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Prefeito de Populina busca novos recursos no Ministério da Saúde para fortalecer atenção primária e Santa Casa

O prefeito de Populina, Dr. João Cezar, esteve em Brasília nesta semana para uma agenda estratégica no Ministério da Saúde. Acompanhado dos vereadores Aparecido de Carvalho, Cleide Francisco, Jeander Arantes e Maria Helena, o gestor municipal apresentou uma série de demandas voltadas ao fortalecimento da Atenção Primária e à ampliação de investimentos para a Santa Casa do município.

A comitiva levou ao governo federal dados que evidenciam o aumento da procura pelos serviços de saúde em Populina, reforçando a necessidade de novos recursos para manter e ampliar o atendimento básico. Entre os principais pontos discutidos estiveram a ampliação da estrutura da Estratégia Saúde da Família, a modernização de equipamentos e o fortalecimento da rede de cuidados oferecida à população.

Durante as tratativas, a equipe municipal destacou ainda a urgência de investimentos para a Santa Casa, que desempenha papel central no atendimento hospitalar da cidade e de municípios vizinhos. A busca por novos aportes visa melhorar a estrutura física, qualificar equipes e garantir maior resolutividade aos serviços prestados.

O prefeito Dr. João Cezar avaliou positivamente a agenda e reiterou o compromisso da administração em assegurar atendimento digno e eficiente. “Estamos empenhados em garantir que Populina tenha uma saúde cada vez mais forte. Saímos confiantes de que nossos pleitos serão analisados com atenção e que novos recursos chegarão para beneficiar nossa população”, afirmou.

A reunião central da agenda ocorreu com o assessor Humberto Tobé, representante da equipe do ministro Alexandre Padilha, que recebeu a comitiva, ouviu detalhadamente as demandas apresentadas e se comprometeu a encaminhar cada ponto para análise técnica. Segundo a Prefeitura, o diálogo direto reforça a importância da parceria entre Populina e o Ministério da Saúde para a construção de avanços concretos no setor.

Investimentos do Governo Lula no município

Nos últimos anos, Populina já vem sendo contemplada por uma série de programas e repasses federais que reforçam a política nacional de saúde. Atualmente, o município conta com duas equipes de Saúde da Família, três Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e um Agente de Combate às Endemias (ACE) custeados pelo Governo Federal. A cidade também mantém uma Unidade Básica de Saúde com recursos federais e participa do Programa Saúde na Escola, que já atendeu 748 estudantes em três escolas. Além disso, o município conta com uma equipe de saúde bucal vinculada ao Brasil Sorridente, fortalecendo o atendimento odontológico.

Outro destaque é o volume de recursos destinados à valorização profissional e ao acesso a medicamentos. Desde 2023, Populina recebeu R$ 392.479 em repasses federais para a complementação do Piso Nacional da Enfermagem, medida implementada pelo governo Lula em benefício dos profissionais de saúde. No mesmo período, a Farmácia Popular beneficiou 1.792 moradores com medicamentos gratuitos ou subsidiados. O município também segue integrado ao sistema regional do SAMU, garantindo atendimento de urgência via central de Fernandópolis, reforçando a rede de assistência às emergências.

Daniel Vilela afirma que o Goiás Social é “o estado presente” na vida das pessoas

Vice-governador participou do evento em Águas Lindas, onde oferece atendimentos nas áreas de saúde, emprego, educação e assistência jurídica. Estrutura fica aberta até este domingo

O vice-governador Daniel Vilela participou neste sábado (29/11) da abertura de mais uma edição do Goiás Social, desta vez no município de Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal (DF). O programa leva ampla estrutura de serviços gratuitos diretamente à população, com destaque para a entrega de escrituras de imóveis e outros benefícios voltados à inclusão social. A programação, que segue até este domingo (30/11), conta ainda com atendimentos nas áreas de saúde, assistência jurídica, educação, cursos profissionalizantes, entre outros.

“Nós fazemos política com ideal, com espírito público. O Goiás Social é o governo do estado presente lá na ponta, próximo das pessoas, que é onde devemos estar. Todos os nossos programas chegam à população por meio de 400 servidores do governo e também de parceria com a prefeitura de Águas Lindas, que disponibilizou 200 pessoas de sua equipe, para garantir celeridade e facilitar o acesso de quem precisa dos serviços”, afirmou Daniel.

Secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos destacou o trabalho do governador Ronaldo Caiado, da primeira-dama Gracinha Caiado e de Daniel Vilela, que juntos têm rodado Goiás levando programas sociais, além de outros investimentos e oportunidades para todas as regiões do estado. “E aqui não é diferente. Hoje, nós temos entregas muito importantes. Estou vendo muitas mães com filhos e outras pessoas com necessidades que vieram aqui receber seus benefícios”, disse o secretário.

