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1º semestre da 20ª Legislatura foi marcado pelo alto rendimento

Tendo como foco a dedicação total às demandas do povo goiano, o primeiro semestre da 20ª Legislatura foi marcado pelo alto rendimento quando o assunto é a produção de leis. No Plenário Iris Rezende, os deputados da Alego deliberaram 2.679 processos legislativos entre janeiro e o início de julho de 2023, um aumento de 108,55% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram apreciados 1.285 textos.  

Do total, foram 585 iniciativas parlamentares, 19 da Mesa Diretora, 195 encaminhados pela Governadoria, 18 de outros Poderes e órgãos, 138 vetos, 55 pareceres contrários emitidos pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação e 1699 requerimentos. 

O presidente da Assembleia, Bruno Peixoto (UB) comemora os resultados. “São matérias que vão diretamente ao encontro dos anseios da nossa população. Por isso, em tempo recorde, aprovamos essas 2.679 propostas que, sem dúvidas, farão a diferença na vida do nosso povo”, avalia.

E promete: “Queremos dar celeridade nos projetos dos deputados e da Governadoria, para que, assim que aprovados, possam melhorar a vida dos goianos”.

Entre as proposituras apresentadas pela Casa até o dia 4 de julho, quando teve início o período de recesso parlamentar, além dos requerimentos já citados, foram 665 projetos de lei ordinária, 7 de lei complementar, 26 projetos de resolução e cinco propostas de emenda constitucional (PEC). Já foram publicadas oficialmente três PECs, 324 leis ordinárias, cinco leis complementares, 13 decretos legislativos e 19 resoluções. 

Relembre alguns destaques

Do Executivo

Neste semestre, o governador Ronaldo Caiado (UB) enviou 195 projetos de lei para serem analisados pelo Parlamento goiano. As sugestões abarcam diferentes temas relevantes ao estado de Goiás e a assistência social foi um dos que recebeu destaque. 

No mês de março, quatro projetos, que já se tornaram lei, contemplaram a área. O programa “Goiás por Elas” beneficia mulheres vítimas de violência doméstica em situação de vulnerabilidade social com auxílio financeiro. Originalmente processo nº 218/23, a Lei nº 21.812/23 promove a transferência direta de renda no valor de R$ 300 pelo período de 12 meses com intenção de romper o ciclo da violência.

Já o programa “Dignidade”, tema da Lei nº 21.810/23 (projeto nº 216/23), presta assistência social aos idosos. O foco principal é a superação dos riscos sociais, garantia da segurança alimentar e autonomia financeira, a partir de um benefício pago no valor de R$ 300. A transferência direta de renda usa da base de dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). 

Outro programa criado foi o “Família Acolhedora Goiana”. A Lei nº 21.809/23 (originalmente projeto nº 215/23) tem por objetivo amparar crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por decisão judicial.

A iniciativa determina o cadastramento das famílias acolhedoras, a avaliação documental, seleção e capacitação das interessadas. Assim, as crianças e os adolescentes serão encaminhados mediante a disponibilidade das famílias com perfis mais adequados.

A instituição do Cofinanciamento Estadual da Assistência Social e alteração da Lei Estadual n° 19017/15 são as sugestões de outro projeto deste pacote. Protocolado na Casa sob o nº 217/23, a Lei nº 21.811/23 cria um modelo de financiamento estadual da assistência social para cumprir as prerrogativas estaduais com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), conforme a Lei Orgânica da Assistência Social. 

O Cofinanciamento Estadual, em correlação aos financiamentos federal e municipais, consiste em repassar recursos financeiros regularmente para apoiar as prefeituras na oferta de serviços e benefícios socioassistenciais a famílias em situação de vulnerabilidade em Goiás. 

No quarto mês do ano, uma propositura movimentou as discussões parlamentares e, no final, acabou aprovada: a mudança de personalidade jurídica do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos de Goiás (Ipasgo). A Lei nº 21.880/23 (projeto de lei nº 517/23) criou o Serviço Social Autônomo de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos e Militares do Estado de Goiás (Ipasgo Saúde). 

A partir daí,  o Ipasgo deixou de ser uma autarquia, personalidade jurídica incompatível com a atuação na saúde suplementar. Desde 2009, quando o Goiás Previdência (Goiasprev) assumiu a gestão do regime de previdência, o Ipasgo passou a cuidar apenas do plano de saúde dos servidores.

Agora, o Ipasgo é um Serviço Social Autônomo (SSA). O SSA é uma personalidade jurídica de direito privado e sem fins lucrativos. No caso em questão, o referido serviço teria a competência de gerir o Ipasgo, bem como prestar apoio técnico, científico e financeiro aos programas, projetos, ações e serviços de assistência, conforme atos normativos a serem elaborados.

