicamentos que possam aumentar o risco de sangramento, como anti-inflamatórios e ácido acetilsalicílico.

Acompanhamento
Isabela informa que o tratamento da dengue é principalmente de suporte, pois não há medicamento específico contra o vírus. “O manejo consiste em hidratação adequada, repouso e controle da febre e da dor, evitando medicamentos que aumentem o risco de sangramento. Nos casos leves, o acompanhamento pode ser feito de forma ambulatorial. Já nos quadros com sinais de alerta ou complicações, torna-se necessária a internação hospitalar para hidratação venosa e monitoramento clínico, com o objetivo de prevenir agravamento e garantir a recuperação do paciente”, pontua.

O combate à doença exige envolvimento coletivo e medidas contínuas de prevenção. “Se cada um fizer a sua parte, cuidando das suas casas, juntamente com o apoio do município em medidas de prevenção, combate e vigilância, conseguiremos conter a doença”, declara a médica.

Segundo a especialista, o atendimento em uma unidade de saúde deve ser procurado imediatamente após o início dos sintomas, a fim de garantir avaliação médica segura e orientação adequada. “Caso surjam sinais de alerta, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, tontura, sangramentos e sonolência excessiva, é preciso procurar atendimento com urgência, pois podem indicar agravamento da doença”, finaliza a especialista.

Deputado Ricardo Vale aciona TCDF e cobra explicações do BRB sobre contrato de R$ 42,6 milhões com o Flamengo

O deputado distrital Ricardo Vale protocolou, nesta quinta-feira (26), duas iniciativas para apurar a legalidade, a transparência e a viabilidade econômica do contrato de patrocínio entre o Banco de Brasília (BRB) e o Clube de Regatas Flamengo.

A principal medida é uma representação ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), com pedido de liminar, solicitando a análise imediata do contrato renovado pelo banco, no valor de R$ 42,6 milhões até março de 2027. O parlamentar pede a suspensão cautelar do acordo até a avaliação de critérios como legalidade, economicidade e interesse público.

Segundo Ricardo Vale, a iniciativa ocorre em meio à grave crise financeira do BRB, após prejuízos bilionários ligados ao Banco Master. “Estamos diante de um banco público em crise que amplia gastos com publicidade de retorno duvidoso. É preciso avaliar se esse contrato atende ao interesse da população”, afirma.

Na representação, o deputado aponta mudanças no modelo do contrato, que deixa de priorizar a marca BRB para promover o banco digital “Nação BRB Fla”, além de mencionar exigências do clube, como pagamento antecipado de parte dos valores.

Pedido de informações

Paralelamente, o parlamentar apresentou requerimento para solicitar ao BRB dados sobre contratos de patrocínio desde 2019, incluindo cópias dos acordos, valores pagos, comprovação das ações publicitárias, retorno financeiro e justificativas para a escolha do Flamengo.

Contexto

O BRB enfrenta dificuldades de liquidez e busca alternativas de capitalização, como o uso de imóveis públicos avaliados em R$ 6,6 bilhões. Diante disso, Ricardo Vale questiona a prioridade dada ao contrato com um clube de fora do Distrito Federal.