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Iniciada, nesta quarta (16), a entrega dos cartões do DF Social

Prazo para retirada do documento, disponível nas agências do BRB, vai até o dia 24 

Cartão pode ser retirado em qualquer agência do BRB | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Cidadãos que têm direito ao cartão DF Social já podem começar a retirar o documento que garante o benefício. O programa do GDF abrange famílias com renda per capita de até meio salário mínimo, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). A entrega dos cartões, sempre a partir das 9h, será feita de acordo com a primeira letra do nome do beneficiário, conforme cronograma abaixo:

a C – quarta-feira (16);

a F – quinta (17)

a J – sexta (18)

a L – dia 21

M – dia 22

R – dia 23

a Z – dia 24

O local de retirada do cartão deverá ser consultado por meio do site GDF Social. O beneficiário precisa comparecer à agência na data marcada – de acordo com a letra inicial de seu nome – portando documento de identificação com foto.

Beneficiários que não retirarem os cartões nas datas programadas, bem como aqueles cujos locais de retirada ainda não estão disponíveis para consulta no site, poderão utilizar o aplicativo BRB Mobile para pagamento de boletos ou emissão de Pix.

Já as pessoas que quiserem sacar o recurso e ainda não tiverem o cartão em mãos poderão se dirigir a qualquer posto do BRB Conveniência disponível no DF, a partir do dia 25. Nesse dia específico, destinado a pagamento, não haverá entrega de cartões.

Veja, abaixo, as principais dúvidas de consulta.

Como saber onde buscar o cartão?
Consulte o site GDF Social, inserindo seu CPF e sua data de nascimento.

Sou beneficiário do programa, mas não encontro no site o local de retirada do meu cartão. O que devo fazer?
 Seu cartão está sendo confeccionado. Você pode movimentar o recurso por meio do aplicativo BRB Mobile ou comparecer a qualquer posto do BRB Conveniência para fazer o saque.

Qual documento preciso apresentar no ato do saque no BRB Conveniência?
Documento de identificação com foto (RG, CNH, passaporte ou Carteira de Trabalho).

Ao abrir minha conta, quais as principais providências a adotar?
Preste atenção às senhas cadastradas no ato de abertura da conta. A senha do aplicativo possui oito números, enquanto a da conta tem seis. Guarde as senhas em local seguro, pois serão necessárias para utilização do seu benefício.

Quando posso retirar o meu cartão na agência?
Os cartões serão entregues desta quarta-feira (16) até o dia 24. Compareça ao local na data informada no site do GDF Social.  Seu cartão está disponível na agência informada no site GDF Social.

Como recuperar a minha senha de oito dígitos?
Na tela de login do aplicativo BRB Mobile, clicar na opção “Esqueceu sua senha?”, inserindo seu CPF e número da conta. Será encaminhado um código PIN ao seu telefone celular e sua senha de seis dígitos será solicitada. O aplicativo permitirá o cadastramento de uma senha de oito dígitos para acesso ao BRB Mobile. Pronto, sua nova senha está cadastrada.

Acesse o site GDF Social.

*Com informações do BRB

Fonte: Agência Brasília

Maior conforto traz aos tratamentos de quimioterapia e hemodiálise mais leveza

Da redação

Iges-DF recebe novas poltronas para a comodidade de pacientes

A vida de quem precisa de acompanhamento hospitalar, seja internado, que se torna algo diário, ou seja semanalmente, no caso de tratamento específico, como quimioterapia, é cansativa, até mesmo para os acompanhantes, que estão lado a lado a todo tempo. Sendo assim, além de um bom atendimento por parte das equipes hospitalares, que trazem um alento, espaços confortáveis, para descansar o mínimo que der dentro do hospital, como boas poltronas, se tornam adequados.

Tendo a consciência da situação, foi divulgado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) adquiriu novas poltronas para dar mais conforto aos pacientes e acompanhantes de quem está frequentemente no Hospital de Base (HBDF), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal, em especial em tratamento quimioterápico e de hemodiálise.

Maria Laura Abdon, uma criança de 13 anos, que foi diagnosticada com câncer do tipo leucemia linfóide aguda (LLA), é uma, dentre várias pessoas, que luta, através do tratamento, pela vida. No entanto, o processo de recuperação de Maria já está na fase final, pelo Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB), local que conta com boa estrutura e, certamente, leva não só a paciente, mas também a acompanhante, a mãe Thatianne Abdon, ao entendimento de que com esse conforto, todo o tratamento se torna mais leve. Apesar das novas poltronas, neste primeiro momento, terem sido direcionadas somente aos hospitais citados, o Iges-DF receberá, ao total, 854 novas poltronas para acompanhantes e 42 poltronas para hemodiálise/quimioterapia.