Também em abril, atenta à onda de violência nas escolas que assolava o país, a Alego avalizou a Lei nº 21.881/23 (projeto nº 496/23), de autoria do Executivo, que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate à Violência Escolar.

A matéria estabelece protocolos para promover a segurança nas escolas das redes pública e privada, de ensino normal e profissional, básico e superior. Dentre as medidas, está a instalação de câmeras de monitoramento nas unidades de ensino, utilização de detectores de metais e campanhas de combate ao bullying no ambiente escolar. 

Mais um destaque é a aprovação do reajuste anual dos vencimentos, subsídios e proventos do pessoal civil e militar ativo e inativo e pensionistas, inclusive empregados públicos do Poder Executivo. E a revisão dos vencimentos dos ocupantes do cargo de professores dos quadros permanentes e transitórios do Magistério Público Estadual. Segundo o texto enviado pelo chefe do Executivo, o objetivo é cumprir a Constituição Federal e a Lei Federal nº 11.738/2008.

A última propositura da Governadoria aprovada no Parlamento goiano no primeiro semestre de 2023 é a de n° 1203/23. A matéria altera a Lei Complementar Estadual nº 58, de 4 de julho de 2006, e a Lei Estadual nº 16.469, de 19 de janeiro de 2009. A primeira norma dispõe sobre a organização da Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

Já a segunda regula o processo administrativo tributário e dispõe sobre os órgãos vinculados ao julgamento administrativo de questões de natureza tributária. A propositura tem origem na PGE, que analisou o papel da advocacia pública no contencioso administrativo tributário e a possibilidade de atuação do órgão no Conselho Administrativo Tributário (CAT).

O ingresso da PGE como novo sujeito no CAT significa evolução no controle da legalidade do crédito, com a defesa do direito fundamental dos contribuintes no exercício da autocontenção por parte do Estado. 

Parlamentares 

Sempre atentos às necessidades da população, os deputados estaduais podem legislar, observadas suas competências legais, por exemplo, sobre educação; saúde; meio ambiente; produção e consumo; sistema tributário estadual; proteção ao patrimônio goiano; desenvolvimento e inovação; proteção e integração social das pessoas com deficiência. No decorrer do semestre, algumas das propostas passaram definitivamente pela Alego e já foram, inclusive, sancionadas pelo governador Ronaldo Caiado. 

A proibição da oferta e a realização de contrato de empréstimo financeiro com idosos por meio de ligação telefônica, Lei nº 22.036/23 é uma delas. A ideia de Talles Barreto (UB) que tramitou sob o nº 1474/19 foi aprovada definitivamente em maio deste ano. 

O propositor alega que, nos últimos anos, o número de idosos aumentou e as instituições financeiras vislumbraram uma fonte de obtenção de lucro através de empréstimos para os mesmos. Uma das estratégias utilizadas por essas empresas é a realização desse tipo de serviço por ligações, o que vem gerando, segundo ele, muitas reclamações de idosos que foram lesados. Além disso, a prestação desse tipo de empréstimo feito por telefone “fere gritantemente os princípios norteadores do Código de Defesa do Consumidor e do Estatuto do Idoso”.

Prevista pela Lei nº 22.030/23, a política pública educativa de sensibilização, prevenção e combate aos jogos eletrônicos que induzam, instiguem ou auxiliem crianças, adolescentes e jovens à violência, à automutilação e ao suicídio concluiu sua tramitação na Casa em abril de 2023. 

A sugestão veio de Karlos Cabral (PSB) e, agora, determina que as redes publicas de ensino do estado de Goiás e da iniciativa privada promovam, entre outras ações, campanhas que envolvam docentes e psicólogos para sensibilizar os jovens no ambiente escolar e alertar para os perigos de jogos e plataformas sociais no ambiente digital, além de orientar os pais a identificar comportamentos estranhos.

Igual situação é a da Semana Estadual da Reciclagem e do Meio Ambiente, criada pela Lei nº 22.014/23 e assinada pelo deputado Antônio Gomide (PT).  O objetivo é oferecer, principalmente aos estudantes, o conhecimento para participar do processo de preservação ambiental no seu dia a dia, da correta destinação dos resíduos e da mobilização sobre a importância do ecossistema no estado.  A escolha da data de realização da Semana Estadual da Reciclagem e do Meio Ambiente foi fixada no dia 5 de junho, que coincide com a comemoração do Dia Nacional da Reciclagem.

Preconizado pelo deputado Delegado Eduardo Prado (PL), o “Selo Acolher”, o qual valoriza empresas e entidades que tenham ações favoráveis a vítimas de violência doméstica, virou realidade com a Lei nº 21.920/23

Conforme o texto, o selo será outorgado a empresas privadas, entidades governamentais e entidades sociais que atuem no desenvolvimento de ações que envolvam a formação, qualificação e a inserção de mulheres vítimas de violência doméstica no mercado de trabalho.

