Discussão inclui apostas esportivas e cassinos virtuais; eventual proibição ainda depende da publicação de uma medida e de seus detalhes oficiais
O Governo Federal prepara uma nova ofensiva contra as plataformas de apostas on-line. A possibilidade de proibir as bets entrou no centro das discussões, enquanto a equipe do Presidente Lula negocia com clubes de futebol medidas para reduzir os efeitos de uma eventual mudança no setor.
Os contratos de patrocínio são um dos principais pontos de tensão. Empresas de apostas financiam equipes e competições, e dirigentes esportivos temem perder essa receita. O governo discute alternativas que incluem crédito e renegociação de dívidas dos clubes, mas os termos da proposta ainda precisam ser formalizados.
A preocupação com o endividamento de famílias e os danos associados ao jogo também impulsiona o debate. Além de possíveis restrições às empresas autorizadas, está em discussão o endurecimento do combate a plataformas que funcionam ilegalmente.
Até a publicação de uma regra oficial, as bets não estão proibidas no Brasil. O alcance de uma eventual medida, os prazos de aplicação e seus efeitos sobre contratos existentes dependerão do texto apresentado pelo governo e das etapas legais seguintes.
Nas últimas semanas de campanha, o que separa quem cresce de quem se perde não é quanto se publica, mas se tudo o que se publica aponta para o mesmo lugar.
A duas semanas do primeiro turno, os feeds estão lotados. Cortes de debate, reels de agenda, cards para grupos de WhatsApp, respostas a adversários publicadas em minutos.
No blog, Christian Jauch já mostrou como a inteligência artificial tornou a produção muito mais fácil sem tornar a comunicação mais simples, em seu artigo: IA nas eleições: Produzir ficou muito mais fácil, comunicar continua difícil. Quero olhar para o outro lado dessa questão: o que acontece com a mensagem quando uma campanha consegue produzir quase qualquer coisa.
Se você perguntar a um eleitor comum o que determinado candidato defende, é bem provável que ele não saiba responder. Ou que cada pessoa dê uma resposta diferente. Acompanhando a reta final, alguns padrões começam a explicar por quê.
Padrão 1: quem fala de tudo não é lembrado por nada
Um cenário comum nesta reta final: na segunda-feira a campanha fala de saúde, na terça de segurança, na quarta responde ao adversário, na quinta entra numa tendência do momento, na sexta anuncia uma proposta para a juventude. Cada peça, isolada, faz sentido. O conjunto não forma uma imagem.
O eleitor não acompanha a campanha em sequência. Ele recebe fragmentos soltos, entre um vídeo de receita e uma mensagem da família. Se os fragmentos apontam para direções diferentes, eles não se somam.
No artigo “O Imposto do Muro” , defendi que o candidato que evita se posicionar paga um preço eleitoral. O que aparece agora é uma variação desse problema: a posição existe, mas se perde no meio de tanta coisa. O resultado prático para o eleitor é o mesmo. Ele não sabe o que aquele candidato representa.
Padrão 2: as campanhas que crescem repetem, mas não se repetem
Do outro lado, as campanhas que parecem ganhar tração não são necessariamente as que publicam menos. São as que publicam muitas versões da mesma mensagem.
O mesmo eixo aparece em um depoimento, em um número, na história de uma moradora, em um trecho de debate, em um card simples para o grupo da família. O formato muda, o público muda, o gancho muda. A ideia central não muda.
Uma ideia só vira lembrança quando o eleitor a encontra várias vezes, em lugares diferentes, dita de jeitos diferentes. Variar não é o problema. O problema é variar a mensagem em vez de variar a forma.
Padrão 3: formato copiado não carrega mensagem própria
No artigo “A Armadilha da Imitação”, tratei do político que copia tendências e acaba igual a todos os outros. Na reta final, esse risco aumenta, porque a pressão por alcance cresce e a tentação de entrar em qualquer tendência que esteja rendendo visualizações também.
O problema é que alcance sem mensagem é visualização que não vira lembrança. O vídeo pode ter viralizado, mas se o eleitor não sabe dizer do que ele tratava, a campanha pagou em atenção e não recebeu nada em troca.
Padrão 4: a tela diz uma coisa, a rua diz outra
Um ponto que costuma escapar de quem analisa campanha só pelas redes: para o eleitor menos engajado, o horário eleitoral e a conversa com o cabo eleitoral continuam sendo pontos de contato decisivos nas últimas semanas.
