Nova gestora promete revitalização de espaços públicos e mais acessibilidade nas atividades esportivas do município
A Prefeitura de Novo Gama anunciou Cléia Cardoso como a nova secretária de Esportes, Lazer e Juventude do município. Com uma trajetória marcada por atuações relevantes em outras administrações municipais, Cléia assume o cargo com a proposta de ampliar o acesso ao esporte e fortalecer políticas voltadas para os jovens da cidade.
Durante a cerimônia de posse, a nova secretária destacou a importância de tornar o esporte mais inclusivo. “Vamos trabalhar para oferecer atividades acessíveis a todos, promovendo bem-estar e integração social por meio do esporte e do lazer”, afirmou. Segundo ela, um dos focos da nova gestão será a revitalização de espaços públicos e a implementação de novos programas direcionados à juventude.
A prefeita de Novo Gama elogiou a escolha e demonstrou otimismo com os próximos passos da pasta. “Cléia tem experiência e comprometimento. Tenho certeza de que sua atuação vai contribuir significativamente para o desenvolvimento esportivo da nossa cidade”, declarou.
A nova fase da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude deve priorizar ações comunitárias, parcerias com instituições locais e projetos voltados à formação cidadã dos jovens por meio do esporte.
Secretaria do Entorno articula parceria GO-DF para a Exporide 2025Secretária Caroline Fleury recebe diretoria da Codese DF para discutir o planejamento da segunda edição do evento e ações estratégicas para o Entorno
A Secretária do Entorno do Distrito Federal (SEDF-GO), Caroline Fleury, recebeu nesta segunda-feira (31) a diretoria da Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico (Codese-DF) para discutir a segunda edição da Exporide e sua próxima fase. A proposta apresentada prevê uma parceria institucional com o Governo de Goiás para fortalecer as ações do evento, com foco nos municípios da região metropolitana do Entorno.
Entre as iniciativas está a criação de um livro com as potencialidades econômicas e produtivas de cada município, promovendo oportunidades de investimento. Segundo o presidente da Codese-DF, Leonardo Ávila, a parceria com o Governo de Goiás é essencial para consolidar o projeto e garantir os recursos necessários.
A secretária Caroline Fleury reforçou o compromisso da SEDF-GO em apoiar a articulação com outras pastas e parceiros estratégicos. Como encaminhamento, ficou acertado o agendamento de reuniões com as Secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) e da Retomada para consolidar a participação da Secretaria na segunda fase da Exporide.
Também participaram da reunião o chefe de gabinete da SEDF-GO, Gleiston de Paula, e, pela Codese DF, a vice-presidente Laura Oliveira, a secretária executiva Mara Abrahão e a líder do Eixo de Desenvolvimento Urbano, Ivelise Longhi.
Márcio Coimbra é CEO da Casa Política e Presidente-Executivo do Instituto Monitor da Democracia. Conselheiro da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig). Cientista político, mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex-diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal.
Márcio Coimbra*
Ao longo dos anos, a China se tornou o maior parceiro comercial do Brasil. A balança entre os dois países, entretanto, começou a emitir sinais de alerta, especialmente pela acentuada queda em nossas exportações e salto nas importações no último ano. Em 2024, a China representou 28,6% das nossas exportações, uma redução de 9,5% comparada a 2023, ao mesmo tempo que as importações aumentaram 19,6%.
Já alertei em diversos artigos sobre os riscos de depositarmos somente em um parceiro comercial um elevado percentual de nossas trocas internacionais, o que classifico no atual cenário, focado na China, como um claro sintoma de sinodependência. Neste contexto, nosso comércio internacional, pouco diversificado, torna o Brasil vulnerável a qualquer tipo de externalidade que possa ferir nossa economia.
