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Exposição fotográfica “Marias” é aberta no TRT-10 e convida à reflexão sobre o enfrentamento à violência contra a mulher

Foi aberta oficialmente nesta terça-feira (4/3), no Edifício-Sede do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), em Brasília, a exposição fotográfica “Marias”, da jornalista e fotógrafa Ísis Dantas. A mostra, que integra as ações institucionais do Mês da Mulher, permanece aberta até 19 de março, no Saguão do Pleno, com visitação pública de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

Realizada em sua versão integral, a exposição reúne 43 quadros que retratam mulheres que conseguiram romper o ciclo da violência doméstica. As histórias apresentadas transformam experiências de dor em narrativas de resistência, reconstrução e esperança, destacando a importância das redes de apoio no processo de superação e fortalecimento das vítimas.

A exposição tem como objetivo sensibilizar o público para a violência contra a mulher, reconhecida como um grave problema de direitos humanos e de proteção social no Brasil. Por meio de imagens e relatos marcantes, a mostra propõe um diálogo que ultrapassa o campo jurídico e alcança a dimensão cultural e educativa, estimulando a reflexão e o engajamento coletivo no enfrentamento à violência de gênero.

Violência contra a mulher

De acordo com o 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.492 feminicídios em 2024, o maior número desde a tipificação do crime, em 2015. A maioria das vítimas foi morta em contexto doméstico, por parceiros ou ex-parceiros, evidenciando a persistência e a gravidade da violência no cotidiano das mulheres brasileiras e reforçando a urgência de iniciativas de conscientização e prevenção.

A mostra “Marias” conta com o apoio do Sindicato dos Bancários e da Associação dos Servidores do TRT-10, sob curadoria do artista plástico e fotógrafo Rinaldo Morelli, e dialoga diretamente com outras ações promovidas pelo Tribunal no Mês da Mulher, como o evento “Ampliando a compreensão sobre a violência doméstica e seus impactos”, que busca dar voz a histórias femininas e aprofundar o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero.

As imagens e depoimentos que compõem a exposição também deram origem ao livro “Marias”, que estará disponível para consulta na Biblioteca do TRT-10, localizada no Foro Trabalhista de Brasília.

Nota Legal: confira se você está habilitado a participar do 1º sorteio do ano

Contribuinte tem até o dia 17 deste mês para regularizar pendências com o GDF; quem não está cadastrado ainda pode fazê-lo até esta data

O consumidor do Distrito Federal que costuma exigir a inclusão do CPF nas notas fiscais de compra e está cadastrado no Nota Legal já pode conferir se está habilitado a participar do próximo sorteio do programa, previsto para 20 de maio. O processo é simples: basta acessar o site do Nota Legal, entrar com dados previamente cadastrados na área restrita e ir até a opção “Sorteios”. Em seguida, basta clicar no link “Sorteio Eletrônico PNL – 1º semestre de 2026”.

Se ele estiver inabilitado, deve regularizar pendências ou quitar dívidas com o GDF até o dia 17 deste mês. O contribuinte também pode, até esta data, contestar as razões da inabilitação pelo site da Receita do DF → Atendimento Virtual → Assunto: Nota Legal → Tipo de atendimento: contestação de não habilitação a sorteio.

R$ 3,5 milhões

Total dos prêmios a serem distribuídos no sorteio eletrônico de maio

A Secretaria de Economia (Seec-DF) reforça que somente poderão ser gerados bilhetes para participação no sorteio para o consumidor cadastrado até o dia 17 deste mês. “É importante lembrar que cada documento fiscal dá direito a um bilhete, que estará disponível para consulta a partir do dia 15 de maio”, diz Ítalo Martins Rocha, chefe do Núcleo de Concessão de Créditos do programa.

Como participar

Para participar do sorteio, o consumidor deve ser pessoa física cadastrada no programa e fazer jus a bilhetes eletrônicos, respeitado o limite de 200 documentos por mês, acumulados no período de 1º de maio de 2025 a 31 de outubro de 2025.

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Até o momento, mais de 1,6 milhão de contribuintes foram habilitados a participar do sorteio.“A Secretaria de Economia não considera inadimplente o consumidor que possua Certidão Negativa de Débitos ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, emitida no período de 9 de fevereiro de 2026 a 17 de março de 2026”, explica o subsecretário da Receita da Secretaria Executiva de Fazenda da Seec, Clidiomar Soares.

O primeiro sorteio eletrônico de 2026 do Nota Legal, em 20 de maio, distribuirá novamente R$ 3,5 milhões em dinheiro, já com os impostos recolhidos, sendo o prêmio principal de R$ 1 milhão. No total, serão 12,6 mil bilhetes sorteados.

Os valores dos prêmios são integrais, descontado o imposto de renda incidente. A premiação terá como base os cinco primeiros números sorteados do concurso da Loteria Federal a ser realizado em 16 de maio deste ano. O resultado será divulgado por meio da internet, no site do Nota Legal. 

*Com informações da Secretaria de Economia

Tensões no oriente médio mobilizam diplomacia brasileira e acendem alerta no governo

Escalada de conflitos internacionais gera preocupação em brasília e reforça importância da atuação diplomática do país.

A escalada das tensões no Oriente Médio passou a ocupar espaço relevante nas discussões da política externa brasileira. O governo acompanha com atenção os desdobramentos do cenário internacional, que envolve disputas geopolíticas complexas e riscos de ampliação dos conflitos na região.

A preocupação das autoridades brasileiras está relacionada não apenas às consequências humanitárias do conflito, mas também aos impactos econômicos e diplomáticos que podem atingir o cenário global.

O Brasil tradicionalmente mantém uma posição de defesa do diálogo e da solução pacífica de controvérsias internacionais. Essa postura tem sido reiterada por representantes do governo, que destacam a importância do multilateralismo e da diplomacia como instrumentos para evitar a escalada da violência.

Especialistas em relações internacionais alertam que qualquer ampliação do conflito pode afetar diretamente o comércio global, os preços de energia e a estabilidade econômica de diversos países.

Para o Brasil, país com forte inserção no comércio internacional, acompanhar atentamente os desdobramentos geopolíticos tornou-se uma necessidade estratégica. Mudanças no equilíbrio global podem influenciar desde mercados financeiros até cadeias produtivas.

Diante desse cenário, a diplomacia brasileira busca manter diálogo com diferentes atores internacionais e reforçar o compromisso histórico do país com a paz e a cooperação entre as nações.

Crescimento econômico menor reacende debate sobre rumos da economia brasileira

Da Redação

Dados recentes do pib colocam política econômica no centro das discussões entre governo, mercado e especialistas.

A divulgação dos dados mais recentes sobre o crescimento da economia brasileira reacendeu o debate sobre os rumos da política econômica do país. O Produto Interno Bruto (PIB) registrou expansão de 2,3% em 2025, número considerado positivo, mas inferior ao desempenho observado no ano anterior.

O resultado provocou reações imediatas no meio político e econômico. Enquanto membros do governo destacam a resiliência da economia em um cenário internacional instável, analistas do mercado apontam sinais de desaceleração que exigem atenção.

Entre os fatores apontados para o ritmo menor de crescimento estão o cenário global ainda marcado por incertezas, a política monetária restritiva e os efeitos acumulados das taxas de juros elevadas.

O governo federal tem defendido a ampliação de investimentos públicos e programas de incentivo à produção como estratégia para impulsionar a atividade econômica. Iniciativas voltadas à infraestrutura e ao fortalecimento da indústria aparecem entre as prioridades.

Economistas ressaltam que o desafio do país não é apenas crescer, mas crescer de forma sustentável e equilibrada, com geração de empregos, aumento da produtividade e redução das desigualdades regionais.

Nesse contexto, o debate econômico deve continuar ocupando espaço central no cenário político nacional, especialmente à medida que o país se aproxima do próximo ciclo eleitoral.

Debate sobre jornada de trabalho reacende discussão sobre fim da escala 6×1 no Brasil

Da Redação

Proposta de redução da jornada semanal para 40 horas volta ao centro da agenda trabalhista e divide empresários e sindicatos.

O debate sobre as relações de trabalho no Brasil voltou a ganhar força com a discussão sobre o possível fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador exerce atividades durante seis dias consecutivos para descansar apenas um.

A proposta em discussão prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas sem diminuição salarial, mudança que poderia alterar profundamente a dinâmica de trabalho em diversos setores da economia.

Defensores da medida argumentam que a redução da jornada representa um avanço social necessário diante das transformações do mundo do trabalho. Segundo especialistas, a mudança pode melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, reduzir níveis de estresse e aumentar a produtividade.