Durante a semana, Águas Lindas, quarta cidade mais populosa de Goiás, com mais de 240 mil habitantes, foi acometida por chuvas torrenciais que forçaram a gestão da cidade a decretar estado de calamidade em função dos estragos na infraestrutura. O prefeito Lucas Antonietti destacou o atendimento do Estado para a resolução dos danos. “O Goiás Social chega em uma hora muito boa, para acolher as famílias mais vulneráveis. Não vamos deixar ninguém debaixo de sol ou de chuva. Estamos e estaremos de mãos dadas. Mesmo em momentos críticos, não podemos perder a fé e a esperança”, declarou o prefeito.

Durante todo o evento, a população tem à disposição serviços da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), da Defensoria Pública (acordo para regularizar guarda de filhos e divórcios, bem como reconhecimento de união estável e de paternidade/maternidade); além de emissão de RG; serviços do Vapt Vupt, e informações sobre negociação de débitos e segunda via de contas da Saneago.

Foram entregues nesta edição 1.945 cartões do programa Mães de Goiás, 146 do Dignidade, 121 do Goiás Por Elas, além de 403 cartões do Goiás + Inclusivo, que pela primeira vez beneficia a população de Águas Lindas.

Mãe de três crianças, Alessandra da Silva Marques, de 31 anos, é uma das 15 mil beneficiárias do Mães de Goiás em Águas Lindas. De acordo com a Secretário de Estado de Desenvolvimento Social, a cidade é líder no quesito pessoas atendidas pelo programa. Natural do Piauí, ela encontrou no município e na política pública do governo estadual uma “oportunidade”. “É uma ajuda boa, até mesmo porque crio meus filhos sozinha. O que o governo faz aqui é muito bom”, definiu ela.

O aposentado Deusdete Fernandes de Oliveira, de 68 anos, não mediu distância para aproveitar o Goiás Social em sua cidade. Morador de uma região de chácaras, ele trafegou 18 quilômetros para atualizar sua carteira de identidade. “Fiquei sabendo pela internet desse mutirão e precisava fazer a troca. Esse tipo de serviço ajuda muito, principalmente para quem é aposentado. A identidade digital é, hoje, necessária. Mesmo morando longe do centro, é muito bom ter esse evento perto da gente”, salientou.

Goiás Social
Goiás Social é um programa do Governo de Goiás voltado ao combate da vulnerabilidade social e à promoção da inclusão de famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. Coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, o projeto reúne em um só espaço diversos serviços gratuitos para a população.

Fotos: Jota Eurípedes

Legenda: Daniel Vilela participa do Goiás Social em Águas Lindas, programa que leva ampla estrutura de serviços gratuitos diretamente à população

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Adasa marca presença no 6º Encontro de Integração dos Comitês de Bacias Hidrográficas do DF

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) participou, na última sexta-feira (28/11), do 6º Encontro de Integração dos Comitês de Bacias Hidrográficas (EICOB), que encerrou o ciclo anual de atividades dos CBHs no DF. O evento reuniu especialistas, gestores públicos, instituições parceiras e representantes dos Comitês Maranhão–DF, Paranaíba–DF e Preto–DF.

A programação começou com um café da manhã de acolhida oferecido pela Adasa, seguido de uma visita guiada às instalações da Asproeste, conduzida pela presidente Marilza Speroto. Durante o passeio, foram apresentados a estrutura da associação e os projetos voltados para a agricultura irrigada e a gestão sustentável da água.

No âmbito técnico, o pesquisador Eduardo Cyrino, da Embrapa Cerrados, ministrou palestra sobre estudos recentes do Índice de Qualidade da Água no meio rural, abordando desafios e oportunidades para a conservação hídrica. Em seguida, Leonardo Hatano, coordenador pedagógico da Escola Parque da Natureza, compartilhou boas práticas de educação ambiental implementadas na Área Ambiental Granja do Ipê.

No período da tarde, Wendel Lopes, regulador da Superintendência de Planejamento e Programas Especiais da Adasa (SPE), apresentou um panorama da cobrança pelo uso de recursos hídricos no DF, ressaltando sua relevância para o fortalecimento da gestão das bacias e para o financiamento de ações estratégicas de preservação.

O encontro também promoveu uma roda de conversa entre os membros dos Comitês, com troca de experiências, avaliação das ações de 2025 e projeções para 2026, focando em desafios comuns, avanços institucionais e novas frentes de cooperação.

A participação da Adasa no EICOB reforça o compromisso da Agência com a governança das águas no Distrito Federal, ao oferecer suporte técnico e logístico aos Comitês de Bacia — atores centrais do Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos local. Por meio de orientações especializadas e apoio operacional, a Adasa fortalece a integração entre regulação, sociedade civil, usuários e poder público.