Quando as redes falam de um tema, o programa de TV fala de outro e o material de rua fala de um terceiro, a campanha parece duas ou três campanhas diferentes. A consistência entre canais não é detalhe de identidade visual. É o que permite que a mensagem chegue inteira a quem não acompanha política.
Como perceber, ainda em tempo, se a mensagem está chegando
Nem toda campanha tem orçamento para pesquisa qualitativa. Mas existem sinais de baixo custo que qualquer equipe pode observar ainda esta semana:
Recordação fora da bolha. Pergunte a dez pessoas que não acompanham política o que o candidato defende. Se as respostas convergem, a mensagem pegou. Se cada uma diz algo diferente, ela está dispersa.
Comentários que repetem a mensagem. Quando o eleitor usa as palavras da campanha para comentar ou defender o candidato, é sinal de que a ideia foi absorvida.
Encaminhamento, não só curtida. Curtidas dizem pouco sobre o quanto uma mensagem saiu da bolha original. Quando um conteúdo começa a circular espontaneamente em grupos e conversas, existe pelo menos um sinal de que ele produziu interesse suficiente para ser levado adiante. Mais importante que contar compartilhamentos é observar o que as pessoas estão compartilhando e como estão explicando aquela mensagem.
Toda peça precisa caber em um eixo. Se a campanha tem dois ou três eixos definidos, cada conteúdo deve se encaixar em um deles. O que não cabe não deveria sair, por mais que pareça bom.
O que ainda dá para fazer
Nas duas semanas que restam, poucas campanhas vão mudar de eixo, e nem deveriam. Mudar agora costuma gerar mais confusão do que ganho. Mas ainda dá para cortar. Cada peça que não reforça a mensagem central compete com ela pela atenção do eleitor.
A reta final não é o momento de inventar uma nova campanha. É o momento de retirar ruído, identificar o que realmente precisa ser lembrado e fazer com que redes sociais, rua, debates, entrevistas, WhatsApp e horário eleitoral contem, cada um à sua maneira, a mesma história.
Quando produzir conteúdo deixou de ser o gargalo, escolher o que não publicar passou a fazer parte da estratégia. Nem toda pauta precisa virar post. Nem toda tendência precisa ser aproveitada. Nem todo ataque precisa de resposta. Às vezes, disciplina também significa deixar passar aquilo que pode gerar alcance, mas não ajuda a construir significado.
Porque, no fim, o eleitor não vai lembrar de tudo o que uma campanha publicou. Provavelmente nem de uma pequena parte. O que pode permanecer é uma impressão simples sobre quem é aquele candidato, o que ele representa e o que pretende fazer.
Campanha disciplinada não é a que publica menos. É a que, ao fim de cada semana, pode ser resumida em uma frase por um eleitor que nunca a seguiu.
Michel Lenz: Apaixonado por estratégia, inovação, ideias e projetos, pelos tatames e a filosofia do jiu-jitsu, sua vida é a família (Papai de Alice). Estrategista de Marketing Político e Comunicação Governamental, Secretário de Gestão Estratégica e Inovação em Três de Maio-RS, Fundador e Ex-CEO da IntMark – Inteligência de Marketing, Cofundador da Alcateia Política, Sócio/CMO da #Ninjas! Contabilidade, Professor de Jiu-Jitsu na Union Team. Possui MBA em Marketing Político e Comunicação Governamental, MBA em Gestão de Marketing e Comunicação, Bacharel em Sistemas de Informação. Atua com marketing político desde 2016 com campanhas eleitorais e mandato, como estrategista de campanha, estrategista de marketing e comunicação e coordenador de equipe, além de realizar diagnósticos de presença digital.
Grão Mestre Kobi Lichtenstein é a maior autoridade da América Latina e teve aulas com o criador da técnica desde seus 3 anos de idade.
A Federação Sul Americana de Krav Maga (FSAKM), referência mundial em qualidade e precursora do Krav Maga (técnica de defesa pessoal) na América Latina está comemorando os 25 anos do Krav Maga Mestre Kobi no Distrito Federal.
Hoje, são 21 instrutores licenciados pelo introdutor do Krav Maga na América Latina, Grão Mestre Kobi Lichtenstein, que preside a Federação Sul Americana de Krav Maga. Esses instrutores atuam em 19 academias e, ao longo desses 25 anos já prepararam mais de 20 mil cidadãos para se defenderem contra a violência urbana crescente.
