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Adasa leva comunicação acessível ao centro do debate regulatório no encerramento do Congresso da ABAR

No terceiro e último dia do XIV Congresso Brasileiro de Regulação, a Adasa encerrou sua participação com presença expressiva em quatro mesas temáticas, assumindo protagonismo nas discussões sobre comunicação institucional, participação social, inovação em linguagem regulatória e qualidade regulatória no país. A programação destacou a importância de aproximar as agências do cidadão, da imprensa e dos demais atores do setor regulado, reforçando transparência, clareza e diálogo público como fundamentos da regulação moderna.

A primeira participação ocorreu na mesa “Qualidade regulatória infranacional: os casos da Adasa-DF, AGER-MT e Arsal-AL com o Programa de Aprimoramento da Qualidade da Regulação Brasileira (QualiREG)”. O encontro foi moderado por Luís Nespolo, presidente regulador da AGER-MT, e contou com Dennis Valle (Adasa), Carlos Roberto Ruchiga Corrêa Filho (CGU) e Camilla Ferraz (Arsal/AL) como painelistas. O debate abordou mecanismos de qualidade regulatória, compliance, melhoria contínua e experiências aplicadas do QualiREG no âmbito das agências participantes.

Na mesa seguinte, “Ferramentas que aproximam: inovações que simplificam a linguagem e ampliam o alcance da regulação”, a moderação foi conduzida por Carlos Pinheiro dos Santos Barros Neto, superintendente de Programas e Projetos Especiais da Adasa. Como painelistas estiveram Rejane Monteiro (Agems/MS), Luana Figueira (Agenersa/RJ) e Roberta Nobre, chefe da Assessoria de Comunicação Institucional da Adasa. Nesta sessão foram discutidas soluções de comunicação acessível, iniciativas que traduzem conteúdos técnicos para linguagem clara e exemplos de materiais visuais aplicados à educação pública. Roberta apresentou vídeos da campanha de drenagem da Adasa, demonstrando como informações complexas podem ser transmitidas de forma simples e compreensível para a população.

Em seguida, Roberta Nobre moderou a mesa “Comunicação como estratégia de fiscalização: monitoramento inteligente e prevenção de conflitos”. O painel reuniu Nayara Takahara (AGER-MT) e Bruna Aquino (Agems/MS) em um debate sobre comunicação aplicada à fiscalização, transparência ativa, prevenção de conflitos e enfrentamento de desinformação. A discussão reforçou a importância da imprensa como aliada no controle social e na disseminação de informações técnicas de maneira acessível.

Na mesa final conduzida pela Adasa, “Comunicação que regula: como o diálogo qualifica decisões e amplia a confiança pública”, Roberta moderou o debate com participação de Cristiane Caruso (Agenersa/RJ), Danilo Fariello (Fariello Comunicação) e Thais Antonelli (Artesp/SP). A discussão abordou estratégias de comunicação institucional para fortalecer confiança pública, aumentar o entendimento social das decisões regulatórias e assegurar transparência no processo decisório. Roberta também destacou plataformas tecnológicas da Adasa, como o aplicativo Adasa Digital, o portal institucional e sistemas públicos de consulta como SIRH, SIMCURB e o Painel de Informações de Resíduos Sólidos, destacando a comunicação digital como forma permanente de aproximação entre agência, imprensa e sociedade.

Além dos painéis voltados à comunicação, a Adasa esteve representada nas discussões sobre resíduos sólidos. Élen Dânia Silva dos Santos, superintendente de Resíduos Sólidos, participou das mesas “Concessões e PPPs em resíduos sólidos: o desafio de estruturar soluções sustentáveis com escala, inovação e eficiência” e “Valorizar é preciso: estratégias para expandir a reciclagem e a compostagem dos resíduos sólidos urbanos”. Os debates reuniram especialistas do governo federal, pesquisadores e reguladores estaduais, discutindo iniciativas para ampliar reciclagem, compostagem, economia circular e modelos avançados de gestão.

A atuação da Adasa no encerramento do Congresso da ABAR consolidou o papel da comunicação na agenda regulatória brasileira e reforçou o compromisso institucional com linguagem acessível, participação social e transparência. Ao liderar debates chave sobre comunicação que educa, fiscaliza e regula, a agência se posiciona como referência nacional na construção de políticas públicas compreensíveis e próximas da população.

Criação de região administrativa do Noroeste será debatida em audiência pública

Foto: Anderson Parreira / Agência Brasília

A criação de uma nova região administrativa no Distrito Federal, a do Noroeste, será debatida pela Câmara Legislativa na próxima segunda-feira (1). A iniciativa é do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), que é autor do projeto de lei 609/2023, que propõe a criação da nova RA, que seria a de número 36 no DF.

A audiência pública acontecerá no salão de festas do Residencial Espaço Noroeste, localizado no bloco C da SQNW 109, a partir das 19h, e é aberto a todos os interessados no tema.