Para que o certificado seja concedido, devem-se cumprir uma série de requisitos, entre eles os de desenvolver cursos de qualificação profissional voltados à inclusão e ao desenvolvimento da mulher no mercado de trabalho e ofertar cursos de capacitação ou de emprego para mulheres vítimas de violência doméstica ou sexual. 

Também recebeu a sanção da Governadoria a Lei nº 21.852/23 (originalmente projeto nº 2002/19), de autoria do deputado Virmondes Cruvinel (UB), que cria a Política Estadual do Voluntariado Transformador visando preparar cidadãos e instituições para a prática do voluntariado. A matéria foi aprovada em duas fases em março. 

O propósito é contribuir, por meio do trabalho voluntário, para a construção de realidade em que o indivíduo caminhe em direção ao outro, onde os grupos se transformem em redes, em cooperação e no assistencialismo, em promoção da cidadania.

Mais um exemplo é o da criação do Banco Comunitário de Cadeiras de Rodas e Similares em Goiás, criado pela Lei nº 21.848/23 e de autoria conjunta dos deputados Bruno Peixoto e Charles Bento (MDB). 

A lei institui, por meio do referido Banco, a organização de empréstimos de cadeiras de rodas, bengalas, muletas, andadores e outros equipamentos similares às pessoas com deficiências, sejam elas temporárias ou permanentes.

Vetos

A maioria dos vetos apreciados acabou mantida pelo Plenário, 136, apenas dois foram derrubados e fizeram com que as propostas seguissem para promulgação e se tornassem lei. 

Um deles recaiu na flexibilização do uso de fogos de artifício com efeito sonoro. Trata-se da proposição do deputado José Machado (PSDB) que acrescenta ressalva à proibição de uso desses explosivos para festividades culturais reconhecidas como patrimônio cultural. O projeto tornou-se o autógrafo de lei no 290/23, totalmente rejeitado pelo Executivo, decisão que foi derrubada com o placar de 21 votos a 14, em pleito secreto. Assim, acabou promulgada a Lei nº 22.002/23

O outro veto integral, que teve 31 votos pela rejeição e apenas um favorável, indeferia a sugestão de Bruno Peixoto para criar um cadastro de empresas da área ambiental. A ideia visa instituir, sob administração da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o Cadastro Técnico Estadual de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental (CTDA), de inscrição obrigatória e sem qualquer ônus, para pessoas físicas ou jurídicas que se dedicam a uma ou a mais de várias atividades ligadas ao setor. O autógrafo ainda aguarda promulgação pela Mesa Diretora. 

Fonte: Alego

Segurança intensifica ações durante férias no Araguaia

Em pouco mais de 10 dias de atuação, o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás realizou mais de 340 atendimentos. Batalhão Ambiental da PMGO atua no policiamento náutico e fiscalização nas barreiras rodoviárias

As forças de segurança pública de Goiás intensificam as ações da Temporada Araguaia 2023, com o objetivo de inibir práticas criminosas e garantir a segurança de moradores e visitantes do principal atrativo do estado nesse período de férias, o Rio Araguaia.

Em pouco mais de 10 dias de atuação, o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) realizou 319 ações preventivas e mais de 340 atendimentos. Já o Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) atua no policiamento náutico e realiza fiscalização nas barreiras rodoviárias.

A Temporada Mais Araguaia 2023 foi lançada no final de maio e recebeu recursos de R$ 14 milhões para realizações de serviços e ações governamentais em oito municípios da região.

Durante a temporada, seis municípios vão receber ações do Governo de Goiás. São eles: Aruanã, São Miguel do Araguaia (distrito de Luiz Alves), Britânia, Mundo Novo, Nova Crixás (distrito de São José dos Bandeirantes) e Aragarças.

Bombeiros

Ao longo do Rio Araguaia, o Corpo de Bombeiros está distribuído em nove postos operacionais, com cerca de 300 profissionais à disposição do público, além de trabalho conjunto com ribeirinhos.

Nessas férias, a corporação realizou 347 atendimentos. Foram 319 ações preventivas, 17 resgates, além de nove registros de busca e salvamento e dois de incêndios urbanos.

Considerando os atendimentos por postos, Faina registrou 73; Bandeirantes 71; Aragarças 49; Cocalinho 40; Itacaiu 34; Araunã 32; Luis Alves 28; Britânia 14 e Araguapaz 1.

Durante a operação, a corporação tem realizado também uma campanha preventiva com o oferecimento de adesivos com QRCode aos barqueiros, acampamentos e estabelecimentos ribeirinhos.

