A avenida volta a ter circulação de veículos permitida a partir de 5 de dezembro
A medida de reabertura da W3 aos domingos também busca ajudar o comércio da região. Os comerciantes e lojistas estavam em diálogo com a Secretaria de Governo solicitando a reabertura para aquecer o comércio durante o período natalino | Foto: Arquivo/ Paulo H Carvalho / Agência Brasília
Os veículos voltarão a poder circular na W3 Sul aos domingos e feriados. Durante quase um ano e meio, a avenida teve o trânsito interditado para carros, motos e ônibus entre as quadras 503/703 e 512/912, sendo liberado para pedestres e ciclistas. A medida foi revogada por decreto publicado no Diário Oficial do DF desta quinta-feira (2) e passa a valer a partir deste domingo, 5 de dezembro.
A decisão pela reabertura da W3 ocorre em meio ao avanço da vacinação – o DF tem 75,53% da população geral imunizada com a primeira dose do ciclo – e a reforma da avenida.
“Quando a pandemia estava muito forte e as pessoas confinadas, o governador teve a ideia de criar uma nova opção para as pessoas saírem de casa. Agora arrefeceu a pandemia, os parques abriram, os espaços públicos podem ser usados e nós temos oportunidade de dar continuidade a reforma”, afirma o secretário de Governo, José Humberto Pires. Serão feitas as calçadas e as trocas do pavimento da área da 703.
O GDF investiu R$ 24,8 milhões num pacote de obras na W3 Sul, que inclui serviços de readequação do sistema viário com estacionamentos, reforma total das calçadas com acessibilidade, paisagismo, obras complementares de drenagem, sinalização, melhoria asfáltica, troca de iluminação por LED e colocação de novas lixeiras.
“O Governo do Distrito Federal está fazendo um trabalho maravilhoso, com vários órgãos integrados, e a população precisa ver a transformação acontecendo e já usufruir das benfeitorias prontas”, afirma Meire Mota, secretária executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas.
A secretária destaca que esse não é o fim do Viva W3. “O projeto não acabou com o encerramento do fechamento aos domingos. Estamos reformando três praças, como a Praça 21 de Abril, com mobiliário urbano e acessibilidade. Os corredores culturais foram revitalizados. Estamos incentivando a economia criativa”, completa.
Comércio
A medida também busca ajudar o comércio da região. Os comerciantes e lojistas estavam em diálogo com a Secretaria de Governo solicitando a reabertura para aquecer o comércio durante o período natalino. “Nós tivemos uma conversa com o Zé Humberto (José Humberto Pires, secretário de Governo) para que em dezembro estivesse aberto, justamente por causa do Natal e das festas de fim de ano”, afirma o presidente do Sindivarejista, Edson Castro.
Para Castro, o impacto será positivo também pela presença de novos estacionamentos na região. “O brasiliense tem mania de andar de carro. Vai passando, parando e entrando nas lojas. Quando não tem estacionamento, ninguém vai. Nossa expectativa é muito boa. O comércio do DF só fecha em três datas – Sexta-feira da Paixão, 25 de dezembro e 1º de janeiro -, porque reage muito bem aos domingos e feriados”, analisa.
O fechamento da avenida teve início em junho de 2020 durante as medidas restritivas devido à pandemia de covid-19. A ação teve o objetivo de ser um novo espaço público para práticas de esporte e lazer enquanto os parques estavam fechados e para evitar aglomerações na área do Eixão. O decreto mantém a interdição da DF-002, o Eixão do Lazer, aos domingos e feriados.
Sobre uma possível retorno da medida futuramente, José Humberto Pires diz que “nada impede que possa ser reavaliado”, já que “houve uma aprovação relativamente boa”.
Para o relator, senador Roberto Rocha, novo benefício vai garantir que pessoas em situação vulnerável tenham mais atenção do governo
Em votação simbólica, o Plenário aprovou a Medida Provisória (MP 1.061/2021) que cria o Auxílio Brasil, programa que substitui o Bolsa Família. A versão aprovada pelo Congresso inclui um dispositivo para acabar com a atual fila de espera pelo benefício. O Projeto de Lei de Conversão (PLV) 26/2021, com as regras do subsídio, segue agora para sanção.
