Intervenções começam nesta quarta-feira e seguem até domingo por causa de programação estudantil e da Stock Car.
Sinalização inicial começa na quarta-feira
O trânsito na Asa Norte passará por alterações de quinta-feira (27) a domingo (30) em razão de eventos no Autódromo Internacional de Brasília. A preparação começa às 23h59 desta quarta-feira (26), quando agentes do Detran-DF iniciam a montagem da sinalização em frente ao Depósito de Veículos Apreendidos (DVA-I), na SGAN 907, para um evento marcado para as 9h de quinta. As intervenções incluem redução de velocidade na SRPN, faixa de pedestres provisória e apoio à travessia, com previsão de encerramento às 10h30.
Área especial para visita de estudantes
Na sexta-feira (28), o órgão organizará uma área de embarque e desembarque para ônibus escolares próximo ao DVA-I, nas imediações da rotatória da Apub. A partir das 13h30, agentes controlarão a entrada e saída dos veículos. Em caso de chuva, os ônibus poderão acessar o Autódromo pela entrada em frente ao Colégio Militar de Brasília. As ações seguirão até as 18h.
Bloqueios para a Stock Car no sábado e domingo
Para o Grande Prêmio BRB Stock Car 2025, a partir das 23h59 de sexta-feira (28) será implantada uma operação especial de trânsito. Estarão bloqueadas a via entre o Autódromo e o Estádio Nacional até a curva do Chinelo, a rotatória da Apub, a SRPN no sentido W5 Norte, o contorno do Autódromo pelo acesso da W5 Norte e do Colégio Militar, além do retorno da W4/W5 Norte na altura da 704/705.
No entorno do Estádio Nacional, a sinalização reforçará a proibição de retornos e de estacionamento irregular. O estacionamento do Colégio Militar será exclusivo para táxis. O controle de tráfego ficará a cargo do Detran-DF no sábado e, no domingo, da PMDF. Painéis eletrônicos orientarão motoristas e pedestres durante todo o evento.
Colpar Agro é eleita a 8ª maior empresa de produção agropecuária do Brasil
Ranking da revista Globo Rural destaca principais players do setor
A Colpar Agro, empresa nacional que integra a holding Colpar Brasil, acaba de ser eleita a 8ª maior empresa do setor de produção agropecuária do País, segundo a 21ª edição do anuário “Melhores do Agronegócio”, produzido pela revista Globo Rural, em parceria com a Serasa Experian. A elaboração do ranking leva em conta indicadores financeiros (70%) e resultados socioambientais (30%).
A publicação lista as 500 principais empresas do agronegócio que atuam em 20 segmentos, escolhidas com base em dados financeiros e em aspectos sobre responsabilidade socioambiental. “É uma grande satisfação estar entre os melhores do agronegócio, sobretudo porque o ranking leva em conta a política de sustentabilidade das empresas”, comemora José Roberto Colnaghi, acionista fundador e presidente do Conselho de Administração da Colpar Brasil.
“Desde a nossa criação, escolhemos o desenvolvimento sustentável do agronegócio aliado à alta tecnologia, entendendo que o progresso em nossa atuação só tem sentido na medida em que desenvolvemos as comunidades onde estamos inseridos e cuidamos do meio ambiente”, complementa o executivo.
Fundada em 2014, a empresa conta com um total de 25 fazendas, sendo 17 de pecuária, 5 de lavoura e 3 de eucalipto. Desenvolve a pecuária, pastagem, confinamento e rebanho em 115 mil hectares de fazendas localizadas no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Destaca-se com uma das principais companhias do País na produção de proteína animal.
A holding Colpar Brasil soma quase 60 anos de história e impulsiona outras marcas em importantes segmentos brasileiros, além da Colpar Agro, sendo elas: Asperbras (Irrigação, Saneamento e Soluções para o Agronegócio), Bonolat (Laticínio e Envase), Abitte Urbanismo (incorporação e construção), Greenplac (Painéis de MDF de Eucalipto) e uma fundação sem fins lucrativos, a Fundação Nelly Jorge Colnaghi – ONG centralizadora de ações do grupo.
A premiação dos “Melhores do Agronegócio” aconteceu na última segunda-feira, dia 24 de novembro, em São Paulo, em cerimônia somente para convidados e imprensa.
Secretário do Entorno do DF recebeu o Troféu Maguito Vilela em evento que reuniu autoridades e artistas nacionais
Reconhecimento a lideranças públicas
O secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal, Pábio Mossoró, recebeu o Prêmio Personalidades Brasileiras 2025 – Troféu Maguito Vilela, durante a 3ª edição da premiação idealizada pelo jornalista e fundador da AlôTV, Leno Silva. O evento, realizado em Brasília, homenageou nomes de destaque da política, do empreendedorismo e da cultura nacional.