No quesito importações, é fundamental entender que tipo de produtos o Brasil vem trazendo da China. Se em um primeiro momento estávamos falando de bens duráveis e equipamentos de telecomunicações, algo mudou neste cenário. Aquilo que vimos em 2024 evidencia esta realidade, uma vez que o aumento de entradas da China veio acompanhado da importação de produtos de baixo custo no mercado brasileiro, um movimento que claramente prejudica nosso desenvolvimento industrial.
Ao contrário do Brasil, a China cerca sua economia de cuidados, diversificando parceiros, sem criar dependência de qualquer nação, algo que protege Pequim de solavancos e crises. Nenhum país possui uma fatia maior do que 9% nas importações chinesas. No Brasil, a dinâmica é a oposta, uma vez que 24,5% de tudo que importamos vem diretamente do país oriental.
Os números de nossas trocas com Pequim precisam ser avaliados com cautela, com o objetivo de evitar um aprofundamento deste cenário onde nossas exportações caem drasticamente, na mesma medida que as importações de produtos de baixo custo e condições de produção suspeitas disparam em nosso país. Este é um modelo que já foi experimentado e rejeitado por outras nações, especialmente por ser extremamente predatório para a economia nacional.
Vale lembrar que o avanço da relação com Pequim cobra também seus dividendos políticos. Apesar da Nova Rota da Seda não passar pelo Brasil, no último ano, ambos os países assinaram 37 acordos que podem asfaltar este processo, um caminho já abandonado por outras nações como a Itália, que, assim como o Panamá, retirou-se da iniciativa por perceber que, além de lucros com a infraestrutura, a conta chega com uma boa dose de submissão política.
Atualmente, 65% de nossas exportações concentram-se em apenas cinco parceiros comerciais, sob a liderança inconteste de Pequim. O Brasil precisa encontrar soluções que visem evitar os riscos de uma sinodependência que fornece sinais de alerta. Precisamos evitar os exemplos de Coreia do Sul e Itália, que, ao intensificarem suas interações com a China, sofreram sérios déficits comerciais.
É extremamente necessário encontrar alternativas para estarmos inseridos nas cadeias globais de comércio de forma sadia e independente, longe de qualquer dependência.
Governador integrou painel de abertura do CNN Talks, que reúne autoridades para discutir desafios em torno do avanço da infraestrutura no Brasil
A nova modalidade para contratação de obras adotada em Goiás foi o tema que abriu o “CNN Talks Caminhos para o Crescimento: os desafios para o avanço da Infraestrutura no Brasil”, realizado na manhã desta quarta-feira (26/3), em Brasília. O governador Ronaldo Caiado, que foi um dos convidados do evento, apresentou o modelo goiano de gestão compartilhada de obras, como uma “inovação a ser replicada por todo o país”, especialmente pela capacidade de reduzir burocracia, garantir eficiência no uso dos recursos públicos e dar celeridade na entrega das obras.
“Nenhum governador suporta mais ter de cumprir todas aquelas etapas para licitar um projeto executivo, depois encarar as várias restrições ou ações judiciais contestando quem ganhou, e outras demandas seguintes”, argumentou o chefe do Executivo goiano ao expor a novidade instituída em Goiás, baseada no Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (OSC). “O controle continua com o Estado. A prestação de contas é feita com todo rigor, e temos um compliance para redigir contrato. Estamos avançando muito em obras”, pontuou.
Para exemplificar a eficiência que a parceria entre Estado e terceiro setor propõe, o governador falou sobre a construção do Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora), que começará a receber os primeiros pacientes dois anos após o início das obras. Enquanto isso, nas gestões anteriores, o Hospital Estadual de Águas Lindas ficou quase 20 anos em construção e só foi inaugurado após o atual governo destravar impasses envolvendo o contrato.
Centro-Oeste em foco
A fala de Caiado sobre os avanços em infraestrutura ocorreu durante o primeiro painel do CNN Talks, intitulado “O papel dos Estados na expansão da infraestrutura”, e que também teve a participação do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes. O diálogo foi mediado pelo diretor de jornalismo da emissora, em Brasília, Daniel Rittner, que classificou Goiás e Mato Grosso como “estados que estão no coração da produção agropecuária do país”.