A realização do debate é um pré-requisito para a transformação da área do Noroeste em uma região administrativa, conforme determina a Lei nº 5.161/2013, que “estabelece critérios para a criação de regiões administrativas no Distrito Federal e dá outras providencias”.

A iniciativa é do deputado Martins Machado. Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF


“Ao propor a criação da referida região administrativa, pretendemos não apenas atender um clamor – que já se faz sentir – da população que reside e constitui força de trabalho naquelas áreas, mas também propiciar uma maior representação governamental, com a adoção de um novo modelo organizacional, o qual, certamente, será um elo de ligação entre a população local e a equipe do Governo do Distrito Federal, assegurando eficiência na prestação de serviços ao cidadão”, justifica o deputado distrital.

Martins Machado também explica que a realização de audiência pública tem como objetivo promover o diálogo democrático e transparente com a população sobre a criação da região administrativa do Noroeste.

Para o parlamentar, o debate com os interessados possibilitará a escuta ativa da comunidade local; o esclarecimento dos impactos administrativos, sociais e econômicos da proposta; a coleta de sugestões e manifestações que subsidiarão o processo legislativo, e o fortalecimento da cidadania e da governança participativa.

Luís Cláudio Alves – Agência CLDF

Décimo terceiro deve movimentar R$ 10,5 bilhões no comércio do DF e impulsionar vendas de fim de ano

Alta circulação de consumidores coincide com a Black Friday e anima o setor varejista

Impacto do abono natalino

O décimo terceiro salário deve injetar cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio do Distrito Federal neste fim de ano, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). A previsão envolve aproximadamente 1,72 milhão de trabalhadores e ocorre em um momento em que 76,5% das famílias brasilienses seguem endividadas.

Black Friday deve ampliar fluxo de clientes

O aumento da renda disponível deve intensificar a movimentação nos centros de compras da capital. A expectativa é que cerca de 160 mil pessoas circulem pelos estabelecimentos em apenas dois dias, coincidindo com a Black Friday, tradicional data de forte impacto no varejo.

DF registra maior valor médio do benefício

O valor médio do décimo terceiro no Distrito Federal chega a R$ 5.877, o mais alto do país. O montante representa 30,7% de toda a massa salarial extra da região Centro-Oeste. Do total previsto, R$ 9,2 bilhões devem beneficiar trabalhadores formais, enquanto o restante será destinado a aposentados e segurados do INSS.

Endividamento segue elevado, mas inadimplência cai

Apesar do impulso econômico, o endividamento ainda atinge 819.778 famílias no DF. A inadimplência apresentou leve melhora, passando de 42,3% para 42,1%. Para o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido da Costa Freire, o benefício terá papel fundamental no alívio financeiro. “O décimo terceiro ajuda na quitação das dívidas, incentiva a poupança, o planejamento doméstico e as compras de fim de ano”, afirmou.

Varejo projeta alta nas vendas

Com a injeção de renda, lojistas esperam crescimento expressivo nas vendas de bens duráveis e semiduráveis, como roupas e eletrônicos. Campanhas promocionais e horários estendidos fazem parte das estratégias para atender ao público. O gasto médio por consumidor deve subir de R$ 305, registrado no ano passado, para aproximadamente R$ 390.

SUS em risco digital: Estudos apontam avanço da digitalização da saúde pública sem transparência

Crédito: Freepik

Estudos inéditos da CDR mostram como a digitalização da saúde pública entrega infraestrutura estratégica a empresas privadas
 

No dia 3 de dezembro de 2025, das 9h às 18h, a Coalizão Direitos na Rede (CDR) realiza o 2º Encontro de Saúde Digital – “Interoquê?! Interoperabilidade, da tecnologia à política”, no Espaço aFlora, em São Paulo para lançamento de dois estudos complementares sobre o avanço da interoperabilidade na saúde brasileira, conceito usado para descrever a integração de sistemas de informação, mas que, na prática, tem ampliado o controle privado sobre dados públicos e transformado a infraestrutura do SUS em ativo financeiro.
 

As pesquisas, conduzidas por Joyce Maldonado e Raquel Rachid “Reflexões sobre interoperabilidade na saúde brasileira” e Bruno Elias Penteado “Interoperabilidade técnica no governo brasileiro”, analisam o histórico regulatório, político e tecnológico da digitalização da saúde no Brasil.
 

Os estudos se baseiam em pesquisas e referências acumuladas ao longo de mais de cinco anos, e estão lastreados em artigos e documentos oficiais que evidenciam tendências já em curso. Embora parte das análises trate de cenários potenciais, as autoras explicam que se trata de uma leitura prospectiva fundamentada — um exercício de “ligar os pontos” que mostra como as escolhas atuais podem levar à consolidação de um modelo em que a privatização da informação em saúde pode ser mais parecida com a dinâmica do mercado financeiro do que se pode imaginar.
 

