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GDF assina Acordo de Cooperação Técnica para reserva de vagas para mulheres em situação de vulnerabilidade

“Cada termo de cooperação assinado representa um avanço concreto na vida de inúmeras mulheres do Distrito Federal. Esse novo acordo reforça o compromisso do Governo do DF em garantir dignidade, independência e oportunidades reais para quem mais precisa. Estamos fortalecendo uma rede de apoio que transforma histórias e oferece um futuro com mais equidade e justiça,” destacou.

O ACT foi assinado pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e pelo juiz federal Márcio Barbosa Maia, diretor do Foro. O acordo assegura às mulheres atendidas pelos serviços da SMDF a prioridade em 5% das vagas de contratos de terceirização do órgão. Para Giselle Ferreira, a formalização do ACT representa um passo importante para salvar vidas. “Este novo acordo reafirma o quanto o nosso programa de ACTs tem se consolidado como política pública efetiva, levando mais força, autonomia e dignidade para mulheres em situação de vulnerabilidade. O GDF tem sido incansável nesse propósito, e esse é mais um passo nessa direção”, completa.

Ainda de acordo com os termos de cooperação, as empresas prestadoras de serviços continuados e terceirizados realizarão processo seletivo para contratação das trabalhadoras mediante acesso a cadastro mantido pelas unidades da rede de atendimento às mulheres vinculadas à SMDF. E, também, será mantido o sigilo das colaboradoras contratadas, vedando qualquer tipo de discriminação no exercício das suas atividades.

Para Márcio Barbosa Maia, o Poder Judiciário tem o dever constitucional de assegurar os direitos fundamentais e a proteção das mulheres. “Este termo de cooperação reforça a importância da atuação integrada entre instituições para garantir respostas mais céleres, eficazes e humanas. A articulação entre justiça e governo é essencial para fortalecer os mecanismos de acolhimento, proteção e emancipação das mulheres em situação de vulnerabilidade,” finaliza.

Acordos de Cooperação Técnica

Atualmente, por meio das parcerias com a Secretaria da Mulher, já estão no mercado de trabalho cerca de 250 mulheres terceirizadas nos órgãos.

Todas são acompanhadas nos equipamentos da Secretaria da Mulher, pelas equipes multidisciplinares — psicólogo, pedagogo e assistentes sociais. 

Conforme os ACTs, as contratações de serviços contínuos com regime de dedicação exclusiva de mão de obra reservam de 5% a 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

A cota é aplicada a contratos com um quantitativo mínimo de 25 colaboradores. Esse percentual deverá ser mantido durante toda a execução contratual.

O acordo também determina que as vagas incluam mulheres trans, travestis, quilombolas, indígenas, refugiadas e outras possibilidades do gênero feminino.

Com o objetivo de promover a inserção de mulheres em vulnerabilidade socioeconômica no mercado de trabalho, a Secretaria da Mulher (SMDF) assinou, nesta quarta-feira (3), o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Justiça Federal de Primeiro Grau — Seção Judiciária do DF (SJDF/JF). A cerimônia ocorreu na sede I da Justiça Federal e contou com a participação da vice-governadora Celina Leão, que destacou a importância de fortalecer as políticas públicas voltadas para a promoção da autonomia feminina.

Vice-governadora Celina Leão celebra autonomia feminina em Acordo de Cooperação Técnica

Fotos: George Gianni / ascom VGDF

A nova parceria abre portas para mulheres em situação de vulnerabilidade reconstruírem suas vidas com dignidade e esperança no mercado de trabalho

Com o objetivo de promover a inserção de mulheres em vulnerabilidade econômica-social no mercado de trabalho, a Secretaria da Mulher (SMDF) assinou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Justiça Federal de Primeiro Grau – Seção Judiciária do DF (SJDF/JF) nesta quarta-feira (3). A cerimônia para assinatura contou com a participação da vice-governadora, Celina Leão, que destacou a importância do fortalecimento de políticas públicas voltadas para a promoção da autonomia feminina.