“O Centro-Oeste tem uma capacidade produtiva que pode ser triplicada se tivermos o avanço da parte de logística, de rodovias e ferrovias”, assegurou Caiado ao sinalizar que Goiás está fazendo sua parte, investindo na malha viária estadual. O governador de Mato Grosso concordou com o goiano e indicou que as barreiras burocráticas prejudicam o avanço do país como um todo. “Somos capturados por interesses e narrativas que depõem contra interesses de brasileiros. Não podemos ficar reféns”, afirmou Mendes.
Durante o evento, além do modelo de contratação de obras, os participantes discutiram temas como licenciamento ambiental, investimento público em obras de infraestrutura e responsabilidade fiscal. Mendes apontou o baixo investimento na área como um dos limitadores do crescimento econômico brasileiro. “Um país que investe apenas 2% em infraestrutura ficará preso a gargalos logísticos, prejudicando a produtividade e a eficiência e comprometendo a competitividade econômica”, frisou.
No arremate do painel, o diretor de jornalismo da CNN questionou Caiado sobre os preparativos de Goiás para o leilão que buscará parceria público-privada (PPP) para a Saneago. O governador garantiu aos investidores que se trata de uma excelente oportunidade, uma vez que a empresa foi recuperada em sua gestão, “saindo das páginas policiais” e hoje obtendo distribuição de renda todo fim de ano. “Quero ver Goiás com 100% de cobertura de esgoto e água tratada”, projetou.
Caiado participa de painel sobre infraestrutura no CNN Talks, ao lado do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e def ende parceria entre Estado e terceiro setor para acelerar o desenvolvimento da infraestrutura do país – Fotos: Hegon Corrêa/Secom-GO
Sobre o CNN Talks
A CNN reuniu várias autoridades nesta quarta-feira (26) para dialogar sobre os desafios para o avanço da infraestrutura no Brasil. O evento contou com cinco painéis, com foco em mobilidade, energia e saneamento. Além de Caiado e Mendes, o debate contou com a participação do ministro das Cidades, Jader Filho, e do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, entre outros convidados. O tema entrou na pauta da emissora especialmente pela expectativa da realização de 90 leilões, em 2025, o dobro em relação ao ano passado.
Plenário do Senado Federal durante sessão solene de premiações e condecorações, destinada à entrega do Diploma Bertha Lutz 2025.
A premiação anual ocorre durante as atividades que marcam o Dia Internacional da Mulher, como reconhecimento a mulheres que se destacaram na defesa dos direitos e das questões de gênero no Brasil.
Em destaque, senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e ex-ministra de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Cristiane Rodrigues Britto, agraciada com o Diploma Bertha Lutz 2025.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Em clima de festa e emoção, o Senado Federal entregou, nesta quinta-feira (27/3), o Diploma Bertha Lutz, a maior honraria da Casa Alta para quem luta pelos direitos das mulheres, a 19 brasileiras de destaque. Entre elas, uma presença mais que especial: Cristiane Britto, ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos no governo Bolsonaro.
A cerimônia foi marcada por aplausos calorosos, sorrisos sinceros e lágrimas de gratidão. Cristiane, que também foi secretária Nacional de Políticas para Mulheres, dedicou o prêmio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Esse prêmio é seu, presidente. O senhor nos ajudou a chegar lá na ponta e salvar muitas vidas”, disse a ministra, visivelmente emocionada.
A senadora Damares Alves, que também comandou o mesmo ministério, foi quem indicou Cristiane para receber a honraria.
“Hoje é dia de celebração para todas nós, mulheres conservadoras. Cristiane, esse prêmio é um reconhecimento ao seu trabalho incansável. Antes diziam que nós não cuidávamos de mulheres. Hoje, com esse diploma, mostramos que cuidamos, sim, e com excelência.”