Residencial Brasília, em Novo Gama, aguardava água potável há 60 anos

Da redação

Para Carlinhos do Mangão, “é o início de um sonho”

Indispensável para a vida, a água potável é um elemento que interfere diretamente no funcionamento do corpo humano, pois através dela é que há a eliminação de substâncias tóxicas por meio da urina, além de ajudar a dissolver substâncias e fazer o transporte de oxigênio.

Infelizmente, nem toda a população possui acesso a esse elemento, mas com um trabalho em busca de melhorias para a sociedade, a realidade pode ficar um pouco mais próxima. A situação ocorre no Bairro Residencial Brasília, no Novo Gama (GO), que por muito tempo os moradores não possuíam água potável, mas o prefeito Carlinhos do Mangão colocou equipes para mudar essa realidade.

“Estamos aqui no Residencial Brasília acompanhando o início das obras que estão trazendo água potável para os moradores. Mais um compromisso nosso de campanha. É o início de um sonho. Há mais de 60 anos, os moradores sofriam com a falta de água”, disse o prefeito.

Os moradores da região ficam felizes com a novidade, como é o caso de Socorro. “Água é vida. Nós podemos estar acostumados com nossas cisternas, com o carro pipa, mas isso não chega a ser uma água que a gente possa beber, que possa usar direto e estou tendo prazer de ver que nós vamos ter água”, relatou.

Fonte: Conectado ao Poder

O que muda com o Novo Ensino Médio na rede pública do DF

Estudantes terão contato com unidades curriculares eletivas centradas em seus interesses e nas áreas que pretendem seguir no futuro

A diretora do CEM 01 do Guará, Cynara Martins: “Fizemos uma pesquisa para ver a área de interesse deles e assim formamos o catálogo de itinerários formáticos” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

“Ouvimos os estudantes e eles disseram que o Novo Ensino Médio está mais próximo da realidade deles” – Solange Foizer, subsecretária de Educação Básica da Secretaria de Educação

A partir desta segunda-feira (14), cerca de 75 mil estudantes em 81 escolas da rede pública do Distrito Federal terão contato pela primeira vez com o Novo Ensino Médio (NEM). Para implementá-lo, a Secretaria de Educação (SEE) propôs uma nova matriz curricular, composta pelas disciplinas tradicionais da Formação Geral Básica (FGB) e pelos itinerários formativos (IFs), que possuem eletivas a partir de áreas do conhecimento escolhidas pelo aluno.

O objetivo é estimular, desde o ensino médio, as aptidões dos alunos nas áreas que poderão seguir no futuro. Entre 2020 e 2021, o DF contou com essa modalidade em 12 unidades escolares-piloto, que aplicaram o formato para mais de seis mil alunos.

“As unidades escolares-piloto contribuíram para que nós fizéssemos os ajustes necessários ao plano de implementação”, explica a subsecretária de Educação Básica da Secretaria de Educação (SEE), Solange Foizer. “Ouvimos os estudantes e eles disseram que o Novo Ensino Médio está mais próximo da realidade deles, considerando que são protagonistas nas escolhas das eletivas e como vão continuar os seus estudos. A mudança vem ao encontro da terminalidade da educação básica, promovendo mudança significativa no currículo.”

Neste ano, todas as escolas contarão com um coordenador pedagógico específico para o modelo. Nas unidades em que o NEM ainda será aplicado, o formato vale apenas para os estudantes da primeira série. Alunos da segunda e da terceira séries utilizam a mesma matriz curricular estabelecida em 2014. As escolas que já aplicam o NEM dão continuidade às demais séries.

O que muda

Durante seis semestres dos três anos, os estudantes terão contato com as disciplinas da FGB e dos IFs. Biologia, física, química, arte e língua espanhola compõem a oferta A da FGB. Filosofia, geografia, história, sociologia e língua inglesa fazem parte da oferta do segundo semestre. Além dessas, língua portuguesa, matemática e educação física são matérias obrigatórias durante todo o período do NEM.

