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Presidente Lula sanciona lei do Mais Médicos com criação de 15 mil novas vagas em 2023

Mais de 3,6 mil profissionais já começaram a atuar este ano em 2 mil municípios. Em iniciativa inédita, novos editais vão selecionar médicos para Consultórios na Rua e população prisional, além de territórios indígenas

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sanciona, nesta sexta-feira (14), a lei do Programa Mais Médicos. Com o ato, fica instituída a Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde que deve ampliar em 15 mil o número de médicos atuando na atenção básica do SUS, principalmente em regiões de maior vulnerabilidade. Entre os avanços propostos destaca-se também a prioridade dada à formação dos profissionais com mestrado e especialização, além de benefícios para atuação em locais de difícil provimento e pagamento da dívida do FIES.

O Ministério da Saúde anuncia ainda a abertura de novos editais para profissionais e para adesão de municípios, com iniciativas inéditas como médicos para equipes de Consultório na Rua e população prisional, além de novas vagas para os territórios indígenas. Ao todo, o Mais Médicos terá, até o fim de 2023, 15 mil novos médicos em todo país, totalizando 28 mil profissionais. Assim, a iniciativa do Governo Federal irá resgatar o acesso à saúde para mais de 96 milhões de brasileiros.

Após a retomada do programa e divulgação do primeiro edital com 5.968 vagas, sendo mil vagas inéditas para a Amazônia Legal, o Mais Médicos bateu recorde com mais de 34 mil médicos inscritos – o maior número desde a criação do programa em 2013. Até agora, dos selecionados pelo primeiro edital, 3.620 profissionais já estão atuando em todas as regiões do país, garantindo atendimento médico para mais de 20,5 milhões de brasileiros.

A retomada do programa é fruto da Medida Provisória 1.165, de 2023, que foi aprovada em junho pelo Congresso Federal. Durante a tramitação no legislativo, a MP recebeu diversas contribuições dos parlamentares e passou por amplo debate em quatro Audiências Públicas.

Nesta sexta (14), o presidente Lula também assina um decreto que institui um Grupo de Trabalho Interministerial. O objetivo é discutir, avaliar e propor regras para reservas de vagas aos médicos com deficiência e pertencentes a grupos étnico-raciais. O GT, coordenado pelo Ministério da Saúde, terá a participação dos Ministérios da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e Cidadania, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e do Planejamento.

Entenda as novas vagas e editais do Mais Médicos

O Ministério da Saúde abriu novos editais de chamamento para profissionais e para adesão de municípios ao programa. São eles:

  • Para chamamento de profissionais, estão abertas as seleções referentes às vagas no modelo de coparticipação em parceria com municípios. A previsão é que o Ministério da Saúde habilite, pelo menos, 10 mil vagas neste modelo em 2023. Para os profissionais, não há mudanças na forma de seleção ou contratação. O cronograma com todas as etapas e os possíveis municípios de atuação serão divulgados nas próximas semanas.
  • Em iniciativa inédita, dois editais estão abertos para garantir acesso à saúde para populações mais vulneráveis, como as que são atendidas pelos Consultórios na Rua e pela saúde prisional. Serão 111 novas vagas para profissionais que queiram atuar nos Consultórios na Rua, iniciativa que assegura atendimento médico para população em situação de rua. Outras 145 novas vagas são direcionadas para atuação no sistema de saúde prisional. É a primeira vez que o Mais Médicos destina profissionais para esses serviços. O edital para os gestores locais aderirem à essas vagas também está aberto.
  • O Ministério da Saúde também abriu um edital para atuação nos Distritos Sanitários Indígenas (DSEIS). São 59 vagas abertas para profissionais que queiram atender em territórios indígenas. O objetivo é repor as vagas que não foram preenchidas pela gestão passada e garantir o acesso à saúde para essa população, prioridade do Governo Federal.
  • Além desses, foi aberto um novo edital para que municípios aderidos ao Programa confirmem 1.232 vagas de reposição de profissionais.

EVOLUÇÃO – Logo no início desta gestão, em fevereiro, o Ministério da Saúde retomou editais que estavam paralisados pela gestão passada, causando desassistência para regiões de maior vulnerabilidade, principalmente nos territórios indígenas. Das 804 novas vagas, 152 profissionais foram direcionados para os DSEIS, sendo 14 deles para o território Yanomami.

Em março, após a retomada oficial do programa, o primeiro edital foi lançado com 5.968 vagas para reposição das vagas que não foram preenchidas nos últimos anos – 45% delas estão em regiões de maior vulnerabilidade. Dessas, mil vagas foram direcionadas para a região da Amazônia Legal. Esse chamamento teve adesão de mais de 99% dos municípios, totalizando 1.994 cidades brasileiras. Após o recorde de inscrições – com 34 mil profissionais interessados, sendo mais de 57% de brasileiros formados no país – 3.620 estão atuando em todo país. Outros 1.109 médicos, que foram selecionados em segunda chamada, devem começar as atividades nos próximos dias e mais 1.239 passarão por acolhimento em agosto.

Em um modelo inédito, o Ministério da Saúde lançou um novo edital com, pelo menos, 10 mil vagas em coparticipação de municípios. Essa fora de contratação garante às prefeituras menor custo, maior agilidade na reposição do profissional e permanência nessas localidades. Neste edital, 2.683 municípios solicitaram 15.838 vagas que serão analisadas de acordo com os critérios já definidos. Dessas cidades, 599 poderão ter profissionais do Mais Médicos pela primeira vez.

Ao todo, até o fim de junho, o provimento no Brasil totalizava 12.856 profissionais atuando em todas as regiões. A expectativa, com as novas vagas, é chegar a mais de 28 mil médicos na Atenção Primária até o fim de 2023.

INCENTIVOS – A retomada do Mais Médicos traz estratégias de incentivos aos profissionais e oportunidades de qualificação durante a atuação no programa. O participante poderá fazer especialização e mestrado em até quatro anos. Os profissionais também passarão a receber benefícios, proporcional ao valor mensal da bolsa, para atuarem nas periferias e regiões de maior vulnerabilidade.

Para apoiar a continuidade das médicas mulheres, também será feita uma compensação para atingir o mesmo valor da bolsa durante o período de seis meses de licença maternidade, complementando o auxílio do INSS. Para os participantes do programa que se tornarem pais, será garantida licença com manutenção de 20 dias

O Mais Médicos também quer atrair os profissionais formados com apoio do Governo Federal. Os beneficiados pelo Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) que participarem do programa poderão receber incentivos de R$ 238 mil a R$ 475 mil, dependendo da vulnerabilidade do município e a permanência no programa por 48 meses. Assim, o profissional poderá ter auxílio para o pagamento de até 80% do financiamento. Os profissionais também terão benefícios proporcionais ao valor da bolsa pelo tempo de permanência no programa e por atuação em áreas de alta vulnerabilidade. Esses incentivos podem chegar a R$ 120 mil.

Médicos selecionados pelo primeiro edital em atividade por região:

RegiãoMédicos em atividade
Centro-oeste274
Nordeste943
Norte722
Sudeste1.056
Sul625
Total3620

Edital de coparticipação por região:

RegiãoVagas solicitadasMunicípios aderidos
Centro-oeste1.011162
Nordeste4.924782
Norte1.417218
Sudeste5.966910
Sul2.520611
Total15.8382.683

*Edital está em período de recurso. Números consolidados serão divulgados em breve

Fonte: Gov.br

80 prédios públicos serão abastecidos pelo sistema de energia solar do GDF

O projeto conta com uma usina fotovoltaica de solo e três implantadas em telhados em parques ecológicos. Foram investidos R$ 4,1 milhões; a economia será de R$ 1 milhão ao ano

O abastecimento energético da administração pública do Distrito Federal passará em breve por mudanças. Oitenta prédios públicos, entre eles dez escolas, terão a energia gerada por painéis solares instalados na usina de solo do Parque Ecológico de Águas Claras e nos telhados de edificações dos parques do Cortado (Taguatinga), Ezechias Heringer (Guará) e Dom Bosco (Lago Sul).

A medida faz parte do projeto CITinova, parceria do Governo do Distrito Federal (GDF) com o governo federal e com a Organização das Nações Unidas (ONU). Foram investidos R$ 4,1 milhões para a construção das quatro unidades públicas de geração de energia limpa.

“Quando a lei mudou, nós já estávamos atentos à geração distribuída [realizada por fontes renováveis de energia]. Uma usina pública melhora a eficiência energética”, afirma a chefe da Assessoria Estratégica da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), Suzzie Valladares. Ela faz referência à Lei nº 6.891, de 2021, que estabelece indicadores e metas progressivas para a administração pública no setor de energia sustentável.

As obras nas quatro instalações já foram finalizadas. A implantação aguarda a formação de convênio com os órgãos que serão beneficiados – as secretarias de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema) e de Educação (SEE), Brasília Ambiental, Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) e Jardim Botânico de Brasília (JBB) -, os pareceres jurídicos e a vistoria da Neoenergia.

“Isso é extremamente inovador, porque não existe no Brasil nenhuma usina pública de geração de energia. Aqui nós estamos trabalhando para que tenhamos um instrumento que viabilize esse funcionamento”, destaca o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes.

No pico de geração mensal, que deve ocorrer no período de seca, quando há menos impedimento à luz solar, os sistemas gerarão 109,77 megawatts (MWh). A maior distribuição será da usina fotovoltaica do Parque Ecológico de Águas Claras. No pico, o local deve gerar 97 MWh. Isso porque o espaço foi construído em uma área de gramado dentro da unidade de conservação sem impedimentos, como árvores ou inclinações, que é o que acontece nas usinas em telhados.

A estimativa é de R$ 1 milhão de economia aos cofres públicos por ano. “O valor que foi investido será retomado em até quatro ou cinco anos. Além disso, os painéis têm vida útil estimada em 25 anos. Então serão 20 anos de economia para o GDF”, estima Suzzie Valladares.

Frequentadora do Parque Ecológico de Águas Claras, a dona de casa Gabriela Valácio, 23 anos, disse que já tinha notado a presença das placas no local. Para ela, a iniciativa é interessante. “Acho muito legal, porque vai poupar gastos do governo”, comenta Gabriela, que é moradora de Vicente Pires.

Fonte: Agência Brasília

Agricultura urbana ganha força no Distrito Federal

Pontos de cultivo agrícola dentro das cidades colocam produção mais perto do consumidor e fortalecem os microclimas locais. Capital tem mais de 1.200 propriedades do tipo

Não é somente na zona rural do Distrito Federal que são produzidas as hortaliças e frutas que chegam às mesas de milhares de brasilienses. A agricultura em áreas urbanas tem se destacado com o verde da produção em meio a “selva de pedras”.

Em Brazlândia, em Vicente Pires e na região da Vargem Bonita, que fica no Park Way, pontos de cultivo são encontrados com mais densidade. As plantações nas regiões administrativas, que antes eram colônias agrícolas, permaneceram mesmo com o processo de urbanização, ganhando a tipologia de “agricultura urbana rural remanescente” ou “agricultura de resistência”.

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) aponta que o Distrito Federal conta com 6.015 pontos de cultivo, dos quais 1.282 estão em áreas urbanas. Durante o estudo, foram encontradas propriedades de 0,5 a 14 hectares, mapeadas por sensoriamento remoto.

São 191 pontos de cultivo no Park Way e 154 em Vicente Pires. Os pesquisadores também visitaram 20 produtores locais para compreender as particularidades de cada área. De acordo com Aline da Nóbrega, coordenadora de Estudos Ambientais do IPEDF, o objetivo da pesquisa é direcionar as tipologias para políticas de ordenamento territorial a fim de que elas sejam incluídas nas diretrizes como uma forma de uso em áreas urbanas.

“Esses produtores sofrem a pressão da ocupação urbana. A gente acredita que esse enquadramento tipológico pode auxiliar e dar instrumentos para que eles permaneçam nessas áreas produzindo. Porque, além disso, essa horticultura contribui para o manejo dos solos e o microclima da região”, explicou a pesquisadora.

Produção mais perto

Há 39 anos a produtora rural Marina Teixeira Monteiro de Sousa mora em um desses pontos de cultivo. Com 58 anos de idade, ela é a quarta geração que cuida da plantação de 3,5 hectares em Vicente Pires, que abriga mais de 30 tipos de folhagem como agrião, brócolis, mais de dez tipos de alface, espinafre, repolho, couve e até flores comestíveis.

De acordo com a agricultora, o forte da produção são as feiras, onde as hortaliças são comercializadas, sobretudo em Taguatinga, na Ceasa, na Feira do Produtor e também em alguns mercados. Ela destaca as vantagens de ter a produção tão próxima à cidade.

“Acaba que o custo fica menor, porque não tem o transporte. E você recebe uma verdura de qualidade, fresquinha, colhida na hora. É um diferencial muito grande. A população que está próxima tem aquele contato com a gente nas feiras e sabe a origem daquele produto que está levando”, afirma Marina.

Rogério Vianna, técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), acompanha o trabalho de Marina há anos. Ele comenta que o aumento da agricultura em áreas urbanas é um fenômeno que tem acontecido no DF e no mundo, pois a procura pelo alimento de procedência conhecida e o custo mais baixo valorizam esse tipo de produção.

“Um pé de alface que a gente paga no mercado a R$ 3, R$ 4, por exemplo: mais da metade desse preço é custo de logística. O que foi gasto para embalar, transportar e por aí vai. Às vezes o custo é até maior do que o da própria produção. Por isso o fato de se produzir dentro da cidade barateia muito para o consumidor”, explica o especialista.

Segurança alimentar

Rogério acrescenta que os ambientes de plantação em meio à cidade também são responsáveis pela captação de água da chuva, que infiltra no solo e abastece os mananciais locais, reforçando a parte do estudo sobre a contribuição da produção alimentar para o manejo das áreas de solo exposto e recuperação de áreas degradadas.

Além disso, a pesquisa também avaliou áreas potenciais para produção da agricultura urbana e periurbana no DF, com estimativa de abastecer cerca de 2 milhões de pessoas com hortaliças e 3 milhões com frutíferas, contribuindo para redução da insegurança alimentar.

Fonte: Agência Brasília

GDF investe na atenção primária à saúde e fortalece as unidades básicas

Foram 10 UBSs construídas nos últimos quatro anos, com capacidade para atender até 184 mil pessoas por mês, e mais de 800 profissionais contratados

A atenção primária à saúde é prioridade no Distrito Federal. O governo tem investido anualmente para aprimorar os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs): são mais de 170 unidades por toda a capital e outras por construir. A contratação de pessoal e reforço nas equipes de Saúde da Família foi implementado e, atualmente, a cobertura é de 68,9% do território do DF.

As UBSs, dentro das premissas do Sistema Único de Saúde (SUS), devem estar perto da casa do cidadão. E o GDF, nos últimos quatro anos, ampliou essa capilaridade: foram 10 novos postos construídos em nove regiões administrativas diferentes, com capacidade para atender até 184 mil pessoas por mês. Outras seis já têm projeto básico pronto e estão em fase de licitação. Arniqueira, por exemplo, vai receber sua primeira UBS, visto que as duas da região pertencem a Águas Claras.

“O critério usado para se criar uma nova UBS é a vulnerabilidade. Verifica-se também se há grande demanda em uma determinada região por meio dos cadastros das famílias”, explica a coordenadora da atenção primária da Secretaria de Saúde, Fabiana Fonseca. “Aí está a importância dos agentes comunitários de saúde, que são os que fazem esse cadastro”, reforça.

