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Novo Gama | Discriminar pessoas com deficiência é crime

Tratar uma pessoa com preconceito por conta de sua condição física é crime.

O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei n° 13.146/15), é destinado a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.

Quem discrimina uma pessoa com deficiência pode pegar até 3 anos de reclusão. Importante frisar que negar ou obstar emprego ou promoção a pessoa em razão de sua deficiência da até 5 anos de reclusão, segundo a LEI.

O Governo Municipal, tem por objetivo lutar contra qualquer tipo de preconceito, estimulando os debates, a fim de dar voz e trazer a desconstrução de qualquer tipo de discriminação.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

Denúncias de tortura e maus-tratos triplicaram no estado de São Paulo

Defensoria Pública estadual relatou inércia do governo a comitê da ONU

O número de denúncias de violação de direitos, como torturas, castigos, maus-tratos e ameaças, sofridos por pessoas encarceradas triplicou em 2023 no estado de São Paulo. Os relatos feitos à Defensoria Pública do estado neste ano (211 casos) são 3,45 vezes maiores do que as denúncias recebidas em todo o ano passado (61).

O coordenador do Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública de São Paulo, Diego Polachini, avalia que “o sistema como um todo é uma tortura”. Segundo ele, a violação de direitos dentro do cárcere não se restringe a casos pontuais, ela é sistemática, e a única solução passa pelo desencarceramento do máximo de pessoas possível.

“A vivência na cadeia já é torturante. A ideia de prender uma pessoa numa jaula evidentemente configuraria tortura em qualquer aspecto, mas como é uma pessoa que está cumprindo pena, isso não é considerado”, disse o defensor em entrevista à Agência Brasil. No momento, há apenas hipóteses para o aumento nas denúncias, conforme apontou Polachini: um aumento na intensidade das torturas e maior acesso das famílias aos meios de denúncias.

Em março deste ano, a Defensoria Pública de SP enviou para o Comitê da Organização das Nações Unidas (ONU) contra a Tortura uma análise do cumprimento pelo Brasil das regras constantes na Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes, denunciando práticas violentas e inércia do estado diante dos casos.

No documento, o órgão aponta o prejuízo do veto pelo governo do estado, em 2019, ao projeto de lei que estabelecia um Mecanismo e um Comitê de Prevenção e Combate à Tortura no estado; a necessidade de investigação rápida e imparcial em casos de violência institucional; e denuncia ainda graves episódios de tortura praticados por grupos táticos prisionais.

Polachini destaca casos ocorridos durante a invasão do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), que estão no documento. O grupo tático prisional, subordinado à Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), deveria ser uma intervenção pontual para reprimir desordens nas unidades. No entanto, a defensoria avalia que o grupo se tornou presença habitual e ostensiva nos presídios, sendo protagonista de episódios corriqueiros de violência e tortura contra pessoas presas.

“Em ações regulares, normalmente eles invadem uma cadeia, quando tem alguma alegação de distúrbio ou algum preso que não quer voltar para cela, com bomba de borracha, cachorros, os presos são obrigados a ficar pelados, sendo ameaçado muitas vezes pelos cachorros muito próximos. Então é uma tortura psicológica muito severa que eles fazem”, contou o defensor.

Objetos ilícitos nas celas

Um dos episódios relatados à Organização das Nações Unidas (ONU) foi operação realizada em 2015, na Penitenciária de Presidente Prudente, para apreender possíveis objetos ilícitos nas celas. Na ocasião, cerca de 240 detidos sofreram violência física e psicológica por duas horas e meia. De acordo com o documento, mesmo sem encontrar resistência, os agentes do GIR xingaram e agrediram fisicamente os presos com socos, chutes e golpes de cassetete, além de disparos de balas de borracha em ambiente fechado. 

“Vários presos sofreram lesões corporais, principalmente nas costas e nádegas, demonstrando que estavam em posição indefesa. Como se não bastasse, entre os feridos estavam um idoso e um cadeirante, o que demonstra o nível de brutalidade dos ataques”, relatou a Defensoria na análise.

O documento aponta que, além da violência institucional, outras violações sistemáticas que configuram atos de tortura no sistema prisional paulista são “a superlotação carcerária, falta de ventilação e iluminação adequadas, equipes mínimas de saúde insuficientes, falta de medicamentos, má qualidade da estrutura física dos prédios, racionamento de água, falta de água potável, falta de chuveiros quentes, limitação e ausência de banhos de sol, falta de itens de higiene pessoal e vestuário e falta de alimentação adequada e em quantidade suficiente”.

Fome

Há reclamações recorrentes sobre a quantidade da alimentação no sistema penitenciário paulista. “O medo da fome é constante no sistema carcerário, os presos vivem sob essa ameaça e passam fome constantemente aqui no estado de São Paulo. Eles precisam complementar a alimentação através do apoio familiar. Se a família não manda comida, eles reclamam que passam muita fome, que a comida não é suficiente”, revelou Polachini à Agência Brasil.

