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Administrador do Guará articula construção de hospital ortopedico com 160 leitos

Arthur Nogueira foi peça chave para viabilizar a nova unidade, que terá o investimento de R$ 174 milhões e infraestrutura sustentável

A construção do Hospital Ortopédico do Guará foi oficialmente autorizada, e um dos principais articuladores dessa conquista foi o administrador regional da cidade, Arthur Nogueira. Com 160 leitos e investimento de R$ 174 milhões , a nova unidade de saúde atendera uma demanda histórica da população o e será referência no tratamento ortopedico no Distrito Federal.

O hospital ficará entre o Parque Ezechias Heringer e a Unidade Básica de saúde 2, em uma localização estratégica, próximo a Avenida Contorno e a duas estações do metrô. A unidade contará com 90 leitos de ortopedia, 50 de clinica medica e 20 de UTI adulta, além de serviços especializados para tratamentos de coluna, ombro, quadril, joelho e reconstrução óssea.

Arthur Nogueira desempenhou um papel essencial na articulação politica e administrativa para garantir que o hospital saísse do papel. “Trabalhamos incansavelmente para viabilizar esse projeto, que vai trazer mais qualidade de vida para nossa população e reduzir a fila de cirurgias ortopédicas”, destacou o administrador.

A obra será executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e vai gerar cerca de 500 empregos diretos. Além de ampliar a capacidade de atendimento ortopédico, o hospital ajudara a desafogar o Hospital de Base, principal referência da rede pública nessa especialidade.

O projeto inclui ainda um centro cirúrgico, ambulatórios, farmácia hospitalar, auditório e uma capela. A estrutura seguira padrões sustentáveis, com reaproveitamento de água da chuva, iluminação natural e placas solares para geração de energia. Para a moradora Maria do Amparo Rocha da Silva, de 67 anos, a obra representa um sonho antigo. “Como esse hospital está prometido ai mais de 30 anos. Agora, finalmente, vai se tornar realidades”, comemorou.

Adasa conclui convocação de aprovados no último concurso público

Com sete novas nomeações publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (28), a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) concluiu a convocação de todos os aprovados no último concurso público, cumprindo o compromisso de realizar as nomeações seis meses antes do prazo de validade do edital.

Desde 2023, foram preenchidas 25 vagas por meio do concurso, fortalecendo o quadro de servidores da Adasa e garantindo excelência nos serviços prestados à população. “Valorizamos a meritocracia e aqueles que se dedicaram ao máximo, demonstrando conhecimento e aptidão para servir ao Distrito Federal”, destacou o diretor-presidente da agência, Raimundo Ribeiro.

As contratações reforçam o trabalho da Adasa no aprimoramento da regulação e fiscalização de recursos essenciais, como água e saneamento básico, em benefício da população do Distrito Federal.

O concurso reafirma o compromisso da agência com a qualidade e transparência na prestação de serviços públicos, além de valorizar o esforço e a preparação dos candidatos aprovados.

Novo Gama convoca 98 professores e anuncia rateio de R$ 11,5 milhões para servidores da educação

A Prefeitura de Novo Gama anunciou, nesta segunda-feira (27), a convocação de 98 novos professores aprovados no último concurso público para integrar a rede municipal de ensino. Com essa nova chamada, o número de profissionais contratados já ultrapassa 250, reafirmando o compromisso da gestão com a qualidade da educação no município.

Além do reforço no quadro de professores, a prefeitura informou que realizará o rateio de R$ 11,5 milhões entre os servidores da educação. O pagamento será efetuado ainda na folha de janeiro, como forma de valorizar o trabalho essencial desses profissionais.

“A educação é prioridade em Novo Gama. Esse investimento reforça nossa equipe e reconhece o esforço diário de quem constrói o futuro da nossa cidade”, destacou a gestão municipal em comunicado.

As medidas reafirmam o compromisso da prefeitura em fortalecer a educação, investindo em profissionais capacitados e promovendo o reconhecimento dos servidores que atuam na área.

SETCEPAR participa da primeira edição do CONET&Intersindical 2025 em Foz do Iguaçu 

Da esquerda para direita: Antonio Ruyz - presidente do SINTROPAR; Eduardo Rebuzzi - Presidente da NTC&Logística; Cel. Sérgio Malucelli - Presidente da FRETRANSPAR; Silvio Kasnodzei - Presidente do SETCEPAR; André Rufato - Sócio Administrador da Rufato transportes; Aline Maicrovicz - Superintendente do FOZTRANS; Alexandre Loureiro Aliski - Coordenador da COMJOVEM Curitiba


A primeira edição do CONET&Intersindical de 2025 será realizada nos dias 06 e 07 de fevereiro em Foz do Iguaçu, no Paraná. O evento, promovido pela NTC&Logística em parceria com a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (FETRANSPAR), tem como objetivo apresentar pesquisas de mercado realizadas pelo Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas (DECOPE), discutir os custos e tarifas do setor e abordar temas essenciais para o desenvolvimento das atividades do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC).

