O Governo Municipal de Novo Gama e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em parceria com o Sebrae, promoverá no dia 18/04, das 18h30 às 20h30, uma palestra com o tema “Avalie o seu Instagram com o Sebrae”.
A palestra apresentará a importância do Instagram para o posicionamento comercial e de marketing digital para as empresas. Atualizar com as novidades da ferramenta e convidar para uma avaliação criteriosa do perfil acerca do posicionamento estratégico da empresa no ambiente digital.
A apresentação ressalta ainda como os resultados visam melhorar a realizações de parcerias, divulgações de marcas e aumentar as vendas de produtos ou serviços no instagram.
As vagas são limitadas e a palestra será ministrada na Secretaria de Desenvolvimento Econômico – Quadra 591 Lote 04 – Novo Gama, Goiás, às 19h30 com a previsão de término para às 20h30.
A entrega foi feita por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência, mais de 70 pessoas foram beneficiadas com os equipamentos.
A Prefeitura de Águas Lindas, por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência, realizou no último dia 31 de março, mais uma entrega de cadeiras de rodas, próteses ortopédicas e bengalas para pessoas com deficiência do município.
Estiveram presentes na cerimônia de entrega o vice-prefeito Jorge Amaro, o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Luis de Aquino, Secretário de Saúde, Carlos Barbosa, presidente do Movimento pró acessibilidade,José Ribamar, secretários de governo e a comunidade local que foi beneficiada com os equipamentos.
De acordo com o Secretário da pessoa com Deficiência, Luís de Aquino, a parceria com a Villa São Cottolengo permitiu que, desde dezembro do ano passado, mais de 400 mil reais em equipamentos fossem entregues para pessoas com deficiência na região.
Ao todo, 79 pessoas foram contempladas com a entrega de cadeiras de rodas, próteses ortopédicas e bengalas. A expectativa é que em breve haja outra remessa para beneficiar mais pessoas.
O governo “Um Novo Tempo” assumiu o compromisso de oferecer suporte e mais qualidade de vida para as pessoas com deficiência do município. Desde o início do mandato, têm sido realizadas diversas ações para promover a inclusão social, por meio de políticas públicas que garantam o acesso a serviços e equipamentos que melhorem sua mobilidade e autonomia.
Em reunião com ministros para traçar um balanço de ações, presidente detalha investimentos na retomada de programas que garantem dignidade aos mais vulneráveis
Foto: Ricardo Stuckert / PR
m reunião com ministros para balanço dos 100 primeiros dias de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou investimentos e programas sociais retomados nos três primeiros meses de gestão, reafirmou o compromisso de governar para todos, dando prioridade à parcela mais pobre da população, e disse que o Brasil voltou a ter um governo empenhado em cuidar das pessoas.
“O Brasil voltou para conciliar novamente crescimento econômico com inclusão social. Para reconstruir o que foi destruído e seguir adiante. O Brasil voltou para ser outra vez um país sem fome. Ao mesmo tempo que prepara o terreno para obras de infraestrutura que foram abandonadas ou ignoradas pelo governo anterior, o Brasil voltou a cuidar de saúde, educação, ciência e tecnologia, cultura, habitação e segurança pública”, declarou.
No encontro no Palácio do Planalto no fim da manhã desta segunda-feira (10/4), o presidente disse que o Brasil entra em nova fase, com foco na inclusão social, no crescimento e geração de emprego, num ambiente democrático, com respeito às pessoas e instituições, com harmonia entre poderes e entes federativos e olhar para o futuro.
“Olhar para o futuro significa investir em rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, geração e transmissão de energia, conectividade, expansão do pré-sal, energia solar e eólica, entre outras iniciativas que irão colocar outra vez o Brasil no rumo do desenvolvimento. Mas significa, antes de tudo, olhar para as pessoas”.
Segundo o presidente, não se constrói um país verdadeiramente desenvolvido sobre as ruínas da fome, dos ataques à democracia, do desrespeito aos direitos humanos e das desigualdades de renda, raça e gênero. “Não se chega a lugar nenhum deixando para trás a metade mais sofrida da nossa população”.
Ele mencionou os programas sociais destinados a resgatar dignidade, cidadania e qualidade de vida do povo brasileiro. Citou o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar, O Minha Casa Minha Vida, o Mais Médicos e o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania.
“O Brasil voltou a cuidar do que era urgente e inadiável: o povo brasileiro”, destacou, citando ainda ações voltadas ao combate à violência contra a mulher e a redução das desigualdades de gênero no mundo do trabalho, com o envio ao Congresso Nacional da Lei de Igualdade Salarial entre mulheres e homens.
INVESTIMENTOS – O presidente citou dados para ilustrar o novo momento do país. De janeiro a março de 2023, foram investidos R$ 3,3 bilhões em rodovias, mais que o dobro dos R$ 892 milhões empenhados no mesmo período do ano passado. Ainda na área de transportes, foram R$ 328 milhões para hidrovias, quase dez vezes os R$ 34 milhões dos três primeiros meses de 2022.
Sempre considerando a comparação de janeiro a março de 2023 com o mesmo período do ano anterior, houve R$ 323 milhões em recursos hídricos ante R$ 82 milhões de janeiro a março de 2002. Na área de Ciência e Tecnologia, sem contar os recursos do reajuste das bolsas anunciados no início do mandato, foram R$ 535 milhões, enquanto nos três primeiros meses do ano passado foram R$ 128 milhões. Houve ainda destinação de R$ 145 milhões para obras de infraestrutura de Saúde, contra R$ 56 milhões do ano anterior. Em habitação, o governo Lula começou com R$ 230 milhões empenhados no primeiro trimestre de 2023 na retomada do Minha Casa, Minha Vida. Em 2022, não houve recurso.
“Essa é uma pequena demonstração de como vamos fazer a diferença nesse país. Nós vamos fazer a diferença superando as dificuldades que aparecerem”, disse a uma plateia formada também por jornalistas e outros integrantes do governo.
1000 DIAS EM 100 – O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que o governo Lula salvou a democracia e fez muito mais do que seria possível em apenas três meses. “Se JK dizia que eram 50 anos em 5, podemos dizer que foram mil dias em 100”, lembrando ações como destinação de recursos para reduzir as filas das cirurgias eletivas e a mudanças do novo Bolsa Família.
Alckmin citou como exemplos de medidas que já surtem efeitos na população a política de aumento real do salário mínimo, que impacta a realidade de 70% dos aposentados e pensionistas, a nova faixa de isenção do Imposto de Renda de até R$ 2.640 mensais, que atinge três milhões de pessoas, e a inclusão do Benefício Primeira Infância no Bolsa Família, que permitiu um adicional de R$ 150 a 7,2 milhões de famílias em março.
“A marca mais expressiva desses 100 dias é que o Brasil voltou. Voltou a ter governo, voltou a ter gestão pública, voltou a ter cuidado com as pessoas, voltou a fazer planejamento. Os 100 dias significam que apenas estamos começando o trabalho. Muito haveremos de fazer ao longo do nosso mandato”, disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Em entrevista, presidente também exalta potencial do Brasil de ser protagonista na questão ambiental e reforça prioridade de gerar emprego e renda
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Em entrevista ao programa “A voz do Brasil” na noite desta segunda-feira (10/4), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância das relações bilaterais e da retomada do protagonismo do Brasil na política externa. Na véspera do embarque para a China, nesta terça, o presidente afirmou que a relação com o país asiático é essencial e que pretende ampliar o espectro de possibilidades com seu principal parceiro comercial.
“Nós queremos investimentos para gerar empregos e novos ativos produtivos. O Brasil tem uma belíssima relação com a China. Fazemos parte do BRICS juntos. É o nosso principal parceiro comercial. Vamos tentar vender mais as coisas que produzimos para eles. Vamos fortalecer essa relação”, resumiu o presidente.
Lula antecipou que vai convidar o líder chinês Xi Jinping para vira ao Brasil em uma reunião bilateral. “Queremos fazer investimentos que signifiquem algo novo, como rodovias, hidrelétricas”, completou o presidente.
A China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009. Em 2022, a China importou mais de US$ 89,7 bilhões em produtos brasileiros, especialmente soja e minérios, e exportou quase US$ 60,7 bilhões para o mercado nacional. O volume comercializado, US$ 150,4 bilhões, cresceu 21 vezes desde a primeira visita de Lula ao país, em 2004.
Na conversa com os jornalistas, Lula reforçou a importância da questão climática e disse que o Brasil está disposto a ajudar a despoluir o planeta. Segundo ele, é preciso explorar e compartilhar com o mundo a biodiversidade da Amazônia e convencer o setor produtivo da importância da proteção ambiental. “Nós não temos outro planeta. Por que estragar o que nós temos se é melhor e mais barato preservá-lo?”, questionou.
Diante da marca de 100 dias de gestão, celebrada nesta segunda, Lula disse estar otimista com os projetos da nova gestão e mais experiente, com o aprendizado de dois mandatos, para fazer as coisas acontecerem com mais rapidez.
“Estou convencido de que vamos fazer em quatro anos, proporcionalmente, mais do que fizemos em oito anos porque, primeiro, tenho mais experiência. Segundo, porque tem muitos ministros com experiência, e vários que já foram governadores e prefeitos, ou seja, todo mundo com muita capacidade e domínio da execução de políticas públicas”, afirmou.
Lula disse estar satisfeito com o que a equipe conseguir produzir nesse período, mas que isso é apenas o início e que, após a retomada de programas sociais que foram desmontados nos últimos seis anos, a obsessão é gerar emprego, viabilizar investimentos para o Brasil crescer e, distribuir renda.
O presidente destacou a importância da negociação com estados e municípios para definição de obras prioritárias e a retomada das que foram abandonadas em estágio avançado de execução e precisam ser concluídas. Na execução das obras, a ideia é repetir o padrão que foi feito no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com contratação de pessoas que vivem nas comunidades onde as obras são instaladas.
“É o emprego que dá dignidade ao ser humano. Dá dignidade e respeito e honra a vida do ser humano. Por isso que emprego para mim é obsessão. O povo precisa trabalhar e vamos tratar de fazer com que ele tenha esse emprego”, disse, em conversa com os jornalistas Mariana Jungmann e Luciano Seixas.
Juracy Cavalcante Lacerda Júnior tem 38 anos e é médico de formação com pós-graduação em gestão hospitalar e operacional | Foto: Renan Lisboa/CLDF
O médico Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, indicado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) para presidir o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IGES), foi ouvido na tarde de hoje (10) pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa. Durante a sabatina, que durou mais de quatro horas, o indicado respondeu perguntas dos deputados integrantes da comissão e de outros parlamentares que acompanharam a reunião. Ao final da sabatina, seu nome foi aprovado por unanimidade. A indicação ainda precisa ser votada pelos deputados distritais em plenário.
Em suas respostas aos parlamentares, Juracy admitiu que o IGES comete falhas que precisam ser solucionadas. Entre os problemas atuais apontados, estão a falta de uma comunicação efetiva com os pacientes, o desperdício de recursos públicos, os erros de medicação e a incompatibilidade entre os sistemas do instituto e da Secretaria de Saúde.
O indicado ao cargo de diretor-presidente do IGES também informou à comissão que o instituto tem atualmente uma dívida de R$ 100,3 milhões, sendo que R$ 43,1 milhões são relativos a dívidas questionadas na Justiça e o restante seria composto, em sua maior parte, por impostos devidos. Questionado sobre o problema das filas para cirurgias, Juracy atribuiu a longa espera dos pacientes aos efeitos da pandemia de Covid-19 no sistema. Para ele, uma saída para o problema é a parceria com hospitais privados.
Presidente da CESC, o deputado Gabriel Magno (PT) mostrou-se pouco otimista com a nova gestão do IGES. “O senhor Juracy é o sétimo indicado em quatro anos, o que reforça a tese de que o modelo tem problema. Quero estar equivocado, mas tenho certeza que ainda ouviremos aqui o oitavo indicado. Isso porque o problema está no modelo do IGES”, afirmou.
O distrital disse ainda que o IGES ainda não cumpriu seu objetivo, que é facilitar a gestão da saúde. “Em 2019, argumentaram que esse modelo traria maior facilidade para contratação de profissionais, para aquisição de insumos e medicamentos e para fazer obras de reforma. Mas não é isso que vemos nas UPAs e nos hospitais”, apontou.
Dayse Amarílio (PSB), vice-presidente da CESC, reclamou da falta de diálogo entre o IGES e a Secretaria de Saúde. “Não vejo uma solução rápida para interligar os sistemas. Precisamos que o instituto e a secretaria se comuniquem. Não adianta criar um modelo de gestão no IGES se a secretaria não vai acompanhar”, observou.
O deputado Thiago Manzoni (PL) desejou sucesso ao indicado e pediu mais atenção para a fila de cirurgias eletivas, que já contabiliza 32 mil pessoas na lista de espera. Ricardo Vale (PT) reclamou das condições do Hospital de Base, gerido pelo IGES. “Estive no Hospital de Base e saí de lá deprimido com o que eu vi. O refeitório estava com vazamento caindo em cima da comida. Os banheiros sem condições de uso. Saí de lá muito decepcionado. Espero que o indicado mantenha interlocução com esta Casa”, disse.
Para Jorge Vianna (PSD), o indicado dificilmente conseguirá resolver todos os problemas do IGES. “É melhor ele chegar já sabendo que não vai resolver tudo. Este é o sétimo gestor que passa por sabatina nesta Casa”, lembrou. O deputado também aconselhou o indicado a buscar sempre mais recursos para o IGES.
Juracy Cavalcante Lacerda Júnior tem 38 anos e é médico de formação com pós-graduação em gestão hospitalar e operacional. Atualmente é diretor de Atenção à Saúde (Diase) do IGES. O instituto é responsável por administrar o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do DF.
Mais de 100 funcionários do DER estão envolvidos com o trabalho para escoamento de água pluvial
Com investimento de mais de R$ 33 milhões, o viaduto deve beneficiar aproximadamente 70 mil motoristas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
A obra do viaduto de Sobradinho avançou em mais duas etapas: a de drenagem e a de pavimentação. As estruturas da obra já estão concluídas e, a partir de agora, inicia-se a fase de encabeçamento, que envolve os serviços de terraplenagem, estrutura do pavimento, revestimento asfáltico, sinalização viária e dispositivos de drenagem pluvial.
O viaduto promete beneficiar aproximadamente 70 mil motoristas que passam pelo local e sofrem, há anos, com o trânsito intenso na região, especialmente nos horários de pico. “Nós já fizemos toda a parte de terraplanagem e agora estamos executando as camadas do asfalto, que é sub-base, base e capa asfáltica”, explicou o superintendente de obras do DER, Cristiano Cavalcante.
Simultaneamente às obras de pavimentação, as equipes, compostas por aproximadamente 100 funcionários, atuam na etapa de drenagem. “Com o período chuvoso, a gente não consegue avançar muito na etapa de pavimentação. Para que a equipe não fique parada, a gente foca na parte de drenagem, que é o escoamento da água pluvial que cai no viaduto”, concluiu.
Morador de Sobradinho, Ranieri Carneiro, 56 anos, acompanha o desenvolvimento das obras com grande expectativa. “Esse viaduto é um grande avanço para nós. É uma alegria muito grande porque, com certeza, vai beneficiar muita gente, o fluxo aqui é realmente muito alto. Vai desafogar o trânsito”, comemorou.
O avanço das obras do viaduto também deixam Natalia Fernandes, de 50 anos, animada: “Estou com as expectativas altas com esse viaduto porque é muito engarrafado aqui nos horários de pico. Vai ficar uma maravilha tanto para as pessoas que moram em Sobradinho como para aquelas que trabalham em outras localidades e precisam passar por aqui.”
As próximas etapas do viaduto, quando concluídas as de drenagem e pavimentação, são implantação da sinalização horizontal e vertical, passagem para pedestres e urbanismo. O valor investido na obra é de R$ 33,2 milhões.
Nesta reta final, vários serviços estão sendo executados quando a chuva dá uma trégua. É ela o maior problema da obra
Os secretários José Humberto Pires de Araújo e Luciano Carvalho, com o administrador Renato Andrade, fizeram vistoria minuciosa no Túnel de Taguatinga na tarde desta segunda-feira | Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília
As visitas técnicas às obras do Túnel de Taguatinga já fazem parte da rotina nesta reta final de construção. Na tarde desta segunda-feira (10), o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, esteve no complexo viário na companhia do secretário de Obras, Luciano Carvalho, e do administrador de Taguatinga, Renato Andrade. Foram mais duas horas de caminhada, uma vistoria minuciosa concluída com avaliação positiva por parte da equipe do governo.
O secretário de Obras ressaltou que vários serviços estão sendo executados de forma concomitante no Túnel de Taguatinga, de forma a manter os trabalhos dentro do cronograma. “Estamos colocando as tampas das canaletas de utilidade e passando o cabo guia dos sensores”, citou Luciano. “Temos também a parte civil da obra sendo finalizada, equipamentos chegando… Os serviços estão sendo executados de forma bastante rápida”.
“É nosso compromisso fazer com que ela tenha sua funcionalidade plena, com todos os padrões de segurança necessários”, observou o secretário José Humberto. “Estamos administrando a obra dia a dia, momento a momento, com reuniões diárias. E o fato é que as coisas estão caminhando muito bem”.
Animado para ver o complexo viário pronto, o administrador de Taguatinga observou que mais de 140 mil pessoas serão beneficiadas com o túnel. “Era uma obra esperada há mais de 20 anos que o governador Ibaneis Rocha teve coragem de trazer para a realidade”, afirmou “Quase 40 mil carros passam por essa região diariamente. A obra vai desafogar o trânsito da cidade, além de promover um aquecimento na economia”.
Mandato de Ibaneis Rocha e Celina Leão supera as 4,5 mil nomeações e acelera com entregas na educação; governo anuncia que o melhor está por vir
Governador Ibaneis Rocha inaugurou, em 18 de março, o Viaduto do Recanto das Emas, que teve investimento de mais de R$ 30 milhões | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
O governo formado por Ibaneis Rocha e Celina Leão completa 100 dias de gestão nesta segunda-feira (10). Os primeiros meses de trabalho da chapa vencedora no primeiro turno das eleições 2022 foram marcados pela nomeação de 4,5 mil servidores públicos e pelo encaminhamento do reajuste salarial, a entrega do Viaduto do Recanto das Emas/Riacho Fundo e de duas escolas, além do lançamento da obra do Drenar DF.
“Todas essas ações mostram a força do nosso governo, que foi reconhecido pela população nas urnas. Muito já foi feito, mas o melhor está por vir. Teremos ainda mais entregas para a população em todas as áreas, da saúde à segurança, passando pela infraestrutura, educação e social”, afirma o governador Ibaneis Rocha.
Logo nos primeiros dias do ano, a gestão lançou o Drenar DF, projeto da Agência de Desenvolvimento (Terracap) criado para resolver problemas de alagamentos e chuvas no Plano Piloto. Com investimento de R$ 174 milhões e a construção de 7,8 km de túneis, a obra era aguardada havia décadas pela população.
Ainda em janeiro, o GDF lançou o aguardado Viaduto do Jardim Botânico, projeto do DER-DF que vai beneficiar mais de 50 mil motoristas diariamente, e também as obras das passarelas da Água Mineral e da BR-020, em Planaltina.
Outra marca foi a entrega da duplicação da Avenida N3, no Riacho Fundo II, um serviço da Novacap em um trecho de 1,2 km e com investimento de R$ 2,8 milhões. Os anúncios da reforma do Batalhão de Polícia Militar da Esplanada dos Ministérios e a nomeação de Sandro Avelar como secretário de Segurança Pública fecharam o primeiro mês do ano.
“Esse é um governo unido e comprometido com a população, que é para quem trabalhamos. Assim, conseguimos entregar escolas, o viaduto do Recanto das Emas, fazer o mutirão na saúde e chamar mais servidores públicos. Uma administração pública forte é sinal de governo forte”, acrescenta a vice-governadora Celina Leão.
Força-tarefa, novas escolas e o retorno do Carnaval
Em fevereiro, a Saúde ganhou o reforço de 1,2 mil servidores, enquanto o Hemocentro recebeu um ônibus capaz de fazer até 100 coletas de sangue por dia. O governo também encaminhou 25 mil cirurgias eletivas nas áreas de oftalmologia, hérnia e vesícula, além de procedimentos de histerectomia, ortopedia e otorrinolaringologia. O mutirão teve apoio dos deputados distritais, que colaboraram com R$ 24 milhões em emendas parlamentares. O restante do valor, cerca de R$ 10 milhões, veio em parceria com o governo federal.
O mês foi marcado pelo lançamento da força-tarefa de combate ao feminicídio, de onde nasceram 37 ações de curto, médio e longo prazo, entre elas a construção de quatro novas unidades da Casa da Mulher Brasileira e também a rede inédita de atendimento especializado na saúde nos casos de pessoas expostas a violência.
O Carnaval voltou com toda a força. Foram investidos R$ 12 milhões na folia, com cerca de 1,5 milhão de pessoas nas ruas em quatro dias de festa lideradas por mais de 100 blocos. O número de ocorrências criminais caiu 49% neste ano, em comparação a 2019, e 24% em relação a 2020, tendo o período sido marcado como o Carnaval do respeito, com nenhum caso registrado de assédio sexual. E vem mais folia por aí, com o desfile das Escolas de Samba do DF, programado para os dias 21 e 22 deste mês.
Na educação, pela primeira vez, os 475 mil alunos da rede pública começaram a receber um kit completo de uniforme – serão mais de 3 milhões de peças padronizadas para todo o sistema educacional entregues até maio.
Ainda nessa área, os alunos do Itapoã Parque iniciaram as aulas em um espaço novo, a Escola Classe 502, a primeira do bairro. Destinada a 1,3 mil alunos do 1º ao 5ºano do ensino fundamental e a estudantes da educação infantil, a obra recebeu investimento de R$ 9,4 milhões.
Retorno de Ibaneis, viaduto e mais nomeações
Março também foi mês de entregas na educação, desta vez a Escola Classe 26 de Setembro, em Taguatinga, com mais de 600 alunos matriculados. A estrutura alugada abriu as portas para abrigar justamente os moradores do Assentamento 26 de Setembro, distante apenas 6 quilômetros da nova escola.
Ainda no ambiente escolar, 2.953 servidores foram nomeados, entre monitores de gestão educacional, secretários escolares, profissionais de apoio administrativo, de arquivologia, de comunicação social e de direito e legislação.
Foi neste mês que o governador Ibaneis Rocha, afastado das atividades desde 8 de janeiro, retomou o posto para o qual foi eleito em primeiro turno. E, logo de cara, entregou uma importante obra, o Viaduto do Recanto das Emas/Riacho Fundo II. O elevado beneficia cerca de 60 mil motoristas diariamente e teve mais de R$ 30,9 milhões de investimento.
Ibaneis Rocha também anunciou a construção de um hospital com 100 leitos para o Recanto das Emas, com investimento de R$ 147,6 milhões, e visitou o terreno onde será erguida a unidade.
O mês também foi marcado pela entrega da reforma de ampliação do 6º Batalhão de Polícia Militar, o Batalhão dos Poderes, e o encaminhamento do reajuste linear de 18% para todas as categorias da administração pública e 25% para cargos em comissão, já aprovados em dois turnos pela Câmara Legislativa do DF (CLDF).
O chefe do Executivo também assinou ordem de serviço para infraestrutura nas QEs 38, 44, 48, 50, 52, 54, 56 e 58 do Guará II e da pavimentação de 7,6 km das estradas vicinais 383 e 379, ligando o Gama ao Condomínio Serra Dourada (GO).
A vacinação ocorre em todas as unidades de Educação Infantil do município.
A Secretaria Municipal de Educação de Valparaíso de Goiás promove na próxima sexta-feira (14), o Dia D de vacinação nas escolas. A imunização será realizada em todas as unidades de Educação Infantil, para crianças menores de 6 anos.
As vacinas ofertadas serão contra a Influenza e Covid-19. No turno matutino acontece a partir das 10h e no vespertino a partir das 15h. As crianças devem estar acompanhadas de seus responsáveis, portando a caderneta de vacinação e cartão do SUS ou CPF da criança.
Sistema eletrônico de votação é constantemente atualizado com o que há de mais moderno, a fim de garantir o sigilo e a proteção do voto
O Brasil é pioneiro no mundo na utilização de um sistema eletrônico de votação. Adotada no país desde 1996, a urna eletrônica foi desenvolvida para eliminar fraudes e limitar a intervenção humana durante o processo de voto, requisitos capazes de romper a triste tradição de manipulações dos resultados eleitorais, até então registrada na trajetória da democracia brasileira.
Genuinamente nacional, desde o primeiro protótipo, desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda no início da década de 1990, o projeto da urna eletrônica já trazia o que havia de mais avançado à época para garantir a segurança da votação e a inviolabilidade do voto. Desde então, a urna vem passando sistematicamente por constantes aperfeiçoamentos e melhorias com o que há de mais moderno em tecnologia e segurança, tanto nos componentes de software, quanto na modernização física do equipamento (hardware).
Entretanto, existem dispositivos imutáveis, como se fossem “cláusulas pétreas” do sistema: as urnas eletrônicas nunca se conectam a nenhum tipo de rede, internet ou Bluetooth, e sempre devem entregar aos milhões de eleitores brasileiros um aparelho intuitivo e de fácil manejo no momento do voto.
Secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Julio Valente ressalta que a evolução contínua do equipamento, absorvendo tudo o que há de mais moderno em termos de criptografia, assinatura e resumo digitais, é sempre aplicada com objetivo de fortalecer a proteção. “A segurança do voto, a segurança do desejo do eleitor sempre estão respeitadas em todos os modelos de urna eletrônica”, destaca.
Sucesso
E o sucesso da urna é incontestável. Até hoje, nunca foi comprovada fraude no equipamento. Desde a implantação, ele já passou por uma série de procedimentos de auditoria de dados e de checagem de hardware e softwares, sem que nada pudesse depor contra a tecnologia. Portanto, a urna e o sistema eletrônico de votação seguem incólumes.
A bem-sucedida trajetória da urna eletrônica já abrange a coleta de votos de milhões de eleitoras e eleitores em 27 eleições gerais e municipais (contando os dois turnos), com total segurança, auditabilidade e transparência.
Para entender a dimensão da maior eleição informatizada do mundo, basta verificar os números das Eleições Gerais de 2022: mais de 156 milhões de eleitores, que votaram em mais de 577 mil urnas eletrônicas instaladas em seções eleitorais de 5.570 municípios.
Constante evolução
Constatações que o chefe da Seção de Voto Informatizado do TSE, Rodrigo Coimbra, reitera que podem ser verificadas pela sociedade brasileira: “O fato é que a Justiça Eleitoral trabalha duro para garantir que a votação ocorra de forma segura, transparente e eficiente. E o sucesso e a qualidade desse trabalho podem ser conferidos pela população ao final de cada eleição”.
O primeiro dispositivo de segurança implementado na urna eletrônica já quando ela foi usada pela primeira vez, em 1996, foi a criptografia do Boletim de Urna. Isso significava que os resultados gravados pelo equipamento não poderiam ser modificados até chegarem aos aparelhos responsáveis pela totalização dos votos. Um mecanismo que garantia a integridade da votação.
Para as Eleições 2002, foi introduzida a assinatura digital do software e dos dados que são utilizados na urna eletrônica, incluindo os resultados que ela produz, como o Boletim de Urna. Em resumo, desde então, as urnas passaram a funcionar somente com os programas desenvolvidos pelo TSE e lacrados pelas autoridades eleitorais, assim como passaram a usar apenas dados legítimos de eleitores e candidatos.
Em 2003, foi criado o Registro Digital do Voto (RDV). Ele consiste na inserção, de forma aleatória, do voto de cada eleitor – criptografado e assinado digitalmente pela urna eletrônica – em uma tabela de tamanho igual à da quantidade de eleitores da seção eleitoral. Isso possibilitou a manutenção dos votos para recontagem eletrônica a qualquer tempo, além de acrescentar segurança e transparência ao processo eleitoral.
Em 2009, as urnas passaram a contar com um hardware de segurança, o Módulo de Segurança Embarcado (MSE), que dá mais proteção à transmissão dos votos para totalização. E as novas gerações passaram a ser dotadas de ainda mais barreiras, como o fortalecimento do RDV, a inserção de novas assinaturas digitais em várias camadas do sistema e uma maior diversidade no conjunto de chaves digitais.
O mais novo modelo da urna eletrônica foi utilizado pela primeira vez nas Eleições 2022, trazendo novos recursos de acessibilidade e novidades em termos de segurança, transparência e agilidade. A urna eletrônica UE2020 teve a capacidade de processamento aumentada em 18 vezes, ganhou tela sensível ao toque no terminal do mesário e teve o perímetro criptográfico do hardware de segurança certificado com base nos requisitos da Infraestrutura Pública de Chaves Criptográficas (ICPBrasil).
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