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Saneago alerta para uso consciente da água durante período de seca

Companhia dá dicas de como evitar desperdício, com ênfase na época de estiagem e calor

A Saneago faz um alerta para a população usar a água tratada de forma consciente, evitando desperdício, em especial durante o período de seca. Segundo a companhia, as chuvas isoladas e passageiras não significam o fim da estiagem, uma vez que são necessárias precipitações regulares e em quantidade suficiente para recuperar os níveis dos mananciais.

Para 2026, um fator adicional exige atenção: os órgãos oficiais de meteorologia apontam para a formação de um Super El Niño ao longo do segundo semestre. Com isso, as temperaturas no Centro-Oeste devem ficar elevadas e a falta de chuva pode se intensificar. A Saneago reforça que a colaboração da população se torna ainda mais importante, evitando desperdícios e utilizando a água tratada com consciência diante deste cenário climático.

Pequenas mudanças de hábito fazem uma grande diferença, conforme orienta a Saneago. A companhia pede que a rega de jardins seja feita preferencialmente no início da manhã ou no fim da tarde, quando há menor evaporação. Também é importante verificar as instalações internas e corrigir possíveis vazamentos.

Os banhos devem ser mais curtos. A máquina de lavar deve ser ligada apenas quando houver o maior acúmulo de roupas, reaproveitando, sempre que possível, a água da lavagem para outros usos. Nos serviços domésticos, é indicado trocar a mangueira pelo balde e adiar a lavagem de calçadas e carros.

Fotos: Divulgação

Legenda: Chuvas esporádicas não indicam fim da estiagem: Saneago orienta sobre consumo consciente de água durante seca e calor

Saneago – Governo de Goiás

A campanha começou há 15 dias e a primeira sabatina já aconteceu. E agora, qual o caminho será trilhado por cada um ?

Por Edson Panes de Oliveira Filho

Quinze dias de campanha e o primeiro teste sem ilha de edição já passou. De 24 a 29 de agosto, o Jornal Nacional sabatinou, ao vivo e por cerca de 40 minutos, cada um dos seis mais bem colocados na pesquisa Genial/Quaest de 14/8: Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury, nesta ordem, por sorteio. É importante registrar que Marçal não entrou na rodada, por estar com seu registro sub judice. Quem ocupou a sexta cadeira foi Cury.

Para ler a semana sem achismo, o termômetro vem da pesquisa Nexus/BTG (TSE BR-08900/2026), que foi a  campo de 28 a 30/8, com 2.005 entrevistados e margem de erro de 2 pontos percentuais, coletada durante as entrevistas. E ela conta uma história dura: os dois líderes estão consolidados e travados (rejeição perto de 50%, teto curto), e quem tem espaço para crescer é exatamente quem foi mal na TV.

Os âncoras: No 1º turno, Lula 39, Flávio 33, Cury 11, Caiado 5-6, Renan 3, Zema 1-2. Já no 2º turno Lula 46 x Flávio 45; Lula 45 x Caiado 44; Lula 46 x Zema 41; Lula 47 x Renan 38. A Rejeição se aprsenta com Flávio 50, Lula 49, Marçal 47, Zema 41, Renan 40, Caiado 37. Tendo como informação primordial o Teto (“votaria, mas também em outro”), Caiado 32, Zema 30, Marçal 29, Renan 22, Flávio 20, Lula 14. A sabatina foi o teste que separa produto de embalagem. Então, vejamos o desempenho de cada um.

Romeu Zema (Novo). Abriu a série e saiu machucado: divagou na dívida de Minas, foi rebatido com números, defendeu vacina como “escolha individual”, relativizou o 8 de Janeiro e escorregou ao falar de mulheres. O gestor eficiente foi desmentido pelo próprio improviso e ainda entregou munição pronta (privatizar Petrobras). Está em 1%, com 26% de desconhecimento. O movimento: escolher duas bandeiras vendáveis (gastos, segurança), aposentar as tóxicas que só geram rejeição, blindar o flanco feminino e parar de jogar sem preparo factual no formato que não edita. O jogo dele é ocupar o nicho liberal-raiz, não disputar o centro no ao vivo.