O defensor citou ainda situações conhecidas como “pena de fome”, em que irregularidades cometidas pelas pessoas encarceradas são punidas com racionamento de comida. “Eles ficam sem comer por um período ou é diminuída a comida para eles. Isso me parece uma evidente tortura”, comentou. Além disso, segundo ele, cotidianamente boa parte das unidades racionam a água, os presos muitas vezes são privados de tomar banho e passam sede constantemente.

Em relação as violências psicológicas, há denúncias de ameaças por parte dos funcionários das unidades prisionais. “Quando vai chegando perto da saída dele [para o semi aberto], os funcionários começam a ameaçar com [aplicação de] faltas graves, então ele vive uma constante tortura psicológica com medo de falar qualquer coisa, fazer qualquer coisa, e ter o direito dele a progressão de regime impedido.”

Segundo ele, há também uma tortura que é feita durante as revistas. “Tem penitenciárias específicas em que os presos, para saírem para trabalhar, por exemplo, ainda que eles estejam no regime semi aberto, eles têm que tirar a roupa todo dia”. O defensor acrescentou que, em uma das denúncias recebidas pela Defensoria, uma pessoa com deficiência era obrigada a tirar a roupa e sentar no chão em todas as saídas da cela, o que foi definido como “torturante” pelo denunciante.

Condições ideais

O defensor público Polachini ressalta que a única limitação imposta pela Justiça às pessoas encarceradas é privação de liberdade. Diante disso, os demais direitos, garantidos a qualquer cidadão, deveriam ser garantidos também dentro do cárcere. Segundo ele, esse é o entendimento das cortes superiores e dos tribunais internacionais.

Entre as medidas consideradas básicas, estão o afastamento de guardas e agentes penitenciários envolvidos em casos de tortura, acesso a médico, melhoria na oferta de alimentação, tanto em quantidade como em qualidade, proibição do racionamento de água.

“Todos os direitos que as pessoas têm na rua os presos deveriam ter, então direito a trabalho, a estudo, à dignidade – que abarca uma quantidade maior de direitos. Os presos têm exatamente todos os direitos de um cidadão [em liberdade]: não pode ser torturado, não pode ser agredido, não pode ser xingado, não pode ter racionamento de produtos essenciais, como água a energia elétrica”, disse.

Para ele, a melhoria das condições estruturais do sistema penitenciário passa por medidas de desencarceramento. “A única solução que eu vejo como melhoria disso é o desencarceramento. O sistema carcerário em si é feito para ser uma forma de tortura, então para reduzir a tortura só tirando pessoas lá de dentro. Então o desencarceramento da maior quantidade de pessoas possíveis para evitar que mais pessoas sofram com isso.”

Existem instrumentos atualmente que visam à redução da população carcerária, mas que não são colocadas em prática pelo judiciário. “A nossa Constituição trata a prisão como uma exceção. 40% dos presos são presos preventivos, são presos que não foram condenados ainda. A constituição e Código do Processo Penal, e até as recomendações do próprio CNJ e do STF, falam que a prisão antes da sentença é uma exceção”, disse.

“Muitas vezes isso infelizmente não é aplicado, principalmente, aqui no estado de São Paulo, que tem um alto índice de conversão das prisões em flagrante em prisão preventiva. Medidas alternativas à prisão preventiva poderiam ser mais aplicadas, já são completamente previstas”, acrescentou.

Ele citou o habeas corpus coletivo, concedido pelo STF em 2018, que determinou a substituição da prisão preventiva por domiciliar para gestantes, lactantes e mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência, em todo o território nacional. No entanto, a medida ainda apresenta dificuldade de aplicação.

“Os juízes aqui em São Paulo acabam sendo muito reticentes na aplicação disso, muitas vezes falando que só tem duas opções: a mãe cometeu o crime com a criança ou sem a criança. Se ela comete o crime com a criança, [consideram que] ela está sendo uma mãe que deixou a criança em risco. Se ela comete um crime sem a criança, [consideram que] ela já tinha abandonado filho, então não teria porque ela ter direito a prisão domiciliar”, lamentou o defensor.

Entre as recomendações do documento enviado à ONU, a Defensoria pede que país adote medidas que garantam o afastamento cautelar de servidores públicos suspeitos de envolvimento em crimes de tortura e maus tratos e que haja investigação célere, imparcial, eficaz e dentro de um prazo razoável dos casos.

A coordenadora auxiliar do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo, Surraily Youssef, avalia que a maior investigação que se faz em casos de violência cometida por agentes do estado não é da conduta do policial, por exemplo, mas da conduta da pessoa que foi presa.

“O que a gente percebe é que há ainda uma desvalorização da narrativa sobre violência das pessoas que já tiveram em algum momento algum contato com a Justiça Criminal e é essa cultura que nós precisamos reverter e combater para que aquela narrativa seja central para dar início aos mecanismos de apuração”, disse.

Ela acrescenta que os marcos institucionais, tanto nacionais como internacionais, indicam que a tortura é uma prática que sempre tem que ser vedada e todos os órgãos que tem contato com denúncias de tortura, principalmente o judiciário e o Ministério Público, devem dar encaminhamento a uma investigação de pronto.