Atualmente, são 618 equipes de Estratégia de Saúde da Família prontas para o atendimento na rede pública do Distrito Federal. Times compostos sempre por um médico e um enfermeiro da família, um técnico de enfermagem e um agente comunitário, profissionais que ingressaram na atenção primária desde 2019.

“São profissionais habilitados para cuidar desde o ‘mamando’ até o ‘caducando’, conforme a gente brinca no dia a dia”, salienta Fabiana. “Por exemplo, se um paciente hipertenso é bem acompanhado pela equipe, se vem com frequência, ele diminui os momentos que agudiza, que fica ruim de saúde. E livra ele de ir parar em um hospital numa situação de emergência”, afirma a médica.

A gama de serviços nos postos é enorme, passando por atendimentos odontológicos, consultas, vacinação, entrega de medicamentos nas farmácias da unidade e outros (veja abaixo).

Uma UBS disputada

Com uma média de 100 atendimentos por dia, a UBS 5, localizada no Arapoanga, é uma referência na região norte do DF. Do momento da abertura, às 8h, até o cair da tarde, o movimento ali é grande, em especial a vacinação, o pré-natal das gestantes e as primeiras consultas dos bebês.

A manicure Jéssica Alves, 31, mãe da pequena Maria Cecília, de 11 meses, fez todo o acompanhamento pré-natal na unidade, teve a bebê no Hospital Regional de Planaltina (HRPL) e já está de volta para as vacinas e consultas. Esta semana, a bebê foi imunizada contra a gripe e recebeu a segunda dose da covid-19. De quebra, a irmã mais velha, Ketley Alves, 12, também foi vacinada contra a influenza.

“Todas as vezes que precisei, ainda que o movimento estivesse grande, nunca fiquei sem atendimento. Precisei me consultar com cardiologista e vim aqui. É muito bom ter isso perto de casa”, ressalta a moça. “Até mesmo o encaminhamento do parto da Maria Cecília foi feito nesta UBS e seguirei trazendo ela para as consultas”, diz.

“A atenção primária tem condições de resolver até 80% dos problemas de saúde de uma pessoa e de sua família”, observa o médico de família e comunidade da UBS do Arapoanga, Arthur Fernandes. “Em relação a esses 20%, que teoricamente sobram, nossas equipes se responsabilizam e cuidam junto, encaminhando esse paciente para outro ponto da rede”, finaliza.

Fonte: Agência Brasília

Concurso de miss e mister gari dá visibilidade aos que trabalham na limpeza

O evento, apoiado pelo SLU, é mais uma iniciativa de valorização dos profissionais do SLU

Neste domingo (16), Brasília conhecerá a miss e o mister gari 2023. Com o objetivo de valorizar os profissionais de limpeza, o concurso contará com a participação de 45 candidatos que concorrerão ao título, no Pavilhão do Parque da Cidade. “Minha expectativa está a mil. É a primeira vez que participo. Com o dia chegando, a ficha vai caindo e o nervosismo batendo”, afirma Tatiane Moreira, uma das candidatas.

Em sua sétima edição, o miss e mister Gari DF 2023 terá 30 mulheres e 15 homens que esbanjarão beleza, carisma e simpatia na passarela. “Eu acredito que sou um dos garis mais bonitos do DF. Apostei no terno para levar a vitória”, diz Lucas Nogueira, um dos candidatos.

A primeira edição do miss gari foi realizada em 2015, em Ceilândia, e contou com a participação de 12 candidatas. Desta vez, o evento teve a inscrição de mais de 600 coletores da limpeza urbana do Distrito Federal. Para a idealizadora do concurso, Maria de Fátima Dias, a iniciativa surgiu com o objetivo de combater o preconceito. “Eu via muito preconceito com os garis e sei que tem muita gente bonita. Nem toda princesa usa sapato de cristal. Muitas estão atrás de vassouras, carrinhos e cones”, enfatiza Fátima.

O evento é realizado com o apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), em parceria com as empresas contratadas Valor Ambiental, Sustentare Saneamento e Suma Brasil, além de parceiros na área de eventos de beleza, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio), Receita Federal e órgãos do GDF.

“O Governo do Distrito Federal trabalha para valorizar esses profissionais que cuidam das nossas cidades, para deixá-las mais bonitas e mais saudáveis. Esse concurso é uma grande homenagem aos profissionais da limpeza que merecem respeito e valorização pelo trabalho que fazem”, afirma o diretor-presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Sílvio Vieira.

Telefones celulares, ingressos para o Capital Moto Week, bolsas de estudo integral de ensino, além da tradicional faixa de miss e mister gari 2023 estão entre as premiações,.

Serviço
Concurso miss e mister gari 2023
Data: Domingo (16)
Horário: 18h
Local: Pavilhão do Parque da Cidade
Etapas:
→ Ensaio final no Pavilhão do Parque da Cidade (15/7)
→ Cabelo e Maquiagem às 9h na sede do Senac no Setor Comercial Sul (16/7)

*Com informações do Serviço de Limpeza Urbana

Fonte: Agência Brasília

Castelinho do Parque da Cidade passará por reforma estrutural

Serão investidos cerca de R$ 250 mil para a restauração do equipamento público. O reparo contará com substituição do concreto e da armadura de ferragem, além da pintura

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Um dos espaços mais icônicos do Parque da Cidade, o Castelinho será reformado. Serão investidos cerca de R$ 250 mil para restaurar o equipamento público. O local foi interditado para o início dos trabalhos e os brinquedos danificados foram retirados.

A decisão pela reforma veio após a visita semanal do corpo técnico do Parque da Cidade. “Foram identificados alguns problemas estruturais no Castelinho. Imediatamente solicitamos à empresa de manutenção para que fosse feito o isolamento e a interdição do espaço para a recuperação”, explica o chefe da Assessoria de Obras e Infraestrutura da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), Carlos Mohamed.

O serviço envolverá a substituição do concreto danificado e das armaduras de ferro enferrujadas. Também será feito um reforço da estrutura com acréscimo de concreto e ferro.

“Já começamos com o trabalho de retirada dos brinquedos que não podem ser recuperados. Na próxima segunda-feira começaremos com a parte estrutural”, afirma. “Estamos correndo junto à empresa para fazer tudo rápido e irmos liberando os brinquedos aos poucos”, completa Mohamed. A reforma será executada por dez funcionários que trabalharão de segunda-feira a sexta-feira.

Desde o começo do ano, o Parque da Cidade recebe reparos nos brinquedos. Já foram mais de 15 equipamentos voltados para o público infantil restaurados na área do Parque Ana Lídia.

Além disso, o Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha para a implantação de um playground inclusivo com brinquedos acessíveis e piso emborrachado. “Já fizemos um levantamento e estamos terminando os estudos para fazer a compra dos brinquedos”, adianta Carlos Mohamed.

Fonte: Agência Brasília

Agropecuária é destaque na economia do DF no primeiro trimestre do ano

O setor apresentou crescimento de 15,7% em relação ao 4º trimestre de 2022

Nesta sexta-feira (14), o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) apresentou a 24ª edição do Boletim de Conjuntura, referente ao primeiro trimestre de 2023, em transmissão ao vivo no YouTube. A publicação analisa os principais resultados dos indicadores econômicos da capital federal, como o Produto Interno Bruto (PIB) trimestral, os índices de preços dos bens e serviços e o comportamento do mercado de trabalho, além do panorama das economias nacional e internacional.

A diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do IPEDF, Dea Fioravante, destaca que os componentes do PIB indicam que a economia do Distrito Federal está em recuperação lenta, mas aparentemente sustentável. “Os principais motores do crescimento foram os setores agropecuária e serviços, impulsionados pelas exportações e pelo consumo das famílias”, informa a diretora.

Considerando o PIB trimestral, a atividade econômica do DF cresceu 3,3% no acumulado em quatro trimestres (do 2º trimestre de 2022 ao 1º trimestre de 2023) em relação ao mesmo período de 2022 (do 2º trimestre de 2021 ao 1º trimestre de 2022), apesar do recuo de 0,3% na comparação entre o primeiro trimestre deste ano com o último trimestre do ano passado. No Brasil, o PIB cresceu 1,9% na comparação trimestral (1º trimestre de 2023 e 4º trimestre de 2022) e 3,3% no acumulado em 12 meses.

Seguindo a mesma tendência observada no país, o desempenho econômico brasiliense foi puxado pela agropecuária, que apresentou crescimento de 15,7% em relação ao trimestre anterior. O setor de serviços registrou queda na comparação trimestral de -0,4%, enquanto a indústria se manteve estável, com 0,2%. No acumulado em quatro trimestres, a agropecuária apresentou variação de -0,2%, enquanto a indústria e os serviços registraram variações de 8,4% e 3%, respectivamente.

No primeiro trimestre de 2023, a inflação local medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 1,93%, abaixo da nacional (2,09%), e a sexta menor entre as 16 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação com o trimestre anterior, quando o DF registrou a maior inflação entre as regiões, houve desaceleração. No acumulado em 12 meses, o DF encerrou o trimestre com variação de 5,30%, acima da observada no país (4,65%).

Já a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no primeiro trimestre de 2023 foi de 1,72%, abaixo da nacional (1,88%) e a quarta menor entre as 16 regiões pesquisadas. O INPC também ficou abaixo do IPCA, indicando uma inflação ligeiramente menos intensa para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos. No acumulado em 12 meses, o DF encerrou o trimestre com variação de 4,25%, abaixo da observada no país (4,36%).

Na análise do mercado de trabalho, a taxa de desemprego registrou ligeira queda no primeiro trimestre de 2023 em relação ao mesmo trimestre de 2022, passando de 17% para 16,7%, mas cresceu em comparação com o trimestre anterior, quando ficou em 14,8%, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego no Distrito Federal (PED-DF).

Voltando-se para a análise do mercado formal, observou-se um aumento no contingente de trabalhadores, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), com saldo de 11,5 mil novos postos de trabalho no trimestre, significativamente superior ao observado no anterior, de apenas 247. Em contrapartida, houve redução na comparação com o primeiro trimestre de 2022, quando o saldo foi de 14,9 mil novos postos.

Confira a apresentação no canal do YouTube.

*Com informações do IPEDF

Fonte: Agência Brasília

Dia de #TBT. Relembre o que o Governo Municipal já fez pela Educação de Novo Gama

Além das 08 unidades escolares já entregues, mais 4 estão em fase de finalização

Investir na educação sempre foi prioridade da atual gestão. A educação é fundamental para a formação de nossas crianças e jovens e, com isso, o Governo Municipal já investiu milhões de reais em reformas, ampliações, mobiliários, e construção de escolas totalmente do zero para trazer mais conforto para os alunos da rede municipal.

Já são 8 unidades escolares entregues completamente reformadas e ampliadas, sendo elas, a Escola Municipal Dalva VI; Escola Municipal Monteiro Lobato; Escola Municipal Darcy Ribeiro – boa vista, e Escola de Tempo Integral Walteides Alves Ribeiro. E também as unidades Escola Municipal Paulo Freire; Creche Municipal Jehane Isbir Wehbe; Escola Municipal Lago Azul Prof.ª Vanessa Rabelo Oliveira e Escola Municipal Paulo Sousa Rocha.

Além das unidades entregues, mais 4 escolas estão em fase de finalização. O CMEI Vovó Nica, com recurso próprio do município, está sendo contemplado com ampliação de mais uma sala de aula, construção de um muro de alvenaria, troca de piso e telhado, reforma do parquinho e toda a parte elétrica e hidráulica.

Enquanto isso, a Escola Municipal Bela Vista, conta com a revitalização do telhado e piso, restauração de áreas internas e externas da unidade, construção de muros e quadras de esportes. O valor investido é de cerca de R$ 776.404,51 reais para as obras, e em breve poderá ser reinaugurada para atender a comunidade.

A nova unidade escolar, no Santa Luzia, está à todo vapor. A escola está sendo construída totalmente do zero e terá capacidade para atender cerca de 480 alunos entre os turnos matutino e vespertino, atendendo as crianças dos bairros de Santa Luzia e Cidade Nova. A construção está sendo contemplada com a ampliação de um bloco e construção de cinco salas de aula, banheiros, construção de estacionamento interno e muro.

Já é comum ouvirmos o termo “recurso próprio” em Novo Gama. Não é diferente com a ampliação e reforma da Escola Municipal Grande Vale, que atenderá as crianças do bairro e também do residencial Negreiros. A unidade está recebendo a construção de uma área coberta em frente à escola, troca de toda a parte elétrica e hidráulica, pintura e instalação de um parquinho.

O governo de Novo Gama vem trabalhando para trazer mais qualidade educacional em um ambiente seguro, confortável e apto para as crianças da rede municipal, com o objetivo de que com as obras, os números de evasão escolar caiam, a fim de oferecer às crianças e adolescentes melhores condições de ensino em um ambiente agradável e pronto para recebê-los.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

Valparaíso | Agentes da AMTT participam de cursos de primeiros socorros

Agência é responsável por uma verdadeira transformação no trânsito do município.

Os agentes da Agência Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) estão recebendo um curso de aperfeiçoamento de primeiros socorros. As aulas ocorrem nesta quinta e sexta-feira (13 e 14 de julho) e são ministradas por socorristas do SAMU.

A Agência é responsável por uma verdadeira transformação no trânsito do município, tendo assegurado diariamente melhorias na sinalização vertical, horizontal, reforçando a fiscalização e demais informações reivindicadas pelos cidadãos. Agora, com a conclusão deste curso, a AMTT terá a oportunidade de realizar os primeiros socorros e auxiliar os acidentados até a chegada do SAMU e do Corpo de Bombeiros.

“Um curso de extrema importância, pois além de orientar o trânsito, sinalizar e fazer o nosso serviço, com esse curso, nossos agentes estarão prontos para darem os primeiros socorros em graves acidentes até a chegada da equipe especializada. Às vezes aqueles minutos podem salvar vidas e isso que queremos fazer sempre”, disse Antonio César de Oliveira, Superintendente da AMTT.

Fonte: Governo de Valparaíso-GO

 Mossoró visita obra em progresso no bairro Ypiranga e Secretária municipal de educação encerra o semestre com chave de ouro

Da Redação

O prefeito da cidade de Valparaíso, Pábio Mossoró (MDB), vistoriou as obras no bairro Ypiranga, juntamente ao Secretário de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos, Marcus Vinicius.

A tal obra visou executar os serviços de drenagem, pavimentação asfáltica, reparos e reformas do meio-fio e calçada. O valor investido na obra foi de mais de 2 milhões de reais.

O deputado que acompanhou o prefeito disse que.  “Nos orgulha ver que o nosso trabalho em luta pelos municípios goianos têm surtido efeito. O nosso compromisso em trabalhar para o bem de Valparaíso e do entorno continua”.

Educação

A cidade de Valparaíso recebeu a notícia de que a secretária de educação do município encerrou o primeiro semestre de 2023 superando as expectativas estabelecidas anteriormente. A Secretaria Municipal de Educação (SME) faz um balanço deste 1º semestre de 2023 e classifica os primeiros meses do ano como muito positivos. 

Este semestre foi marcado pela reforma e inauguração de escolas, assim como a presença ativa do Centro Municipal de Línguas, Centro Integrado de Educação Inclusiva, Núcleo de Atendimento Psicopedagógico ao Educando e a Escola de Música.

Foi catalogada uma média de 26 mil estudantes matriculados em todas as unidades de ensino, composta por 52 escolas municipais, elas atendem estudantes da Educação Infantil, Ensino Fundamental de 1º ao 9º ano e Educação de Jovens e Adultos (EJA).