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Mexicanização Brasileira: facções ocupam espaços do Estado e avançam sobre serviços públicos e negócios legais

O poderio do crime que motivou a ação policial no Rio de Janeiro não é um caso isolado. É a tradução de uma doença metastática que consome o Brasil. O que se vê no Rio hoje é apenas o ensaio geral, a prévia mais avançada do que todo o país experimentará amanhã se não acordarmos para a realidade brutal: o crime não mais opera à margem do Estado; ele se infiltrou em suas veias e diversificou seus negócios em escala industrial.

O conceito de crime organizado transcende em muito aquele já conhecido como ilícito comum. Estamos falando de um conglomerado infiltrado nas instituições públicas, com gestão corporativa, que sistematicamente corrompe e coopta o Estado para garantir a impunidade e expandir seus impérios. Esta não é uma teoria conspiratória. É a prática documentada de facções como o PCC e o Comando Vermelho, que hoje controlam cadeias inteiras do poder público. A infiltração é a nova arma, agora eficaz e silenciosa. As fraudes em concursos públicos, criminosos eleitos para parlamentos e um judiciário leniente são as provas cabais de êxito desta estratégia.

Além disso, é um erro reduzir o poder do crime apenas ao tráfico de drogas. Atualmente uma vasta e complexa teia econômica lava seus recursos e financia sua expansão. Facções dominam o contrabando de cigarros, comercialização de vapes, adulteração de combustíveis em escala nacional e, de forma mais visível, parcelas do lucrativo mundo das apostas que envolvem influenciadores. Segundo a Receita Federal, apenas 27 das 134 empresas do setor possuem registro regular, criando um ambiente fértil para lavagem de dinheiro.

Enquanto o Rio de Janeiro chama a atenção pela visibilidade, vastas regiões do Norte e Nordeste do país já vivem sob um silencioso e férreo controle das facções. Inúmeras cidades têm seu comércio, transporte e até a vida social ditados pelo crime. Prefeitos governam sob a tutela de grupos criminosos ou fazem parte deles, enquanto a população vive sob a lei do silêncio, sabendo que o Estado, quando aparece, é muitas vezes apenas uma extensão do poder do tráfico e das milícias. Segundo o Monitor da Violência, 15% dos municípios brasileiros relataram episódios de guerra entre facções em 2023, um aumento de 40% em relação a 2020. São batalhas pelo domínio territorial.

Este cenário é a materialização do que especialistas chamam de “mexicanização”. Não se trata de uma simples importação cultural, mas da adoção de um modus operandi onde os cartéis não apenas disputam mercados ilícitos, mas contestam o monopólio estatal da força e controlam porções significativas do território e da economia formal e informal. O destino lógico e aterrador deste caminho é o nascimento de um modelo de narcoestado, onde as decisões de política pública, as nomeações para cargos-chave e a agenda econômica são influenciadas pelos interesses escusos que, além do crime, controlam parcelas do comércio, política, entretenimento, energia e outros setores.

A ação no Rio é um sintoma de uma guerra civil assimétrica, um conflito armado onde o Estado reage à superfície do problema, mas perde a guerra silenciosa nos corredores do poder e no campo econômico. Enquanto não houver uma estratégia nacional, unindo inteligência, investigação financeira, combate implacável à lavagem de dinheiro e, sobretudo, a desinfecção da máquina pública cooptada por essas milícias e facções, estaremos apenas enxugando gelo. O Brasil está caminhando a passos largos para se tornar o que o Rio já é: a tradução de um Estado falido.

Em busca de boas práticas mundiais, comissão que analisa PL 733 visita portos asiáticos

Diretor-presidente da ABTP, Jesualdo Silva, defende defende uma análise criteriosa e célere do PL 733/25


ABTP reforça que o novo marco regulatório trará segurança jurídica, estímulo a investimentos e mais competitividade ao País


Ampliar oportunidades de investimentos privados com segurança jurídica, reduzir entraves e burocracias e modernizar as relações laborais. Essas são algumas das transformações que o Projeto de Lei 733/2025, em tramitação na Câmara dos Deputados, trará para o setor portuário brasileiro e, consequentemente, para o desenvolvimento do País. A Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP) ressalta a relevância da proposta e defende uma análise criteriosa e célere do texto, diante da urgência de atualização do marco regulatório portuário nacional.
 