Homenagem a Maguito Vilela
A cerimônia contou com a presença do vice-governador de Goiás e filho do homenageado, Daniel Vilela. O prêmio leva o nome do ex-governador Maguito Vilela e, segundo os organizadores, simboliza a valorização de personalidades que contribuem de forma significativa para o desenvolvimento do país.
Artistas e personalidades participaram
Além de autoridades e empresários, o evento reuniu artistas conhecidos do grande público, entre eles Gusttavo Lima, Helen Ganzarolli, Adriana Bombom, Nelson Freitas, Galã do Brega e Rayan Barreto. De acordo com a organização, a edição deste ano “foi mais que um sucesso”, reforçando a consolidação da premiação no calendário nacional.
Cobertura nas redes sociais
A AlôTV destacou que todo o conteúdo da festa está disponível nas redes sociais da emissora. “Já está tudo nos destaques”, informou o perfil oficial, convidando o público a acompanhar os bastidores da cerimônia.
(Matéria produzida com base em informações fornecidas pela assessoria.)
Localizado às margens da BR-060, novo espaço se apresenta como atrativo para turistas que circulam entre Brasília e Goiânia
Alexânia inaugura, na sexta-feira (28/11), o Teatro Marie Padille, novo equipamento cultural do Entorno do Distrito Federal. Construído em ponto estratégico às margens da BR-060, o espaço se coloca como mais uma atração para quem visita a região, atraído pelo comércio, pelo artesanato e pelas paisagens naturais.
A abertura será com “O Melhor dos Melhores”, espetáculo da companhia Os Melhores do Mundo, que comemora 30 anos de carreira. A apresentação marca o início da Gala Inaugural, que segue até março, com atrações de música, dança e teatro.
A diretora e coordenadora artística da Cia. Marie Padille, Valéria Vannucci, explica o propósito da temporada. “Os artistas abriram mão do cachê e todo recurso durante a gala será revertido para ampliar as aulas gratuitas de teatro, dança, canto e muito mais para as crianças de Alexânia”. Para ela, “a maior e melhor ferramenta para o desenvolvimento intelectual e criativo das crianças é a arte”.
O Teatro Marie Padille é o primeiro do país construído integralmente dentro de princípios ESG. O espaço tem 120 lugares e dez camarotes, além de abrigar a Escola de Artes e a Escola de Teatro, um espaço agroecológico, área para eventos e restaurante. A proposta une cultura, inclusão e sustentabilidade, fortalecendo a economia criativa do Entorno e ampliando oportunidades para crianças e jovens da rede pública.
Apoio
Idealizado pela empresária e advogada Edna Pinato, o projeto ganhou apoio expressivo nas redes sociais, com manifestações de artistas e personalidades como Alcione, Fábio Porchat e o maestro do Teatro Nacional, Cláudio Cohen.
Para o secretário do Entorno do DF, do Governo de Goiás, Pábio Mossoró, o novo espaço representa um avanço importante. “O Teatro Marie Padille é um símbolo do potencial do Entorno. É cultura que valoriza os talentos locais, movimenta a economia criativa e mostra que o Entorno também é palco de grandes realizações artísticas. Essa iniciativa é um orgulho para Alexânia e para toda a região”.
Programação
A Gala Inaugural terá apresentações da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, da Banda Sinfônica de Aparecida, o espetáculo “E o Amor Criou Asas”, com Aretha Marcos, e a montagem de “O Mágico de Oz”, da Cia. Carol Dornas. A renda será destinada integralmente à manutenção da escola.
Com arquitetura moderna e estrutura completa, o Teatro Marie Padille reforça Alexânia como novo polo cultural do Estado de Goiás e amplia as opções de lazer e turismo no Entorno.
Programação completa: teatromariepadille.com.br
Secretaria de Estado do Entorno | Governo de Goiás
Programação gratuita reúne artistas regionais e nacionais em frente à Rodoviária da cidade nos dias 28 e 29 de novembro.
A cidade de Novo Gama se prepara para duas noites de fé, música e celebração em homenagem ao Dia do Evangélico. As atividades serão realizadas nos dias 28 e 29 de novembro, a partir das 19 horas, em frente à Rodoviária de Novo Gama, em um espaço organizado para receber moradores, famílias e visitantes. Toda a programação é gratuita.