Ao registrarem o código de resposta rápida, os usuários obtêm acesso a um folder digital com dicas de segurança do Corpo de Bombeiros e da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa).

Polícia Militar

O Batalhão Ambiental da Polícia Militar atua com 110 servidores e o policiamento náutico com 16 embarcações, além de fiscalização nas barreiras rodoviárias. Em 10 dias de trabalho, as equipes atuaram em resgate de três turistas e salvaram uma embarcação de naufragar.

Além disso, três armas de fogo foram apreendidas e três homens foram presos, sendo uns deles, recapturado, uma vez que constava mandado de prisão em aberto por homicídio cometido na cidade de Jaraguá. A prisão aconteceu durante ação conjunta de fiscalização com agentes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad).

Fonte: Governo de Goiás

Primeira fase da pavimentação da via Estrutural alcança trecho de 9,6 km

Avanço é referente às pistas no sentido Ceilândia-Plano Piloto e no sentido inverso. Trânsito na pista sul será desviado para a marginal de Vicente Pires para continuidade da obra

A primeira etapa da pavimentação em concreto da via Estrutural já alcançou 9,6 km de pista – sendo 4,8 km no sentido Ceilândia-Plano Piloto e 4,8 km no sentido inverso. Atualmente, ocorrem serviços manuais, como a serragem das juntas do pavimento, o levantamento de topografia, a cura do concreto, entre outros.

A próxima etapa inclui a pavimentação em material rígido de 15,2 km – mais uma vez, metade no sentido Ceilândia-Plano Piloto e metade no sentido inverso. O trabalho começará pela pista sul, que leva os motoristas ao centro de Brasília.

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) vai interditar a pista sul e os motoristas vão trafegar pela marginal da Vicente Pires. Para isso, está sendo preparado um desvio na altura do córrego de Vicente Pires, com acessos para a Estrada Parque Taguatinga (EPTG); para a via de ligação do Setor de Inflamáveis, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA); e para continuar para a via Estrutural.

A mudança será anunciada em breve. “Daremos condições aos motoristas de usarem caminhos alternativos enquanto estivermos executando a obra”, explica o responsável pela fiscalização da obra, o diretor do 3º Distrito Rodoviário do DER, Jarbas Silva.

“Essa obra é muito importante porque é uma rodovia de trânsito muito intenso”, observa Silva. “Aqui, passam mais de 80 mil veículos por dia e o pavimento asfáltico já estava muito degradado. O DER elaborou esse projeto com o pavimento em concreto que vai melhorar muito o conforto dos motoristas e o custo vai reduzir bastante ao longo do tempo”, completa.

A obra

Com investimento de R$ 55 milhões, proveniente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), a pavimentação alcançará toda a pista nos quase 13 km no sentido Plano Piloto-Ceilândia, assim como no sentido inverso. O pavimento rígido é um material mais resistente, duradouro e de fácil manutenção. Com uma vida útil superior ao asfalto comum, suporta cargas mais pesadas, como caminhões e ônibus, sem sofrer deformações ou danos significativos, e por isso é indicado a rodovias de grande movimentação.

Até 2018, o DF somava 92,4 km em vias com essa tecnologia. Com obras importantes como a da Estrutural e das avenidas Hélio Prates e W3 Sul, o número salta para mais 242,3 km. O investimento estimado em todas elas é de R$ 400 milhões.

Amigos há mais de 40 anos, o motorista de transporte escolar Raimundo Suassuna, 57 anos, e o odontólogo Luís Castro, 56, já observam os impactos positivos da pavimentação em material rígido. Para Raimundo, que reside em Vicente Pires, a intervenção deve melhorar a qualidade de vida dos moradores da região. Ele lembra como era a situação da via anteriormente.

“O asfalto estava muito quebrado, com remendos que são até piores que estrada de chão. Então, quando a obra terminar mesmo, vamos sentir a melhora”, afirma o motorista de transporte escolar.

Luís acrescenta que o fluxo de máquinas e operários traz alguns transtornos à população, mas ressalta que o benefício final deve atingir a todos: “Quando inaugurar, tende a melhorar e muito”, diz ele, que mora no Sudoeste.

Fonte: Agência Brasília

Programa ampara e orienta vítimas de violência doméstica no DF

Com ações educativas e intervenções familiares, Provid realizou mais de 10 mil atendimentos a 2 mil famílias entre janeiro e maio deste ano. Saiba como procurar ajuda

O combate às agressões e abusos no âmbito familiar, sobretudo contra mulheres, no Distrito Federal conta com o apoio do Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid). Coordenado pela Polícia Militar (PMDF), o projeto realizou, entre janeiro e maio deste ano, 10.318 visitas a 1.972 famílias em contexto de violência.