O relator, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), lembrou que a erradicação da pobreza é um dos mandamentos da Constituição e registrou que a MP recebeu mais de 400 emendas de parlamentares. Segundo ele, os programas Auxílio Brasil e Alimenta Brasil vão garantir que as crianças em situação vulnerável tenham mais atenção governamental.
— Alguns se apressaram a dizer que o Bolsa Família estava sendo extinto. Não, ele está sendo melhorado. O Auxílio Brasil une o melhor do Bolsa Família com o melhor do auxílio emergencial. É um programa permanente, a ser previsto na Constituição, e que já nasce com valores mais generosos do que o seu antecessor. É uma política que traz maior segurança para as famílias vulneráveis planejarem suas vidas; é disto que se trata — afirmou Roberto Rocha.
Ele comemorou a aprovação da chamada PEC dos Precatórios, por entender que as mudanças vão permitir a sustentabilidade dos benefícios do Auxílio Brasil, criado pela MP 1.061/2021.
— Com a aprovação da PEC dos Precatórios, a proteção social não contributiva passa, finalmente, a fazer parte da Constituição, livrando tantos brasileiros da abjeta exploração político-eleitoral dos benefícios sociais. Agora, a Constituição preverá que eles são permanentes — destacou.
Roberto Rocha fez alguns ajustes de redação, mas rejeitou emendas apresentadas para evitar o retorno do texto à Câmara dos Deputados e uma possível perda de validade da MP, que se esgota no próximo dia 7. Uma das emendas do relator foi questionada como não sendo de redação, mas a Mesa do Senado deu razão à Roberto Rocha, confirmando que a emenda era redacional.
Na avaliação do relator, em comparação com o Bolsa Família, o Auxílio Brasil terá regras mais flexíveis e maiores limites de rendimento, o que deve aumentar a abrangência e o valor dos benefícios.
O Auxílio Brasil está em vigor desde o dia 17 de novembro, quando começaram os pagamentos para quem já era beneficiário do Bolsa Família. Atualmente, 14,5 milhões de famílias têm direito ao amparo. Quem recebeu o auxílio emergencial, mas não recebia Bolsa Família, não está automaticamente incluído no Auxílio Brasil. Aqueles que não recebiam o Bolsa Família, mas estão inscritos no Cadastro Único e atendiam aos requisitos do programa, poderão ser incluídos nos próximos meses, mas não há garantias nem prazos.
O projeto não estipula o valor exato do apoio financeiro, que é pago mensalmente e calculado por integrante da família. De acordo com o Ministério da Cidadania, o valor médio em novembro de 2021 foi de R$ 217 por família. O governo promete elevar o auxílio para R$ 400 em 2022 com a promulgação da PEC dos Precatórios (PEC 23/2021).
Durante a sessão plenária, o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que o Ministério da Cidadania trabalha para que as famílias mais pobres recebam o subsídio reajustado já no Natal deste ano. O senador calcula que o número de famílias beneficiadas poderá chegar a 17 milhões nos próximos meses e em 20 milhões ao longo do próximo ano.
Alimenta Brasil
Pela MP 1.061, o Programa Alimenta Brasil substituirá o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). No novo benefício, o governo compra alimentos produzidos pela agricultura familiar e garante renda mínima aos produtores. Os alimentos comprados pelo governo federal são doados à rede de assistência social.
Em seu relatório, Roberto Rocha homenageou as quebradeiras de coco do Maranhão.
— Ofereço uma emenda de redação para prestigiar em especial as quebradeiras de coco babaçu, tão invisibilizadas em nosso arcabouço jurídico. Como homenagem, proponho sua citação expressa em dispositivo sobre o Alimenta Brasil, que elenca como finalidade do programa fortalecer circuitos locais e regionais e redes de comercialização. Não há mudança de mérito, apenas a menção do seu circuito específico nesta finalidade. A quebradeira simboliza tanto: a força da mulher brasileira, o empenho dos nossos que trabalham em atividades sustentáveis e a preservação do meio ambiente — disse o relator.
Faixa de pobreza
O Congresso elevou a linha de extrema pobreza, fixada pelo governo em R$ 100 por pessoa, para R$ 105; e a de pobreza, de R$ 200 para R$ 210, o que abre caminho para a entrada de mais famílias no programa Auxílio Brasil. Deputados e senadores também incluíram um dispositivo que determina que o Orçamento deverá ser suficiente para atender a todas as famílias elegíveis.