Damares destacou ainda que o movimento conservador é isso, a gente vem, mostra serviço e o Brasil reconhece.
Cristiane Britto reforçou seu compromisso com a defesa das mulheres brasileiras, especialmente as mais vulneráveis.
“Mulher conservadora sabe, sim, cuidar de mulher. Sabe fazer política pública de verdade. Esse prêmio não é só meu, é de todas nós que lutamos todos os dias por um Brasil melhor.”
Com essa homenagem, Cristiane entra para a história como uma das vozes femininas mais atuantes do campo conservador.
Mais de cem municípios goianos se reuniram na capital federal para debater a integração de destinos
“Se o turista quiser natureza, aventura, fé, gastronomia, cultura ou descanso… ele encontra tudo isso em Goiás e no Entorno.” A afirmação da secretária de Estado do Entorno do DF (SEDF-GO), Caroline Fleury, durante o Fórum Estadual do Turismo de Goiás, sintetiza o potencial turístico da região. O evento, realizado nos dias 25 e 26 de março, em Brasília, reuniu mais de 100 municípios goianos em um grande encontro promovido pelo Governo de Goiás, por meio da Goiás Turismo.
Durante dois dias de intensos debates, gestores, empresários e especialistas compartilharam experiências, apresentaram projetos e discutiram estratégias para impulsionar o turismo em todo o estado. Entre os destaques, a Região Metropolitana do Entorno se sobressaiu, beneficiada pela proximidade com Brasília e pela facilidade de acesso para turistas que chegam tanto pelo Aeroporto Internacional de Brasília quanto pelo de Goiânia.Caroline Fleury ressaltou a importância da integração regional para o fortalecimento econômico. “O investimento em turismo gera desenvolvimento regional, e todo mundo ganha. Precisamos dessa troca, dessa união. Por isso, como eu sempre digo: bora pra Goiás, bora pro Entorno, porque no Entorno tem”, afirmou, reforçando os slogans da Goiás Turismo e da Secretaria do Entorno para atrair visitantes.
Parcerias para impulsionar o turismo
A colaboração entre a Goiás Turismo e a SEDF-GO tem sido fundamental para estruturar rotas turísticas e promover os destinos goianos e do Entorno, tanto no Brasil quanto no exterior. Um exemplo dessa parceria está nos programas desenvolvidos pela Secretaria do Entorno, como o Embaixadores no Entorno e a feira #NoEntornoTem, que vêm ganhando cada vez mais relevância.
“Essa parceria vem para somar esforços e criar uma agenda contínua. Além da participação conjunta nas principais feiras de turismo do Brasil e do exterior, vamos trabalhar lado a lado no programa Embaixadores no Entorno, levando representantes de outros países para conhecer, vivenciar e divulgar o que temos de melhor”, destacou o presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral.
Gestores municipais que participaram do evento reforçaram a importância desse trabalho conjunto para fortalecer o turismo em todo o estado. O secretário de Turismo de Abadiânia, Daniel Antônio Rocha, enfatizou que a Goiás Turismo tem sido essencial na troca de experiências e na consolidação de Goiás no mapa turístico nacional e internacional. “A parceria entre a Goiás Turismo e os municípios tem proporcionado aprendizado e fortalecido a presença de nossas cidades nos eventos e debates do setor. O Entorno do DF tem muito a ganhar com essa união de forças, que só traz excelentes resultados”, afirmou.
Já a secretária de Turismo de Cristalina, Luciana Passos, destacou o impacto positivo da integração entre os setores público e privado para o avanço do turismo na região. “Foram dois dias incríveis, de muito aprendizado e troca de experiências. Precisamos de mais oportunidades como essa ao longo do ano, envolvendo ainda mais o poder público, o setor privado e o terceiro setor. O sucesso de cases apresentados aqui nos mostra que o segredo está em uma boa governança, boas parcerias e interesses coletivos como prioridade”, ressaltou.