O evento foi desenvolvido para promover um momento de espiritualidade e integração entre a comunidade. No primeiro dia, 28 de novembro, o público poderá acompanhar as apresentações do cantor Theo Rubia, um dos nomes mais conhecidos da música gospel nacional, e do artista goiano Thiago Vale.
A programação continua no dia 29 com uma sequência de shows que incluem as bandas Black, Tempero do Céu, Marvim, Marcos Vinícius, Ministério Ágape e a banda Plenitude, reunindo diferentes estilos e ministérios que compõem o cenário gospel regional.
A proposta da Secretaria de Cultura, com apoio da prefeitura, é oferecer um ambiente seguro e acolhedor para celebrar a data e fortalecer a união entre as igrejas e a população. As apresentações devem movimentar o público durante as duas noites, marcadas por momentos de louvor e adoração.
A despedida da primavera têm levado várias famílias às praias da capital, para curtir uma nova experiência de bem-estar, saúde e atividade física.
A pouco mais de um mês para o início do verão (21), as altas temperaturas ditam o ‘climinha’ de final de ano nas orlas de Salvador. Em meio aos sombreiros, banhos de mar e pratinhos de acarajé, o lazer em família ganhou força no litoral, atraindo pais e filhos à vivenciar novas experiências na Baía de Todos-os-Santos.
Opção de lazer durante a primavera/verão, a canoa havaiana é um dos esportes náuticos que segue em alta na temporada. A modalidade, que conquistou o coração de baianos e turistas, se tornou um fenômeno de diversão, saúde e mindfulness, com opções nas praias da Preguiça, Gamboa, Itapuã, Barra, Calçada e Ribeira.
Conduzidas por equipes técnicas e multiprofissionais, as remadas são alternativas saudáveis e cada vez mais frequentes no litoral baiano. Com o verão batendo na porta, o Clube de Canoagem Kaiaulu Va’a têm se destacado pela sua atuação na cena soteropolitana, conduzindo o público pelo contato com a natureza, bem-estar e práticas esportivas diferenciadas.
O roteiro wellness, que sai das areias da Preguiça, traz remadas compassadas com instrutor, traçando um percurso com vista para o Forte São Marcelo, Elevador Lacerda e Mercado Modelo. As paradas para mergulho e registros instagramáveis acontecem na plataforma Flutuador – com vista para o nascer ou pôr do sol –, além de outras atividades disponibilizadas pelo clube: café da manhã, yoga, brincadeiras temáticas e música ao vivo.
Segundo a gestora do Clube de Canoagem Kaiaulu Va’a, Lorena Lago,houve um acréscimo significativo na procura por atividades físicas, como a canoagem havaiana, que promovem o bem-estar individual e o contato com a natureza. “Em uma sociedade tão corrida como a nossa, esses momentos de relaxamento e de se desconectar com a rotina, acabam se tornando uma experiência única. Observamos o aumento de turistas pela modalidade, mas também dos moradores de Salvador que querem vivenciar esse novo lifestyle saudável (para mente e corpo)”, comenta.
Trazendo um refresh para dias mais quentes, o Kaiaulu Va’a aposta na canoagem havaiana como alternativa saudável para dias mais calorosos. Com temperaturas que podem atingir 32ºC nos próximos quinze dias, a despedida da primavera já dá um ‘gostinho’ do que vem pela frente; e reforça o estímulo à prática de esportes náuticos na capital.
De acordo com Lorena, o interesse das famílias tem sido um dos principais motores do crescimento da modalidade, reunindo pais, filhos, irmãs, amigos e influencers em momentos de happy hour. “Tem sido muito bonito ver pais e filhos compartilhando a remada, se conectando com a natureza e criando memórias na Baía. A canoagem virou um momento de união e alegria para muitas famílias”, revela.
Somente este mês, o Clube de Canoagem Kaiaulu Va’a já realizou quatro passeios temáticos. Além da popular Remada da Lua Cheia e da programação especial nos feriados, outra prática que tem se popularizado é o AcroYoga + canoa havaiana, que convida à uma experiência de corpo, mente e natureza. “O mindfulness é uma das prioridades desses circuitos, independente da estação. Com o verão batendo na porta, a projeção é que mais e mais pessoas venham conhecer a remada nas canoas havaianas, já que a prática despontou em outros lugares, como o Rio de Janeiro. O cuidado, no entanto, deve permanecer em favor das crianças, diante do aumento das temperaturas”, conclui.
