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Conexsus consolida resultados e amplia impacto da sociobioeconomia 

Foto Divulgação Conexsus

Organização fortalece 107 negócios comunitários, destrava R$ 17,5 milhões em crédito e avança no monitoramento de impacto 


O Instituto Conexões Sustentáveis (Conexsus) divulgou seus relatórios de Atividades e de Resultados e Impactos referentes a 2024, consolidando avanços na estruturação da sociobioeconomia em diferentes biomas do país e ampliando o apoio a negócios comunitários da floresta e do campo. Os documentos mostram que o ano foi marcado pela expansão do crédito orientado, fortalecimento das capacidades institucionais e das parcerias estratégicas de negócios comunitários, bem como de implementação de metodologia inovadora para promover o acesso a mercados.

Segundo os relatórios, a Conexsus apoiou diretamente 107 negócios comunitários em 2024, desenvolvendo capacidades de gestão, comercialização e organização produtiva em territórios da Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa. Somente no último ano, R$ 7 milhões em crédito foram concedidos pela organização, enquanto o programa CrediAmbiental viabilizou o acesso de famílias agricultoras e extrativistas a R$ 11,16 milhões em crédito do Pronaf, por meio de 910 contratos, sendo 99% deles para beneficiários que nunca haviam acessado financiamentos públicos.
 

Foto Divulgação Conexsus


A consolidação das ferramentas de monitoramento permitiu análises comparativas inéditas. O Sistema Impact@ organizou uma série histórica de dados coletados desde 2020, possibilitando acompanhar a evolução de 46 negócios comunitários nos ciclos de 2023 e 2024. Entre os resultados, destaca-se o aumento de 22% no faturamento anual dos negócios monitorados. O crescimento econômico dos negócios impulsionou um aumento de 10% da área manejada sustentavelmente pelos associados destes empreendimentos, evidenciando que fortalecer economicamente a sociobioeconomia é também fundamentar a sua contribuição socioambiental nos territórios.
 

“Na Conexsus, estamos comprometidos em fortalecer cada vez mais as nossas metodologias de avaliação e verificação de impactos e resultados. Não somente para fins de transparência institucional, mas acima de tudo porque entendemos que a sociobioeconomia ainda carece de dados objetivos, amplos e com a devida disseminação, capaz de apoiar de maneira estratégica a elaboração de políticas públicas que incidem sobre o setor, bem como no engajamento de setores-chave para a sua dinamização”, mencionou Pedro Frizo, diretor de programas e inovação financeira em sociobioeconomia da Conexsus.
 

Os dados revelam ainda que os negócios apoiados operam em 33,6 milhões de hectares, e que a produção comercializada alcançou mais de 8,8 mil toneladas em 2024, envolvendo produtos como açaí, cacau, castanha-do-Brasil, borracha, sementes, frutas, mel e hortaliças. O faturamento bruto registrado para uma amostra de 57 organizações chegou a R$ 109,7 milhões, com predominância dos empreendimentos amazônicos.
 

Outros destaques incluem a expansão dos arranjos coletivos de financiamento, que movimentaram R$ 3,1 milhões na cadeia da borracha, R$ 215 mil no açaí e R$ 420 mil no pirarucu, além do início das atividades do projeto AmazonBeEco, que amplia a atuação para toda a Pan-Amazônia e prevê o desenvolvimento de negócios comunitários no Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname até 2027.
 

Em termos institucionais, 2024 marcou o aprimoramento das metodologias de acompanhamento dos Planos de Desenvolvimento Organizacional (PDOs) – ferramenta-chave do Veredas: Programa de Assessoria a Negócios Comunitários da Conexsus -, bem como o avanço das ações do Programa de Ativação de Ecossistemas Regionais em seis territórios na Amazônia e Cerrado. Além disso, também foi marcado pelo avanço das estratégias de formação, assessoramento e articulação com parceiros, fortalecendo o ecossistema de negócios sustentáveis. A Conexsus também desenvolveu diretrizes de compras responsáveis com empresas e organizações parceiras, estruturando pilotos nacionais e internacionais de comercialização.
 

Mais informações e acesso aos relatórios completos estão disponíveis em: Link .
 

Os dados referentes ao relatório de 2025 serão divulgados no próximo ano.
 