“Nosso desafio diário é manter o Krav Maga da mesma forma como foi criado, na década de 40, por Imi Lichtenfeld e para isso, mantemos nossos instrutores e nossos monitores atualizados sob a supervisão de Grão Mestre Kobi, garantindo a qualidade da defesa pessoal promovida no Distrito Federal”, afirma Adalberto Dias, instrutor chefe do estado.
Ele completa: “estamos ajudando a mudar a vida de mulheres, homens, jovens, idosos e crianças, contribuindo para uma sociedade melhor”.
DF recebe a maior autoridade em Krav Maga da América Latina
Para comemorar os 25 anos de Krav Maga no DF, no dia 26 de setembro haverá uma solenidade na Câmara Legislativa, com a presença do introdutor do Krav Maga na América Latina, Grão Mestre Kobi Lichtenstein. O evento, aberto ao público, será realizado a partir das 10h.
Sobre o Krav Maga
O Krav Maga foi criado para que qualquer pessoa, independentemente de porte físico, idade ou sexo pudesse se defender, o Krav Maga não é um esporte e sum uma arte de defesa pessoal.
Diferente do que se pensa, quem pratica Krav Maga não se torna uma pessoa violenta, mas sim, uma pessoa que sabe controlar suas emoções e está apta a conter qualquer tipo de violência.
Do ponto de vista físico, há o estímulo para que os alunos se exercitem diariamente, dentro de seus limites. Emocionalmente, o Krav Maga forma pessoas mais seguras e atentas. A prática também influencia no comportamento. Atenção, disciplina e seriedade, saber diferenciar o certo do errado, usar o autocontrole, tudo isso é praticado.
A Federação Sul Americana de Krav Maga é dirigida por Grão Mestre Kobi Lichtenstein, o introdutor do Krav Maga na América Latina. Grão Mestre Kobi atua com base na missão de ensinar e difundir a técnica exatamente como foi criada por Imi.
Sobre o Krav Maga Mestre Kobi – a maior organização de Krav Maga no mundo, a Federação Sul Americana de Krav Maga é referência mundial em qualidade e a precursora do Krav Maga na América Latina. Conta com representação no Brasil, México, Argentina, Portugal, Estados Unidos, Holanda e Canadá, onde trabalha pela preservação da filosofia, didática e técnica do Krav Maga, tal como foi criado e ainda é aplicado em Israel.
É presidida pelo israelense, Grão Mestre Kobi Lichtenstein (faixa-vermelha – 8º Dan), aluno direto do criador do Krav Maga, Imi Lichtenfeld e seu primeiro aluno a sair de Israel para difundir a modalidade.Vivendo no Brasil desde 1990, Grão Mestre Kobi forma e atualiza pessoalmente seus instrutores, garantindo a qualidade e a ética do Krav Maga praticado na Federação Sul Americana de Krav Maga.
Material do deputado reúne verbas individuais e de bancada destinadas a áreas como saúde, segurança e infraestrutura; execução de cada projeto depende de consulta específica
O deputado federal Alberto Fraga (PL-DF) afirma que mais de R$ 1,1 bilhão em emendas parlamentares foram destinados ao Distrito Federal. Segundo encarte divulgado pelo parlamentar, cerca de R$ 115 milhões correspondem a emendas individuais de sua autoria. O restante do montante inclui recursos de bancada, apresentados coletivamente pelos representantes do DF no Congresso.
O material associa as verbas a melhorias na saúde, na segurança pública, na infraestrutura e em serviços essenciais. Também menciona investimentos em hospitais, unidades policiais e atendimento à população. O encarte, porém, não discrimina os projetos, os valores de cada ação nem quanto já foi efetivamente pago.
As emendas individuais e as de bancada têm formas distintas de apresentação. Nas primeiras, é possível identificar o parlamentar responsável pela indicação. Nas emendas de bancada, a autoria é coletiva. O Tesouro Nacional disponibiliza demonstrativos para acompanhar essas modalidades, enquanto a Câmara publica as emendas vinculadas a cada deputado.
Para medir o efeito dos recursos anunciados, é necessário verificar cada etapa da execução orçamentária: o valor autorizado, o empenho, o pagamento e a entrega do serviço ou da obra. A página de Fraga na Câmara apresenta essas informações para emendas aprovadas ao Orçamento, permitindo conferir ações específicas.
