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Presídio não é escritório do crime: lei defendida por Fraga pune entrada clandestina de celulares

Lei nº 12.012/2009 transformou em crime o ingresso ou a facilitação da entrada de aparelhos de comunicação nas unidades penitenciárias

O combate à comunicação clandestina dentro dos presídios ganhou força com a Lei nº 12.012/2009, uma das normas associadas à agenda de segurança defendida por Alberto Fraga. A legislação acrescentou ao Código Penal uma punição específica para quem introduz aparelhos sem autorização nas unidades penitenciárias.

A lei alcança não apenas quem leva diretamente o celular, rádio ou equipamento semelhante, mas também quem promove, intermedeia, auxilia ou facilita sua entrada. A conduta passou a ser punida com detenção de três meses a um ano.

Para Fraga, interromper a comunicação clandestina é essencial para impedir que presos continuem comandando organizações criminosas do interior das unidades. Celulares ilegais podem ser utilizados para organizar ataques, aplicar golpes, ameaçar testemunhas e transmitir ordens.

“Presídio não pode funcionar como escritório do crime organizado. Quem facilita a entrada de um celular contribui para que criminosos continuem ameaçando e atacando a sociedade mesmo estando atrás das grades”, afirma Alberto Fraga.

O parlamentar defende que a aplicação da lei seja acompanhada de inteligência penitenciária, fiscalização dos acessos e uso de tecnologias capazes de localizar aparelhos. Segundo Fraga, punir os responsáveis e bloquear as comunicações ilegais são medidas complementares.

Governo Federal leva bilhões em investimentos e fortalece desenvolvimento de São José do Rio Preto

Município registra mais de R$ 2,8 bilhões em operações ligadas à política de desenvolvimento produtivo e inovação

São José do Rio Preto ocupa posição estratégica no desenvolvimento econômico do interior paulista e vem recebendo atenção das políticas federais voltadas à indústria, inovação e expansão da atividade produtiva. O município registra mais de R$ 2,8 bilhões em operações relacionadas à política de desenvolvimento produtivo, distribuídos em 557 operações.

A presença desses recursos amplia a capacidade das empresas de investir, modernizar processos, adquirir equipamentos e desenvolver novas tecnologias. A estratégia do Governo Federal busca estimular a produção nacional e levar crédito também para polos econômicos fora da capital.

Humberto Tobé avalia que esse tipo de investimento gera impacto em cadeia. “Quando o Governo Federal direciona recursos para uma cidade com a importância regional de São José do Rio Preto, o efeito não fica restrito a uma empresa. Ele alcança fornecedores, trabalhadores, prestadores de serviço e toda uma rede econômica que depende da atividade produtiva”, afirma.

A inovação também faz parte dessa estratégia. O município registra iniciativas vinculadas à formação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, criando condições para aproximar empresas, trabalhadores e instituições de ensino.

Com bilhões de reais movimentados e centenas de operações realizadas, São José do Rio Preto se consolida como um dos polos beneficiados pela política federal de desenvolvimento. A presença do Governo Federal ajuda a transformar investimento em produção, inovação, emprego e crescimento econômico para toda a região.

Temporal castiga São Paulo, deixa mortos, desaparecidos e coloca autoridades em estado de alerta

Chuvas intensas provocaram alagamentos, desabamentos e bloqueios; rajadas de vento ultrapassaram 90 km/h em algumas regiões do estado

São Paulo enfrentou horas dramáticas entre a noite de sexta-feira e este sábado. Uma sequência de fortes temporais atingiu a capital, a região metropolitana e municípios do interior, deixando ruas alagadas, famílias fora de casa, imóveis danificados e vítimas. A Defesa Civil chegou a registrar 25 ocorrências relacionadas aos eventos meteorológicos severos.

Na capital, um dos episódios mais graves ocorreu com o desabamento de uma construção na zona leste. Pelo menos duas pessoas morreram, enquanto equipes de emergência seguiram trabalhando na região. Em outros pontos da cidade, moradores também precisaram deixar suas casas diante do risco de novos desmoronamentos.

A força da água também provocou desaparecimentos. Duas pessoas continuavam sendo procuradas após serem arrastadas por uma enxurrada, segundo informações divulgadas neste sábado. Bombeiros e equipes da Defesa Civil mantiveram as buscas enquanto outras áreas permaneciam sob monitoramento.

