Com recorde na safra de sorgo, feijão e girassol, e ampliação da presença internacional na pecuária, Goiás se consolida como liderança nacional na agropecuária (Foto: Lucas Eugênio/Seapa)
Goiás encerra a safra 2024/25 com resultados históricos na produção de grãos e avanços consistentes nas cadeias pecuárias. Dados da Plataforma Aroeira da Secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e do Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa), indicam recordes de produção, ganhos de produtividade e fortalecimento das exportações.
A produção total de grãos em Goiás alcançou 37,3 milhões de toneladas na safra 2024/25, o maior volume da série histórica, com crescimento de 23,3% em relação ao ciclo anterior.
Os resultados da última safra refletem um conjunto de medidas de manejo e investimento, voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas, ao uso de tecnologia no campo e à ampliação da competitividade do agro goiano, destaca o titular da Seapa, Pedro Leonardo Rezende.
“Os recordes de produção, os ganhos de produtividade e o avanço das exportações mostram um setor estruturado, com capacidade de crescer de forma consistente e sustentável, além de demonstrar a qualidade do produto goiano nos mercados internacionais”, afirma.
Produção agropecuária goiana
Desempenho da agricultura
O aumento da produção e produtividade da safra de grãos 2024/25 resultou em recorde absoluto da colheita de soja, com produção de 20,7 milhões de toneladas, crescimento de 23,0% em relação ao ciclo anterior e liderança nacional em produtividade.
A média estadual alcançou 4,2 toneladas por hectare, avanço de 20,0%. Para a safra 2025/26, a previsão indica uma área plantada de 5,1 milhões de hectares.
Aumento da produção e produtividade da safra de grãos 2024/25 resultou em recorde absoluto da colheita de soja (Foto: Lucas Eugênio)
O milho também apresentou desempenho histórico, com produção de 14,2 milhões de toneladas, crescimento de 25,9% e produtividade média de 7,2 toneladas por hectare, aumento de 11,3%. Para a safra 2025/26, a estimativa aponta produtividade média de 6,9 toneladas por hectare, com área de 2,0 milhões de hectares.
No sorgo, Goiás manteve a liderança nacional, com produção de 1,5 milhão de toneladas, crescimento de 18,6%, expansão de 2,6% na área plantada e aumento de 15,6% na produtividade. Para a safra 2025/26, a produção estimada é de 1,6 milhão de toneladas, em área de 438,1 mil hectares, com produtividade média de 3,9 toneladas por hectare.
O feijão alcançou o melhor resultado desde a safra 2020/21, com produção de 289,9 mil toneladas, crescimento de 5,6% e produtividade média de 2,4 toneladas por hectare. Para a safra 2025/26, a previsão é de produção de 285,2 mil toneladas, em área de 113,4 mil hectares, com produtividade média de 2,5 toneladas por hectare.
Esse movimento de diversificação mantém Goiás na liderança nacional da produção e da área plantada de girassol. Na safra 2024/25, a produção alcançou 74,2 mil toneladas, em área de 47,0 mil hectares, com produtividade média de 1,5 tonelada por hectare. Para a safra 2025/26, a previsão é de manutenção desses patamares, preservando a liderança goiana na produção da oleaginosa.
Em 2025, os resultados se mantiveram sólidos na pecuária, com avanços consistentes nas principais atividades produtivas do estado. O Valor Bruto da Produção (VBP) da pecuária bovina atingiu R$ 20,8 bilhões, o maior da série histórica, posicionando Goiás como o terceiro maior estado no ranking nacional.
O resultado representa crescimento de 20,4% em relação a 2024 e expansão de 61,0% na última década, com participação de 9,9% no VBP nacional.
Em 2025, os resultados se mantiveram sólidos na pecuária, com avanços consistentes nas principais atividades produtivas do estado (Foto: Lucas Eugênio)
Na avicultura, a atividade está presente em 100% dos municípios goianos, com evolução contínua em escala, produtividade e qualidade. Rio Verde se destaca com 11,3 milhões de cabeças, ocupando a sétima posição nacional, enquanto Itaberaí registra 9,2 milhões de cabeças, na décima posição do país.
Comércio internacional
O desempenho do agro goiano também se refletiu no mercado exterior. Entre janeiro e novembro de 2025, o valor acumulado das exportações da agropecuária goiana alcançou R$ 10,4 bilhões, crescimento de 7,6% em relação ao mesmo período de 2024.
No mesmo intervalo, o volume exportado chegou a 21,2 milhões de toneladas, aumento de 14,3%. Os produtos do agro goiano foram comercializados a 166 países, com destaque para China, Estados Unidos, Irã e México entre os principais destinos.
Os complexos da soja, da carne bovina, dos cereais e complexo sucroalcooleiro concentraram a maior participação nas exportações do período.
Medida visa impedi-los de usar o país como refúgio
O Ministério de Segurança Nacional da Argentina informou em nota, neste sábado (3), que o país passou a adotar novas medidas de imigração. Funcionários, membros das forças armadas e empresários associados ao regime de Nicolás Maduro passam a ter a entrada no país restrita.
De acordo com o comunicado, as novas disposições estabelecem restrições a associados ao regime a fim de “impedi-los de usar a Argentina como refúgio”. “A Argentina não concederá asilo a colaboradores do regime de Maduro”, acrescenta o texto.
Após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, o presidente da Argentina, Javier Milei, em comunicado oficial, disse celebrar “a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por parte do governo dos Estados Unidos da América”. Ele classificou o papel da Venezuela no continente como “inimigo da liberdade” e fez uma comparação com Cuba dos anos 1960.
Os EUA impõem, há mais de 60 anos, um duro bloqueio econômico ao governo cubano com o objetivo de mudar o regime político do país, estabelecido após a Revolução de 1959. O embargo a Cuba é condenado pela maioria dos países. Eles consideram uma violação ao direito internacional.