Instituído formalmente e regulamentado em 2021, o programa consiste em um policiamento orientado feito após o atendimento emergencial às vítimas, com o objetivo de enfrentar e prevenir a violência doméstica e familiar por meio de ações educativas e intervenções nos núcleos familiares.

O acompanhamento é feito por policiais militares voluntários que são capacitados para atuar contra a violência doméstica. As visitas ocorrem a cada 15 dias, enquanto perdurarem os fatores de riscos. Durante o atendimento, a vítima é orientada sobre os direitos e as providências que pode tomar em relação ao fato. Além disso, a família e o autor da violência também são acompanhados pelos policiais.

“Assim podemos verificar in loco como está a situação daquele núcleo familiar e os encaminhamentos que vão sendo tomados a partir de outros órgãos”, afirma a chefe do Centro de Políticas de Segurança Pública da PMDF, major Isabela Almeida. “A vítima sente que tem apoio e o autor vê que a polícia está acompanhando o caso e que pode ser penalizado. Isso cria segurança”, completa. A major destacou que até hoje não foi registrado nenhum caso de feminicídio envolvendo vítimas acompanhadas pelo programa.

O serviço é gratuito e prestado pela PMDF. Para mais informações, pode ser realizado contato por meio dos seguintes telefones: 3190-5291 e 3190-5293. Em casos de situações de emergência, a orientação é entrar em contato pelo 190.

Atendimentos

Os números deste ano seguem o aumento dos atendimentos que ocorreram nos dois últimos anos. Em 2022, foram registrados 24.312 atendimentos a 2.278 famílias. No ano anterior, o Provid fez 20.683 visitas a 1.953 famílias. Nos anos de 2020 e 2018, foram 14.368 e 12.160 acompanhamentos para 1.598 e 1.189 famílias, respectivamente.

“Temos tido um crescimento no número de atendimentos e visitas. Durante a pandemia houve uma ampliação do efetivo do Provid para todas as regiões administrativas. A procura é grande e aumentamos a disponibilidade das equipes”, revela a major Isabela Almeida.

Os casos são encaminhados pelos órgãos que compõem a rede de apoio e enfrentamento à violência doméstica e familiar, como o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF). Também há situações mediante solicitação da vítima ou por denúncias anônimas.

“É feito um filtro pelas equipes de policiamento ordinário e nós buscamos essas pessoas vítimas de violência para o atendimento. Existe todo um protocolo para o acompanhamento. O principal deles é a pessoa aceitar receber as visitas periódicas”, explica a major.

Onde solicitar o atendimento do Provid:

‌→ Asa Sul, Vila Telebrasília e Lago Sul (1º BPM)

SPO Área Especial, Conjunto 4, Setor Policial Sul, Asa Sul
Telefones: (61) 3190-1150 e 99136-2107
E-mail: 1bpm.provid@pm.df.gov.br

‌‌→ Taguatinga (2º BPM)

Endereço: QNB Área Especial nº 8, Avenida SAMDU, Taguatinga Norte
Telefones: (61) 3190-0226, 3190-0227 e 99969-3866
E-mail: 2bpm.provid@pm.df.gov.br

‌‌→ Asa Norte (3º BPM)

Endereço: SAAN QD 03, LT 1.350
Telefone: (61) 99969-2957
E-mail: 3bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Guará (4º BPM)

Endereço: AE 10, Módulo A, Guará II
Telefones: (61) 3190-0453 e 99961-2939
E-mail: 4bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Sudoeste, Octogonal e Cruzeiro (7º BPM)

Endereço: EQRSW 2/3, Lote 03, Sudoeste
Telefone: (61) 99965-6890
E-mail: 7bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ ‌Ceilândia Sul (8º BPM)

Endereço: QNN 06, AE S/N, Guariroba, Ceilândia Sul
Telefones: (61) 3190-0816, 3190-0815 e 99977-2710
E-mail: 8bpm.provid@pm.df.gov.br

‌‌→ Gama (9º BPM)

Endereço: Área Especial 02, Setor Sul, Gama
Telefones: (61) 3190-0982, 3190-0983 e 99307-0003
E-mail: 9bpm.provid@pm.df.gov.br

‌‌→ Ceilândia Norte e Sol Nascente/Pôr do Sol (10º BPM)

Endereço: QES, AE 07, 08 e 09, Setor de Indústrias, Ceilândia
Telefones: (61) 3190-1051 e 99969-3057
E-mail: 10bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Samambaia (11º BPM)

Endereço: Quadra 203, AE S/N, Samambaia Norte
Telefones: (61) 3190-1150 e 99178-5506
E-mail: 11bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ ‌Sobradinho, Sobradinho II e Fercal (13º BPM)

