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Inovação e robótica a serviço da saúde


O Brasil conta com um novo espaço para cirurgias de alta precisão e complexidade. Trata-se da Suíte Robótica Brainlab, que combina diferentes tecnologias de cirurgia guiada por imagens, imagens 3D, robótica cirúrgica e integração digital. Inaugurada recentemente, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, o local recebeu, em novembro, a primeira cirurgia neurológica para implantação de eletrodo cerebral em um paciente de Parkinson, com o sistema robótico de imagem Loop-X. O feito é inédito e pioneiro com esta tecnologia na América Latina e Central.
 

Com investimento de R$ 4,9 milhões, a suíte coloca o Brasil na vanguarda em cirurgias com uso deste tipo de tecnologia. O Hospital Moinhos de Vento, um dos seis hospitais de referência do Brasil, segundo o Ministério da Saúde, é a quinta instituição no mundo a contar com uma sala desse porte e a primeira na América Latina.

Sobre o Hospital Moinhos de Vento
 

Com o propósito de cuidar das pessoas, integrando assistência, pesquisa e educação, o Hospital Moinhos de Vento, fundado em 1927, foi o segundo hospital do país acreditado pela Joint Commission International (JCI), sendo reacreditado pela oitava vez consecutiva em 2023. Possui um dos parques robóticos multiplataforma mais diversificados da América Latina. É referência nacional em práticas sustentáveis no setor hospitalar, sendo a primeira instituição do Brasil a construir, em seu complexo, uma Central de Transformação de Resíduos. É um dos seis de referência do Brasil segundo o Ministério da Saúde e o único fora do eixo-SP a integrar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Melhor hospital da Região Sul e quarto melhor hospital do País, de acordo com a revista Newsweek, melhor empresa do País no segmento Saúde no Anuário Época Negócios, e quarto melhor da América Latina no Top Ranking Latam e a revista América Economía. Recentemente, o Hospital Moinhos de Vento conquistou mais dois importantes reconhecimentos na América Latina: foi eleito pela Latam Business Conference o terceiro melhor do continente e o segundo melhor do Brasil no Top Ranking Latam Best Hospitals. Em outro ranking, elaborado pela Intellat, Moinhos foi o segundo melhor da América Latina em telemedicina e experiência do paciente.

Fim de ano impulsiona importação de alimentos das ceias de Natal e Réveillon em portos e aeroportos

Auditores fiscais federais agropecuários garantem a qualidade de itens indispensáveis na mesa dos brasileiros nas festas, como castanhas, bacalhau, bebidas e frutas

Com a chegada das festividades de fim de ano, as operações em portos, aeroportos e postos de fronteira do Brasil ficam mais intensas, especialmente com a importação de produtos típicos das ceias de Natal e Ano Novo, como castanhas, bacalhau, cerejas e bebidas importadas. Esses itens, que enriquecem a mesa da população, passam por rigorosa fiscalização de auditores fiscais federais agropecuários para garantir sua qualidade e segurança para a produção brasileira. No Aeroporto Internacional de Guarulhos e no Porto de Santos, ambos em São Paulo, o volume de liberações do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) começou a se intensificar dois meses antes das festas, em outubro. Com isso, a demanda dos profissionais da carreira e seus desafios também cresceram consideravelmente.


As informações são do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical). São os profissionais da carreira os responsáveis por assegurar que os produtos importados e exportados atendam aos padrões de qualidade e que estejam livres de bactérias ou doenças que possam comprometer a produção nacional ou a saúde da população. A chegada de uma praga estrangeira, por exemplo, pode gerar prejuízos irreparáveis para a agricultura brasileira, colocando em risco a segurança alimentar em todo o mundo e a economia do país.

De acordo com o auditor fiscal federal agropecuário Guilherme Farias, que atua no aeroporto de Guarulhos, em 2024, especificamente em relação aos produtos das ceias, o crescimento foi de 15% em relação ao ano passado.