O valor da operação é de R$ 2,5 bilhões (Enterprise Value 100%); a EDF Brasil passa a ter 75% da participação da Neoenergia na usina hidrelétrica de Dardanelos, localizada em Mato Grosso e com capacidade instalada de 261MW
Em linha com objetivos da companhia, transação reforça estratégia de rotação de ativos
A Neoenergia anunciou, nesta sexta-feira (21), a venda de 75% de sua participação da usina hidrelétrica Dardanelos, localizada em Mato Grosso, para a EDF Brasil Hidro Participações S.A. (“Hidro Participações”). A participação restante no ativo, de 25% do capital social, será mantida pela Neoenergia por meio de uma nova sociedade. Nesta mesma data, a Neoenergia e EDF Brasil Holding S.A. (“EDF Brasil Holding”) celebraram um acordo de investimentos por meio do qual a Neoenergia realizará um aporte de R$ 93.500 milhões na Hidro Participações, passando a deter 25% do capital social da Hidro Participações e a EDF Brasil Holding os outros 75%.
Em até dois anos e meio da conclusão da operação, a EDF Brasil Holding terá o direito de adquirir os 25% da Neoenergia. A Neoenergia poderá também alienar a totalidade de sua participação.
O valor negociado da transação é de R$ 2,2 bilhões(Enterprise Value de 100%), que será atualizado pela variação do CDI desde dezembro de 2024 até a data do fechamento da operação (o valor atualizado até a data da assinatura é de um Enterprise Value de R$ 2,5 bilhões, que continuará sendo corrigido pela variação do CDI até a conclusão da operação), além de ajustes usuais para esse tipo de transação.
Localizada no rio Aripuanã, no estado do Mato Grosso, a usina tem cinco unidades geradoras com capacidade instalada de 261MW, suficiente para atender a cerca de 1,4 milhões de habitantes.
“Essa operação reforça a estratégia de rotação de ativos da Neoenergia com foco na otimização de portfólio com geração de valor, seguindo a disciplina de capital e simplificação da estrutura. Assumimos o controle de Dardanelos em 2023. Agora, com essa venda, conseguimos maximizar o valor do ativo para nossos acionistas. A transação reforça a criação de valor por meio de M&As (sigla em inglês para fusões e aquisições), sendo que nos últimos três anos já foram realizadas mais de 10 operações pelo Grupo Neoenergia”, afirma Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia.
Segundo o executivo, a transação também trará impactos financeiros positivos à Neoenergia tanto em EBITDA como lucro líquido, além de fortalecer o caixa da companhia com a redução da alavancagem.
A conclusão da operação está sujeita a condições precedentes que são usuais nesse tipo de transação, incluindo a aprovação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A usina hidrelétrica Dardanelos está em operação comercial desde agosto de 2011.
Sobre a Neoenergia: Companhia de capital aberto com ações (NEOE3) negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Parte do grupo espanhol Iberdrola, a empresa atua no Brasil desde 1997, sendo atualmente uma das líderes do setor elétrico do país. Presente em 18 estados e no Distrito Federal, seus negócios estão divididos nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As suas distribuidoras, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Brasília (DF) atendem a cerca de 17 milhões de clientes, o equivalente a uma população de quase 40 milhões de pessoas.
A Neoenergia possui 4,2 GW de capacidade instalada em geração, sendo 87% de energia renovável. Em transmissão, são 5,7 mil km de linhas em operação e 2,6 mil km em construção. Por meio do Instituto Neoenergia, fomenta ações socioambientais que contribuem para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde a empresa atua, sobretudo, pessoas mais vulneráveis, visando sempre pelo desenvolvimento sustentável. Como parte do compromisso para ampliar a participação da mulher na sociedade, a Neoenergia patrocina o Comitê Olímpico do Brasil (COB), beneficiando principalmente aquelas que representam o Time Brasil. Desde janeiro de 2021, integra a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão – que reúne companhias que possuem as melhores práticas de governança e sustentabilidade corporativa.
A ministra Marina Silva sendo ovacionada na plenária final da COP30, em Belém (PA). - Foto: Foto: Rogério Cassimiro/ MMA
Após 13 dias de articulação, texto de consenso avança em temas como transição justa e financiamento da adaptação. Um total de 122 nações apresentaram novas Contribuições Nacionalmente Determinadas e Brasil lançou o Fundo Florestas Tropicais para Sempre
A COP30 chegou ao fim neste sábado, 22 de novembro, com a aprovação por 195 países do Pacote de Belém (PA). As 29 decisões aprovadas por consenso na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima incluem avanços em temas como transição justa, financiamento da adaptação, comércio, gênero e tecnologia. O texto renova o compromisso coletivo com a ação acelerada, de modo a tornar o regime climático mais conectado à vida das pessoas.