O evento terá a participação do Sindicato das Empresas do Transporte de Cargas do Estado do Paraná (SETCEPAR). Para o presidente da entidade, Silvio Kasnodzei, é de grande importância a presença em um evento que vai chamar a atenção do setor para uma região emergente e apresentar para a sociedade a sua importância para a economia brasileira mesmo diante de tantas dificuldades operacionais. “Será um momento ímpar e de grande importância para o TRC paranaense e brasileiro. O evento vai trazer oportunidades tanto para os empresários quanto para os parceiros trocarem experiências”, afirma Kasnodzei.


Durante o evento serão apresentadas informações divulgadas pelo DECOPE que são de extrema relevância para o setor. Segundo Kasnodzei, elas refletem uma realidade de mercado e podem ser estudadas pelas empresas e entidades da área, permitindo projetos e investimentos mais assertivos, respeitando o meio ambiente e a legislação do nosso país.


O dirigente destaca a importância da parceria entre a NTC&Logística e a FETRANSPAR, que será anfitriã do evento. “A FETRANSPAR é uma entidade respeitada nacionalmente dentro do setor e defende incansavelmente os interesses do transportador paranaense, por isso, não temos dúvidas em afirmar que essa parceria trará grandes resultados”, conclui.
 

Por fim, o presidente da FETRANSPAR, Cel. Sergio Malucelli, convida o setor para fazer parte deste momento de extrema importância. “Convido a todos os transportadores de carga do Brasil para estarem presentes no CONET&Intersindical neste importante evento onde discutiremos todos os problemas que envolvem o TRC brasileiro”

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Sobre o Setcepar:

Fundado em 1943, o Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR), entidade que representa as empresas de transportes de carga no estado do Paraná, nasceu visando representar os empresários do setor de transporte rodoviário de cargas da região em variadas atividades, como em negociações coletivas de trabalho e em aproximação com autoridades e com autarquias municipais, estaduais e federais, bem como com a imprensa.

Com 80 anos de história, a entidade hoje representa empresas em 265 cidades do estado, oferecendo aos associados diversos serviços e eventos para fomentar melhorias no transporte rodoviário de cargas local e nacional.

Para especialista, Pix e Open Finance são as ferramentas que vão moldar o futuro financeiro 

Foto: banco de imagem

Projeções indicam maior segurança, inclusão e impacto no desenvolvimento econômico com a consolidação das tecnologias
 


O Pix e o Open Finance estão redesenhando o cenário financeiro brasileiro. Desde seu lançamento, essas ferramentas se tornaram protagonistas na modernização do setor, promovendo acesso facilitado a transações e serviços bancários. Para 2025, especialistas apontam que a expansão e a evolução tecnológica dessas plataformas trarão impactos profundos na economia e no cotidiano dos brasileiros.
 

Lançado em 2020, o Pix alcançou rapidamente a posição de principal método de pagamento no Brasil, movimentando R$ 26,5 trilhões em 2024, segundo o Banco Central (BC), com um crescimento de 54% em relação ao ano anterior. A expectativa é que, em 2025, o sistema evolua com a introdução do Pix Internacional, permitindo transações instantâneas entre países e ampliando o alcance de exportadores e importadores.
 

Já o Open Finance, que permite o compartilhamento de dados financeiros entre instituições, têm registrado adesão crescente. De acordo com dados do estudo “Evolução do Open Finance no Brasil”, da consultoria internacional BIP, no ano passado, foram mais de 37 milhões de consentimentos únicos. O número é 40% maior em comparação a 2023. A perspectiva é de que a tecnologia se consolide como um pilar central para personalização de serviços financeiros, integrando-se a sistemas de inteligência artificial.
 

Com a popularização dessas ferramentas, a segurança das transações tornou-se tema central. Relatório do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) aponta que os golpes digitais cresceram 19% no último ano, o que reforça a necessidade de investimentos em tecnologias como inteligência artificial e autenticação multifatorial para garantir transações mais seguras.
 

“A confiança do consumidor é a chave para a consolidação de qualquer inovação no setor financeiro. Tecnologias avançadas não só melhoram a segurança, mas também promovem uma experiência mais intuitiva e confiável”, afirma Lígia Lopes, Sócia e COO da Teros, empresa especializada em automação inteligente de processos via Mundo Open.
 

Impactos no consumo e no mercado
 

Além de melhorar a experiência do usuário, o avanço do Pix e do Open Finance tem potencial para impulsionar o consumo, especialmente no comércio eletrônico. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as vendas no setor devem crescer 20% em 2025, impulsionadas pela confiabilidade e facilidade dos pagamentos instantâneos.
 