Entenda
O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste fim de semana marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.
Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.
O governo de Donald Trump estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem Maduro à prisão.
Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos – como China e Rússia – além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.
– Marca encerra 2025 com 436.336 unidades vendidas, 17,1% de participação de mercado, liderança em SUVs, crescimento de participação e três modelos entre os mais vendidos do País*.
– Volkswagen lidera o mercado brasileiro de veículos de passeio pelo terceiro ano consecutivo;
– A marca termina 2025 com a montadora de volume com maior crescimento de participação de mercado no Brasil;
– Volkswagen Polo é o carro de passeio mais vendido do Brasil e líder no segmento de hatches pelo terceiro ano seguido;
– Volkswagen T‑Cross lidera o segmento de SUVs pelo terceiro ano consecutivo;
– Volkswagen Tera, lançado em junho, já está entre os três veículos mais vendidos do Brasil desde setembro e fecha o ano como líder em segmento, com apenas sete meses de mercado;
– Volkswagen é a marca líder em SUVs, o segmento de maior volume no Brasil, pelo terceiro ano consecutivo;
– Três modelos Volkswagen estão entre os dez mais vendidos do País em 2025: Polo, T‑Cross e Saveiro.
São Bernardo do Campo (SP), 2 de janeiro de 2026 – A Volkswagen do Brasil encerrou o ano de 2025 como líder absoluta em vendas de veículos de passeio no mercado brasileiro pelo terceiro ano consecutivo, consolidando sua posição como uma das montadoras mais fortes, consistentes e relevantes da indústria automotiva nacional. O desempenho reflete também o avanço da marca em participação de mercado, posicionando a Volkswagen como a montadora com produção 100% nacional que mais cresce no Brasil, com um avanço três vezes superior ao do mercado automotivo brasileiro.
No acumulado do ano, a Volkswagen registrou 436.336 veículos vendidos, alcançando 17,1% de participação de mercado no segmento de veículos de passeio. O resultado é fruto de uma estratégia sustentada por um portfólio competitivo, liderança em segmentos-chave e produtos alinhados às demandas do consumidor brasileiro.
A força do portfólio da Volkswagen em 2025 esteve diretamente associada à combinação entre design, tecnologia, eficiência e um forte compromisso com a segurança. A marca é hoje a montadora com o maior número de modelos avaliados com cinco estrelas no Latin NCAP (Tera, Nivus, T‑Cross, Taos e Tiguan), reforçando a prioridade da Volkswagen em oferecer veículos cada vez mais seguros ao consumidor brasileiro.
Além do forte desempenho no mercado interno, a Volkswagen do Brasil também liderou de forma consistente as exportações de automóveis em 2025, ampliando sua presença em mercados estratégicos da América Latina e do continente africano. Ao todo, foram 116.495 unidades exportadas, um crescimento de 29% em relação a 2024. A excelente performance nas exportações reforça a competitividade dos modelos produzidos no País e o reconhecimento da qualidade, da tecnologia e da engenharia brasileira no exterior. Não e por acaso que a VW é a maior exportadora da indústria automotiva brasileira, com mais de 4,4 milhões de veículos destinados ao exterior.
Destaques Comerciais do Ano
Entre os destaques do ano está o Volkswagen Polo, que encerrou 2025 como o carro de passeio mais vendido do Brasil pelo terceiro ano consecutivo, com 122.677 unidades emplacadas, mantendo também a liderança absoluta no segmento de hatches.
No segmento de SUVs, o Volkswagen T‑Cross fechou o ano como o SUV mais vendido do Brasil, também pelo terceiro ano consecutivo, com 92.842 unidades comercializadas. O desempenho consistente do modelo foi determinante para que a Volkswagen mantivesse a liderança no segmento que mais cresce no mercado brasileiro, com 204.899 unidades vendidas dos modelos Tera, Nivus, T‑Cross, Taos, Tiguan e ID.4. Isso representa mais de 80 mil unidades à frente da marca segundo colocada.
Outro grande protagonista de 2025 foi o Volkswagen Tera. Lançado em junho, o modelo teve rápida ascensão no mercado e, após o ramp-up de produção, assumiu a liderança do seu segmento já em setembro, o primeiro mês de produção em ritmo pleno. Desde então, o Tera figura de forma consistente entre os três veículos mais vendidos do Brasil e encerrou o ano com 48.143 unidades vendidas (desde junho de 2025), além da liderança do seu segmento.
O lançamento do Tera também se destacou por uma estratégia de Marketing, Comunicação e Vendas inovadora e consistente, desde a revelação inédita do produto durante o Carnaval do Rio de Janeiro, passando por ações de grande impacto e visibilidade junto a novos públicos, tais como o lançamento do produto durante o C6 Fest, a abertura de vendas histórica na rede de concessionárias, com mais de 12 mil pedidos concretizados em 50 minutos, a campanha inédita de publicidade em parceria com a Netflix e o estande exclusivo do SUVW no The Town.
Com forte atuação nos segmentos que mais crescem no País, a Volkswagen encerra 2025 como marca líder em SUVs no Brasil pelo terceiro ano consecutivo, apoiada principalmente pelo desempenho consistente do T‑Cross e pela rápida ascensão do Tera.
Outro destaque importante da marca no ano passado foram as vendas no Varejo. Em 2025, enquanto o mercado automotivo brasileiro caiu 1,3%, a Volkswagen cresceu 15,8% em relação a 2024, com um total de 176.832 emplacamentos, ou seja, 24.139 carros a mais.
“Os resultados de 2025 confirmam a consistência da estratégia da Volkswagen no Brasil. A liderança pelo terceiro ano consecutivo em vendas de veículos de passeio mostra a força do nosso portfólio, a qualidade da execução e o comprometimento do nosso time. Modelos como Polo, T‑Cross e o recém-lançado Tera refletem nossa capacidade de liderar nos segmentos mais relevantes do mercado. Esse desempenho nos dá uma base muito sólida para seguir avançando em 2026, com foco em crescimento sustentável e na preferência do consumidor brasileiro”, afirma Ciro Possobom, Presidente e CEO da Volkswagen do Brasil.