“Ao sairmos de Belém, esse momento não deve ser lembrado como o fim de uma conferência, mas como início de uma década de mudança”, afirmou o brasileiro André Corrêa do Lago, presidente da COP30. “O espírito que construímos aqui não termina com o martelo batido. Ele permanece em cada reunião governamental, em cada conselho de administração e sindicato, em cada sala de aula, laboratório, comunidade florestal, grande cidade e cidade costeira”, completou.
Na plenária de encerramento, em que foi aplaudida de pé por mais de três minutos, a ministra Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) fez um balanço dos trabalhos, entre desafios e conquistas. Para ela, em que pese o fato de não ter havido um consenso global em torno da proposta de estabelecer um Mapa do Caminho da transição energética para um mundo sem combustíveis fósseis, a ideia ficou sedimentada no cenário internacional, com adesão de mais de 80 nações, e houve avanços significativos.
“Demos um passo relevante no reconhecimento do papel de povos indígenas, comunidades tradicionais e afrodescendentes. A transição justa ganhou corpo e voz. Lançamos o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, mecanismo inovador que valoriza aqueles que conservam e mantêm as florestas tropicais”, lembrou Marina. “Cento e vinte e duas Partes apresentaram suas Contribuições Nacionalmente Determinadas, com compromissos em reduzir emissões até 2035. Faltam outras Partes, mas esses resultados são ganhos fundamentais para o multilateralismo climático”, listou.
O presidente da COP30, Andre Corrêa do Lago, durante plenária de encerramento do evento em Belém
VITÓRIAS SIGNIFICATIVAS – Em coletiva de imprensa no fim da Cúpula do G20, neste domingo, na África do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores) também comentaram os resultados da COP30. Para o chanceler brasileiro, o evento no Brasil teve vitórias significativas em três dimensões.
“A primeira foi a vitória do multilateralismo climático, que vinha sendo questionado com recuos recentes no tratamento da mudança do clima. A segunda é que se triplicou os recursos para adaptação, para ajudar populações ao mesmo tempo mais vulneráveis e menos responsáveis pela mudança do clima, o que é essencial. E, terceiro, a criação de apoio aos países em transição justa”, disse o ministro.
Para o presidente Lula, o evento teve ganhos tanto do ponto de vista político quanto de legado para a cidade. “Estou muito satisfeito com o sucesso da COP em Belém. Foi um sucesso extraordinário. Aprovou-se um documento único, o multilateralismo saiu vitorioso e Belém ficou maravilhosamente bonita para o povo do Pará”, disse o presidente, que reforçou a importância do Mapa do Caminho para o fim dos combustíveis fósseis como uma ideia que deve ganhar força gradativa.
“O que quisemos e conseguimos foi começar um debate sobre uma coisa que todo mundo sabe que vai ter que acontecer. Se é verdade que os combustíveis fósseis estão responsáveis por mais de 80% da emissão de gás de efeito estufa, é verdade que nós precisamos dar uma solução nisso. O que nós colocamos é o seguinte: é possível”.
FINANCIAMENTO – As decisões aprovadas no Pacote Belém incluem o compromisso de triplicar o financiamento da adaptação até 2035 e a ênfase na necessidade de os países desenvolvidos aumentarem o financiamento para nações em desenvolvimento. As partes concluíram o Roteiro de Adaptação de Baku, que aprova e estabelece o trabalho para 2026-2028, até o próximo Balanço Global do Acordo de Paris.
59 INDICADORES – A conferência climática finalizou um conjunto abrangente de 59 indicadores voluntários para monitorar o progresso sob a Meta Global de Adaptação. Os indicadores envolvem setores como água, alimentação, saúde, ecossistemas, infraestrutura e meios de subsistência, e integram questões transversais como finanças, tecnologia e capacitação.
PESSOAS NO CENTRO – As Partes aprovaram também um mecanismo de transição justa que coloca as pessoas e a equidade no centro da luta contra a mudança do clima. A iniciativa pretende aprimorar a cooperação internacional, a assistência técnica, a capacitação e a partilha de conhecimento.
Visão geral da plenária de encerramento da COP30
GÊNERO – Dentre outros documentos, os países aprovaram um Plano de Ação de Gênero, que aprimora o apoio ao ponto focal nacional de gênero e mudanças climáticas. A iniciativa amplia o orçamento e o financiamento sensíveis ao gênero e promove a liderança de mulheres indígenas, afrodescendentes e rurais, entre outros tópicos.
AMBIÇÃO COLETIVA – Outro documento, a Decisão Mutirão, reafirma a determinação em aumentar a ambição coletiva ao longo do tempo, passando das negociações para a implementação, agora que o Acordo de Paris e seus ciclos estão em andamento. Os seguintes mecanismos de implementação ajudarão a acelerar esse processo:
● O Acelerador Global de Implementação: Uma iniciativa colaborativa e voluntária lançada sob a liderança das Presidências da COP30 e COP31 para apoiar os países na implementação de suas NDCs e Planos Nacionais de Adaptação (PNAs).
● A Missão Belém para 1,5 °C é uma plataforma orientada para a ação sob a liderança da COP29-COP31, visando promover maior ambição e cooperação internacional em mitigação, adaptação e investimento.
“A Decisão Mutirão define o espírito da nossa COP: uma mobilização global contra as mudanças climáticas que celebra o 10º aniversário do Acordo de Paris e abre caminho para mais ambição durante esta década crítica”, disse Corrêa do Lago. Ele lembrou que o trabalho ainda é longo, já que o Brasil seguirá presidente da COP até novembro de 2026. Ele reafirmou o compromisso do Brasil em avançar em três pilares principais da COP30: fortalecer o multilateralismo e o regime climático, conectar as iniciativas climáticas à vida diária das pessoas e acelerar a implementação do Acordo de Paris.
COP DA IMPLEMENTAÇÃO – Uma série de anúncios e iniciativas de impacto sob a Agenda de Ação demonstrou como a implementação já está em curso:
● A iniciativa FINI (Fostering Investible National Implementation) foi lançada para tornar os Planos Nacionais de Adaptação mais atraentes. Ao reunir países, bancos de desenvolvimento, seguradoras e investidores privados, a FINI pretende desbloquear USD 1 trilhão em projetos de adaptação dentro de três anos, com 20% mobilizados pelo setor privado. Uma mudança estrutural do desenho de planos para a entrega de resiliência com velocidade e escala.
● O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Fundo Verde para o Clima (GCF) destacaram vários mecanismos que já existem para avançar a adaptação, e a Fundação Gates prometeu USD 1,4 bilhão para apoiar pequenos agricultores.
● O Plano de Ação de Saúde de Belém, endossado por mais de 30 países e 50 organizações, elevou a saúde como prioridade climática. Apoiado por USD 300 milhões do Fundo de Financiadores do Clima e Saúde (Climate and Health Funders Coalition), ele fortalecerá sistemas de saúde, hospitais, vigilância e prevenção de doenças resilientes ao clima, especialmente no Sul Global.
● Dez países anunciaram apoio ao Acelerador RAIZ, nova iniciativa para restaurar terras agrícolas degradadas e mobilizar capital privado. Baseado nos programas brasileiros Caminho Verde e EcoInvest, que mobilizaram quase USD 6 bilhões para restaurar até 3 milhões de hectares, o RAIZ ajudará os países a mapear paisagens prioritárias e a conceber soluções de blended finance para escalar a restauração e proteger florestas.
Participação dos povos tradicionais bateu todos os recordes na COP30
FUNDO FLORESTAS TROPICAIS PARA SEMPRE – O lançamento, pelo Brasil, do Fundo Florestas Tropicais Para Sempre (TFFF) criou um mecanismo inédito para pagamentos de longo prazo e baseados em resultados a países com florestas tropicais pela conservação verificada de florestas em pé. O mecanismo já mobilizou mais de USD 6,7 bilhões em sua primeira fase, com o endosso de 63 países.
O TFFF cria um novo modelo de financiamento climático: países que preservam as florestas tropicais serão recompensados financeiramente por meio de um fundo de investimento global. Enquanto isso, os investidores vão recuperar os recursos investidos, com remuneração compatível com as taxas médias de mercado.
Na prática, o fundo cria uma nova economia baseada na conservação, tornando a floresta em pé uma fonte de desenvolvimento social e econômico. Os investidores não farão doações. Em vez disso, terão retornos ao mesmo tempo em que contribuem para a preservação florestal e a redução de emissões de carbono.
OCEANOS – Dezessete países aderiram ao Desafio Azul NDC (Blue NDC Challenge), comprometendo-se a integrar soluções oceano-clima nos planos nacionais. Os cinco Avanços Oceânicos (Ocean Breakthroughs) lançaram um Plano Conjunto para Acelerar Soluções, alinhando conservação marinha, energias renováveis oceânicas, alimentos aquáticos, transporte marítimo e turismo com os objetivos da Convenção do Rio. Através da Parceria Um Oceano (One Ocean Partnership), os parceiros se comprometeram a catalisar USD 20 bilhões até 2030 para paisagens marinhas regenerativas e gerar 20 milhões de empregos azuis, incorporando a equidade oceânica na resiliência climática.
PARTICIPAÇÃO SOCIAL – A COP30 cumpriu as ambições de aproximar o regime climático da vida das pessoas. A participação sem precedentes de mais de 900 Povos Indígenas na Zona Azul, a força pacífica da Marcha Climática de Belém e o lançamento do Balanço Ético Global sublinharam a ligação inseparável entre justiça climática, dignidade e solidariedade intergeracional.
OLHAR PARA O FUTURO – A presidência brasileira da COP30 reafirmou o compromisso em levar o impulso de Belém a marcos futuros — por meio de um alinhamento mais forte entre resultados da negociação e implementação no mundo real e de uma cooperação aprofundada, ancorada no espírito inclusivo do Mutirão Global. “Continuamos capazes de cooperar, de aprender e de reconhecer que não há atalhos e que a coragem para enfrentar a crise climática é resultado de persistência e esforço coletivos. Seguimos persistindo no compromisso de empreender a jornada necessária para superar nossas diferenças e contradições no urgente enfrentamento da mudança do clima”, concluiu Marina Silva. A próxima edição da COP será realizada na Austrália.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
O presidente Lula durante coletiva de imprensa em Joanesburgo, na África do Sul: 'Se alguém imaginou que poderia enfraquecer o multilateralismo, esses eventos, tanto da COP quanto do G20 aqui na África do Sul, demonstram que o multilateralismo está mais do que vivo'. Foto: Ricardo Stuckert / PR
Presidente conversou com jornalistas após cúpula de líderes na África do Sul e anunciou que o acordo entre União Europeia e Mercosul deve ser assinado no dia 20 de dezembro
Defesa do multilateralismo no âmbito do G20 como caminho para a solução dos problemas globais. Discussões sobre ferramentas para reduzir desigualdades e a insegurança alimentar. Debates sobre os usos e desafios diante da inteligência artificial, da transição energética, do uso de minerais críticos e do trabalho decente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez neste domingo, 23 de novembro, em Joanesburgo, um balanço de sua passagem pela Cúpula do G20, na África do Sul.
Na conversa com jornalistas, Lula também celebrou o resultado da COP30, concluída neste sábado, 22 de novembro, em Belém (PA), com um texto final homologado em consenso pelas 195 partes e o anúncio de novas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) por 122 nações.
“Se alguém imaginou que poderia enfraquecer o multilateralismo, esses eventos, tanto da COP quanto do G20 aqui na África do Sul, demonstram que o multilateralismo está mais do que vivo”, comentou Lula, que também lançou olhar sobre a geopolítica no Caribe e anunciou que o acordo entre Mercosul e União Europeia será assinado em dezembro.
Ao longo dos dois dias de evento, o líder brasileiro teve espaço de fala em três sessões formais do G20, realizou encontros bilaterais com mandatários de Alemanha, África do Sul, Turquia, Coreia do Sul, Canadá, Etiópia e com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, além de participar do encontro de Cúpula do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul, o IBAS. Da África do Sul, Lula segue para visita a Moçambique.
Confira, abaixo, alguns dos principais trechos de respostas do presidente Lula:
TRÊS MEGAEVENTOS – É importante ter em conta que nesses últimos 15 meses, o Brasil teve a árdua tarefa de organizar três fóruns extremamente importantes. O primeiro começou com o G20 no Rio de Janeiro, um êxito extraordinário. Depois o BRICS, também no Rio de Janeiro, que foi outro fórum extraordinário. E a COP em Belém, o que demonstra que o Brasil está mais do que preparado. Foram todos eventos de muito sucesso e estou feliz porque eles significam a sobrevivência e o fortalecimento do multilateralismo.
RESULTADO DA COP30 – Estou muito satisfeito com o sucesso da COP em Belém. Aqueles que imaginavam que Belém não estava preparada, que não ia dar certo, a COP foi um sucesso extraordinário e tenho certeza de que as pessoas que foram, que tiveram a oportunidade de conhecer a cidade, de conhecer a culinária de Belém, devem ter voltado maravilhados. Quem não fez isso, se arrependeu.
MAPA DO CAMINHO – Quando nós introduzimos a discussão sobre o Mapa do Caminho (para o fim do uso de combustíveis fósseis, na COP30), sabíamos que era um tema polêmico. O que conseguimos foi começar um debate sobre uma coisa que todo mundo sabe que vai ter que acontecer. Se é verdade que os combustíveis fósseis são responsáveis por mais de 80% da emissão de gás de efeito estufa, é verdade que precisamos dar solução nisso. No caso do Brasil, estamos dando melhor que qualquer outro país, com a introdução de 15% de biodiesel no óleo diesel e 30% de etanol na gasolina. Outros países podem fazer isso. Por exemplo, o continente africano, que precisa se desenvolver e gerar emprego, pode ser grande produtor dessa matéria-prima para exportar aos países que não têm onde plantar, como a União Europeia. Então o que colocamos é o seguinte: é possível.
AUSÊNCIA DOS EUA NO G20 – Não é a primeira vez que falta um líder importante. Em outras vezes, já fizemos o G20 sem lideranças importantes que não puderam participar. O presidente Xi Jinping não veio, mas veio o primeiro vice-ministro dele, então a China esteve com forte delegação. O presidente Trump não veio, mas vai presidir o próximo G20 nos Estados Unidos. E todos iremos prestigiar. Os Estados Unidos continuam sendo a maior economia do mundo, mas é importante saber que existimos mesmo quando eles não participam. O G20 reúne as 20 maiores economias do mundo e acho que o G20 hoje é o grande fórum de decisões multilaterais e tem a respeitabilidade de toda a economia. O que precisamos é colocar em prática as coisas que decidimos e acho que ficou claro para todo mundo com o documento assinado em Joanesburgo.
PRESENÇA MILITAR DOS EUA NO CARIBE – Eu estou preocupado porque a América do Sul é considerada uma zona de paz. Somos um continente que não temos armas nucleares, não temos bomba atômica. A mim me preocupa o aparato militar que os Estados Unidos colocaram no Mar do Caribe e pretendo conversar com o presidente Trump sobre isso. O Brasil tem responsabilidade na América do Sul, faz fronteira com a Venezuela. Acho que não tem sentido você ter uma guerra agora. Ou seja, não vamos repetir o erro que aconteceu na guerra da Rússia e da Ucrânia. Ou seja, para começar, basta dar um tiro. Para terminar, não se sabe como termina. Então é importante que a gente tente encontrar uma solução antes de começar.
ACORDO UNIÃO EUROPEIA – MERCOSUL – Eu posso garantir que no dia 20 de dezembro estarei assinando o acordo União Europeia – MERCOSUL. É um acordo que envolve, praticamente, 722 milhões de habitantes e 22 trilhões de dólares de PIB. É uma coisa extremamente importante, possivelmente o maior acordo comercial do mundo. E aí, depois que a gente assinar o acordo, vai ter ainda muita tarefa para a gente poder começar a usufruir, sabe, das benesses desse acordo. Mas vai ser assinado.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Azeite de oliva, que puxava altas há um ano, representou maior queda do estudo em 20254
A prévia da cesta de natal, do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (18) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), aponta que os itens tradicionais da cesta de Natal terão um aumento médio de 4,53% este ano. No ano passado, esse índice era de 9,16%.
O estudo deste ano incluiu na cesta os seguintes items: peru, lombo de porco, atum sólido, macarrão espaguete, caixa de bombom, panetone com frutras cristalizadas, vinho tinto, champagne, sucos néctar de laranja e morango, molho de tomate, azeitona verde com caroço, palmito, queijo ralado e azeite de oliva extra-virgem.
Todos os itens da lista – com uma única exceção – sofreram altas. O azeite de oliva aliviou o índice com -23,06% de queda nos preços.
Enquanto isso, as maiores escaladas ficaram por conta do quilo de peru (+13,62%), azeitona (+12,53%), e caixa de bombom (+10,81%).
Outros itens sazonais também foram analisados no estudo – embora fora da cesta. Ave (tipo chester) registrou um aumento de +13,85%, enquanto a alta do filé mignon foi de +9,70%. O pêssego de feira (-6,85%), além do quilo de sorvete (-6,99%), por outro lado, registraram quedas.
“Na cesta de Natal, incluímos produtos típicos das cestas prontas, enquanto nos itens de Natal consideramos aqueles que têm consumo ampliado nesta época”, explica Guilherme Moreira, coordenador do IPC-FIPE. “A mensagem principal que este estudo passa, ano após ano, é que os números reforçam a importância do planejamento antecipado para economizar nas festas de fim de ano”, completa.
Sobre a Fipe:
Criada em 1973, a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, formada por equipes de profissionais especializados e com larga experiência nas áreas de ensino, pesquisas e extensão. Entre seus objetivos está o apoio a instituições de ensino e pesquisa, públicas ou privadas, em especial o Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Por meio do desenvolvimento de indicadores econômicos e financeiros, e do estudo dos problemas econômicos e sociais do país, busca expandir conhecimento de alto valor agregado, ajudar na formulação de políticas públicas que aumentem o bem-estar da sociedade como um todo e realizar projetos e pesquisas demandadas pelos setores público e privado.
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