Sindicatos e movimentos sociais também apontam que a escala 6×1 se tornou um dos modelos mais desgastantes para trabalhadores de setores como comércio, serviços e indústria, impactando diretamente o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Por outro lado, entidades empresariais demonstram preocupação com os impactos econômicos da proposta. Para representantes do setor produtivo, a redução da jornada poderia elevar custos operacionais, especialmente para pequenas e médias empresas.

O tema ainda deve percorrer um longo caminho no Congresso Nacional. No entanto, o simples retorno dessa discussão ao centro da agenda política já indica que o país vive um momento de reflexão sobre o futuro das relações de trabalho.

Eleições 2026 entram no radar com novas regras para inteligência artificial nas campanhas

Tribunal superior eleitoral estabelece normas inéditas para uso de tecnologias digitais e tenta conter avanço da desinformação nas disputas eleitorais.

O cenário político brasileiro começou a se preparar oficialmente para as eleições gerais de 2026. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou novas resoluções que definem o calendário eleitoral e estabelecem regras inéditas para o uso de inteligência artificial nas campanhas.

A decisão surge em meio ao crescimento exponencial das tecnologias capazes de gerar imagens, vídeos e áudios manipulados digitalmente. O avanço dessas ferramentas tem levantado preocupações em diversos países, especialmente pelo potencial de disseminação de conteúdos falsos durante processos eleitorais.

Entre as principais medidas adotadas está a obrigatoriedade de identificação de conteúdos produzidos com inteligência artificial. Materiais manipulados digitalmente deverão informar claramente ao eleitor que foram gerados por meio de tecnologia artificial, buscando evitar confusão ou manipulação da opinião pública.

O tribunal também reforçou mecanismos de combate às chamadas “deepfakes”, vídeos falsificados capazes de simular falas e comportamentos de candidatos. A preocupação é evitar que a tecnologia seja utilizada como instrumento de desinformação e ataque político.

Especialistas em direito eleitoral avaliam que as novas normas representam um avanço importante para a integridade do processo democrático. O desafio, no entanto, será garantir a fiscalização efetiva em um ambiente digital cada vez mais complexo e descentralizado.

Com as regras definidas e o calendário eleitoral aprovado, partidos políticos e possíveis candidatos já começam a se movimentar nos bastidores. Embora as eleições ainda estejam distantes, a corrida política de 2026 começa, na prática, a ganhar forma.

Segurança pública domina debate no congresso e expõe divisões sobre maioridade penal

Proposta de emenda constitucional que reformula a política de segurança do país reacende discussão sobre responsabilidade criminal e papel da união no combate ao crime.

A segurança pública voltou ao centro do debate político nacional nesta semana no Congresso Nacional. A discussão em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da reorganização do sistema de segurança no país mobilizou parlamentares, governadores e especialistas, colocando em pauta um dos temas mais sensíveis da agenda pública brasileira.

A proposta busca estabelecer novas diretrizes para a atuação integrada das forças de segurança, reforçando a cooperação entre União, estados e municípios. O objetivo é fortalecer o combate ao crime organizado, ampliar a capacidade de investigação e melhorar a distribuição de recursos federais destinados às políticas de segurança pública.

No entanto, um dos pontos que mais geram controvérsia é a discussão sobre a redução da maioridade penal. Parte dos parlamentares defende que jovens a partir dos 16 anos possam responder criminalmente como adultos em determinados crimes graves, argumento sustentado pela crescente participação de menores em ações criminosas organizadas.

Por outro lado, setores da sociedade civil, especialistas em direito e organizações de defesa dos direitos humanos alertam para os riscos de uma mudança dessa magnitude. Para esses grupos, a redução da maioridade penal não resolveria o problema da violência estrutural e poderia agravar a superlotação do sistema prisional brasileiro.

Além da maioridade penal, a PEC também discute a reorganização do Fundo Nacional de Segurança Pública e mecanismos de financiamento que garantam maior estabilidade para investimentos em tecnologia, inteligência e capacitação das forças policiais.

O debate promete se intensificar nas próximas semanas. Independentemente do resultado final, a discussão já evidencia uma realidade incontornável: a segurança pública permanece como uma das principais preocupações da sociedade brasileira e continuará sendo tema central na agenda política do país.

Assistência Social de Valparaíso recebe novos veículos para ampliar atendimentos a população

Oroch e van passam a integrar a frota da Assistência Social; veículo será usado como CRAS Itinerante

A Secretaria Municipal de Assistência Social de Valparaíso de Goiás recebeu, na manhã desta segunda-feira (02), dois novos veículos que irão reforçar os atendimentos à
população em situação de vulnerabilidade no município. A entrega aconteceu na sede da
secretaria e integra ações de fortalecimento da rede de proteção social.

Foram entregues uma picape intermediária Oroch e uma van, adquiridas por meio do programa Goiás Social, com recursos do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege Goiás). Os veículos vão ampliar a mobilidade das equipes técnicas e garantir mais agilidade nos atendimentos realizados em diferentes regiões da cidade.

A van será utilizada como CRAS Itinerante, levando serviços socioassistenciais diretamente às comunidades, especialmente àquelas com maior dificuldade de acesso aos
equipamentos públicos.

Durante a entrega, o prefeito Marcus Vinicius destacou a importância dos investimentos destinados ao Entorno do Distrito Federal.
“Quero agradecer ao governador Ronaldo Caiado, ao vice-governador Daniel Vilela, à primeira-dama Gracinha Caiado e ao secretário
de Estado do Entorno, Pábio Mossoró, pelos investimentos que permitem que o Entorno continue avançando”
, afirmou.

A secretária municipal de Assistência Social, Josélia Leão, também ressaltou a relevância da parceria com o Governo de Goiás.
“É sempre uma alegria receber investimentos como esse. É um governo que enfrenta desafios, mas que também abre muitas oportunidades.

Agradecemos o olhar especial do governador para o nosso município e para toda a região do Entorno”, disse.
A chegada dos novos veículos fortalece a estrutura da Assistência Social em Valparaíso, ampliando o alcance das ações e garantindo mais proximidade com a população que mais precisa.

Soberania digital e indústria: O novo jogo estratégico da tecnologia mundial

Países e empresas disputam liderança tecnológica como ativo geopolítico e econômico.

O MWC 2026 deixa claro que a tecnologia ultrapassou o campo comercial. Hoje, ela é instrumento de soberania nacional. Países que dominam infraestrutura digital controlam fluxos de informação, cadeias produtivas e capacidade de inovação.

Governos acompanham atentamente os anúncios feitos na feira. Investimentos em semicondutores, inteligência artificial e redes avançadas passaram a integrar agendas estratégicas de Estado.

Empresas, por sua vez, buscam alianças internacionais para expandir mercados e reduzir dependências críticas. Parcerias cruzam continentes e mostram que a competição global exige cooperação seletiva.

O debate sobre regulação também ganha força. Como equilibrar inovação com proteção de dados? Como garantir concorrência justa em mercados dominados por gigantes tecnológicas?

A indústria tecnológica se tornou campo de disputa tão relevante quanto o setor energético ou militar. Quem liderar essa corrida terá vantagem econômica e política nas próximas décadas.

Em meio a conflitos e incertezas, a tecnologia surge como vetor de transformação — e também como novo eixo de poder no cenário internacional.

MWC 2026: A corrida tecnológica que promete redefinir o futuro digital

Inteligência artificial, conectividade avançada e segurança digital dominam a maior feira mundial de tecnologia móvel.

Em Barcelona, a tecnologia assume o protagonismo que a geopolítica tenta ofuscar. O Mobile World Congress 2026 abriu suas portas com anúncios que apontam para uma nova etapa da revolução digital.

A inteligência artificial deixou de ser promessa e tornou-se ferramenta integrada aos dispositivos móveis. Smartphones mais autônomos, sistemas de análise em tempo real e assistentes cada vez mais precisos indicam um salto qualitativo na experiência do usuário.

A conectividade também evolui. O avanço do 5G e os primeiros testes práticos do 6G mostram que velocidade não é mais o único objetivo. A meta agora é reduzir latência, ampliar capacidade e permitir aplicações industriais e urbanas em larga escala.

Empresas apostam ainda em segurança cibernética como diferencial competitivo. Em um mundo hiperconectado, proteger dados tornou-se prioridade estratégica.

O evento revela mais do que novos aparelhos. Ele sinaliza mudanças estruturais na forma como pessoas trabalham, consomem e interagem.

A tecnologia, nesse contexto, não é apenas inovação — é infraestrutura de poder econômico e influência global.