A democratização do acesso ao crédito e aos serviços bancários também é um fator transformador. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que cerca de 16% da população adulta não possui conta bancária formal. Com o Open Finance, espera-se que milhões de brasileiros sejam incluídos no sistema financeiro, promovendo impacto econômico significativo, sobretudo em regiões historicamente desassistidas.
 

“O Brasil está liderando um movimento que vai além da transformação tecnológica; estamos definindo novos padrões de inclusão financeira. O impacto dessas ferramentas, quando bem utilizadas, vai muito além das grandes cidades, alcançando comunidades onde serviços financeiros básicos ainda são inacessíveis”, analisa Lígia.
 

Ela também aponta para o papel fundamental da regulamentação e das parcerias entre os setores público e privado no fortalecimento dessas soluções: “A integração entre inovação, segurança e uma regulação eficaz é o tripé para que o Pix e o Open Finance cumpram seu potencial de transformação. Estamos comprometidos em atuar nesse cenário, criando soluções que unam tecnologia de ponta e impacto social.”

Boeing divulga resultados para o quarto trimestre de 2024

  • Finalização do acordo com a Associação Internacional dos Maquinistas e Trabalhadores Aeroespaciais (IAM, na sigla em inglês) e retomada da produção nos programas 737, 767 e 777/777X
  • Dados financeiros refletem os impactos previamente anunciados da paralisação e acordo de trabalho da IAM, encargos para certos programas de defesa e custos associados às reduções de força de trabalho anunciadas no ano passado
  • Receita de US$ 15,2 bilhões, prejuízo GAAP por ação de (US$ 5,46) e prejuízo por ação principal (não-GAAP)* de (US$ 5,90)
  • Fluxo de caixa operacional de (US$ 3,5) bilhões; caixa e títulos negociáveis ​​de US$ 26,3 bilhões

Ano Completo de 2024

  • 348 aviões comerciais entregues e 279 pedidos líquidos registrados
  • A carteira total de pedidos da empresa cresceu para US$ 521 bilhões, incluindo mais de 5.500 aviões comerciais

Medida não GAAP; as definições completas das medidas não GAAP da Boeing estão na página 5, “Divulgações de medidas não GAAP”.

ARLINGTON, Virgínia, 28 de janeiro de 2025 — A Boeing registrou receita de US$ 15,2 bilhões para o quarto trimestre de 2024, prejuízo GAAP por ação de US$ 5,46 e prejuízo por ação principal (não GAAP)* de US$ 5,90 (Tabela 1), refletindo principalmente os impactos anunciados anteriormente da paralisação e acordo da IAM, encargos para certos programas de defesa e custos associados às reduções da força de trabalho anunciadas no ano passado. A companhia também registrou fluxo de caixa operacional de US$ 3,5 bilhões e fluxo de caixa livre de US$ 4,1 bilhões (não GAAP)*.
 

“Fizemos progressos em áreas importantes para estabilizar nossas operações durante o trimestre e continuamos a reforçar aspectos importantes do nosso plano de segurança e qualidade”, disse Kelly Ortberg, presidente e CEO da Boeing. “Toda a equipe e eu estamos focados em fazer as mudanças fundamentais necessárias para recuperar totalmente o desempenho da nossa empresa e restaurar a confiança de nossos clientes, colaboradores, fornecedores, investidores, reguladores e todos os outros que estão contando conosco.”
 

*Medida não GAAP; as definições completas das medidas não GAAP da Boeing estão na página 5, “Divulgações de medidas não GAAP

O fluxo de caixa operacional foi de (US$ 3,5) bilhões no trimestre, refletindo redução nas entregas comerciais, bem como um momento desfavorável de capital de giro, impulsionado principalmente pela paralisação do trabalho da IAM (Tabela 2).
 

Os títulos negociáveis consistem principalmente em depósitos a prazo com vencimento dentro de um ano, classificados como “investimentos de curto prazo”

O caixa e os investimentos em títulos negociáveis totalizaram US$ 26,3 bilhões, em comparação com US$ 10,5 bilhões no início do trimestre, impulsionados principalmente por uma captação de capital de US$ 24 bilhões parcialmente compensada pelo uso do fluxo de caixa livre e pelo pagamento da dívida no trimestre (Tabela 3). A dívida foi de US$ 53,9 bilhões, uma queda em relação aos US$ 57,7 bilhões do início do trimestre, impulsionada pelo pagamento antecipado de um título de US$ 3,5 bilhões com vencimento originalmente em 2025. A empresa mantém acesso a linhas de crédito de US$ 10,0 bilhões, que permanecem não sacadas.
A carteira total de pedidos no final do trimestre foi de US$ 521 bilhões.

Aviões Comerciais


A receita de Aviões Comerciais para o quarto trimestre de US$ 4,8 bilhões e a margem operacional de (43,9%) refletem os impactos previamente anunciados associados à paralisação e acordo da IAM, incluindo redução nas entregas e encargos antes de impostos de US$ 1,1 bilhão nos programas 777X e 767 (Tabela 4).