Youssef avalia que é preciso pensar mecanismos de fiscalização dos ambientes de privação de liberdade, a fim de ampliar as possibilidades de acesso ao cárcere para essa fiscalização, como por exemplo o Mecanismo e o Comitê de Combate à Tortura no âmbito estadual, que são previstos no protocolo adicional da Convenção Contra a Tortura da ONU. Os instrumentos estavam previstos em projeto de lei, aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo, mas foi vetado pelo governo.

“O [João] Doria vetou em 2019 o projeto, que instituía o Mecanismo e o Comitê Estadual, que poderiam acessar os espaços de privação de liberdade. E não só o cárcere, há denúncias de violência em comunidade terapêuticas, em hospitais psiquiátricos, em casa de repouso, então é importante a gente ampliar, e a existência do mecanismo e do comitê permitiria a realização de inspeções nesse espaço prisionais”, disse.

Ela acrescenta que, quando existe uma abertura para fiscalização desses espaços de privação de liberdade, é possível não só registrar as práticas de tortura, mas pensar recomendações para que elas sejam superadas.

Outro lado

A Secretaria da Administração Penitenciária informou que não tolera quaisquer desvios de condutas de servidores e que, para toda denúncia de tortura ou ato correlato, o funcionário é investigado e, caso comprovada a denúncia, é afastado e punido de acordo com a legislação. Segundo a pasta, existem canais para recebimento de denúncias, como a Ouvidoria e a Corregedoria Administrativa do Sistema Penitenciário e o sigilo do denunciante é preservado.

“Sobre alimentação, a SAP informa que são servidas pelo menos três refeições (café, almoço e jantar) diariamente. A alimentação é balanceada e segue um cardápio previamente estabelecido e elaborado por nutricionistas. Não há racionamento de água nas unidades da SAP. Todos os presídios seguem o que determina a Organização Mundial de Saúde, que estipula o consumo mínimo per capita de 100 litros diários de água”, diz a nota.

Para combater a superlotação prisional, a pasta informou que, neste ano, estão previstas as entregas de três novas unidades nos municípios de Aguaí, Riversul e Santa Cruz da Conceição, que terão o total de 2.469 vagas. “O governo de São Paulo também incentiva a adoção de penas alternativas pelo Poder Judiciário, além da realização de mutirões visando dar maior agilidade aos processos. Nos últimos dez anos, o número de vagas foi ampliado em 40,12% em todo estado”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil

Presidente Lula sanciona o novo Minha Casa, Minha Vida

Regras incluem ampliação do acesso de faixas de renda, redução de taxas e aumento do subsídio para aquisição dos imóveis, entre outras melhorias

Opresidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona nesta quinta-feira (13/7), no Palácio do Planalto, a lei que cria o novo programa Minha Casa, Minha Vida. A sanção ocorre após a aprovação pelo Congresso Nacional da Medida Provisória (MP) 1162/2023 que já estava em vigor desde fevereiro. O ministro das Cidades, Jader Filho, e a presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano, participam do evento. 

O Minha Casa, Minha Vida é o maior programa de habitação popular já executado no Brasil. Gerido pelo Ministério das Cidades, foi criado em 2009, e já entregou mais de 6 milhões de unidades habitacionais. Até 2026, a meta é contratar mais 2 milhões de moradias pelo programa. 

ENTREGAS E RETOMADAS – No primeiro semestre de 2023, até o dia 3 de julho, o Minha Casa, Minha Vida entregou 10.094 unidades habitacionais em 14 estados. As residências entregues somam um investimento total de R$ 1,17 bilhão. Nos próximos seis meses, a previsão é de entrega de mais oito mil unidades habitacionais e a retomada de 21,6 mil obras. 

Entre as principais mudanças na renovação do programa, estão:

FAIXA DE RENDA

No novo MCMV, as faixas de renda foram ampliadas, tanto para quem será beneficiado com um imóvel pelo Governo Federal, quanto para quem quer financiar. A renda mensal bruta familiar ficou dividida assim:

  • Faixa 1 contempla famílias com renda mensal de até R$ 2.640
  • Faixa 2 para famílias com renda entre R$ 2.640,01 e R$ 4.400
  • Faixa 3 para famílias com renda mensal entre R$ 4.400,01 e R$ 8.000 

 
VALOR DO IMÓVEL

O valor do imóvel do MCMV foi ampliado. Contempla valores diferentes de acordo com o porte da cidade que receberá o empreendimento e com a faixa de renda para qual ele está destinado.

De forma geral:

  • Para Empreendimentos que contemplem a Faixa 1 Subsidiado: até R$ 170 mil
  • Para Empreendimentos que contemplem a Faixa 1 e 2 Financiado: até R$ 264 mil
  • Para Empreendimentos que contemplem a Faixa 3 Financiado: até R$ 350 mil

 
Para o MCMV rural:

  • Para novas moradias, o valor máximo passou de R$ 55.000 para R$ 75.000
  • Para melhoria de uma moradia, o valor passou de R$ 23.000 para R$ 40.000

 
JUROS E FINANCIAMENTO

No novo MCMV, as taxas de juros do financiamento do imóvel foram reduzidas para a Faixa 1. É a menor taxa da história do FGTS.