Para aprimorar a análise do projeto, que propõe um novo marco legal para o setor, entre os dias 2 e 7 de novembro, representantes da comissão especial que analisa o texto embarcam em missão internacional para conhecer modelos de excelência nos portos de Busan, na Coreia do Sul, e Hong Kong, na China, referências globais em eficiência e inovação. De autoria do deputado Leur Lomanto Júnior (União/BA), o PL 733/2025 avança em temas como exploração dos portos organizados, operações portuárias e sobre regulação do trabalho no setor. A proposta busca modernizar o ambiente de negócios, tornando os portos brasileiros mais atrativos e estimulando novos investimentos privados.
 

“A experiência internacional é fundamental para embasar a formatação de uma legislação moderna e adequada à importância dos portos brasileiros. Conhecer as melhores práticas operacionais e regulatórias desses grandes hubs logísticos permitirá construir um marco legal capaz de atrair investimentos, gerar empregos e impulsionar a competitividade nacional. O Brasil tem pressa em modernizar seu setor portuário para acompanhar as demandas globais e o crescimento projetado do comércio exterior”, afirma o diretor-presidente da ABTP, Jesualdo Silva.
 

O executivo se refere às projeções otimistas para os próximos anos: entre 2026 e 2033, as exportações brasileiras devem crescer, em média, 3,5% ao ano, ritmo superior ao do comércio mundial, estimado em 2,9%. Se o País estiver preparado para atender a essa expansão, poderá movimentar trilhões em novas receitas, fortalecendo a economia, gerando empregos e promovendo o desenvolvimento regional. Considerando que mais de 95% do comércio exterior brasileiro em volume passa pelos portos, a infraestrutura e a regulação do setor são fatores decisivos para o futuro do Brasil.
 

“O PL 733 representa um passo decisivo rumo à modernização do setor portuário brasileiro, à medida que a proposta aprimora as relações laborais, amplia a liberdade para investimentos privados e cria oportunidades de crescimento econômico sustentável. É preciso que todos reconheçam o papel estratégico dos portos no desenvolvimento do Brasil para que avancemos de forma efetiva na construção desse novo marco”, reforça Silva.

A ABTP reafirma seu compromisso permanente com o desenvolvimento sustentável e competitivo do setor portuário brasileiro, atuando de forma técnica e colaborativa. A entidade acredita que o avanço de um novo marco regulatório deve ocorrer com equilíbrio, previsibilidade e diálogo amplo entre o poder público, a iniciativa privada, os trabalhadores e toda a cadeia logística. Somente com um ambiente institucional estável, pautado pela segurança jurídica e pela convergência de interesses, será possível consolidar um setor portuário moderno, produtivo e capaz de impulsionar o crescimento econômico do Brasil nas próximas décadas.

Maratona do Rio 2026 retorna ao percurso com saída da Praia da Reserva e promete edição histórica 

Maratona do Rio retorna ao percurso com saída da Praia da Reserva (Divulgação/Maratona do Rio)

Trajeto passará por toda a orla carioca e pelos principais cartões-postais da cidade

até a chegada na Marina da Glória


Maratona do Rio anuncia uma grande novidade para 2026: a prova de 42km voltará ao percurso similar ao original, retomando o trajeto icônico que consagrou o evento como uma das corridas mais belas do mundo. A largada será novamente na Praia da Reserva, na Zona Sudoeste, com chegada na Marina da Glória, percorrendo toda a orla carioca e passando por cartões-postais como Leblon, Copacabana, Aterro do Flamengo e Centro Histórico, até a chegada na Marina da Glória.


A alteração marca um novo capítulo na história da maior plataforma de corridas de rua da América Latina. Desde 2019, o percurso havia sido ajustado com largada e chegada no Aterro do Flamengo por conta do deslizamento na Avenida Niemeyer – via que fazia parte do trajeto antigo da maratona e precisou ser interditada. Agora, com as condições restabelecidas, o evento volta a abraçar o Rio de ponta a ponta, sempre com atenção às demais atividades e provas que já acontecem nos locais do percurso, garantindo segurança, logística e mínima interferência à cidade.