“Cada termo de cooperação assinado representa um avanço concreto na vida de inúmeras mulheres do Distrito Federal. Esse novo acordo reforça o compromisso do Governo do DF em garantir dignidade, independência e oportunidades reais para quem mais precisa. Estamos fortalecendo uma rede de apoio que transforma histórias e oferece um futuro com mais equidade e justiça,” destacou.

O ACT assegura às mulheres atendidas pelos serviços da SMDF a prioridade em 5% das vagas de contratos de terceirização do órgão. Ainda de acordo com os termos de cooperação, as empresas prestadoras de serviços continuados e terceirizados realizarão processo seletivo para contratação das trabalhadoras mediante acesso a cadastro mantido pelas unidades da rede de atendimento às mulheres vinculadas à Secretaria. O sigilo das colaboradoras contratadas deverá ser mantido, vedado qualquer tipo de discriminação no exercício das suas atividades.

Parceria completa

Atualmente, 250 mulheres já estão no mercado de trabalho por meio das parcerias com a Secretaria da Mulher. Todas são acompanhadas por equipes multidisciplinares com psicólogos, pedagogos e assistentes sociais.

Conforme os ACTs, as contratações de serviços contínuos com regime de dedicação exclusiva de mão de obra reservam de 5% a 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A cota é aplicada a contratos com um quantitativo mínimo de 25 colaboradores. Esse percentual deverá ser mantido durante toda a execução contratual.

O acordo também determina que as vagas incluam mulheres trans, travestis, quilombolas, indígenas, refugiadas e outras do gênero feminino.

Novo Gama nomeia nova cúpula da Guarda Civil Municipal

Mudança no comando busca reforçar a segurança pública e aproximar a GCM da população

Nova estrutura quer ampliar presença da Guarda nas ruas

A Prefeitura de Novo Gama anunciou os novos nomes que passam a compor o Comando da Guarda Civil Municipal (GCM). A medida faz parte da estratégia da atual gestão para fortalecer a segurança pública e ampliar a eficiência dos serviços prestados à população.

O comando geral da corporação será exercido por Daniel Pereira Santos, que terá como subcomandante Hilquias de Jesus Pontes da Silva. Também integram a nova estrutura os inspetores Evanilson Castro Frota Júnior e Larissa de Oliveira Torres Santos.

Para o Comando de Patrulhamento Municipal, foram nomeados os guardas civis Israel Tandial Coelho do Nascimento, Davi dos Santos Oliveira, Roberto do Nascimento Marques e Ielton Rodrigues dos Santos. A equipe será responsável por intensificar a atuação da GCM nas ruas e garantir maior proximidade com os moradores.

Na área de controle interno e transparência, o guarda civil Lucas Almeida dos Santos assume como Corregedor-Geral da corporação. Já Lucas Breno Fonseca da Trindade será o novo Ouvidor-Geral da GCM.

Com a reestruturação, a Prefeitura de Novo Gama reforça a valorização dos profissionais da segurança e reafirma o compromisso de oferecer uma atuação mais eficiente e próxima da comunidade.

A faca da esquerda no coração do BRB

Arte: BRB

A punhalada da esquerda contra Brasília

A esquerda deu mais uma punhalada em Brasília. Depois de quase empurrar o BRB para a privatização no governo Cristovam Buarque e de vê-lo afundar em escândalos de corrupção na gestão Rodrigo Rollemberg (PSB), quando toda a cúpula do banco foi presa pela Polícia Federal por desviar R$ 16,6 milhões em propina, agora petistas e aliados voltam a atacar.

O Banco de Brasília, que se reergueu do caos e se transformou em referência nacional, acaba de sofrer um duro golpe articulado pela esquerda. Só no primeiro semestre deste ano, o BRB registrou lucro líquido de R$ 518 milhões — o maior da sua história — e se prepara para crescer ainda mais com a compra do Banco Master, operação que já tinha aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e aprovação da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Mas o que fez a tropa liderada pelos petistas Érika Kokay, Chico Vigilante e pelo forasteiro Ricardo Cappelli (PSB)? Conspirou, pressionou, articulou nos bastidores até conseguir que o Banco Central rejeitasse a aquisição do Banco Master. Um movimento que não tem nada de técnico — é puramente político.