O objetivo é zerar a “fila de espera” para receber o benefício. Assim, toda família que tiver os critérios analisados pelo governo e for aprovada para o programa poderá receber a transferência de renda. As duas medidas podem impactar os valores dos auxílios prometidos.
— É importante que esta fila seja zerada neste momento de crise social, o que o governo já se comprometeu a fazer. A partir de 2022, competirá ao Poder Executivo compatibilizar a despesa gerada pela nova lei com as dotações orçamentárias disponíveis, mantendo esta fila zerada. Afinal, aprovamos nesta Casa a PEC dos Precatórios, que assegura recursos para o Auxílio Brasil pelo menos até 2026 — disse o relator.
Atualmente, o governo não é obrigado a atender todas as famílias que estão dentro da faixa de pobreza e extrema pobreza que atendem aos requisitos, que incluem realização do pré-natal, cumprimento do calendário nacional de vacinação e frequência escolar mínima de crianças e adolescentes da família.
De acordo com o relator, Roberto Rocha, a fila atinge cerca de 1,5 milhão de famílias ( mais de 3 milhões de pessoas) atualmente.
“A fila pode durar meses, ou até mais de ano. Ora, a família que já foi reconhecida como vulnerável, dentro das regras do programa, e habilitada pelo Poder Público, deve poder receber, sim, seu benefício. Não há que se falar em fila quando há fome”, defende o relator.
Para evitar que o governo retarde a análise da situação dos cadastrados, o senador incluiu uma emenda de redação para tentar acelerar a liberação dos subsídios.
Benefícios
O texto institui quatro benefícios financeiros dentro do Programa Auxílio Brasil:
— Benefício Primeira Infância: no valor de R$ 130 mensais, destinado às famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza que possuam em sua composição crianças com idade entre zero e 36 meses incompletos;
— Benefício Composição Familiar: no valor de R$ 65 mensais, destinado às famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza que possuam gestantes, nutrizes ou pessoas com idade entre três e 21 incompletos;
— Benefício de Superação da Extrema Pobreza: destinado às famílias em situação de extrema pobreza, cuja renda familiar per capita mensal, mesmo somada aos dois benefícios anteriores eventualmente recebidos, seja igual ou inferior ao valor da linha de extrema pobreza; e
— Benefício Compensatório de Transição: concedido às famílias beneficiárias do Bolsa Família que tiverem redução no valor a ser recebido em decorrência do enquadramento na nova estrutura de benefícios financeiros.
Os três primeiros benefícios poderão ser pagos cumulativamente às famílias. Em qualquer caso, o pagamento será feito preferencialmente à mulher. O PLV prevê ainda que poderão ser pagos por meio de conta digital, popularizadas na concessão do auxílio emergencial durante a pandemia.
Emancipação
Além dos benefícios financeiros, o PLV institui benefícios acessórios, que poderão ser somados ao valor recebido, desde que cumpridos determinados requisitos adicionais.
A ideia é “premiar” o esforço individual e a emancipação, com valores a serem definidos posteriormente pelo governo: Auxílio Esporte Escolar (para estudantes que se destacam em competições oficiais), Bolsa de Iniciação Científica Júnior (para estudantes que se destacam em competições acadêmicas), Auxílio Criança Cidadã (pago diretamente a creches autorizadas), Auxílio Inclusão Produtiva Rural (para agricultores familiares) e Auxílio Inclusão Produtiva Urbana (para membro de família com emprego formal).
O texto prevê ainda regras para a saída do programa das famílias que tiverem aumento de renda.
Metas
O projeto também estabelece metas decrescentes nos três anos subsequentes à publicação da lei para a taxa de pobreza e a taxa de extrema pobreza, com os valores de referência do Banco Mundial. Foram estabelecidas as seguintes metas nos três anos subsequentes à publicação da lei: taxa geral de pobreza inferior a 12%, 11% e 10%; e taxa de extrema pobreza inferior a 6%, 4% e 3%. Para os anos seguintes, caberá ao Poder Executivo federal estabelecer novas metas inferiores e decrescentes.
Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Paulo Rocha (PT-PA), Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), Eliziane Gama (CIdadania-MA), Esperidião Amin (PP-SC), Eduardo Braga (MDB-AM), Antonio Anastasia (PSD-MG), Soraya Thronicke (PSL-MS) e Zenaide Maia (Pros-RN), também declaram apoio ao Auxílio Brasil.
— O princípio do que nós já vínhamos discutindo aqui desde o início da discussão desta medida provisória, que é “a fome tem pressa”, é todos nós temos um entendimento de que precisamos imediatamente assegurar a efetividade da medida provisória. Portanto, é o atendimento a milhões de brasileiros que estão em situação de fome. Hoje, nós temos um percentual de 12,8% da população brasileira que está abaixo da linha da pobreza. Isso significa 27 milhões de brasileiros, e uma coisa que é mais grave ainda: agora, no período de pandemia, os números aumentaram ainda mais. Nós tivemos, no Brasil, um aumento da população pobre e um aumento da população rica, um fosso muito maior. A desigualdade social no Brasil aumentou de forma considerável — resumiu Eliziane quanto à importância da MP.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
O mês de novembro chegou ao fim e, com isso, a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (SEJUS-DF) publicou nas redes sociais um balanço das ações realizadas durante todo o mês, que, ao analisar o publicado, foi intenso.
Confira os destaques:
→ Casamento comunitário: última edição de 2021 oficializa a união de 42 casais.
→ DF celebra Dia do Sacerdote e da Sacerdotisa das religiões de matrizes africanas.
→ Ouvidoria da Sejus recebe prêmio por qualidade na resposta do cidadão.
→ 20 milhões de reais investidos em projetos para crianças e adolescentes.
→ Sua Vida Vale Muito realizou 3 mil atendimentos em São Sebastião.
→ Dia da Consciência Negra é celebrado com webnário e atividades no CEU das Artes de Ceilândia Norte.
→ Dignidade Feminina: 150 mil absorventes são arrecadados no primeiro mês de campanha.
→ Na Hora de Sobradinho começa a ser reformado.
→ Unidade de Internação do Recanto das Emas passa por revitalização.
→ Sejus Mais Perto do Cidadão leva serviços e cidadania até a periferia de Planaltina.
→ Dia de Finados: Cemitérios registram mais de 500 mil visitantes no DF.
→ Entrega do crematório de Brasília está prevista para o primeiro trimestre de 2022.
→ Empossados integrantes do Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial.
Com investimento de R$ 14 milhões, obra vai gerar aproximadamente 300 empregos e atender uma antiga demanda dos moradores da região
Ampliação das pistas de acesso levará mais fluidez ao trânsito da cidade | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
Sonhada há décadas pelos moradores, a terceira saída de Águas Claras começou a ser construída nesta quarta-feira (1º). A obra vai beneficiar 150 mil moradores e gerar 300 empregos, aliviando o trânsito na cidade e criando uma nova ligação entre a rua das Carnaúbas e a Estrada Parque Taguatinga (EPTG). A ordem de serviço para início dos trabalhos foi assinada pelo governador Ibaneis Rocha, em evento que ocorreu na própria cidade.
“Fico feliz em ver uma cidade tão nova como Águas Claras recebendo essa quantidade de obras”, declarou o governador. “Isso mostra o crescimento da cidade, das famílias. Está aí mais uma obra para colocarmos no nosso caderninho das 1.400 obras realizadas no DF. Divido essas 1.400 obras realizadas ou em andamento com a minha equipe”.
Ibaneis Rocha definiu os gestores do governo atual como um time de soluções, lembrando que a construção dessa via era um pedido antigo que não havia sido atendido por outros governos.
Serão duas faixas de rolamento em cada sentido da pista e ciclovia ao longo de 1,8 km de via, além de uma ponte de 50 m de extensão. Com execução a cargo do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER), os trabalhos começam pela topografia, marcação, terraplenagem e a construção da ponte.