Sobre a Conexsus

O Instituto Conexões Sustentáveis – Conexsus atua na promoção da conexão dos negócios comunitários com os mercados, sejam locais, regionais, nacionais ou internacionais, disponibilizando acesso a investimentos financeiros customizados para apoiar a estruturação dos arranjos comerciais e viabilizar as operações.

PPSA arrecada cerca de R$ 8,8 bilhões com a alienação da participação da União das jazidas compartilhadas de Mero e Atapu

Crédito Patricia Alves/B3

Petrobras e Shell, em consórcio, foram as vencedoras do leilão

Luis Fernando Paroli, Diretor-Presidente da Pré-Sal Petróleo, bate o martelo para celebrar o resultado do leilão

A Petrobras e a Shell foram as vencedoras do Leilão de Áreas Não Contratadas realizado nesta quinta-feira, 4, pela PPSA (Pré-Sal Petróleo) na B3. Em consórcio, as empresas arremataram a participação da União nas áreas não contratadas nas Jazidas Compartilhadas de Mero e Atapu, localizadas no polígono do pré-sal, na Bacia de Santos pelo valor global aproximado de R$ 8,8 bilhões.
 

As empresas ofereceram R$ 7,791 bilhões pela participação de 3,5% da União em Mero, um ágio de 1,90% em relação ao valor mínimo do edital. A participação da União em Atapu, de 0,95%, foi arrematada por R$ 1 bilhão, com ágio de 16% em relação ao valor do mínimo edital. O lote de Tupi não foi arrematado.
 

Hoje é um dia muito feliz para a PPSA e para o Brasil. Devemos fechar o ano de 2025 com uma receita total para a União da ordem de R$ 30 bilhões (receita essa que é superior à soma de toda receita da PPSA da sua criação até o ano passado). O grande sucesso obtido no leilão de hoje, além de contribuir para esse resultado, é o coroamento do trabalho sério realizado por toda a equipe da PPSA, mais uma vez. Dez empresas acessaram nosso Data Room e sete se credenciaram para o processo, demonstrando interesse no leilão. O resultado exitoso demonstra que precificamos de forma justa estas áreas”, disse Luis Fernando Paroli, Diretor-Presidente da PPSA. Paroli destacou ainda que o fato de Tupi não ter sido arrematado não trará perdas à União, visto que a PPSA continuará comercializando a parcela de produção da União na jazida.
 

Renato Dutra, Secretário de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, destacou a inovação que o desenho deste leilão representou para o país, permitindo à União monetizar a sua participação, contribuindo com o esforço de consolidação fiscal por meio de um modelo que garantiu a realização de um processo técnico e competitivo. “Este leilão garante a oferta de áreas de baixo risco exploratório e inaugura um modelo que será aprimorado daqui para frente”, complementou.
 

O Diretor Geral da ANP, Artur Watt, também comemorou o resultado do leilão e lembrou que o Earn Out previsto no edital, como pagamento complementar, propiciará à União exposição a futuras variações positivas no preço de petróleo e aumento de participação nas jazidas compartilhadas. Os representantes da Petrobras e da Shell ressaltaram que a aquisição está em linha com a estratégia das empresas de aumento de produção e reposição de reservas para os próximos anos.
 

Na B3, temos muito orgulho em contribuir para o avanço da agenda de infraestrutura no Brasil, oferecendo um serviço que conecta projetos de qualidade ao mercado. Reforçamos nosso agradecimento pela confiança e parceria da Pré-Sal Petróleo S.A e da União, que tornam possível iniciativas tão relevantes para o desenvolvimento do país”, disse Rogério Santana, diretor de Relacionamento com Clientes e Governança em Licitações da B3.
 

Clique aqui e assista ao vídeo do leilão.
 

Sobre a B3

A B3 S.A. (B3SA3) é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo e uma das maiores em valor de mercado, entre as líderes globais do setor de bolsas. Conecta, desenvolve e viabiliza o mercado financeiro e de capitais e, junto com os clientes e a sociedade, potencializa o crescimento do Brasil. Atua nos ambientes de bolsa e de balcão, além de oferecer produtos e serviços para a cadeia de financiamento. Com sede em São Paulo e escritórios em Chicago, Londres, Singapura e Xangai, desempenha funções importantes no mercado pela promoção de melhores práticas em governança corporativa, gestão de riscos e sustentabilidade.
 