Ronaldo Caiado (PSD). O paradoxo da rodada: o melhor case, o pior mensageiro. Tem o maior teto (32%), a menor rejeição (37%) e empata com Lula no 2º turno (45 x 44), mas entregou uma sabatina grosseira (“não estamos em uma banca examinadora”), com cerca de 40 interrupções, evasivas e uma afirmação falsa (Lula “anistiado”). Pior: defendeu anistia a Bolsonaro, contaminando o discurso de alternativa com pauta bolsonarista. Virou chacota, com 25% ainda sem conhecê-lo. O movimento: reposicionar tom com urgência do coronel que interroga ao gestor que entrega, media training pesado, roteiro em cima de duas provas concretas e largar a anistia. Enquanto for pouco conhecido, precisa de repetição controlada, não de improviso. O teto de 32% é ouro que ele está queimando.

Renan Santos (Missão). A melhor comunicação, o pior produto. Foi o mais à vontade na TV (nota 2,6, à frente de Zema e Caiado), mas o conteúdo assustou: arma nuclear e “banho de sangue”. Os números o prendem ao nicho e 35% não o conhecem, 3% de intenção, o pior 2º turno (47 x 38), passivo de misoginia. O movimento: aceitar que 2026 não é a Presidência, é a construção de marca e partido. Usar a boa oratória para consolidar e monetizar um núcleo fiel, moderar o indefensável em massa (nuclear e “banho de sangue” fecham o centro e as mulheres) e sair da eleição maior do que entrou.

Lula (PT). Sobreviveu ao pior enquadramento possível: metade da entrevista sobre corrupção (Lulinha/Marcola, INSS, Master). Manteve a calma, controlou a narrativa e colheu elogios por vigor cognitivo (mata o etarismo) e o fato, sublinhado no colunismo, de ser o único a quem não se perguntou sobre democracia. Lidera o 1º turno (39%) e está em todos os cenários de 2º. Mas segue travado: rejeição 49%, teto de 14%. O movimento: virar a chave da defesa para a agenda propositiva, levar de forma controlada o enquadramento “sabatina-interrogatório” como quem foi tratado de réu e tem o que mostrar, blindar corrupção com transparência e mudar o terreno para custo de vida e entregas. A eleição dele é de 2º turno; o jogo é consolidar e mobilizar, não conquistar.

Flávio Bolsonaro (PL). Venceu na bolha, tropeçou fora dela. Cercado pelo Master e por Vorcaro, protagonizou o pior momento da semana, negou e depois confirmou ter pedido dinheiro para o filme sobre o pai, não explicou os US$ 61 milhões no Texas e citou Lula cerca de 17 vezes para escapar. Nas redes, o campo pró venceu em volume; retirados os hiperativos, virou empate. Empata com Lula no 2º turno (45 x 46), mas carrega a maior rejeição do país (50%) e teto de 20%. O movimento: parar de usar Lula como muleta (não amplia), enfrentar o Master com uma versão única e documentada e migrar da herança para a pauta econômica de classe média. Estruturalmente, depende de polarizar para garantir o 2º turno e de consolidar a direita antes que Caiado ou a terceira via o ultrapassem.

Augusto Cury (Avante). O dado que quase ninguém está olhando: 11% de terceira via, num tom de esperança que destoa do ambiente de raiva. Mas a sabatina expôs o risco insegurança, excesso de autoajuda e o segundo maior índice de alegações falsas da rodada (dívida “de R$ 50 mil por criança”, bets, neurodivergência). Sob escrutínio, a marca “coach” desmonta. O movimento: profissionalizar o conteúdo (cada dado errado corrói a autoridade de sábio), converter emoção em proposta verificável e ocupar o vácuo de terceira via que Caiado (autoritário) e Zema (impopular) deixaram aberto. É quem mais tem a ganhar e a perder na reta final.

E o Marçal? Fora do circuito. Enquanto os seis disputavam credibilidade no horário nobre, ele disputava sobrevivência jurídica. Resta-lhe a economia da atenção e a judicialização como narrativa. Mas ficar de fora do debate “sério” reforça o teto baixo (3%, rejeição 47%). Atenção não é legitimidade, e a reta final cobra as duas.

A leitura que fica. A semana passada confirmou a pesquisa e inverteu as expectativas de imagem. Quem tinha fama de gestor (Caiado, Zema) se queimou no improviso; quem tinha comunicação (Renan) travou no conteúdo; quem lidera (Lula) aguentou o pior enquadramento; quem herda (Flávio) escancarou a dependência da bolha; e a terceira via (Cury) provou que existe e que é frágil.