O balanço divulgado pelo deputado põe em evidência uma questão relevante para o DF: quais investimentos saíram do orçamento e chegaram às regiões administrativas. A identificação dos beneficiários, dos pagamentos e das entregas permite ao morador acompanhar o resultado concreto de cada emenda.
Estado registrou 847 ocorrências a menos na comparação com o mesmo período de 2025; furtos a pedestre também tiveram redução de 20%
Goiás registrou queda de 31,3% nos casos de roubo a pedestre entre janeiro e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Foram contabilizadas 1.859 ocorrências nos primeiros oito meses deste ano, contra 2.706 em 2025. A diferença representa 847 registros a menos no período. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO).
A redução acompanha um cenário de queda em diferentes modalidades de crimes patrimoniais no Estado. No mesmo intervalo, os registros de roubo em comércio caíram 34,9%, de 229 para 149 casos, enquanto os roubos em residência tiveram redução de 24,8%, passando de 262 para 197 ocorrências. O roubo de carga também apresentou queda de 70%, reduzindo de 10 para três registros.
O relatório também aponta uma redução nos crimes de furto contra pedestres. Entre janeiro e agosto de 2026, foram registrados 2.517 casos, ante 3.147 no mesmo período de 2025. A queda de 20% corresponde a 630 ocorrências a menos. O levantamento aponta ainda recuo de 21,8% nos furtos de veículos, de 2.181 para 1.706 registros, e de 12,3% nos furtos em residências, que passaram de 8.201 para 7.196 casos.
Os dados mais recentes da SSP-GO se somam à redução observada nos últimos anos. No comparativo entre 2018 e 2025, o número de roubos a pedestre em Goiás caiu 92%, passando de 45.845 registros para 3.736. No mesmo período, os furtos a pedestre recuaram 91%, de 51.498 para 4.673 ocorrências.
O monitoramento constante dos indicadores de criminalidade permite ao Estado identificar tendências, avaliar os resultados das ações adotadas e direcionar os esforços de forma mais estratégica. A partir dessas informações, as forças de segurança podem ajustar as operações, definir prioridades e concentrar investimentos em áreas que demandam maior atenção, fortalecendo a atuação integrada no enfrentamento às diferentes modalidades de crime.
Fotos: SSP-GO
Legenda: Goiás registra queda nos casos de roubo a pedestre em 2026
Levantamento do Conselho Estadual de Cultura aponta aplicação de R$ 21,5 por habitante pela Lei Goyazes – cerca de 150% acima de São Paulo –, com projetos em 148 municípios
O Estado de Goiás possui o maior investimento proporcional entre os principais programas estaduais de incentivo fiscal à cultura do país. O dado faz parte de levantamento feito pelo Conselho Estadual de Cultura. Conforme o presidente do órgão, jornalista e poeta Carlos William William, os recursos aplicados por meio da Lei Goyazes colocam Goiás à frente de outros estados analisados quando o investimento é calculado proporcionalmente ao número de habitantes.
O estudo considera dados dos últimos quatro anos disponíveis no Portal da Transparência do Governo de Goiás. No período, foram destinados R$ 160 milhões à Lei Goyazes. Considerada uma população superior a 7,4 milhões de habitantes, o investimento corresponde a cerca de R$ 21,5 por pessoa.
Em São Paulo, segundo os dados do Conselho de Cultura, o Programa de Ação Cultural (ProAC) destinou R$ 400 milhões no mesmo intervalo. Com população acima de 46 milhões, o montante representa aproximadamente R$ 8,6 por habitante. Na comparação, o investimento proporcional de Goiás é cerca de 150% superior ao paulista.
“Goiás tem o maior projeto cultural de incentivo à cultura do país. É maior do que São Paulo proporcionalmente”, afirma Carlos William. Outro diferencial destacado é o alcance territorial da política: projetos financiados pela Lei Goyazes chegaram diretamente a 148 municípios, cerca de 60% das cidades do Estado. Para William, a distribuição dos recursos pelo interior ampliou o acesso à política de incentivo e abriu espaço para a participação de artistas das próprias localidades contempladas.
Artistas locais Outro ponto destacado no modelo adotado pela Lei Goyazes é a prioridade para a presença de artistas locais nas ações realizadas nos municípios beneficiados. O levantamento mostra que mais de 200 artistas contemplados já participaram de eventos fora de Goiás e até no exterior. Também é lembrada a gratuidade das atividades financiadas: quando um evento recebe investimento da Lei Goyazes, a organização não pode cobrar ingresso do público. “Hoje isso é proibido, tornando o incentivo mais democrático e justo”, Diz Carlos William.