“Nas importações da área vegetal, o que mais aumenta aqui no final de ano é a importação de castanhas vindas de Portugal e de cerejas vindas do Chile. Esses dois são produtos totalmente de época. Já outros, como aspargos e mirtilos do Peru e as flores da Colômbia aumentam um pouco, mas tem o ano todo”, afirmou Farias. Já com relação às exportações nesta época do ano, ele explica que o que aumenta é a certificação fitossanitária de frutas, especialmente figo, manga e mamão com destino à Europa e ao Oriente Médio.

Em ambos os casos, são realizadas coletas de amostra para verificação de possíveis pragas. Isto é feito com cortes nos produtos e verificação em microscópio. Farias relembra que, no início deste ano, foi encontrada uma praga quarentenária em uma carga de pêssegos importados dos Estados Unidos. Após análises, foi identificada a Anarsia lineatella, um tipo de broca ausente no Brasil, que traria consequências imprevisíveis à fruticultura nacional se tivesse entrado no país.

Já o Porto de Santos, que é a grande porta de entrada do país, a chegada de bebidas se intensifica no início do quarto trimestre. Os auditores agropecuários são responsáveis pela inspeção física, com a verificação de rotulagem para conferências de itens como o registro do importador e teor alcoólico, entre outros. “Em alguns casos, coletamos uma determinada quantidade de garrafas e enviamos para um laboratório para que seja feita análise química de alguns parâmetros”, explicou o auditor fiscal federal agropecuário Renato Miethe, que atua no Porto de Santos.

Desafios

Este período do ano representa um grande desafio para os auditores fiscais federais agropecuários. O aumento significativo na demanda por fiscalização ocorre em um cenário de insuficiência de servidores, agravado pela falta de reposição de quadros nos últimos anos. Essa situação impõe uma sobrecarga de trabalho, que se reflete na saúde dos profissionais da carreira.

O Anffa Sindical alerta para a necessidade urgente de recomposição do quadro de servidores e de melhorias nas condições de trabalho. Sem essas medidas, a capacidade de fiscalização poderá ser comprometida, aumentando os riscos para a saúde pública, a segurança dos alimentos e a economia nacional.

“Neste fim de ano, enquanto famílias se preparam para celebrar com produtos de origem nacional e internacional, os auditores fiscais federais agropecuários permanecem atentos para garantir a qualidade e a segurança desses itens, reafirmando seu compromisso com a sociedade e com o futuro da agropecuária brasileira”, destacou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo

Vale-Pedágio Obrigatório será exclusivo por tag eletrônica a partir do 1° dia útil de 2025

Medida da ANTT encerra pagamento via cartão e cupom e acelera modernização no transporte rodoviário

 A partir de 1º de janeiro de 2025, entra em vigor a impossibilidade de pagamento do Vale-Pedágio Obrigatório por meio de cartão ou cupom, conforme previsto na Resolução ANTT 6.024/23 da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que estabelece a obrigatoriedade do pagamento do Vale-Pedágio Obrigatório (VPO) exclusivamente por meio automatizado, sendo a tag eletrônica o único meio atualmente adequado aos novos requisitos da regulamentação. Com isso, será descontinuado o pagamento via cartão e cupom, visando à modernização e à maior eficiência operacional no setor de transporte rodoviário.
 

A medida tem como objetivo a digitalização dos processos e o aprimoramento da fluidez no trânsito nas rodovias, tornando o pagamento do pedágio mais ágil e seguro. O modelo de tag eletrônica, já amplamente utilizado por empresas de transporte e logística, será o único aceito a partir da data limite, e a Veloe Go, marca que reúne as soluções completas de gestão de transporte, em frete e frota da Veloe, está totalmente preparada para apoiar os transportadores e embarcadores na adaptação a essa nova realidade.
 

De acordo com André Turquetto, CEO da Veloe e presidente da Abepam (Associação Brasileira das Empresas de Pagamento Automático para Mobilidade), “a resolução da ANTT representa um marco importante para a modernização do setor de transporte e logística no Brasil. Com a novidade, damos um passo crucial para aumentar a eficiência e a transparência nas operações de pedágio. Esta mudança irá beneficiar não apenas os transportadores, mas toda a cadeia logística, promovendo uma maior fluidez nas rodovias e contribuindo para a redução de custos operacionais”, pontua.
 