O topo está consolidado, mas a eleição se decide no 2º turno, onde Lula empata tecnicamente com Flávio e com Caiado. O espaço de crescimento está em quem foi mal na TV e converter percepção em intenção virou, para o pelotão de trás, questão de sobrevivência.

Fica ainda o recado de método: a TV ao vivo é implacável com a campanha digital-first. Quem vive de conteúdo editado precisa aprender a jogar onde não há corte na ilha.

Primeiro capítulo encerrado. Cada campanha entregou, sem retoque, a matéria-prima das próximas semanas. Quem lê a sabatina ao lado da pesquisa já sabe quem terá que corrigir a rota, quem vai consolidar e quem está apenas jogando para 2030.

Sobre o autor

Edson Panes de Oliveira Filho é advogado e estrategista político, especialista em Direito Eleitoral, com MBA em Direito Empresarial, MBA em Gestão de Pessoas e MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político. É proprietário da CRIA Marketing Digital e Político e cofundador da Alcateia Política.

Rendimento médio no agronegócio de Goiás tem alta de 20,5%

No primeiro trimestre de 2026, rendimento médio chegou a R$ 5.562,92, com acréscimo de R$ 947,23 em relação ao mesmo período de 2025, já descontada a inflação pelo IPCA

O Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB) divulgou análise sobre o mercado de trabalho no agronegócio de Goiás referente ao primeiro trimestre de 2026. Os dados têm como base, principalmente, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, o rendimento médio mensal habitual das pessoas ocupadas no setor foi de R$ 5.562,92.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, quando o rendimento médio real era de R$ 4.615,69, o indicador teve variação de 20,5%. Em valores, a diferença foi de R$ 947,23, já descontada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A mudança foi registrada em todos os segmentos analisados. O maior percentual ocorreu nos serviços ligados ao agronegócio, onde o rendimento médio cresceu 33,4%, de R$ 4.228,94 para R$ 5.641,71.

No segmento primário, que reúne as atividades desenvolvidas diretamente na agricultura e pecuária, a oscilação foi de 25,4%, e a renda média chegou a R$ 7.024,59, a maior entre os segmentos. Na agroindústria, a renda passou de R$ 2.521,11 para R$ 3.002,83, alta real de 19,1%. Já entre os trabalhadores das atividades de insumos, o rendimento médio registrou índice 7,7%, alcançando R$ 6.582,56. O crescimento também ocorreu tanto entre trabalhadores formais quanto informais.

Entre os formalizados, a renda média chegou a R$ 7.760,19, alta de 20,8% em um ano. Entre os informais, passou de R$ 3.116,96 para R$ 3.951,32, crescimento de 26,8%. O mercado de trabalho do setor também apresentou aumento da formalização. O número de trabalhadores formais passou de 605,7 mil para 611,7 mil, enquanto o contingente de informais caiu de 480,9 mil para 463,6 mil. Na agroindústria, o número de ocupados com vínculos formais cresceu 7%, com acréscimo de cerca de 10,7 mil trabalhadores.

Outro indicador analisado foi o crescimento do número de empregadores no agronegócio. O contingente passou de 42,5 mil no primeiro trimestre de 2025 para 50,6 mil no mesmo período deste ano, variação de 19,1%, com 8,1 mil empregadores a mais. Também houve variação entre os trabalhadores por conta própria, que chegaram a 194,3 mil, crescimento de 1,4% na comparação anual.

A agroindústria foi o único segmento do agronegócio goiano a ampliar o número total de ocupados no período. O contingente passou de 208,5 mil para 216,5 mil trabalhadores, alta de 3,9% e acréscimo de cerca de 8,1 mil pessoas. O abate e a fabricação de produtos de carne e pescado tiveram aumento de aproximadamente 9,5 mil ocupados. Considerando todas as atividades do agronegócio, a criação de aves também se destacou entre as maiores expansões de mão de obra, com 10,6 mil ocupados a mais em relação ao primeiro trimestre de 2025.

O agronegócio empregava 1,08 milhão de pessoas em Goiás no primeiro trimestre deste ano, equivalente a 28% de toda a população ocupada no estado. Outro movimento registrado no período foi o aumento de trabalhadores com ensino superior: o contingente passou de 256 mil para 271,5 mil pessoas em um ano, crescimento de 6%.

