Início Site Página 31

Milei deve se reunir com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos nesta semana

Milei deve se reunir com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos nesta semana

Javier Milei participará de evento de gala em Washington ao lado de Eduardo Bolsonaro na próxima quarta-feira.

O presidente da Argentina, Javier Milei, será convidado de honra em um evento de gala em Washington, Estados Unidos, junto com o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A cerimônia ocorrerá na noite de quarta-feira.

Uma fonte da Casa Rosada afirmou à CNN Brasil que “muito provavelmente” acontecerá um encontro entre Milei e Eduardo Bolsonaro nessa ocasião.

De acordo com os organizadores, o evento celebra conquistas e contribuições econômicas da comunidade hispânica nos Estados Unidos. Está previsto que Eduardo Bolsonaro faça um pronunciamento após o discurso de Milei.

A expectativa é que Milei chegue a Washington na manhã de quarta para o evento. No mesmo dia, ele também terá reuniões com empresários e investidores.

Na quinta-feira, Milei deve discursar na Câmara de Comércio dos Estados Unidos e receber um prêmio.

O encontro entre Milei e Eduardo Bolsonaro ocorre enquanto o presidente argentino manifesta apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência do Brasil.

As críticas e ataques públicos de Milei ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), iniciados na Convenção Nacional do Partido Liberal, levaram o Brasil a rebaixar o nível das relações diplomáticas com a Argentina.

Montadoras chinesas ampliam presença no Salão do Automóvel de Paris

Montadoras chinesas ampliam presença no Salão do Automóvel de Paris

Fabricantes chinesas ampliam presença no Salão de Paris, com lançamentos previstos para Brasil e Europa.

A dupla BYD e Denza ganhou espaço na disputa pelo mercado internacional no Salão de Paris, apostando na chegada do novo Dolphin híbrido, que também será produzido na fábrica da Bahia, além do Atto 8 e dos importados premium Z e B9. A van é o próximo lançamento da BYD no Brasil, enquanto o modelo esportivo está previsto para o próximo semestre. Entre os expositores chineses, que respondem por 10,7% das vendas de carros novos na Europa Ocidental, marcam presença marcas como Leapmotor, GAC, Geely, Zeekr e Aito. A MG, líder entre as chinesas na França, não participou do evento.

A Leapmotor apresentou o compacto elétrico B03X e o SUV D19 como apostas para a expansão internacional, fortalecida pela parceria com a Stellantis. O B03X deve chegar ao mercado brasileiro em dezembro deste ano. Já a BYD exibiu uma variedade de modelos elétricos e híbridos plug-in, incluindo o Atto 3 Evo (Yuan Plus) e o Sealion 5, além do lançamento do Atto 8. A empresa reforça sua estratégia multitecnológica para eletrificação.

No estande da Denza, marca premium do grupo BYD, o destaque vai para o Z9 GT, com opções elétrica e híbrida plug-in. A empresa anunciou a estreia do monovolume D9 no Brasil, focado em passageiros com maior nível de conforto. A atração principal, porém, é o esportivo elétrico Z, com três motores, 1.604 cv e torque de 126,5 kgfm – com chegada prevista ao Brasil para o final deste ano e início de 2027.

A Zeekr fez sua estreia no evento com o SUV de luxo 9X, modelo híbrido plug-in posicionado no topo da linha da marca, com preço inicial a partir de 122.610 euros na Europa e entregas previstas para janeiro de 2027. Outro lançamento é o SUV elétrico médio Zeekr 7X atualizado, que traz nova plataforma de assistência à condução desenvolvida com a Bosch e recarga rápida de até 450 kW. Também foram exibidos os modelos 001, X e 7GT da linha premium elétrica.

A Geely apresentou quatro modelos, com destaque para o SUV Monjaro EM-i, híbrido plug-in montado sobre a arquitetura GEA-Evo, além do E2 (EX2), E5 (EX5) e do híbrido Starray EM-i. A GAC apostou no conceito aventureiro do Aion UT Cross, que fez sua estreia mundial em Paris e oferece autonomia superior a 400 km pelo ciclo WLTP europeu.

A Aito anunciou sua estreia no Brasil para o segundo semestre de 2027. A marca, que já atuou como Seres, prevê trazer o Aito 9, um híbrido plug-in REEV com motor 1.5 turbo para regeneração da bateria. O modelo, que será lançado na Europa no próximo ano, possui mais de cinco metros de comprimento, opções de cinco ou seis lugares e suspensão pneumática.

A Omoda & Jaecoo aproveitou o salão para exibir o Omoda 4 e o J5 elétrico. O Omoda 4 está em validação para o mercado brasileiro e será lançado no próximo semestre. O J5 faz parte dos planos da empresa, após o lançamento do J5 HEV no Brasil.

*Jorge Moraes viaja a convite da Renault

Anúncios de Trump geram medo de que EUA abandonem Ucrânia

Imported Article – 2026-10-13 19:54:24

Decisões recentes de Donald Trump aumentam temor de abandono dos EUA à Ucrânia na guerra contra a Rússia

Anúncios feitos pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nos últimos dias intensificaram o temor entre autoridades ucranianas de que o país possa ser deixado sem apoio na guerra contra a Rússia.

Após uma longa conversa telefônica entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, Trump tomou uma série de medidas, como a suspensão temporária das sanções para permitir a compra de diesel russo pelo governo norte-americano, críticas públicas ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky – sugerindo que a Ucrânia deveria ter um “novo líder” – e o anúncio de um suposto “cessar-fogo energético”. Essas iniciativas ocorreram sem consulta prévia ao governo ucraniano.

De acordo com fontes ouvidas pela CNN, o maior motivo de preocupação para Kiev são as ameaças privadas feitas pela Casa Branca. Segundo essas informações, o governo dos EUA teria ameaçado suspender o compartilhamento de informações de inteligência e a venda de armamentos à Ucrânia, incluindo por meio de parceiros europeus, caso o país continue atacando refinarias e ativos do setor petrolífero na Rússia. Segundo a imprensa europeia, também estaria em risco o programa PURL, utilizado para financiar armamentos americanos destinados à Ucrânia.

A Rússia, segundo o Kremlin, recusou retomar negociações de paz e afirma que a guerra continuará até o cumprimento de todos os objetivos russos. Na sequência, Trump anunciou que foi fechado um acordo para suspender sanções ao diesel russo, permitindo o envio de 300 mil toneladas do combustível ao mercado global e outras 500 mil toneladas prometidas para novembro. Não há informações sobre exigências de concessões à Rússia como contrapartida.

O presidente Volodymyr Zelensky respondeu classificando o acordo do diesel como um presente a Putin, que poderia resultar em mais ataques contra a Ucrânia. Em resposta, Trump se irritou publicamente e sugeriu que os ucranianos deveriam eleger outra liderança, disposta a negociar com o Kremlin.

Autoridades ucranianas veem as ações de Trump como possíveis sinais de uma virada estratégica dos EUA, deixando de pressionar Moscou a encerrar a invasão e passando a fazer concessões à Rússia e aumentar exigências à Ucrânia. Caso o apoio militar seja reduzido, Kiev teme não resistir aos ataques russos e uma possível vitória militar da Rússia, com o risco de perda definitiva de territórios ocupados.

Propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro é exibida sem áudio nesta segunda | Blogs | CNN Brasil

Propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro é exibida sem áudio nesta segunda | Blogs | CNN Brasil

A propaganda eleitoral do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL)foi exibida sem áudio nesta segunda-feira (12) na rede de TV aberta. A campanha do candidato afirmou que o material estava correto e havia sido checado antes da transmissão.

Em um vídeo enviado à imprensa após o episódio, Flávio afirmou que seu programa foi transmitido sem som, enquanto o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi exibido normalmente.

“Hoje, pela primeira vez na história de uma campanha presidencial, o meu programa eleitoral foi transmitido sem som”, declarou. “Eles acham que vão calar minha voz. Mas não vão calar, não vão conseguir, não adianta”, acrescentou.

A campanha de Flávio disse que o áudio do material estava normal e que o conteúdo havia passado por checagem antes de ser enviado para exibição, algo que é padronizado. A equipe investiga que o problema tenha acontecido por parte da emissora geradora, responsável por transmitir o sinal que é recebido pelas demais emissoras.

Segundo a assessoria de comunicação da campanha, o material é entregue ao TSE que distribui ao pool das emissoras.

Em nota, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) afirmou ter se tratado de um “problema técnico no Pool de Mídias”.

“No momento da finalização das mídias, antes da exibição, não foram carregados os áudios de nenhuma das duas propagandas de televisão em bloco desta segunda-feira (12), às 13h, para o cargo de presidente da República. Contudo, houve tempo hábil para a correção do problema antes da exibição da segunda propaganda, do candidato Luiz Inácio Lula da Silva”, diz o comunicado.

O tribunal afirma ainda que o arquivo foi corrigido e será reexibido.

Também por meio de nota, a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) reiterou que a responsabilidade pela exibição é das emissoras que integram o grupo.

“Exibição do dia estava a cargo de outra empresa que integra o pool de emissoras. O pool é formado pelas emissoras de rádio e televisão e organizado pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão”, afirma.

Como funciona o horário eleitoral

No caso da propaganda presidencial em rede, uma emissora fica responsável pela geração do sinal, que é captado e retransmitido pelas demais. Por isso, uma falha na origem pode afetar a exibição em diferentes canais que recebem a mesma transmissão.

A distribuição das responsabilidades técnicas entre as emissoras é definida no planejamento do horário eleitoral.

Lula e Flávio marcam ida a Juiz de Fora antes de 2º turno | Blogs | CNN Brasil

Lula e Flávio marcam ida a Juiz de Fora antes de 2º turno | Blogs | CNN Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) marcaram idas a Juiz de Fora (MG) nos próximos dias na tentativa de ampliar o potencial de votos junto ao eleitorado mineiro.

O petista planeja um ato na cidade na próxima sexta-feira (16) e Flávio pretende ir na próxima semana, segundo articuladores do PL. Em disputa, está o eleitorado da Zona da Mata mineira, que costuma estar mais atrelado à esquerda.

Apesar de ser símbolo para o bolsonarismo desde 2018 por causa da facada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, Juiz de Fora é administrada por uma gestão petista. A prefeita da cidade é a ex-deputada federal Margarida Salomão.

No primeiro turno, Lula saiu na frente na cidade com 49,58% dos votos ante os 41,5% de Flávio.

O senador esteve na cidade antes da votação e repetiu a fotografia do pai carregado por apoiadores pelas ruas da cidade. Lula também chegou a marcar atos em Juiz de Fora, mas desmarcou por dificuldades de pouso na região.

Na mesma viagem, agora no segundo turno, Lula também tem previsão de ir a Ipatinga, no Vale do Rio Doce.

Já Flávio avalia passar por outras cidades mineiras até o dia 25 de outubro e pretende fazer atos conjuntos com o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo.

Marqueteiro diz que ataques de Paes ajudaram a impulsionar Douglas Ruas | Blogs | CNN Brasil

Marqueteiro diz que ataques de Paes ajudaram a impulsionar Douglas Ruas | Blogs | CNN Brasil

Eleito governador do Rio de Janeiro no último sábado (10), após a retotalização dos votos pelo TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro), Douglas Ruas (PL) agora concentra esforços na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) no estado.

O alinhamento com o senador foi um dos fatores que impulsionaram a ascensão de Ruas ao Palácio Guanabara, mas não o único, segundo marqueteiros ouvidos pelo blog.

O argentino Guillermo Raffo, que coordenou o marketing da campanha de Douglas Ruas ao lado do sócio e também estrategista Paulo Vasconcelos Rosário, afirma que os ataques do principal adversário, Eduardo Paes (PSD), ajudaram a impulsionar a candidatura do PL (Partido Liberal).

Segundo Raffo, a ofensiva de Paes durante a propaganda eleitoral gratuita deu visibilidade a Ruas e contribuiu para posicioná-lo como o principal adversário do então prefeito do Rio na disputa pelo governo estadual.

“O ataque acabou dando ao Douglas notoriedade e o lugar de principal adversário. Havia muito eleitor que não queria votar no Paes e ainda não sabia em quem votar. Eduardo Paes usou grande parte da campanha dele para informar ao eleitor em quem deveria votar para derrotá-lo”, afirma o marqueteiro.

Na avaliação do estrategista de marketing político, três pilares foram fundamentais para a vitória de Douglas Ruas:

  • Apresentar um Rio de Janeiro que não aparece no cartão-postal, com foco na Região Metropolitana, na Baixada Fluminense e no interior;
  • Apostar no discurso de renovação política;
  • E reforçar o alinhamento com Jair e Flávio Bolsonaro.

“A campanha podia ter tomado o caminho mais fácil: começar apresentando o Douglas como ‘o candidato de Bolsonaro’. Escolhemos primeiro apresentar o candidato, a sua história e a sua visão do Rio. Douglas mostrou personalidade própria, vigor e energia antes de dizer ‘eu estou com o Flávio’. Quando o vento da polarização chegou, ele já tinha construído o barco para aproveitar esse impulso”, avalia Raffo.

O marqueteiro também afirma que a campanha optou por apresentar propostas em vez de revidar os ataques dos adversários.

“As pessoas estão cansadas de briga política que não resolve nada. O nosso lema foi: ‘Para cada ataque, uma proposta’. E, assim, cada agressão virou prova do argumento da campanha. Quem ataca é o velho. Quem faz proposta é o novo”, diz Raffo.

Retotalização dos votos

No último sábado, Douglas Ruas foi declarado eleito governador do Rio de Janeiro após a retotalização dos votos realizada pelo TRE-RJ.

O procedimento ocorreu após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) indeferir o registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos), o que levou à anulação de 274.411 votos recebidos pelo candidato.

Com o reprocessamento, os resultados registrados nas urnas permaneceram inalterados. A mudança ocorreu no cálculo dos votos válidos, realizado pelo sistema da Justiça Eleitoral.

Inicialmente, a disputa no estado teria segundo turno entre Douglas Ruas, que recebeu 49,25% dos votos válidos, e Eduardo Paes, com 42,76%.

Com a nova totalização, Ruas passou a contabilizar 50,88% dos votos válidos, contra 44,16% de Paes, resultado que definiu a vitória do candidato do PL ainda no primeiro turno.

Técnicos do TSE dizem não poder aferir se Exército do Lula usou fake news | Blogs | CNN Brasil

Técnicos do TSE dizem não poder aferir se “Exército do Lula” usou fake news | Blogs | CNN Brasil

A área técnica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) disse nesta segunda-feira (12) não ser possível aferir se houve disparo de fake news pelo canal “Exército de Lula“, coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG).

Mais cedo nesta segunda, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, solicitou informações sobre o canal à Assessoria de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral.

Os técnicos avaliaram conteúdos compartilhados de 2 a 11 de outubro de 2026 e não foram localizadas publicações que reproduzam afirmações questionadas pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo o documento, “parte das publicações originais de setembro foi apagada a partir de 7 de outubro”.

A campanha de Flávio questionou o disparo de publicações, entre 10 e 28 de setembro, que atribuíam ao candidato do PL: a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil; o suposto envolvimentos com milícia; e a intenção de reduzir aposentadorias e benefícios sociais, além de uma suposta determinação de cancelar o reajuste do Bolsa Família.

“Quanto à circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes, não foram localizadas, entre as publicações do canal no período de 2 a 11 de outubro de 2026, reproduções das afirmações examinadas nos autos”, diz o documento.

A análise técnica é assinada pelo chefe da Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE, Frederico Alvim. O texto indica ainda preocupação com disparo em massa próximo ao segundo turno das eleições.

O documento destaca o uso no canal de uma “linguagem polarizadora, que tende a estabelecer uma lógica de confronto potencialmente contrária à condição das eleições como um substitutivo do conflito”.

No domingo (11), Nunes Marques havia suspendido o grupo de mensagens até o segundo turno.

A decisão dele, porém, foi modificada pelo corregedor do TSE, Ricardo Villas Boas Cueva, que restabeleceu o grupo eleitoral provisoriamente epediu que o episódio seja levado com urgência ao plenário do TSE. Nunes Marques, porém, ainda não marcou uma data para análise.

Após a divulgação da análise técnica, a campanha de Flávio divulgou nota em que declarou que o canal “Exército do Lula” era utilizado para difusão em massa de “conteúdo abertamente desinformativo” e “conservava a estratégia de apagar sistematicamente comandos e os conteúdos disparados, justamente para inviabilizar o controle tanto pela Plataforma, como pelo Tribunal Superior Eleitoral”.

Segundo a campanha, “esse comportamento deliberado de fuga aos mecanismos de controle é tão efetivo que a própria Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE, em seu relatório, não conseguiu detectar os ilícitos cometidos no canal, justamente porque eles estão nos links, e não nos comandos, e não foi possível acessá-los, dado o apagamento dos dados e histórico e da dependência daquilo que foi conservado pelo provedor”.

A equipe de Flávio criticou a decisão do corregedor do TSE, que reestabeleceu o funcionamento do canal, e informou que a campanha irá encaminhar ao TSE novo relatório técnico sobre o canal, “inclusive com o espalhamento em tempo real que realizou, com a conservação de grande parte do conteúdo que Janones apagou”.

Integrantes do PL descartam apoiar reeleição de Hugo Motta na Câmara | Blogs | CNN Brasil

Integrantes do PL descartam apoiar reeleição de Hugo Motta na Câmara | Blogs | CNN Brasil

O PL (Partido Liberal) descarta, por ora, apoiar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na disputa pela reeleição no comando da Casa em 2027.

Embora integrantes do PL, como o atual líder da bancada, Sóstenes Cavalcante (RJ), tenham planos de ser presidente da Câmara um dia, o partido está aberto a uma composição com o centrão para buscar um acordo que assegure a eleição de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado.

Integrantes da sigla precificam que dificilmente terão os dois comandos no Legislativo federal e estão abertos a negociar a possibilidade de apoiar um nome de fora do PL na Câmara.

A preço de hoje, a maioria no Senado tem prioridade pela visão bolsonarista de que é preciso encaminhar a abertura de pedidos de impeachment contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Bolsonaristas se queixam sobre o posicionamento político de Hugo Motta no cenário presidencial e afirmam que não há possibilidade de a bancada apoiar Hugo.

O republicano endossa a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, mesmo após o posicionamento do próprio partido de apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, manteve-se fiel ao compromisso com o petista.

O Republicanos, no entanto, pretende manter apoio à candidatura de Hugo no ano que vem.

PL avalia timing para projeto de anistia a Jair Bolsonaro | Blogs | CNN Brasil

PL avalia "timing" para projeto de anistia a Jair Bolsonaro | Blogs | CNN Brasil

O Partido Liberal (PL) estuda o melhor “timing” para apresentar uma proposta de anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

As conversas são incluídas em uma discussão ampliada sobre a eleição para o comando da Câmara dos Deputados e do Senado em fevereiro de 2027.

Dessa forma, interlocutores do bolsonarismo, ouvidos sob reserva, avaliam que talvez seja melhor deixar a proposta de anistia para o ano que vem.

Em 2027, o PL deve ter ao menos 28 senadores e 121 deputados federais. As bancadas expressivas eleitas pela sigla ajudam a fortalecer o projeto de poder para a disputa do comando das duas Casas, mas ainda será preciso negociar com os demais partidos do centrão.

O foco, agora, é em manter o favoritismo do senador Flávio Bolsonaro (PL) no cenário presidencial e esperar o desfecho da eleição no dia 25 de outubro, data do segundo turno das eleições.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da trama golpista. A condenação pela primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) foi dada em setembro de 2024.

A condenação do ex-presidente foi pelos crimes envolvendo organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência e ameaça grave; e deterioração de patrimônio tombado.

Atualmente, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar em Brasília.