Mais qualidade
O diretor-geral do DER, Fauzi Nacfur Júnior, lembra que Águas Claras foi projetada para ter prédios e construções de um tamanho e acabou tomando uma proporção maior, o que reforça ainda mais a necessidade de uma terceira saída. “[A cidade] foi prevista para ter prédios de seis a oito andares, e temos prédios aqui de até 30 andares”, explicou. “Com essa saída, vamos aumentar em 50% a viabilidade de entrada e saída da cidade. Será um grande alívio para Águas Claras, um ‘obrão’ para uma cidade grande que merece uma obra de qualidade”.
Para o administrador de Águas Claras, André Queiroz, o início das obras em dezembro é um presente de fim de ano e para a mobilidade da cidade. “Muda praticamente tudo em questão de mobilidade”, apontou. “Uma das grandes demandas da cidade é a mobilidade urbana. É uma cidade com densidade demográfica muito grande, e, com a terceira saída, tende a ter um fluxo melhorado”.
Autor da emenda parlamentar de R$ 6 milhões com recursos a serem empregados na obra, o deputado federal Luis Miranda elogiou o esforço do governo em tirar a terceira saída de Águas Claras do papel. “Parabenizo o governador Ibaneis Rocha por demonstrar que o importante para uma cidade é reformulá-la”, disse. “A população não para de crescer, de querer investir e crescer como pessoa, e a sua cidade tem que acompanhar”.
Visita à Caesb
Após autorizar o início das obras da terceira saída de Águas Claras, o governador Ibaneis Rocha visitou a sede da Caesb, que fica na cidade. Ele conversou e tomou café da manhã com os funcionários, acompanhado pelo presidente da companhia, Pedro Cardoso.
Assegurado pelo GDF, benefício terá pagamento iniciado às 17h desta quarta-feira (1º); repasse total é de quase R$ 10 milhões
Arte: Divulgação/Sedes
Conforme foi prometido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em novembro, o Prato Cheio fez novas inclusões e chegou aos 40 mil beneficiários. Nesta quarta-feira (1º), mais 3.368 famílias foram incluídas no programa. Desse montante, 1.450 reemissões do cartão precisaram ser feitas por questões operacionais. De acordo com a Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o valor do repasse para essa ampliação é de R$ 9.997.500.
“Essa ampliação é um compromisso firmado pelo GDF desde quando mal chegávamos às 30 mil famílias”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha. Inicialmente, lembra a gestora, quando foi lançado em caráter emergencial, em 2020, por conta da pandemia da covid-19, o benefício se estendia a pouco mais de 8 mil pessoas.
Além das inclusões feitas neste meio de semana, o governo começa a depositar o valor de R$ 250 referente a dezembro a partir das 17h desta quarta-feira. Por questões operacionais, alguns créditos podem levar mais tempo para estarem disponíveis na conta dos beneficiários.
A titular da Sedes reforça que o cartão Prato Cheio, além de exercer importante papel na garantia alimentar, aquece a economia local, principalmente os pequenos comércios, uma vez que faz girar o capital nas regiões mais vulneráveis do DF.
O benefício
O Prato Cheio foi criado ainda no início da pandemia da covid-19 para substituir a entrega de cestas básicas in natura, que passaram a ser levadas em domicílio apenas em caráter emergencial.
Para solicitar o benefício, é preciso agendar atendimento em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), pelo site da Sedes ou pelo telefone 156, opção 1.
Têm direito ao benefício cidadãos que, com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa, se encontrem em situação de insegurança alimentar e sejam moradores do DF, com a devida inscrição no Cadastro Único ou no Sistema Integrado de Desenvolvimento da Sedes.
A prioridade é para as famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos, bem como aquelas que têm na composição pessoas com deficiência (PCDs) ou idosas. Também é priorizado o atendimento a pessoas em situação de rua, acompanhadas por equipes da assistência social e em processo de saída dessa condição.
*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
Projeto de lei segue para apreciação dos distritais e vai substituir o DF Sem Miséria. Ideia é uniformizar o repasse com mais transparência e controle
Como foco na superação da pobreza, o Governo do Distrito Federal (GDF) elaborou o DF Social, programa de transferência de renda que visa a redução da desigualdade social no Distrito Federal.
De acordo com o projeto de lei enviado para apreciação dos deputados na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o DF Social consiste na concessão de auxílio financeiro, em parcelas sucessivas mensais, no valor de R$ 150.
Pelas regras do programa, a gestão do benefício fica a cargo da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).