“A Volkswagen vive um momento muito positivo no Brasil, sustentado por um portfólio moderno e competitivo. Em 2025, lançamentos como o Tera e a retomada da esportividade com a linha VW Legends, com Nivus GTS, Jetta GLI e o novo Golf GTI, resgataram atributos históricos da marca, como performance e emoção ao dirigir, algo que só a Volkswagen sabe fazer. Isso impulsionou o crescimento da marca principalmente nas vendas para o consumidor final, no varejo, onde crescemos +15,8% em relação ao ano anterior, mesmo com uma indústria que recua -1,3% no mesmo período. Em 2026 vamos acelerar nossa ofensiva de produtos no País, com a chegada do Golf GTI e dos novos Taos e Tiguan, e o início da nossa era de eletrificação, convictos de que desenvolvemos e produzimos produtos que são a preferência do nosso consumidor”, destaca Fernando Silva, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil.
Com três modelos entre os mais vendidos do Brasil, Polo, T‑Cross e Saveiro, liderança sustentada nos principais segmentos e resultados consistentes em volume e participação de mercado, a Volkswagen encerra 2025 fortalecida e preparada para acelerar sua estratégia no mercado brasileiro em 2026.
Os resultados refletem o sucesso de uma estratégia consistente e de longo prazo. Com 72 anos de história no Brasil, a Volkswagen segue contribuindo ativamente para o desenvolvimento da indústria automotiva, da cadeia produtiva e da economia nacional, investindo em tecnologia, inovação, pessoas e produtos que acompanham a evolução do País.
*Fonte dados de emplacamentos e participação de mercado: Volkswagen do Brasil
Débitos do IPVA 2025 em atraso podem ser parcelados em até seis vezes (Foto: Secom)
Os proprietários de veículos em Goiás com débito de IPVA 2025 e placas finais 1 e 2 já podem parcelar o imposto em até seis vezes. O serviço está disponível no site da Secretaria da Economia: goias.gov.br/economia/pagamento-e-parcelamento-de-tributos.
A legislação permite o parcelamento 90 dias após o vencimento do imposto. Para realizar ou simular a operação, o contribuinte deve acessar o site, clicar em “Pagar ou Parcelar Tributos” e depois em “Parcelamento do IPVA”, informando a placa e o Renavam do veículo.
Débito de IPVA 2025: mais veículos terão acesso ao parcelamento em breve
Proprietários de veículos com placas finais 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0 poderão parcelar o débito de IPVA 2025 a partir de 30 de janeiro. A regra é válida para todos os veículos que estiverem com o imposto em atraso.
Atualmente, cerca de 500 mil veículos em Goiás, pertencentes a 330 mil contribuintes, somam aproximadamente R$ 580 milhões em débitos de IPVA referentes a 2025.
O imposto atrasado também pode ser pago à vista, tanto pelo site da Secretaria da Economia quanto pelo site do Detran-GO. Já o licenciamento anual e as multas devem ser quitados diretamente pelo Detran-GO ou pelo Portal Expresso, com emissão da DUA ou boleto.
Prevenção, cuidado, imunização, estrutura e atendimento: SUS fortalecido. Fotos: Min. Saúde e Ricardo Stuckert / PR
Ações integradas do Governo do Brasil fortalecem o Sistema Único de Saúde, aumentam o acesso a especialistas, melhoram a infraestrutura e garantem cuidado mais completo
O Governo do Brasil consolidou, de 2023 a 2025, um conjunto de ações estruturantes que reposicionam a saúde pública como prioridade nacional, com foco no cuidado com as pessoas, no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e na ampliação do acesso a serviços essenciais em todo o território.
“Somos o único país com mais de 100 milhões de habitantes a contar com um sistema de saúde que se fortalece a cada dia. Estamos, cada vez mais, alcançando o compromisso de garantir que as pessoas mais pobres tenham o mesmo tratamento de saúde que as mais ricas”, resumiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 18 de dezembro, na ocasião em que o país recebeu da OMS a certificação de se tornar o primeiro país da América do Sul, e o maior do mundo, a eliminar transmissão do HIV de mãe para filho.
A retomada e ampliação de programas estratégicos, a valorização dos profissionais de saúde, os investimentos em infraestrutura e tecnologia, além do enfrentamento à desinformação, resultaram em mais atendimentos, redução de filas, expansão da atenção primária e especializada e presença do Estado onde a população mais precisa.
“Neste país, ninguém vai morrer por falta de exame, por falta de acesso a uma máquina que só o rico tem. Queremos que as pessoas tenham o direito. As pessoas não podem ir para a cidade, o Estado vai até elas. É por isso que estamos fazendo as carretas, as ambulâncias odontológicas. É por isso que fizemos o SAMU”, listou Lula, durante a abertura da Caravana Federativa, em Minas Gerais, em 11 de dezembro.
DA CONSULTA AO TRATAMENTO – Em 2025, o SUS registrou recorde histórico de cirurgias eletivas, com mais de 14,5 milhões de procedimentos realizados, um crescimento de 37% em relação a 2022. O Governo do Brasil avançou de forma consistente na redução das filas e no acesso à atenção especializada com o programa Agora Tem Especialistas, que atua da consulta ao tratamento.
“Minha vida agora vai mudar para melhor. Vou trabalhar tranquilo, sem sentir a dor que sentia. Do jeito que foi bom pra mim, vai ser bom para o pessoal que está na fila esperando as cirurgias. Agora tem mais cirurgia”, disse Lindemberg da Silva, motorista de aplicativo que recebeu o diagnóstico de pedra na vesícula e em três dias teve a cirurgia realizada em Recife (PE).