Já os itinerários formativos são atividades eletivas originadas da escuta aos estudantes e da contribuição dos profissionais da educação da rede pública e de agentes externos. Essas atividades nascem de quatro áreas de conhecimento: Ciências humanas e sociais aplicadas, Matemática e suas tecnologias, Linguagens e suas tecnologias e Ciências da natureza e suas tecnologias.

No encerramento do semestre, o aluno poderá mudar a área de conhecimento que escolheu, após uma análise com a equipe de professores, orientadores e coordenadores

Cada escola pode ter diferentes atividades eletivas. No caso do CEM 01 do Guará, a decisão pelas eletivas que serão ofertadas nasceu de um estudo feito com os alunos do nono ano do ensino fundamental nos CEFs 01 e 02. “Fizemos uma pesquisa para ver a área de interesse deles e assim formamos o catálogo de itinerários formáticos”, relata a diretora da escola, Cynara Martins.

A habilidade do corpo docente também foi levada em consideração, assim como a formação contínua ofertada pela Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais de Educação (Eape). “Criamos eletivas que melhor se adequam ao nosso perfil profissional e acadêmico”, detalha o professor de sociologia e projeto de vida Norlan Silva. “Muitos [professores] têm especializações e cursos de pós-graduação [que ajudaram na decisão]. Vamos ampliar a diversidade de conteúdos, trazendo conceitos que vão além das disciplinas básicas. A grande mágica é que vamos presenciar uma escola com ações multidisciplinares”.

Como será?

Os itinerários formativos serão apresentados nas duas primeiras semanas de aula e podem ser diferentes em cada escola. A partir de março, os estudantes terão que escolher cinco atividades eletivas. Destas, duas são obrigatórias para a recomposição das aprendizagens durante a pandemia: linguagens e suas tecnologias (língua portuguesa e educação física) e matemática e suas tecnologias (matemática).

As aulas serão ofertadas sempre duas vezes por semana –terça e quinta ou quarta e sexta. Ao fim de cada semestre, o aluno poderá mudar a área de conhecimento escolhida após uma análise com a equipe de professores, orientadores e coordenadores. Consulte o catálogo de atividades eletivas.

Além disso, os alunos terão mais uma disciplina obrigatória que norteia o processo de escolhas – o projeto de vida, uma prática de autoconhecimento em que o aluno descobre suas habilidades. “Essa é uma eletiva obrigatória muito importante que vai tentar delinear, em função do desejo, as expectativas de formação profissional desse estudante a ser inserido no mercado de trabalho e das habilidades”, detalha o professor de sociologia João César de Macedo, que leciona no CEM 01 do Guará. “Isso vai facilitar a autonomia do estudante”.

Há a expectativa de que as mudanças implantadas pelo NEM tenham impacto no Programa de Avaliação Seriada (PAS) em 2023. Já o Exame do Ensino Médio (Enem) terá a primeira edição de 2024 levando o NEM em consideração. “Isso já está no nosso radar; temos professores que estão participando dos grupos tanto do PAS quanto do Enem”, avisa a subsecretária Solange Foizer.

Fonte: Agência Brasília

Mais de 430 mil alunos da rede pública retornam às aulas presenciais

Em meados de março, avaliação diagnóstica será aplicada para identificar o nível geral de aprendizagem. Foco está na recomposição das perdas deixadas pela pandemia

Leiliane Sena, com a filha Lara, de 5 anos, falaram da expectativa em relação ao início das aulas presenciais | Fotos: Mary Leal / Ascom-SEEDF

Ler claramente e entender o que se leu. Escrever corretamente e se fazer entender. Dominar as quatro operações básicas da matemática, de forma a desenvolver o raciocínio lógico. Esse é o foco da Secretaria de Educação para o ano letivo de 2022, iniciado na manhã desta segunda-feira (14).

A presença na sala de aula é obrigatória para 100% dos alunos. Estudantes com comorbidades e imunossuprimidos poderão optar pelo atendimento remoto. Esses casos deverão ser apresentados às direções de cada escola, com a devida documentação médica

“É a isso que nós nos referimos quando dizemos que é preciso recompor as aprendizagens perdidas na pandemia”, explicava a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, em conversa com pais de estudantes na Escola Classe 11, em Taguatinga, onde ela foi acompanhar o reinício das aulas. “As crianças de até 7 anos foram as grandes prejudicadas pela pandemia. Por isso, escolhemos essa Escola Classe para visitar no dia de hoje”, completou.