Além da Lei Goyazes, o Governo de Goiás ampliou recursos destinados à preservação do patrimônio histórico e à realização de eventos culturais. Desde 2019, sete igrejas receberam obras de restauração, com investimento superior a R$ 18,7 milhões, e outros R$ 15 milhões estão previstos para uma nova etapa de recuperação de templos históricos. O Estado também aplicou mais de R$ 20,7 milhões em intervenções em 13 prédios, entre museus, cinemas, centros culturais e imóveis históricos, e destinou mais de R$ 106,3 milhões a festivais, cavalhadas, eventos musicais, de cinema, teatro e artesanato.
Secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes afirma que a recriação da pasta, após 12 anos, permitiu reorganizar as políticas públicas e ampliar a presença dos programas no interior do Estado.
Fotos: Secom
Legenda: Governo de Goiás ampliou recursos destinados à preservação do patrimônio histórico e à realização de eventos culturais
Premiação destina R$ 200 mil aos consumidores cadastrados e R$ 1 milhão aos clubes do Time Goiano do Coração
O sorteio de setembro da Nota Fiscal Goiana, realizado nesta quinta-feira (24/9), distribuiu R$ 1,2 milhão em prêmios. Do total, R$ 200 mil foram destinados aos consumidores cadastrados no programa e R$ 1 milhão aos clubes participantes do Time Goiano do Coração.
O resultado do 119º sorteio, com os nomes dos consumidores contemplados e os valores destinados aos clubes, está disponível no site da Nota Fiscal Goiana (https://goias.gov.br/nfgoiana/sorteios/ ). Pelo mesmo endereço, os ganhadores podem solicitar o resgate dos prêmios.
Entre os consumidores, o prêmio de R$ 50 mil saiu para Jacqueline Matsuura, de Goiânia. Outros três participantes receberam R$ 10 mil cada: Willian Oliveira, de Mineiros; Jeancarlo Bardini, de Formosa; e Arisvaldo Prado, de Valparaíso de Goiás.
Também foram distribuídos prêmios de R$ 5 mil, R$ 1 mil e R$ 500, totalizando R$ 200 mil. Os valores são brutos e estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda.
Nesta edição, foram gerados 4.664.803 bilhetes com base nas notas fiscais emitidas em agosto para consumidores inscritos no programa. Cada R$ 100 em compras no comércio varejista goiano dá direito a um bilhete para participação nos sorteios.
Time Goiano do Coração O sorteio também definiu a terceira premiação de 2026 do Time Goiano do Coração. Foram distribuídos R$ 1 milhão entre os 12 clubes da primeira divisão do Campeonato Goiano de Futebol. Do total, R$ 160 mil foram destinados a dois prêmios sorteados. A Aparecidense recebeu R$ 100 mil e a Jataiense, R$ 60 mil.
Outros R$ 240 mil foram divididos igualmente entre os 12 clubes. Mais R$ 300 mil foram distribuídos proporcionalmente com base nos bilhetes destinados pelos torcedores nos últimos três meses, e R$ 300 mil conforme a quantidade de indicações feitas por novos inscritos na Nota Fiscal Goiana. A relação completa dos valores destinados a cada clube está disponível no site da Nota Fiscal Goiana.
Fotos: Vinícius Antonelli
Legenda: Sorteio de setembro da Nota Fiscal Goiana contempla consumidores cadastrados e times de futebol
ARRUDA INELEGÍVEL: TSE barra candidatura do ex-governador ao Governo do DF
Por 5 votos a 2, tribunal manteve a rejeição do registro de José Roberto Arruda; condenações ligadas à Operação Caixa de Pandora foram decisivas para o julgamento
José Roberto Arruda (PSD) está fora da disputa pelo Governo do Distrito Federal em 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, nesta quinta-feira (24), por 5 votos a 2, o recurso apresentado pelo ex-governador e manteve a decisão que havia negado o registro de sua candidatura no Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF).
A maioria dos ministros concluiu que Arruda permanece inelegível em razão de condenações por improbidade administrativa relacionadas à Operação Caixa de Pandora. O caso investigou um esquema de corrupção envolvendo contratos do Governo do DF durante sua gestão. Para o relator, ministro Dias Toffoli, permanece uma condenação colegiada capaz de impedir a candidatura, mesmo após as mudanças na Lei da Ficha Limpa.