A Veloe Go oferece uma plataforma digitalizada que proporciona não apenas o cumprimento da legislação, mas uma gestão mais eficiente de custos e operações para transportadores e embarcadores.
 

A nova regulamentação traz vantagens significativas para o setor de transporte e logística, incluindo: a redução de custos operacionais, visto que a automação do pagamento do pedágio facilita a gestão financeira, eliminando custos administrativos e melhorando o fluxo de caixa de transportadoras e embarcadores; o aumento da eficiência no fluxo de transporte, já que a utilização de sistemas como o free flow reduz os gargalos nas praças de pedágio, economizando tempo e combustível, além de garantir maior produtividade nas operações logísticas e, ainda, gera novas oportunidades de receita. Com o pagamento eletrônico, as concessionárias de pedágio poderão reduzir inadimplências, aumentando a previsibilidade de receita.
 

Além disso, a implementação da Resolução ANTT nº 6.024/2023, que regula o VPO, está projetada para gerar um impacto econômico positivo, com projeções de redução de custos logísticos e aumento da competitividade do setor de transporte rodoviário no Brasil. Estima-se que a transição para um sistema digital pode gerar economias de até R$ 7 bilhões anuais para as transportadoras, além de reduzir os custos operacionais e aumentar a eficiência da cadeia logística do país.
 

“A Abepam está pronta com a adaptação necessária de nossas associadas às novas normas e com o fortalecimento do sistema de pagamentos automáticos, garantindo a conformidade com a legislação e o fomento de um ambiente mais eficiente e seguro para todos os envolvidos”, explica André.
 

Sobre a Veloe Go

A Veloe Go é uma solução completa em gestão de frota e frete para o segmento de transporte e logística. Sob o guarda-chuva Veloe, a marca propõe diminuir a burocracia e atritos que geram atrasos e perda de eficiência, aumentando a rentabilidade das empresas. Gestores de frota, embarcadores, transportadoras de todos os portes e caminhoneiros autônomos têm à disposição mais de 30 mil postos de combustíveis, gestão de abastecimento, de documentos e telemetria, tag de pedágio, entre outros serviços.

Capitalização destina à sociedade quase R$ 22 bilhões em sorteios e resgates

Arrecadação do setor ultrapassou R$ 26 bilhões em receitas de janeiro a outubro

A Capitalização manteve o desempenho crescente no país nos dez primeiros meses de 2024: segundo os números mais recentes, divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e analisados pela FenaCap (Federação Nacional de Capitalização), entre os valores devolvidos à sociedade no período foram quase R$ 22 bilhões, sendo R$ 20,46 bilhões em resgates. O número é expressivo e representa uma evolução de 7,7%, comparada a 2023. Já os sorteios destinaram R$ 1,55 bilhão, incremento de 18,4%. Esses recursos reinjetados na economia brasileira podem ser usados como complemento à renda por famílias, para impulsionar o consumo, sobretudo nessa reta final de ano e com os primeiros gastos que virão em 2025. Essa é uma forma de se organizar, por exemplo, para a compra de material escolar e o pagamento de impostos como IPTU e IPVA.

De janeiro a outubro, em todo o país o setor arrecadou R$ 26,33 bilhões. O valor representa um aumento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O bom resultado é reflexo da confiança dos clientes no produto, um importante instrumento de disciplina financeira. Seja para pessoa física ou jurídica, os títulos estimulam a possibilidade de guardar dinheiro com segurança, dando ainda a chance de concorrer a prêmios. Em relação às reservas técnicas, que medem a robustez financeira do setor, o segmento também manteve a alta e, neste segundo semestre, ultrapassou os R$ 40,4 bilhões.

A Capitalização também registrou crescimento de 4,8% dos títulos na modalidade Tradicional – a mais utilizada pela população. Considerado uma importante ferramenta de disciplina financeira, o produto é utilizado por quem precisa de incentivo para guardar dinheiro com segurança, tendo ainda a chance de concorrer a prêmios. Em dez meses a arrecadação chegou a R$ 19,13 bilhões.
 