O resultado? Enquanto os esquerdopatas comemoram a derrota de um banco que é orgulho de Brasília, quem perde é a cidade e sua população. O BRB, que hoje financia moradia, crédito, desenvolvimento regional e inclusão social, poderia ampliar ainda mais sua presença e competitividade no mercado nacional. Mas foi sabotado por aqueles que sempre trataram a capital como inimiga.

A história mostra: quando a esquerda mete a mão no BRB, Brasília paga a conta. Ontem foi a ameaça de privatização e o escândalo de corrupção. Hoje é a conspiração para barrar seu crescimento. E amanhã?

O que fica claro é que, para a militância radical, não importa o futuro de Brasília, nem os empregos, nem o desenvolvimento. Importa apenas manter o jogo político de poder. Uma vergonha.

Os xiitas do PT e seus aliados comemoram. Brasília, não.

Câmara aprova quatro projetos da Agenda Legislativa Da Política ao Prato entregue pelo Pacto Contra a Fome à Casa

Projetos foram apresentados no lançamento da Agenda Legislativa, em 27 de agosto, na Câmara dos Deputados

Menos de uma semana após receber as propostas da entidade, a Câmara pautou e aprovou quatro das cinco iniciativas em tramitação na Casa. 

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (02/09) quatro dos cinco  projetos de lei integrados à Agenda Legislativa do Pacto Contra a Fome e que estão em tramitação na Casa. A Agenda Legislativa Da Política ao Prato – uma iniciativa de Combate à Fome, Garantia da Segurança Alimentar e Redução do Desperdício de Alimentos, reúne sete projetos de lei em tramitação na Câmara e no Senado Federal com o objetivo de aprimorar as políticas públicas brasileiras voltadas à segurança alimentar e à redução do desperdício de alimentos. 

Durante a sessão, Motta ressaltou o compromisso assumido com o Pacto Contra a Fome no lançamento da agenda legislativa de dar prioridade aos temas.  “A Câmara dos Deputados dá uma grande contribuição para que o Brasil possa, de uma vez por todas, sair do Mapa da Fome e da insegurança alimentar”, disse. 

“A aprovação desses projetos é uma vitória não do Congresso ou da sociedade civil, mas de toda a população brasileira e uma demonstração de que a união de forças entre os diferentes setores da sociedade é capaz de mudar o Brasil para melhor. Os projetos aprovados contribuirão diretamente no fortalecimento da agricultura familiar e na garantia do direito à alimentação, em especial no contexto de eventos climáticos extremos, além de aprimorarem diretamente a gestão das políticas públicas com base em dados e indicadores”, explicou Maria Siqueira, cofundadora e diretora executiva do Pacto Contra a Fome.

“Seguimos trabalhando junto ao Congresso Nacional para a aprovação dos demais projetos da agenda, fornecendo subsídios técnicos para o aprimoramento das propostas e em permanente escuta da sociedade civil. Para isso, é fundamental que a sociedade siga mobilizada para a aprovação dessas pautas”, concluiu. Qualquer cidadão pode conhecer e apoiar a Agenda Legislativa “Da Política ao Prato” por meio do link https://tinyurl.com/5dxrc5j4

Dos projetos aprovados, três seguem para sanção presidencial e um será analisado pelo Senado (veja detalhes sobre os projetos abaixo). Outros dois projetos incluídos na Agenda Legislativa estão em tramitação no Senado. 

Confira os projetos aprovados na Câmara dos Deputados: 

  • PL 4384/23 – O projeto torna lei o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), até então regulado por decretos e normas infralegais. O projeto segue para sanção presidencial. 
  • PL 800/24 – O projeto prioriza municípios com baixo IDH e alta insegurança alimentar no planejamento do Sisan, integrando dados oficiais para maior eficiência e transparência nas políticas públicas. Fortalece a governança multissetorial e otimiza ações de segurança alimentar. O projeto segue para sanção presidencial. 
  • PL 2708/24 – Aquisição de Alimentos em Situações de Emergência Climática. A proposta prioriza a distribuição de produtos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para municípios em estado de emergência ou calamidade pública, garantindo utilização da rede do programa para atender aos municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública. O projeto segue para sanção presidencial. 
  • PL 2424/24 – O projeto incorpora o planejamento e gestão de risco em casos de eventos climáticos extremos, priorizando grupos vulneráveis, preferência na oferta de assistência técnica para recuperação e critérios sociais para apoiar a agricultura familiar. O projeto será encaminhado para votação no Senado. 