“O programa DF sem Miséria era uma complementação direta ao Bolsa Família e, com a entrada do novo Auxílio Brasil pelo Governo Federal, nos deparamos com o impedimento legal para a manutenção do benefício. Decidimos, portanto, criar algo novo para melhor atender as famílias que precisam dessa ajuda do governo e buscar, assim, uma maior redução da desigualdade social no DF”, explica a secretária substituta de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Anteriormente, o complemento era variável, podendo ser a partir de R$ 20. Agora, possui um valor fixo de R$ 150”, completa a gestora.
Caso seja aprovado pelos parlamentares, os requisitos para inclusão no DF Social serão: estar inscrito no Cadastro Único, com registro devidamente atualizado, e ter renda familiar per capita igual ou inferior a meio salário-mínimo.
Há, ainda, os casos prioritários para atendimento: famílias beneficiárias do Programa DF Sem Miséria em outubro de 2021 e que não tenham atingido renda familiar per capita mensal de R$ 140 neste mês de novembro; famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de 0 a 6 anos; famílias com crianças de 0 a 6 anos, ou com pessoas com deficiência ou idosas; estar em situação de rua, nesta ordem.
Ainda de acordo com o projeto de lei, o DF Social vai ser financiado pelo fundo de combate à pobreza, instituído pela Lei nº 4.420, de 9 de outubro de 2008, e está condicionado à disponibilidade orçamentária específica. “Desde o início do nosso governo, a área social foi uma prioridade. E essa preocupação aumentou ainda mais na pandemia. Garantir recursos para a criação e a continuidade dos programas sociais do nosso governo é um compromisso da Secretaria de Economia”, afirma o secretário André Clemente.
*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF
Dezembro chegou e com este mês são diversas as confraternizações de final de ano, especialmente em razão de uma data muito simbólica que junta toda a família: o Natal. A data nos remete aos bons pratos, mas se olharmos para o exterior, lembramos de frio, com gelo e neve, com construção de vários bonecos de neve.
Pensando em trazer uma atração legal para o final do ano, com clima natalino, o projeto Torre 360 BRB montou uma Megapista de Patinação, na base da Torre de TV, com classificação livre, que pode comportar, simultaneamente, até 80 pessoas, para que um grande momento de lazer seja desfrutado.
A inauguração ocorre nesta sexta-feira (3) e os clientes BRB, Seguros BRB e Financeira BRB possuem benefícios de 30 minutos extras ao comprar 30 minutos ou 1 hora de patinação. A atração vai perdurar até o dia 27 de fevereiro, funcionando de segunda a sexta, de 14h às 22h e aos sábados, domingos e feriados, de 10h às 22h.
“A sua saúde vale mais do que qualquer preconceito” é o slogan da campanha
O mês de novembro, que é conhecido como novembro azul, em razão do momento ser de busca para a conscientização em relação ao câncer de próstata, com data comemorada desde 2003 na Austrália, chegou ao fim. No entanto, a prevenção tem que ser frequente e não somente no mês de novembro.
Sabendo disso, o Governo do Distrito Federal (GDF) publicou no Instagram uma sequência com três sinais que podem desencadear a doença.
Confira:
→ Idade – Os riscos de desenvolvimento da doença aumentam com a idade avançada.
→ Histórico familiar – Se seu pai, avô ou irmão já teve câncer de próstata antes dos 60, você pode fazer parte do grupo de risco.
→ Sobrepeso e obesidade – Em estudos recentes, homens que possuem o peso corporal mais elevado podem ter maior risco de desenvolver câncer de próstata.
Como forma de incentivo, existe a frase: “a sua saúde vale mais do que qualquer preconceito”.
Secretaria de Saúde investiga possível caso de infecção por covid-19 com variante Ômicron
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa confirmou o cancelamento de todas as festas públicas para comemoração do Réveillon 2022, que aconteceria em cinco palcos descentralizados, com entrada da população que estivesse com o ciclo básico de vacinação concluído.
“Neste momento, toda a preocupação do GDF está em torno da segurança da população e da saúde pública. O governador Ibaneis Rocha levou em consideração a vida humana, o bem mais valioso. Nesse contexto de insegurança mundial com o vírus, cancelar essas festas públicas é natural e responsável. São vidas humanas que estão em jogo”, destacou o secretário, Bartolomeu Rodrigues, que integrou comitê de avaliação da realização do Réveillon com as pastas da saúde e da segurança.
Nesta terça-feira (30), o governador Ibaneis Rocha anunciou oficialmente o cancelamento das festas públicas. “Diante das recentes notícias sobre o avanço da nova variante do vírus Covid-19, decidi cancelar as festas programadas para o Réveillon deste ano, Nós avançamos muito no enfrentamento da doença e não podemos arriscar um retrocesso neste combate”.
Em nota, a Secretaria de Saúde do DF investiga possível caso de infecção por covid-19 com variante no Ômicron. Trata-se de um viajante procedente da África do Sul que desembarcou em Guarulhos, em 27 de novembro, com posterior voo para Brasília.
O homem de 40 a 49 anos tomou três doses da vacina, fez o teste para Sars-Cov-2 com resultado detectável. O caso permanece assintomático e o viajante está em isolamento domiciliar desde a chegada à capital.
O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) iniciou as análises para sequenciamento genético da amostra, com o objetivo de verificar se trata-se da variante Ômicron. O prazo para conclusão de exame é de quatro dias.
* Com informações da Secretaria de Cultura e Saúde
DF registrou queda de 70% no número de casos de dengue, mas reforçou equipes de vigilância ambiental
Redução dos casos de dengue no DF é resultado de um intenso trabalho de rotina das equipes da secretaria, segundo o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF
O Ministério da Saúde lançou, nesta terça-feira (30), a campanha “Combata o mosquito todo dia” para incentivar os brasileiros a colocarem na rotina as ações preventivas contra a proliferação do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. O objetivo é intensificar as ações no período que antecede o verão e evitar surtos e epidemias causados pelos vírus transmitidos pelo mosquito.
Ações simples podem ajudar no combate ao mosquito. O segredo está nos cuidados com os diferentes ambientes, principalmente no quintal de casa
“O mosquito é muito mais rápido para se reproduzir do que a gente imagina”, alertou o coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka. Já Maria Almiron, representante da Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (Opas), destacou as estratégias desenvolvidas no Brasil para combater as doenças, como a atuação dos agentes de vigilância sanitária. “É através deles que a estratégia é levada em nível de comunidade”, explicou.
Presente no lançamento da campanha, o secretário de Saúde do Distrito Federal, general Manoel Pafiadache, ressaltou que em novembro começaram a trabalhar mais 500 agentes de vigilância ambiental. O objetivo é manter a queda no número de registros da dengue: até 13 de novembro de 2021 foram 15.772 casos prováveis da doença, um número 70,9% menor que o registrado no mesmo período do ano passado. “Isto é fruto de um intenso trabalho de rotina das equipes da secretaria”, afirmou o gestor.
As ações de rotina de casa em casa ocorrem diariamente. Já as ações maiores onde as equipes vistoriam locais do DF como ferros-velhos, ou onde há acúmulo de lixo, são realizadas a cada 15 dias.
Se necessário, é feita a aplicação de produtos químicos de maneira estratégica: ao invés do UBV pesado (fumacê), que é dispersado pelo vento, os agentes de vigilância ambiental aplicam um produto líquido capaz de impregnar-se nas superfícies e proteger a população por até 30 dias. Em todo o país, porém, a principal estratégia precisa ser a sensibilização das comunidades.
“Precisamos estar atentos. Se combatermos o mosquito, combateremos a doença”, ressaltou o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Arnaldo de Medeiros.
Como combater o mosquito transmissor da dengue?
Ações simples podem ajudar no combate ao mosquito Aedes aegypti. O segredo está nos cuidados com os diferentes ambientes, principalmente no quintal de casa. Entre as medidas que podem ser adotadas estão: evitar água parada em pequenos objetos, pneus, garrafas e vasos de plantas; realizar limpezas periódicas em caixas d’água e mantê-las sempre fechadas; vedar poços e cisternas; e descartar o lixo de forma adequada.
Os gestores também devem se engajar com o reforço da limpeza urbana, promoção de ações educativas e estímulo ao engajamento de diversos setores da sociedade, como saúde, educação, saneamento, meio ambiente e segurança pública, entre outros.
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