A EC 11 de Taguatinga atende 622 meninos e meninas da educação infantil e do ensino fundamental, anos iniciais – ou seja, vai do maternal ao 5º ano.

A grande novidade do ano letivo de 2022 é a volta do turno de cinco horas diárias nas turmas regulares – desde a volta das aulas presenciais, em agosto de 2021, os turnos haviam sido reduzidos para quatro horas.

Além disso, nos dias 15 e 16 de março, os estudantes passarão por uma avaliação diagnóstica, uma prova comum para identificar o nível geral de aprendizagem. Isso vai acontecer desde o ensino fundamental até a Educação de Jovens e Adultos (EJA). “A partir dessa análise, as escolas farão a intervenção pedagógica necessária para recuperar a aprendizagem perdida”, ressalta a secretária de Educação.

Os professores da rede pública que apresentarem algum sintoma de covid-19 podem ser testados em Unidades Básicas de Saúde referenciadas a cada escola. A Secretária de Saúde do DF disponibilizou testes em postos próximos à sede de cada uma das 14 regionais de ensino do DF

As escolas continuam seguindo os protocolos de segurança e normas sanitárias, tais como o uso de máscara facial, higienização das mãos e escalonamento na entrada e saída, lanche e intervalo para evitar aglomeração entre os alunos.

Na EC 11 de Taguatinga, a pequena Lara Sena, 5 anos, estava muito animada com o primeiro dia de aula. “Estava muito ansiosa para chegar na escola e conhecer tudo. É um dia importante!”, resumiu Lara, saltitando na expectativa de entrar e conhecer os novos amigos de classe. “Minha filha sabe escrever o nome e contar alguns números. Esse processo na escola vai ser fundamental para ela avançar. O ensino remoto é mais difícil porque não temos a paciência e a didática de um professor”, afirma a mãe da estudante, Leiliane Sena.

Cleide Vieira levou a filha Isabela Torres, de 7 anos, para o início das aulas na EC 11. Ela conta que já se sente segura com a retomada presencial após as vacinas das crianças e professores. “Minha filha já estudava nesta escola e eu tive muita ajuda dos professores no ensino a distância, mas não é a mesma coisa do contato presencial. Esse ano estou tranquila de saber que os professores e a maioria dos alunos já se vacinou. É importante para a evolução escolar da minha filha essa volta às aulas porque ela poderá melhorar na leitura e nos demais aspectos”, destaca Cleide.

A presença na sala de aula é obrigatória para 100% dos alunos. Estudantes com comorbidades e imunossuprimidos poderão optar pelo atendimento remoto. Esses casos deverão ser apresentados às direções de cada escola, com a devida documentação médica.

A volta às aulas conta com mais de 430 mil alunos matriculados em 686 escolas. A Secretaria de Educação recebeu 26.888 novas matrículas para 2022.

O primeiro encontro da professora Regiane Mandu e do estudante Miguel dos Santos, de 11 anos, foi muito especial nessa volta às aulas. “Estou feliz de encontrar esses meninos. É um desafio incrível dar aulas e sou muito feliz no que faço. É tempo de esperança. Temos que seguir com a educação nesse momento, que ainda é difícil na pandemia”, frisa Regiane, que é professora de atividades.

“Meu filho tem autismo e ele sentia falta de frequentar a escola. Faz muita diferença a volta ser presencial. Ele só falava em quando as aulas iriam começar durante as férias. Vai ser bem importante para o desenvolvimento dele essa retomada”, destaca Mariane Baltazar, mãe de Miguel.

Testagem dos professores

Os professores da rede pública que apresentarem algum sintoma de covid-19 podem ser testados em Unidades Básicas de Saúde referenciadas à cada escola. A Secretária de Saúde do DF disponibilizou testes em postos próximos à sede de cada uma das 14 regionais de ensino do DF.

“Todos os professores da escola que precisaram, foram testados. Eles estão em sala de aula com muita segurança”, afirma Tatyane Emídio, diretora da EC 11 de Taguatinga.

A Secretaria de Educação do DF também desenvolveu uma cartilha com orientações de biossegurança para a retomada das atividades presenciais. O material traz ações que visam a prevenção, proteção, minimização ou impedimento da transmissão do novo Coronavírus.