Os títulos da modalidade de Filantropia Premiável também registraram boa performance, com arrecadação de R$ 3,41 bilhões. A confiança da população nesta modalidade, que tem viés social e alinhamento às práticas ESG, permitiu o repasse de R$ 1,69 bilhão a entidades filantrópicas no período, aumento de 28,4%, em comparação a 2023. Nesta modalidade, os clientes cedem o direito ao resgate do valor dos Títulos de Capitalização e os recursos são destinados a instituições de todo o país, beneficiando milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Muitas das instituições, inclusive, são mantidas com esse tipo de apoio, o que faz da Capitalização um grande mobilizador social.
 

O Instrumento de Garantia é outra modalidade que se destacou de janeiro a outubro, com faturamento de R$ 2,73 bilhões. O produto é uma solução prática e viável para quem vai alugar um imóvel, por exemplo, sem precisar buscar um fiador. Esse tipo de título também pode ser utilizado na contratação de serviços em geral, como garantia para a sua execução, além de licitações públicas para contratação de obras, uma decisão do governo federal que vem impulsionando cada vez mais o segmento.
 

Já a modalidade de Incentivo, produto de grande interesse de empresas dos mais diversos setores, registrou R$ 790 milhões em receitas. Este é mais um exemplo da versatilidade da Capitalização. Nesta modalidade, as empresas adquirem séries de títulos e cedem o direito ao sorteio a seus clientes e consumidores, para gerar maior engajamento e fidelização, contribuindo assim para alavancar vendas, girar estoque e atrair novo público, estreitando o relacionamento com ele.
 

Resultado por região
 

O balanço de janeiro a outubro também apresenta um panorama do desempenho da Capitalização por região do país:
 

:: Sudeste – R$ 15,08 bilhões (crescimento de 7,9%)

:: Sul – R$ 4,87 bilhões (4%)

:: Nordeste – R$ 2,86 bilhões (2,5%)

:: Centro-Oeste – R$ 2,39 bilhões (5,9%)

:: Norte – R$ 1,14 bilhão (1,9%)
 

Ao analisar estados e regiões do país, é possível observar que São Paulo apresentou o maior percentual de participação na arrecadação do Sudeste (65,8%) e representa 37,7% da receita do país. Já o Rio Grande do Sul concentra 41,2% do total arrecadado no Sul. No Centro-Oeste, destaque para o Distrito Federal, que registra 39,7% do obtido na região.
 

“Segurança, versatilidade, transparência e solidez são palavras que sempre acompanham os Títulos de Capitalização e despertam a confiança de milhares de clientes que buscam os mais diferentes tipos de solução para o seu dia a dia. Olhar o resultado em constante crescimento nos últimos dez meses é muito motivador, pois estamos falando de um segmento essencial ao desenvolvimento da economia do país, que promove o pagamento de sorteios e resgates, e ainda cumpre um importante papel social”, afirma o presidente da FenaCap, Denis Morais.

Sobre a FenaCap:

A Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) é uma associação civil sem fins lucrativos que representa todas as empresas de Capitalização em território nacional, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País. A instituição trabalha em prol da difusão do conhecimento sobre os benefícios socioeconômicos dos Títulos de Capitalização, estimulando a transparência nas relações de consumo e impulsionando o desenvolvimento de produtos e soluções de negócios, que atendam a demandas de mercado, de maneira ética e sustentável. Site: fenacap.org.br

Livelo anuncia parceria com o Grupo Madero e pontos podem ser usados pelos consumidores para o pagamento das refeições

(Foto: Leandro Fonseca/Exame)

Com a novidade, os mais de 50 milhões de clientes do programa podem otimizar os gastos nos mais de 275 restaurantes do grupo

A Livelo, maior empresa de recompensas do país, e o Grupo Madero, um dos maiores grupos de restaurantes do Brasil, anunciam o início da parceria na frente de uso dos pontos para a realização de pagamentos. A novidade chega para oferecer mais praticidade aos clientes na hora de pagar as refeições nos mais de 275 restaurantes da rede.
 