Adasa leva comunicação acessível ao centro do debate regulatório no encerramento do Congresso da ABAR

No terceiro e último dia do XIV Congresso Brasileiro de Regulação, a Adasa encerrou sua participação com presença expressiva em quatro mesas temáticas, assumindo protagonismo nas discussões sobre comunicação institucional, participação social, inovação em linguagem regulatória e qualidade regulatória no país. A programação destacou a importância de aproximar as agências do cidadão, da imprensa e dos demais atores do setor regulado, reforçando transparência, clareza e diálogo público como fundamentos da regulação moderna.

A primeira participação ocorreu na mesa “Qualidade regulatória infranacional: os casos da Adasa-DF, AGER-MT e Arsal-AL com o Programa de Aprimoramento da Qualidade da Regulação Brasileira (QualiREG)”. O encontro foi moderado por Luís Nespolo, presidente regulador da AGER-MT, e contou com Dennis Valle (Adasa), Carlos Roberto Ruchiga Corrêa Filho (CGU) e Camilla Ferraz (Arsal/AL) como painelistas. O debate abordou mecanismos de qualidade regulatória, compliance, melhoria contínua e experiências aplicadas do QualiREG no âmbito das agências participantes.

Na mesa seguinte, “Ferramentas que aproximam: inovações que simplificam a linguagem e ampliam o alcance da regulação”, a moderação foi conduzida por Carlos Pinheiro dos Santos Barros Neto, superintendente de Programas e Projetos Especiais da Adasa. Como painelistas estiveram Rejane Monteiro (Agems/MS), Luana Figueira (Agenersa/RJ) e Roberta Nobre, chefe da Assessoria de Comunicação Institucional da Adasa. Nesta sessão foram discutidas soluções de comunicação acessível, iniciativas que traduzem conteúdos técnicos para linguagem clara e exemplos de materiais visuais aplicados à educação pública. Roberta apresentou vídeos da campanha de drenagem da Adasa, demonstrando como informações complexas podem ser transmitidas de forma simples e compreensível para a população.

Em seguida, Roberta Nobre moderou a mesa “Comunicação como estratégia de fiscalização: monitoramento inteligente e prevenção de conflitos”. O painel reuniu Nayara Takahara (AGER-MT) e Bruna Aquino (Agems/MS) em um debate sobre comunicação aplicada à fiscalização, transparência ativa, prevenção de conflitos e enfrentamento de desinformação. A discussão reforçou a importância da imprensa como aliada no controle social e na disseminação de informações técnicas de maneira acessível.

Na mesa final conduzida pela Adasa, “Comunicação que regula: como o diálogo qualifica decisões e amplia a confiança pública”, Roberta moderou o debate com participação de Cristiane Caruso (Agenersa/RJ), Danilo Fariello (Fariello Comunicação) e Thais Antonelli (Artesp/SP). A discussão abordou estratégias de comunicação institucional para fortalecer confiança pública, aumentar o entendimento social das decisões regulatórias e assegurar transparência no processo decisório. Roberta também destacou plataformas tecnológicas da Adasa, como o aplicativo Adasa Digital, o portal institucional e sistemas públicos de consulta como SIRH, SIMCURB e o Painel de Informações de Resíduos Sólidos, destacando a comunicação digital como forma permanente de aproximação entre agência, imprensa e sociedade.

Além dos painéis voltados à comunicação, a Adasa esteve representada nas discussões sobre resíduos sólidos. Élen Dânia Silva dos Santos, superintendente de Resíduos Sólidos, participou das mesas “Concessões e PPPs em resíduos sólidos: o desafio de estruturar soluções sustentáveis com escala, inovação e eficiência” e “Valorizar é preciso: estratégias para expandir a reciclagem e a compostagem dos resíduos sólidos urbanos”. Os debates reuniram especialistas do governo federal, pesquisadores e reguladores estaduais, discutindo iniciativas para ampliar reciclagem, compostagem, economia circular e modelos avançados de gestão.

A atuação da Adasa no encerramento do Congresso da ABAR consolidou o papel da comunicação na agenda regulatória brasileira e reforçou o compromisso institucional com linguagem acessível, participação social e transparência. Ao liderar debates chave sobre comunicação que educa, fiscaliza e regula, a agência se posiciona como referência nacional na construção de políticas públicas compreensíveis e próximas da população.

Criação de região administrativa do Noroeste será debatida em audiência pública

Foto: Anderson Parreira / Agência Brasília

A criação de uma nova região administrativa no Distrito Federal, a do Noroeste, será debatida pela Câmara Legislativa na próxima segunda-feira (1). A iniciativa é do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), que é autor do projeto de lei 609/2023, que propõe a criação da nova RA, que seria a de número 36 no DF.

A audiência pública acontecerá no salão de festas do Residencial Espaço Noroeste, localizado no bloco C da SQNW 109, a partir das 19h, e é aberto a todos os interessados no tema.

A realização do debate é um pré-requisito para a transformação da área do Noroeste em uma região administrativa, conforme determina a Lei nº 5.161/2013, que “estabelece critérios para a criação de regiões administrativas no Distrito Federal e dá outras providencias”.