Transformação na escola

A Escola Classe 11 de Taguatinga tem 622 estudantes atualmente, que cursam educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental. A unidade passou por uma verdadeira transformação para deixar a estrutura adequada para os estudantes.

A partir de 2020, o local teve uma lista de melhorias que incluem a revitalização do banheiro dos estudantes, do piso interno das salas, do piso externo do pátio e corredores, dos armários e cadeiras, das janelas e vidros, do parquinho, do pátio do parquinho, entre outras melhorias.

Neste ano, há 18 obras em execução para construção de novas escolas. Elas irão beneficiar 16 mil estudantes.

*Com informações da Secretaria de Educação do DF

Fonte: Agência Brasília

Maternidades devem informar tipo sanguíneo e fator RH de recém-nascidos

Foto: Franci Moraes – Agência CLDF

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa aprovou, em reunião na tarde desta segunda-feira (14), o Projeto de Lei 1521/2020, do deputado Martins Machado (Republicanos), que torna obrigatória a informação do tipo sanguíneo e do fator RH dos recém-nascidos por hospitais e maternidades da rede pública e privada de saúde do DF.

A proposta foi aprovada na forma de substitutivo da relatora, deputada Arlete Sampaio (PT). Ela entende que o conhecimento prévio das famílias sobre o tipo sanguíneo dos recém-nascidos pode ser útil em casos de emergência.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

“A saúde é uma das minhas maiores prioridades’’, diz Ibaneis

Da redação

Fala é constatada dia a dia

Em 2017, foi divulgado que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal (DF) possuíam uma deficiência no atendimento que chegava a 45%. O DF, durante o ano citado, passava por gestão que se mostrava inoperante, pelas mãos de Rodrigo Rollemberg.

A chegada do governador Ibaneis Rocha (MDB), fez com que a população fosse abraçada, sendo cercada de melhorias em todos os setores, inclusive na saúde, mesmo que no meio da situação de pandemia.

“Já são 6 UPAs, 10 UBSs e mais de 8 mil profissionais contratados, fora os chamamentos que temos em andamento. Contamos muito com os servidores da saúde. Esses números das UPAs muito me alegram e me dão esperança para continuar trabalhando pelo DF”, relatou Ibaneis.

Essas ações fizeram com que a situação da pandemia fosse desafogada em hospitais, levando atendimentos para as pessoas que necessitam. Embora a Covid-19 tenha sido e seja a pauta mais frequente, é preciso ter cuidado com outra doença que afeta a saúde de muitos brasileiros: a dengue. Sendo assim, o chefe do executivo local também trabalha para diminuir os impactos.

“A contratação de quase mil agentes para o combate à dengue tem surtido efeito, como mostram os números de infestação em todo o DF. Os agentes fazem um belo trabalho, que tem melhor efeito com a ajuda da comunidade. Continue cuidando da sua casa e limpando a água parada”, pontuou.

Com todo esse esforço, Ibaneis declara que “a saúde é uma das minhas maiores prioridades”.

Leandro Grass e Reginaldo Veras vislumbram tutelar a imprensa independente para conseguir mais espaços eleitorais; entenda

Os deputados distritais Leandro Grass (PV) e Reginaldo Veras (PDT) nunca foram uma unanimidade entre seus pares de Câmara Legislativa. Tampouco conseguiram SE descartar entre os parlamentares e a sociedade, talvez pelo fraco desempenho parlamentar. Assim, nunca conseguiram muito espaço na grande mídia.

A grande sacada dos dois parlamentares e de sua equipe de comunicação para 2022, é conseguir tutelar e controlar a mídia independente do Distrito Federal. O discurso é muito parecido com governos totalitários de esquerda mundo agora.

O velho discurso de dividir para conquistar chegou na área de comunicação. Os dois políticos querem colocar em confronto os veículos tradicionais de mídia com a mídia alternativa, para depois que acontecer a cisão entre as categorias, os dois surgem como os apoiadores dos pequenos e médios veículos e salvadores da pátria. Tudo ao custo de um alinhamento as suas pretensões políticas.

A mídia alternativa e independente do Distrito Federal é a mais organizada no país e não deve cair nesse golpe político-eleitoral. Se os deputados pretendem aparecer às custas da credibilidade e trabalho realizado pelos médios e veículos de comunicação de Brasília, esse pode ser mais um tiro no pé.