Projetos que geram visibilidade
O programa Embaixadores no Entorno, que já levou diplomatas e representantes internacionais a cidades como Formosa, Cristalina e Cocalzinho de Goiás, tem se consolidado como uma das principais vitrines da região. Agora, com o reforço técnico da Goiás Turismo e a articulação da Secretaria do Entorno, a iniciativa ganha novo impulso para ampliar seu alcance e atrair ainda mais atenção para os municípios goianos.
Já a feira #NoEntornoTem reúne anualmente, em Brasília, as treze cidades do Entorno — Abadiânia, Águas Lindas, Alexânia (Olhos d’Água), Cidade Ocidental, Cocalzinho, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Padre Bernardo, Planaltina de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso — para uma grande exposição de artesanato, gastronomia e manifestações culturais.
Com iniciativas estratégicas e parcerias fortalecidas, o Entorno do DF segue ganhando projeção como um dos polos turísticos mais promissores do Centro-Oeste.
Secretaria do Entorno do Distrito Federal | Governo de Goiás
Aquisição de 60% do Banco Master por R$ 2 bilhões fortalece presença nacional e marca nova fase de expansão do banco público
Negócio amplia atuação estratégica e posiciona BRB como o nono maior banco em captação no Brasil
O Banco de Brasília (BRB) anunciou a aquisição de 60% do Banco Master por cerca de R$ 2 bilhões, em uma operação que, segundo o presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, inaugura uma nova fase de protagonismo no mercado financeiro nacional. Com a fusão, o grupo passará a operar com R$ 112 bilhões em ativos, R$ 70 bilhões em carteira de crédito e mais de R$ 100 bilhões em captação.
“Estamos incorporando uma instituição financeira que complementa nossa estratégia de crescimento e fortalecimento no mercado”, destacou Costa. “A nova instituição será mais sólida, diversificada e altamente competitiva.”
A negociação, que teve início em agosto de 2024 e foi formalizada em janeiro de 2025, contou com assessoria da PwC e do escritório Lefosse. A transação inclui 48% das ações ordinárias e ações preferenciais, conferindo ao BRB o controle majoritário do banco privado.
Costa reconheceu que a movimentação causou surpresa no setor, principalmente por envolver um banco público. “É compreensível que uma operação desse porte cause apreensão. Não é comum vermos uma proposta de aquisição entre bancos, especialmente liderada por uma instituição pública”, afirmou.
Para o presidente do BRB, a aquisição é resultado de uma decisão técnica e estratégica. “Nosso foco é claro: ser um banco moderno, competitivo e de alcance nacional”, completou.
Objetivo é auxiliar gestores de FIDCs no monitoramento dos créditos, permitindo ganhos de eficiência
São Paulo, 31 de março de 2025 – Alinhada com sua estratégia de apoiar gestores e agentes da indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), a B3 sediou nesta segunda-feira (31) o evento “Uqbar Experience 2025”, no qual foram discutidas as perspectivas para o segmento.
FIDCs são veículos de investimentos que adquirem créditos que empresas têm a receber, como parcelas de cartão de créditos e duplicatas, antecipando recursos para essas companhias e, consequentemente, colocando-se como uma alternativa eficaz de financiamento.
“A indústria de FIDCs se desenvolveu muito nos últimos anos, ganhou relevância, e o papel da B3, como principal infraestrutura do mercado de capitais do país, tem sido não apenas ajudar o mercado a se adaptar aos avanços da regulação, mas também de explorar produtos e serviços que gerem eficiência e potencializem essa indústria”, afirma Rogério Santana, diretor de Relacionamento com Clientes e Governança em Licitações da bolsa.
Ele lembra que, no período que antecedeu a entrada em vigor da Resolução 175 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em novembro de 2024, além dos desafios já esperados de tecnologia, havia também dúvidas e incertezas sobre como funcionariam os processos e até mesmos sobre quais ativos que podem compor a carteira de um FIDC seriam passíveis de registro.