Para as famílias cotistas com renda de até R$ 2 mil mensais a taxa passou de 4,25% para 4% ao ano, para quem vive nas regiões Norte e Nordeste. Para quem vive nas demais regiões do país, a taxa passou de 4,50% para 4,25%.

Os Juros do faixa 2 e 3 do MCMV, que chegam no máximo a 8,16% ao ano, são os mais baixos do mercado.

O programa passa a dispor das seguintes condições de taxas por faixa de renda:

FaixasIntervalos de RendaTaxas de juros (% ao ano)
CotistasNão Cotistas
Norte e NordesteSul, Sudeste, e Centro -OesteNorte e  NordesteSul, Sudeste e Centro -Oeste
Faixa 1Até R$ 2.0004,00%4,25%4,50%4,75%
De R$ 2.000,01 a R$ 2.6404,25%4,50%4,75%5,00%
Faixa 2De R$ 2.640,01 a R$ 3.2004,75%5,00%5,25%5,50%
De R$ 3.200,01 a R$ 3.8005,50%6,00%
De R$ 3.800,01 a R$ 4.4006,50%7,00%
Faixa 3De R$ 4.400,01 a R$ 8.0007,66%8,16%

Além das melhores taxas de juros do mercado, as famílias que acessarem o financiamento habitacional MCMV com recursos FGTS terão acesso a um maior desconto oferecido no valor da entrada para aquisição do imóvel. Antes, restrito a R$ 47,5 mil na Faixa 1, o subsídio concedido pelo Fundo poderá chegar agora a R$ 55 mil. Esse limite não era revisto desde 2017 e permite reduzir a entrada exigida na compra financiada do imóvel, tornando a casa própria uma realidade acessível para a população de baixa renda. O financiamento pelo MCMV permite aquisição de imóveis novos ou usados permitindo a reinserção no mercado dos cerca de 11 mil domicílios vagos apontados pelo último Censo Demográfico do IBGE.

SUBSÍDIO DO GOVERNO FEDERAL

Nos casos das moradias subsidiadas da Faixa 1, as famílias beneficiadas pagarão prestações mensais proporcionais à sua renda, com um valor mínimo de R$ 80, ao longo de um período de 5 anos.

Além disso, as novas contratações do MCMV trazem melhorias nas especificações dos imóveis para garantir moradia de qualidade aos beneficiários.

  • Aumento na área mínima das unidades: 40 m² para casas e 41,50 m² para apartamentos,
  • Criação de varandas para oferecer um espaço adicional aos moradores.
  • Os conjuntos deverão ser equipados com sala de biblioteca e equipamentos para a prática esportiva.
  • Localização do terreno: agora o terreno deverá estar inserido na malha urbana, com proximidade a infraestrutura urbana completa já instalada e consolidada, acesso a equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, acesso a comércio e serviços e transporte público coletivo. Terrenos mais bem qualificados podem receber um valor adicional em sua aquisição, incentivando a qualidade e adequação das localizações dos empreendimentos.

Fonte: Gov.br

1º semestre da 20ª Legislatura foi marcado pelo alto rendimento

Tendo como foco a dedicação total às demandas do povo goiano, o primeiro semestre da 20ª Legislatura foi marcado pelo alto rendimento quando o assunto é a produção de leis. No Plenário Iris Rezende, os deputados da Alego deliberaram 2.679 processos legislativos entre janeiro e o início de julho de 2023, um aumento de 108,55% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram apreciados 1.285 textos.  

Do total, foram 585 iniciativas parlamentares, 19 da Mesa Diretora, 195 encaminhados pela Governadoria, 18 de outros Poderes e órgãos, 138 vetos, 55 pareceres contrários emitidos pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação e 1699 requerimentos. 

O presidente da Assembleia, Bruno Peixoto (UB) comemora os resultados. “São matérias que vão diretamente ao encontro dos anseios da nossa população. Por isso, em tempo recorde, aprovamos essas 2.679 propostas que, sem dúvidas, farão a diferença na vida do nosso povo”, avalia.

E promete: “Queremos dar celeridade nos projetos dos deputados e da Governadoria, para que, assim que aprovados, possam melhorar a vida dos goianos”.

Entre as proposituras apresentadas pela Casa até o dia 4 de julho, quando teve início o período de recesso parlamentar, além dos requerimentos já citados, foram 665 projetos de lei ordinária, 7 de lei complementar, 26 projetos de resolução e cinco propostas de emenda constitucional (PEC). Já foram publicadas oficialmente três PECs, 324 leis ordinárias, cinco leis complementares, 13 decretos legislativos e 19 resoluções. 

Relembre alguns destaques

Do Executivo

Neste semestre, o governador Ronaldo Caiado (UB) enviou 195 projetos de lei para serem analisados pelo Parlamento goiano. As sugestões abarcam diferentes temas relevantes ao estado de Goiás e a assistência social foi um dos que recebeu destaque. 

No mês de março, quatro projetos, que já se tornaram lei, contemplaram a área. O programa “Goiás por Elas” beneficia mulheres vítimas de violência doméstica em situação de vulnerabilidade social com auxílio financeiro. Originalmente processo nº 218/23, a Lei nº 21.812/23 promove a transferência direta de renda no valor de R$ 300 pelo período de 12 meses com intenção de romper o ciclo da violência.

Já o programa “Dignidade”, tema da Lei nº 21.810/23 (projeto nº 216/23), presta assistência social aos idosos. O foco principal é a superação dos riscos sociais, garantia da segurança alimentar e autonomia financeira, a partir de um benefício pago no valor de R$ 300. A transferência direta de renda usa da base de dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). 

Outro programa criado foi o “Família Acolhedora Goiana”. A Lei nº 21.809/23 (originalmente projeto nº 215/23) tem por objetivo amparar crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por decisão judicial.

A iniciativa determina o cadastramento das famílias acolhedoras, a avaliação documental, seleção e capacitação das interessadas. Assim, as crianças e os adolescentes serão encaminhados mediante a disponibilidade das famílias com perfis mais adequados.

A instituição do Cofinanciamento Estadual da Assistência Social e alteração da Lei Estadual n° 19017/15 são as sugestões de outro projeto deste pacote. Protocolado na Casa sob o nº 217/23, a Lei nº 21.811/23 cria um modelo de financiamento estadual da assistência social para cumprir as prerrogativas estaduais com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), conforme a Lei Orgânica da Assistência Social. 

O Cofinanciamento Estadual, em correlação aos financiamentos federal e municipais, consiste em repassar recursos financeiros regularmente para apoiar as prefeituras na oferta de serviços e benefícios socioassistenciais a famílias em situação de vulnerabilidade em Goiás. 

No quarto mês do ano, uma propositura movimentou as discussões parlamentares e, no final, acabou aprovada: a mudança de personalidade jurídica do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos de Goiás (Ipasgo). A Lei nº 21.880/23 (projeto de lei nº 517/23) criou o Serviço Social Autônomo de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos e Militares do Estado de Goiás (Ipasgo Saúde). 

A partir daí,  o Ipasgo deixou de ser uma autarquia, personalidade jurídica incompatível com a atuação na saúde suplementar. Desde 2009, quando o Goiás Previdência (Goiasprev) assumiu a gestão do regime de previdência, o Ipasgo passou a cuidar apenas do plano de saúde dos servidores.

Agora, o Ipasgo é um Serviço Social Autônomo (SSA). O SSA é uma personalidade jurídica de direito privado e sem fins lucrativos. No caso em questão, o referido serviço teria a competência de gerir o Ipasgo, bem como prestar apoio técnico, científico e financeiro aos programas, projetos, ações e serviços de assistência, conforme atos normativos a serem elaborados.

Também em abril, atenta à onda de violência nas escolas que assolava o país, a Alego avalizou a Lei nº 21.881/23 (projeto nº 496/23), de autoria do Executivo, que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate à Violência Escolar.

A matéria estabelece protocolos para promover a segurança nas escolas das redes pública e privada, de ensino normal e profissional, básico e superior. Dentre as medidas, está a instalação de câmeras de monitoramento nas unidades de ensino, utilização de detectores de metais e campanhas de combate ao bullying no ambiente escolar. 

Mais um destaque é a aprovação do reajuste anual dos vencimentos, subsídios e proventos do pessoal civil e militar ativo e inativo e pensionistas, inclusive empregados públicos do Poder Executivo. E a revisão dos vencimentos dos ocupantes do cargo de professores dos quadros permanentes e transitórios do Magistério Público Estadual. Segundo o texto enviado pelo chefe do Executivo, o objetivo é cumprir a Constituição Federal e a Lei Federal nº 11.738/2008.

A última propositura da Governadoria aprovada no Parlamento goiano no primeiro semestre de 2023 é a de n° 1203/23. A matéria altera a Lei Complementar Estadual nº 58, de 4 de julho de 2006, e a Lei Estadual nº 16.469, de 19 de janeiro de 2009. A primeira norma dispõe sobre a organização da Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

Já a segunda regula o processo administrativo tributário e dispõe sobre os órgãos vinculados ao julgamento administrativo de questões de natureza tributária. A propositura tem origem na PGE, que analisou o papel da advocacia pública no contencioso administrativo tributário e a possibilidade de atuação do órgão no Conselho Administrativo Tributário (CAT).

O ingresso da PGE como novo sujeito no CAT significa evolução no controle da legalidade do crédito, com a defesa do direito fundamental dos contribuintes no exercício da autocontenção por parte do Estado. 

Parlamentares 

Sempre atentos às necessidades da população, os deputados estaduais podem legislar, observadas suas competências legais, por exemplo, sobre educação; saúde; meio ambiente; produção e consumo; sistema tributário estadual; proteção ao patrimônio goiano; desenvolvimento e inovação; proteção e integração social das pessoas com deficiência. No decorrer do semestre, algumas das propostas passaram definitivamente pela Alego e já foram, inclusive, sancionadas pelo governador Ronaldo Caiado. 