A Maratona do Rio 2026 acontecerá no feriado de Corpus Christi, de 4 a 7 de junho, e contará com provas de 5km, 10km, 21km, 42km e Desafio 21km + 42km, reunindo atletas profissionais, amadores e corredores de diversos países em uma verdadeira celebração do esporte e da cidade. Chegando em sua 24ª edição, o evento tem expectativa de superar as 60 mil inscrições de 2025 e foco em elevar ainda mais a excelência técnica e a experiência do corredor, dois pilares que tornam a Maratona do Rio reconhecida globalmente.

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Créditos: Divulgação/Maratona do Rio


Segundo Pedro Pereira, gerente de produto da Maratona do Rio, o retorno ao percurso com largada na Praia da Reserva reforça a vocação da prova para estar entre as grandes do mundo. “Mais do que uma corrida, a Maratona do Rio é uma experiência. Estamos voltando ao percurso similar ao original, com pequenas mudanças, para reafirmar o que temos de mais bonito: a energia do Rio e o espírito de superação que move cada corredor. Com paisagens naturais e históricas do km 1 ao 42.195, o novo trajeto combina potencial técnico e capacidade operacional até três vezes maior que a atual, o que nos prepara para o crescimento sustentável e a internacionalização do evento.”, afirma o executivo.


Considerada por muitos como “a Major do povo”, a Maratona do Rio chega à sua próxima edição consolidada como um dos eventos esportivos mais importantes do calendário nacional e pronta para escrever mais um capítulo inesquecível em sua trajetória. “A Maratona do Rio vive um momento histórico. A prova está se consolidando no cenário mundial das corridas. E se há algo que só a Maratona do Rio tem, é o percurso mais lindo do mundo”, comenta Pedro Pereira.


Vale reforçar que as outras provas (5Km, 10Km e 21Km) seguem no atual percurso.


Mais informações sobre inscrições, detalhes do novo percurso e programação completa serão divulgadas em breve nos canais oficiais da Maratona do Rio.

InPress – Assessoria de Comunicação da Maratona do Rio

B3 avança no cronograma de implantação de duplicata escritural

Bolsa declarou prontidão após aprovação do plano de testes homologatórios pelo Banco Central
 

São Paulo, 31 de outubro de 2025 – A B3, bolsa do Brasil, anuncia que está pronta para iniciar os testes homologatórios do sistema de duplicata escritural, em alinhamento com o cronograma estabelecido pelo Banco Central, reafirmando seu compromisso com a solidez e evolução do mercado de crédito.

Nos próximos quatro meses serão realizados testes funcionais e não funcionais para avaliar os sistemas desenvolvidos pela B3, incluindo cenários de: cadastro de participantes, escrituração de duplicata – desde a sua criação até liquidação, registro de contratos de negociação e atos cambiais, capacidade, monitoramento, continuidade de negócios e outros quesitos. Também serão realizados testes integrados com as outras empresas que irão atuar no setor.

Após o período de testes e validação de um auditor independente, a B3 receberá a autorização do Banco Central para atuar como entidade escrituradora de duplicatas. Em 2026, terá início a fase de operação assistida e as empresas já poderão negociar as duplicatas na modalidade escritural.

“A B3 é líder no registro de duplicatas e conta com a maior base de dados do mercado. Estamos construindo uma plataforma completa e robusta com objetivo de oferecer um ambiente ágil, transparente e seguro para a negociação de duplicatas escriturais, incluindo soluções inteligentes agregadas, que irão trazer mais oportunidades de negócios para os nossos clientes”, afirma Humberto Costa, diretor de Produtos e Estratégia de Balcão da B3.

A duplicata escritural é a evolução da duplicata mercantil e oferece benefícios adicionais como rastreabilidade do status do título, reforço da segurança jurídica, aceite digital com presunção de validade e integração com instrumentos de pagamento como boletos e pix dinâmicos. Esses avanços tornarão a jornada de crédito mais segura e eficiente para todos os envolvidos.