Os trabalhos mostram que, desde 2011, o Governo Federal tem implementado políticas voltadas à interoperabilidade sob o argumento de melhorar a eficiência do SUS — mas, na prática, o que se observa é a baixa comprovação dos resultados junto da dependência de consultorias e provedores privados, em especial por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).
 

Entre os pontos analisados estão o uso do CPF como identificador único, a integração da RNDS à Infraestrutura Nacional de Dados (IND) e a dependência de serviços de nuvem corporativos, que tornam o Estado refém de soluções proprietárias e possibilitam a exposição de informações sensíveis da população brasileira.
 

“Sendo evidente a relação das políticas de saúde digital com aquelas que vêm sendo chamadas de ‘governo digital’, é fundamental que se observe a existência de estudos para compartilhamento de dados entre o setor público e o setor privado somados àqueles voltados à monetização de dados, por exemplo; assim, o percurso particular do movimento sanitário por um sistema público universal-participativo parece estranho ao cenário atual”, conta Raquel, advogada, pesquisadora da Fiocruz e integrante da CDR por meio do Laboratório de Políticas Públicas e Internet – LAPIN.
 

O estudo aponta, ainda, que o tema vem sendo tratado em fóruns restritos, com exclusão de movimentos sociais que questionam a lógica de mercado na gestão da saúde digital. A CDR defende que decisões sobre dados públicos de saúde devem ser submetidas ao controle social, com transparência sobre contratos, infraestrutura e padrões tecnológicos utilizados.
 

Sobre a Coalizão Direitos na Rede

A Coalizão Direitos na Rede (CDR) é uma articulação de mais de 50 organizações da sociedade civil brasileira que, desde 2018, atua na defesa dos direitos digitais como parte essencial dos direitos humanos. Com forte incidência em políticas públicas, a CDR promove ações de advocacy, mobilização e produção de conhecimento sobre temas como liberdade de expressão, privacidade, proteção de dados, inclusão digital e regulação democrática das plataformas digitais. Seu trabalho visa fortalecer a democracia e combater desigualdades no ambiente digital, especialmente entre grupos mais vulnerabilizados. Saiba mais em: Link

Do avanço dos meios de pagamento à centralização tributária: uma leitura crítica de Pix, Reforma Tributária e DREX

Felipe Franchi

Quando olho para o Brasil de hoje, como advogado tributarista e CEO de uma fintech voltada à área tributária, eu vejo um país que modernizou a forma de pagar, mas ainda patina na forma de tributar e ainda não decidiu o que quer fazer com sua moeda digital. Pix, Reforma Tributária e Drex são três peças da mesma engrenagem: inclusão financeira, reorganização do Estado e controle (ou liberdade) sobre o capital. Entender esse trio é fundamental para qualquer empresário que queira sobreviver e crescer nos próximos anos.
 

Começo pelo Pix porque, na prática, ele já venceu. Em pouco mais de cinco anos, o sistema de pagamentos instantâneos deixou de ser uma novidade para virar infraestrutura crítica da economia brasileira. Em 2024, o Pix superou todos os outros meios de pagamento em número de transações, com mais de 60 bilhões de operações, movimentando mais de R$ 26 trilhões em um único ano. Em 2025, antes mesmo de terminar o ano, o volume já ultrapassou o total de 2024 e a soma desde o lançamento chega a dezenas de trilhões de reais. Isso não é só uma curiosidade estatística: é uma mudança estrutural.
 

Os dados mostram também uma mudança de comportamento. Em 2021, o dinheiro em espécie ainda era o meio de pagamento mais usado no dia a dia; em 2024, o Pix já aparece como o instrumento utilizado com maior frequência pela população, à frente do papel-moeda e dos cartões. Ao mesmo tempo, o Banco Central aponta que os saques em espécie caíram mais de 30% desde a criação do Pix, enquanto os valores movimentados por ele se multiplicaram várias vezes. Isso significa bancarização, formalização de pequenos negócios e, principalmente, redução do custo de transação para quem mais precisa.
 

Do meu ponto de vista, o Pix democratizou o acesso financeiro de uma forma que o sistema bancário tradicional não conseguiu fazer em décadas. Ao lidar com empresas com dificuldades tributárias e restrições bancárias sérias, o acesso ao mercado financeiro ainda é um desafio, no qual qualquer restrição bancária significava ficar fora do jogo. A combinação entre Pix e fintechs permitiu recriar relações financeiras onde antes só existia porta fechada.
 

Só que, enquanto os meios de pagamento avançaram, o sistema tributário continuou sendo, por muito tempo, o mesmo labirinto de sempre. Em 2023, a Emenda Constitucional 132 inaugurou a chamada Reforma Tributária sobre o consumo, criando a base do IVA dual brasileiro, formado pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual e municipal), que vão substituir uma miríade de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS. A nova tributação começa a ganhar corpo a partir de 2026, com regras de transição que se estendem até a próxima década.
 