O primeiro passo da estratégia dos distritais já foi dado. Com o objetivo de buscar uma aproximação junto aos veículos de comunicação alternativos, Grass, com apoio do colega Veras, solicitou informações à Secretaria de Comunicação do DF sobre os gastos do Executivo referentes a propaganda e publicidade do GDF nos anos 2019, 2020 e 2021.

No entanto, os parlamentares tomaram a iniciativa sem ao menos ter um levantamento de como foram investidos os recursos em publicidade pelo GDF, que é utilizado para informar a população sobre as ações do governo, principalmente nestes tempos de pandemia.

A verba destinada para publicidade e propaganda pelo Executivo pode ser consultada por qualquer cidadão no Portal da Transparência e também no Diário Oficial do DF.

De forma democrática e transparente, de acordo com a Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP), o atual governo é o primeiro na história do DF a cumprir a Emenda à Lei Orgânica 74/14 que assegura a destinação de 10% dos recursos da publicidade oficial do GDF para a mídia alternativa.

“Essa é primeira vez que temos um governo que cumpre tal lei. Nos governos de Agnelo Queiroz, do PT, e Rollemberg, do PSB, que eram apoiados pelos partidos dos dois distritais, a mídia alternativa foi completamente ignorada e esquecida pelos governos esquerdistas. Agora, acham que podem falar por nós, jamais”, reclamou o presidente da ABBP, José Fernando Vilela.

Para Vilela, os deputados “estão querendo fazer política às nossas custas. Eles não nos representam e muito menos falam pela mídia alternativa, em especial, os sites e portais de notícias”. “Somos independentes e sem ligações partidárias ou ideológicas”, concluiu.

Segundo o dirigente, até mesmo a Câmara Legislativa do DF está cumprindo a lei. “Os deputados não se deram nem ao trabalho de saber se a própria Casa a qual pertencem está atendendo o que determina a lei. A atual mesa diretora da CLDF também foi a primeira a estar em ordem com a legislação. As demais gestões, inclusive a que aprovou a emenda, jamais cumpriram a lei”, observa José Fernando Vilela.

As eleições de 2022 ainda terão muitas idas e vindas. Essa é apenas mais uma estratégica infantil que não deu certo dos deputados de esquerda. Até outubro, continuará o vale tudo para ganhar holofotes e conseguir mais espaços na política brasiliense. O que não se deve fazer é usar de instituições sérias como a ABBP para fazer politicagens.

Essa desastrada estratégia faz lembrar a frase: “Era uma vez um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”, que abre o livro O Menino Maluquinho, de um dos mais queridos personagens brasileiros, criado pelo brilhante cartunista Ziraldo.

Na Câmara Legislativa, estão se criando um clubinho desses meninos.

Favorita, Rebeca Moreno é a única mulher para representar vaga de desembargador do TRF-1

A advogada especialista em direito previdenciário e direito criminal de Rondônia, Rebeca Moreno, se torna favorita para compor a lista tríplice a ser encaminhada ao presidente da República, que escolherá um dos nomes para ocupar à vaga de desembargador do TRF-1.

Rebeca Moreno é a única mulher a compor a lista sêxtupla, pelo Quinto Constitucional da Advocacia, divulgada pela OAB, em dezembro do ano passado, com chances de integrar a lista tríplice a ser votada pelo Plenário do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

Os três nomes serão definidos ainda neste mês de fevereiro pela Corte, cuja lista será encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro.

O nome escolhido, ocupará a vaga deixada por Nunes Marques, que saiu da Corte para tornar-se ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Hoje, só 23% do total de desembargadores do TRF-1 são mulheres (6 dos 26). Esta seria a segunda vez que uma advogada representando o quinto constitucional assumiria o posto.

Rebeca Moreno começou sua trajetória com 14 anos de idade, trabalhando no Banco do Brasil, e passou pela defensoria pública de Rondônia antes de conhecer a advocacia privada.

“Minha dúvida lá no início e ainda hoje, com os clientes e colegas advogados, é sempre: como posso ajudar? Fico lisonjeada de representar meus colegas entre os seis escolhidos e, mais ainda, de poder ser ponte, ser voz e ouvido da advocacia”, afirma Rebeca Moreno.

Quinto constitucional
Seria a segunda vez na história que o TRF-1 recebe uma desembargadora pelo quinto constitucional dos advogados. Maria do Carmo Cardoso também ingressou no Tribunal na vaga do quinto constitucional destinada a advogados, em 2001.