As outras propostas da Agenda Legislativa são: 

  • PL 321/2025 – Redução das Perdas e do Desperdício de Alimentos – O projeto cria políticas para reduzir o desperdício e ampliar doações de alimentos, com incentivos logísticos e financeiros para empresas e instituições. Promove campanhas educativas e inovação, fortalecendo a rede de distribuição e beneficiando populações vulneráveis. Em tramitação na Câmara dos Deputados.
  • PL 357/2015 – Combate à Obesidade e Alimentação Saudável nas Escolas – O projeto estabelece diretrizes sobre a comercialização de alimentos nas escolas de educação básica, priorização a alimentação saudável e redução da alimentação não saudável para contornar o avanço da obesidade e diabetes infantil. Em tramitação no Senado. 
  • PL 2754/2023 – Reajustes para a Alimentação Escolar – O projeto prevê reajuste automático anual dos valores de repasse do Pnae¹ pelo Índice do Grupo de Alimentos, corrigindo a perda do poder de compra causada pela inflação de alimentos. A medida assegura previsibilidade orçamentária e oferta de alimentação adequada a 40 milhões de alunos, fortalecendo a agricultura familiar e o desenvolvimento local. Em tramitação no Senado. 

¹ Pnae – Programa Nacional de Alimentação Escolar

² Sisan – Sistema Nacional de Segurança Alimentar Nutricional

Sobre a Agenda Legislativa “Da Política ao Prato”

A Agenda Legislativa Da Política ao Prato – uma iniciativa de Combate à Fome, Garantia da Segurança Alimentar e Redução do Desperdício de Alimentos foi formalmente apresentada ao presidente da Câmara em 27/08, durante evento realizado no Salão Nobre da Câmara, com a presença do presidente da Casa, deputado federal Hugo Motta, e da  cofundadora e presidente do Conselho do Pacto Contra a Fome, Geyze Diniz. 

“Nós temos condições de dar agilidade e quem sabe podermos, no mais curto espaço de tempo, entregar a contribuição e a colaboração dos deputados e deputadas federais nessa agenda, que é inadiável para nós que queremos ver um Brasil mais justo, um Brasil que, de uma vez por todas, possa não estar mais debatendo sobre a presença ou não do nosso país nos mapas de insegurança alimentar, nos mapas da fome”, afirmou Motta no lançamento da agenda. 

A iniciativa analisou 1.915 proposições legislativas em tramitação na Câmara e no Senado nos últimos 20 anos, das quais 208 foram estudadas em profundidade. Desse conjunto, o Pacto selecionou sete projetos que devem ter urgência e prioridade de tramitação no Congresso. O instituto está apoiando tecnicamente os parlamentares em ajustes e também na mobilização para o avanço das propostas até o plenário. 

A criação da Agenda Legislativa contou com a colaboração de 18 entidades da sociedade civil. São elas: Ação da Cidadania, ONG Banco de Alimentos, CLP (Centro de Liderança Pública), Connecting Food, Gastromotiva, Instituto Fronteiras do Desenvolvimento, Instituto Regenera, Instituto Veredas, Purpose, Polvo Lab, The Food and Land Use Coalition e Instituto Península., Projeto Reconstrução RS Habitação, União BR, SOS Região Sul, GoodTruck, Clima Info e Instituto Aya. 

Entre as prioridades estão medidas que prevêem o fortalecimento da agricultura familiar e da resiliência climática, o reajuste automático dos valores do Programa Nacional de Alimentação Escolar, a criação de políticas para reduzir perdas e ampliar doações de alimentos, o aprimoramento da governança do Sistema Nacional de Segurança Alimentar (Sisan) e mecanismos de resposta rápida em situações de emergência climática. 