Fotos para a imprensa: Mídia kit 

B3, a bolsa do Brasil.

Banco Central aprimora defesa antifraude do Pix com o MED 2.0

Taxa de recuperação de valores pode atingir 80%, explica especialista da VAAS

O Banco Central (BC) instituiu, recentemente, o Pix MED 2.0, uma evolução regulatória do Mecanismo Especial de Devolução (MED) que visa combater a crescente sofisticação das fraudes no sistema de pagamentos instantâneos. Com a implementação obrigatória para bancos e fintechs a partir de 2 de fevereiro de 2026, a medida promete transformar a segurança do Pix e elevar drasticamente a recuperação de valores desviados.

O sistema atual (MED 1.0) tem se mostrado ineficaz contra as táticas de criminosos, que pulverizam os valores roubados em múltiplas contas em questão de minutos. Atualmente, a taxa média de recuperação de valores em fraudes de Pix é considerada baixa, em torno de 8% a 9,3%, segundo dados de mercado e do próprio BC.

O custo da ineficácia é alto: estimativas da Febraban apontam que golpes com Pix geraram um prejuízo de quase R$ 3 bilhões em dois anos. Diante deste cenário, o MED 2.0 introduz o bloqueio em cadeia, rastreando e congelando os recursos em até cinco contas subsequentes à transação inicial.

“O Mecanismo Especial de Devolução anterior se tornou uma defesa falha, limitada à primeira conta do fraudador, que quase sempre já está vazia. O MED 2.0 representa um salto de maturidade do nosso ecossistema de pagamentos, pois ele ataca a principal tática criminosa, que é a pulverização. Para o setor financeiro, a obrigatoriedade de se adequar deve ser vista como uma oportunidade de recuperar a confiança do cliente e, mais importante, de tornar o crime de fraude por Pix muito menos rentável e mais arriscado,” afirma Gustavo Tremel, CEO e cofundador da VAAS, startup especialista em gestão de risco e compliance.

MED 2.0 ataca as vulnerabilidades do modelo anterior

O PIX MED 2.0 foi desenhado para atacar as vulnerabilidades do modelo anterior por meio de quatro pilares centrais.

. Bloqueio em cadeia: é a principal inovação. O novo protocolo permite o rastreamento e o bloqueio de recursos em até cinco camadas de contas recebedoras. A projeção do Banco Central é que esta capacidade eleve a taxa de recuperação de valores para até 80%.

. Automação via DICT: o Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT) será a ferramenta central para o rastreamento automatizado. O sistema passa a selecionar transações para notificação de infração com base em seus algoritmos e na priorização fornecida pela própria instituição pagadora (PSP), tornando a resposta mais ágil.

. Autoatendimento do usuário: clientes poderão contestar transações suspeitas diretamente pelo aplicativo de seu banco ou fintech. Esta funcionalidade visa reduzir o tempo de resposta inicial, fator crucial para o sucesso do bloqueio e recuperação dos valores.

. Governança reforçada: a criação do Grupo Estratégico de Segurança (GE-Seg) no âmbito do Fórum Pix estabelece uma instância permanente para análise de vulnerabilidades e a proposição de melhorias contínuas, sinalizando que a prevenção à fraude será um processo de constante evolução regulatória.

Requisitos e prazos para bancos e fintechs

A adequação ao MED 2.0 exige uma abordagem técnica e processual imediata, visto que a fase de uso facultativo começou em 23 de novembro de 2025 e a obrigatoriedade se inicia em fevereiro de 2026. Tremel explica que a implementação impõe três desafios cruciais e interligados às instituições financeiras.

O primeiro é a tecnologia e o tempo real, que exige a modernização significativa dos motores de risco para integrar o bloqueio em cadeia e agir em milissegundos antes da pulverização dos valores. O segundo é o rigor processual e o compliance, que demanda a automatização dos fluxos de trabalho internos para cumprir os prazos de 7 dias para análise de notificações e 24 horas para devolução. O terceiro é o risco financeiro,  decorrente da responsabilidade ampliada, que eleva o risco de liquidez e a necessidade de sistemas de monitoramento mais robustos, já que a instituição deve ressarcir o cliente com recursos próprios primeiro em casos de falha operacional no Pix Automático.