A regra do quinto constitucional está prevista na Constituição Federal e aplica-se aos Tribunais Regionais Federais (TRFs), aos Tribunais de Justiça (TJs) de cada Estado e do Distrito Federal, ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) e aos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).

A jurisdição do TRF-1 abrange os seguintes Estados: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Casamento Comunitário chega à quinta edição com quase 200 uniões

Política pública de garantia de direitos legais de casais em matrimônio é promovida a custo zero pelo GDF e apoiada por parceiros

Com os enlaces deste domingo, número de celebrações já chegou a 199. Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

A marcha nupcial, acompanhada de uma toada de canções românticas, anunciava o início de um momento marcante na vida de 33 casais. No entardecer deste domingo (13), o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania, realizou no auditório do Museu da República mais um Casamento Comunitário. A política pública de promoção da garantia dos direitos legais de homens e mulheres em matrimônio soma em sua quarta edição a união gratuita de 199 casais no DF.

A ação, feita com empresas e entidades parceiras e voluntárias, garante a cidadãos com recursos limitados todos os custos da cerimônia de um casamento – dos trâmites cartoriais aos preparados das noivas, maquiadores, cabeleireiros, fotógrafos, bolo e bem-casados. “Estamos promovendo uma política pública porque entendemos a importância das famílias e das garantias legais dos direitos desses casais que desejavam viver maritalmente”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania Marcela Passamani.

Na edição deste segundo domingo de fevereiro, data em que se celebra do Dia Mundial do Casamento, as noivas foram buscadas e levadas em casa após a cerimônia por uma empresa de transporte por aplicativo. Ao final, receberam presentes como porta-retratos, brincos, tapetes, cosméticos, docinhos, vouchers de limpeza de pele e voucher de cursos de escovista, maquiagem e colorimetria.

Ninguém também gastou com as roupas. Em seu acervo, a Secretaria de Justiça e Juventude conta mais de 90 vestidos de noiva e cerca de 70 ternos. Todos são frutos de doações, lavados e ajustados a cada cerimônia.

Como medida de segurança sanitária em decorrência da pandemia de covid-19, cada casal pode levar até quatro convidados ao auditório, que teve apenas 30% do seu espaço ocupado. A cerimônia foi transmitida pelo Instagram e pelo canal da secretaria no YouTube.

Juíza de paz há quatro anos, a advogada Mírtala Delmondez celebrou pela terceira vez o casamento comunitário do GDF. Também voluntária do programa, ela se diz emocionada em participar de uma política pública como essa. “É o legado que eu deixo para os meus filhos e netos e a minha missão de vida: trabalhar com o amor em um mundo tão violento.”

Na atual gestão do GDF, foram realizados os casamentos de 199 casais nas cinco edições do programa: 41 em 2020, 125 em 2021 e 33 até fevereiro de 2022. A previsão é que mais uma edição do Casamento Comunitário seja realizada ainda em abril.

Sonhos e economia

A diversidade de histórias e experiências das 33 mulheres que se arrumavam no camarim improvisado do museu também as unia na ansiedade de serem vistas pelos maridos após a preparação. Com seu fio de contas na mão, a autônoma Vanessa Lobato, 33 anos, é moradora de Ceilândia. Seguidora do candomblé, religião de matriz africana, ela conta que o desejo de se casar veio com a insistência do companheiro, com quem estava está há um ano e dois meses. “Ele dizia: ‘Preta, a gente tem que sair do pecado e se casar. Aí veio a chance de fazer isso pelo GDF, o que nos permitiu realizar um sonho e deixar de gastar pelo menos uns R$ 5 mil.”

Vasti Gabriela, 22 anos, que mora em Ceilândia, conhece o marido Felipe da igreja, desde os 14. Ela chegou a fazer uma rifa pra custear os gastos com cartório e uma pequena celebração com a família. O dinheiro não iria dar pra tudo, até que ela se inscreveu no programa do Casamento Comunitário e conseguiu participar e não gastar nada. “Pedi a Deus uma balinha e ele me deu um pacote inteiro”, comemora.

A economia também foi um ponto importante para os funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) Rosimary Martins, 50 anos, e Antônio Gilvan, 33. Juntos há 14 anos, o casal do P Sul não conseguiria fazer uma cerimônia como a promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania. “Acho que essa legalização é importante para unir mais o casal”, aposta ela.

Fonte: Agência Brasília