Endereço: Quadra Central, AE nº 2, Lote 02, Sobradinho
Telefones: (61) 3190-1353 e 99166-6976
E-mail: 13bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Planaltina (14º BPM)

Endereço: Área Especial nº 13, Setor Norte, Planaltina
Telefones: (61) 3190-1415 e 99579-8451
E-mail: 14bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ SCIA/Estrutural e SIA (15º BPM)

Endereço: Setor Central, Área 1, Cidade Estrutural
Telefones: 99346-6894 e 99841-4715
E-mail: 15bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Brazlândia (16º BPM)

Endereço: Área Especial A, Lote 01, Setor Norte, Brazlândia
Telefones: (61) 3190-1607 e 99679-0408
E-mail: 16bpm.provid@pm.df.gov.br

‌‌→ Águas Claras, S.H. Vicente Pires e Arniqueira (17º BPM)

Endereço: Avenida Sibipiruna, Lote 3/5, Águas Claras
Telefone: (61) 99969-2791
E-mail: 17bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Paranoá e Itapoã (20º BPM)

Endereço: QD 33, AE S/N, Paranoá
Telefones: (61) 3190-2050 e 99613-4399
E-mail: 20bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ São Sebastião e Jardim Botânico (21º BPM)

Endereço: QD 201/202, AE 02, Residencial Oeste, São Sebastião
Telefones: (61) 3190-2100 e 99968-9186
E-mail: 21bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ ‌Lago Norte, Varjão e Vila Planalto (24º BPM)

Endereço: SHIN, CA 02, Lote 19, Lago Norte
Telefones: (61) 3190-2440 e 99171-4721
E-mail: 24bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ ‌Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Park Way (25º BPM)

Endereço: SMPW Quadra 6, Conjunto 2, Área Especial S/N, Núcleo Bandeirante
Telefones: (61) 3103-2053 e 99609-2600
E-mail: 25bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Santa Maria (26º BPM)

Endereço: Quadra Central 1, Área Especial 1, Avenida Alagado, Santa Maria
Telefones: (61) 3190-2618 e 99970-8421
E-mail: 26bpm.provid@pm.df.gov.br

‌→ Recanto das Emas (27º BPM)

Endereço: QD 111/306, Recanto das Emas
Telefones: (61) 3190-2718 e 99134-6596
E-mail: 27bpm.provid@pm.df.gov.br

‌‌→ Riacho Fundo e Riacho Fundo II (28º BPM)

Endereço: QN 05, AE 01, Riacho Fundo
Telefones: (61) 99961-2877 e 99969-2873
E-mail: 28bpm.provid@pm.df.gov.br

Fonte: Agência Brasília

GDF reajustará valor pago por tonelada de material reciclável em até 43%

Governadora em exercício Celina Leão anunciou, em encontro com catadores nesta terça-feira (11), que as cooperativas serão chamadas individualmente para rever contratos

Quatro dias após a criação do grupo de trabalho para tratar de demandas dos catadores de recicláveis, a governadora em exercício Celina Leão anunciou que o valor pago por tonelada de material reciclável será reajustado em até 43%.

Os contratos atuais com os catadores foram firmados em 2018 com valor de R$ 304,14 por tonelada. O montante será reajustado entre 30% e 43%, a depender da situação da cooperativa. Já os atendimentos aos cooperados para tratar da coleta e triagem dos materiais serão iniciados em 15 dias, conforme comunicou a governadora em exercício.

“O próximo pagamento desse valor que os catadores recebem pelo material reciclável já será reajustado. Então, é um avanço muito grande, significa um reajuste próximo que pode chegar a até 43%. Por determinação do governador Ibaneis Rocha, nós temos avançado nessa política de cuidar das pessoas que mais precisam e estamos felizes em trazer essa notícia”, afirmou Celina Leão.

Além do reajuste e do chamamento individualizado, o grupo de trabalho de catadores e do GDF tratou de reformas de galpões, amparo social e habitacional, educação ambiental e formas de se reduzir o custo de operação das cooperativas. Um novo encontro com o grupo foi agendado nas próximas semanas para a devolutiva dos pedidos.

No encontro, o presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Silvio de Morais, falou da necessidade de uma evolução no apoio financeiro aos profissionais. “No ano passado, aportamos R$ 7,8 milhões nas cooperativas. Aqui no DF, pagamos R$ 304,14 por tonelada de resíduo triada, valor que não é pago em nenhum lugar do Brasil. Esse novo chamamento para coleta de triagem vai permitir a correção e o ajuste deste contrato feito em 2018”, pontuou.