O programa 737 retomou a produção no trimestre e planeja aumentar gradualmente a taxa de produção. O programa 787 terminou o ano com uma taxa de produção de cinco unidades por mês e anunciou recentemente planos para expandir as operações na Carolina do Sul. Em janeiro, o programa 777X retomou os testes de voo para certificação da FAA, e a empresa ainda prevê a primeira entrega do 777-9 em 2026.

O segmento de Aviões Comerciais registrou 204 pedidos líquidos no trimestre, incluindo 100 aviões 737-10 para a Pegasus Airlines e 30 aviões 787-9 para a FlyDubai. O segmento entregou 57 aviões durante o trimestre e a carteira total de pedidos incluiu mais de 5.500 aviões avaliados em US$ 435 bilhões.

Defesa, Espaço e Segurança
 


No quarto trimestre, o segmento de Defesa, Espaço e Segurança registrou receita de US$ 5,4 bilhões e margem operacional de (41,9%), refletindo os encargos antes dos impostos anunciados anteriormente de US$ 1,7 bilhão nos programas KC-46A, T-7A, Commercial Crew, VC-25B e MQ-25.

Em janeiro, a Força Aérea dos EUA anunciou uma abordagem de aquisição atualizada para o T-7A Red Hawk que permite à empresa fornecer uma configuração pronta para produção ao cliente antes da produção inicial de baixa taxa, o que melhor atende às necessidades operacionais do cliente e reduz o risco de produção futura.

Durante o trimestre, o segmento de Defesa, Espaço e Segurança conquistou um contrato com a Força Aérea dos EUA para 15 KC-46A Tankers, garantiu um pedido de sete aeronaves P-8A Poseidon da Marinha dos EUA e entregou a aeronave final de desenvolvimento de engenharia e fabricação T-7A Red Hawk para a Força Aérea dos EUA. A carteira total de pedidos de Defesa, Espaço e Segurança foi de US$ 64 bilhões, dos quais 29% representam pedidos de clientes fora dos EUA.
 


A receita para o quarto trimestre de Serviços Globais de US$ 5,1 bilhões e a margem operacional de 19,5% refletem aumento no volume comercial e mix.

Durante o trimestre, o segmento de Serviços Globais garantiu contratos para sustentação do C-17 e um contrato para serviços de atualização do F-15 Japan Super Interceptor da Força Aérea dos EUA.
 

Informações Financeiras Adicionais


Itens não alocados, eliminações e outros refletem principalmente o momento das alocações.

Divulgações de medidas não GAAP

Complementamos o relato de nossas informações financeiras determinadas de acordo com os Princípios Contábeis Geralmente Aceitos nos Estados Unidos da América (GAAP) com certas informações financeiras não GAAP. As informações financeiras não GAAP apresentadas excluem certos itens significativos que podem não ser indicativos ou não relacionados aos resultados de nossas operações comerciais em andamento. Acreditamos que essas medidas não GAAP fornecem aos investidores uma visão adicional sobre o desempenho contínuo dos negócios da empresa. Essas medidas não GAAP não devem ser consideradas isoladamente ou como um substituto para as medidas GAAP relacionadas e outras empresas podem definir tais medidas de forma diferente. Incentivamos os investidores a analisar nossas demonstrações financeiras e relatórios arquivados publicamente na íntegra e não confiar em nenhuma medida financeira única. As seguintes definições são fornecidas:
 

Lucro operacional principal, margem operacional principal e lucro principal por ação
 

O lucro operacional principal é definido como o lucro GAAP das operações, excluindo o ajuste de custo de serviço FAS/CAS. O ajuste do custo do serviço FAS/CAS representa a diferença entre a pensão dos Padrões de Contabilidade Financeira (FAS) e os custos do serviço pós-aposentadoria calculados de acordo com os GAAP e os custos alocados aos segmentos de negócios. A margem operacional principal é definida como lucro operacional principal expresso como uma porcentagem da receita. O lucro principal por ação é definido como o lucro diluído por ação GAAP, excluindo o impacto do lucro líquido por ação do ajuste de custo do serviço FAS/CAS e despesas não operacionais de pensão e pós-aposentadoria. As despesas não operacionais com pensões e pós-aposentadoria representam os componentes dos custos de benefícios periódicos líquidos, exceto o custo do serviço. Os custos de pensão, compreendendo o serviço e os custos de serviço anterior calculados de acordo com os GAAP, são alocados aos segmentos de Aviões Comerciais e negócios BGS que apoiam clientes comerciais. Os custos de pensão alocados aos negócios BDS e BGS que apoiam clientes do governo são calculados de acordo com as Normas de Contabilidade de Custos do Governo dos EUA (CAS), que empregam diferentes premissas atuariais e convenções contábeis dos GAAP. Os custos das CAS são alocáveis ​​aos contratos governamentais. Outros custos de benefícios pós-aposentadoria são alocados a todos os segmentos de negócios com base nas CAS, que geralmente são baseadas nos benefícios pagos. A administração usa o lucro operacional principal, a margem operacional principal e o lucro principal por ação para fins de avaliação e previsão do desempenho comercial subjacente. A administração acredita que essas medidas do lucro principal fornecem aos investidores percepções adicionais sobre o desempenho operacional, pois excluem os custos de pensão sem serviço e pós-aposentadoria, que representam principalmente custos impulsionados por fatores de mercado e custos não alocáveis ​​a contratos governamentais.
 