O pagamento com pontos Livelo via Pix já pode ser feito tanto nos totens de autoatendimento no Madero Container, Jeronimo e Ecoparada quanto diretamente com os garçons dos estabelecimentos Madero Steak House. Para usar a solução, é necessário ser cadastrado na Livelo, acessar o app, disponível para Android e iOS, fazer seu login e clicar em “Pix”. Depois disso, basta clicar em “Ler QR Code Pix”, conferir o valor da conta, escanear o QR Code na máquina de pagamento e confirmar a transação.
 

“A Livelo tem a missão de oferecer cada vez mais liberdade e facilidade para seus consumidores, permitindo que eles utilizem seus pontos no dia a dia como preferirem, seja para viajar, adquirir produtos ou pagar um hambúrguer em uma refeição com a família ou amigos. Com essa parceria com o Grupo Madero, reforçamos nosso posicionamento de tornar o uso dos pontos uma experiência cotidiana e prática”, afirma Marcelino Cruz, Diretor Executivo de Negócios e Growth da Livelo.
 

“Estamos muito animados com a parceria com a Livelo, que permite oferecer ainda mais conveniência aos nossos clientes na hora de aproveitar as refeições nas unidades do grupo em todo o país. A possibilidade de utilizar pontos como forma de pagamento reforça nosso compromisso em proporcionar experiências completas e inovadoras, aliando tecnologia e praticidade ao momento de saborear nossos pratos”, afirma Junior Durski, CEO e chef do Madero.
 

Para os clientes que desejam, por meio dos pontos, saborear as refeições que o Grupo Madero oferece, mas ainda não possuem conta na Livelo, o processo também é simples. Basta se cadastrar gratuitamente por meio do site ou app do programa e começar a jornada no universo das recompensas.
 

O acúmulo de pontos na Livelo é feito através de transações no cartão de crédito, com compras online no Shopping Livelo e em sites parceiros, assinando o Clube Livelo, transferindo os pontos de programas de bancos e instituições financeiras e com outras soluções cotidianas, que podem ser encontradas aqui.
 

Para mais informações sobre a parceria, acesse aqui.
 

Sobre a Livelo

A Livelo é a maior empresa de recompensas do Brasil. Com oito anos de mercado, já possui mais de 50 milhões de clientes e diversas possibilidades para acúmulo e uso de pontos através das centenas de empresas parceiras. O programa permite que os participantes juntem pontos com compras online no Shopping Livelo e em sites parceiros, assinando o Clube Livelo, transferindo os pontos de outro programa de fidelidade e com outras soluções, que podem ser encontradas aqui. Os pontos acumulados podem ser trocados por produtos no Shopping Livelo, viagens e serviços no catálogo da companhia, além de serem utilizados para pagamentos via Pix, no checkout de marcas parceiras como Amazon Brasil e Decolar, em lojas físicas, como Raia e Pão de Açúcar, através do PagStix, e na CVC, ou até mesmo transformados em dinheiro com a solução de cashback. Na frente B2B, a empresa auxilia companhias de qualquer setor a potencializar seus negócios, seja com pontos para incentivar funcionários, fidelizar clientes ou vender mais. Saiba mais sobre a Livelo no site ou aplicativo da companhia.
 

Sobre o Grupo Madero

O Grupo Madero foi fundado em 2005 e atualmente possui uma das maiores rede de restaurantes do país, com um portfólio de mais 275 restaurantes multimarcas, construídos sobre uma plataforma de produção, distribuição e logística verticalmente integrada. Mantém rigorosos processos de produção, priorizando alimentos orgânicos e sem conservantes, elevando o padrão de qualidade do que é servido a aproximadamente 3 milhões de clientes por mês.

Publicada resolução sobre procedimentos operacionais da Taxa de Fiscalização de Usos de Recursos Hídricos para não prestadores de serviços públicos no DF 

Foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (26/12) a Resolução n° 50 da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico no Distrito Federal (Adasa) que estabelece os procedimentos operacionais para implantação, cobrança e recolhimento da Taxa de Fiscalização de Usos de Recursos Hídricos para não prestadores de serviços públicos no DF (TFU-NP), conforme previsto na Resolução Adasa nº 27, de 28 de setembro de 2023.