Presidente da Central das Cooperativas de Trabalho de Catadores de Materiais Recicláveis do DF (Centcoop), Aline de Souza agradeceu o empenho do GDF em solucionar as pautas da categoria. “Ficamos muito felizes porque o grupo de trabalho veio com todo um peso e capacidade de resolver problemas que foram apontados pelos catadores. Estamos felizes com a atitude da governadora em exercício, num prazo muito curto, trazer essas respostas aos catadores. A demanda do reajuste é antiga e agora pudemos nos aproximar da solução com a colocação do governo. Ficou claro o percentual que teremos”, disse.

Presente na reunião, a secretária nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas do governo federal, Kelli Cristine de Oliveira Mafort, elogiou as iniciativas do grupo de trabalho e colocou a União à disposição das pautas dos catadores. “O que vocês estão construindo aqui pode ser um modelo para ser replicado em outros estados”, disse.

Fonte: Agência Brasília

CLDF volta a debater a Tarifa Zero para o DF

CRÉDITO: ED ALVES/CB/D.A PRESS

Da Redação

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) teve discussões relacionadas à adoção da tarifa zero no transporte público. 

Movido pelo estudo realizado na CLDF, no qual foi confirmado que ao todo são 265 milhões de acessos no sistema de transporte público por ano, sendo que, apenas 19,5% são gratuitos, os especialistas divergem sobre a implantação do modelo na capital do país.

Os debates promovidos pela casa sobre a tarifa zero tem provocado discussões em especial sobre a viabilidade e os impactos econômicos.

Para as empresas de transporte público funcionarem, é preciso que o governo faça um repasse anual de recursos. Isso traz aos cofres públicos um custo que gira entre R$ 1,1 bilhão e R$ 1,6 bilhão por ano.

Os distritais argumentam que em sua avaliação é possível alcançar a gratuidade total no transporte público, porém ainda é preciso trabalhar melhor a ideia com o Executivo local, para que o objetivo seja atingido parte por parte.

O deputado Fábio Félix (PSL) disse que. “Temos avançado nas tratativas com o governo, pressionando para que o GDF acelere a implementação da tarifa zero. Conseguimos alguns compromissos importantes rumo à gratuidade do transporte, como a liberação do passe livre para estudantes nos fins de semana e nas férias, além da inclusão de outros grupos vulneráveis na política de gratuidade”.

2º CEJUSC de Valparaíso oferece serviços de conciliação e mediação com profissionais qualificados

Espaço foi inaugurado na semana passada e fica instalado na Faculdade Sena Aires, Setor de Chácaras Anhanguera.

A cidade de Valparaíso conta com uma sede própria do CEJUSC, Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, unidade do Poder Judiciário. O local fornece à população um serviço de conciliação e mediação de qualidade, por meio de profissionais capacitados. Lá podem ser resolvidos contratempos como pensão, divórcio, guarda, revisão e exoneração de alimentos, regulamentação de visitas e partilha de bens e reconhecimento de dissolução de união estável.

O 2º CEJUSC de Valparaíso foi inaugurado na semana passada e fica instalado na Faculdade Sena Aires, Rua Acre, Qd 02, Lote 17/18, s/n, Setor Chácaras Anhanguera. O atendimento presencial é feito de segunda a quinta-feira.

Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp (61) 99892-6646 ou pelo e-mail 2cejusc.valparaiso.tjgo.jus.br.  

Fonte: Governo de Valparaíso-GO

Avança Novo Gama: Serviços de recapeamento e pavimentação asfáltica continuam no Residencial América do Sul

Os serviços de recapeamento e pavimentação asfáltica continuam no bairro Residencial América do Sul, os moradores amanheceram com o barulho das máquinas nesta segunda-feira (10), nas principais avenidas do bairro.

O Governo Municipal investiu e economizou para que fossem aplicados o que é mais duradouro e de alta qualidade no bairro. No local, está sendo aplicado asfalto de qualidade CBUQ – Concreto Betuminoso Usinado a Quente, garantindo à população do residencial mais qualidade de via para o tráfego de pedestres e automóveis.

O governo municipal segue trabalhando e investindo em infraestrutura para melhorar a qualidade de vida dos moradores. Em breve, mais bairros serão beneficiados.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

Sancionada matéria que protege a vegetação nativa do estado e institui uma nova Política Florestal em Goiás

Chapada dos Veadeiros National Park in Goias, Brazil

A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) aprovou, no último mês de junho, o projeto de lei nº 634/23, que resultou na promulgação da Lei nº 22.017/23. A iniciativa, de autoria dos deputados Wilde Cambão (PSD) e Bruno Peixoto (UB), traz alterações significativas às leis ambientais estaduais e estabelece medidas para a proteção do meio ambiente em Goiás.