“A adaptação regulatória é só o começo. Com a agilidade do bloqueio em cadeia, a diferença entre recuperar ou perder um valor estará na velocidade e precisão do motor de risco de cada instituição. As empresas que investirem em plataformas de decisão autônoma e inteligência artificial para automatizar a análise de risco e o compliance sairão na frente, transformando uma obrigação em uma vantagem competitiva de segurança e eficiência”, conclui o  CEO da VAAS.

O novo regulamento busca fechar as brechas exploradas pelos criminosos, que se aproveitam da instantaneidade do Pix para escoar dinheiro por contas-laranja. O objetivo do BC é consolidar a segurança do Pix, um sistema que, apesar dos desafios com fraudes, já responde por uma fatia significativa das transações financeiras digitais no Brasil.

Sobre a VAAS

A VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de risco e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco, compliance e crédito. Mais informações estão disponíveis no site vaas.live.

São Paulo anuncia chamamento de 37 novos pesquisadores do agro, primeira contratação em 20 anos

Expectativa é de ampliar vagas em 2026, para equalizar equipe de pesquisadores da APTA com base nas aposentadorias dos últimos três anos

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciou nesta terça-feira (02), no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), durante as comemorações de aniversário de 138 anos da instituição, a abertura do chamamento público para a contratação de 37 novos pesquisadores científicos aprovados no concurso realizado em 2023 pela APTA (Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios). Será o primeiro grupo de contratações em duas décadas, e também o primeiro desde a sanção da Lei Complementar 1.435/2025, que modernizou a carreira e ampliou a remuneração dos pesquisadores no Estado.

O concurso originalmente prevê 37 vagas, mas o governo paulista a partir de 2026, irá ampliar o número de chamadas para ao menos 42 profissionais, utilizando o mesmo certame, com o objetivo de equalizar o quadro de pesquisadores ativos entre o início da gestão atual e 2026. A decisão recompõe integralmente as perdas do período, já que 42 pesquisadores se aposentaram ou deixaram a Secretaria nos últimos três anos.

Com isso, São Paulo repõe o quadro e reforça a capacidade científica dos sete institutos vinculados à APTA. Atualmente, são 421 pesquisadores ativos. Com as novas admissões, o total chegará a 463, fortalecendo a produção científica e tecnológica do agro paulista, que representa 20% do PIB do agro brasileiro, um montante de R$ 609,7 bilhões, segundo levantamento da Universidade de São Paulo (USP), de 2023.

Nova remuneração

Os aprovados ingressarão já dentro do novo regime salarial, estabelecido pelo. O concurso foi prestado prevendo salário inicial de R$ 5.288,89, mas, com as alterações do PLC 09/2025, de autoria do executivo, neste ano pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas, o valor de entrada passa a ser de R$ 9.052, uma alta superior a 70%.

“A aprovação da nova lei de valorização dos pesquisadores permite que São Paulo volte a contratar cientistas com uma remuneração compatível com a importância do trabalho que desempenham. Com salários mais atrativos, estamos chamando hoje a primeira leva desse concurso, já dentro do novo regime, para reforçar que a pesquisa, tão essencial para a agricultura paulista e brasileira, e que continuará sendo prioridade. São Paulo é o berço da ciência agronômica no Brasil e seguirá liderando inovação e produtividade no campo”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai.

Segundo a pasta, os novos profissionais fortalecerão áreas estratégicas como agricultura digital, mudanças climáticas, manejo sustentável, sanidade vegetal e animal, novos materiais genéticos, qualidade de alimentos e bioeconomia.

Evento marca os 138 anos do IAC e o bicentenário de D. Pedro II

O anúncio ocorre durante a cerimônia pelos 138 anos do Instituto Agronômico de Campinas, considerada a instituição de pesquisa agrícola mais antiga da América Latina. A data também integra as celebrações do Bicentenário de Dom Pedro II, figura histórica diretamente ligada ao impulso inicial da pesquisa e da agricultura científica no Brasil. Por isso, o governo escolheu este 2 de dezembro como marco para o lançamento do chamamento.

Lançamento de 13 novos cultivares e homenagens a pesquisadores

Na mesma solenidade, o IAC apresenta 13 novos cultivares, de citrus, milho e cana, desenvolvidos para aumentar produtividade, ampliar resistência e responder aos desafios climáticos e sanitários atuais. O evento também incluirá homenagens a pesquisadores do Instituto, reconhecendo trajetórias que formam a base científica da agropecuária paulista e brasileira.

Municípios paulistas ganham destaque nacional ao avançar na eliminação da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatite B

Reconhecimento do Ministério da Saúde reforça impacto das políticas de prevenção e da articulação entre Estado e municípios

Avanços no enfrentamento às transmissões evitáveis

Municípios de várias regiões do estado de São Paulo foram reconhecidos pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira, no Teatro Pedro Calmon, em Brasília, pela eliminação ou pelos avanços significativos rumo ao fim da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatite B. A cerimônia fez parte do Programa Brasil Saudável – Unir para Cuidar, que integra esforços entre governo federal, estados e municípios para reduzir infecções evitáveis no período gestacional, no parto e no pós-parto.

Entre os 59 municípios certificados no país, São Paulo teve participação expressiva. Itu recebeu selo prata por boas práticas na eliminação da transmissão de HIV e sífilis. Caraguatatuba, Itapetininga, Indaiatuba, Paulínia e Sumaré foram certificadas pela eliminação da transmissão de HIV e receberam selos relativos à sífilis e hepatite B.

Bragança Paulista foi reconhecida pela eliminação da transmissão de HIV e recebeu selo ouro na prevenção da hepatite B. Birigui, Mogi das Cruzes, Hortolândia, Presidente Prudente, Salto e Votorantim também foram certificadas pela eliminação da transmissão de HIV. Cotia obteve selo prata para HIV e ouro para sífilis, enquanto Bauru e Diadema receberam selo prata para HIV e bronze para hepatite B. Jacareí e Santos garantiram certificação pela eliminação da transmissão vertical de HIV, e Franco da Rocha foi reconhecida com selo prata por avanços na prevenção da hepatite B.

Representação paulista fortalece integração

Alguns municípios paulistas enviaram suas equipes de saúde e gestores para acompanhar a cerimônia em Brasília. Já aqueles que não puderam estar presentes foram representados por Carmen Bruniera, Débora Vichessi — coordenadora estadual de hepatites virais e integrante da Comissão Estadual de Validação — e por Marisa Hatsue Shimizu, da assessoria técnica do programa estadual de IST/HIV/Aids. A presença das três garantiu a interlocução direta entre a Secretaria de Estado da Saúde e as cidades certificadas, fortalecendo a articulação que sustenta os avanços alcançados.

Referência nacional

O destaque paulista evidencia o impacto da integração entre redes municipais, equipes técnicas e políticas públicas que ampliam a testagem, o pré-natal qualificado e a vigilância ativa. As certificações reforçam o compromisso de garantir que cada criança nasça livre de HIV, sífilis e hepatite B.

Por Jair Henderson

Gerdau é “Destaque do Ano” no Prêmio Jatobá 2025

Gerdau conquistou “Destaque do Ano” no Prêmio Jatobá 2025 | Créditos: Divulgação Gerdau

Companhia foi reconhecida pela qualidade e excelência dos cases apresentados em uma das principais premiações de comunicação do Brasil 

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, conquistou a categoria “Destaque do Ano” no Prêmio Jatobá 2025, promovido pelo Grupo Empresarial de Comunicação (GECOM), em cerimônia realizada nesta segunda-feira (1). A companhia foi reconhecida pela qualidade e excelência das iniciativas apresentadas, com destaque para os cases “O aço é POP: os óculos de aço que uniram a Gerdau à Chilli Beans no Rock in Rio” e “Moldados como aço: 124 anos de Gerdau contados nas telas”.

Para Pedro Torres, diretor global de Comunicação e Relações Institucionais, o reconhecimento evidencia o impacto e a inovação das ações de comunicação da Gerdau, voltadas a fortalecer a imagem da organização e ampliar o diálogo com os públicos de interesse. “Mais uma vez, a Gerdau tem projetos reconhecidos no Prêmio Jatobá, um dos mais relevantes da comunicação corporativa no Brasil. Estamos muito orgulhosos com o reconhecimento, que reflete a evolução da jornada de marca da companhia, cada vez mais presente e conectada à sociedade”, afirma.

O case finalista na categoria Experiência de Marca destaca a parceria da companhia com a Chilli Beans para o lançamento de uma linha de óculos em aço, com design inédito que homenageia o Palco Mundo do Rock in Rio Brasil 2024, construído com 200 toneladas de aço Gerdau 100% reciclável. A iniciativa reforça a estratégia da marca em evidenciar aspectos de sustentabilidade e inovação junto ao público final.

Já na categoria Campanha Institucional / Utilidade Pública, o projeto finalista conta sobre o filme “Moldados como Aço”, que retrata a jornada centenária da companhia, entrelaçada com os grandes acontecimentos mundiais e com o processo de desenvolvimento industrial e de modernização do Brasil. A produção, realizada pela Giros Filmes, estreou em cinemas selecionados do País e está disponível gratuitamente no canal da Gerdau no YouTube.

O Prêmio Jatobá tem como missão fortalecer a atividade de relações públicas no Brasil e na América Latina, ampliando a visibilidade das boas práticas e estimulando a excelência em todas as frentes de atuação, sempre com o protagonismo do setor de comunicação e de seus profissionais. Em sua nona edição, o prêmio recebeu 344 cases inscritos e foi avaliado por um júri composto por 103 profissionais do mercado e acadêmicos de comunicação de diversas regiões do país.

Sobre a Gerdau
Com 124 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: cerca de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 10 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 230 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua
matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,92 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Nova Iorque (NYSE).

Projeto de deputado Pepa padroniza sinalização de vagas prioritárias no DF

Proposta aprovada pela CLDF unifica símbolos para idosos, pessoas com deficiência, gestantes e cidadãos com TEA; texto segue para sanção

Padronização das vagas prioritárias


A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou o projeto apresentado pelo deputado Pepa que amplia e padroniza a sinalização das vagas prioritárias em todo o DF. A iniciativa determina que estacionamentos públicos e privados de uso coletivo adotem sinalização vertical e horizontal unificada para vagas destinadas a pessoas com deficiência, idosos, gestantes e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O texto inclui o laço com quebra-cabeça colorido como símbolo oficial para identificar o TEA.

Mais clareza e conscientização


Segundo o autor do projeto, a padronização contribui para uma melhor compreensão dos motoristas e reduz conflitos provocados por sinalizações divergentes. “Com essa medida, buscamos facilitar a identificação dessas vagas e fortalecer a conscientização sobre o respeito a quem realmente precisa desses espaços”, afirmou o deputado Pepa. Ele reforçou ainda que “a acessibilidade é um direito fundamental, e a padronização da sinalização ajuda a reduzir irregularidades e promover inclusão”.

A proposta recebeu aval dos parlamentares por estabelecer regras claras para estabelecimentos como shoppings, supermercados, hospitais e órgãos públicos, que deverão se adequar ao modelo único de identificação.

Encaminhamento para sanção


Com a aprovação, o projeto segue agora para análise do governador Ibaneis Rocha. Caso seja sancionado, os locais terão prazo para adaptar suas vagas ao novo padrão visual, garantindo maior uniformidade e visibilidade.

O deputado afirmou que continuará trabalhando por ações que fortaleçam políticas de inclusão no DF. “Sigo trabalhando para que nosso Distrito Federal avance em respeito, empatia e garantia de direitos”, declarou.

A expectativa é que a mudança contribua para uma cidade mais acessível, com sinalização clara e respeito ampliado às vagas prioritárias.

Prefeito de Populina busca novos recursos no Ministério da Saúde para fortalecer atenção primária e Santa Casa

O prefeito de Populina, Dr. João Cezar, esteve em Brasília nesta semana para uma agenda estratégica no Ministério da Saúde. Acompanhado dos vereadores Aparecido de Carvalho, Cleide Francisco, Jeander Arantes e Maria Helena, o gestor municipal apresentou uma série de demandas voltadas ao fortalecimento da Atenção Primária e à ampliação de investimentos para a Santa Casa do município.

A comitiva levou ao governo federal dados que evidenciam o aumento da procura pelos serviços de saúde em Populina, reforçando a necessidade de novos recursos para manter e ampliar o atendimento básico. Entre os principais pontos discutidos estiveram a ampliação da estrutura da Estratégia Saúde da Família, a modernização de equipamentos e o fortalecimento da rede de cuidados oferecida à população.

Durante as tratativas, a equipe municipal destacou ainda a urgência de investimentos para a Santa Casa, que desempenha papel central no atendimento hospitalar da cidade e de municípios vizinhos. A busca por novos aportes visa melhorar a estrutura física, qualificar equipes e garantir maior resolutividade aos serviços prestados.

O prefeito Dr. João Cezar avaliou positivamente a agenda e reiterou o compromisso da administração em assegurar atendimento digno e eficiente. “Estamos empenhados em garantir que Populina tenha uma saúde cada vez mais forte. Saímos confiantes de que nossos pleitos serão analisados com atenção e que novos recursos chegarão para beneficiar nossa população”, afirmou.

A reunião central da agenda ocorreu com o assessor Humberto Tobé, representante da equipe do ministro Alexandre Padilha, que recebeu a comitiva, ouviu detalhadamente as demandas apresentadas e se comprometeu a encaminhar cada ponto para análise técnica. Segundo a Prefeitura, o diálogo direto reforça a importância da parceria entre Populina e o Ministério da Saúde para a construção de avanços concretos no setor.

Investimentos do Governo Lula no município

Nos últimos anos, Populina já vem sendo contemplada por uma série de programas e repasses federais que reforçam a política nacional de saúde. Atualmente, o município conta com duas equipes de Saúde da Família, três Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e um Agente de Combate às Endemias (ACE) custeados pelo Governo Federal. A cidade também mantém uma Unidade Básica de Saúde com recursos federais e participa do Programa Saúde na Escola, que já atendeu 748 estudantes em três escolas. Além disso, o município conta com uma equipe de saúde bucal vinculada ao Brasil Sorridente, fortalecendo o atendimento odontológico.

Outro destaque é o volume de recursos destinados à valorização profissional e ao acesso a medicamentos. Desde 2023, Populina recebeu R$ 392.479 em repasses federais para a complementação do Piso Nacional da Enfermagem, medida implementada pelo governo Lula em benefício dos profissionais de saúde. No mesmo período, a Farmácia Popular beneficiou 1.792 moradores com medicamentos gratuitos ou subsidiados. O município também segue integrado ao sistema regional do SAMU, garantindo atendimento de urgência via central de Fernandópolis, reforçando a rede de assistência às emergências.

Daniel Vilela afirma que o Goiás Social é “o estado presente” na vida das pessoas

Vice-governador participou do evento em Águas Lindas, onde oferece atendimentos nas áreas de saúde, emprego, educação e assistência jurídica. Estrutura fica aberta até este domingo

O vice-governador Daniel Vilela participou neste sábado (29/11) da abertura de mais uma edição do Goiás Social, desta vez no município de Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal (DF). O programa leva ampla estrutura de serviços gratuitos diretamente à população, com destaque para a entrega de escrituras de imóveis e outros benefícios voltados à inclusão social. A programação, que segue até este domingo (30/11), conta ainda com atendimentos nas áreas de saúde, assistência jurídica, educação, cursos profissionalizantes, entre outros.

“Nós fazemos política com ideal, com espírito público. O Goiás Social é o governo do estado presente lá na ponta, próximo das pessoas, que é onde devemos estar. Todos os nossos programas chegam à população por meio de 400 servidores do governo e também de parceria com a prefeitura de Águas Lindas, que disponibilizou 200 pessoas de sua equipe, para garantir celeridade e facilitar o acesso de quem precisa dos serviços”, afirmou Daniel.

Secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos destacou o trabalho do governador Ronaldo Caiado, da primeira-dama Gracinha Caiado e de Daniel Vilela, que juntos têm rodado Goiás levando programas sociais, além de outros investimentos e oportunidades para todas as regiões do estado. “E aqui não é diferente. Hoje, nós temos entregas muito importantes. Estou vendo muitas mães com filhos e outras pessoas com necessidades que vieram aqui receber seus benefícios”, disse o secretário.

Durante a semana, Águas Lindas, quarta cidade mais populosa de Goiás, com mais de 240 mil habitantes, foi acometida por chuvas torrenciais que forçaram a gestão da cidade a decretar estado de calamidade em função dos estragos na infraestrutura. O prefeito Lucas Antonietti destacou o atendimento do Estado para a resolução dos danos. “O Goiás Social chega em uma hora muito boa, para acolher as famílias mais vulneráveis. Não vamos deixar ninguém debaixo de sol ou de chuva. Estamos e estaremos de mãos dadas. Mesmo em momentos críticos, não podemos perder a fé e a esperança”, declarou o prefeito.

Durante todo o evento, a população tem à disposição serviços da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), da Defensoria Pública (acordo para regularizar guarda de filhos e divórcios, bem como reconhecimento de união estável e de paternidade/maternidade); além de emissão de RG; serviços do Vapt Vupt, e informações sobre negociação de débitos e segunda via de contas da Saneago.

Foram entregues nesta edição 1.945 cartões do programa Mães de Goiás, 146 do Dignidade, 121 do Goiás Por Elas, além de 403 cartões do Goiás + Inclusivo, que pela primeira vez beneficia a população de Águas Lindas.

Mãe de três crianças, Alessandra da Silva Marques, de 31 anos, é uma das 15 mil beneficiárias do Mães de Goiás em Águas Lindas. De acordo com a Secretário de Estado de Desenvolvimento Social, a cidade é líder no quesito pessoas atendidas pelo programa. Natural do Piauí, ela encontrou no município e na política pública do governo estadual uma “oportunidade”. “É uma ajuda boa, até mesmo porque crio meus filhos sozinha. O que o governo faz aqui é muito bom”, definiu ela.

O aposentado Deusdete Fernandes de Oliveira, de 68 anos, não mediu distância para aproveitar o Goiás Social em sua cidade. Morador de uma região de chácaras, ele trafegou 18 quilômetros para atualizar sua carteira de identidade. “Fiquei sabendo pela internet desse mutirão e precisava fazer a troca. Esse tipo de serviço ajuda muito, principalmente para quem é aposentado. A identidade digital é, hoje, necessária. Mesmo morando longe do centro, é muito bom ter esse evento perto da gente”, salientou.

Goiás Social
Goiás Social é um programa do Governo de Goiás voltado ao combate da vulnerabilidade social e à promoção da inclusão de famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. Coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, o projeto reúne em um só espaço diversos serviços gratuitos para a população.

Fotos: Jota Eurípedes

Legenda: Daniel Vilela participa do Goiás Social em Águas Lindas, programa que leva ampla estrutura de serviços gratuitos diretamente à população

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Adasa marca presença no 6º Encontro de Integração dos Comitês de Bacias Hidrográficas do DF

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) participou, na última sexta-feira (28/11), do 6º Encontro de Integração dos Comitês de Bacias Hidrográficas (EICOB), que encerrou o ciclo anual de atividades dos CBHs no DF. O evento reuniu especialistas, gestores públicos, instituições parceiras e representantes dos Comitês Maranhão–DF, Paranaíba–DF e Preto–DF.

A programação começou com um café da manhã de acolhida oferecido pela Adasa, seguido de uma visita guiada às instalações da Asproeste, conduzida pela presidente Marilza Speroto. Durante o passeio, foram apresentados a estrutura da associação e os projetos voltados para a agricultura irrigada e a gestão sustentável da água.

No âmbito técnico, o pesquisador Eduardo Cyrino, da Embrapa Cerrados, ministrou palestra sobre estudos recentes do Índice de Qualidade da Água no meio rural, abordando desafios e oportunidades para a conservação hídrica. Em seguida, Leonardo Hatano, coordenador pedagógico da Escola Parque da Natureza, compartilhou boas práticas de educação ambiental implementadas na Área Ambiental Granja do Ipê.

No período da tarde, Wendel Lopes, regulador da Superintendência de Planejamento e Programas Especiais da Adasa (SPE), apresentou um panorama da cobrança pelo uso de recursos hídricos no DF, ressaltando sua relevância para o fortalecimento da gestão das bacias e para o financiamento de ações estratégicas de preservação.

O encontro também promoveu uma roda de conversa entre os membros dos Comitês, com troca de experiências, avaliação das ações de 2025 e projeções para 2026, focando em desafios comuns, avanços institucionais e novas frentes de cooperação.

A participação da Adasa no EICOB reforça o compromisso da Agência com a governança das águas no Distrito Federal, ao oferecer suporte técnico e logístico aos Comitês de Bacia — atores centrais do Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos local. Por meio de orientações especializadas e apoio operacional, a Adasa fortalece a integração entre regulação, sociedade civil, usuários e poder público.