A iniciativa é do deputado Martins Machado. Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF


“Ao propor a criação da referida região administrativa, pretendemos não apenas atender um clamor – que já se faz sentir – da população que reside e constitui força de trabalho naquelas áreas, mas também propiciar uma maior representação governamental, com a adoção de um novo modelo organizacional, o qual, certamente, será um elo de ligação entre a população local e a equipe do Governo do Distrito Federal, assegurando eficiência na prestação de serviços ao cidadão”, justifica o deputado distrital.

Martins Machado também explica que a realização de audiência pública tem como objetivo promover o diálogo democrático e transparente com a população sobre a criação da região administrativa do Noroeste.

Para o parlamentar, o debate com os interessados possibilitará a escuta ativa da comunidade local; o esclarecimento dos impactos administrativos, sociais e econômicos da proposta; a coleta de sugestões e manifestações que subsidiarão o processo legislativo, e o fortalecimento da cidadania e da governança participativa.

Luís Cláudio Alves – Agência CLDF

Décimo terceiro deve movimentar R$ 10,5 bilhões no comércio do DF e impulsionar vendas de fim de ano

Alta circulação de consumidores coincide com a Black Friday e anima o setor varejista

Impacto do abono natalino

O décimo terceiro salário deve injetar cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio do Distrito Federal neste fim de ano, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). A previsão envolve aproximadamente 1,72 milhão de trabalhadores e ocorre em um momento em que 76,5% das famílias brasilienses seguem endividadas.

Black Friday deve ampliar fluxo de clientes

O aumento da renda disponível deve intensificar a movimentação nos centros de compras da capital. A expectativa é que cerca de 160 mil pessoas circulem pelos estabelecimentos em apenas dois dias, coincidindo com a Black Friday, tradicional data de forte impacto no varejo.

DF registra maior valor médio do benefício

O valor médio do décimo terceiro no Distrito Federal chega a R$ 5.877, o mais alto do país. O montante representa 30,7% de toda a massa salarial extra da região Centro-Oeste. Do total previsto, R$ 9,2 bilhões devem beneficiar trabalhadores formais, enquanto o restante será destinado a aposentados e segurados do INSS.

Endividamento segue elevado, mas inadimplência cai

Apesar do impulso econômico, o endividamento ainda atinge 819.778 famílias no DF. A inadimplência apresentou leve melhora, passando de 42,3% para 42,1%. Para o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido da Costa Freire, o benefício terá papel fundamental no alívio financeiro. “O décimo terceiro ajuda na quitação das dívidas, incentiva a poupança, o planejamento doméstico e as compras de fim de ano”, afirmou.

Varejo projeta alta nas vendas

Com a injeção de renda, lojistas esperam crescimento expressivo nas vendas de bens duráveis e semiduráveis, como roupas e eletrônicos. Campanhas promocionais e horários estendidos fazem parte das estratégias para atender ao público. O gasto médio por consumidor deve subir de R$ 305, registrado no ano passado, para aproximadamente R$ 390.

SUS em risco digital: Estudos apontam avanço da digitalização da saúde pública sem transparência

Crédito: Freepik

Estudos inéditos da CDR mostram como a digitalização da saúde pública entrega infraestrutura estratégica a empresas privadas
 

No dia 3 de dezembro de 2025, das 9h às 18h, a Coalizão Direitos na Rede (CDR) realiza o 2º Encontro de Saúde Digital – “Interoquê?! Interoperabilidade, da tecnologia à política”, no Espaço aFlora, em São Paulo para lançamento de dois estudos complementares sobre o avanço da interoperabilidade na saúde brasileira, conceito usado para descrever a integração de sistemas de informação, mas que, na prática, tem ampliado o controle privado sobre dados públicos e transformado a infraestrutura do SUS em ativo financeiro.
 

As pesquisas, conduzidas por Joyce Maldonado e Raquel Rachid “Reflexões sobre interoperabilidade na saúde brasileira” e Bruno Elias Penteado “Interoperabilidade técnica no governo brasileiro”, analisam o histórico regulatório, político e tecnológico da digitalização da saúde no Brasil.
 

Os estudos se baseiam em pesquisas e referências acumuladas ao longo de mais de cinco anos, e estão lastreados em artigos e documentos oficiais que evidenciam tendências já em curso. Embora parte das análises trate de cenários potenciais, as autoras explicam que se trata de uma leitura prospectiva fundamentada — um exercício de “ligar os pontos” que mostra como as escolhas atuais podem levar à consolidação de um modelo em que a privatização da informação em saúde pode ser mais parecida com a dinâmica do mercado financeiro do que se pode imaginar.
 

Os trabalhos mostram que, desde 2011, o Governo Federal tem implementado políticas voltadas à interoperabilidade sob o argumento de melhorar a eficiência do SUS — mas, na prática, o que se observa é a baixa comprovação dos resultados junto da dependência de consultorias e provedores privados, em especial por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).
 

Entre os pontos analisados estão o uso do CPF como identificador único, a integração da RNDS à Infraestrutura Nacional de Dados (IND) e a dependência de serviços de nuvem corporativos, que tornam o Estado refém de soluções proprietárias e possibilitam a exposição de informações sensíveis da população brasileira.
 

“Sendo evidente a relação das políticas de saúde digital com aquelas que vêm sendo chamadas de ‘governo digital’, é fundamental que se observe a existência de estudos para compartilhamento de dados entre o setor público e o setor privado somados àqueles voltados à monetização de dados, por exemplo; assim, o percurso particular do movimento sanitário por um sistema público universal-participativo parece estranho ao cenário atual”, conta Raquel, advogada, pesquisadora da Fiocruz e integrante da CDR por meio do Laboratório de Políticas Públicas e Internet – LAPIN.
 

O estudo aponta, ainda, que o tema vem sendo tratado em fóruns restritos, com exclusão de movimentos sociais que questionam a lógica de mercado na gestão da saúde digital. A CDR defende que decisões sobre dados públicos de saúde devem ser submetidas ao controle social, com transparência sobre contratos, infraestrutura e padrões tecnológicos utilizados.
 

Sobre a Coalizão Direitos na Rede

A Coalizão Direitos na Rede (CDR) é uma articulação de mais de 50 organizações da sociedade civil brasileira que, desde 2018, atua na defesa dos direitos digitais como parte essencial dos direitos humanos. Com forte incidência em políticas públicas, a CDR promove ações de advocacy, mobilização e produção de conhecimento sobre temas como liberdade de expressão, privacidade, proteção de dados, inclusão digital e regulação democrática das plataformas digitais. Seu trabalho visa fortalecer a democracia e combater desigualdades no ambiente digital, especialmente entre grupos mais vulnerabilizados. Saiba mais em: Link

Do avanço dos meios de pagamento à centralização tributária: uma leitura crítica de Pix, Reforma Tributária e DREX

Felipe Franchi

Quando olho para o Brasil de hoje, como advogado tributarista e CEO de uma fintech voltada à área tributária, eu vejo um país que modernizou a forma de pagar, mas ainda patina na forma de tributar e ainda não decidiu o que quer fazer com sua moeda digital. Pix, Reforma Tributária e Drex são três peças da mesma engrenagem: inclusão financeira, reorganização do Estado e controle (ou liberdade) sobre o capital. Entender esse trio é fundamental para qualquer empresário que queira sobreviver e crescer nos próximos anos.
 

Começo pelo Pix porque, na prática, ele já venceu. Em pouco mais de cinco anos, o sistema de pagamentos instantâneos deixou de ser uma novidade para virar infraestrutura crítica da economia brasileira. Em 2024, o Pix superou todos os outros meios de pagamento em número de transações, com mais de 60 bilhões de operações, movimentando mais de R$ 26 trilhões em um único ano. Em 2025, antes mesmo de terminar o ano, o volume já ultrapassou o total de 2024 e a soma desde o lançamento chega a dezenas de trilhões de reais. Isso não é só uma curiosidade estatística: é uma mudança estrutural.
 

Os dados mostram também uma mudança de comportamento. Em 2021, o dinheiro em espécie ainda era o meio de pagamento mais usado no dia a dia; em 2024, o Pix já aparece como o instrumento utilizado com maior frequência pela população, à frente do papel-moeda e dos cartões. Ao mesmo tempo, o Banco Central aponta que os saques em espécie caíram mais de 30% desde a criação do Pix, enquanto os valores movimentados por ele se multiplicaram várias vezes. Isso significa bancarização, formalização de pequenos negócios e, principalmente, redução do custo de transação para quem mais precisa.
 

Do meu ponto de vista, o Pix democratizou o acesso financeiro de uma forma que o sistema bancário tradicional não conseguiu fazer em décadas. Ao lidar com empresas com dificuldades tributárias e restrições bancárias sérias, o acesso ao mercado financeiro ainda é um desafio, no qual qualquer restrição bancária significava ficar fora do jogo. A combinação entre Pix e fintechs permitiu recriar relações financeiras onde antes só existia porta fechada.
 

Só que, enquanto os meios de pagamento avançaram, o sistema tributário continuou sendo, por muito tempo, o mesmo labirinto de sempre. Em 2023, a Emenda Constitucional 132 inaugurou a chamada Reforma Tributária sobre o consumo, criando a base do IVA dual brasileiro, formado pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual e municipal), que vão substituir uma miríade de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS. A nova tributação começa a ganhar corpo a partir de 2026, com regras de transição que se estendem até a próxima década.
 