O programa contabilizou mais de 150 mil procedimentos em mutirões de hospitais universitários, além de 17,5 mil atendimentos em mutirões na área indígena. Foram realizadas mais de 1,2 milhão de cirurgias oftalmológicas, mais de 3 milhões de mamografias bilaterais para rastreamento e mais de 6 milhões de teleatendimentos, alcançando 2,9 mil municípios.
MAIS RÁPIDO — Como parte da estratégia, o Ministério da Saúde superou a meta inicial de provimento de especialistas. A previsão era de 500 médicos; com a segunda chamada do Mais Médicos Especialistas, o total chegou a 577 profissionais, que passaram a reforçar o atendimento em 187 municípios. O programa oferece, além dos mutirões, carretas, ampliação do horário de atendimento em policlínicas, provimento de mais médicos especialistas e atendimento aos pacientes da rede pública em hospitais privados. “Vamos crescer ainda mais no país inteiro, atendendo as necessidades apontadas pelos municípios e levando a carreta para onde ela é mais necessária”, afirmou o ministro Alexandre Padilha (Saúde).
MAIS MÉDICOS — Relançado em março de 2023, o Mais Médicos dobrou de tamanho e ampliou em 99% o número de profissionais. Passou de 13,7 mil para 27,3 mil médicos em atuação. O fortalecimento permitiu ao SUS ampliar a cobertura e qualificar a assistência na Atenção Primária, contribuindo para a redução de agravos à saúde e de internações evitáveis em 4,5 mil municípios.
Número de profissionais do Mais Médicos dobrou. Atualmente, são cerca de 27 mil em atuação, principalmente em áreas de maior vulnerabilidade. Foto: Min. Saúde
ATENÇÃO PRIMÁRIA — A ampliação tem impacto direto na garantia de acesso equitativo ao cuidado em saúde para 67 milhões de brasileiros. Entre 2022 e 2025, o número de atendimentos na Atenção Primária — porta de entrada do SUS — cresceu 30%, de 23,9 milhões para mais de 31 milhões de atendimentos anuais. O avanço foi impulsionado, sobretudo, pelo aumento dos atendimentos por médicos que integram as atuais 60,4 mil equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária.Nas áreas indígenas, o avanço é ainda mais expressivo. O número de médicos nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) mais que dobrou, de 325 em 2022 para 706 em 2025.
EQUIPES – Em outubro de 2025, o país chegou a 5.920 equipes multiprofissionais atuantes com custeio federal, em 3.902 municípios. A rede física do SUS seguiu em expansão. Até julho de 2025, o Brasil contava com 45,7 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) em funcionamento com custeio federal, em 5.565 municípios: 2,2 mil unidades a mais em relação ao início de 2023. A atuação dos profissionais que estão na linha de frente foi reforçada, com 273,16 mil Agentes Comunitários de Saúde (ACS) em atividade, somando um custeio federal mensal de R$ 829,30 milhões, além de 68,07 mil Agentes de Combate às Endemias (ACE), com investimento mensal de R$ 206,65 milhões.
BRASIL SORRIDENTE – Relançado em maio de 2023, o Brasil Sorridente reunia, até outubro de 2025, 34.311 equipes de saúde bucal habilitadas em 5.178 municípios, sendo 6.058 equipes incorporadas a partir de 2023. O programa ampliou o atendimento itinerante. Foram entregues 424 Unidades Odontológicas Móveis na seleção do PAC de 2023, e outras 400 unidades estão na seleção de 2025, com previsão de entrega de 100% no primeiro semestre de 2026.
Unidade Móvel do Brasil Sorridente: 424 já entregues e previsão de outras 400 até o fim do primeiro semestre de 2026. Foto: Rafael Nascimento / Min. Saúde
FARMÁCIA POPULAR – Outro avanço estruturante foi o fortalecimento do Farmácia Popular, relançado em junho de 2023. A partir de fevereiro de 2025, todos os medicamentos e insumos passaram a ser 100% gratuitos. Entre 2022 e 2025, houve aumento de 68% no alcance, com crescimento de 30% no número de pacientes atendidos, que chegou a 27 milhões de pessoas. O investimento também aumentou de forma significativa: os valores pagos passaram de R$ 7,5 bilhões entre 2019 e 2021 para R$ 12,6 bilhões entre 2023 e 2025. Em outubro de 2025, o programa contava com 31,15 mil farmácias conveniadas em 4,8 mil municípios, atendendo majoritariamente mulheres (62,90% do público). Além disso, 1,55 milhão de pessoas inscritas no CadÚnico tiveram acesso a absorventes por meio do Programa Dignidade Menstrual.
INFRAESTRUTURA – Os investimentos em infraestrutura e equipamentos de saúde foram ampliados com o Novo PAC, que destinou R$ 31,5 bilhões à área. Entre 2023 e 2025, 3.201 obras foram financiadas ou conduzidas pelo Governo do Brasil, número 14 vezes superior ao registrado entre 2019 e 2021, quando houve 219. Na Atenção Primária, a seleção de 2023 contemplou 1,9 mil UBS e UBS Indígenas, com 98% das unidades previstas para entrega até 2026. Já a seleção de 2025 prevê 800 novas UBS. O Novo PAC também impulsionou a transformação digital do SUS, com a entrega de 834 kits de Telessaúde na seleção de 2023 e a previsão de 7 mil kits na seleção de 2025, para ampliar o acesso remoto a consultas e exames.
Na Atenção Especializada, foram contempladas 156 unidades de saúde na seleção de 2023, incluindo hospitais, policlínicas, maternidades e centros de parto normal, além de 46 novas policlínicas previstas na seleção de 2025. A renovação da frota do SAMU avançou com a entrega de 2.223 ambulâncias na seleção de 2023, com previsão de conclusão total até fevereiro de 2026, e mais 2.420 ambulâncias previstas na seleção de 2025, com 100% das entregas estimadas no primeiro semestre de 2026. O programa também inclui investimentos em radioterapia, tomografia, ressonância magnética e a abertura de 150 salas de cirurgia equipadas, fortalecendo a capacidade de atendimento do SUS.