Sobre o Pacto Contra a Fome

O Pacto Contra a Fome é uma coalizão suprapartidária e multissetorial que atua no engajamento da sociedade  para erradicar a fome, promover alimentação adequada e reduzir o desperdício de alimentos de forma estrutural e permanente. Sua missão é contribuir para erradicar a fome até 2030 e ter todos os brasileiros alimentados adequadamente até 2040. Para isso, o Pacto atua sob três pilares: articulação, inteligência estratégica e incentivo.

“Temos convicção de que a meta é possível de ser cumprida se todos somarmos nesta causa. Governos, setor empresarial, terceiro setor e sociedade civil são imprescindíveis nesta jornada e é unindo essas forças que estamos atuando”, conclui a cofundadora e presidente do Conselho do Pacto Contra a Fome, Geyze Diniz.

Deputado Ricardo Vale encaminha seis emendas ao Projeto de Lei que cria o Programa Cartão Uniforme Escolar

O mandato do deputado Ricardo Vale luta pelo Cartão Uniforme Escolar desde 2023. Após muito debate com a sociedade, a comunidade escolar e as malharias, apresentamos o PL 505/2023. Embora tenha sido aprovado na CLDF, o projeto foi vetado pelo GDF, que criou um programa semelhante, que deve ser votado na próxima terça-feira (9) na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Como relator da Comissão de Educação e Cultura, o deputado Ricardo Vale apresentou seis emendas ao projeto de lei do GDF, elaboradas após uma reunião pública com a comunidade escolar e as malharias. Entre elas, destacam-se a obrigatoriedade do Brasão das Armas do Distrito Federal e o nome da unidade de ensino nos uniformes. Essa regra é importante para a identidade visual de cada escola, o que facilita a identificação do aluno, buscando garantir maior segurança aos estudantes.

A outra emenda sugere que tanto a produção quanto a comercialização dos uniformes sejam realizadas por empresas localizadas no Distrito Federal, fortalecendo a economia regional e apoiando as malharias locais. Ricardo Vale ressalta que esse programa nasceu de um amplo diálogo. Mesmo diante do veto, o parlamentar evidencia que o objetivo maior é garantir que a solução seja implementada e beneficie a população do DF. “A iniciativa do programa Cartão Uniforme Escolar é do nosso mandato, mas não vamos disputar a autoria. O que importa é que a população vai ser beneficiada”, afirmou.

Assessoria de Comunicação
Deputado Ricardo Vale

Prefeito de Valparaíso de Goiás fala sobre obras, taxa de lixo e outros assuntos em entrevista na Rádio Supra FM

Nesta manhã de quarta-feira, do dia 03 de setembro, o prefeito da cidade de Valparaíso de Goiás participou de uma entrevista na rádio Supra FM, no programa Momento do Povo, com o radialista Hélio Porto.

Nesta entrevista, alem das mais de 20 obras simultâneas que ocorrem na cidade, ele também respondeu a pergunta não queria calar era “O prefeito é a taxa de lixo?”.

Marcus Vinicius explicou que essa lei é uma lei federal que traz a obrigatoriedade dos municípios realizarem esse tipo de imposto, sob pena de o município ser penalizado na justiça. Além de Valparaíso, Novo Gama e Luziânia também passaram a cobrar a taxa.

Segundo Marcus, a taxa do lixo se assemelha a taxa de iluminação pública instituída em 2017, também pelo Governo Federal. “Foi assim com a taxa de iluminação pública, aprovada ainda na gestão da ex-prefeita Lucimar. Hoje, Valparaíso está com a cobertura de 95% Led.”

Um ponto que gerava bastante polêmica na cidade era o processo contra o decreto que auxiliava nessa cobrança dos R$ 25,00; o prefeito respondeu que o que tem poder de cobrança é a lei 132/2024, não o decreto, que foi motivo de ação judicial, e sobre a ação judicial, o pedido em relação ao decreto foi realizado, e além disso, a Saneago recentemente ofereceu os dados dos relógios da cidade, e que todos os munícipes usuários do CadÚnico e Bolsa Escola vão ser beneficiados de acordo com a lei.

Marcus Vinicius comemorou os avanços no PAC Anhanguera. O prefeito destacou o trabalho em conjunto de Pábio Mossoró, Célio Silveira e Dra. Zeli, que desde o seu primeiro mandato nunca desistiram de transformar essa obra em realidade.

A respeito do CAIS, o prefeito reforçou que UBSs estratégicas estão tendo seu funcionamento até às 22h para evitar longas filas de atendimento, a exemplo da UBS do Cruzeiro do Sul, Jardim Oriente e Chácaras Ypiranga.

A respeito do viaduto, que em parceria com a prefeitura, o DNIT irá assumir a obra, e isso é benéfico a toda a nossa comunidade, pois a obra vai continuar sendo executada e de uma forma mais eficiente, graças ao empenho e esforço da prefeitura junto com o governo federal.

Deputado Eduardo Pedrosa promove homenagem a profissionais das altas habilidades e superdotação na CLDF

Dia do Profissional das Altas Habilidades/Superdotação Crédito: Ângelo Pignaton/Agência CLDF

Sessão solene exaltou o trabalho de educadores e destacou o protagonismo do DF no atendimento a estudantes com potencial elevado

A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, na manhã desta segunda-feira (1), uma sessão solene em homenagem ao Dia do Profissional das Altas Habilidades e Superdotação. A iniciativa partiu do Deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil), que tem se destacado na defesa da educação inclusiva e no reconhecimento dos profissionais que atuam junto a estudantes com capacidades cognitivas e criativas acima da média.

Durante a solenidade, o deputado destacou o papel essencial dos educadores na formação integral dos alunos. Segundo Eduardo Pedrosa, esses profissionais não apenas transmitem conhecimento, mas são agentes fundamentais no desenvolvimento emocional, social e intelectual dos estudantes. “Eles despertam o potencial de cada aluno, respeitando suas particularidades e promovendo um ambiente de aprendizagem verdadeiramente inclusivo”, afirmou o parlamentar em seu discurso de abertura.

O Distrito Federal conta atualmente com 46 núcleos de atendimento para estudantes com altas habilidades, distribuídos em 30 polos educacionais nas 14 coordenações regionais de ensino. Esses espaços oferecem atendimento especializado em áreas como linguagens, matemática, artes e robótica, por meio de atividades em pequenos grupos. Durante o evento, estudantes e professores relataram experiências positivas vivenciadas nesses núcleos.

Um dos depoimentos mais marcantes foi o da estudante Beatriz dos Santos, que relatou ter se sentido deslocada até encontrar o acolhimento necessário no núcleo de Taguatinga. A jovem ressaltou a importância da equipe pedagógica no seu desenvolvimento acadêmico e emocional, destacando o impacto positivo do trabalho coletivo. “O apoio do polo foi essencial para que eu entendesse meu potencial e me sentisse pertencente”, declarou.

Professores com décadas de experiência também participaram da cerimônia. Rachel Rabelo, há 32 anos na rede pública, e Marlon dos Santos, com quase 30 anos de atuação, elogiaram o comprometimento dos alunos e o pioneirismo do DF no atendimento a esse público. Ambos defenderam o investimento contínuo na capacitação de educadores e em políticas públicas que valorizem a diversidade intelectual presente nas salas de aula.

Ao final da solenidade, o Deputado Eduardo Pedrosa anunciou o lançamento da cartilha “Altas Habilidades/Superdotação no Distrito Federal”, elaborada pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, com apoio da Frente Parlamentar pelo Autismo. O material apresenta a história do atendimento no DF, principais teorias sobre o tema e orientações para a prática pedagógica. A iniciativa reforça o compromisso do parlamentar com uma educação mais equitativa, que valoriza o potencial único de cada estudante.