O IMB ressalta que os dados da PNAD Contínua utilizados no levantamento foram reponderados pelo IBGE a partir das projeções populacionais baseadas no Censo Demográfico de 2022. A atualização altera os pesos da amostra e deve ser considerada na comparação dos resultados com levantamentos anteriores.

Fotos: Seapa e CNA

Legenda: Renda média real no agronegócio de Goiás cresceu 20,5% em um ano e chegou a R$ 5,6 mil no primeiro trimestre de 2026

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Governo de Goiás abre inscrições para curso de transformação digital voltado a servidores municipais

Curso gratuito aborda uso de dados, inteligência artificial e inovação na gestão pública; inscrições podem ser feitas até 6 de setembro

Servidores públicos municipais de Goiás podem se inscrever, até 6 de setembro, para uma das 110 vagas do Projeto Educacional em Transformação Digital. A formação gratuita terá carga horária de 36 horas e abordará uso estratégico de dados, inteligência artificial generativa, liderança, inovação e melhoria de serviços públicos. A iniciativa é da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), dentro do Programa e-Goiás – Transformação Digital dos Municípios, e executada pelo Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).

O curso terá duração de dois meses, em formato híbrido. A abertura será presencial, em 22 de setembro, no Hub Goiás, em Goiânia, com seis horas de atividades. Os quatro ciclos seguintes serão realizados de forma on-line e síncrona, entre setembro e novembro, com encontros formativos e tutorias coletivas. A programação inclui conteúdos sobre liderança e transformação digital, gestão orientada por dados, inteligência artificial generativa e aplicação de ferramentas digitais na administração pública.

Estudos de caso, exercícios e desafios relacionados à rotina dos municípios também integram as atividades, combinando conteúdos teóricos e práticos. Entre os objetivos da formação estão ampliar o uso de dados na tomada de decisões, apresentar possibilidades e limitações da inteligência artificial no setor público e preparar os participantes para identificar oportunidades de aplicação de soluções digitais nos órgãos municipais.

Quem pode participar
As vagas são destinadas a servidores com vínculo ativo em órgãos ou entidades da administração pública de municípios integrantes da Rede Estadual de Transformação Digital dos Municípios Goianos. Para concorrer, é necessário preencher o formulário eletrônico e apresentar a documentação prevista no edital, incluindo comprovante de vínculo com a administração municipal e Carta de Anuência da Chefia Imediata.

O resultado preliminar da seleção será divulgado em 10 de setembro e o resultado final, no dia 15. Os selecionados deverão confirmar a participação até 16 de setembro. A participação gera certificado para aqueles que tiverem frequência mínima de 75% e aproveitamento de pelo menos 70% nas atividades.

Serviço
Assunto: Projeto Educacional em Transformação Digital
Vagas: 110
Inscrições: até 6 de setembro de 2026
Edital e inscrições: https://www.cesar.school/projeto-educacional-transformacao-digital/
Carga horária: 36 horas
Formato: híbrido
Abertura presencial: 22 de setembro de 2026
Local: Hub Goiás – Rua 261, nº 384, Setor Leste Universitário, Goiânia (GO)

Fotos: Divulgação

Legenda: Governo de Goiás oferece curso gratuito para servidores municipais aprenderem sobre IA e gestão orientada por dados no âmbito da administração pública

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – Governo de Goiás

Fraga defende mais policiais nas ruas com apoio administrativo às corporações

Deputado federal Alberto Fraga ressalta que a prestação voluntária de serviços administrativos permitiu melhor aproveitamento dos profissionais da segurança pública

O deputado federal Alberto Fraga destaca a importância da Lei nº 10.029/2000, que estabeleceu normas para a prestação voluntária de serviços administrativos e auxiliares de saúde e defesa civil nas polícias militares e nos corpos de bombeiros militares.

A legislação permitiu que estados e o Distrito Federal criassem um serviço voluntário com duração de um ano, prorrogável por igual período. Os voluntários podem atuar em funções de apoio, sem exercer poder de polícia e sem substituir os profissionais efetivos das corporações.

Para Fraga, a medida contribuiu para que policiais militares e bombeiros fossem direcionados prioritariamente às atividades operacionais. Com profissionais de apoio nos setores administrativos, as corporações passaram a ter melhores condições de ampliar o atendimento à população.

“Quando liberamos o policial das tarefas burocráticas e permitimos que ele retorne ao trabalho operacional, fortalecemos a presença do Estado nas ruas e melhoramos a segurança da população”, afirma Alberto Fraga.

A lei não criou vínculo empregatício para os voluntários nem autorizou sua participação em ações exclusivamente policiais. Segundo Fraga, o modelo deve ser aplicado com responsabilidade, fiscalização e respeito às atribuições de cada profissional.

Joscilene do Mangão faz lançamento histórico e reúne lideranças em Novo Gama

Evento marcou o início da caminhada da candidata rumo à Assembleia Legislativa de Goiás

A candidatura de Joscilene do Mangão à Assembleia Legislativa de Goiás ganhou oficialmente as ruas de Novo Gama na noite do último sábado (29). Em frente à rodoviária, a candidata reuniu aliados, amigos, apoiadores e lideranças políticas para apresentar seu projeto eleitoral e dar início a uma campanha que terá entre as principais bandeiras a representação do Entorno do Distrito Federal.

O lançamento contou com a presença do governador Daniel Vilela e das deputadas federais Magda Moffato e Lêda Borges. O prefeito Carlinhos do Mangão também participou do ato, que reuniu moradores e lideranças do município.

Joscilene chegou ao evento cercada por apoiadores e, durante o discurso, falou sobre a decisão de disputar uma vaga na Alego e sobre os desafios que terá pela frente. Sem esconder o tamanho da responsabilidade, ela afirmou que pretende construir a campanha próxima da população.

“Eu sei que, a partir de agora, os desafios serão ainda maiores, mas é justamente por isso que estou pronta. Vou seguir de cabeça erguida, ouvindo as pessoas e trabalhando para levar as necessidades da nossa região para dentro da Assembleia. Uma coisa eu posso garantir: eu não vou parar”, afirmou.

A candidata também destacou o conhecimento sobre a realidade do Entorno como um dos pilares de sua candidatura. Para Joscilene, os municípios da região precisam de uma representação política que conheça de perto as dificuldades enfrentadas diariamente pela população.

“Não adianta falar sobre o Entorno sem conhecer a realidade de quem mora aqui. Nós sabemos o que as pessoas enfrentam, conhecemos as dificuldades e também sabemos o potencial que essa região tem. É isso que eu quero levar para a Assembleia: uma representação próxima da população e comprometida com resultados”, disse.

No palanque, Daniel Vilela destacou a candidatura e afirmou que Joscilene tem condições de representar Novo Gama e os demais municípios da região no Legislativo estadual. O governador lembrou a atuação dela ao lado de Carlinhos do Mangão e ressaltou a relação construída com a população.

“Ela conhece Novo Gama, conhece as pessoas e sabe quais são os problemas que precisam ser enfrentados. É uma mulher determinada e preparada para assumir essa responsabilidade e levar a voz do Entorno para a Assembleia”, declarou.

Daniel também aproveitou o lançamento para tratar de uma questão que há anos pesa na rotina dos moradores da região: o transporte coletivo entre Goiás e o Distrito Federal. O governador defendeu a criação de um consórcio entre os dois governos para buscar uma solução conjunta para o sistema.

A presença de Magda Moffato e Lêda Borges reforçou o peso político do encontro. As deputadas federais se juntaram ao grupo de lideranças que foi a Novo Gama demonstrar apoio à candidatura.

Carlinhos do Mangão também discursou e reafirmou o apoio à candidatura. O prefeito defendeu a continuidade da parceria com o governo estadual e destacou a importância de Novo Gama contar com uma representante na Alego.

Além das lideranças políticas, amigos e apoiadores tiveram papel importante na noite. Pessoas próximas à candidata acompanharam o lançamento e fizeram do evento um momento de celebração pelo início de uma nova etapa em sua trajetória.

Em meio às manifestações de apoio, Joscilene agradeceu a presença de quem esteve no local e falou sobre a responsabilidade de corresponder à confiança recebida.

“Eu não tenho como olhar para tudo isso e não sentir uma responsabilidade enorme. Cada pessoa que veio aqui representa uma confiança que eu preciso honrar. Vou levar isso comigo durante toda essa caminhada e trabalhar ainda mais para mostrar que valeu a pena acreditar nesse projeto”, afirmou.