Centro de radioterapia inaugurado no Amapá (AP): investimento em todas as regiões do país. Foto: João Risi / MS
FIIS – O fortalecimento da infraestrutura social em saúde também avançou por meio do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS). O Governo do Brasil autorizou R$ 18,4 bilhões para investimentos na área da Saúde, beneficiando 1.119 municípios em 26 estados. Ao todo, foram aprovadas 14 propostas estaduais, 750 municipais e 233 de instituições filantrópicas e privadas. Os projetos reforçam a assistência, a atenção psicossocial e a estrutura hospitalar em todo o país.
HIV – No enfrentamento ao HIV, o Brasil alcançou a menor taxa de mortalidade por aids em 32 anos, com queda de 13% entre 2023 e 2024, resultado que poupou mais de mil vidas. Os avanços refletem o fortalecimento das ações de prevenção, diagnóstico e tratamento no SUS, com redução dos casos de gestantes com HIV (-7,9%), do número de crianças expostas ao vírus (-4,2%) e do início tardio da profilaxia neonatal (-54%).
ELIMINAÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL – O país também superou 95% de cobertura em pré-natal, testagem e tratamento para gestantes que vivem com HIV, interrompendo de forma sustentada a transmissão a infecção de bebês durante a gestação, o parto ou a amamentação, atingindo por completo as metas internacionais.
Maria Clara Tavares nasceu com HIV por transmissão vertical, de mãe para filho, algo que a marcou, mas que não a impediu de ter uma vida plena. Agora, aos 21 anos, a jovem está grávida do primeiro filho. “Não tive receio em nenhum momento, sabia que meu filho nasceria sem HIV, já que faço todo o tratamento com os antirretrovirais e levo uma vida saudável, praticando esportes”, conta Maria, que está esperando Nikolas.
A conquista colocou o Brasil em posição de destaque no cenário global da saúde pública. A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) concedeu ao país o certificado de eliminação da transmissão vertical do HIV como problema de saúde pública. O Brasil é o único país continental a alcançar esse marco, resultado do acesso gratuito e ampliado às terapias antirretrovirais e a estratégias modernas, seguras e eficazes de prevenção.
COBERTURA VACINAL — Em 2025, o Brasil registrou aumento na cobertura de 15 das 16 vacinas do Calendário Nacional, e reverteu a tendência de queda observada desde 2016. O avanço é resultado da retomada do Programa Nacional de Imunizações (PNI), das mobilizações nacionais, como o Dia D, da vacinação nas escolas e da garantia de abastecimento de imunizantes. Este ano, mais de 1,2 milhão de doses foram aplicadas em estudantes a partir de mobilização nas escolas e outras 7 milhões durante a campanha de multivacinação. Entre os destaques está a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Com o reforço, o Brasil recebeu, em 2024, a certificação de país livre do sarampo, mesmo diante dos surtos nas Américas.
BRONQUIOLITE – Outra novidade na cobertura vacinal foi a campanha contra o vírus sincicial respiratório (VSR). A imunização passou a ser ofertada pelo SUS e é destinada a gestantes a partir da 28ª semana, com foco em prevenir a bronquiolite em recém-nascidos, uma das maiores causas de internação e mortes nessa faixa etária. “A vacina da bronquiolite é muito importante para gestantes no nosso inverno. É a principal causa de internação de crianças até um ano de idade e a principal causa de óbitos por doenças respiratórias. A vacina está no SUS agora, a partir de dezembro de 2025. Se a gestante for na clínica privada, vai pagar R$ 1.500, eu já vi cobrarem R$ 4 mil, e agora está de graça no SUS”, destacou Padilha.
DENGUE — No enfrentamento à dengue, a Anvisa aprovou o uso da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, abrindo caminho para a inclusão do imunizante no calendário nacional do SUS. Trata-se da primeira vacina produzida 100% no país, aplicada em dose única, com eficácia global de 74,4% na população de 12 a 59 anos, segundo estudos clínicos. As primeiras 1,3 milhão de doses já fabricadas serão destinadas aos profissionais da Atenção Primária, que atuam nas UBSs e em visitas domiciliares. A previsão é de que o lote inicial esteja disponível até o fim de janeiro de 2026.
“Ganhamos uma segunda arma importante, que é essa nova vacina desenvolvida aqui no Brasil pelo Instituto Butantan, com apoio e financiamento do Ministério da Saúde e financiamento do BNDES. A Anvisa avaliou a vacina e quem tomou, mais de 70% não tiveram sintoma de dengue, mais de 90% não tiveram sinal grave, então é uma grande arma”, celebrou o ministro da Saúde.
Padilha enfatiza que a vacina não exime governos e a população de tomarem todos os cuidados preventivos para evitar a proliferação do mosquito que causa a doença. “A gente não pode esquecer que mais de 80% dos criadouros estão dentro da casa das pessoas. Se a gente fizer aquele trabalho de prevenção todo dia, a gente consegue reduzir os casos como conseguimos este ano, que tivemos 75% de redução em relação a 2024. A nova vacina vai aumentar a capacidade de controle, mas não vamos deixar de fazer as ações que podemos no dia a dia”.
CONTRA FAKE – Outra frente de trabalho do Governo do Brasil tem sido atuar em campanhas e parcerias com escolas com ênfase na ciência, para reverter cenários de negacionismo sobre imunizantes e vacinação. “Muita gente acaba acreditando nessas mentiras, mas estamos vencendo essa batalha. Desde 2023, todo ano tem subido a cobertura vacinal. Em todas as 16 vacinas do calendário obrigatório estamos tendo cobertura maior em 2025 do que em 2024”, disse Padilha. Ele explicou que o governo tem atuado inclusive no âmbito da judicialização de algumas situações para evitar a proliferação de desinformações que prejudicam a saúde pública. “São pessoas espalhando mentiras e, infelizmente, até ganhando dinheiro com isso. O Ministério da Saúde, inclusive com a Advocacia Geral da União, entrou com ação judicial, inclusive do ponto de vista de questionamento de médicos que saíram vendendo cursos, detox de vacina, espalhando mentiras”.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
O Governo de Goiás proporcionou, neste ano, mais qualidade de vida, estudo e trabalho a 77,3 mil pessoas, ao levar atendimentos integrados em oftalmologia a diversas regiões do estado.
A iniciativa garantiu acesso a consultas médicas, exames especializados, encaminhamentos para acompanhamento ambulatorial e realização de cirurgias, além da entrega gratuita de óculos pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), por meio do Programa Olhar para Todos, do Goiás Social.
Desse total, 48,9 mil são estudantes de 119 escolas da rede pública estadual, atendidos na capital e em Aparecida de Goiânia, e 28,4 mil pessoas pertencem à comunidade em geral, de 26 municípios de todas as regiões do estado, atendidas durante ações do Goiás Social.
Olhar para Todos leva atendimentos integrados em oftalmologia a diversas regiões do estado (Foto: SES-GO)
Programa Olhar para Todos
O programa oferece acolhimento e a realização de exames de acuidade visual, autorrefração, tonometria, retinoscopia e retinografia, além da emissão de laudo médico, que pode ser utilizado para o encaminhamento do paciente à atenção especializada, quando necessário, por meio do sistema de Regulação da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO).
Os casos de emergência são encaminhados imediatamente ao Centro de Referência em Oftalmologia da Universidade Federal de Goiás (Cerof-UFG). O Cerof-UFG é um dos parceiros do Goiás Social, que inclui ainda as Secretarias de Estado da Saúde e da Educação (SES-GO e Seduc-GO) e a OVG.
O Programa Olhar para Todos foi lançado em novembro de 2024, com investimento superior a R$ 25 milhões do Tesouro Estadual, e tem como objetivo promover a saúde ocular dos estudantes da rede estadual de ensino por meio de avaliação oftalmológica, diagnóstico, acompanhamento especializado e entrega gratuita de óculos.
Do total de estudantes atendidos pelo programa, 13,3 mil receberam prescrição de óculos e 2,7 mil estudantes foram encaminhados ao Cerof-UFG.
“Temos orgulho desse trabalho, que leva profissionais e equipamentos de ponta a todas as escolas públicas estaduais, contribuindo para uma melhor qualidade de vida e para o aprendizado dessas crianças e adolescentes”, afirma a primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado.
Estudante passa por exame oftalmológico do programa Olhar para Todos em escola da rede pública estadual (Foto: SES-GO)
Serviços no interior
O Olhar para Todos é um dos serviços ofertados também nos eventos itinerantes do Goiás Social, que levam atendimentos em saúde, emissão de documentos e benefícios sociais, entre outros, ao interior do Estado.
Nos 26 municípios beneficiados neste ano, o programa somou, até novembro, 28,4 mil atendimentos a pessoas de todas as idades, de bebês a idosos. Desse total, 7,3 mil pessoas foram encaminhadas à atenção especializada e 14,5 mil receberam óculos com prescrição médica.
Para o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, ambas as frentes de atuação — voltadas a estudantes e à população em geral — são admiráveis e necessárias.
“É uma iniciativa que impacta diretamente a qualidade de vida das pessoas, contribuindo para a saúde e o bem-estar de adultos, idosos e crianças”, destaca. “Cada exame realizado é um passo na construção de um futuro com mais oportunidades para esses estudantes e mais conforto e qualidade de vida para adultos e idosos”, acrescenta.
Os centros olímpicos e paralímpicos seguiram fortalecidos e atendem hoje mais de 45 mil alunos. A infraestrutura esportiva recebeu mais de R$ 22 milhões em obras, reformas e manutenções | Fotos: Divulgação/SEL-DF
DF entrega novas obras, amplia o Compete Brasília e realiza eventos que movimentaram milhares de pessoas em todas as regiões administrativas
O ano de 2025 marcou um ciclo de entregas expressivas para o esporte do Distrito Federal. Mais de 150 eventos receberam apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), consolidando Brasília como referência nacional na realização de competições de alto nível.
A Corrida de Reis reuniu milhares de atletas em um dos percursos mais tradicionais do país; os Jogos da Juventude 2025 trouxeram à capital o maior evento estudantil do Brasil; o STU National transformou o Parque da Cidade no palco do skate brasileiro e entregou à população uma pista de padrão internacional, assinada pela Rio Ramp Design; e o Jungle Fight e Legacy Fighting Alliance (LFA) destacaram o DF nas artes marciais mistas (MMA).
O público brasiliense também teve, pela primeira vez, a oportunidade de acompanhar três modalidades gímnicas em um mesmo ciclo de eventos: ginástica aeróbica, ginástica acrobática e parkour. O calendário ainda contou com competições de diversas modalidades, dentre elas, vôlei, kung fu wushu, além de torneios olímpicos, paralímpicos e ações comunitárias.
Os centros olímpicos e paralímpicos seguiram fortalecidos e atendem hoje mais de 45 mil alunos. A infraestrutura esportiva recebeu mais de R$ 22 milhões em obras, reformas e manutenções. Entre os destaques, está a retomada de um marco histórico no futebol local: após quase duas décadas sem partidas noturnas, o Estádio Abadião, em Ceilândia, voltou a ter iluminação. Outro destaque é o início da reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, em que o gramado e a pista de atletismo, recebem investimento superior a R$ 4,4 milhões.
Outras obras essenciais completaram o ano: campo sintético no Taguaparque; manutenções periódicas nos centros olímpicos; manutenções nos estádios; manutenção do Parque da Cidade; e a reforma da quadra coberta ao lado do Estádio Rorizão.
O Compete Brasília beneficiou 5.255 atletas e paratletas em 2025, com investimento de R$ 9,1 milhões. O número de viagens aéreas cresceu, enquanto o transporte terrestre caiu de 145 embarques em 2024 para 118 em 2025, refletindo a ampliação da presença brasiliense em competições de alto rendimento no país e no exterior.
O Compete Brasília beneficiou 5.255 atletas e paratletas em 2025, com investimento de R$ 9,1 milhões
O ano também foi marcante no campo legislativo. A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou dois importantes projetos de lei enviados pelo Executivo: o PL nº 2.062/2025, que ampliou significativamente o Programa Bolsa Atleta para paratletas e surdoatletas, e o Projeto de Lei Complementar que criou o Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal (PAFDF). Ambos os textos foram sancionados pelo governador Ibaneis Rocha no dia 24 de dezembro.
Para o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, 2025 representou um avanço decisivo para a pasta: “Foi um ano histórico. Avançamos em obras, ampliamos eventos, apoiamos milhares de atletas e fortalecemos políticas públicas que garantem acesso, inclusão e oportunidades. O esporte do DF cresceu nas quadras, nas pistas, nos centros olímpicos e nos palcos nacionais.”
Com estrutura renovada, grandes eventos e programas sólidos, o Distrito Federal fecha 2025 celebrando conquistas e se prepara para um 2026 ainda mais promissor para o esporte brasiliense.
Pós-graduandos recebem bolsas de incentivo à pesquisa: chamada pública se encerra em abril de 2026 (Foto: Fapeg)
O Governo de Goiás vai investir R$ 13.226.400,00 na concessão de 180 bolsas de formação em mestrado e doutorado, abrangendo todas as áreas do conhecimento.
Do total, serão ofertadas 150 bolsas de mestrado, com valor mensal de R$ 2.310,00 pelo período de até 24 meses, e 30 bolsas de doutorado, no valor mensal de R$ 3.410,00 por até 48 meses, descontados os meses já cursados a partir da primeira matrícula no programa de pós-graduação.
A iniciativa será executada por meio de edital publicado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), destinado a estudantes regularmente matriculados em programas de pós-graduação stricto sensu de instituições de ensino superior públicas ou privadas sem fins lucrativos, reconhecidas pela Capes.
A chamada integra a política estadual de fortalecimento da pós-graduação, com foco na ampliação da quantidade, diversidade e qualidade da formação acadêmica em Goiás.
O objetivo é qualificar recursos humanos para atuação em pesquisa científica, tecnológica e de inovação, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do Estado.
As bolsas serão distribuídas por meio de cotas proporcionais ao número de programas de pós-graduação ofertados pelas instituições de ensino superior participantes. Estudantes que já tenham cursado mais de 18 meses do mestrado ou 36 meses do doutorado não podem se candidatar.
Etapas para bolsas de mestrado e doutorado
A chamada pública será realizada em três etapas. Na primeira, as instituições de ensino superior, por meio das pró-reitorias de pós-graduação ou órgãos equivalentes, devem encaminhar à Fapeg a proposta de distribuição das cotas entre os programas elegíveis, até o dia 13 de fevereiro.
Na segunda etapa, os coordenadores dos programas de pós-graduação devem enviar, até 27 de março, o resultado do julgamento e da seleção das candidaturas às bolsas, via Plataforma Sparkx-Fapeg.
Na terceira fase, o pós-graduando selecionado deve apresentar a documentação necessária para a contratação da bolsa na Plataforma Darwin-Fapeg até o dia 13 de abril.
Obras dos Centros de Atendimento Socioeducativo de Rio Verde e Porangatu reforçam a rede socioeducativa de Goiás (Foto: Seinfra)
A Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) concluiu a execução de dois importantes equipamentos públicos voltados ao atendimento socioeducativo no estado: os Centros de Atendimento Socioeducativo (Cases) de Rio Verde e de Porangatu.
A construção das unidades demandou investimentos de R$ 17 milhões.
Centros de Atendimento Socioeducativo
Projetado para oferecer um ambiente moderno, seguro e funcional, integrando espaços de acolhimento, educação e acompanhamento socioeducativo daqueles que estão envolvidos na prática de ato infracional, cada Case é dotado de 52 alojamentos individuais e banheiros exclusivos, refeitório, lavandeira, recepção, coordenação, administração, bem como estacionamento, guarita coberta e alojamento para os guardas.
Além disso, os locais têm salas de aula e de informática, bibliotecas, quadras poliesportivas com vestiários e salas para atendimentos médicos, psicológicos e de assistência social.
“Segurança pública não se faz apenas nas ruas, mas também dentro das instituições que acolhem e corrigem. Os novos Cases de Rio Verde e Porangatu mostram o compromisso de Goiás com uma política completa, que combate o crime, protege as famílias e oferece caminhos de ressocialização. Estruturas assim ajudam o Estado a avançar cada vez mais, porque atacam a raiz do problema e garantem que esses jovens tenham condições reais de reconstruir suas vidas”, avalia o governador Ronaldo Caiado.
Com as obras civis concluídas, o próximo passo para que as unidades entrem efetivamente em operação é o processo de equipagem. A fase inclui aquisição e instalação de mobiliário, equipamentos pedagógicos, tecnológicos e itens de uso administrativo, além da ambientação dos espaços voltados ao atendimento dos adolescentes.
Somente após essa etapa, os Cases poderão ser inaugurados e iniciar o acolhimento dos jovens encaminhados pelo sistema de justiça.
Investimentos
Até agora, o Governo de Goiás já destinou mais de R$ 33 milhões para a construção, reforma e equipagem desse tipo de unidade, que atende ao conjunto de medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para ressocialização de menores.
Esse recurso deve elevar de 262 para 551 o número total de vagas em Case na modalidade exclusiva de regime fechado.
Para atender à política de regionalização do sistema, além de Rio Verde e Porangatu, os investimentos também chegam aos municípios de Itaberaí, Itumbiara, São Luís de Montes Belos, Goiânia e Luziânia.
Todas as intervenções seguem o padrão do Sistema Nacional Socioeducativo (Sinase), tanto em relação às instalações quanto ao modelo de assistência aos jovens infratores.
O Sinase determina que os atendimentos aos internos envolvam educação, oficinas pedagógicas, atividades esportivas, culturais e de lazer, atendimento psicossocial, vivência em grupo, qualificação profissional, dentre outros.
“Essas obras mostram que é possível transformar demandas históricas em entregas concretas. Estamos falando de espaços que vão além do aspecto físico, pois oferecem condições dignas para o atendimento socioeducativo, fortalecem a rede de proteção social e contribuem para a construção de um futuro melhor para esses jovens”, avalia o secretário de Estado da Infraestrutura, Adib Elias.
Além das unidades de internação, Goiás dispõe de duas unidades de semiliberdade e de uma estrutura que opera em regime de plantão interinstitucional. Nesses espaços, são conduzidos estudos voltados à análise do comportamento de internos que, por diferentes razões, reincidem em infrações disciplinares dentro das próprias casas.
A partir dessas pesquisas, torna-se possível identificar causas, estabelecer parâmetros de prevenção e adotar medidas que reduzam a ocorrência de problemas comportamentais e conflitos internos.
(Tomaz Silva/Agência Brasil)
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/fundo-brasil-abre-editais-para-doacao-milionaria-a-organizacoes-sociais/
São três editais com inscrições abertas ao longo do mês de janeiro; Edital Geral presta homenagem à feminista Rose Marie Muraro
Neste fim de ano marcado por violência contra mulheres, pela operação mais letal da história do Rio de Janeiro e por ameaças aos direitos territoriais de povos indígenas, o Fundo Brasil encerra 2025 lançando mais três editais para apoiar organizações de base que defendem os direitos humanos no país. No total, serão doados R$3,5 milhões para cerca de 65 projetos.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site fundobrasil.org.br.
Ao reunir três editais em um mesmo período, a fundação amplia o alcance do apoio para que grupos e coletivos de base possam retomar suas atividades, em janeiro de 2026, captando novos recursos para a continuidade de seu trabalho.
“O Fundo Brasil aposta no fortalecimento institucional porque entende que a defesa de direitos exige continuidade, autonomia e capacidade de articulação. Portanto, fortalecer organizações é garantir que a defesa de direitos não seja interrompida”, afirma Allyne Andrade, diretora executiva adjunta do Fundo Brasil de Direitos Humanos.
Inscrições abertas
Um dos editais abertos é “Geral 2026 – Fortalecendo direitos e gestando um mundo novo” voltado a grupos e coletivos que enfrentam retrocessos no âmbito dos direitos humanos, democracia e justiça social. O nome do edital é uma homenagem ao título de um dos livros de Rose Marie Muraro, uma das instituidoras do Fundo Brasil e liderança feminista fundamental na historia do país. Em vida, escreveu mais de 40 livros e foi reconhecida pelo Congresso Brasileiro como Patrona do Feminismo Nacional.
Outra chamada aberta é o edital “LGBTQIAPN+: Defendendo Direitos 2026”, que vai apoiar o fortalecimento institucional de organizações que atuam no combate à discriminação e no enfrentamento de violações relacionadas à diversidade sexual e à identidade de gênero.
O terceiro eixo de apoio é o edital “Fortalecendo Trabalhadores Informais na Luta por Direitos 2026”, que terá dois eixos de apoio. Um é voltado a organizações de base e o outro a propostas de incidência política e fortalecimento de articulações, com foco em organizações, coletivos, grupos, sindicatos e movimentos sociais que lutam por condições dignas de trabalho e de vida para trabalhadores.
Apoio prioritário
Os editais priorizam propostas de organizações com pouco ou nenhum acesso a outras fontes de financiamento e reconhecem a importância de abordagens interseccionais que considerem raça, gênero, sexualidade, território e outras dimensões das desigualdades sociais.
Todos os projetos inscritos são avaliados por comitês de seleção formados por especialistas independentes. Os resultados serão divulgados no site e nas redes sociais da instituição.
Serviço:
Edital – “Fortalecendo Trabalhadores Informais na Luta por Direitos 2026”
O Fundo Brasil de Direitos Humanos é uma fundação independente, sem fins lucrativos, criada em 2006 por ativistas com a missão de promover o respeito aos direitos humanos no país, criando mecanismos sustentáveis, inovadores e efetivos para fortalecer organizações da sociedade civil e para desenvolver a filantropia de justiça social. A fundação faz isso captando recursos para destiná-los a organizações e comunidades que lutam por direitos fundamentais e combatem as desigualdades, a violência institucional e a discriminação em todo o país. Desta forma, atua como uma ponte, conectando doadores a projetos de transformação social.
A instituição apoia a busca por justiça racial e de gênero, a luta por direitos dos povos indígenas, de populações quilombolas e tradicionais, por justiça climática e socioambiental na Amazônia e nos demais biomas do país, por direitos de crianças e jovens, de pessoas LGBTQIA+, de trabalhadores rurais e precarizados, de comunidades impactadas por obras de infraestrutura e empreendimentos urbanos, de vítimas da violência de Estado e seus familiares, a luta contra o encarceramento em massa e a tortura no sistema prisional, entre outras.
O Fundo Brasil já apoiou mais de 1.800 projetos e doou mais de R$96 milhões. Para saber mais, acesse o site.
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