Do ponto de vista técnico,é notória a intenção de simplificar. Um sistema baseado em dois grandes tributos sobre bens e serviços é mais racional do que a colcha de retalhos atual. O problema é a execução. As notas técnicas do Ministério da Fazenda e os debates no Congresso apontam para uma alíquota de referência que pode chegar a um teto de 26,5% somando IBS e CBS, o que, na prática, colocaria o Brasil entre os países com IVA mais alto do mundo, ainda que haja mecanismos previstos para calibrar esse número ao longo do tempo. Como tributarista, eu olho para isso com ceticismo: um IVA alto, mal calibrado e cheio de exceções setoriais é receita pronta para insegurança jurídica.
 

E aqui entra um ponto crucial: as exceções são o combustível da judicialização. Quando o governo decide que certos setores estratégicos terão carga menor, ele cria um incentivo inevitável para que toda a cadeia produtiva ao redor peça equiparação na Justiça. Isso tende a multiplicar disputas, alimentar litigiosidade e aumentar o custo jurídico para as empresas, exatamente o contrário do que se promete quando se fala em simplificar.
 

Outro aspecto que me incomoda na Reforma Tributária é a centralização. A nova estrutura tende a concentrar mais poder decisório em Brasília, com comitês gestores que vão definir alíquotas e repartição de receitas entre estados e municípios. Na teoria, isso melhora a coordenação; na prática, abre espaço para decisões altamente politizadas sobre para onde vai o dinheiro. Municípios, que são a linha de frente na entrega de serviços ao cidadão, podem perder autonomia e previsibilidade de caixa. Eu, sinceramente, ainda não consigo enxergar como isso não vai aumentar a disputa federativa e gerar mais volatilidade para quem empreende na ponta.
 

Para o empresário, a mensagem que eu tiro de tudo isso é dura, mas honesta: não conte com a Reforma Tributária como solução mágica para o seu problema. Mesmo que, no longo prazo, ela venha a simplificar algo, o curto e médio prazo serão de transição, interpretação, ajustes e uma avalanche de regulamentações infralegais. Vai ter norma complementar, resolução, decisão de comitê. Quem sobreviver melhor será quem tiver organização tributária e controle de fluxo de caixa – não quem ficar esperando o “Brasil simplificado” bater na porta.
 

É nesse ponto que eu enxergo o papel das fintechs especializadas em tributação. O tripé que eu ajudei a construir – tributário, meios de pagamento e banco – não é um exercício teórico. Quando eu reviso a situação fiscal de uma empresa, redesenho sua estrutura societária (holding, eventuais estruturas no exterior, tudo dentro da legalidade) e, ao mesmo tempo, ofereço meios de pagamento e linhas financeiras inteligentes, eu não estou “fazendo milagre”; eu estou usando tecnologia e engenharia jurídica para transformar um quadro de asfixia em projeto de retomada. A Reforma pode até mudar as regras do jogo, mas quem tem dados, estrutura e crédito consegue se adaptar mais rápido.
 

Se Pix e Reforma Tributária são elementos já bem visíveis no tabuleiro, o Drex é, para mim, a peça que entrou e saiu do radar rápido demais, e isso diz muito sobre o Brasil de 2025. Oficialmente, o Drex é a iniciativa de moeda digital de banco central (CBDC) do Brasil, pensada para operar no atacado por meio de bancos e fintechs, não como uma “criptomoeda pública” nem como substituto do Pix.O piloto começou em 2023, testando liquidação de ativos tokenizados e operações de entrega versus pagamento.
 

Ao longo de 2024 e 2025, porém, o projeto enfrentou desafios relevantes de tecnologia e privacidade. O Banco Central testou a plataforma Hyperledger Besu, avaliou modelos de rede distribuída e, em 2025, começou a sinalizar uma mudança de rota: a arquitetura baseada em blockchain, tal como inicialmente desenhada, não se mostrou adequada para todos os objetivos, e parte da agenda deve migrar para infraestruturas mais tradicionais de tokenização de ativos e serviços de bastidor, “por trás das cortinas”, a partir de 2026. Paralelamente, surgiram notícias de que o projeto, na forma como vinha sendo comunicado ao público, foi descontinuado ou pelo menos radicalmente redesenhado, justamente por não conseguir conciliar privacidade com controle.
 

Desde o início, eu tinha ressalvas importantes em relação ao Drex. A ideia de o Estado ter um canal direto, granular e programável sobre o saldo e as transações dos cidadãos e das empresas levanta um problema que vai muito além da tecnologia: é um problema de poder. Em um modelo de CBDC desenhado sem salvaguardas fortes, ficar devendo para o fisco pode significar não apenas multa ou execução judicial, mas o bloqueio automático de acesso ao sistema financeiro, com débitos compulsórios diretamente da sua “carteira digital oficial”. Em países com instituições muito estáveis, isso já é tenso; em ambientes com maior volatilidade jurídica e política, é um risco que eu não minimizo.
 