A nova legislação tem como objetivo principal promover a atualização e aprimoramento da Lei nº 18.102/13, que trata das infrações administrativas ao meio ambiente e das sanções correspondentes. Além disso, a Lei nº 22.017/23 também modifica a Lei nº 18.104/13, que estabelece a Política Florestal do Estado de Goiás, e a Lei nº 20.694/19, que regula o Licenciamento Ambiental. A Lei nº 21.231/22, que trata da regularização de passivos ambientais, compensação florestal e reposição florestal, também sofre alterações.

Dentre as mudanças trazidas pela nova legislação, destacam-se as seguintes:

Acesso aos autos de processo administrativo ambiental: A partir da certificação da notificação do autuado sobre a lavratura do auto de infração, a lei garante o acesso aos autos de processo administrativo ambiental a qualquer cidadão, conforme as disposições das Leis federais nº 10.650/03, 12.527/11 e 8.906/94.

Atualização monetária de multas ambientais: As multas aplicadas terão seu valor atualizado monetariamente pelo Índice Geral de Preços, Disponibilidade Interna (IGP-DI), acrescido de juros de mora e demais encargos previstos em lei. A lei também prevê a possibilidade de parcelamento do valor apurado, conforme estabelecido em ato do órgão ambiental estadual.

Fundo de Conversão de Multas: O contrato firmado entre o órgão ambiental responsável e a instituição selecionada para a gestão do fundo incluirá as despesas para sua administração, que serão remuneradas com recursos da conversão de multas depositados. Além disso, recursos oriundos de compensações florestais, danos ambientais, reposição florestal, doações e outras receitas relacionadas às políticas ambientais poderão ser integralizados ao fundo.

Cadastro Ambiental Rural (CAR): O órgão estadual de meio ambiente poderá desenvolver módulos complementares e/ou sistema próprio de CAR, desde que observados os padrões de interoperabilidade de Governo Eletrônico em linguagem e gestão de dados. Além disso, a localização das reservas legais averbadas em matrícula do registro de imóveis será desconsiderada quando não for possível a integral espacialização a partir das informações constantes na certidão de inteiro teor, desde que o imóvel esteja devidamente inscrito no CAR.

Regeneração de áreas afetadas por empreendimentos: Em casos de empreendimentos de utilidade pública ou interesse social que afetem reservas legais próprias ou de terceiros, o empreendedor será responsável pela regeneração da área utilizada ou pela compensação da área suprimida, de acordo com as proporções e o disposto na Lei nº 21.231/22.

Supressão de capões: A nova lei permite a supressão de fragmentos isolados de vegetação nativa conhecidos como capões, com até dois hectares, mediante autorização. O órgão ambiental poderá aplicar essa medida para áreas superiores a dois hectares, desde que seja verificado ganho ambiental.

Definição de “limpeza de área” e “área abandonada”: A lei estabelece os critérios para caracterizar a “limpeza de área” como a retirada de vegetação nativa em áreas consolidadas com ocupação antrópica preexistente ou abandonadas há mais de três anos. Além disso, define “área abandonada” como um espaço de produção convertido para uso alternativo do solo sem exploração produtiva que impeça a regeneração natural há pelo menos 36 meses, com incidência de espécies nativas em estágios iniciais de regeneração e/ou espécies oportunistas ou invasoras.

Com a sanção do projeto de lei nº 634/23 e a promulgação da Lei nº 22.017/23, o estado de Goiás reforça seu compromisso com a proteção ambiental e busca atualizar sua legislação para lidar com os desafios e demandas atuais, com uma base legal mais sólida e eficiente para a preservação do meio ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável em todo o estado.

Para mais informações sobre a Lei nº 22.017/23 e suas disposições, os interessados podem consultar o texto completo aqui.

Fonte: Alego

Giro Distrital | Edição mostra resumo da CPI e projeto para idosos

Está no ar mais uma edição do programa Giro Distrital. Fique por dentro dos principais acontecimentos da esfera política de Brasília!

Nesta edição você confere:

01:01 CPI dos Atos Antidemocráticos: balanço dos depoimentos e informações produzidas durante o 1º semestre da CPI.

17:13 Projeto de lei quer melhorar a gestão das regiões administrativas do DF. A proposta do deputado Ricardo Vale (PT) busca dar mais autonomia para cada R.A.

21:51 Programa “atividade na melhor idade” oferece atividades físicas e atendimento psicológico para pessoas idosas. Emenda parlamentar da deputada Jaqueline Silva (MDB) investe em academias especializadas para pessoas da melhor idade.

O Giro Distrital é um programa da TV Câmara Distrital, com transmissão todo domingo às 12h00 nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro, 09 da Vivo e 309.3 na SKY, com reprises ao longo da semana.

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Fonte: CLDF