Do ponto de vista técnico,é notória a intenção de simplificar. Um sistema baseado em dois grandes tributos sobre bens e serviços é mais racional do que a colcha de retalhos atual. O problema é a execução. As notas técnicas do Ministério da Fazenda e os debates no Congresso apontam para uma alíquota de referência que pode chegar a um teto de 26,5% somando IBS e CBS, o que, na prática, colocaria o Brasil entre os países com IVA mais alto do mundo, ainda que haja mecanismos previstos para calibrar esse número ao longo do tempo. Como tributarista, eu olho para isso com ceticismo: um IVA alto, mal calibrado e cheio de exceções setoriais é receita pronta para insegurança jurídica.
 

E aqui entra um ponto crucial: as exceções são o combustível da judicialização. Quando o governo decide que certos setores estratégicos terão carga menor, ele cria um incentivo inevitável para que toda a cadeia produtiva ao redor peça equiparação na Justiça. Isso tende a multiplicar disputas, alimentar litigiosidade e aumentar o custo jurídico para as empresas, exatamente o contrário do que se promete quando se fala em simplificar.
 

Outro aspecto que me incomoda na Reforma Tributária é a centralização. A nova estrutura tende a concentrar mais poder decisório em Brasília, com comitês gestores que vão definir alíquotas e repartição de receitas entre estados e municípios. Na teoria, isso melhora a coordenação; na prática, abre espaço para decisões altamente politizadas sobre para onde vai o dinheiro. Municípios, que são a linha de frente na entrega de serviços ao cidadão, podem perder autonomia e previsibilidade de caixa. Eu, sinceramente, ainda não consigo enxergar como isso não vai aumentar a disputa federativa e gerar mais volatilidade para quem empreende na ponta.
 

Para o empresário, a mensagem que eu tiro de tudo isso é dura, mas honesta: não conte com a Reforma Tributária como solução mágica para o seu problema. Mesmo que, no longo prazo, ela venha a simplificar algo, o curto e médio prazo serão de transição, interpretação, ajustes e uma avalanche de regulamentações infralegais. Vai ter norma complementar, resolução, decisão de comitê. Quem sobreviver melhor será quem tiver organização tributária e controle de fluxo de caixa – não quem ficar esperando o “Brasil simplificado” bater na porta.
 

É nesse ponto que eu enxergo o papel das fintechs especializadas em tributação. O tripé que eu ajudei a construir – tributário, meios de pagamento e banco – não é um exercício teórico. Quando eu reviso a situação fiscal de uma empresa, redesenho sua estrutura societária (holding, eventuais estruturas no exterior, tudo dentro da legalidade) e, ao mesmo tempo, ofereço meios de pagamento e linhas financeiras inteligentes, eu não estou “fazendo milagre”; eu estou usando tecnologia e engenharia jurídica para transformar um quadro de asfixia em projeto de retomada. A Reforma pode até mudar as regras do jogo, mas quem tem dados, estrutura e crédito consegue se adaptar mais rápido.
 

Se Pix e Reforma Tributária são elementos já bem visíveis no tabuleiro, o Drex é, para mim, a peça que entrou e saiu do radar rápido demais, e isso diz muito sobre o Brasil de 2025. Oficialmente, o Drex é a iniciativa de moeda digital de banco central (CBDC) do Brasil, pensada para operar no atacado por meio de bancos e fintechs, não como uma “criptomoeda pública” nem como substituto do Pix.O piloto começou em 2023, testando liquidação de ativos tokenizados e operações de entrega versus pagamento.
 

Ao longo de 2024 e 2025, porém, o projeto enfrentou desafios relevantes de tecnologia e privacidade. O Banco Central testou a plataforma Hyperledger Besu, avaliou modelos de rede distribuída e, em 2025, começou a sinalizar uma mudança de rota: a arquitetura baseada em blockchain, tal como inicialmente desenhada, não se mostrou adequada para todos os objetivos, e parte da agenda deve migrar para infraestruturas mais tradicionais de tokenização de ativos e serviços de bastidor, “por trás das cortinas”, a partir de 2026. Paralelamente, surgiram notícias de que o projeto, na forma como vinha sendo comunicado ao público, foi descontinuado ou pelo menos radicalmente redesenhado, justamente por não conseguir conciliar privacidade com controle.
 

Desde o início, eu tinha ressalvas importantes em relação ao Drex. A ideia de o Estado ter um canal direto, granular e programável sobre o saldo e as transações dos cidadãos e das empresas levanta um problema que vai muito além da tecnologia: é um problema de poder. Em um modelo de CBDC desenhado sem salvaguardas fortes, ficar devendo para o fisco pode significar não apenas multa ou execução judicial, mas o bloqueio automático de acesso ao sistema financeiro, com débitos compulsórios diretamente da sua “carteira digital oficial”. Em países com instituições muito estáveis, isso já é tenso; em ambientes com maior volatilidade jurídica e política, é um risco que eu não minimizo.
 

Quando eu comparo Pix e Drex, a diferença de espírito é clara. O Pix nasceu para abrir portas: facilitar a vida de quem não tinha acesso, reduzir custos de transação, estimular a concorrência entre bancos e fintechs. O Drex, da forma como vinha sendo ventilado, corria o risco de virar uma grande válvula de controle de capital, ainda que travestida de inovação. A decisão do Banco Central de rever profundamente o projeto, desacelerar a narrativa de “moeda digital para todos” e focar em usos mais restritos e técnicos me parece, sinceramente, um movimento de prudência. Melhor admitir as limitações agora do que empurrar para a sociedade uma infraestrutura potencialmente invasiva, sem debate adequado.
 

Olhando para o ano econômico do Brasil sob esse prisma – Pix, Reforma Tributária e Drex – eu enxergo um país em encruzilhada. De um lado, uma infraestrutura de pagamentos moderna, que já é referência internacional e que provou ser capaz de incluir, baratear e dinamizar a economia real. De outro, uma reforma tributária ambiciosa, mas cheia de pontos cegos, que pode tanto simplificar quanto aprofundar a insegurança jurídica se for mal implementada. E, por fim, uma agenda de moeda digital que bateu no limite entre inovação e controle e precisou recuar para se redesenhar.
 

Como fundador e CEO da Franchi, o que eu tiro disso tudo é uma responsabilidade dupla. Primeiro, continuar usando tecnologia para criar soluções financeiras que deem autonomia, segurança e eficiência para o empresário. Segundo, participar do debate público com um olhar técnico e independente, sem paixões políticas, mas com clareza sobre o que funciona, o que não funciona e o que pode colocar em risco a liberdade econômica no longo prazo.
 

Eu não acredito em um Brasil “salvo” por um único instrumento: nem Pix, nem Reforma, nem Drex vão, isoladamente, resolver nossos problemas. O que pode fazer diferença é a combinação de boas instituições, transparência regulatória, competição saudável entre bancos e fintechs e um setor produtivo que aprenda a usar dados e tecnologia a seu favor. Como tributarista e como empreendedor, eu escolhi estar justamente nessa interseção. E é desse lugar que eu olho para o ano econômico do Brasil e digo: as ferramentas estão na mesa; o desafio agora é usá-las para ampliar liberdade e não para restringi-la.

Com aporte de gigantes do varejo, Topsort acelera expansão global da mídia baseada em IA

A W23 Global investe em empresas como a Topsort, que transformam o varejo por meio de tecnologia

Aporte do fundo W23 Global, apoiado por grandes varejistas do mundo, impulsiona expansão da Topsort e fortalece padrões mais eficientes e transparentes em Retail Media

A Topsort, empresa global especializada em Retail Media, recebeu um novo investimento estratégico da W23 Global, fundo internacional de venture capital apoiado por cinco dos maiores varejistas de supermercados do mundo: Tesco, Ahold Delhaize, Woolworths Group, Empire Company Limited/Sobeys Inc. e Shoprite Group.


O aporte reforça o avanço da Topsort na criação de modelos mais eficientes para como varejistas, marcas e agências ativam e mensuram mídia no varejo. Para a cofundadora e CEO, Regina Ye, o investimento marca uma nova fase do setor. “O Retail Media está entrando em sua era de IA e escala, em que varejistas, marketplaces e marcas podem operar em um ecossistema padronizado e transparente. O apoio da W23 Global acelera nossa missão de impulsionar inovação e eficiência em toda a cadeia”, afirma.


A W23 Global investe em empresas como a Topsort, que transformam o varejo por meio de tecnologia. Para a CEO Ingrid Maes, “a Topsort simplifica o Retail Media em um cenário de rápida expansão. Sua tecnologia de leilão sem lances permite ampliar redes de mídia e garantir que mais vendedores alcancem públicos relevantes de forma eficiente”.


Em 2025, a Topsort ampliou sua atuação global e passou a oferecer soluções completas a marcas, varejistas e marketplaces. Entre os avanços recentes estão ferramentas que conectam anunciantes a diferentes canais, digitalizam sinais de loja com foco em privacidade e utilizam mecanismos de otimização baseados em IA.


A infraestrutura da Topsort sustenta a monetização de grandes varejistas ao redor do mundo, ativando formatos como anúncios patrocinados, banners e mídia externa sem necessidade de grandes esforços de engenharia. Segundo Regina Ye, “com escalabilidade e automação, a Topsort apoia a construção de um ecossistema de Retail Media mais simples, conectado e orientado a resultados”.


Sobre a Topsort
A Topsort é uma plataforma global de tecnologia para anúncios de varejo que apoia marketplaces, empresas de varejo e marcas na criação e otimização de estratégias de publicidade em escala. Sua solução de ponta a ponta combina leilão em tempo real, inteligência artificial e ferramentas avançadas de análise, garantindo campanhas mais eficientes e sustentáveis. Com um ecossistema justo e transparente, a Topsort conecta marcas a consumidores no momento certo da jornada de compra e permite que marketplaces monetizem seus ativos digitais de forma mais estratégica.

Em meio à volatilidade, compradores de bitcoin crescem em 40%, segundo MB | Mercado Bitcoin 

Para incentivar ainda mais o comportamento de investir entre os usuários, a plataforma lança ação inédita de Black Friday com retorno em pontos Livelo e cashback para aportes em renda fixa digital e altcoins
 

São Paulo, 28 de novembro de 2025 – Em pouco mais de um mês, o bitcoin recuou cerca de 30%. Saiu dos US$ 126 mil da máxima histórica de outubro e escorregou para abaixo de US$ 90 mil no fim de novembro. Queda forte, capaz de assustar os marinheiros de primeira viagem, mas já conhecida por quem acompanha a dinâmica do mercado. Nos 14 dias de maior oscilação, o número de compradores de bitcoin subiu 40% em relação às duas semanas anteriores, indicando que muitos souberam ver o momento de baixa do ativo como oportunidade, segundo levantamento do MB | Mercado Bitcoin, plataforma líder em ativos digitais na América Latina.
 

O movimento de queda no mercado cripto, iniciado pelo recuo do bitcoin e seguido pela desvalorização das altcoins (criptomoedas além do bitcoin), coincidiu com o período da Black Friday. E para que seus usuários pudessem aproveitar ainda mais esse momento, o MB lançou a Invest Friday: uma iniciativa que oferece pontos Livelo e cashback a cada aporte realizado nas altcoins Ethereum, Ripple, Solana e Aave e em produtos de renda fixa digital elegíveis.
 

Para Fabricio Tota, VP de Negócios Cripto do MB | Mercado Bitcoin, o momento exige disciplina dos investidores. Diante de uma queda forte, vender por impulso tende a custar caro lá na frente. “Em 2022, o bitcoin também despencou mais de 70%. Pouco tempo depois, o ativo multiplicou seu valor por cinco. É justamente nas fases de turbulência que se constrói o ganho de longo prazo, desde que o investidor consiga manter a estratégia e não se deixar levar. Quando falamos em altcoins, a estratégia deve ser a mesma”, comenta.
 

A recente volatilidade da criptomoeda não é obra do acaso. Os juros altos nos EUA deixam os títulos americanos mais atraentes e retiram liquidez dos ativos de risco. As tensões geopolíticas também aumentam a cautela e levam muitos investidores a buscar opções mais conservadoras. E, por fim, muita gente aproveitou a forte alta para realizar lucro, um movimento normal, visto tanto entre investidores individuais quanto entre grandes ETFs nos EUA e que acaba pressionando o preço temporariamente.
 

No último mês, o Índice de Medo e Ganância – um indicador que mede o sentimento do mercado cripto, variando de extremo medo (0) a extrema ganância (100) – despencou para 15, zona de pessimismo extremo que costuma anteceder altas do ativo. Analistas do MB indicam que, sempre que o indicador cai abaixo de 20, o bitcoin costuma entregar, em média, mais de 40% de retorno nos 90 dias seguintes.
 

Mas, na prática, o que fazer quando o mercado balança?
 

É impossível identificar com precisão o ponto exato em que criptoativos, seja o bitcoin ou altcoins, atingem seu menor preço antes de voltar a subir. Por isso, uma das estratégias mais eficientes continua sendo realizar pequenos aportes de forma constante. “Essa abordagem dilui o preço médio ao longo do tempo e reduz a dependência de análises gráficas extremamente detalhadas, permitindo capturar bons pontos de entrada mesmo em cenários voláteis”, reforça o VP de Negócios Cripto do MB.
 

Para quem prefere esperar um pouco mais até o mercado dar sinais mais claros, existem alternativas além das altcoins. Uma delas é buscar ativos menos voláteis, como a renda fixa digital (RFD) ou stablecoins. Segundo Tota, a renda fixa digital no MB entregou em 2025 uma média de 132% do CDI, em muitos casos isenta de imposto de renda.
 

Black Friday com ação inédita para estimular investimento ao invés de consumo
 

De 27/11 a 1/12, a Invest Friday do MB | Mercado Bitcoin oferecerá cashback em bitcoin para os investidores que transferirem suas criptomoedas para a plataforma e Pontos Livelo em todas as transações elegíveis.

A mecânica é simples: a cada R$ 2 transacionados, seja trazendo criptomoedas, investindo em Renda Fixa Digital ou aplicando em altcoins, o usuário ganha 1 Ponto Livelo. Além disso, quem transferir criptoativos de outras corretoras para a plataforma terá um benefício extra: até R$ 1.000 em cashback de bitcoin – a maior oferta já realizada no mercado brasileiro para movimentação de criptomoedas.
 

Entre os ativos participantes de Renda Fixa Digital estão opções como Rooftop (IPCA + 11% ao ano) e Chilli Beans (18,25% ao ano), além de altcoins elegíveis como Ethereum, Ripple, Solana e Aave.

Mais informações sobre a campanha estão disponíveis no site oficial.