Quando eu comparo Pix e Drex, a diferença de espírito é clara. O Pix nasceu para abrir portas: facilitar a vida de quem não tinha acesso, reduzir custos de transação, estimular a concorrência entre bancos e fintechs. O Drex, da forma como vinha sendo ventilado, corria o risco de virar uma grande válvula de controle de capital, ainda que travestida de inovação. A decisão do Banco Central de rever profundamente o projeto, desacelerar a narrativa de “moeda digital para todos” e focar em usos mais restritos e técnicos me parece, sinceramente, um movimento de prudência. Melhor admitir as limitações agora do que empurrar para a sociedade uma infraestrutura potencialmente invasiva, sem debate adequado.
 

Olhando para o ano econômico do Brasil sob esse prisma – Pix, Reforma Tributária e Drex – eu enxergo um país em encruzilhada. De um lado, uma infraestrutura de pagamentos moderna, que já é referência internacional e que provou ser capaz de incluir, baratear e dinamizar a economia real. De outro, uma reforma tributária ambiciosa, mas cheia de pontos cegos, que pode tanto simplificar quanto aprofundar a insegurança jurídica se for mal implementada. E, por fim, uma agenda de moeda digital que bateu no limite entre inovação e controle e precisou recuar para se redesenhar.
 

Como fundador e CEO da Franchi, o que eu tiro disso tudo é uma responsabilidade dupla. Primeiro, continuar usando tecnologia para criar soluções financeiras que deem autonomia, segurança e eficiência para o empresário. Segundo, participar do debate público com um olhar técnico e independente, sem paixões políticas, mas com clareza sobre o que funciona, o que não funciona e o que pode colocar em risco a liberdade econômica no longo prazo.
 

Eu não acredito em um Brasil “salvo” por um único instrumento: nem Pix, nem Reforma, nem Drex vão, isoladamente, resolver nossos problemas. O que pode fazer diferença é a combinação de boas instituições, transparência regulatória, competição saudável entre bancos e fintechs e um setor produtivo que aprenda a usar dados e tecnologia a seu favor. Como tributarista e como empreendedor, eu escolhi estar justamente nessa interseção. E é desse lugar que eu olho para o ano econômico do Brasil e digo: as ferramentas estão na mesa; o desafio agora é usá-las para ampliar liberdade e não para restringi-la.

Com aporte de gigantes do varejo, Topsort acelera expansão global da mídia baseada em IA

A W23 Global investe em empresas como a Topsort, que transformam o varejo por meio de tecnologia

Aporte do fundo W23 Global, apoiado por grandes varejistas do mundo, impulsiona expansão da Topsort e fortalece padrões mais eficientes e transparentes em Retail Media

A Topsort, empresa global especializada em Retail Media, recebeu um novo investimento estratégico da W23 Global, fundo internacional de venture capital apoiado por cinco dos maiores varejistas de supermercados do mundo: Tesco, Ahold Delhaize, Woolworths Group, Empire Company Limited/Sobeys Inc. e Shoprite Group.


O aporte reforça o avanço da Topsort na criação de modelos mais eficientes para como varejistas, marcas e agências ativam e mensuram mídia no varejo. Para a cofundadora e CEO, Regina Ye, o investimento marca uma nova fase do setor. “O Retail Media está entrando em sua era de IA e escala, em que varejistas, marketplaces e marcas podem operar em um ecossistema padronizado e transparente. O apoio da W23 Global acelera nossa missão de impulsionar inovação e eficiência em toda a cadeia”, afirma.


A W23 Global investe em empresas como a Topsort, que transformam o varejo por meio de tecnologia. Para a CEO Ingrid Maes, “a Topsort simplifica o Retail Media em um cenário de rápida expansão. Sua tecnologia de leilão sem lances permite ampliar redes de mídia e garantir que mais vendedores alcancem públicos relevantes de forma eficiente”.


Em 2025, a Topsort ampliou sua atuação global e passou a oferecer soluções completas a marcas, varejistas e marketplaces. Entre os avanços recentes estão ferramentas que conectam anunciantes a diferentes canais, digitalizam sinais de loja com foco em privacidade e utilizam mecanismos de otimização baseados em IA.


A infraestrutura da Topsort sustenta a monetização de grandes varejistas ao redor do mundo, ativando formatos como anúncios patrocinados, banners e mídia externa sem necessidade de grandes esforços de engenharia. Segundo Regina Ye, “com escalabilidade e automação, a Topsort apoia a construção de um ecossistema de Retail Media mais simples, conectado e orientado a resultados”.


Sobre a Topsort
A Topsort é uma plataforma global de tecnologia para anúncios de varejo que apoia marketplaces, empresas de varejo e marcas na criação e otimização de estratégias de publicidade em escala. Sua solução de ponta a ponta combina leilão em tempo real, inteligência artificial e ferramentas avançadas de análise, garantindo campanhas mais eficientes e sustentáveis. Com um ecossistema justo e transparente, a Topsort conecta marcas a consumidores no momento certo da jornada de compra e permite que marketplaces monetizem seus ativos digitais de forma mais estratégica.