Fluxo de caixa livre
 

Fluxo de Caixa Livre é definido como Fluxo de Caixa Operacional GAAP, sem despesas de capital para adições de propriedades, plantas e equipamentos. A administração acredita que o Fluxo de Caixa Livre oferece aos investidores uma perspectiva importante sobre o caixa disponível para acionistas, pagamento de dívida, e aquisições depois de fazer os investimentos de capital necessários para apoiar as operações de negócios em andamento e criar valor a longo prazo. O Fluxo de Caixa Livre não representa o Fluxo de Caixa residual disponível para despesas discricionárias, pois ele exclui certas despesas obrigatórias, tais como pagamento de dívidas que vão vencer. A Administração utiliza a Fluxo de Caixa Livre como uma medida para avaliar tanto o desempenho dos negócios quanto a liquidez geral. A Tabela 2 apresenta uma reconciliação entre Fluxo de Caixa Livre e Fluxo de Caixa Operacional GAAP.
 

Este comunicado à imprensa contém “declarações prospectivas” dentro do significado da Lei de Reforma de Litígios de Títulos Privados de 1995. Palavras como “pode”, “irá”, “deveria”, “espera”, “pretende”, “projeta”, “planeja”, “acredita”, “estima”, “visa”, “antecipa” e outras palavras ou expressões semelhantes, ou o negativo delas, geralmente podem ser usadas para ajudar a identificar essas declarações prospectivas. Exemplos de declarações prospectivas incluem declarações relacionadas à nossa condição financeira futura e resultados operacionais, bem como qualquer outra declaração que não esteja diretamente relacionada a nenhum fato histórico ou atual. Declarações prospectivas são baseadas em expectativas e suposições que acreditamos serem críveis ​​quando feitas, mas que podem não ser precisas.
 

Declarações prospectivas não são garantias e estão sujeitas a riscos, incertezas e mudanças em circunstâncias difíceis de prever. Muitos fatores podem fazer com que os resultados reais sejam material e adversamente diferentes destas declarações prospectivas. Entre esses fatores estão os riscos relacionados a: (1) condições gerais da economia e da nossa indústria, incluindo aquelas devidas a mudanças regulatórias; (2) a nossa dependência dos nossos clientes de companhias aéreas comerciais; (3) a saúde geral do nosso sistema de produção de aeronaves, problemas de qualidade de produção, taxas de produção de aeronaves comerciais, nossa capacidade de desenvolver e certificar com sucesso novas aeronaves ou novas aeronaves derivadas e a capacidade de nossas aeronaves de atender a padrões rigorosos de desempenho e confiabilidade; (4) alterações nos níveis de orçamento e de dotação e nas prioridades de aquisição do governo dos EUA, bem como atrasos significativos nas dotações do governo dos EUA; (5) nossa dependência de nossos subcontratados e fornecedores, bem como a disponibilidade de mão de obra altamente qualificada e matérias-primas; (6) paralisações de trabalho ou outras interrupções laborais; (7) concorrência nos nossos mercados; (8) nossas operações fora dos EUA e vendas para clientes fora dos EUA; (9) alterações nas estimativas contabilísticas; (10) nossa aquisição pendente da Spirit AeroSystems Holdings, Inc. (Spirit), incluindo a satisfação das condições de fechamento no prazo esperado ou a não concretização; (11) alcançar os benefícios previstos de fusões, aquisições, joint ventures/alianças estratégicas ou alienações, incluindo sinergias previstas e melhorias de qualidade relacionadas à nossa aquisição pendente da Spirit; (12) nossa dependência de contratos do governo dos EUA; (13) a nossa dependência de contratos de preço fixo; (14) a nossa dependência de contratos do tipo custo; (15) contratos que incluam pagamentos de incentivos em órbita; (16) gestão de uma infraestrutura de TI complexa e global; (17) sabotagem ou acesso não autorizado a nossas informações e sistemas, de nossos clientes e/ou de nossos fornecedores; (18) potenciais interrupções de negócios, incluindo ameaças à segurança física ou aos nossos sistemas de tecnologia da informação, condições climáticas extremas (incluindo efeitos das mudanças climáticas) ou outros atos da natureza, e pandemias ou outras crises de saúde pública; (19) potenciais desenvolvimentos adversos em litígios novos ou pendentes e/ou inquéritos ou investigações governamentais; (20) possíveis responsabilidades ambientais; (21) efeitos das alterações climáticas e respostas legais, regulamentares ou de mercado a essas alterações; (22) ações das agências de classificação de crédito e nossa capacidade de administrar eficazmente nossa liquidez; (23) obrigações substanciais com pensões e outros benefícios pós-aposentadoria; (24) a adequação da nossa cobertura de seguro; e (25) concentração de clientes e aeronaves em nosso portfólio de financiamento ao cliente.
 

Informações adicionais sobre esses e outros fatores podem ser encontradas em nossos registros junto à Securities and Exchange Commission, incluindo nosso Relatório Anual mais recente no Formulário 10-K, Relatórios Trimestrais no Formulário 10-Q e Relatórios Atuais no Formulário 8-K. Qualquer declaração prospectiva é válida somente a partir da data em que é feita, e não assumimos nenhuma obrigação de atualizar ou revisar qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de outra forma, exceto conforme exigido por lei.

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A Boeing é uma empresa aeroespacial líder global que desenvolve, fabrica e realiza serviços em aeronaves comerciais, produtos de defesa e sistemas espaciais para clientes em mais de 150 países. Como uma das principais exportadoras dos Estados Unidos, a empresa usa os talentos da sua base de fornecedores globais para promover oportunidades econômicas, sustentabilidade e impacto nas comunidades. Sua equipe diversificada está comprometida com inovações para o futuro, liderando com sustentabilidade e cultivando uma cultura baseada em seus valores centrais de segurança, qualidade e integridade. Junte-se à nossa equipe e encontre seu objetivo aqui.

Corporate Knights: Essity é eleita novamente uma das empresas mais sustentáveis do mundo

Essity está entre as empresas que correspondem ao grupo de 1% mais sustentáveis do mundo DIVULGAÇÃO

Ranking Global 100 que contempla a Essity em 2025 é referência para líderes empresariais e tem enfoque em mudanças climáticas, investimentos responsáveis e inovações sustentáveis.

A Essity, líder global de higiene e saúde, foi novamente reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo pela Corporate Knights. A lista Global 100, anunciada durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, em janeiro de 2025, reúne as empresas de todo o mundo que representam 1% das melhores em termos de desempenho em sustentabilidade.

Concorrem ao ranking 8.359 companhias com receita superior a 1 bilhão de dólares. As empresas são avaliadas com base em 25 indicadores quantitativos de desempenho, incluindo receita e investimento sustentáveis, impostos pagos, emissões de carbono, diversidade e inclusão.

“É um grande orgulho sermos reconhecidos mais uma vez pela Corporate Knights, como uma das empresas mais sustentáveis do mundo. Reconhecemos o impacto de nossa atividade para além da cadeia de valor, e queremos impulsionar o crescimento sustentável de nossas operações, oferecendo produtos e soluções confiáveis de higiene e saúde, de forma responsável quanto ao seu impacto no meio ambiente”, afirma Márcio Matandos, Diretor de Operações da Essity – Cone Sul.

A Corporate Knights é uma empresa de pesquisa e mídia que promove a economia sustentável. Sua revista de mesmo nome é referência para líderes empresariais e tem enfoque em mudanças climáticas, investimentos responsáveis e inovações sustentáveis. A organização também realiza rankings globais de sustentabilidade e produz relatórios e classificações financeiras baseadas no desempenho sustentável de grandes companhias, para destacar as 100 empresas mais sustentáveis do mundo todos os anos.

O ranking completo das 100 empresas mais sustentáveis do mundo pela Corporate Knights está disponível no site da organização.

Sobre a Essity

A Essity é uma empresa líder global em higiene e saúde. Todos os dias, nossos produtos, serviços e soluções são usados por um bilhão de pessoas em todo o mundo. Nosso objetivo é quebrar barreiras pelo bem-estar dos consumidores, pacientes, cuidadores, clientes e da sociedade. Estamos presentes em aproximadamente 150 países com as marcas líderes globais TENA e Tork, e outras marcas fortes, como Actimove, Cutimed, JOBST, Knix, Leukoplast, Libero, Libresse, Lotus, Modibodi, Nosotras, Saba, Tempo, TOM Organic e Zewa. Em 2024, a Essity teve vendas de aproximadamente 146 bilhões de coroas suecas (13 bilhões de euros) e empregou 36.000 pessoas. A sede da empresa está localizada em Estocolmo, na Suécia, e a Essity está listada na Nasdaq Stockholm. Para mais informações, acesse o site.

Governo Britânico anuncia novo enviado comercial para o Brasil

Josh MacAllister
O governo britânico anunciou, nesta terça-feira (28/01), uma nova equipe de enviados comerciais, que terão como objetivo impulsionar as exportações e investimentos como parte da estratégia do Reino Unido para promover o crescimento econômico.Os 32 parlamentares foram designados para mercados-chave em seis continentes. No Brasil, o nomeado é Josh MacAlister, e ele será encarregado de identificar oportunidades de comércio e investimento para empresas britânicas no Brasil, além de promover o Reino Unido como destino preferencial para investimentos de negócios brasileiros.

O enviado comercial trabalhará com a equipe do governo britânico no Brasil para fortalecer as relações bilaterais, engajando com membros do governo brasileiro e representantes de empresas privadas. Um dos seus principais objetivos será ampliar o leque de negócios entre os dois países e destravar barreiras comerciais para exportadores em setores de grande porte, como saúde, infraestrutura, energia e educação.O comércio e o investimento bilaterais entre o Reino Unido e o Brasil agora se encontram em níveis recordes, com os números do comércio bilateral ultrapassando £11 bilhões nos últimos 12 meses. As empresas brasileiras também têm buscado o Reino Unido para crescer e ampliar suas operações. Nos últimos anos, negócios de uma variedade de setores se expandiram para o Reino Unido – em serviços financeiros, moda, tecnologia, e alimentos e bebidas.

Cada mercado que irá receber um novo enviado comercial foi selecionado por apresentar um potencial significativo para o crescimento do comércio britânico. Os enviados foram escolhidos com base em suas habilidades, experiências relevantes e capacidade, considerando seus conhecimentos sobre os mercados designados ou setores estratégicos do Reino Unido, incluindo experiência anterior em negociações entre governos, bem como seu compromisso com a missão de crescimento do Reino Unido.

O Secretário de Negócios e Comércio do Reino Unido, Jonathan Reynolds, afirmou:“O comércio e o investimento são essenciais para promover o crescimento econômico, que é a principal missão deste Governo e um elemento central do nosso Plano para a Mudança. Por isso, anunciei uma nova equipe de enviados comerciais, que utilizará sua experiência, especialização e conhecimento para abrir novos mercados ao redor do mundo para as empresas britânicas, atrair investimentos para o Reino Unido e, em última análise, impulsionar o crescimento econômico.

”Eles trabalharão em estreita colaboração com o Ministério para Negócios e Comércio do Governo Britânico (DBT, em sua sigla em inglês). O anúncio ocorre antes do lançamento da nova Estratégia Comercial britânica na primavera, que terá como prioridade reconstruir o relacionamento com a União Europeia e aproveitar as oportunidades de acesso a novos mercados mais distantes.”

Servidores efetivos da Adasa celebram gratificação e agradecem apoio em evento comemorativo

  • Nesta terça-feira (28/01), os servidores efetivos da Adasa se reuniram para celebrar a publicação da Lei Distrital nº 7.640, de 26 de dezembro de 2024, que institui a Gratificação por Habilitação em Regulação de Serviços Públicos (GHRSP) para membros da carreira no DF. Os próprios servidores organizaram um evento para agradecer o empenho da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), representada pelo presidente deputado Wellington Luiz, e da Diretoria Colegiada da Adasa, para garantir a aprovação dessa importante conquista.

Em nome dos servidores, o regulador Saulo Luzzi enfatizou a importância das capacitações para que profissionais da regulação possam exercer suas funções e falou do sentimento de alegria compartilhado entre os servidores. “Essa gratificação devolve à carreira de regulação o status que ela sempre mereceu: de competitividade e valorização. O resultado é a manutenção do quadro de servidores efetivos da Adasa, tornando a Agência cada vez mais forte e preparada para os desafios da área”, afirmou Luzzi.

O diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, ressaltou os esforços empenhados até a aprovação da lei. “Dentro do processo de descentralização que seguimos, confiamos ao diretor Rogério Rosso a condução dessa missão. Ele teve um papel fundamental, sendo um dos grandes responsáveis por essa vitória junto à CLDF, que sempre nos apoiou. Para nós, é muito importante contar com o apoio do representante do Poder Legislativo (Wellington Luiz), que está sempre pronto para atender demandas como de servidores que são peças-chave para manter e aperfeiçoar o nível de excelência do trabalho que prestamos à população do DF”, afirmou Ribeiro.

Para o diretor Rogério Rosso, a gratificação representa mais do que o reconhecimento e a valorização dos servidores de carreira da Adasa: “Ela promove o desenvolvimento, a motivação e a retenção de talentos na Agência. Hoje é um dia especial, em que celebramos a união e o esforço coletivo dos servidores para conquistar essa gratificação. Agradeço ao deputado Wellington Luiz pelo apoio incondicional e à Diretoria Colegiada da Adasa por confiar a mim a condução dessas negociações com o governo”, disse Rosso.

“Graças à dedicação de sua equipe, a Adasa se consolida como referência, e essa conquista reflete a transparência, o compromisso e a verdade que guiam a Agência no compromisso com o seu servidor. Parabéns a todos!”, completou o diretor.

O presidente da CLDF, Wellington Luiz, destacou o empenho e a coragem dos servidores da Adasa, além do comprometimento dos diretores Raimundo Ribeiro e Rogério Rosso. “Sem a dedicação de vocês, talvez não tivéssemos alcançado esse resultado. Agradeço também ao secretário de Estado-Chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, e sua equipe, à vice-governadora Celina Leão e ao governador Ibaneis Rocha. O que estamos fazendo é investir na prestação do serviço público de qualidade por meio do reconhecimento e, especialmente, da valorização”, afirmou.

O evento contou ainda com a presença dos diretores Vinicius Benevides, Felix Palazzo e Apolinário Rebelo, do ouvidor da Adasa, Fernando Martins, do advogado Acilino Ribeiro, além de cinco dos sete novos concursados nomeados no DODF desta terça-feira (28/02) e dos demais servidores e colaboradores da Agência.

Oportunismo Político: Petro e Lula, governos impopulares, buscam reverter rejeição explorando o tema migratório

A ascensão de Donald Trump e a adoção de suas políticas, especialmente no âmbito migratório, tem funcionado como combustível para governos impopulares tentarem um regaste de prestígio diante de sua população. Vimos isso acontecer com a deportação de imigrantes ilegais colombianos e brasileiros dos EUA, algo que movimentou o cenário externo nos últimos dias. 


Petro, presidente da Colômbia, mergulhado em uma desaprovação que ultrapassa 60%, busca incansavelmente caminhos que recuperem sua popularidade. Achou uma brecha com a repatriação de imigrantes ilegais colombianos dos Estados Unidos. Havia aceitado receber os deportados. Fez um post celebrando a chegada de seus compatriotas com “bandeiras e flores” e depois deletou. Mudou de ideia para criar um fato político. Trump considerou sua mudança de atitude como ato de hostilidade e desonestidade. Retaliou. Petro recuou e acatou integralmente os termos dos EUA. 


O Brasil seguiu pelo mesmo caminho. A polêmica por aqui se estabeleceu sobre o transporte dos imigrantes ilegais devolvidos em voo fretado pelos EUA. Há reclamação de que o grupo voltou algemado. O procedimento utilizado tem sido padrão desde 1980, usado também para transporte de presos nacionais dentro do seu próprio território. O padrão é adotado por dois motivos. Protege aquele que está sob custódia do Estado, que pode nesse tipo de situação se machucar ou até cometer algum ato extremo contra si próprio. O outro é a proteção dos agentes de segurança. Além disso, os voos são parte de um acordo firmado em 2018, durante o governo Temer. 


Percebemos, na verdade, que o imbróglio possui fundo político, uma vez que estamos diante do mesmo rito e mecanismos usados há pelo menos 45 anos. Foram 22 ministros de Lula que mostraram indignação sobre brasileiros deportados no primeiro voo durante o governo Trump. Durante o terceiro mandato de Lula já foram 32 voos trazendo deportados da mesma forma. O governo jamais havia tecido qualquer crítica.

Todos sabem que o Brasil possui um governo antiamericano, algo inegável. Por questões políticas e ideológicas, Lula nunca escondeu sua visão sobre os Estados Unidos. Seu círculo mais íntimo de assessores, especialmente na área internacional, ainda carrega uma visão ultrapassada e obsoleta de mundo, responsáveis por equívocos como este.


Assim como Petro, o governo brasileiro tem usado o oportunismo político como arma para alavancar sua popularidade. Atualmente, Lula possui taxa de reprovação que supera a aprovação. Assim como Petro, enxerga sua popularidade derreter, colocando em xeque as chances de reeleição. Ambos procuram usar este fato como combustível político para resgatar o apoio popular perdido em meio aos erros de seus governos. 


O número de ilegais deportados vem caindo sistematicamente desde o governo Clinton – aquele que mais deportou (com folga) nas últimas décadas e o número de deportados que havia caído com Obama e Trump, voltou a subir com Biden. Estes são fatos. Os EUA seguirão sendo um país de imigrantes, mas sobretudo de leis. Aqueles que migram de acordo com as regras, serão muito bem recebidos, porém, aqueles que infringirem as normas, estarão em risco de serem devolvidos aos seus países. Enquanto isso, não faltarão líderes populistas para lucrar nas costas dos deportados, algo que no dicionário de Brasília se chama de oportunismo político.


Márcio Coimbra é CEO da Casa Política e Presidente-Executivo do Instituto Monitor da Democracia. Conselheiro da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig). Cientista Político, mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex-Diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal