Cerca de 300 alunos serão beneficiados com as obras
A Prefeitura de Novo Gama, em parceria com as secretarias municipais de Educação e Infraestrutura, tem realizado ações para melhorar a condição de ensino dos estudantes do município.
Uma das reformas mais aguardadas e que segue avançada é a da Escola Municipal Santa Luzia. Os trabalhos iniciaram no final de novembro e já estão com 60% das obras concluídas. A nova unidade atenderá alunos do bairro Santa Luzia e Cidade Nova.
Além da reforma geral, o local contará com a ampliação de um bloco e construção de cinco salas de aula, revitalização no banheiro, construção de estacionamento interno e muro. A expectativa é que o ambiente seja entregue nos próximos meses.
Em redes sociais, os moradores elogiam o compromisso da atual gestão com a educação e parabeniza o prefeito Carlinhos do Mangão pela iniciativa de priorizar a pasta e pensar no futuro das crianças de Novo Gama.
“Parabéns a todos envolvidos. Educação em primeiro plano! Podemos falar: temos um prefeito que se importa com a qualidade da educação de base. Fico muito feliz em saber que meus filhos vão estar num município onde tem escola com estrutura e qualidade. Isso sim faz o meu voto ter valido a pena! Só tenho a agradecer por você não ser só mais um, e sim o número 1 à frente do município”.
Além da Escola Municipal Santa Luzia, obras em outras três escolas estão em andamento: Escola Municipal Ponto Final, Escola Municipal Dalva VI e Escola Municipal Bela Vista. Além dessas, outras duas estão em fase de licitação – Escola Municipal Grande Vale e Escola Municipal Vovó Nica.
Bacia de retenção com capacidade para receber mais de 9 mil m³ de água vai preservar Córrego Vicente Pires e ajudar no escoamento de águas pluviais do Guará
O sistema de drenagem do Setor Habitacional Bernardo Sayão vai ganhar reforço. A construção da bacia de contenção número 10, localizada na via de ligação entre o Guará e o Núcleo Bandeirante, está em reta final. A obra foi iniciada em abril de 2022 e gera cerca de 150 empregos diretos e indiretos. O valor investido no reservatório é de R$ 5,6 milhões.
Com 5 mil m² de área e volume total de 9.142 m³, a bacia de contenção 10 terá um duplo impacto, social e ambiental, não só no Bernardo Sayão, mas também nas redondezas. O reservatório vai receber as águas pluviais escoadas das quadras 44, 46, 48, 50, 52, 54, 56 e 58 do Guará, que tiveram a rede de drenagem ampliada.
Além disso, o tanque vai impedir que a chuva captada pelo sistema que atende o Bernardo Sayão siga desaguando diretamente no Córrego Vicente Pires, o que provoca danos ao meio ambiente. “A pressão da água é tão grande que as margens do riacho estão sofrendo erosão”, explica o engenheiro civil responsável pela obra, Douglas Coelho.
Estrutura permeável
E o solapamento do córrego não é o único problema. “A chuva que cai no sistema de escoamento traz consigo todo tipo de sujeira da rua”, aponta Douglas. “Boa parte desse lixo ficará retido no fundo da bacia. As tubulações de saída ainda serão equipadas com grade para evitar a passagem de detritos”.
Para conseguir receber um grande volume de água, a lateral do reservatório é toda feita de muro de gabião, uma estrutura de contenção revestida de PVC e formada por pedras empilhadas, presas por gaiolas de arame galvanizado. A solução oferece boa resistência, permeabilidade e baixo impacto ambiental.
“Já o fundo do reservatório é composto por uma camada de 50 cm de aterro sobreposta por outra camada de 50 cm de rachão, uma pedra usada para auxiliar na drenagem”, detalha o fiscal da Secretaria de Obras Bruno Sampaio Lima. “Ao redor da bacia, ainda teremos o reforço de um talude revestido de grama.”
Os bichos foram encaminhados para o curral de apreensão de animais da Seagri, onde são feitos exames. Caso o proprietário não faça o resgate, o animal entra para fila de adoção
Os animais recolhidos são levados para o curral mantido pela Seagri, onde são examinados e tratados. Se não foram procurados pelos proprietários, podem ser doados por meio do programa “Adote um Animal” | Fotos: Divulgação Seagri-DF
Em janeiro deste ano, 30 animais de grande porte soltos em vias públicas do Distrito Federal foram retirados das ruas. A apreensão faz parte de uma ação da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) que recolhe os bichos e os transporta para o curral de apreensão de animais, localizado no final da Asa Norte.