Em meio à volatilidade, compradores de bitcoin crescem em 40%, segundo MB | Mercado Bitcoin 

Para incentivar ainda mais o comportamento de investir entre os usuários, a plataforma lança ação inédita de Black Friday com retorno em pontos Livelo e cashback para aportes em renda fixa digital e altcoins
 

São Paulo, 28 de novembro de 2025 – Em pouco mais de um mês, o bitcoin recuou cerca de 30%. Saiu dos US$ 126 mil da máxima histórica de outubro e escorregou para abaixo de US$ 90 mil no fim de novembro. Queda forte, capaz de assustar os marinheiros de primeira viagem, mas já conhecida por quem acompanha a dinâmica do mercado. Nos 14 dias de maior oscilação, o número de compradores de bitcoin subiu 40% em relação às duas semanas anteriores, indicando que muitos souberam ver o momento de baixa do ativo como oportunidade, segundo levantamento do MB | Mercado Bitcoin, plataforma líder em ativos digitais na América Latina.
 

O movimento de queda no mercado cripto, iniciado pelo recuo do bitcoin e seguido pela desvalorização das altcoins (criptomoedas além do bitcoin), coincidiu com o período da Black Friday. E para que seus usuários pudessem aproveitar ainda mais esse momento, o MB lançou a Invest Friday: uma iniciativa que oferece pontos Livelo e cashback a cada aporte realizado nas altcoins Ethereum, Ripple, Solana e Aave e em produtos de renda fixa digital elegíveis.
 

Para Fabricio Tota, VP de Negócios Cripto do MB | Mercado Bitcoin, o momento exige disciplina dos investidores. Diante de uma queda forte, vender por impulso tende a custar caro lá na frente. “Em 2022, o bitcoin também despencou mais de 70%. Pouco tempo depois, o ativo multiplicou seu valor por cinco. É justamente nas fases de turbulência que se constrói o ganho de longo prazo, desde que o investidor consiga manter a estratégia e não se deixar levar. Quando falamos em altcoins, a estratégia deve ser a mesma”, comenta.
 

A recente volatilidade da criptomoeda não é obra do acaso. Os juros altos nos EUA deixam os títulos americanos mais atraentes e retiram liquidez dos ativos de risco. As tensões geopolíticas também aumentam a cautela e levam muitos investidores a buscar opções mais conservadoras. E, por fim, muita gente aproveitou a forte alta para realizar lucro, um movimento normal, visto tanto entre investidores individuais quanto entre grandes ETFs nos EUA e que acaba pressionando o preço temporariamente.
 

No último mês, o Índice de Medo e Ganância – um indicador que mede o sentimento do mercado cripto, variando de extremo medo (0) a extrema ganância (100) – despencou para 15, zona de pessimismo extremo que costuma anteceder altas do ativo. Analistas do MB indicam que, sempre que o indicador cai abaixo de 20, o bitcoin costuma entregar, em média, mais de 40% de retorno nos 90 dias seguintes.
 

Mas, na prática, o que fazer quando o mercado balança?
 

É impossível identificar com precisão o ponto exato em que criptoativos, seja o bitcoin ou altcoins, atingem seu menor preço antes de voltar a subir. Por isso, uma das estratégias mais eficientes continua sendo realizar pequenos aportes de forma constante. “Essa abordagem dilui o preço médio ao longo do tempo e reduz a dependência de análises gráficas extremamente detalhadas, permitindo capturar bons pontos de entrada mesmo em cenários voláteis”, reforça o VP de Negócios Cripto do MB.
 

Para quem prefere esperar um pouco mais até o mercado dar sinais mais claros, existem alternativas além das altcoins. Uma delas é buscar ativos menos voláteis, como a renda fixa digital (RFD) ou stablecoins. Segundo Tota, a renda fixa digital no MB entregou em 2025 uma média de 132% do CDI, em muitos casos isenta de imposto de renda.
 

Black Friday com ação inédita para estimular investimento ao invés de consumo
 

De 27/11 a 1/12, a Invest Friday do MB | Mercado Bitcoin oferecerá cashback em bitcoin para os investidores que transferirem suas criptomoedas para a plataforma e Pontos Livelo em todas as transações elegíveis.

A mecânica é simples: a cada R$ 2 transacionados, seja trazendo criptomoedas, investindo em Renda Fixa Digital ou aplicando em altcoins, o usuário ganha 1 Ponto Livelo. Além disso, quem transferir criptoativos de outras corretoras para a plataforma terá um benefício extra: até R$ 1.000 em cashback de bitcoin – a maior oferta já realizada no mercado brasileiro para movimentação de criptomoedas.
 

Entre os ativos participantes de Renda Fixa Digital estão opções como Rooftop (IPCA + 11% ao ano) e Chilli Beans (18,25% ao ano), além de altcoins elegíveis como Ethereum, Ripple, Solana e Aave.

Mais informações sobre a campanha estão disponíveis no site oficial.