O lançamento terminou com a candidata reforçando a disposição para a disputa. Joscilene afirmou que pretende manter o diálogo com a população e ampliar a presença da campanha em Novo Gama e nas demais cidades do Entorno.

“Eu estou pronta. Sei que teremos dias difíceis e que vamos enfrentar muitos desafios, mas não vou recuar. Vou continuar caminhando, ouvindo e trabalhando. Essa é só a largada. Eu não vou parar”, finalizou.

Com o lançamento, a candidata inicia uma nova fase de sua trajetória política e passa a percorrer oficialmente o caminho rumo à Alego, apostando na mobilização construída em Novo Gama e na ampliação de sua atuação em defesa das demandas do Entorno.

Por: Joyce Coelho

Goiás amplia prazo para empresas se adequarem à integração dos meios de pagamento

Medida vincula pagamentos eletrônicos ao documento fiscal; prorrogação para empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões vai até 1º de novembro

A Secretaria da Economia prorrogou para 1º de novembro de 2026 o prazo para que empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões passem a integrar os pagamentos realizados por meios eletrônicos à emissão do documento fiscal correspondente. A exigência, que entraria em vigor em 1º de setembro, foi adiada em dois meses para permitir que as empresas concluam as adequações necessárias em seus sistemas.

A mudança foi estabelecida por meio de Instrução Normativa e também altera a última etapa do cronograma. Para as empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, o início da obrigatoriedade passou de 1º de dezembro de 2026 para 1º de fevereiro de 2027.

A integração permite que a transação realizada por cartão, Pix ou outro meio de pagamento eletrônico fique vinculada ao documento fiscal emitido na mesma operação. Na prática, o pagamento e a emissão do documento fiscal passam a estar conectados, reduzindo a necessidade de procedimentos manuais.

A implantação ocorre de forma gradual em Goiás. A primeira etapa começou em novembro de 2025 e alcançou supermercados e hipermercados, postos de combustíveis e farmácias com faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões. Desde então, a exigência vem sendo ampliada para empresas de outras atividades e faixas de faturamento.

Entre os benefícios para os estabelecimentos estão a maior agilidade no atendimento e no fechamento das vendas, a redução de erros provocados pela digitação manual de valores e a facilidade na conciliação bancária, já que o pagamento fica vinculado ao respectivo documento fiscal.

A medida também contribui para reduzir divergências entre as informações de vendas, os registros bancários e as declarações de impostos, dando mais segurança aos contribuintes e evitando problemas decorrentes do descumprimento das obrigações fiscais. Para o consumidor, a integração facilita a comprovação da compra, o que pode ser útil em situações como trocas, acionamento de garantia ou contratação de seguros.

Foto: Economia

Legenda: Integração entre meios de pagamento e documento fiscal está sendo implantada de forma gradual em Goiás

Secretaria de Economia – Governo de Goiás

Joscilene do Mangão reúne forças políticas para lançamento de candidatura em Novo Gama

Evento terá Daniel Vilela, Magda Mofatto e Lêda Borges e marca largada da campanha para deputada estadual

O cenário político de Novo Gama ganha um novo capítulo neste sábado (29). A partir das 19h, Joscilene do Mangão reúne apoiadores, lideranças políticas e moradores da cidade e da região para apresentar oficialmente sua candidatura a deputada estadual. O encontro será realizado na Avenida Central, próximo à rodoviária, e marca o início de uma caminhada que pretende levar o nome da candidata para além das fronteiras do município.

O lançamento terá a presença anunciada de três nomes de destaque da política goiana: o governador Daniel Vilela, a deputada federal Magda Mofatto e a deputada federal Lêda Borges. A participação das lideranças amplia a repercussão do evento no entorno e reforça a articulação construída em torno do projeto político de Joscilene.

A candidata disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás com o número 36.222. A partir do lançamento, a estratégia é ampliar a mobilização em Novo Gama e conquistar
espaço entre os eleitores de toda a região.

Para Joscilene, o momento representa mais do que a abertura oficial de uma campanha. É a apresentação de um projeto político diante de uma população com a qual mantém uma relação direta e que será fundamental para os próximos passos da disputa. A escolha de Novo Gama como palco da largada reforça justamente essa conexão.

O município, que integra a região do Entorno do Distrito Federal, tem relevância no cenário eleitoral de Goiás. É nesse contexto que Joscilene pretende consolidar sua base e transformar a mobilização construída localmente em uma candidatura competitiva para a Assembleia Legislativa.

Nas redes sociais, a candidata vem convocando apoiadores para o encontro e destacando a importância da participação popular. A expectativa é de que a Avenida Central concentre, durante a noite, aliados, amigos e moradores interessados em acompanhar de perto o início oficial da caminhada eleitoral.

Com a presença anunciada de Daniel Vilela, Magda Mofatto e Lêda Borges, o lançamento também ganha contornos de articulação política. A reunião de diferentes lideranças em torno do mesmo palanque deve ser um dos pontos de destaque da noite e sinaliza a disposição de Joscilene de ampliar alianças e fortalecer seu nome na disputa.

A partir deste sábado, com o número 36.222, Joscilene do Mangão coloca oficialmente sua candidatura nas ruas. E faz isso começando por onde construiu sua base política: Novo Gama.

Setor de serviços de Goiás lidera no Centro-Oeste com mais de 62 mil empresas

Estado também registrou salários acima da média nacional nas atividades culturais, esportivas e de serviços pessoais

Goiás registrou 62,4 mil empresas de serviços em 2024, o maior número do Centro-Oeste, superando, de forma isolada, a soma de todos os negócios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de estar à frente do Distrito Federal. O estado também é o principal gerador de empregos da região no setor, com 451,2 mil pessoas ocupadas, o que significa que um em cada três trabalhadores da área em todo o Centro-Oeste atua em solo goiano. Os dados integram a Pesquisa Anual de Serviços (PAS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (27/8).

Nacionalmente, Goiás ocupa a 8ª posição em número de empresas; a 9ª em receita bruta, movimentando R$ 84,9 bilhões no ano; e a 10ª em pessoal ocupado. A força do setor também se reflete na injeção de R$ 13,8 bilhões na economia estadual por meio do pagamento de salários e remunerações. Internamente, o segmento de serviços profissionais e administrativos desponta como o maior motor de empregos do estado, reunindo 26,6 mil empresas e 199,1 mil trabalhadores.

O segmento de transportes e logística figurou como o principal motor financeiro, gerando R$ 27 bilhões em receita, alavancado fortemente pelo transporte rodoviário. Além disso, o estado registrou salários acima da média nacional nas atividades culturais, esportivas e de serviços pessoais, com destaque também para os altos rendimentos médios pagos pelos setores de informação, comunicação, correios e entregas.

A Pesquisa Anual de Serviços (PAS) é um levantamento do IBGE que investiga a estrutura do segmento empresarial não financeiro no país e fornece informações essenciais para a análise da evolução do setor.

Foto: Secom

Legenda: Segmento de transportes e logística figurou como o principal motor financeiro, gerando R$ 27 bilhões em receita

Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás

Abate de frango em Goiás cresce 7,1%, mostra IBGE

Número de cabeças abatidas, entre janeiro e março de 2026, chega a 135,6 milhões. Peso total das carcaças também registra aumento de 10,5%

O abate de frangos em Goiás cresceu 7,1%, de janeiro a março de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025. Segundo dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior aumento registrado entre os principais estados produtores de carne de frango.

Ao todo, Goiás abateu 135,6 milhões de cabeças e se manteve no 5º lugar no ranking nacional, com 7,9% do plantel nacional. O peso total de carcaça de aves chegou a 309,3 mil toneladas no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 10,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a 83ª edição do Agro em Dados, publicada em agosto pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), Goiás exportou 181,9 mil toneladas de carne de frango para 95 países entre janeiro e julho de 2026. Os números revelam um crescimento de 18,2% em volume exportado em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Nos primeiros sete meses deste ano, as exportações registraram um faturamento de US$ 370,5 milhões, o que corresponde a um crescimento de 23,3% em comparação a 2025. Entre os países que mais consumiram o produto goiano estão a China (+95,5%), o Japão (+23,2%) e os Emirados Árabes Unidos (+10,3%).

Fotos: Seapa

Legenda: Abate de frangos em Goiás cresce 7,1% de janeiro a março de 2026

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás