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CLDF aprova criação de programa de formatura social para estudantes de baixa renda – CLDF

CLDF aprova criação de programa de formatura social para estudantes de baixa renda - CLDF

CLDF aprova criação de programa de formatura social para estudantes de baixa renda

Proposta amplia o acesso de alunos hipossuficientes às celebrações de conclusão de curso, como colações de grau e bailes de formatura

Na última sessão deliberativa antes do recesso parlamentar, realizada na noite da última terça-feira (30), a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, em dois turnos e redação final, o Projeto de Lei nº 7/2023, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (União). A proposta institui o Programa Formatura Estudantil Social, que tem como objetivo principal ampliar o acesso de alunos hipossuficientes às celebrações de conclusão de curso, como colações de grau e bailes de formatura.

O programa é voltado para estudantes da rede pública de ensino, bem como de cursos técnicos profissionalizantes, faculdades e universidades. Segundo o texto aprovado, o formando interessado em participar da cerimônia não terá qualquer custo financeiro, devendo apenas manifestar sua intenção junto à direção da instituição de ensino. Para a execução dos eventos, o poder público poderá firmar parcerias e termos de fomento com entidades estudantis sem fins lucrativos ou empresas privadas por meio de editais públicos.

A nova legislação assegura que os estudantes contemplados recebam uma estrutura mínima para a celebração, o que inclui local adequado para a cerimônia, convites, decoração e sonorização do ambiente. Além disso, o projeto garante o fornecimento de becas completas para uso nas solenidades e o acesso a estúdios fotográficos compartilhados, assegurando a cada formando o recebimento de, no mínimo, quatro fotos digitais e duas fotos impressas.

Ao defender a iniciativa, o deputado Eduardo Pedrosa destacou a importância de garantir que o fator financeiro não seja um impedimento para que o estudante celebre suas conquistas acadêmicas. Em trecho da justificativa do projeto, o parlamentar ressaltou que a medida busca corrigir desigualdades históricas, afirmando que o projeto visa proporcionar a inclusão social e incentivar os estudantes concluintes por meio da participação na Formatura Estudantil Social, buscando diminuir a evasão escolar e garantindo a dignidade humanizada do estudante.

Para participar do programa, as instituições de ensino deverão fornecer gratuitamente uma declaração específica confirmando a conclusão do curso pelo aluno. Os critérios de seleção e as regras de participação deverão ser publicados anualmente no Diário Oficial do Distrito Federal pelas entidades responsáveis pela execução do programa. Após a aprovação pela Casa, a matéria segue agora para a sanção ou veto da governadora do Distrito Federal, Celina Leão.

CLDF aprova projeto que cria Política de Prevenção ao Suicídio e Apoio às Famílias – CLDF

CLDF aprova projeto que cria Política de Prevenção ao Suicídio e Apoio às Famílias - CLDF

CLDF aprova projeto que cria Política de Prevenção ao Suicídio e Apoio às Famílias

Projeto estabelece princípios e diretrizes com intuito de reduzir os índices de suicídio e oferecer suporte às pessoas afetadas direta ou indiretamente

Uma das mais graves questões de saúde pública da contemporaneidade, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio pode ser evitado com ações preventivas e cuidados com a saúde mental. A partir desse princípio, o deputado Pepa (PP) propôs e a Câmara Legislativa aprovou o Projeto de Lei nº 1.861/2025, que institui a Política Distrital de Prevenção do Suicídio e de Apoio Psicossocial às Famílias Enlutadas.

Ao justificar a proposição, o parlamentar observou que ações nesse sentido vêm sendo desenvolvidas pelo governo do Distrito Federal, embora “de forma fragmentada e sem respaldo legal”. Para isso, o projeto estabelece princípios e diretrizes, com o objetivo de “reduzir os índices de suicídio e oferecer suporte às pessoas afetadas direta ou indiretamente”. Nesse sentido, inclui estratégias de acolhimento para familiares e sobreviventes.

“A formalização desta política, por meio de lei distrital, é essencial para garantir continuidade institucional, mesmo com possíveis mudanças administrativas, assegurar previsibilidade orçamentária e estabelecer obrigações legais intersetoriais entre as áreas de Saúde, Educação, Segurança Pública, Assistência Social e demais órgãos do GDF”, explicou o distrital.

Para o deputado Pepa, o projeto de lei – que, aprovado na noite desta terça-feira (30), segue para sanção da governadora – “reafirma o compromisso do Poder Legislativo com a vida, a saúde mental e o amparo humanizado às famílias do Distrito Federal”. O texto ainda estabelece que após se tornar lei, o Poder Executivo do DF terá 90 dias para regulamentar a norma.

CLDF amplia integração de câmeras particulares ao sistema de segurança pública – CLDF

CLDF amplia integração de câmeras particulares ao sistema de segurança pública - CLDF

CLDF amplia integração de câmeras particulares ao sistema de segurança pública

Proposta também traz regras para a instalação de infraestrutura privada de monitoramento em áreas públicas, sem custo para os cofres públicos

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (30), o Projeto de Lei nº 2.366/2026, que regulamenta a integração de sistemas de videomonitoramento de terceiros aos órgãos de segurança pública do Distrito Federal. A proposta, de autoria do deputado Wellington Luiz (MDB), também traz regras para a instalação de infraestrutura privada de monitoramento em áreas públicas, sem custo para os cofres do governo.

A medida cria uma base legal para que imagens captadas por câmeras de condomínios, comércios, instituições de ensino, associações, empresas, órgãos públicos e outros interessados possam ser compartilhadas com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para fortalecer ações de prevenção, monitoramento, investigação e resposta a ocorrências.

Pelo texto aprovado em plenário, a integração depende da anuência formal do proprietário ou responsável pelo sistema de videomonitoramento e estará limitada a câmeras voltadas para áreas públicas, locais de acesso comum ou espaços de interesse para a segurança pública.

As imagens captadas por terceiros poderão ser transmitidas em tempo real, diretamente para os centros de controle da SSP, ou gravadas e enviadas posteriormente.A adesão não transfere ao poder público os custos de instalação, operação ou manutenção dos equipamentos.

Infraestrutura privada

Um dos destaques do PL nº 2366/2026 é a autorização para que particulares instalem infraestrutura própria de videomonitoramento em áreas públicas, como postes, torres, suportes, redes e cabeamentos, desde que atendidos os requisitos técnicos, legais e urbanísticos definidos pelo Poder Executivo. Toda a implantação, operação, conectividade, manutenção e eventual remoção dos equipamentos deverá ser custeada pelos responsáveis pela instalação.

Segundo o deputado Wellington, a medida se distingue por aproveitar estruturas já existentes e por expandir a cobertura sem gerar novas despesas para o governo. “O projeto traz segurança jurídica para a cooperação tecnológica com o poder público, amplia a capacidade de resposta estatal e ainda assegura a proteção dos direitos fundamentais à intimidade, à privacidade, à honra, à imagem e à proteção de dados pessoais”, observa o parlamentar.

Garantias à privacidade

O projeto estabelece uma série de salvaguardas para assegurar a proteção dos direitos fundamentais e o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Entre as restrições previstas está a proibição da captação direcionada para o interior de residências, quartos, banheiros, vestiários e outros locais onde exista expectativa legítima de privacidade.

O acesso às imagens será restrito a agentes autorizados, com mecanismos de controle, auditoria e rastreabilidade. A divulgação ou compartilhamento dos registros somente poderá ocorrer nas hipóteses previstas em lei ou mediante solicitação de autoridade competente. A proposta também determina que o eventual uso de tecnologias como reconhecimento facial, leitura automática de placas ou identificação biométrica observe a legislação federal.

Câmara Legislativa do Distrito Federal – CLDF – CLDF

Câmara Legislativa do Distrito Federal - CLDF - CLDF

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Seminário traz debates sobre representação política e integridade eleitoral – CLDF

Seminário traz debates sobre representação política e integridade eleitoral - CLDF

Seminário traz debates sobre representação política e integridade eleitoral

Seminário em Direito Eleitoral Contemporâneo teve início nesta quarta-feira (1º) e segue até amanhã, com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) iniciou, nesta quarta-feira (1º), o Seminário em Direito Eleitoral Contemporâneo, com debates sobre participação política, integridade eleitoral e os impactos das novas tecnologias no processo eleitoral. A iniciativa é da Escola do Legislativo do Distrito Federal (Elegis) e reúne representantes da Justiça Eleitoral e especialistas em direito eleitoral. As atividades ocorrem no Plenário da Casa e seguirão também nesta quinta-feira (2), das 14h às 19h.

Durante a abertura, o diretor da Elegis, Luís Eduardo Coelho, afirmou que o seminário foi organizado para ampliar o acesso ao debate que envolve o período eleitoral que se aproxima. Segundo Coelho, o objetivo do encontro é abordar temas contemporâneos, como o uso da tecnologia nas eleições, a necessidade de garantir equidade entre candidatos e o combate ao abuso de poder político, inclusive por meio do uso da máquina administrativa.

A 2ª vice-presidente da CLDF, deputada Paula Belmonte (PSDB), falou sobre a importância da participação feminina na política e defendeu que a Justiça Eleitoral atue para ampliar as oportunidades de atuação das mulheres nos espaços de representação. “Que a Justiça Eleitoral esteja sempre olhando para que as mulheres tenham cada vez mais a oportunidade de exercer a própria cidadania, o direito de ser candidata, e que a gente não seja só uma cota”, afirmou.

A deputada destacou ainda o papel da Casa na representação política: “O Poder Legislativo é fundamental para essa representação, essa Casa Legislativa é a casa do povo, e que a gente possa cada vez mais ter pessoas que representem a nossa população”, declarou.

O presidente da OAB-DF, Paulo Maurício Siqueira, parabenizou a iniciativa e ressaltou a importância da participação cidadã no processo eleitoral. “Todos temos a mesma importância na hora do voto. A participação é um trabalho individual e coletivo”, afirmou. Siqueira também destacou a necessidade de garantir condições adequadas para que a população escolha seus representantes, com estrutura, financiamento e respeito às características dos eleitores.

Calendário eleitoral

A vice-presidente da Associação Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), Anne Cabral, enfatizou a democracia, integridade eleitoral e tecnologia como os principais desafios do cenário eleitoral atual. Segundo ela, esses temas ganham relevância diante da aproximação do período eleitoral, cuja maior incidência de condutas vedadas pela Justiça ocorre nos 90 dias que antecedem as eleições.

Anne Cabral também exaltou a troca de conhecimento proporcionada pelo seminário, que classificou como um processo de aprendizado “horizontal”, com diversidade de experiências e perspectivas entre todos os participantes.

Também estiveram presentes na mesa de abertura o presidente do Colégio Permanente de Juristas (Copeje), desembargador Guilherme Pupe, e o presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (Ibrade), Sérgio Banhos.

Futebol, política e personagens improváveis: a Copa do Mundo até agora

Futebol, política e personagens improváveis: a Copa do Mundo até agora

Depois de muitos dias de bola rolando sem parar, as redes nos estádios da Copa do Mundo não balançarão nesta quarta-feira (8). Após o fim das oitavas de final, as seleções restantes só entram em campo, já pela fase seguinte, as quartas de final, a partir de quinta-feira (9). Mas essa Copa já tem muita história, com grandes lances, quedas de gigantes e polêmicas.

Brasil, Holanda e Alemanha

Grandes seleções da história das Copas, Brasil, Alemanha e Holanda já estão em casa, assistindo o restante do torneio pela televisão. Desde o título de 2014 que a Alemanha não sabe o que é jogar uma fase de oitavas de final. Caiu na fase de grupos em 2018 e 2022, e este ano foi eliminada pelo Paraguai na fase de 16 avos de final.

A Holanda perdeu nos pênaltis para Marrocos, em um jogo eletrizante e muito emocionante. No final, brilhou a estrela do goleiro Bono, herói marroquino em mais uma Copa. Vale lembrar seu protagonismo na Copa do Catar, quando parou a Espanha também nos pênaltis, nas oitavas de final.

E temos o Brasil. Ou não temos mais, no caso. Com um futebol sem padrão de jogo convincente, apostou no talento individual de Vinícius Jr para fazer a diferença. Deu certo em alguns momentos, mas foi pouco para ir além das oitavas.

O time dirigido por Carlo Ancelotti perdeu para uma Noruega que, se não é mais talentosa individualmente, é mais organizada e contou com um jogador decisivo que o Brasil não tinha. Todo mundo sabia que o centroavante Haaland era o maior perigo do time norueguês. E ainda assim ele marcou dois gols. Classificou o melhor time.

Cabo Verde, a sensação

Na fase de 16 avos de final, deu a lógica. A Argentina venceu Cabo Verde e avançou à fase seguinte, mas não sem emoção. Os caboverdianos levaram o jogo à prorrogação e a torcida argentina passou por um calvário antes de finalmente respirar aliviada.

E os atuais campeões ainda sofreram o gol mais bonito, segundo a própria Fifa, dessa fase da competição. Sidny Cabral acertou um chute perfeito, de longe, no ângulo do goleiro Martínez. Não valeu a classificação, mas fez história.

Cabo Verde saiu da Copa após parar dois campeões mundiais ainda na fase de grupos. Empates contra a Espanha e o Uruguai chamaram atenção e o goleiro Vozinha, um veterano de 40 anos de idade, virou celebridade nas redes sociais.

Ele chegou na Copa sem clube, mas, se considerarmos sua atuação no torneio, ele não ficará muito tempo na fila do desemprego.

Trump e o cartão cancelado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tem sido visto nos estádios da Copa, mas nem por isso deixou de participar do mundial. E da pior forma possível. Na partida entre Estados Unidos e Bósnia, pela fase de 16 avos de final, o atacante norte-americano Balogun fez uma falta mais grave, pisando no tornozelo do adversário. O árbitro brasileiro Raphael Claus expulsou Balogun.

Foi aí que o presidente estadunidense entrou em ação. Conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e pediu a revisão do cartão vermelho. Trump, que não tem qualquer notório saber no esporte e nas suas regras, acreditou que a expulsão havia sido injusta. Infantino levou a questão ao Comitê Disciplinar da Fifa, que atendeu ao pleito do presidente do país-sede.

Trump confirmou ter procurado Infantino, e este também confirmou a conversa. O presidente da Fifa, no entanto, afirmou que não houve influência direta de Trump na decisão. Ele acrescentou, ainda, que o Comitê Disciplinar é autônomo e independente.

De nada adiantou evitar a suspensão de Balogun. Na partida seguinte, contra a Bélgica, pelas oitavas de final, o destaque do time da casa pouco fez. Os belgas aplicaram 4×1 nos Estados Unidos, com direito a provocação a Trump no último gol. Na comemoração, imitaram uma dancinha do presidente estadunidense, em tom de deboche.

França

De todas as seleções participantes, a França foi a que mais provou seu favoritismo até agora. Com um futebol convincente e arrojado, os atuais vice-campeões não deram chance aos adversários. Venceram sem sustos Senegal, Iraque, Noruega e Suécia.

Na fase de 16 avos de final, derrotaram o Paraguai por 1 x 0, em um jogo muito físico e com cara de Copa Libertadores da América, um oferecimento do time sul-americano, claro. Tiveram alguma dificuldade, mas venceram um Paraguai que só se defendeu e tentou, em vão, levar o jogo para os pênaltis.

Ao contrário da maioria dos times da Copa, que têm uma ou duas estrelas em seus elencos, a França tem várias opções para fazer inveja a qualquer seleção.

O zagueiro Upamecano traz segurança na defesa. Os meias Rabiot, Dembélé e Olise controlam o jogo e evitam, na maior parte do tempo, o domínio do adversário. E o astro da companhia, o atacante Mbappé, é o regente de uma orquestra afinada.

A França joga um futebol muito superior até o momento. Não é garantia de título, mas dá aos seus torcedores a sensação de que o gol francês vai acontecer, só não se sabe quando.

A Nova Era dos Impostos: O que muda na prática para o microempreendedor e para o consumidor final com as novas alíquotas

Da Redação

A transição e a regulamentação prática da Reforma Tributária entram em uma fase decisiva, gerando profundas discussões entre o setor de comércio, prestadores de serviços e entidades de classe. A mudança na estrutura de arrecadação do país, que promete simplificar o emaranhado fiscal brasileiro, começa a mostrar os seus reflexos cotidianos na ponta final da linha: o bolso do consumidor e a operação do microempreendedor.

Para o setor de serviços, que historicamente operava com alíquotas menores em comparação com a indústria, o período de adaptação exige um redesenho de custos. O grande foco de atenção nas últimas horas tem sido o cálculo do impacto sobre o comércio varejista e os pequenos negócios sob o regime do Simples Nacional. Embora a promessa seja de neutralidade fiscal a longo prazo, o período de transição impõe desafios contábeis imediatos.

Na prática, o cidadão comum busca entender o impacto real nos preços de produtos básicos e serviços do dia a dia, como alimentação, educação privada e saúde. Especialistas fiscais alertam que a transparência na cobrança será o principal ganho, mas reforçam que o comércio precisará de eficiência operacional para não repassar repatriações de custos de forma agressiva ao consumidor neste início de nova engrenagem tributária.

Expansão sobre Trilhos: O impacto econômico e social das novas obras do metrô para a população do DF e Entorno

Da Redação

A mobilidade urbana na capital federal caminha para um novo capítulo com o avanço do plano de expansão do Metrô-DF, com foco nas linhas de Samambaia e Ceilândia, além dos projetos de integração com o transporte público das cidades do Entorno. O plano do Governo do Distrito Federal (GDF) ganha contornos estratégicos ao tentar desafogar os principais eixos viários e reduzir o tempo de deslocamento da classe trabalhadora.

Mais do que uma resposta ao trânsito caótico das faixas exclusivas e das rodovias de ligação, a chegada de novos trilhos representa um forte vetor de desenvolvimento socioeconômico. Áreas historicamente adensadas e dependentes do transporte rodoviário passam a integrar o radar de forte valorização imobiliária, atraindo novos comércios, prestadores de serviços e investimentos privados para as regiões administrativas beneficiadas.

Especialistas em urbanismo ressaltam que o maior ganho da medida é a devolução de qualidade de vida ao cidadão. Estimar que o trabalhador que hoje gasta mais de duas horas em ônibus possa reduzir esse tempo pela metade significa mais tempo com a família e maior produtividade. O grande desafio do GDF agora, monitorado de perto pelo setor de infraestrutura, reside no cumprimento rigoroso dos cronogramas de licitação e execução para que as promessas não fiquem presas à burocracia.

O Xadrez de Brasília: Como o Palácio do Planalto corre contra o tempo para blindar a pauta legislativa antes das convenções partidárias

Da Redação

O clima nos bastidores do Congresso Nacional é de contagem regressiva. Com a proximidade do recesso parlamentar e, principalmente, das convenções partidárias que homologarão as candidaturas para as eleições de outubro, o Governo Federal intensificou as articulações políticas para garantir a votação de projetos prioritários e blindar a pauta econômica de sobressaltos e pautas-bomba.

A estratégia do Palácio do Planalto nas últimas 24 horas redesenhou o mapa de negociações na Câmara e no Senado. Para assegurar a estabilidade das votações fiscais e de projetos de interesse do Executivo, a liderança do governo entrou em campo para acelerar a liberação de emendas e ajustar a distribuição de espaços no segundo escalão da máquina pública. O objetivo é claro: garantir quórum e fidelidade antes que os parlamentares se voltem definitivamente para os seus palanques regionais.

Analistas políticos apontam que este período pré-recesso é o mais crítico do ano legislativo. A janela de oportunidade para votações complexas se estreita à medida que o calendário eleitoral avança. Para o governo, conseguir fechar o semestre com a agenda econômica preservada é o passaporte para enfrentar o período de campanha com maior estabilidade de mercado e controle inflacionário, fatores considerados vitais para a narrativa de governabilidade nos próximos meses.

Suíça bate Colômbia nos pênaltis e avança às quartas após 72 anos

Suíça bate Colômbia nos pênaltis e avança às quartas após 72 anos

Após um hiato de 72 anos, a Suíça voltará a disputar as quartas de final da Copa do Mundo.Na noite desta terça-feira (7), a equipe europeia eliminou a Colômbia por 4 a 3 na cobrança de pênaltis, após empate sem gols – tanto no tempo normal quanto na prorrogação – no Estádio Vancouver Place, no Canadá. Os suíços despediçaram apenas o pênalti cobrado pelo zagueiro Manuelo Akanji, que bateu por cima do travessão. Do lado colombiano, o chute de Davison Sánchez explodiu no travessão e depois o goleiro Gregor Kobel defendeu a batida de Cucho Hernandez.

Em sua 13ª participação em Mundiais, esta é a quarta vez que os suíços se classificam às quartas de final, até então o melhor desempenho deles no torneio. As primeiras vezes que carimbaram a vaga foram em 1934, 1938 e 1954. Na edição passada (Catar 2022), a seleção europeia parou nas oitavas.

Na próxima fase, a Suíça medirá forças com a atual campeã Argentina, que hoje derrotou o Egito por 3 a 2. A partida será no próximo sábado (11), às 22h (horário de Brasília), no Estádio Kansas City, nos Estados Unidos.

A Suíça entrou em campo com uma defesa bem armada e, principalmente, fechada no círculo central do campo. Mesmo com dificuldades de encontrar espaço a partir da linha intermediária, os sul-americanos controlavam melhor a troca de passes e chegavam a avançar até o meio do campo ofensivo, mas ou paravam na defesa suíça ou finalizavam mal. A melhor chance da Tricolor foi aos 20 minutos quando Luis Díaz tocou na entrada da grande área para Puerta arriscar um chute cruzado certeiro, mas o goleiro Kobel fez ótima defesa e evitou.

Após a pausa para hidratação, pela primeira vez, os suíços ofereceramperigo ao gol de Vargas. Aos 29 minutos, Rieder se valeu de vacilo de Muñoz na defesa, invadiu a área e desferiu um forte chute cruzado, que o goleiro colombiano espalmou para fora. Dois minutos depois, Ndoye quase abre o placar para os europeus, em outro chute cruzado, mas Vargas, atento, agarrou a bola. Nos 10 minutos finais, os colombianos até pressionaram, mas não converteram finalizações em gols.

Após o intervalo, os suíços se lançaram ao ataque e tiveram duas ótimas chances de inaugurar o marcador. Aos 2 minutos, Ndoye disparou pela esquerda com a bola até cruzar rasteiro para Sow chutar, mas o camisa 15 pegou mal e isolou a bola. Quatro minutos depois, em cobrança de falta da entrada da área, Rieder bateu bem, mas a bola passou por fora do gol, rente à trave direita de Vargas.

Os colombianos não recuaram e tiveram a melhor oportunidade aos 14 minutos, com Luis Díaz. O camisa 7 cruzou pela esquerda, mas a bola bateu na defesa e voltou para o próprio atacante que ajeitou e chutou de canhota, direto para as mãos de Koebel. Três minutos depois, foi a vez de Luis Suárez aproveitar bobeira de Xhaka na entrada da área e chutar forte, sem marcação, mas o camisa 25 bateu para fora. O jogo passou a ficar truncado, com excesso de faltas, jogadas mal articuladas e finalizações pouco efetivas, e terminou em 0 a 0. Foi a primeira partida do mata-mata que terminou em empate sem gols.

Prorrogação

Os colombianos aceleraram a busca pelo gol da classificação. Aos 2 minutos, em cobrança de falta, Quintero manda para a área, mas a zaga da Suíça afasta e a bola sobra para Sánchez. O camisa 25 tenta um voleio, mas a bola vai por cima do travessão. Aos 8 minutos, Lucumi aproveita bola levantada em escanteio pela esquerda para cabecear certeiro, a bola vai no travessão. No minuto seguinte, foi a vez de Richard Ríos arriscar um chute da intermediária, mas a bola saiu à esquerda do gol suíço. Aos 10 minutos, Campaz desferiu uma bomba de fora da área, mas Kobe defendeu de manchete. Antes do fim, a Suíça ameaçou o gol de Vargas com um chute perigoso de Ambdouni dentro da área, que Vargas espalmou para fora.

No segundo tempo, com o desgaste das equipes, o ritmo de jogo diminuiu muito. A melhor chance foi da Colômbia, aos 9 minutos. O meio-campista recebe ótimo passe de Muñoz na pequena área e, cara a cara com o goleiro Kobel, chuta por cima do gol.

Pênaltis

Quintero chutou forte no meio do gol e converteu a primeira cobrança para a Colômbia. Em seguida, Xhaca, capitão da Suíça, bateu no canto direito de Vargas, que ainda encostou na bola antes de ela entrar. Tudo igual. Foi aí, que Sánches desperdiçou a segunda cobrança dos colombianos, ao mandar uma bomba no travessão. Na sequência, o atacante Amdouni deslocou o goleiro, chutando no canto esquerdo. Depois foi a vez de Campaz desferir um chute rasteiro que passou por baixo de Kobel e entrou.

A Suíça desperdiçou a terceira cobrança, quando Akanji chutou por cima do travessão. O placar voltou a ficara empatado, agora em 3 a 3. No entanto, na cobrança seguinte de Cucho Hernández, brilhou a estrela do goleiro Kobel que defendeu do lado direito do gol. Em seguida, o atacante Itten converteu para os suíçoscom um chute forte no meio do gol. Os colombianos também marcaram mais um com Luis Díaz, que deslocou o goleiro ao chutar para a esquerda. Por fim, o suíço Vargas (meio-campista) chutou forte no canto direito e garantiu a vitória por 4 a 3, que selou a vaga da Suíça nas quartas de final.