Vereador Ronaldinho, de Ribeirão Branco, apresenta solicitações para reforma do Hospital Municipal em Brasília

Linha fina: Parlamentar buscou apoio para melhorias na unidade Maria Rosa Cardoso e fortalecimento da rede municipal de saúde.

O vereador Ronaldinho, de Ribeirão Branco (SP), esteve em Brasília em audiência no Ministério da Saúde para apresentar solicitações voltadas à reforma do Hospital Municipal Maria Rosa Cardoso, equipamento essencial para o atendimento da população.

Além das demandas estruturais, o parlamentar também buscou informações sobre o PAC 2025, o programa Agora Tenho Especialistas e o Mais Médicos, entendendo que a modernização hospitalar deve caminhar de forma integrada com o fortalecimento da atenção básica.

“Viemos dialogar e apresentar nossas demandas com responsabilidade, buscando garantir melhorias que impactem diretamente na qualidade do atendimento prestado à nossa população”, ressaltou o vereador.

A visita destacou o papel do Legislativo municipal como agente ativo na defesa de políticas públicas voltadas à saúde e ao bem-estar da população.

O vereador foi recebido pelo assessor do Ministério da Saúde, Humberto Tobé, que reafirmou seu empenho em promover uma interlocução eficiente entre o município e a Pasta, fortalecendo as ações voltadas à saúde pública local.

 Mubadala Brazil SailGP Team encerra temporada histórica na final do SailGP 2025; Time da Inglaterra foi consagrado como campeão em disputa eletrizante

Com os grandes arranha-céus de Abu Dhabi ao fundo, as equipes disputaram a última etapa do Rolex Sail Grand Prix Championship neste fim de semana - crédito: AT Films

Após encerramento em Abu Dhabi, as atenções se voltam para o Brasil, que sediará etapa do campeonato pela primeira vez em abril de 2026, no Rio de Janeiro

 O Rolex Sail Grand Prix Championship chegou ao fim neste domingo (30), coroando o time da Inglaterra como o grande vencedor da temporada de 2025 do SailGP. Com bons momentos na água, o time brasileiro terminou a etapa – que teve a equipe da Dinamarca como campeã – no 12º lugar do ranking, após sofrer uma penalidade no primeiro dia de corridas. Já no placar final da temporada do Rolex Sail Grand Prix Championship, o Mubadala Brazil SailGP Team figurou na 11ª posição, à frente do time dos Estados Unidos por 10 pontos de diferença.
 

Em uma última etapa de tirar o fôlego, o esporte de alta performance comprovou mais uma vez todo o seu potencial de reviravoltas e emoção para hipnotizar o público, tanto ao vivo quanto pela TV. Após 11 eventos em locais icônicos pelo mundo – como Sidney, Nova York e Saint-Tropez -, Abu Dhabi recebeu as 12 equipes nas águas do Golfo Pérsico.
 

O Brasil abriu as regatas do fim de semana com um 4º lugar, atrás dos times da Alemanha, Canadá e Dinamarca. Na sequência, o Mubadala Brazil SailGP Team ocupou a 8ª e 7ª posição nas duas corridas seguintes. O destaque ficou para a quarta e última regata de sábado, quando o Brasil conquistou sua melhor colocação na etapa – um 3º lugar, ao lado dos times da Suíça (1º) e Dinamarca (2º). Já neste domingo (30), as duas últimas corridas da etapa de Abu Dhabi com participação brasileira renderam ao time a 9ª e a 11ª colocação.
 

Point of view: visto de diferentes ângulos, barco do Mubadala Brazil SailGP Team passa rente às arquibancadas da etapa de Abu Dhabi e traduz um dos principais diferenciais do SailGP, que é a proximidade do público com a emoção das disputas na água – crédito: AT Films
 

Após o ranking da 12ª e última etapa do Rolex Sail Grand Prix Championship – que teve no pódio as equipes da Dinamarca (1º), Itália (2º) e França (3º) -, foi a vez de descobrir o grande campeão da temporada. A grande final contou com manobras surpreendentes e a disputa pelo prêmio de US$2 milhões teve como protagonistas os times da Inglaterra – consagrado campeão -, Austrália e Nova Zelândia, em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
 

Ranking Final da etapa de Abu Dhabi – crédito: SailGP.com
 

O encerramento do Mubadala Abu Dhabi Sail Grand Prix celebrou o sucesso da temporada com um espetáculo grandioso no Race Stadium, unindo alta performance e entretenimento de elite. Os fãs puderam vibrar com os shows do cantor pop Olly Murs e a energia do DJ Mark Wright, garantindo uma festa final à altura do Grand Final.
 

Ranking Final da temporada 2025 do Rolex Sail Grand Prix Championship – crédito: SailGP.com



Temporada história para o Brasil
 

Martine Grael, capitã do Mubadala Brazil SailGP Team – crédito: AT Films
 

Mubadala Brazil SailGP Team, liderado pela bicampeã olímpica Martine Grael, encerra sua primeira temporada com um balanço bastante positivo e a sensação de estar navegando – e voando – na direção correta. Para uma equipe estreante em um campeonato de alta tecnologia e velocidade como o SailGP, o Brasil demonstrou uma evolução surpreendente a bordo do catamarã F50, garantindo duas vitórias em regatas ao longo da temporado, feito raro e notável no circuito internacional, que posiciona a equipe como uma potência em ascensão.
 

Garantimos bons momentos nessa última etapa, mas a penalidade que sofremos por encostar em outro barco acabou prejudicando nossa posição final. Não foi o resultado que gostaríamos para Abu Dhabi, mas tenho muito orgulho do que construímos ao longo de toda a temporada de 2025. Nossa equipe está muito mais entrosada e confiante a bordo do F50, e estamos todos muito animados para o ciclo de 2026 que se aproxima”, declarou a capitã Martine Grael.
 

A jornada, marcada por compromisso e propósito dentro e fora d’água, teve como marco também a conquista do vice-campeonato na Impact League – campeonato paralelo de sustentabilidade e inclusão, que teve o time brasileiro como o único representante do Sul Global no pódio. A conquista é resultado de ações de impacto contínuas, como o projeto de inclusão feminina no esporte de alta performance, Driving Change, e o trabalho de recuperação da Ilha de Pombeba (Race to Zero Waste).

 

Equipe do Mubadala Brazil SailGP Team segura troféu do 1º lugar recebido pelo projeto Driving Change, da última Focus Area (Branking Bounderies) da Impact League; À direita, arte oficial da vitória – crédito: AT Films

Próximos passos
 

O fim da temporada 2025 é apenas o início de uma nova fase para o SailGP e para o Brasil. O campeonato de 2026 já começa em janeiro, nos dias 17 e 18, com o Oracle Perth Sail Grand Prix, na Austrália. Contudo, o principal marco do próximo ciclo da competição será a aguardada estreia da primeira etapa da história na América do Sul, quando o Rio de Janeiro sediará o evento nos dias 11 e 12 de abril de 2026, consolidando o Brasil como um polo de grandes eventos esportivos, inovação e sustentabilidade na vela global.
 

E para engajar a apaixonada torcida brasileira para este momento, o público terá a chance de acompanhar a trajetória do Mubadala Brazil SailGP Team ao longo da temporada 2025 na nova série documental “Born to Sail”. Passando por momentos emocionantes, a produção audiovisual mostra a campanha cheia de reviravoltas da equipe brasileira, destaca o pioneirismo da capitã Martine Grael – primeira mulher a ocupar a posição de driver na história do SailGP -, e exibe cenas inéditas dos bastidores, ajudando a levar toda tensão e estratégia da temporada para o grande público. Realizada pela AT Films, a série será lançada em dezembro no canal SporTV e estará disponível também no streaming, na plataforma Globoplay.

Sobre o Mubadala Brazil SailGP Team
 

O Mubadala Brazil SailGP Team representa o Brasil na elite global da vela como a primeira equipe brasileira a competir no SailGP. Liderada por Martine Grael, a primeira mulher capitã da competição, a equipe conta com o atual campeão da America’s Cup Andy Maloney como Flight Controller e Leigh McMillan como Wing Trimmer, além de Paul Goodison como estrategista. Completam o time Marco Grael, irmão de Martine, Mateus Isaac e Breno Kneipp como Grinders. O time brasileiro tem como patrocinadores Mubadala (Naming Rights), Banco BRB, Ambipar, Atvos, Oakberry, Vale (Global Partners) e Ballena (Official Supplier).

Detran-DF realiza Operação Sossego em Ceilândia

Durante a ação, os agentes flagraram um condutor inabilitado pilotando uma motocicleta que estava sem os espelhos retrovisores

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, na noite desta terça-feira (25), mais uma edição da Operação Sossego, desta vez em Ceilândia. A ação ocorreu entre 21h e 23h e contou com o apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).

Em duas horas, foram realizadas 180 abordagens. As equipes flagraram dez motocicletas com escapamento alterado e outra com a placa em desacordo com as especificações do CTB. Além disso, quatro veículos estavam com lâmpadas queimadas e um apresentava o sistema de iluminação modificado. Também foram identificados sete condutores inabilitados, dois com a CNH vencida, um com a CNH suspensa e outras 15 infrações diversas.

Entre as ocorrências, chamou atenção o caso de um condutor inabilitado que pilotava uma motocicleta sem espelhos retrovisores. O veículo foi removido para o depósito.

Ao todo, a operação mobilizou 19 agentes de trânsito distribuídos em nove viaturas do Detran-DF, além de uma viatura e três policiais da PMDF.

Operação Sossego
A Operação Sossego tem como objetivo retirar de circulação motocicletas com descarga livre ou com silenciador defeituoso, deficiente ou inoperante, além de coibir outras irregularidades que comprometem a segurança viária.