“Conseguimos apoiar os agentes nesse processo de adaptação, e também nas discussões com o regulador, o que delimitou as novas obrigações de registro às cédulas de crédito bancário (CCBs) e duplicatas. Essa proximidade e parceria com os agentes foram fundamentais para consolidar a liderança da B3 no registro de CCBs e nos posicionar em um lugar de destaque com mais de 40% das duplicatas registradas por FIDCs”, diz Santana.
No fim de 2024, o mercado de FIDCs registrava um patrimônio líquido de R$ 635,9 bilhões, montante 42,2% maior em relação ao ano anterior, segundo dados do Anuário Uqbar FIDC, divulgado hoje. O relatório mostra ainda que houve um aumento de 29,4% no número de fundos da categoria, para 3.046, e um avanço de 38,2% no volume de emissões, que atingiu R$ 221,8 bilhões.
Impacto das duplicatas escriturais
A B3 também avança para apoiar todo o mercado, e em particular os FIDCs, no processo de transformação decorrente da introdução das duplicatas escriturais (eletrônicas).
Normativos do Banco Central estabelecem que as companhias com faturamento anual superior a R$ 300 milhões serão as primeiras que precisarão registrar eletronicamente as duplicatas se quiserem usá-las para a tomada de crédito. Posteriormente, a obrigação será ampliada para as médias e pequenas empresas, seguindo um calendário escalonado.
De olho nessas mudanças, a B3 está desenhando uma jornada completa que se integrará às esteiras de crédito de bancos e dos FIDCs, entendendo e respeitando suas peculiaridades e formas de atuação. “Mesmo antes dos prazos legais para as empresas, teremos condições de oferecer muitas soluções de valor agregado, como dados, relatórios e processos tecnológicos, criados pela própria B3 ou empresas do grupo, como Neoway, Neurotech e PDtec”, destaca o diretor da B3.
A B3 S.A. (B3SA3) é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo e uma das maiores em valor de mercado, entre as líderes globais do setor de bolsas. Conecta, desenvolve e viabiliza o mercado financeiro e de capitais e, junto com os clientes e a sociedade, potencializa o crescimento do Brasil.
Atua nos ambientes de bolsa e de balcão, além de oferecer produtos e serviços para a cadeia de financiamento. Com sede em São Paulo e escritórios em Chicago, Londres, Singapura e Xangai, desempenha funções importantes no mercado pela promoção de melhores práticas em governança corporativa, gestão de riscos e sustentabilidade.
Em um cenário cada vez mais digital e dinâmico, dados reforçam que a profissão é potencial às demandas das novas gerações
A Venda Direta, que envolve o contato direto entre o vendedor e o consumidor, sem intermediários, está se destacando como uma profissão alinhada às aspirações da nova geração. Como uma profissão do futuro, ela proporciona flexibilidade de horários, autonomia profissional e resultados financeiros diretamente relacionados ao seu planejamento, tornando-a ideal para quem busca equilibrar carreira e vida pessoal.
Além disso, a combinação de tecnologia avançada com interações humanas personalizadas destaca a Venda Direta como um canal promissor, adaptável às necessidades digitais das novas gerações. Esse alinhamento com as expectativas dos jovens é reforçado por um estudo da Michael Page, que revelou que os mais jovens veem o trabalho remoto como crucial: 61% da geração Z e 58% dos Millennials apontam esse formato como fator determinante para aceitar uma nova oportunidade.
Complementando essa visão, uma pesquisa realizada pelaAssociação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), em parceria com a CVA Solutions, traçou o perfil do empreendedor das Vendas Diretas, com renda mensal de até R$3.500 revelou que 53,5% dos participantes têm entre 18 e 29 anos. Esse dado evidencia o expressivo crescimento e envolvimento dessa faixa etária no empreendedorismo do setor, refletindo a tendência das novas gerações em buscar alternativas profissionais que se alinhem aos seus valores e estilos de vida.
Futuro já começou
Assim, a Venda Direta está perfeitamente adaptada às demandas contemporâneas, se posicionando como uma opção viável e atraente para aqueles que desejam empreender em um ambiente dinâmico e conectado. Essa sinergia entre tecnologia e empreendedorismo reforça a Venda Direta como uma carreira promissora no cenário atual, especialmente para jovens que buscam equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, como a Luana Bedusco, 22 anos, estudante e consultora de beleza da Natura, encontrou no espaço digital da marca a ferramenta ideal para conciliar ambas as atividades.
“Facilita muito a minha rotina, porque consigo vender em qualquer horário e de qualquer lugar. Eu já vendi muito dentro do ônibus, no intervalo das aulas, na academia”, compartilha, revelando que utiliza vídeos no TikTok para divulgar promoções e cupons. Da mesma forma, o estudante Antônio Francisco Teixeira de Melo Neto, de 19 anos, cursando Nutrição e revendedor da Herbalife, prioriza manter sua rotina de treinos e vida social, algo que a Venda Direta lhe possibilita. “Isso me dá liberdade para performar em tudo, sem aquela pressão de um horário fixo”, explica, ressaltando que as redes sociais são sua principal vitrine para alcançar clientes.
Humanização na Venda Direta
A Venda Direta ocupa uma posição estratégica no mercado, moldando a percepção que o público tem de uma marca e diferenciando-a da concorrência. Essa conexão especial, somada à ideia de que são pessoas cuidando de pessoas, fortalece o lado humano do setor. Isso a torna uma opção atraente e motivadora para quem busca empreender e claro, ideal para os consumidores.
“A ABEVD lidera esse processo de inovação para atrair novos empreendedores e fortalecer a Venda Direta como um centro de oportunidades acessível a todos. Acreditamos que este modelo transcende a simples troca comercial, sendo uma rede de conexões que impulsiona negócios em diferentes modelos, seja o tradicional ou o digital”, explica Adriana Colloca, presidente da ABEVD.
A entidade ainda reforça que o objetivo é reposicionar a atividade, de acordo com a evolução que sofreu, destacando o propósito e relevância econômica e social, além de gerar orgulho de pertencimento entre os que já fazem parte dessa rede. “A iniciativa também visa atrair novos participantes e apoiadores, reforçando a imagem de um mercado que, há 80 anos, oferece oportunidades de renda e desenvolvimento para quase 3 milhões de pessoas no Brasil e movimenta mais de R$50 bilhões na economia”, acrescenta Adriana.
Para os associados, esse modelo de negócio oferece a qualquer pessoa a chance de ter mais qualidade de vida, além de ser uma oportunidade de atividade complementar ou como carreira independente em tempo integral. “Com foco no potencial de crescimento, rentabilidade e credibilidade, a Venda Direta vai além dos números: é um negócio que impacta vidas e lares, promovendo bem-estar e liberdade para mudar o futuro”, completa Adriana.
Destaque para o crescimento da Venda Direta
Em 2024, o setor de venda direta apresentou crescimento, impulsionado por empresas como a Cacau Show, que registrou um faturamento de R$ 430 milhões – um aumento de mais de 30%. A marca contou com uma rede de 81,5 mil revendedores e um aumento de 112% nos cadastros em seu site. Assim, a Venda Direta reafirma seu papel como um modelo de negócios em constante evolução, acompanhando as mudanças do mercado e oferecendo caminhos viáveis para o crescimento pessoal e profissional de milhões de brasileiros.
SOBRE A ABEVD
Criada em 1980, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos que busca promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços por meio do relacionamento dos empreendedores independentes com seus consumidores finais. Acesse: www.abevd.org.br. A venda direta é um sistema de comercialização de produtos ou serviços, por meio do relacionamento ou influência entre empreendedores independentes e seus clientes, de forma presencial e/ou digital, fora de um estabelecimento comercial fixo. A ABEVD também compõe a World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações nacionais de vendas diretas existentes no mundo. E pelo 4º ano consecutivo, a ABEVD foi reconhecida com o Platinum Status, considerado como o mais alto nível e que atende todos os parâmetros de governança para uma associação. Atualmente, cerca de 3,5 milhões de empreendedores independentes atuam em diferentes categorias, como produtos de saúde, beleza, utilidades domésticas, vestuário, alimentos, joalheria, entre muitos outros. A ABEVD hoje conta com cerca de 50 associadas, como: Avon, Cacau Show, DeMillus, Herbalife, Hinode Group, Jequiti, Mahogany, Mary Kay, Natura, Pormade Portas, Produce, Tupperware, Yakult etc. Todas as empresas associadas à ABEVD passam por uma rígida análise em seu plano de negócio, oferecendo um maior nível de proteção ao consumidor e empreendedor independente. Confira as empresas associadas: www.abevd.org.brempresas-associadas/
Na manhã do último sábado (29), o Movimento Conservador DF reuniu diversas lideranças durante o segundo encontro do grupo, realizado no Delta Centro Educacional, em Planaltina. A iniciativa é encabeçada pela primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF), pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), pela vice-governadora Celina Leão (PP-DF), pela deputada federal Bia Kicis (PL-DF), pelo deputado distrital Thiago Manzoni (PL-DF) e por Eduardo Torres (PL-DF).
O objetivo do movimento é formar lideranças e cidadãos conservadores com argumentos sólidos para a defesa de seus valores. Segundo o deputado Thiago Manzoni, os encontros gratuitos de formação ocorrerão em todas as Regiões Administrativas do Distrito Federal. O próximo está agendado para o dia 12 de abril.
Em discurso direto e voltado aos conservadores do DF, a senadora Damares Alves afirmou que a pauta comunista da esquerda fracassou no Brasil e alertou que “não se deve ir para a guerra sem armas” . Segundo ela, a esquerda possui uma arma poderosa: a narrativa. “Eles têm um discurso sedutor. Por isso, precisamos trazer mais pessoas para a pauta conservadora” , declarou.
O deputado Thiago Manzoni apresentou Eduardo Torres ao público, ressaltando sua admiração pela trajetória do colega e destacando que ele é alguém que contribui para o crescimento das pessoas ao seu redor. Em sua fala, Torres afirmou que o propósito do movimento é formar grupos comprometidos com a defesa de princípios conservadores. Segundo ele, é possível fazer uma política diferente no país.
Manzoni também abordou os pilares do conservadorismo e destacou como o ex-presidente Jair Bolsonaro deu voz a valores até então esquecidos. Para o deputado, o eleitorado já se inclinou à direita, mas é preciso vencer, antes, no debate público. “Para isso, precisamos nos fortalecer nos fundamentos daquilo em que acreditamos” , afirmou.
A deputada federal Bia Kicis também participou do evento e enfatizou que só vale a pena viver por uma causa pela qual se estaria disposto a entregar a própria vida. “Todos nós daríamos a nossa vida pelos filhos” , declarou. Kicis destacou a importância da defesa da família — uma de suas principais bandeiras, e relembrou a tentativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de permitir o aborto até os nove meses de gestação. “Temos que levantar conservadores em todos os lugares” , completou.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro também esteve presente no encontro, subindo ao palco ao lado da pequena Manu, uma criança de Planaltina que expressou o desejo de formar uma família no futuro. Michelle destacou que, por muito tempo, os cristãos deixaram uma lacuna na política e permaneceram inertes, o que abriu espaço para o avanço de pautas contrárias aos valores conservadores. “Exemplo disso são as universidades hoje infestadas e os projetos contra a família que passam no Congresso” , afirmou. “Hoje estou aqui como presidente do PL Mulher, com a missão de resgatar os nossos valores e reeducar a sociedade em relação à política.”
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