No local, os cavalos, bois, mulas e burros são examinados e tratados. Os proprietários podem solicitar a devolução mediante pagamento dos exames e de multa. Caso o dono não faça o resgate, o animal entra na fila de adoção. Neste ano, oito equinos já foram adotados no programa “Adote um Animal”, projeto instituído na Portaria 52, de 1º de outubro de 2020.
O trabalho de resgate é ininterrupto e ocorre em todas as regiões administrativas do DF. Na maioria das vezes, é feito a partir das denúncias da população registradas pelos telefones 3347-8019 e 98325-0369.
“As pessoas ligam dizendo que estão vendo os animais soltos na rua. Pedimos a localização e fotos para mandar o caminhão para buscar. Conseguimos recolher animais de médio e grande parte, como cavalo, boi e às vezes até carneiro”, explica o gerente de apreensão de animais da Seagri, Ralf Rabethge. “É bom dizer que não recolhemos gato, cachorro e porco”, acrescenta.
A apreensão evita acidentes no trânsito e ajuda a controlar a disseminação de doenças. Os animais recolhidos costumam ser utilizados em atividades de tração animal. “Na maioria das vezes são animais com escore corporal baixo (magros) e, em algumas vezes, com feridas e machucados”, revela a veterinária do curral de apreensão, Renata Pina.
Atendimento e tratamento
Após o resgate, os animais ficam em um ala separada até passarem por exames para identificar se possuem anemia infecciosa e mormo, uma zoonose infectocontagiosa causada por uma bactéria. Se for negativo, eles são incorporados aos outros animais no curral.
“Eles vão ficar aqui durante 30 dias aguardando o proprietário solicitar a devolução. Caso não aconteça, eles ficam à disposição para o programa ‘Adote um Animal’”, explica Rabethge.
Se o resultado for positivo para as doenças, eles são tratados. “No caso de anemia infecciosa e mormo, caso tenha diagnóstico laboratorial positivo, seguimos as normativas federais relacionadas ao controle e erradicação dessas doenças. Em relação a doenças clinicamente tratáveis, o tratamento é feito utilizando a medicação necessária em cada situação”, comenta Renata Pina.
“me falaram sobre essa ação da secretaria de pegar os animais de rua e depois doar para quem quisesse. fui lá e adotei uma égua, que vive na minha chácara com outros cavalos que eu tenho. são todos de estimação. adotei porque eu realmente gosto de animal e queria tratá-la bem”maurício fonseca, produtor rural
O atendimento clínico veterinário, limpeza e tratamento de feridas e machucados é feito pela própria secretaria. Situações mais graves são encaminhadas para o Hospital Veterinário de Grandes Animais da Universidade de Brasília (UnB), na Granja do Torto.
Novo lar para os animais
Para adotar um desses bichos, é preciso atender uma série de requisitos, como comprovar que tem condições de cuidar do animal e que tem uma propriedade rural registrada. Os futuros donos também devem comprovar que não tiveram animais apreendidos e apresentar uma autodeclaração de que não possuem histórico de maus tratos aos animais.
“Depois que o processo é efetivado, a pessoa leva o animal e terá duas visitas por ano para que seja verificada a situação do adotado”, completa. O animal adotado não pode ser comercializado.
Os adotantes contam com benefícios, como acesso ao Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), três visitas de assistência técnica, recebimento do certificado “Amigo do Animal”, que pode ser utilizado em campanhas de marketing.
Há cerca de um ano, o produtor rural Mauricio Fonseca, 65, adotou uma égua que estava no curral da Seagri. “Me falaram sobre essa ação da secretaria de pegar os animais de rua e depois doar para quem quisesse. Fui lá e adotei uma égua, que vive na minha chácara com outros cavalos que eu tenho. São todos de estimação. Adotei porque eu realmente gosto de animal e queria tratá-la bem”, conta.
De 2019 até 2022, a Seagri apreendeu 920 animais, sendo 241 no primeiro ano: 147 em 2020, 250 em 2021 e 282 no ano passado. Deste total, 205 foram adotados. O maior número de adoções ocorreu em 2022, quando 95 ganharam um novo lar.
Até o momento, seis bairros foram contemplados com o projeto
Nos três últimos meses, a Prefeitura de Novo Gama, em parceria com a Secretaria de Obras e Desenvolvimento Urbano, deu continuidade a troca de lâmpadas a vapor por luminárias de LED no município.
Durante esse período, mais de 600 luminárias de LED foram instaladas; e desse total, quase 200 foram no setor 2 HI. O prefeito Carlinhos do Mangão explica como a iniciativa pode beneficiar a população de Novo Gama.
“Realizamos substituição das lâmpadas com objetivo de proporcionar mais segurança, mais qualidade para a nossa população e economia para os cofres públicos do município. Agora iniciamos no Lago Azul e demais bairros. Podem contar conosco! Iremos trabalhar cada dia mais para melhor a vida da nossa população”.
O morador Emerson Souza comenta sobre o que achou da benfeitoria e manda um recado ao gestor municipal. “Ficou muito bom! Na verdade, aquelas outras lâmpadas antigas não clareavam bem. Agora não, está bem iluminado. Está ajudando bastante! Queria agradecer o prefeito por tudo que ele tem feito pela nossa cidade!”.
Confira os bairros que já receberam/estão recebendo o benefício até o momento:
– Boa Vista I;
– Boa Vista II;
– Residencial Alvorada;
– Residencial América do Sul;
– Novo Gama;
– Lago Azul;
Nas redes sociais, os internautas parabenizam o líder do executivo pelo desempenho e compromisso com a segurança dos moradores. “Parabéns! Sou moradora do município há 40 anos e nunca vi nada parecido!”.
Com 30 técnicos da Novacap, programa passará, até o fim de 2023, por todas as RAs capacitando profissionais das administrações regionais
Equipe da Administração Regional de Samambaia passa por treinamento com os técnicos da Novacap | Fotos: Kiko Paz/Ascom Novacap
Tapa buraco, chove, abre buraco. Esse é o problema que a Novacap vem solucionando, por meio do treinamento de manutenção e conservação de vias urbanas no DF, para melhorar a qualidade das entregas para a população.
“esses treinamentos otimizam a qualidade dos trabalhos de tapa-buraco entregues para as comunidades, garantem a segurança, trafegabilidade e qualidade de vida para a população do distrito federal”fernando leite, presidente da novacap
O programa Mão na Massa, lançado em 2022, vem capacitando as equipes de recuperação de vias das administrações regionais, com o fornecimento de maquinário, massa asfáltica e treinamento técnico da Divisão de Manutenção e Conservação de Vias (Dimav). Formado por três equipes, o Mão na Massa atua com 30 profissionais da Novacap, que orientam sobre o processo de compactação do asfalto ao buraco, evitando trincas, fissuras, erupções e surgimento de novos buracos na mesma área recuperada.
A cidade da vez é Samambaia, onde a equipe da administração passa pelo treinamento. “Esses treinamentos otimizam a qualidade dos trabalhos de tapa-buraco entregues para as comunidades, garantem a segurança, trafegabilidade e qualidade de vida para a população do Distrito Federal”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite.
Em 2022, os atendimentos priorizaram as regiões com o maior número de protocolos de tapa-buraco registrados na Ouvidoria do Governo do Distrito Federal (GDF), que possuíam indicativos de risco de acidentes, perda de mobilidade e redução da qualidade de vida. Com isso, o programa passou por Ceilândia, Gama, Taguatinga, Planaltina, Sobradinho, Varjão, Fercal, Cruzeiro, Santa Maria, Lago Norte e Lago Sul. Nesses locais, foram utilizadas 1.600 toneladas de massa asfáltica.
Em 2023, a previsão é passar pelas demais regiões, que têm menor número de pedidos protocolados na Ouvidoria do GDF de incidência de buracos, como Brazlândia, Sobradinho, Sobradinho II, Candangolândia, Águas Claras, Park Way, Scia, Jardim Botânico, Itapoã, Vicente Pires, Arniqueira, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Sudoeste/Octogonal, Recanto das Emas, São Sebastião, Núcleo Bandeirante, Plano Piloto, Planaltina, Paranoá, Santa Maria e Samambaia. Nessas cidades, a Novacap projeta utilizar 1.300 toneladas de massa asfáltica.
Com a passagem por essas regiões, o programa Mão na Massa vai concluir o treinamento em todo o DF. A chefe da Divisão de Manutenção e Conservação de Vias (Dimav), Walquiria Marra Rodrigues, fala sobre a importância dessa ação. “A capacitação nos leva ao aprimoramento da mão de obra e agrega mais qualidade nas entregas”, afirmou.
Atendimento expresso
Além do fornecimento da massa asfáltica, a Novacap realiza o atendimento expresso, um serviço de tapa-buraco em caráter emergencial que é realizado em locais específicos de grande circulação (que oferecem maior risco de acidentes), como vias comerciais, setores hospitalares, setores bancários, entre outros. Esse atendimento é realizado por uma equipe especial, com equipamentos diferenciados, uma vez que esses locais geralmente não têm espaço para dar acesso a caminhões e compactadores.
Usina
Os serviços de tapa-buraco são realizados durante todo o ano no Distrito Federal. Em 2022, a usina da Novacap produziu mais de 27 mil toneladas de concreto betuminoso usinado a quente. Esse volume foi utilizado para que a Novacap e outros órgãos, como administrações regionais, DER e Governo Federal, realizassem obras e manutenção nas vias do DF. Em 2023, a projeção é produzir cerca de 30 mil toneladas, além das aquisições externas.
A de entrada fica ao lado do complexo da Polícia Civil e a de saída, perto dos pinheiros; investimento total na obra é de cerca de R$ 24,6 milhões
Alça de entrada para o Parque da Cidade à direita: mais uma etapa da obra liberada | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília
Mais uma etapa concluída na obra do Viaduto Luiz Carlos Botelho, também conhecido como Viaduto do Sudoeste. As alças de acesso para o Parque da Cidade foram liberadas: a de entrada fica ao lado do complexo da Polícia Civil e a de saída, perto dos pinheiros.
“Com essa liberação, vamos seguir na execução de rede de drenagem e escavação”, conta o engenheiro da Secretaria de Obras responsável pela fiscalização dos trabalhos, Carlos Magno Rodrigues. “O próximo passo é liberar a passagem sobre os viadutos para que, assim, o desvio seja desfeito e possamos avançar com escavação, drenagem e pavimentação nos eixos e alças sentido Avenida das Jaqueiras, no Sudoeste”, explica.
O coordenador de Trânsito da Região Metropolitana do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), Luiz Carlos Souto, acrescenta que a mudança demonstra à população os benefícios provenientes da criação do complexo viário. “À medida que a obra avança, o trânsito melhora e, em breve, todos poderão circular com mais facilidade por esse importante viaduto para a cidade”, diz.
Com aporte de cerca de R$ 24,6 milhões, o viaduto está sendo construído na intersecção da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) com o Sudoeste e o Parque da Cidade. A Epig continuará no mesmo nível, enquanto quem passar do Sudoeste para o Parque da Cidade cruzará o caminho por uma trincheira.
A intervenção viária vai acabar com o gargalo na entrada do Sudoeste e ao longo da Epig, por onde passam cerca de 25 mil motoristas diariamente. No total, serão quatro alças externas, quatro alças internas (semelhante às tesourinhas) e os dois eixos da via Epig, que passam sobre o viaduto.
Para o analista de TI Matheus Lima de Andrade, 32 anos, o fim dos congestionamentos trará mais qualidade de vida a quem transita pela região. “São muitos pontos de congestionamento por toda a estrada, e às vezes ficamos horas parados. Então, acredito que o viaduto vai diminuir o tempo que uma pessoa leva para chegar em casa, buscar o filho na escola”, diz o morador da Octogonal.
Moradora do Sudoeste há mais de 23 anos, a aposentada Ruth Souto, 64, também acredita que a obra será benéfica para a região. “Estávamos precisando dessa solução, vai dar mais fluidez ao trânsito e agilizar a vida de quem usa regularmente”, afirma.
Equipes de Educação e fiscalização de trânsito marcaram presença nos eventos para promover a segurança viária nesse período
Da noite de sexta-feira (17) até a madrugada desta quarta-feira (22), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou um total de 120 operações entre patrulhamento, pontos de demonstração e blitz para fiscalizar condutores que estavam sob efeito de álcool. Além disso, a Diretoria de Educação realizou 20 ações educativas com o objetivo de conscientizar pedestres e condutores sobre cuidados com as crianças no trânsito, sobre os riscos do consumo de bebida na direção e respeito ao pedestre.
Fiscalização
Os Agentes de Trânsito estiveram presentes em 73 blocos e eventos de carnaval para realizar o controle de tráfego necessário para facilitar o acesso dos foliões aos espaços de festas, auxiliar na travessia de pedestres e organizar os estacionamentos.
Mesmo com essas atividades, a Diretoria de Policiamento e Fiscalização de Trânsito (Dirpol) intensificou as operações através da Operação Carnaval e, durante os dias de eventos, os agentes de trânsito abordaram 1134 condutores, flagrando 192 condutores dirigindo sob a influência de álcool. Nas operações, 28 condutores foram autuados por não possuírem habilitação, 18 estavam com a CNH vencida e 127 veículos foram removidos para os depósitos.
Durante as operações, sete pessoas foram presas pelas equipes de fiscalização com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), quatro por embriaguez ao volante, duas por estarem realizando manobras perigosas e outra por desacatar os agentes de trânsito. Os condutores foram encaminhados às Delegacias de Polícia do Cruzeiro (3ª DP), Taguatinga Centro (12ª DP) e Hélio Prates (17ª DP).
Ações Educativas
A Diretoria de Educação fez um forte trabalho de conscientização nesse carnaval, com o objetivo de educar os foliões. Foram ao todo 20 ações realizadas em pontos de aglomeração de pessoas em blocos e em estabelecimentos comerciais, resultando na abordagem de cerca de 7 mil pessoas das mais variadas idades.
Um dos destaques das ações foi a participação do Detran no Bloco Baratinha. Os servidores montaram uma grande estrutura no local e cerca de 5 mil pessoas compareceram ao espaço do Detran e participaram de palestras, contação de histórias, jogos educativos, ouviram os repentistas e puderam interagir com o teatro de mímicos.
O Diretor-geral do Detran, Marcelo Portela, destaca a importância destas ações das duas diretorias: “O Detran se fez presente, primeiro ao convidar os condutores para uma reflexão sobre sua conduta no trânsito, sobretudo, quanto à alcoolemia. Segundo, ao fiscalizar aqueles que, mesmo sabendo dos riscos, ainda insistiram em beber e dirigir. Isso reforça o compromisso do Detran em garantir a segurança de todos, em especial nesse período de festas. Sem dúvidas, quando o assunto é trânsito, tivemos um carnaval seguro.”
MIDR oficializa repasse de R$ 7 milhões referentes a primeiros planos de trabalho apresentados por São Sebastião (SP) para ações de Defesa Civil e reforça que novos aportes estão previstos para os próximos dias
Provavelmente no dia de hoje já comecemos a receber outros planos de trabalho dos municípios, o que dá condições ao MIDR de seguir com o seu compromisso na resposta, no restabelecimento e na reconstrução dos danos causados”
Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional
Outras liberações para municípios paulistas estão previstas para os próximos dias. O processo oficial de repasses depende de planos de trabalho elaborados pelos próprios municípios. O Governo Federal tem atuado em conjunto com as autoridades locais para que essa etapa seja feita da maneira mais ágil e precisa.
“Provavelmente no dia de hoje (quarta, 22/2) já comecemos a receber outros planos dos municípios, o que dá condições ao MDR de seguir com o seu compromisso na resposta, no restabelecimento e na reconstrução dos danos causados”, afirmou o ministro do MIDR, Waldez Góes, depois de uma reunião de balanço das primeiras ações federais ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio da Alvorada, em Brasília (DF).
“Inclusive foi uma orientação que demos a pedido do presidente Lula, que os planos não ficassem apenas na ajuda humanitária, mas que já fossem trabalhados os planos de restabelecimento e reconstrução da cidade”, indicou o ministro.
Segundo Waldez Góes, desde janeiro o Governo Federal já liberou, via Defesa Civil, R$ 131 milhões para situações de emergência em vários cantos do país. “Todos os dias liberamos recursos com base nos planos de trabalho, no reconhecimento de emergências e calamidades”, detalhou.
O ministro reforçou que o governo anterior tinha deixado apenas R$ 25 mil na rubrica de ações em desastre para uso via MIDR. A partir de articulações da equipe do Governo Federal eleito antes mesmo da posse, houve um reparo e a rubrica passou ter mais de R$ 500 milhões.
“Não faltará orçamento, não faltarão recursos. Estamos com o que temos de dotação. Se lá na frente, diante das situações que poderão ocorrer em outras regiões, houver necessidade de alguma Medida Provisória, o presidente Lula já disse que autorizou a equipe econômica a tomar as providências”, ressaltou Góes.
“É com esses recursos que a gente está apoiando todo o Brasil, como amanhã vai acontecer numa força tarefa no Rio Grande do Sul”, lembrou o ministro. Ele faz referência a mais de 300 municípios do Sul do país em situação de emergência decretada em função de grave estiagem, quase 200 deles com reconhecimento oficial. Uma comitiva de ministros estará na região nesta quinta-feira, 23/2, e o Governo Federal já antecipou que haverá um investimento de R$ 430 milhões na região levando em conta várias pastas.
Além dos recursos já anunciados para São Sebastião, a ação interministerial do Governo Federal tem repercussão em várias frentes no litoral norte de São Paulo, com trabalhos que envolvem desde a busca e salvamento de vítimas até o envio de pessoal e maquinário para recuperação de vias e rodovias e o atendimento em saúde e com itens essenciais. Ministérios e instituições que atuam na área social anunciaram a antecipação de benefícios como o Bolsa Família e a possibilidade de saque emergencial do FGTS e de valores extras do INSS.
Também participaram da reunião desta quarta os ministros da Casa Civil, Rui Costa, dos Transportes, Renan Filho, das Cidades, Jader Filho, da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, e o Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo.
GIGANTE DA MARINHA – Nesta quinta-feira, 23/2, a perspectiva é de que o trabalho humanitário no litoral norte de São Paulo seja reforçado com a chegada do Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico”, maior embarcação da Marinha, para apoio às ações da Defesa Civil.
O navio tem capacidade para seis helicópteros do Comando da Força Aeronaval, três embarcações de desembarque de viatura e pessoal, além de uma lancha de transporte de pessoal. O centro médico contará com as seguintes especialidades: ortopedia, cirurgia geral, anestesista, clínica geral, além de farmacêutico, cirurgião dentista, técnicos em enfermagem, auxiliar de higiene bucal e auxiliar de laboratório (patologia clínica).
“São quase mil profissionais marinheiros, dos quais 150 vão poder ajudar nas buscas, nos resgates e nas buscas via marítima para pessoas em condição de isolamento”, explicou o ministro Waldez Góes.
AÇÕES PREVENTIVAS – O ministro citou, ainda, uma outra frente de trabalho que voltou a figurar entre as prioridades do Governo Federal: a agenda preventiva. Segundo ele, há mais de 14 mil pontos mapeados pelo Governo Federal em todo o país em que há habitações com grave perigo de deslizamento. São regiões onde vivem cerca de quatro milhões de pessoas.
Segundo Waldez Góes, com a retomada do PAC Encostas e do Minha Casa, Minha Vida, será possível equacionar com mais precisão essa questão, tanto com ações que trabalhem a prevenção quanto com investimento em conjuntos habitacionais que abriguem as pessoas em situação de vulnerabilidade que vivem em regiões de alto risco.
“O presidente Lula recompôs o PAC Encostas, com toda a parte de prevenção, e dotou o Ministério das Cidades com R$ 10 bilhões para habitação. Certamente muitos desses recursos serão para habitação de demanda dirigida no Brasil inteiro, voltado para situações de alto risco de deslizamento de encostas. Essa será uma prioridade”, encerrou.
Governadora em exercício adotou a medida após visitar as instalações na maior unidade hospitalar do DF
A governadora em exercício, Celina Leão, e o secretário de Governo do DF, José Humberto Pires de Araújo, acompanhados da presidente do IgesDF, Mariela Souza de Jesus, visitaram, na manhã desta quarta (22), as instalações da cozinha do Hospital de Base para conhecer de perto as condições do local.
“Percebemos uma grave situação, mas que felizmente não compromete o fornecimento das refeições dos pacientes. Diante do quadro observado nas instalações, determinei o início imediato dos serviços de reforma”, enfatizou a governadora em exercício.
Em todo o país as fortes chuvas têm ocasionado diversos transtornos e perdas irreparáveis.
Na tarde desta quarta-feira, 22 de fevereiro, nosso município foi atingido por um volume pluviométrico acima do esperado, acarretando transtornos aos moradores.
A Secretaria Municipal Infraestrutura, Habitação e Serviços e o Governo de Valparaíso de Goiás informam que estão com equipes de trabalho em regime de plantão.
A Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e equipes técnicas da pasta também foram acionados para avaliar danos estruturais e para promover a mitigação dos estragos.
É importante destacar que em vários pontos do nosso município, obras de drenagem de águas pluviais já foram iniciadas para evitar que situações assim ocorram futuramente.
Temos trabalhado diuturnamente para melhorar a infraestrutura de Valparaíso, e não pouparemos esforços para que as chuvas deixem de causar transtornos em nossa cidade.
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