A Câmara Legislativa homenageou os 167 anos do Corpo de Bombeiros em sessão solene, no plenário, transmitida ao vivo pela TV Distrital (canal 9.3) e YouTube, com tradução simultânea em Libras. O autor da iniciativa, deputado Roosevelt Vilela (PL), considerou que “o maior patrimônio do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) são as pessoas”.
Oriundo do CBMDF, Vilela reforçou que a principal bandeira de seu mandato parlamentar é a segurança pública, com o objetivo de “dar condições para que os policiais exerçam seu trabalho com dignidade”. Ele argumentou pela capacitação para que “o bombeiro vá para a rua de forma qualificada, oferecendo para a sociedade as melhores técnicas”.
O distrital citou proposições legislativas e emendas parlamentares de sua autoria voltadas à categoria, a exemplo da valorização do veterano do CBMDF, objetivo da Lei 6.313/2019, que inclui no calendário oficial do DF o Dia do Bombeiro Militar Veterano, a ser comemorado no dia 4 de julho. Durante a sessão solene, houve a assinatura da portaria que institui o exórdio e o toque de presença do veterano, executado pela banda do CBMDF.
Heróis anônimos
Agradeceu a homenagem da CLDF a comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do DF, coronel Mônica Miranda. “Essa iniciativa louvável nos permite render reverência à coragem, dedicação e nobreza de propósito desses heróis anônimos que compõem a nossa respeitada instituição”, afirmou.
Ela ressaltou que a história e a tradição do CBMDF foram forjadas nos episódios mais desafiadores. “Em meio ao caos, os combatentes do fogo têm sido uma inspiração para toda a sociedade”, apontou.
Relatou sua admiração pela corporação o secretário executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. “Os bombeiros demonstram, reiteradamente, seu compromisso com o povo”, disse, ao lembrar diversas situações nas quais os bombeiros atuam, como nos recentes episódios de violências nas escolas.
“São 167 anos de orgulho”, afirmou o subsecretário de Defesa Civil da Secretaria de Segurança Pública do DF, Sandro Gomes, que também é oriundo do CBMDF. Ele pontuou que a corporação “nunca se acovardou diante das dificuldades e é a favor da paz”.
Em nome do 7º Distrito Naval, o capitão de mar e de guerra Márcio Abreu Caldas, salientou que Marinha e Corpo de Bombeiros são instituições-irmãs, ao cumprimentar a corporação pelo aniversário.
Animação
Durante o evento, houve o lançamento da animação “Seis Notáveis”, representando a diversidade de papeis do CBMDF, instituição que conta com 6.038 bombeiros. O curta, produzido por integrantes da própria corporação, mostra a variedade de ambientes e perfis, com o mesmo propósito: “Somos todos diferentes, mas quando se trata de vidas alheias e riquezas salvar, somos, indiscutivelmente, um; Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, emergência 193”.
Ao final da solenidade, foram entregues moções de louvor a bombeiros que se destacaram pelos serviços prestados à população do DF.
A Câmara Legislativa lançou hoje (30) a Frente Parlamentar para a Economia Digital e Desenvolvimento Tecnológico do Distrito Federal. A frente é uma iniciativa da deputada Doutora Jane (MDB), que explicou a importância da valorização da ciência e tecnologia dentro do Poder Legislativo.
“Essa frente vai ser um instrumento para capitanear diversas iniciativas de investimento em ciência e tecnologia. Recentemente passamos por um susto em relação ao fundo constitucional. A possibilidade de diminuição do fundo nos colocou de sobressalto e reforça a necessidade de se criar alternativas para a nossa economia. Tenho certeza que a inovação tecnológica pode mudar a matriz econômica do DF”, afirmou a deputada.
Entre os objetivos da frente parlamentar, estão o acompanhamento de políticas governamentais voltadas para ciência e tecnologia, o estímulo ao desenvolvimento de uma economia tecnológica no DF, a discussão de programas e projetos voltados para a inovação digital e a promoção de parcerias entre universidades, empresas de start-up e outros setores.
A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão, ressaltou o protagonismo do Legislativo em incentivar a economia digital no Distrito Federal. “Sentíamos falta de ter um lugar aqui na Câmara Legislativa que juntasse todos nós em prol da ciência, tecnologia e educação”, afirmou.
A reitora também fez uma defesa da valorização da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF). “Sem a FAP-DF não conseguiremos ampliar o investimento em ciência e tecnologia. Precisamos de uma FAP-DF cada vez mais fortalecida. Por isso já estivemos com o governador e solicitamos o aumento do orçamento da FAP-DF”, disse a reitora.
O diretor-presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, reforçou a defesa do financiamento público à pesquisa. “Nossa missão é fomentar e dar possibilidade para a ciência se desenvolver. Precisamos defender os recursos da FAP-DF e lutar para sua ampliação, até mesmo porque no passado recente tivemos ameaça de redução de recursos das fundações de amparo à pesquisa em todo o país”, defendeu Marco Antônio.
Para o secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Gustavo Amaral, a parceria entre Executivo e Legislativo é fundamental para o fomento da economia digital no DF.
“Não conseguiríamos realizar nada sem as diretrizes impostas na legislação pelo Poder Legislativo. A frente é fundamental para estabelecer estratégias de atuação do Estado, trazendo o setor produtivo e a academia para dentro da discussão”, observou.
Setor Comercial Sul
O secretário também revelou planos do governo para transformar o Setor Comercial Sul em um polo de ciência e tecnologia. “Toda a estrutura da Secretaria de Ciência e Tecnologia vai sair do Palácio do Buriti e se mudar para o Setor Comercial Sul. O Estado precisa estar lá com sua estrutura para começar a incentivar essa atividade no local”, ressaltou Gustavo Amaral. Também participaram do lançamento pesquisadores, empresários e representantes de multinacionais de tecnologia da informação.
A equipe da Superintendência de Drenagem Urbana da Adasa acompanhou na tarde de sexta-feira (30/6) visita técnica promovida pela Terracap às obras do Drenar DF na Asa Norte.
O superintendente da área, Hudson de Oliveira, e os coordenadores Débora Diniz e Jeferson da Costa estiveram nos lotes 1 e 2, localizados no setor de Embaixadas Norte, onde conheceram um dos 101 postos que permitirão o acesso às redes de serviços subterrâneos e a lagoa de contenção que promoverá o amortecimento e a melhora da qualidade das águas pluviais que serão lançadas no Lago Paranoá.
Oliveira explicou que a Adasa participou da primeira fase do projeto, como coexecutora, junto com outros órgãos do DF, e enalteceu a grandeza do empreendimento. “É um projeto importante, que além de minimizar os alagamentos nas cinco regiões onde será executado, contribuirá com a qualidade da água que chegará ao Lago Paranoá”.
Antes da visita, o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço, realizou uma apresentação na sede do órgão para falar sobre aspectos técnicos das estruturas projetadas, objetivos e metodologias aplicadas.
Com investimento superior a R$ 33,2 milhões, construção entregue neste sábado vai reduzir o tempo de deslocamento e aumentar a segurança de pedestres e motoristas de toda a região norte
O governador Ibaneis Rocha inaugurou, neste sábado (1º), o viaduto de Sobradinho, que recebeu o nome de Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci. O elevado de 1,2 km de extensão foi erguido às margens da BR-020, na altura do Estádio Augustinho Lima e do acesso à Rota do Cavalo.
O governador Ibaneis Rocha inaugurou, neste sábado (1º), o viaduto de Sobradinho, que recebeu o nome de Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci. O elevado de 1,2 km de extensão foi erguido às margens da BR-020, na altura do Estádio Augustinho Lima e do acesso à Rota do Cavalo.
O governador aproveitou a ocasião para anunciar novas ações em prol da qualidade de vida da população: “Já fiz o compromisso, e o contrato já está assinado entre DER e Terracap para fazer a terceira via até Planaltina. Vamos fazer o viaduto de Planaltina e a DF-128 ligando até Brasilinha. A Saída Norte vai ser totalmente beneficiada”.
O Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci foi executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e demandou investimento superior a R$ 33,2 milhões – recursos originários do orçamento do governo e de emenda parlamentar da bancada federal. Iniciada em fevereiro de 2022, a obra gerou 400 empregos diretos e indiretos. O homenageado foi um importante líder religioso, ex-deputado distrital e administrador regional de Sobradinho na década de 1980.
O elevado reduzirá o tempo de deslocamento de aproximadamente 70 mil motoristas que passam pelo local diariamente. O presidente do DER, Fauzi Nacfur, avalia que o complexo facilita o acesso de quem sai de Sobradinho em direção à BR-020 e evita os congestionamentos causados pelos retornos na via.
Fluidez
“A gente vinha com o Complexo Joaquim Roriz até a região de Sobradinho e esse ponto, especificamente, ficava com um nó no trânsito, porque os motoristas atravessavam por retornos”, lembrou o gestor. “Com esses novos viadutos, sendo duas faixas vindo para Planaltina e duas voltando para Brasília, acabamos com o ponto de entroncamento. Aqui nós temos caminho para o Piauí, para Fortaleza [CE], para Formosa [GO], para a Chapada [dos Veadeiros]. Então, quando você resolve esse ponto, melhora a fluidez no trânsito de todos que por aqui passam.”
Foram feitos serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, muro de “terra armada”, obras complementares e ações de acessibilidade e urbanismo, além de uma passagem para pedestres.
Em 23 de junho, foram liberadas as faixas de rolamento que passam por cima do viaduto, no sentido Plano Piloto. Agora, a outra via, no sentido Planaltina, também está aberta aos motoristas. Os dois viadutos contam com uma terceira faixa nos dois sentidos que, futuramente, será utilizada como passagem exclusiva para BRT – evitando a necessidade de alargamento.
Impacto
Com a liberação das faixas, a população ganha mais agilidade e segurança no deslocamento, conforme avalia o administrador regional de Sobradinho, Gutemberg Gomes. “Havia muitos acidentes aqui, vidas foram ceifadas, e a comunidade carecia disso também pela questão dos engarrafamentos e pelo trânsito em si”, pontuou. “Esse é um momento ímpar para o desenvolvimento da cidade. Sobradinho é uma cidade grande, próspera, com muitas empresas, e muitas vezes, devido à dificuldade do trânsito, as pessoas não queriam acessar a cidade”.
Na opinião da operadora de caixa Márcia dos Santos, 35, o novo viaduto será positivo não só para os motoristas, mas também para os pedestres. Ela trabalha em um estabelecimento próximo ao elevado e já presenciou acidentes de trânsito. “Vamos ter segurança para pegar ônibus aqui em frente”, comemorou.
A vendedora Fernanda Carvalho, 36, comentou que o tempo de deslocamento deve ser reduzido. Antes de se mudar para Goiás, ela enfrentou longas horas de congestionamento para chegar ao centro de Brasília. “Demorava de uma hora e meia a duas horas para conseguir chegar ao trabalho, é um trânsito muito puxado”, relatou. “Acredito que esse viaduto vai ajudar muito a aliviar o fluxo de carros e fazer com que todos cheguem ao trabalho na hora certa”.
Já o servidor público aposentado Luiz Ribeiro Filho, 69, ressaltou a importância do investimento para a qualidade de vida dos moradores. “O trânsito estava muito sufocado, e, com esse viaduto, vai melhorar bastante”, afirma ele, que reside em Sobradinho há quase 50 anos. “Tinha muito engarrafamento, principalmente na via que vem de Planaltina”.
Um dos moradores que acompanharam a entrega da obra, o aposentado Geraldo Batista, 79, também celebrou a conquista: “O povo de Sobradinho e da região norte se sente maravilhoso, só se vê o povo agradecendo por essa obra tão importante e por esse trabalho do governador”.
No aniversário do urbanista, que completaria 105 anos neste domingo, vale apreciar suas peças espalhadas pela capital federal
São mais de 200 obras inventariadas no Distrito Federal. Presente em todos os cantos, o pintor, escultor e desenhista Athos Bulcão deu cor e movimento à capital do Brasil. Mesmo quem não o conhece já viu alguma de suas obras por aí: são os painéis de azulejos do Aeroporto Internacional de Brasília, do Parque da Cidade, da Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima e de muitos outros pontos.
Falecido em julho de 2008, o artista completaria 105 anos neste domingo (2). Ele veio para Brasília em 1958, a convite do arquiteto Oscar Niemeyer; tão logo chegou, criou os azulejos da Igreja de Nossa Senhora de Fátima (conhecida como Igrejinha da 308 Sul) e do Brasília Palace Hotel. Em 1962, após a inauguração da capital federal, passou a lecionar no Instituto Central de Artes da Universidade de Brasília (UnB).
“A função principal de Athos em Brasília foi trazer cor para a arquitetura monocromática, e podemos ver que ele cumpriu a missão muito bem”, pontua o subsecretário do Patrimônio Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), Felipe Ramón Rodríguez. “A autoria dele já se dissolveu, é quase como se essas formas tivessem sido criadas por Brasília. Estão tão entranhadas no nosso imaginário que se confundem com a própria estética da cidade.”
Cartões de visita
Para quem chega a Brasília de avião, o primeiro contato com a obra de Athos Bulcão se dá já no aeroporto. No local, existem três painéis feitos pelo artista. Um é composto por azulejos estampados em amarelo e laranja e está localizado na Sala de Espera Nacional. O outro, também em azulejos, está na Sala de Espera Internacional e é todo feito em azul e verde. O terceiro painel, em metal, encontra-se na parede posterior do terraço do Aeroshopping.
Outras grandes obras estão na Esplanada dos Ministérios. Brasilienses e turistas podem ver de perto trabalhos de Athos na Catedral Metropolitana de Brasília, no Palácio da Alvorada, no Congresso Nacional e nos ministérios, como o das Relações Exteriores. A Câmara dos Deputados também reúne peças do artista que, graças às transmissões em plenário, ocupam as televisões brasileiras corriqueiramente.
Cenário de muitos cliques e ensaios fotográficos, a parte externa do Teatro Nacional Claudio Santoro também é assinada por Athos. A área revestida por um painel formado de blocos de concreto nas fachadas laterais finaliza o monumento desenhado por Oscar Niemeyer. Há ainda outras obras dentro e na cobertura do teatro, produzidas em diferentes materiais, mas não disponíveis para observação.
No Parque da Cidade Sarah Kubitschek, há mais arte para encantar os olhos de quem vê. As paradas de descanso – formadas por banheiro, bebedouros e bancos – são iluminadas por uma composição abstrata. Os desenhos pretos no fundo branco, dispostos em sentidos variados, contrastam com o verde do equipamento público idealizado pelo paisagista Roberto Burle Marx, que era amigo de Athos Bulcão.
Há ainda traços do artista no Cine Brasília, na UnB, na Escola Francesa de Brasília, na Igreja Nossa Senhora de Fátima, na Torre de TV, no Hospital Sarah Kubitschek e em muitos outros locais. Segundo inventário do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), existem 261 peças de Athos na capital federal.
Outras grandes obras estão na Esplanada dos Ministérios. Brasilienses e turistas podem ver de perto trabalhos de Athos na Catedral Metropolitana de Brasília, no Palácio da Alvorada, no Congresso Nacional e nos ministérios, como o das Relações Exteriores. A Câmara dos Deputados também reúne peças do artista que, graças às transmissões em plenário, ocupam as televisões brasileiras corriqueiramente.
Cenário de muitos cliques e ensaios fotográficos, a parte externa do Teatro Nacional Claudio Santoro também é assinada por Athos. A área revestida por um painel formado de blocos de concreto nas fachadas laterais finaliza o monumento desenhado por Oscar Niemeyer. Há ainda outras obras dentro e na cobertura do teatro, produzidas em diferentes materiais, mas não disponíveis para observação.l
No Parque da Cidade Sarah Kubitschek, há mais arte para encantar os olhos de quem vê. As paradas de descanso – formadas por banheiro, bebedouros e bancos – são iluminadas por uma composição abstrata. Os desenhos pretos no fundo branco, dispostos em sentidos variados, contrastam com o verde do equipamento público idealizado pelo paisagista Roberto Burle Marx, que era amigo de Athos Bulcão.
Há ainda traços do artista no Cine Brasília, na UnB, na Escola Francesa de Brasília, na Igreja Nossa Senhora de Fátima, na Torre de TV, no Hospital Sarah Kubitschek e em muitos outros locais. Segundo inventário do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), existem 261 peças de Athos na capital federal.
“Ele não ficava esperando a inspiração bater à porta, ia lá e criava e os trabalhos, sempre no sentido de contribuir com essas esculturas gigantes que temos em Brasília – não para roubar o protagonismo, mas para participar da construção da capital”, relata o subsecretário de Patrimônio Cultural. “E hoje uma coisa é indissociável da outra, não conseguimos pensar em Brasília esteticamente sem pensar nos traços de Athos.”
Identidade brasiliense
A secretária-executiva da Fundação Athos Bulcão, Valéria Cabral, reforça: “É uma presença muito marcante na nossa vida, está no nosso caminho diário. Tem Athos Bulcão espalhado pela cidade, faz parte da nossa identidade”. Ela lembra que Athos foi “o responsável por trazer cor e movimento às obras criadas por Oscar Niemeyer e por outros arquitetos, para órgãos públicos, escolas e até hospitais”.
Há mais de 30 anos preservando o legado do artista, a Fundação Athos Bulcão promove ações de difusão do conhecimento sobre as peças, com exposições na AB Galeria e visitas guiadas com estudantes de escolas públicas.
“O professor Athos é matéria obrigatória no quarto e quinto ano do ensino fundamental na grade de educação pública do DF, e nós estamos sempre disponíveis para receber escolas, administradores e o público em geral para mostrar quem foi esse grande artista”, convida Valéria Cabral.
A fundação funciona de segunda-feira a sábado – em dias úteis, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 14h. Localizado na 510 Sul, o espaço físico oferece também uma loja com produtos da marca do artista.
Voltado para adolescentes de 14 a 18 anos, projeto está com inscrições abertas até o dia 23
Enquanto muitos de seus amigos se dedicam ao lazer depois das aulas matinais, Geovana Moura tem outros planos. Desde os 14 anos, ela aproveita a tarde para viver a primeira experiência profissional. É no protocolo da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) que a jovem aprende e trabalha todos os dias, uma oportunidade que não só garante vantagens na disputa por uma vaga no mercado, como também ajuda no crescimento pessoal e financeiro.
A adolescente, hoje com 16 anos, é uma das 1.400 selecionadas da edição de 2021 do Jovem Candango. O programa permite que jovens de 14 a 18 anos em situação de vulnerabilidade conquistem a primeira vivência profissional. O contrato de trabalho é válido por dois anos – no caso de Geovana, termina no próximo mês de agosto.
“Somos só eu e minha mãe lá em casa. Então, com o dinheiro que ganho, faço questão de ajudar no pagamento das contas”, afirma Geovana. “Sei que, se eu não trabalhasse, minha mãe daria um jeito de pagar tudo sozinha. Mas meu salário dá uma boa ajuda. Fora que eu aprendo a ser mais responsável e comprometida. E certamente terei vantagem na busca por um emprego por já ter experiência.”
O programa Jovem Candango está com matrículas abertas até o dia 23 deste mês para contratação de 1,8 mil adolescentes. Segundo o secretário da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, o processo seletivo, aberto em 26 de junho, teve mais de 2 mil inscrições já nas primeiras 48 horas.
“Para participar da seleção, basta estar inscrito no Cadastro Único. Reservamos 40% das vagas para pessoas com deficiência, jovens do sistema socioeducativo, vítimas de abusos sexuais atendidas pelo programa Vira Vida, órfãos de mães vítimas de feminicídio e participantes de projetos desenvolvidos pelos centros de juventude do Distrito Federal”, informa Delmasso. “Os outros 60% são destinados à ampla concorrência.”
Os selecionados trabalham quatro horas por dia, durante o contraturno escolar, no apoio administrativo aos órgãos públicos do DF. Os jovens recebem uniforme, bolsa de R$ 619,99, auxílio alimentação no valor de R$ 220, vale-transporte, seguro de vida, 13° e férias. Além disso, os adolescentes participam de um curso que complementa a formação profissional.
Fique de olho nas etapas do processo seletivo do programa Jovem Candango.
→ 23/7: encerramento das inscrições
→ 1º de agosto: divulgação da lista dos classificados
→ 1º a 5 de agosto: convocação dos aprovados
→ 7 a 18 de agosto: entrega de documentação e reconvocação dos aprovados
→ 23 de agosto: contratação da primeira turma de aprovados.
Obra vai gerar cerca de 240 empregos e ligar a cidade com a região do Jóquei, dando maior agilidade ao trânsito para 25 mil motoristas
A governadora em exercício Celina Leão autorizou, nesta quarta-feira (28), a construção de uma ponte em Vicente Pires, localizada entre as ruas 1 e 3B. A estrutura vai beneficiar cerca de 25 mil motoristas e vai destravar o trânsito e fazer uma ligação com a região do Jóquei.
A terceira ponte a ser construída em Vicente Pires terá investimento de R$ 22,8 milhões. A Secretaria de Obras é responsável pela obra, com extensão aproximada de 180 metros e 13,20 metros de largura. O serviço compreende a execução do acesso e encabeçamento da ponte junto às ruas 1 (Jóquei) e 3B, sistema de drenagem, pavimentação, aterro em solo reforçado, sinalização horizontal e vertical, calçadas e obras complementares.
Para a governadora em exercício, a estrutura será construída numa região extremamente importante da cidade. “É mais uma obra de mobilidade e vai ajudar na questão da saúde. É uma ligação direta com a UPA, que atende toda essa região. Ela vai encurtar caminhos no trânsito e também dar esse acesso à saúde”, disse Celina Leão.
Segundo o secretário de Obras, Luciano Carvalho, a ponte faz parte do cronograma de investimentos em andamento na cidade.
“Essa ponte vai ligar o Jóquei com o restante de Vicente Pires, que está isolada e hoje a ligação é feita pela EPTG ou pela Estrutural. Essa ponte viabiliza esse fluxo interno em Vicente Pires com o Jóquei. Aos poucos, vamos dando uma cara mais completa e urbanizada à cidade. As entregas foram muitas, mas continuamos olhando para a cidade, atendendo demandas da população”, afirma.
Durante o evento, o secretário destacou que há uma licitação em andamento para investir R$ 78 milhões em infraestrutura na Colônia Agrícola Samambaia.
Morador da Rua 3B, o comerciante Sérgio Costa vai ser beneficiado diretamente pela obra. Ele comemorou o anúncio ao tomar conhecimento da nova ponte.
“Moro na cidade desde o ano 2000, acredito que essa nova passagem vai desafogar bastante o trânsito, que está estrangulado. Precisamos de medidas públicas para melhorar o acesso e a saída da cidade. Moro na Rua 3B, justamente onde vai sair essa ligação com o Jóquei. A obra vai melhorar principalmente o acesso das ruas 3, 3B, 8 e 10, mas toda a população também vai ser beneficiada”, avalia.
Já o administrador Gilvando Galdino destaca que a obra impacta a vida de motoristas que passam pela EPTG e Estrutural, por diminuir a necessidade do fluxo de veículos daqueles que moram em Vicente Pires. “Quando essa entrada e saída for inaugurada, vai desafogar outras da cidade. Tanto o Jóquei quanto Vicente Pires ganham em qualidade de vida, porque não vão precisar utilizar a EPTG e a Estrutural para se deslocar, que são vias com o trânsito sobrecarregado. Se o morador não precisa passar por uma delas, é um benefício a todos”, complementa.
Outras pontes
Desde 2019, a atual gestão entregou duas pontes na cidade. Uma sobre o Córrego Vicente Pires, na DF-095, e outra sobre a Rua 4. Cada uma delas beneficia cerca de 20 mil motoristas diariamente.
Na ponte sobre o Córrego Vicente Pires, erguida no trecho entre a DF-001/EPCT e a DF-087/EPVL, foram investidos cerca de R$ 4 milhões. A obra, feita pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER), tem extensão de 40 metros.
Antes de essa ponte existir, quem quisesse circular dentro de Vicente Pires precisava pegar a Estrutural e ir até Taguatinga, percorrendo 15 quilômetros – sete para ir e sete para voltar. Agora, criou-se um círculo interno dentro de Vicente Pires e o Jockey Club, liberando o trânsito na Estrutural apenas para quem quer ir e voltar do Plano Piloto para outras regiões administrativas.
Já a ponte que liga a Rua 4 à Avenida da Misericórdia foi executada pela Secretaria de Obras. Com 82 metros de extensão e 13,8 metros de largura, a estrutura de R$ 2,3 milhões foi erguida sobre o Córrego Samambaia.
A estrutura beneficiou o trânsito ao oferecer acesso direto a Taguatinga Centro e ao Pistão Norte. Antes, os motoristas perdiam tempo indo até a EPTG, sobrecarregando o fluxo na via. Agora, economizam cerca de 40 minutos ao optarem por passar pela ponte.
O evento ocorre na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto até este sábado (1º)
A Administração Regional do Plano Piloto participou, na manhã desta sexta-feira (30), do 3° Movimento de Conscientização sobre Doenças Raras do DF, como parte do projeto Cidade Rara. O evento ocorre na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, em frente ao shopping Conjunto Nacional, e seguirá com programação também neste sábado (1º).
“Aqui os familiares cadastrados recebem o apoio e as informações sobre direitos e tratamentos das doenças raras no DF, além de suporte em diversas frentes. Os organizadores reuniram pesquisas e referências sobre a temática e consolidaram um trabalho muito importante de conscientização da população, que pode até mesmo ter algum familiar com uma dessas doenças e acaba não sabendo, por desconhecer os sintomas”, destacou o administrador do Plano Piloto, Valdemar Medeiros.
A organizadora do evento, Lauda Santos, comemorou o fato de esta edição ser a primeira aberta a todos, pois as demais foram em formato híbrido e virtual. “Aqui é aberto para toda a população e para quaisquer interessados, como associações de pacientes com doenças raras, familiares, parceiros. Trata-se de uma ação social em que as pessoas podem ter acesso a muitas informações importantes, que até mesmo podem auxiliar em possíveis diagnósticos”, enfatizou.
A representante da Associação Brasileira de Síndrome de Rett (Abre-te) Lidianne Bezerra comentou sobre os desafios da doença que acometeu a própria filha. “A síndrome é causada por uma mutação genética. As crianças podem se apresentar saudáveis no primeiro ano de vida, mas, ao longo do tempo, rapidamente perdem a coordenação, a fala e o uso das mãos. Recentemente foi descoberta uma cura nos Estados Unidos e a nossa esperança é que o medicamento chegue logo ao Brasil para proporcionar mais qualidade de vida aos acometidos”, ponderou.
O evento também oferta, hoje e amanhã (1º), apresentações, bate-papo, exposições, atividades lúdicas e distribuição de materiais informativos sobre a temática.
*Com informações da Administração Regional do Plano Piloto
Architecture is the art and science of designing and constructing buildings, monuments, and other structures. It involves the design of spaces that meet the needs of the people who occupy them, while also creating an aesthetically pleasing environment. Architects must consider the physical, psychological, and social needs of the people who use the buildings. They must also consider the site’s size, shape, and topography, as well as the materials used and the desired aesthetic. In addition, architects must consider the cultural, environmental, and economic contexts in which the building or other structure will exist. The creative process of designing and constructing a building begins with a concept, which is then developed into a design. During this process, the architect will consider the principles of design, including form, function, and aesthetics. The architect must also consider the safety and accessibility of the building, as well as the laws and regulations governing the area. Once the design is complete, the architect will collaborate with engineers, construction professionals, and other specialists to bring the project to completion. This includes tasks such as selecting materials, determining construction methods, and ensuring that the building meets all applicable codes and standards. Architecture is an ever-evolving practice, and architects must continually seek new ways to design and build structures that are safe, functional, and aesthetically pleasing.
Architecture is the art and science of designing and constructing buildings, monuments, and other structures. It involves the design of spaces that meet the needs of the people who occupy them, while also creating an aesthetically pleasing environment. Architects must consider the physical, psychological, and social needs of the people who use the buildings. They must also consider the site’s size, shape, and topography, as well as the materials used and the desired aesthetic. In addition, architects must consider the cultural, environmental, and economic contexts in which the building or other structure will exist. The creative process of designing and constructing a building begins with a concept, which is then developed into a design. During this process, the architect will consider the principles of design, including form, function, and aesthetics. The architect must also consider the safety and accessibility of the building, as well as the laws and regulations governing the area. Once the design is complete, the architect will collaborate with engineers, construction professionals, and other specialists to bring the project to completion. This includes tasks such as selecting materials, determining construction methods, and ensuring that the building meets all applicable codes and standards. Architecture is an ever-evolving practice, and architects must continually seek new ways to design and build structures that are safe, functional, and aesthetically pleasing.
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