A proibição da oferta e a realização de contrato de empréstimo financeiro com idosos por meio de ligação telefônica, Lei nº 22.036/23 é uma delas. A ideia de Talles Barreto (UB) que tramitou sob o nº 1474/19 foi aprovada definitivamente em maio deste ano. 

O propositor alega que, nos últimos anos, o número de idosos aumentou e as instituições financeiras vislumbraram uma fonte de obtenção de lucro através de empréstimos para os mesmos. Uma das estratégias utilizadas por essas empresas é a realização desse tipo de serviço por ligações, o que vem gerando, segundo ele, muitas reclamações de idosos que foram lesados. Além disso, a prestação desse tipo de empréstimo feito por telefone “fere gritantemente os princípios norteadores do Código de Defesa do Consumidor e do Estatuto do Idoso”.

Prevista pela Lei nº 22.030/23, a política pública educativa de sensibilização, prevenção e combate aos jogos eletrônicos que induzam, instiguem ou auxiliem crianças, adolescentes e jovens à violência, à automutilação e ao suicídio concluiu sua tramitação na Casa em abril de 2023. 

A sugestão veio de Karlos Cabral (PSB) e, agora, determina que as redes publicas de ensino do estado de Goiás e da iniciativa privada promovam, entre outras ações, campanhas que envolvam docentes e psicólogos para sensibilizar os jovens no ambiente escolar e alertar para os perigos de jogos e plataformas sociais no ambiente digital, além de orientar os pais a identificar comportamentos estranhos.

Igual situação é a da Semana Estadual da Reciclagem e do Meio Ambiente, criada pela Lei nº 22.014/23 e assinada pelo deputado Antônio Gomide (PT).  O objetivo é oferecer, principalmente aos estudantes, o conhecimento para participar do processo de preservação ambiental no seu dia a dia, da correta destinação dos resíduos e da mobilização sobre a importância do ecossistema no estado.  A escolha da data de realização da Semana Estadual da Reciclagem e do Meio Ambiente foi fixada no dia 5 de junho, que coincide com a comemoração do Dia Nacional da Reciclagem.

Preconizado pelo deputado Delegado Eduardo Prado (PL), o “Selo Acolher”, o qual valoriza empresas e entidades que tenham ações favoráveis a vítimas de violência doméstica, virou realidade com a Lei nº 21.920/23

Conforme o texto, o selo será outorgado a empresas privadas, entidades governamentais e entidades sociais que atuem no desenvolvimento de ações que envolvam a formação, qualificação e a inserção de mulheres vítimas de violência doméstica no mercado de trabalho.

Para que o certificado seja concedido, devem-se cumprir uma série de requisitos, entre eles os de desenvolver cursos de qualificação profissional voltados à inclusão e ao desenvolvimento da mulher no mercado de trabalho e ofertar cursos de capacitação ou de emprego para mulheres vítimas de violência doméstica ou sexual. 

Também recebeu a sanção da Governadoria a Lei nº 21.852/23 (originalmente projeto nº 2002/19), de autoria do deputado Virmondes Cruvinel (UB), que cria a Política Estadual do Voluntariado Transformador visando preparar cidadãos e instituições para a prática do voluntariado. A matéria foi aprovada em duas fases em março. 

O propósito é contribuir, por meio do trabalho voluntário, para a construção de realidade em que o indivíduo caminhe em direção ao outro, onde os grupos se transformem em redes, em cooperação e no assistencialismo, em promoção da cidadania.

Mais um exemplo é o da criação do Banco Comunitário de Cadeiras de Rodas e Similares em Goiás, criado pela Lei nº 21.848/23 e de autoria conjunta dos deputados Bruno Peixoto e Charles Bento (MDB). 

A lei institui, por meio do referido Banco, a organização de empréstimos de cadeiras de rodas, bengalas, muletas, andadores e outros equipamentos similares às pessoas com deficiências, sejam elas temporárias ou permanentes.

Vetos

A maioria dos vetos apreciados acabou mantida pelo Plenário, 136, apenas dois foram derrubados e fizeram com que as propostas seguissem para promulgação e se tornassem lei. 

Um deles recaiu na flexibilização do uso de fogos de artifício com efeito sonoro. Trata-se da proposição do deputado José Machado (PSDB) que acrescenta ressalva à proibição de uso desses explosivos para festividades culturais reconhecidas como patrimônio cultural. O projeto tornou-se o autógrafo de lei no 290/23, totalmente rejeitado pelo Executivo, decisão que foi derrubada com o placar de 21 votos a 14, em pleito secreto. Assim, acabou promulgada a Lei nº 22.002/23

O outro veto integral, que teve 31 votos pela rejeição e apenas um favorável, indeferia a sugestão de Bruno Peixoto para criar um cadastro de empresas da área ambiental. A ideia visa instituir, sob administração da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o Cadastro Técnico Estadual de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental (CTDA), de inscrição obrigatória e sem qualquer ônus, para pessoas físicas ou jurídicas que se dedicam a uma ou a mais de várias atividades ligadas ao setor. O autógrafo ainda aguarda promulgação pela Mesa Diretora. 

Fonte: Alego

Adasa recebe a Arsesp

Representantes da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) estiveram na sede da Adasa nesta quarta-feira (12/07) para conhecer práticas adotadas na regulação e fiscalização de resíduos sólidos no Distrito Federal. Há dois anos, a Arsesp assumiu a temática e tem buscado conhecer experiências exitosas para aprimorar o serviço oferecido à população paulista.

Durante a visita, foram trabalhados temas referentes à regulação e fiscalização de resíduos sólidos, com destaque às rotinas de fiscalização, indicadores regulatórios e contratuais, ordenamento técnico administrativo, processo sancionatório e características dos contratos/convênios.

No início da reunião, o diretor da Adasa, Felix Palazzo, compartilhou experiências referentes ao período em que foi presidente do SLU em Brasília, momento em que precisou fazer uma imersão total para aprender no menor tempo possível. “É claro que o conhecimento é inesgotável. E a cada dia somos confrontados por novos desafios. Por isso, trocas como estas são extremamente necessárias, uma vez que precisamos ser assertivos nas decisões e soluções adotadas para não onerar excessivamente os cofres públicos”, destacou Palazzo.

Na sequência, a superintendente de resíduos sólidos da Adasa, Élen dos Santos, reforçou que a regulação depende da vivência. “ É preciso saber quais os problemas que ocorrem diariamente naquele setor e como a regulação pode contribuir com a sua resolução. Um grande exemplo disso é a elaboração de documentos técnicos, criados pela Adasa, que auxiliam as instituições na adoção de melhores contratações de serviços”, explica a superintendente.

Para a comissão da Arsesp, o encontro superou a expectativa. “A Adasa é referência para nós reguladores e com certeza esse encontro vai nos ajudar no trabalho que estamos desenvolvendo em São Paulo”, concluiu a especialista em regulação e fiscalização de serviços públicos, Elaine Sandovette.

Além do ouvidor Robinson Cardoso e os técnicos da Adasa, também participaram do encontro a gerente de estudos técnicos, Danielle Lodi, e os especialistas Vera Cassia Rocha e Vladimir de Lima da Arsesp. 

A agenda segue com visita técnica à Instalação de Recuperação de Resíduos no P Sul.

Fonte: Adasa-DF

Inauguração de agências do BRB em João Pessoa é confirmada

Da Redação

O Banco de Brasília (BRB) confirmou a inauguração de 3 agências neste mês em João Pessoa. A notícia foi dada pelo próprio prefeito da cidade, Cícero Lucena, segundo ele, a folha de servidores começará a ser paga em agosto pelo banco.

O banco dará incentivos aos servidores e gerará empregos na cidade com a abertura de 10 agências.

O prefeito de João Pessoa Cícero Lucena ( Progressistas) fez um pronunciamento sobre o banco, dizendo que. “Hoje é o banco que está tirando a caixa que mais empresta à indústria da construção civil, é o banco que tem patrocinado eventos na nossa cidade, que vai ofertar crédito consignado com mais de 140 meses a juros mais barato do que o praticado no mercado de trabalho”.

“Garantir financiamento imobiliário para todos os funcionários da Prefeitura, ou seja, estamos com um volume muito interessante para a cidade, gerando empregos, serão 10 agências como também para os servidores do município de João Pessoa” concluiu Cícero.

Ibaneis assina novo decreto antes de viajar

crédito: Renato Alves/ Agência Brasília

Da Redação

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), antes de sair de férias, decretou normas para apuração de casos de assédio em órgãos do GDF. 

Com isso, uma comissão especial deverá analisar denúncias sobre casos de importunação sexual e moral em órgãos vinculados ao Governo do Distrito Federal.

O decreto assinado pelo chefe do executivo local, determina a apuração de casos de assédio moral ou sexual no ambiente de trabalho de órgãos e entidades vinculados à administração direta e indireta do DF.

A Comissão Especial de Prevenção e Combate ao Assédio, serão os responsáveis por receber, avaliar a veracidade dos fatos e determinar se há indícios mínimos de ocorrência do assédio nas denúncias feitas.

Ana Moser é “escalada” pelo Governo para defender a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil

Ministra recebe do presidente Lula a missão de representar o Governo Federal na Austrália e na Nova Zelândia e de articular para trazer ao país o primeiro mundial feminino da América do Sul

Aministra do Esporte, Ana Moser, embarca nos próximos dias para acompanhar de perto a Copa do Mundo Feminina de Futebol. Após reunião nesta terça-feira, 11/7, no Palácio do Planalto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação) e Rui Costa (Casa Civil), a missão recebida pela ministra é aproveitar o principal evento da categoria para fortalecer a candidatura do Brasil ao Mundial de 2027. Seria o primeiro na América do Sul.

“A reunião foi para marcar a posição do governo de buscar a sede da Copa do Mundo de Futebol 2027. A gente vem trabalhando nisso há algum tempo, com CBF e Governo Federal. Estamos às vésperas da Copa na Austrália e Nova Zelândia. Nesse timing, a gente se coloca forte para buscar a Copa do Mundo. Essa foi a missão dada pelo presidente: ir à Austrália, representar o governo, fazer todos os contatos e as conversas para viabilizar isso”, afirmou Ana Moser.

A ministra lembrou que a escolha será feita no ano que vem, mas o processo de articulação com delegados de vários países é importante no processo. O Brasil disputa com outras três candidaturas: Holanda, Alemanha e Bélgica pleiteiam ser sede pela Europa. Estados Unidos e México estão juntos em torno de uma candidatura da América do Norte. E há a África do Sul.

“A grande novidade para o futebol feminino mundial seria a primeira Copa do Mundo da América do Sul. É uma região que tem um campo de crescimento grande para o futebol feminino. Para nós, no Brasil, seria super importante, na medida em que a gente tem priorizado o desenvolvimento do futebol feminino, a construção de uma estratégia de apoio ao desenvolvimento da modalidade que estamos para apresentar”, ressaltou a ministra do Esporte.  

Segundo Ana Moser, a estratégia envolve ampliar condições de disputa de campeonatos internos, pensar em planos de carreira de atletas, ampliar metodologias, especializações, espaços de iniciação, centros treinamento e a perspectiva da participação.

“A Copa do Mundo seria a culminância de tudo isso. É um evento simbólico da presença da mulher no esporte. O futebol é super forte no Brasil, mas para homens. Furar essa bolha e trazer essa visibilidade, valorizar a participação da mulher de maneira geral, é nossa missão”, disse.

MUNDIAL – Na Austrália e na Nova Zelândia, 32 seleções disputam o título a partir do dia 20 de julho. O Brasil está no Grupo F, ao lado de França, Jamaica e Panamá. A estreia das comandadas pela técnica Pia Sundhage será no dia 24 de julho, contra o Panamá, a partir das 8h (de Brasília), na cidade de Hindmarsh, na Austrália. Como na regra habitual dos Mundiais, duas equipes se qualificam para a fase de mata-mata em cada grupo. A decisão do torneio está marcada para 20 de agosto, no Estádio Olímpico de Sydney, na Austrália.

Fonte: Gov.br

Valparaíso | Escola de Líguas abre vagas para alunos da Rede Municipal

A matrícula é gratuita, nominal e intransferível!

A Escola Municipal de Línguas de Valparaíso dá início nesta semana às inscrições para os cursos de Inglês, Espanhol e Libras referentes ao 2° semestre de 2023. As vagas disponibilizadas na próxima terça-feira, 11, são destinadas exclusivamente para adesões do público de estudantes da rede municipal, do 6° ao 9° ano.

Os interessados devem comparecer a Escola de Línguas, entre 8h e 14h, portando os seguintes documentos e cópias: certidão de nascimento ou RG, CPF, declaração de escolaridade, comprovante de residência atual, 1 foto 3×4 e para alunos menores de 18 anos, RG e CPF do responsável.

Nos dias 12 e 13 a Escola abre vagas para toda a comunidade. No total, serão 1.000 vagas disponibilizadas para Língua Estrangeira Moderna (Inglês e Espanhol) e para Língua Brasileira de Sinais (Libras), divididas entre os cursos disponibilizados.

A Escola Municipal de Línguas fica localizada na Rua 13, Quadra 33, Lote 06, 1° andar, Parque Esplanada III (No prédio do Santander). Para mais informações, entrar em contato pelo número de telefone 61 3627-3161.

Fonte: Governo de Valparaíso-GO

Novo Gama | Maltratar animais é crime previsto em Lei Federal

Os maus tratos contra os animais ainda é, infelizmente, uma triste realidade em nosso país. Por isso, é preciso que estejamos sempre vigilantes e prontos para denunciar qualquer atitude suspeita ou criminosa.

É importante lembrá-los que maltratar animais pode resultar em detenção. Portanto, fazer rinha ou mutilação contra animais; mantê-los em local sem condições mínimas de higiene; praticar o abandono; valer-se de métodos punitivos, baseados em dor ou sofrimento, com a finalidade de treinamento ou exibição ou entretenimento, é crime.

Segundo a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998), a pena para quem cometer o crime é de detenção, de três a um ano, e multa, podendo ser aumentada de um sexto a um terço, se houver morte do animal.

Nosso compromisso é prezar sempre pela saúde e bem-estar dos animais, trazendo informações importantes para que juntos possamos combater os maus tratos e fazer da vida dos animais mais feliz e duradoura.

Para denúncias e esclarecimentos:


Secretaria do Meio Ambiente

Telefone: (61) 3628-8557

Email: meioambiente@novogama.go.gov.br

Endereço: Avenida Principal, Qd. 482, Lote 34, Pedregal

Horário de Atendimento: Segunda a Sexta das 08h às 17h

Fonte: Governo de Novo Gama-GO