A defesa sustentava que as condenações decorreram de fatos conexos e que o prazo de inelegibilidade deveria ser contado a partir da primeira decisão. Com esse cálculo, Arruda poderia concorrer em 2026. O argumento não prevaleceu no TSE. Dois ministros votaram a favor do recurso do ex-governador, mas ficaram vencidos.
A decisão altera a corrida eleitoral no Distrito Federal a poucos dias do primeiro turno. Arruda vinha participando da campanha e aparecia entre os nomes mais citados nas pesquisas de intenção de voto. Com a rejeição do registro, ele deve encerrar os atos de campanha e perde o acesso aos recursos públicos destinados à candidatura.
A retirada do nome de Arruda das urnas ainda depende de uma questão técnica: a preparação e a lacração dos equipamentos já haviam começado quando o TSE concluiu o julgamento. A Justiça Eleitoral deverá definir como executar a decisão e informar aos eleitores os efeitos sobre eventuais votos dados ao ex-governador.
Modelo apresentado pela candidata prevê participação direta da população nas decisões do mandato
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) colocou a representação do Entorno entre os principais temas defendidos por Joscilene do Mangão. Candidata a deputada estadual, ela apresentou um modelo de atuação que pretende aproximar o mandato dos municípios e ampliar a participação da população nas decisões sobre a destinação de emendas parlamentares.
Entre as medidas defendidas está a criação do Gabinete Itinerante do Entorno. A estrutura teria atendimento em Novo Gama e percorreria outras cidades da região para receber diretamente as demandas dos moradores. A proposta busca reduzir a distância entre a população e o gabinete parlamentar instalado em Goiânia.
Joscilene também pretende ampliar a participação dos moradores nas decisões sobre emendas. Pelo modelo denominado Mandato Participativo, a população poderá sugerir demandas e votar nas prioridades que deverão receber recursos indicados pela parlamentar, caso seja eleita.
A candidata incluiu ainda a prestação de contas mensal entre os compromissos apresentados para um eventual mandato. A intenção é manter a agenda pública disponível nas redes sociais e divulgar periodicamente informações sobre a atuação parlamentar. “Quem exerce um cargo público tem que prestar contas todo mês, não só na hora da eleição”, afirmou Joscilene.
Além da relação direta com os eleitores, a candidata pretende buscar uma atuação conjunta da bancada do Entorno na Assembleia. A estratégia seria reunir deputados e deputadas ligados aos municípios da região em torno de demandas comuns, numa tentativa de ampliar o espaço dessas pautas nas discussões estaduais.
A proposta de articulação ocorre em uma região formada por municípios diretamente ligados à dinâmica do Distrito Federal, mas cujas demandas por serviços públicos, infraestrutura e investimentos também dependem de decisões tomadas pelo governo e pelo Legislativo goianos.
Ao colocar o entorno no centro de sua plataforma para a Alego, Joscilene busca transformar a proximidade com os municípios em uma das marcas de sua candidatura. O modelo apresentado combina presença nas cidades, participação dos moradores na definição de prioridades e divulgação periódica das ações do mandato. “Transparência não pode ser só promessa”, declarou a candidata.
Regra da ANS entra em vigor em 1º de outubro e inclui o dispositivo e sua inserção, conforme os critérios estabelecidos
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu o DIU hormonal entre os procedimentos de cobertura obrigatória dos planos de saúde para pacientes com endometriose. A regra entra em vigor em 1º de outubro de 2026.
Segundo a Agência Brasil, a cobertura vale nos casos em que há contraindicação ou falta de adesão aos contraceptivos orais combinados. A obrigação abrange tanto o dispositivo quanto o procedimento necessário para inseri-lo.
Cobertura depende dos critérios da ANS
A mudança foi estabelecida por uma resolução normativa que altera o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Por isso, a notícia não deve ser interpretada como liberação irrestrita do DIU hormonal para todas as beneficiárias: a indicação precisa atender às condições previstas na regra.
O dispositivo libera levonorgestrel, um hormônio que pode reduzir o fluxo menstrual. Para pacientes com endometriose, o tratamento pode integrar a estratégia de controle de sintomas, conforme avaliação do profissional de saúde.
Beneficiárias que se enquadrem nos critérios poderão consultar o médico e verificar com a operadora os passos para solicitar a cobertura a partir da entrada em vigor da norma.
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