O trânsito também sofreu forte impacto. Trechos da Marginal Tietê e de importantes vias paulistanas ficaram bloqueados por alagamentos. O nível do Rio Tietê aumentou e entrou em situação de atenção diante do risco de transbordamento. No estado, rajadas chegaram a 92,6 km/h em Piraju.

O cenário mantém São Paulo em alerta para novos episódios de chuva intensa. Com o solo encharcado, cresce o risco de quedas de árvores, deslizamentos e desabamentos, principalmente em áreas vulneráveis. A dimensão dos estragos transforma o temporal em um dos principais acontecimentos do fim de semana no país.

A campanha já começou. Mas o eleitor ainda não entrou nela.

por Gabriel Scarpellini

Para os políticos, a campanha eleitoral está a mil.

Está a mil na cabeça dos candidatos, dos assessores, dos marqueteiros, dos coordenadores, dos cabos eleitorais, dos balançadores de bandeira e das formiguinhas que percorrem bairros, cidades e estradas distribuindo santinhos, adesivos e promessas.

Está a mil nos comitês, nos grupos de WhatsApp, nas reuniões que começam cedo e terminam tarde. Está nas pesquisas, nas planilhas, nas agendas, nas gravações de vídeos e na preocupação diária com aquilo que o adversário publicou.

Para quem vive a política por dentro, a eleição parece ser o assunto mais importante do mundo.

Mas não é.

Pelo menos, ainda não é para o povo.

Enquanto os candidatos contam os dias para 4 de outubro, a maioria das pessoas está contando os dias para o próximo pagamento. Está tentando fazer o salário durar até o fim do mês, pagar o aluguel, a escola dos filhos, a prestação do carro, o cartão de crédito, o supermercado e uma conta de luz que teima em chegar mais alta.

O eleitor está preocupado com o preço das coisas, com o medo de perder o emprego, com a dificuldade de conseguir atendimento médico, com a violência, com os problemas da família e com a incerteza sobre o futuro.

Também está preocupado com os escândalos que chegam de Brasília, com as revelações que aparecem todos os dias e com as consequências de cada nova bomba política.

E, no intervalo disso tudo, ainda encontra tempo para sofrer com o time do coração, que ganha uma partida, perde outra e, muitas vezes, consegue provocar mais emoção do que um discurso político cuidadosamente ensaiado.

Essa é uma realidade que muita campanha demora a compreender: a propaganda eleitoral já começou, mas a eleição ainda não começou na cabeça das pessoas.

Os candidatos estão vivendo desde a pré-campanha  como se o eleitor já estivesse diante da urna. O eleitor, porém, ainda está decidindo o que fazer no fim de semana.

Nós, que trabalhamos com política, temos a tendência de acreditar que todas as pessoas estão acompanhando cada movimento da campanha. Achamos que elas perceberam a mudança de slogan, repararam na nova identidade visual, assistiram ao programa eleitoral e entenderam a diferença entre uma proposta e outra.

Na prática, uma parcela enorme da população ainda não sabe sequer quem são todos os candidatos e muitos, pasmem, não sabem nem que esse ano teremos eleições daqui a 20 e poucos dias.

Pode ter visto um rosto na televisão, encontrado uma bandeira na avenida ou recebido um vídeo pelo WhatsApp. Isso, entretanto, não significa que tenha prestado atenção, memorizado o nome ou criado alguma preferência.

A maioria das campanhas está falando muito para pessoas que ainda estão ouvindo pouco.

Historicamente, o interesse eleitoral cresce de verdade nas últimas semanas. É quando a votação deixa de parecer um acontecimento distante e passa a ser uma decisão inevitável. A partir do dia 20 de setembro — e olhe lá — o eleitor começa a fazer as perguntas mais objetivas: quem são os candidatos? Em quem minha família vai votar? Qual é o número? Quem tem chance? Quem eu não quero que seja eleito?

Até lá, a política disputa espaço com uma infinidade de preocupações mais urgentes e assuntos muito mais interessantes aos olhos da população.

Os desdobramentos do caso envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master são um exemplo evidente disso. A cada nova informação, surgem personagens, mensagens, contratos, autoridades, instituições e possíveis conexões políticas. O caso atravessou o sistema financeiro e alcançou o debate sobre o Congresso, o governo, o Banco Central, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal. Em setembro, vieram a público novas informações atribuídas a relatórios da investigação, além da retirada de sigilo de parte do material pelo ministro André Mendonça. Tudo isso chama muito mais atenção, hoje, do que a escolha de um candidato a deputado.