A B3 atuará como escrituradora e registradora para duplicatas com benefícios como solidez operacional, atendimento facilitado, suporte técnico dedicado, conexão direta com ERPs ou plataformas, governança de dados com rastreabilidade, entre outras funcionalidades.

“O segmento de duplicatas movimenta cerca de R$ 10 trilhões por ano no Brasil e apenas 10% desses títulos emitidos são negociados. Estamos prontos para liderar essa transformação e desenvolver novas oportunidades de crédito para o mercado com as duplicatas escriturais”, diz Costa.

Governo federal entrega obras no Porto de Outeiro (PA) e amplia infraestrutura para a COP30

Com investimentos de R$ 260 milhões, cais do porto está apto para atracação de navios e embarque e desembarque de passageiros
 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participaram neste sábado (1º) da cerimônia de entrega das obras de requalificação do Terminal Portuário de Outeiro, no Pará. Com investimentos de R$ 260 milhões, a estrutura está pronta para receber navios e movimentação de passageiros.
 

Coordenado pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e a Secretaria Extraordinária para a COP30 (Secop), com patrocínio federal via Itaipu Binacional e execução da Companhia Docas do Pará (CDP), o empreendimento modernizou e reforçou toda a área de cais e a prancha de carga do porto. Finalizadas antes do prazo, as obras geraram cerca de 450 empregos, com prioridade para trabalhadores da região.

Para o presidente Lula, o porto é um símbolo da bioeconomia do Brasil. “Vamos poder mostrar para a parte do mundo que está preocupada com a manutenção do clima de que investir em bioeconomia é uma das coisas mais sagradas. E o Pará pode ser a porta de entrada desse novo modelo de desenvolvimento. Este porto significa isso. Quem imaginaria que um transatlântico, que carrega 6 mil pessoas, poderia parar aqui? E a gente está mostrando que isso é possível”, celebrou.
 

Costa Filho fez questão de destacar a importância das obras no porto e seus benefícios. “As melhorias no terminal de Outeiro serão um grande reforço para receber os cruzeiros que virão para a COP30. Também serão instalados equipamentos, como estações de raio X, que nos permitirão ter controle de entrada e saída de quem nos visita. Tudo isso é mais conforto e segurança às delegações que aqui estarão. Isso dialoga com a agenda ambiental, com a sustentabilidade, com a transição energética. Assim, cada vez mais o Brasil vai se transformando num grande player internacional, e a pauta de sustentabilidade dialoga com o crescimento econômico do Brasil”, celebrou.

Benefício atual e futuro
 

O terminal está apto a receber dois navios como hotéis flutuantes durante a COP30, adicionando 6 mil leitos à rede hoteleira de Belém e desafogando a demanda por hospedagem durante o evento. No futuro, a estrutura será incorporada às rotas regulares de turismo marítimo, beneficiando de forma contínua os setores de hotelaria, gastronomia, transporte, comércio e a população da região Norte, com impactos em médio e longo prazos.
 

O novo terminal integra a estratégia do Governo Federal para fortalecer a matriz de exportação do estado e atrair novas rotas marítimas, consolidando o porto como alternativa competitiva no Arco Norte.
 

Iniciado em 17 de abril deste ano, o projeto do novo Porto de Outeiro está sendo concluído em seis meses, tempo recorde para uma obra portuária. Para isso, foram projetadas frentes de trabalho simultâneas, 24 horas por dia, em três turnos de trabalho com equipes diferentes, para que o cronograma seguisse o ritmo esperado. O projeto contou com a construção de 11 dolphins; instalação de 10 pontes metálicas; e ampliação do píer de 261 metros para 716 metros, com capacidade de deslocamento de 80 mil toneladas, o dobro da capacidade anterior.

Aeroporto de Belém
 

Mais cedo, Costa Filho e o presidente Lula visitaram e fizeram a entrega das obras de modernização do Aeroporto Internacional de Belém (Val-de-Cans), que recebeu R$ 450 milhões em investimentos da concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA). A ampliação elevou a capacidade do terminal de 7,7 milhões para 13 milhões de passageiros por ano e fortalece a infraestrutura da capital para eventos internacionais como a COP30.
 

Entre as melhorias estão a requalificação das pistas, novo pátio de aeronaves, ampliação do saguão e triplicação das áreas de embarque doméstico e internacional. O terminal também passou a contar com portões eletrônicos com tecnologia biométrica, sala multissensorial voltada ao público neurodivergente e passou a operar com 100% de energia renovável.
 

Na cerimônia, o chefe do MPor celebrou as melhorias. “As obras do Aeroporto de Belém estão oficialmente entregues à população do Pará e do Brasil. Mais de R$ 450 milhões investidos. Ganha a COP30, ganha o estado do Pará e ganha o Brasil”, disse.
 

As obras foram concluídas com quase um ano de antecedência e geraram mais de 1.500 empregos diretos e indiretos.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Ministério do Esporte apresenta programas e fortalece parcerias durante a Caravana Federativa em Foz do Iguaçu

Equipe do Ministério do Esporte apresentou projetos e programas da pasta, além de fornecer informações sobre convênios e contratos de repasse. Foto: Divulgação

O Ministério do Esporte (MEsp) participou da edição paranaense da Caravana Federativa, realizada nos dias 30 e 31 de outubro em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado. Organizada pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI), a ação reuniu mais de 50 órgãos federais com o objetivo de aproximar o governo federal de gestores estaduais e municipais.


O MEsp foi representado pelo chefe da Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos (Aspar), Ivo de Almeida, e a diretora de Programas e Políticas de Incentivo ao Esporte, Carolinne Gomes. A equipe apresentou projetos e programas da pasta, além de fornecer informações sobre convênios e contratos de repasse. Foram cerca de 200 pessoas atendidas, entre prefeitos, deputados, vereadores e gestores públicos.


“A resolutividade é a marca das caravanas. Nossa equipe divulgou ações e programas, destravou convênios e propostas e anunciou que, em breve, o ministro do Esporte irá inaugurar a primeira Arena Brasil no Paraná, no município de Prudentópolis”, afirmou Ivo de Almeida, destacando ainda a efetividade dos atendimentos realizados.

Ministra Gleisi Hoffmann. de Relações Institucionais, marca presença no estande do MEspAs Arenas Brasil fazem parte dos investimentos do Novo PAC e contam com campo society com iluminação em LED; Meia quadra de basquete; Pista de caminhada pavimentada; Parque infantil; Mobiliário urbano, como bancos e mesas para jogos. O projeto foi concebido com foco em acessibilidade, inclusão social e promoção de hábitos saudáveis, oferecendo atividades para todas as idades. Mais de 500 Arenas Brasil Serão construídas em todo o país.


Cooperação

A Caravana Federativa foi aberta pela ministra Gleisi Hoffmann (SRI), que reafirmou o compromisso do governo federal com a cooperação entre União, estados e municípios. Também participaram da cerimônia o secretário de Assuntos Federativos da SRI, Júlio Pinheiro, o presidente de Itaipu Binacional, Ênio Verri, e parlamentares como Zeca Dirceu e Aliel Machado.


Nos dois dias de evento, servidores federais realizaram mais de 1.500 atendimentos a gestores de 283 municípios paranaenses. Além dos espaços de diálogo, a caravana marcou a entrega de programas e convênios em áreas como agricultura, comunicação e educação.


A Caravana Federativa é uma iniciativa da Presidência da República para fortalecer o pacto federativo, descentralizando o atendimento dos ministérios e órgãos públicos e ampliando o acesso dos municípios às políticas e programas do governo federal.


Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte

Educação, inovação e sustentabilidade são temasde seminário da Febraban

Seminário Febraban de Relacionamento com o Consumidor (Semarc Nacional 2025) sediará 1ª cerimônia pública de entrega dos selos da autorregulação e apresentação do Guia de Boas Práticas de Educação Financeira, com Banco Central


A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) promove nos dias 3 e 4 de novembro, no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília (DF), a 21ª edição do Seminário Febraban de Relacionamento com o Consumidor – Semarc Nacional 2025.

O evento terá como tema principal “Consumo consciente e inovação: educação, transparência e sustentabilidade”, abordando a autonomia e proteção ao consumidor em um mercado cada vez mais digital, e reunirá representantes de instituições financeiras, da Febraban, representantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, Banco Central e especialistas em consumo.

O evento é restrito a convidados, mas os debates estarão disponíveis no site oficial do seminário.

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, e a diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central do Brasil, Izabela Correa, farão a abertura do evento, às 14h. Na sequência, o diretor de Cidadania Financeira, Relações com o Consumidor e Autorregulação da Febraban, Amaury Oliva, e o chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central do Brasil, Luis Mansur, farão o lançamento do Guia de Boas Práticas de Educação Financeira, que reúne 20 iniciativas de bancos associados e propõe caminhos para ampliar o alcance, a efetividade e o impacto da educação financeira no país.

Ao longo dos dois dias de evento, diferentes temas serão debatidos, como economia e educação financeira; consumo e sustentabilidade, e tecnologia, com o Open-Finance. O primeiro painel falará sobre decisões financeiras mais conscientes.

A proposta é mostrar como a economia global, compras por impulso e educação financeira influenciam o comportamento do consumidor.

O debate trará a perspectiva de quem vive nas favelas, com a participação de Preto Zezé, cofundador da Central Única das Favelas (CUFA), além da psicóloga Tatiana Filomensky, coordenadora no Ambulatório de Impulsividade do HC de São Paulo, que abordará a questão comportamental do consumidor.

Já no painel sobre clima, consumo e sustentabilidade, o foco são as respostas do sistema financeiro a eventos climáticos extremos, sobretudo sobre como conscientizar e preparar os consumidores diante do aquecimento global.

A tecnologia terá espaço nas discussões, mostrando como o sistema financeiro aberto permite ao consumidor compartilhar, com sua autorização, seus dados financeiros de forma segura entre diferentes instituições.

O seminário também concluirá os trabalhos dos debates regionais que ocorreram durante o ano, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com os órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e, principalmente, somar esforços para a construção de ações conjuntas que promovam o acesso a produtos e serviços bancários e a proteção do consumidor.

“Por mais um ano, o Semarc reforça o compromisso do setor bancário com o diálogo franco, transparente e construtivo entre instituições financeiras, órgãos de defesa do consumidor e reguladores, fortalecendo as relações de consumo com a proteção do consumidor na agenda estratégica do setor financeiro”, afirma o diretor Amaury Oliva, da Febraban.

A edição deste ano conta ainda com uma novidade: a 1ª cerimônia de entrega dos selos da Autorregulação Febraban para aquelas instituições que atingiram os percentuais de conformidade mínimos exigidos nos monitoramentos realizados pela Diretoria de Cidadania Financeira e Relações com o Consumidor da Febraban — um marco no compromisso do setor bancário com a transparência e o fortalecimento das boas práticas.

Entre os palestrantes confirmados para o Semarc deste ano estão:

– Secretária-adjunta de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Daniele Correia Cardoso;

– CEO da Associação Open Finance, Ana Carla Abrão;

– Sócio no Madruga BTW Advogados, Antenor Madruga;

– Sócio da GO Associados e Professor da FGV EAESP, Gesner Oliveira;

– Vice-presidente de Sustentabilidade e Cidadania Digital da Caixa, Jean Benevides;

– Vice-presidente de Clientes da Amil, Julia Pereira da Silva;

– Ouvidora-geral do Banco do Brasil, Karine Etchepare Wernz;

– Diretora-executiva do PROCON CARIOCA e presidente da PROCONSBRASIL, Renata Ruback

– Conselheiro de Autorregulação da Febraban/ABBC, Renato Martins Oliva;

– Professor de Direito do Consumidor na Escola de Direito de Brasília – IDP, Ricardo Morishita Wada;

– Ouvidor do Itaú Unibanco, Rogerio Taltassori;

– Coordenadora no Ambulatório de Impulsividade do HC/SP, Tatiana Filomensky.

Mais informações e a programação completa podem ser consultados neste link.

Governo Federal publica edital de R$ 200 milhões para retomada da Transnordestina em Pernambuco

Os ministros Silvio Costa Filho, Renan Filho e Frederico Siqueira assinaram o lançamento do edital para a retomada das obras da Ferrovia Transnordestina, em Pernambuco - Foto: Sérgio Francês

Ministros Silvio Costa Filho, Renan Filho e Frederico Siqueira oficializaram a licitação para trecho de 73 km entre Custódia e Arcoverde; projeto está incluído no Novo PAC

O Governo Federal oficializou, nesta sexta-feira (31), o lançamento do edital para a retomada das obras da Ferrovia Transnordestina, em Pernambuco. O anúncio foi feito pelos ministros de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, dos Transportes, Renan Filho, e das Comunicações, Frederico Siqueira, em Brasília. A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, o prefeito de Recife, João Campos, e os senadores, Humberto Costa, Teresa Leitão e Fernando Dueire, participaram do evento virtualmente.
 

A licitação prevê um investimento de R$ 200 milhões para a execução das obras em um trecho de 73 quilômetros entre os municípios de Custódia e Arcoverde. Este segmento, identificado como Lote SPS 04, faz parte do traçado estratégico que liga Salgueiro ao Porto de Suape e abrange também os municípios de Sertânia e Buíque.


A retomada do ramal pernambucano é tratada como prioridade pela atual gestão e foi incluída no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Nós, pernambucanos, somos muito gratos ao ministro Renan Filho e ao presidente Lula, por desde o primeiro momento, ter colocado a obra da Transnordestina como uma prioridade das políticas públicas implementadas pelo Governo Federal por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)”, disse o ministro Silvio Costa Filho.


Costa Filho complementou que, com a Transnordestina pronta, a ferrovia irá ampliar a capacidade de operações de contêineres e as operações do Porto de Suape, fortalecendo a cadeia produtiva de todo o Estado. “Vai fortalecer a fruticultura do São Francisco, o gesso do Araripe, vamos desenvolver muito a piscicultura do setor do Sertão do Itaparica e vamos avançar no desenvolvimento de Salgueiro no Sertão Central”, destacou.
 

O ministro dos Transportes, Renan Filho, também comemorou a decisão de trazer de volta o estado do Pernambuco para o projeto da Transnordestina. “Hoje é um ponto de inflexão na história do desenvolvimento do Nordeste e o presidente Lula tomou a decisão de reinserir Pernambuco na estratégia de desenvolvimento do Nordeste ao fazer essa obra com recursos públicos”, afirmou.


A expectativa é que as obras deste lote gerem aproximadamente 6.000 empregos diretos e indiretos, com um prazo de contrato estipulado em 57 meses.


Em Pernambuco, 179 quilômetros da ferrovia já estão concluídos, o que representa 38% do total da obra no estado. O ministro Renan ainda reforçou que os editais dos trechos SPS 05 e SPS 07 serão lançados no próximo ano. “SPS é a abreviação de Salgueiro e Porto de Suape. Hoje nós estamos publicando o SPS 4, e no primeiro semestre do ano que vem, nós vamos publicar o SPS 7 e depois o SPS 5”, disse Renan.


Projeto estratégico para o Nordeste
A Transnordestina é considerada o principal projeto estruturante do Governo Federal na região Nordeste, com um investimento total estimado em R$ 14,9 bilhões. A ferrovia completa terá mais de 1.200 quilômetros de extensão, ligando Eliseu Martins (PI) ao Porto do Pecém (CE), com o ramal pernambucano estendendo-se até o Porto de Suape, atravessando um total de 53 municípios.
 

O objetivo principal do projeto é reduzir os custos logísticos, ampliar a capacidade de escoamento de mercadorias, como grãos e minérios e estimular o desenvolvimento econômico de toda a região.

BRB confirma novas convocações para o cargo de escriturário a partir de 2026

Primeiros 25 aprovados do concurso serão chamados no primeiro trimestre do ano que vem, segundo o banco

O Banco de Brasília (BRB) confirmou que iniciará, no primeiro trimestre de 2026, novas convocações de candidatos aprovados no concurso público para o cargo de escriturário. Ao todo, 25 pessoas serão chamadas já no início do ano, com outras convocações previstas ao longo do período.

Segundo o BRB, a medida faz parte da estratégia de expansão com responsabilidade e do compromisso institucional com a melhoria contínua dos serviços prestados à população. “Reforçar nosso corpo funcional é investir no porvir, na qualidade da prestação de serviços, na inovação e na promoção de relações humanas”, afirmou o presidente do banco, Paulo Henrique Costa.

O cargo de escriturário é a porta de entrada para a carreira bancária no BRB, com salário inicial de R$ 4.702,07 para uma jornada semanal de 30 horas. Os servidores também têm acesso a benefícios como auxílio-alimentação, vale-refeição, auxílio-creche, plano de saúde e plano de carreira estruturado.

Nos últimos seis anos, o banco já convocou mais de 1.570 profissionais, entre escriturários, analistas de TI, engenheiros e médicos do trabalho. Atualmente, o BRB atende mais de 9,6 milhões de clientes e reforça sua presença em todo o território nacional.

Com a medida, o BRB busca fortalecer seu quadro funcional e manter o ritmo de modernização e crescimento, ampliando sua atuação como agente de transformação econômica e social.

 Aceitação de parcelamentos fora do cartão já está em 62,7% do comércio eletrônico, mostra levantamento da camara-e.net

O parcelamento fora do cartão de crédito, conhecido como BNPL (Buy Now, Pay Later – Compre Agora, Pague Depois), vem ganhando espaço no comércio eletrônico brasileiro. De acordo com levantamento da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net), em parceria com a Gmattos, essa modalidade está presente em 62,7% das lojas virtuais em setembro de 2025 — índice que era de 45,8% no mesmo período de 2024.
 

O levantamento mostra que a oferta de BNPL cresce em paralelo à consolidação do PIX — já disponível em 100% do comércio eletrônico —, à expansão das carteiras digitais e à adoção de tecnologias de segurança, como a tokenização. Para a camara-e.net, o resultado reflete a ampliação do leque de opções ao consumidor e o amadurecimento do ecossistema de pagamentos digitais no país.
 

Em setembro, pela primeira vez, a oferta de parcelamentos via BNPL foi mais frequente nas principais lojas do que a de parcelamentos no cartão de crédito com prazos superiores a quatro parcelas, confirmando a tendência de o BNPL se consolidar nas compras de maior valor. Já o cartão de crédito segue predominante nas condições de curto prazo, compondo um cenário de complementaridade entre os meios de pagamento.
 

O levantamento é realizado desde 2021 e acompanha 59 grandes lojas virtuais brasileiras, analisando a oferta de pagamento via cartão de crédito, débito, PIX, carteiras digitais, boleto e parcelamentos alternativos. Segundo a camara-e.net, o avanço do BNPL evidencia a capacidade do comércio eletrônico brasileiro de se adaptar às novas demandas do consumidor, promovendo conveniência, flexibilidade e segurança em um ambiente digital cada vez mais competitivo.
 

O comércio eletrônico tem desempenhado papel central na transformação digital do consumo no Brasil, impulsionando a inclusão financeira e o acesso a novas formas de pagamento. Trata-se de mais um indicativo da capacidade do setor de se adaptar às mudanças de comportamento do consumidor, oferecendo conveniência, flexibilidade e segurança em um ambiente cada vez mais competitivo.

Sobre a Camara-e.net
Fundada em 2001, a Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) é a principal entidade multissetorial da América Latina, segundo a OCDE, e a de maior representatividade na promoção do desenvolvimento integrado e sustentável da economia por meio do aprimoramento de serviços e plataformas digitais. A organização forma consenso no setor perante os principais agentes públicos e privados, nacionais e internacionais. A camara-e.net desempenha um papel importante na promoção da segurança nas transações eletrônicas, na formulação de políticas públicas alinhadas aos anseios da sociedade moderna e, especialmente, no aprimoramento de marcos regulatórios setoriais que dão suporte legal às medidas de incentivo necessárias para o desenvolvimento do Brasil.