Wellington Luiz e Hermeto defendem proposta salarial do GDF para as forças de Segurança

Plenário da Câmara Legislativa do DF durante sessão ordinária. Debates políticos sobre o Distrito Federal. Foto: Andressa Anholete/Agência CLDF

Os deputados Wellington Luiz e Hermeto, ambos do MDB, usaram o microfone da tribuna do plenário da Câmara Legislativa, na sessão deste terça-feira (2), para defender a proposta salarial elaborada pelo governador Ibaneis Rocha para os servidores da Segurança Pública do DF. Encaminhada para o governo federal, já que as despesas são pagas com recursos da União, a proposta precisa contar com o aval do presidente da República e do Congresso Nacional.

“A ideia é que os efeitos financeiros começassem a valer a partir de setembro, mas ainda está no governo federal. Isso causa aflição e preocupação”, apontou Wellington Luiz, pedindo a intervenção dos colegas distritais do PT junto ao presidente Lula: “Se não houver o devido encaminhamento para a reestruturação das forças, sem dúvida haverá reação das categorias, o que não seria uma coisa boa”, alertou.


O deputado Hermeto, por sua vez, avaliou que o percentual de recomposição salarial proposto pelo governo federal “fere” a proposta encaminhada pelo chefe do Executivo distrital. “O governador fez todos os cálculos; vamos aprovar da forma que foi enviada”, defendeu. O distrital destacou que o presidente Lula “sempre teve um carinho especial pela Polícia Militar” e reforçou o pedido de apoio dos colegas petistas.

Denise Caputo – Agência CLDF

Tragédia em clínica de recuperação no Paranoá acende debate sobre saúde mental em plenário 

Plenário da Câmara Legislativa do DF durante sessão ordinária. Debates políticos sobre o Distrito Federal. Carolina Curi/Agência CLDF

Um incêndio em clínica de recuperação de dependentes químicos, no Paranoá, deixou cinco mortos e 11 feridos no último dia 31. O caso foi alvo de manifestações de parlamentares durante a sessão da Câmara Legislativa, nesta terça-feira (2), e acendeu o debate sobre a situação da saúde mental no Distrito Federal.

A deputada Doutora Jane (MDB) prestou solidariedade às famílias das vítimas e informou ter protocolado um projeto de lei instituindo normas de segurança para o funcionamento dessas instituições terapêuticas. Segundo afirmou, a clínica “Liberte-se”, onde aconteceu a tragédia, funcionava sem licença, com janelas e portas gradeadas. A distrital pediu “tramitação célere para dar uma resposta que a sociedade precisa”.

A deputada Dayse Amarilio (PSB) avaliou que o ocorrido traz à tona a questão da saúde mental no DF. Ela citou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que associam uma maior incidência de transtornos mentais à vulnerabilidade social e cobrou mais capilaridade e orçamento para a atenção primária, bem como a realização de concurso público para psicólogo. “O último foi em 2014”, destacou.

Ao prestar solidariedade aos familiares das vítimas do incêndio, o deputado Fábio Felix (PSOL) cobrou um debate “franco e técnico” sobre o atendimento em saúde mental, especialmente no que diz respeito a álcool e drogas. “Temos uma série de instituições fazendo internações e que não têm competência e qualidade técnica para isso: faltam formação para os profissionais, equipes multidisciplinares e evidências cientificas para as intervenções”, argumentou. 

Ainda segundo Felix, muitas dessas entidades são financiadas com dinheiro público. “A ausência do Estado, dos CAPs e de uma rede de saúde mental previsível e qualificada faz com que haja o crescimento dessa rede alternativa”, apontou. E concluiu: “Que esse momento triste traga, no mínimo, essa reflexão e essa responsabilidade para o GDF”.

O deputado Gabriel Magno (PT) seguiu na mesma linha: “Essa política tem sido, muitas vezes, incentivada pelo próprio governo do DF”. Ele acrescentou: “O GDF atua contra a rede de atenção psicossocial; temos um hospital psiquiátrico que continua funcionando no DF. No Hospital São Vicente de Paula, duas pacientes morreram sob os cuidados do governo este ano”.

Denise Caputo – Agência CLDF