Não porque a eleição seja menos importante, mas porque o escândalo oferece aquilo que a campanha ainda não conseguiu oferecer ao eleitor: novidade, tensão, personagens conhecidos, conflito e a expectativa de uma próxima revelação.

E existe uma razão ainda mais forte para tanta gente adiar sua escolha: até 4 de outubro, muita bomba pode explodir na cabeça de alguns candidatos.

A campanha que hoje parece sólida pode entrar em crise amanhã. Um nome bem-posicionado pode aparecer em uma investigação. Uma gravação pode surgir. Uma declaração desastrosa pode viralizar. Uma aliança pode se desfazer. Um candidato pode crescer inesperadamente e outro pode desaparecer.

O eleitor sabe, ainda que intuitivamente, que não precisa decidir agora.

Por isso, não adianta a campanha reclamar que “o povo não está interessado”. Cabe à campanha criar interesse. E isso não se faz apenas aumentando o volume do carro de som, multiplicando bandeiras ou publicando dez vídeos por dia.

Faz-se entrando na vida real das pessoas.

Uma campanha começa a ser ouvida quando deixa de falar somente sobre o candidato e passa a falar sobre aquilo que o eleitor está vivendo. Quando compreende que, antes de pedir um voto, precisa responder a uma preocupação. Antes de apresentar um currículo, precisa mostrar utilidade. Antes de repetir um número, precisa construir uma razão para que aquele número seja lembrado.

É preciso ter paciência, mas também estratégia.

As primeiras semanas servem para construir presença, apresentar o candidato, organizar as bases e preparar o terreno. As duas últimas servem para concentrar a mensagem, produzir contraste, mobilizar os apoiadores e transformar reconhecimento em decisão.

Quem gastar toda a força agora poderá chegar cansado justamente quando o eleitor começar a prestar atenção. Quem deixar tudo para a última hora talvez descubra que presença não se constrói de um dia para o outro.

O desafio está em entender o tempo da campanha sem confundi-lo com o tempo do eleitor.

Dentro do comitê, cada dia parece decisivo. Fora dele, ainda há gente que nem percebeu que a corrida começou.

A propaganda já está nas ruas, nas telas, nas rádios e nos celulares. Os candidatos já discursam como se cada palavra estivesse sendo acompanhada por milhões de pessoas. Mas, para grande parte da população, a campanha ainda é apenas um ruído ao fundo.

A eleição começará de verdade quando o cidadão perceber que precisa tomar uma decisão.

Provavelmente nas duas últimas semanas.

Talvez depois do dia 20.

E olhe lá.

Até esse momento chegar, o político continuará preocupado com a próxima pesquisa, o assessor com a próxima agenda, o marqueteiro com a próxima peça, o balançador de bandeira com o próximo cruzamento e a formiguinha com a próxima rua.

O povo?

O povo continuará tentando pagar as contas, entender os escândalos de Brasília, acompanhar as novas revelações do caso Vorcaro e torcer para que, pelo menos no próximo domingo, o time do coração não decepcione outra vez.

Porque a campanha já começou para quem vive dela. Pra quem decide a eleição, ainda não.



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Gabriel Scarpellini
Gabriel Scarpellini é membro fundador da Alcateia Política, é publicitário e especialista em Marketing Político e Comunicação Governamental pelo IDP. Sócio da GAS 360, agência de publicidade, e atua também como consultor em marketing político.

Joscilene do Mangão mobiliza Novo Gama em carreata com lideranças de Goiás

Da Redação

Daniel Vilela, Gustavo Mendanha, Lêda Borges e Magda Mofatto estão entre os nomes confirmados

Novo Gama receberá, neste sábado (12/9), uma mobilização que colocará Joscilene do Mangão ao lado de nomes de destaque da política goiana. Candidata a deputada estadual, a primeira-dama comandará uma carreata com a presença do governador Daniel Vilela, das deputadas federais Lêda Borges e Magda Mofatto e do candidato ao Senado Gustavo Mendanha.

O prefeito Carlinhos do Mangão também participará do ato. A concentração será no Lago Azul, de onde a comitiva partirá em direção à região central da cidade, acompanhada por moradores e apoiadores.

A carreata ocorre em meio ao avanço da campanha de Joscilene por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Com sua principal base em Novo Gama, ela busca ampliar seu alcance eleitoral para outros municípios e defender maior participação do Entorno nas decisões do estado.

Daniel Vilela estará na linha de frente da mobilização. A presença do governador ao lado da candidata evidencia a inserção de Joscilene no grupo que hoje reúne algumas das principais figuras da política goiana.

Lêda Borges e Magda Mofatto também estarão em Novo Gama para acompanhar o percurso. Integrantes da bancada federal de Goiás, as parlamentares acrescentam ao evento duas trajetórias consolidadas no estado. Lêda possui ligação histórica com o Entorno, enquanto Magda acumula sucessivos mandatos no Congresso Nacional.

Gustavo Mendanha completa o grupo de convidados confirmados. Candidato ao Senado, ele dividirá o palanque com Joscilene e Carlinhos do Mangão durante a passagem da comitiva pela cidade.

Ronaldo Caiado e Gracinha Caiado também eram esperados no evento, mas não poderão comparecer por questões de saúde. A ausência dos dois ocorre após a internação de Caiado em São Paulo.

A mobilização deste sábado marca uma nova etapa da candidatura de Joscilene. Conhecida pelo trabalho social desenvolvido em Novo Gama e pela atuação próxima à população, a primeira-dama tenta agora converter essa presença local em votos para chegar à Alego.

Ao reunir o governador, parlamentares federais e candidatos da chapa majoritária em sua principal base eleitoral, Joscilene chega à reta da campanha com uma fotografia política importante. Neste sábado, será ela quem estará no centro da mobilização e conduzirá pelas ruas de Novo Gama um grupo que reúne algumas das principais lideranças de Goiás.

Governo Federal amplia rede de proteção e alcança milhares de famílias em Ribeirão Preto

Bolsa Família atende mais de 22 mil famílias, enquanto o Gás do Povo amplia o suporte às pessoas em situação de vulnerabilidade

A política de proteção social do Governo Federal chega diretamente a milhares de residências em Ribeirão Preto. No município, 22.087 famílias são atendidas pelo Bolsa Família, com benefício médio de aproximadamente R$ 692, garantindo renda para alimentação, despesas básicas e outras necessidades do dia a dia.

Além da transferência de renda, o Governo Federal ampliou a atuação com o Gás do Povo. Em Ribeirão Preto, 15.924 famílias estão inseridas no programa, que busca reduzir o peso do gás de cozinha no orçamento das famílias de menor renda.

Para Humberto Tobé, programas sociais têm impacto direto na segurança e na dignidade das famílias. “Quando uma política pública garante renda e ajuda a reduzir gastos essenciais, ela permite que a família tenha mais condições de organizar o orçamento e enfrentar momentos de dificuldade. Esse é um dos papéis mais importantes da proteção social”, analisa.

A estratégia do Governo Federal busca integrar diferentes políticas para que a assistência não fique restrita a um único benefício. A transferência de renda, o Cadastro Único e os programas complementares formam uma rede destinada a alcançar famílias em situação de maior vulnerabilidade.

Em Ribeirão Preto, os números mostram que a atuação federal está presente no cotidiano de milhares de moradores. São recursos que saem das políticas nacionais e chegam diretamente à mesa das famílias, fortalecendo a segurança alimentar, a renda e a proteção social.

Conquista de Fraga leva a EPIA ao Governo Federal e amplia investimentos na principal via do DF

Da Redação

Lei nº 10.606/2002 incorporou trecho estratégico do Distrito Federal ao sistema rodoviário federal e abriu espaço para recursos da União

Uma das principais vias do Distrito Federal ganhou uma nova perspectiva de investimentos com a Lei nº 10.606/2002. A medida, ligada à trajetória legislativa de Alberto Fraga, alterou o Plano Nacional de Viação e incorporou o trecho entre as rodovias BR-020 e BR-040 ao sistema federal.

A mudança alcançou a Estrada Parque Indústria e Abastecimento, conhecida como EPIA, integrada à BR-450. A rodovia é um dos corredores mais importantes para a mobilidade do Distrito Federal e recebe diariamente um grande fluxo de veículos particulares, ônibus e caminhões.

A federalização ampliou as possibilidades de participação da União na manutenção, recuperação e modernização da via. Para Fraga, a medida permitiu dividir responsabilidades e buscar recursos federais para uma estrada essencial ao funcionamento e ao desenvolvimento de Brasília.

“A EPIA é uma via estratégica para o Distrito Federal. Colocá-la no sistema rodoviário federal abriu caminho para novos investimentos, melhor manutenção e mais segurança para milhares de pessoas”, declara Alberto Fraga.

Fraga considera que a medida continua produzindo efeitos importantes para a capital. O deputado defende a continuidade das intervenções de conservação, iluminação, sinalização e redução dos pontos de risco existentes ao longo do corredor.

Após reunir mais de 12 mil espectadores em Salvador e Recife, ‘Moraes Musical Moreira’ chega a Brasília, no Teatro Nacional Cláudio Santoro; confira as datas 

Após temporadas no Teatro Castro Alves, em Salvador, e no Teatro Luiz Mendonça, em Recife, o musical que celebra a obra de Moraes Moreira chega a Brasília para apresentações de 24 a 26 de setembro, na Sala Martins Pena

Depois de reunir mais de 12 mil espectadores em 14 sessões nas temporadas de Salvador e Recife, o espetáculo Moraes Musical Moreira chega a Brasília para dar continuidade à circulação nacional que celebra a trajetória de um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira. Entre os dias 24 e 26 de setembro, a Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro recebe a montagem que transforma em teatro, música e dança a história de Moraes Moreira, artista baiano que ajudou a reinventar a música brasileira e que completaria 79 anos em 2026.  Os ingressos já estão disponíveis pelo meubilhete.

A capital federal é a terceira parada da turnê, que começou em Salvador, onde o espetáculo estreou nacionalmente no Teatro Castro Alves, e passou pelo Recife, no Teatro Luiz Mendonça. As duas primeiras temporadas marcaram o início da circulação com casa cheia e levaram ao público uma experiência cênica construída a partir das memórias, das influências e das canções que atravessaram a trajetória de Moraes. Agora, a montagem segue para Brasília antes de chegar ao Rio de Janeiro, última cidade do circuito.

Natural de Ituaçu, na Bahia, Moraes Moreira construiu uma obra que atravessou diferentes gerações e linguagens. Fundador dos Novos Baianos, pioneiro como cantor de trio elétrico e responsável por aproximar diferentes ritmos em sua produção, o artista transitou pelo frevo, choro, rock, samba, forró, MPB e pela poética do cordel. Canções como Pombo Correio, Bloco do Prazer, Chão da Praça e Chame Gente permanecem no repertório popular e ajudam a contar a história de um compositor que levou a música nordestina para diferentes espaços do país.

Dirigido pela atriz e coreógrafa Ana Paula Bouzas, o espetáculo não se limita a reproduzir episódios da biografia do cantor, mas cria uma narrativa poética inspirada em sua personalidade, em sua obra e na relação que estabeleceu com a cultura popular brasileira. Em cena, teatro, música e dança se encontram para apresentar diferentes dimensões de um artista conhecido pela liberdade criativa e pela capacidade de misturar referências.

A narrativa apresenta duas faces de Moraes Moreira: o Poeta-Cantador, interpretado pelo músico e cordelista Rodrigo Sestrem, e o Vaqueiro do Som, vivido pelo ator Cris Meirelles. Os dois personagens percorrem uma jornada em busca da Musa Música, interpretada por Júlia Tizumba, enquanto são acompanhados pelo Bloco do Prazer. O percurso transforma a trajetória do artista em uma espécie de cordel trieletrizado, em que realidade, memória, fantasia e música se misturam.

“Sou ouvinte de Moraes Moreira desde a minha infância. Meu corpo se formou em movimento pela música popular brasileira: em casa, nos auditórios das escolas, nas festas de rua, nos teatros. Entendi que pra viver a riqueza da obra de Moraes no palco – em teatro, dança e música – a gente precisaria trazer, junto com ele, o povo que inspirou e eternizou sua criação, porque Moraes é um artista da massa. Cidadão brasileiro que nos falou de liberdade, democracia, amor e alegria. ‘Moraes Musical Moreira’ é nossa declaração carinhosa a esse assombro criativo que ele é, o nosso desejo de partilhar a presença de um patrimônio musical brasileiro em nossos corpos, celebrar a magnitude de quem viveu em estado constante de inspiração, numa conexão profunda, sincera e refinada entre a sua arte e seu povo”, destaca Ana Paula Bouzas.

A montagem reúne 12 artistas em cena, entre atores, atrizes, cantoras, cantores e multiartistas. Além de Cris Meirelles, Rodrigo Sestrem e Júlia Tizumba, integram o elenco Diana Ramos, Luisa Muricy, Kadu Veiga, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes. A experiência também é acompanhada pela banda composta por Carla Suzart, Regente e assistente de Direção Musical e pelos músicos, Mistro, Tarcísio Santos, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, que conduzem ao vivo as canções e os diferentes ritmos presentes na obra de Moraes Moreira.

A identidade artística do espetáculo é construída por uma equipe que reúne diferentes áreas das artes cênicas. A direção de Arte é de Renata Mota, a Direção Musical é assinada por João Milet Meirelles e Ronei Jorge, e a direção de Coreografia conta com Ronei Jorge, além do bailarino e performer Jai Bispo e da professora de danças brasileiras Isis Carla. A direção assistente é de Jaya Batista, com Vinícius Bustani e Edu Coutinho como assistentes de direção. Os figurinos são assinados por Alexandre Guimarães e Diana Moreira.

A dramaturgia de Fábio Espírito Santo conduz essa viagem pelo universo do artista a partir da diversidade que marcou sua produção. Moraes não foi apenas cantor e compositor: também produziu livros, escreveu crônicas, poemas e cordéis. Por isso, a narrativa incorpora diferentes elementos de sua produção artística e utiliza a literatura de cordel como uma das referências para construir a trajetória do personagem em cena.

“A dramaturgia foi pensada para colocar em cena toda diversidade musical do Moraes Moreira, na verdade não só sonora, porque Moraes também produziu livros, foi cronista, poeta, cordelista… Então essa multiplicidade guiou de certa forma a escrita, a estrutura narrativa e a seleção das músicas. E parto também, como mote inicial, de uma canção do disco ‘SerTão’, de 2018, onde tem a faixa ‘De Cantor Pra Cantador’, um cordel onde ele narra a passagem dele de uma função para a outra. Então, brinco com isso de maneira invertida: imagino que Moraes agora é um experiente Cantador e, na praça de Ituaçu, canta um cordel sobre o Vaqueiro do Som, um personagem que capta, laça as melodias… inspirado nele mesmo, mas dentro do universo onírico que a literatura de cordel permite, um gênero que Moraes também tem uma forte produção. Então, digo que é uma realidade fantasiada, um cordel trieletrizado onde o eixo é a diversidade musical do Moraes!”, afirma Fábio Espírito Santo

No palco, a diversidade sonora é acompanhada por uma cenografia alegórica, figurinos e visagismo que transitam entre o real e o fantástico. As danças populares brasileiras também têm papel central na construção da narrativa, ampliando a experiência do público e estabelecendo um diálogo entre os diferentes territórios culturais presentes na obra do compositor. A proposta coreográfica parte justamente do encontro entre a música de Moraes, os movimentos de cada artista e as manifestações populares brasileiras.

A força da obra também aparece na recepção do público desde o início da circulação. Antes mesmo da estreia, a montagem mobilizou 250 inscritos nos testes para o elenco, demonstrando o alcance do nome de Moraes Moreira e a permanência de sua obra no imaginário cultural brasileiro. Depois da estreia, as temporadas em Salvador e Recife reuniram 12 mil espectadores em 14 sessões, consolidando as primeiras etapas da turnê e preparando o espetáculo para chegar a novas regiões do país.

Para a Coordenadora Geral do espetáculo, Fernanda Bezerra, a circulação reforça a proposta de apresentar a obra de Moraes para públicos de diferentes gerações e localidades. “A passagem por Salvador e Recife confirma a força e a atualidade da obra de Moraes Moreira. Ver o público se reconhecendo nas músicas, nas histórias e nessa mistura de linguagens que marcou a trajetória dele é muito significativo para todos nós. O espetáculo nasceu no Nordeste, mas foi pensado para circular pelo Brasil e apresentar diferentes gerações a esse legado. Agora, seguir para Brasília e Rio de Janeiro amplia essa homenagem e nos aproxima ainda mais das comemorações dos 80 anos de nascimento de Moraes, em 2027”, afirma.

A temporada em Brasília integra ainda as comemorações que antecedem os 80 anos de nascimento de Moraes Moreira, em 2027. A homenagem é realizada pela Maré Produções Culturais, responsável por iniciativas relacionadas à memória do artista, e dá continuidade a um projeto que busca manter viva sua contribuição para a cultura brasileira. Depois da capital federal, a montagem segue para o Rio de Janeiro, cidade onde Moraes viveu por quase meio século e que será a última parada da primeira circulação nacional.

Após Brasília, a turnê segue para o Rio de Janeiro, com temporada de 5 a 29 de novembro, no Teatro Carlos Gomes. Ao final das quatro etapas, o espetáculo terá passado por quatro cidades e 33 sessões, ampliando para diferentes públicos a homenagem a um dos artistas que ajudaram a construir a música brasileira contemporânea.

O espetáculo Moraes Musical Moreira é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela BB Seguros, com produção da Maré Produções Culturais e patrocínio da BB Seguros. Projeto realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

[Turnê nacional do ‘Moraes Musical Moreira’]

  • BRASÍLIA

Quando: 24 a 26 de setembro, de quinta a sábado;

Horários: quinta e sexta-feira às 20h e no sábado às 16h e às 20h. 

Onde: Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, SCTN – Plano Piloto, Brasília;

Ingressos: a partir de R$ 25,00;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.

Pepa lidera entre nomes do PP e aparece em segundo lugar geral na disputa pela CLDF

Da Redação

Pesquisa do Igape aponta deputado com 3,8% das intenções de voto e coloca parlamentar entre os principais nomes da corrida por uma vaga na Câmara Legislativa

O deputado Pepa (PP) aparece em posição de destaque na corrida eleitoral pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Levantamento realizado pelo Instituto Gazeta de Pesquisa (Igape) aponta o parlamentar com 3,8% das intenções de voto, resultado que o coloca empatado na segunda colocação geral entre os nomes avaliados na disputa.

Dentro do Partido Progressistas (PP), Pepa aparece como o primeiro nome da legenda no levantamento. O desempenho reforça sua presença no cenário político do Distrito Federal e demonstra competitividade na disputa por uma cadeira na próxima composição da Câmara Legislativa.

O percentual registrado também coloca Pepa entre os candidatos mais lembrados espontaneamente pelo eleitorado brasiliense. Em uma disputa marcada tradicionalmente por grande quantidade de candidatos, alcançar as primeiras posições neste momento representa um importante indicador de reconhecimento político e eleitoral.

O deputado vem ampliando sua atuação política no Distrito Federal e buscando fortalecer sua presença junto às diferentes regiões administrativas. O desempenho apresentado pela pesquisa indica que essa movimentação começa a refletir também na preferência dos eleitores.

Com 3,8% das intenções de voto e a liderança entre os nomes do PP, Pepa chega ao atual estágio da corrida eleitoral ocupando posição estratégica dentro do partido e entre os principais concorrentes à CLDF. O cenário, no entanto, ainda poderá sofrer alterações ao longo dos próximos meses, conforme o avanço da pré-campanha e a definição das candidaturas.

Novo Gama reforça segurança da Guarda Civil Municipal com entrega de 40 novos coletes balísticos

Equipamentos de nível III ampliam a proteção dos agentes que atuam diariamente no patrulhamento e na segurança da população

A Prefeitura de Novo Gama segue investindo na estrutura e nas condições de trabalho da Guarda Civil Municipal (GCM). Como parte das ações de fortalecimento da segurança pública no município, a corporação recebeu 40 novos coletes balísticos de nível III, que serão utilizados pelos agentes durante as atividades operacionais.

A aquisição representa mais um avanço na valorização e na proteção dos profissionais que atuam diariamente nas ruas, contribuindo para que os guardas municipais desempenhem suas funções com mais segurança e melhores condições de trabalho.

Os novos equipamentos passam a integrar a estrutura de proteção individual da Guarda Civil Municipal e serão distribuídos conforme as necessidades do serviço. Os coletes possuem nível III de proteção e validade prevista de seis anos, respeitando as orientações técnicas e os critérios de segurança estabelecidos pelo fabricante.

Além de ampliar a proteção dos agentes, o investimento fortalece a capacidade operacional da GCM, que exerce papel importante no patrulhamento preventivo, na proteção dos espaços públicos e no apoio às ações de segurança desenvolvidas em Novo Gama.

A Prefeitura de Novo Gama reforça, com a entrega dos novos equipamentos, o compromisso de continuar investindo na valorização dos servidores, na modernização da Guarda Civil Municipal e em iniciativas que contribuam para uma cidade cada vez mais segura para a população.