A taxa, que começará a ser arrecadada em abril de 2025, é direcionada a usuários que possuam capacidade de gerar maiores impactos quantitativos e qualitativos à disponibilidade de recursos hídricos, oriundos de captação superficial ou subterrânea de água e lançamento de efluentes, usos que respondem por 80% dos volumes outorgados no DF. Este público representa segmentos como indústrias e setor agrícola que utilizam o bem água como insumo em suas atividades econômicas e, por isso, consomem grandes quantidades do recurso. 

O ato normativo não afeta pequenos usuários que utilizam a água para uso individual ou familiar, assim como não se aplica a lançamentos de esgoto considerados física, química e biologicamente insignificantes.

Instituída pela Lei Complementar n° 711, de 13 de setembro de 2005, a TFU-NP é uma taxa anual obrigatória, resultado do exercício legítimo do poder de fiscalização administrativa sobre o uso de recursos hídricos no DF. O mecanismo contribuirá para o aprimoramento da gestão integrada (sustentável) dos recursos hídricos na região e para a garantia de um balanço hídrico eficiente, uma vez que permitirá que a Agência cumpra sua missão institucional de regulação e fiscalização por meio da compatibilização de dados relacionados com a disponibilidade e demanda de água.

Instituída pela Lei Complementar n° 711, de 13 de setembro de 2005, a TFU-NP é uma taxa anual obrigatória, resultado do exercício legítimo do poder de fiscalização administrativa sobre o uso de recursos hídricos no DF. O mecanismo contribuirá para o aprimoramento da gestão integrada (sustentável) dos recursos hídricos na região e para a garantia de um balanço hídrico eficiente, uma vez que permitirá que a Agência cumpra sua missão institucional de regulação e fiscalização por meio da compatibilização de dados relacionados com a disponibilidade e demanda de água.

Os valores da TFU-NP são calculados de acordo com a fórmula definida na legislação, em consonância com os princípios da isonomia tributária e da capacidade contributiva do outorgado, garantindo o caráter pedagógico e educativo da medida no que se refere a prevenção do uso desregrado e do desperdício de recursos hídricos, além de promover a conscientização sobre o uso racional e a preservação desse bem público finito.  

A arrecadação da taxa ocorrerá por meio de boleto de cobrança bancária, podendo a Adasa disponibilizar futuramente outras formas de pagamento. Os boletos estarão disponíveis no site da instituição com antecedência mínima de 30 dias da sua data de vencimento. O valor anual poderá ser pago em parcela única ou em quatro parcelas mensais, levando em consideração o valor mínimo de R$100,00 por parcela. O vencimento da parcela única ou da primeira parcela será no dia 15 de abril.

Assessoria de Comunicação Institucional (ACI)
(61) 3961-4972/4909/5084 ou 3966-7514/7507
aci@adasa.df.gov.br

”O futuro já começou em Águas Lindas”, afirma Lucas Antonietti ao lançar o Canal Expresso Brasil-China

Empresas chinesas são apresentadas durante o lançamento do ITEC – Canal Expresso Brasil-China-Águas Lindas de Goiás; Governo de Goiás oferecerá incentivos fiscais

Empresários da cidade chinesa de Zhongshan, localizada na província de Guangdong, apresentaram nesta quinta-feira (19/12) os perfis das vinte empresas que serão instaladas no novo polo industrial de Águas Lindas de Goiás a partir de janeiro. O evento aconteceu na Câmara Municipal, onde, por cerca de três horas, o prefeito Lucas Antonietti conduziu a reunião com os empresários, que participaram por videoconferência.

A mesa de discussões contou com a presença de André Oliveira, presidente da Companhia de Desenvolvimento de Águas Lindas de Goiás (Codeal), do advogado Charli Lu, mediador do contrato, e da secretária do Entorno do Distrito Federal (SEDF-GO), Caroline Fleury, representando o Governo de Goiás.

Está prevista a instalação de 37 empresas no polo industrial Sol Nascente, sendo que 20 delas já terão obras iniciadas no primeiro semestre de 2025. “Estamos preparados para a concretização desse projeto, com contratos, legislações e recursos já alinhados. As empresas, que atuam em áreas como drones, motocicletas, energia fotovoltaica e eletrônica, transformarão Águas Lindas em uma referência na relação comercial entre Brasil e China”, destacou o prefeito Lucas Antonietti.

A primeira obra do projeto será o Centro de Convenções do ITEC – Canal Expresso Brasil-China-Águas Lindas de Goiás, que começa em janeiro. O centro terá 10 mil metros quadrados e estará localizado estrategicamente às margens da BR-070, ao lado do shopping da cidade. “Esse será um hub para negociações entre Brasil e China, com espaços para troca de commodities, serviços de câmbio, área comercial e logística, além de uma exposição permanente de empresas chinesas”, explicou André Oliveira, presidente da Codeal.

Lucas Antonietti ressaltou, ainda, o papel estratégico de Águas Lindas no fortalecimento das relações bilaterais entre Brasil e China. “Esse é um dos maiores acordos comerciais da história do nosso município. A inauguração do ITEC é uma oportunidade sem precedentes e representa um salto para o desenvolvimento social e econômico da nossa cidade”, afirmou.

Benefícios fiscais impulsionam projetos

Representando o Governo de Goiás, Caroline Fleury destacou os atrativos fiscais oferecidos pela Região Metropolitana do Entorno (RME) para a instalação de empresas. “A parceria com o mercado chinês reflete o empenho do prefeito e de sua equipe, com o apoio integral do governador Ronaldo Caiado, que tem fortalecido as relações internacionais ao longo de sua gestão”, pontuou Fleury.

Ela também explicou que Águas Lindas pode usufruir do programa de concessão de benefícios fiscais do Estado, o ProGoiás, que concede um crédito outorgado de 67%, permitindo que as empresas paguem no máximo 33% do valor apurado. “Esses incentivos são fundamentais para estimular o crescimento das empresas e impulsionar o desenvolvimento de toda a região”, afirmou.

Secretaria do Entorno do Distrito Federal | Governo de Goiás

 Varejo cresce 5,4% em 2024, atingindo R$ 1,27 trilhão

Projeção realizada pela Scanntech aponta que setor, que representa 10,84% do PIB nacional, cresce em volume nos primeiros trimestres do ano. No último tri, inflação impulsiona crescimento
 

O varejo alimentar brasileiro caminha para encerrar o ano de 2024 com um crescimento nominal de 5,4%, alcançando a marca de R$ 1,27 trilhão em faturamento. É o que aponta a Scanntech, plataforma de soluções tecnológicas que usa inovações e inteligência de dados para gerar resultados no varejo e indústria de bens de consumo. O desempenho reflete a resiliência e relevância do setor, que representa 10,84% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, estimado em R$ 11,721 trilhões para o ano.

 

Composto exclusivamente por mercados, supermercados, hipermercados e atacarejos, a análise, fundamentada em uma base de dados construída por meio da coleta automática de tickets de mais de 45 mil check-outs do varejo conectados à plataforma via API, indica que a inflação foi o motor de crescimento do último trimestre de 2024.



Nos últimos meses, vimos uma desaceleração no crescimento de volume devido ao descolamento da inflação, que se tornou o principal fator do aumento no faturamento. Esta dinâmica deverá se manter no início de 2025, considerando a continuidade do cenário inflacionário impulsionado por commodities afetadas por fatores climáticos, variações cambiais e também pelo o equilíbrio de demanda e oferta no mercado interno e externo”, avalia Thomaz Machado, CEO da Scanntech.


Priscila Ariani, CMO da Scanntech complementa: “a diferença entre o crescimento da renda média nominal e da inflação resulta na variação do poder de compra dos consumidores. Após estabilidade do 1º semestre, este começou a ser impactado negativamente a partir de julho de 2024, com a aceleração dos preços. Este impacto é ainda maior nas classes mais baixas, que destinam maior parte da renda aos alimentos que foram uma das principais alavancas de inflação no período.”


Sobre a Scanntech

Usada por 90% dos top varejistas do canal alimentar e por mais de 300 das maiores indústrias, a Scanntech segue revolucionando o modo de se usar informações de mercado. A companhia desenvolveu uma plataforma de inteligência granular, ágil e acionável, que permite a identificação das maiores oportunidades, alavancando os resultados do varejo, da indústria e dos distribuidores e aproximando os parceiros comerciais. Ao todo, analisa dados de mais de R$ 763 bilhões do faturamento do varejo brasileiro por meio de uma base robusta e granular de mais de 45 mil PDVs automaticamente, sem manipulação humana, para oferta de insights.

Adasa avança na revisão da regulação de resíduos sólidos com conclusão da tomada de subsídios

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) concluiu a Tomada de Subsídios para a revisão da Resolução nº 21/2016, que define as condições gerais para a prestação e utilização dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos no Distrito Federal. O relatório completo com os resultados está disponível no site da Agência.

A Tomada de Subsídios utilizou ferramentas que permitiram ampla participação social e institucional, incluindo um formulário online para o envio de sugestões e percepções sobre os serviços de limpeza urbana e resíduos sólidos. Também foram realizados cinco workshops presenciais, que promoveram discussões sobre coleta convencional, coleta seletiva, limpeza urbana, monitoramento de serviços e atendimento aos usuários. Esses eventos permitiram uma troca de experiências entre especialistas, gestores e representantes da sociedade.

A participação expressiva garantiu que as contribuições refletissem as necessidades reais do Distrito Federal e fossem alinhadas com a Norma de Referência nº 07/2024 da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). O processo reforça o compromisso da Adasa com a transparência e a inclusão social na criação de seus instrumentos regulatórios.

As sugestões recebidas serão incorporadas à revisão da Resolução Adasa nº 21/2016, buscando modernizar e aprimorar as condições para a prestação dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos. O objetivo é construir uma regulação mais eficiente e adaptada às demandas atuais do Distrito Federal.

 Grupo CCR vence o leilão do Lote 3 de rodovias no Paraná e amplia a presença em concessões viárias no Sul do País

Com o resultado, o Grupo CCR passa a operar nos três estados do Sul do país. (Crédito: Divulgação/ CCR)

Vitória foi garantida pelo desconto de 26,60% na tarifa de pedágio; Paraná torna-se o sexto estado a compor o portfólio da CCR Rodovias.

O Grupo CCR, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, foi o vencedor do leilão das Rodovias Integradas do Paraná – Lote 3, que reúne um conjunto de vias que conectam o norte do estado à região de Ponta Grossa, fazendo ligação com o eixo viário ao Porto de Paranaguá (PR). O contrato, com duração de 30 anos, irá demandar investimentos de R$ 9,8 bilhões em obras de melhorias e modernização das condições viárias. O resultado amplia a geografia da CCR Rodovias no setor e consolida a sua atuação na região Sul do País com presença nos três estados.

Para vencer o leilão, promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na sede da B3, na capital paulista, o Grupo CCR ofereceu um desconto de 26,60% em relação à tarifa básica de pedágio de R$ 0,14596 por km. Esta é a segunda licitação de rodovias que a Companha se sangra vencedora este ano. Ao final de outubro, a Empresa conquistou a concessão da Nova Sorocabana, um conjunto de vias no interior de São Paulo, em certame organizado pelo governo paulista.

Os R$ 9,8 bilhões de investimentos previstos no contrato de concessão serão aplicados na duplicação de aproximadamente 133 quilômetros (km) de vias, na implantação de 24,6 km de faixas adicionais e 61,7 km de novas marginais, na construção de acessos e em obras de infraestrutura viária, entre outras. Nas estimativas do Ministério dos Transportes as obras do Lote 3 irão criar 143,003 mil postos de trabalho (entre empregos diretos, indiretos e os gerados pelo efeito-renda).

“A vitória no certame reforça as nossas operações no Sul, onde administramos rodovias no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O lote 3 conecta regiões importantes do Estado, cumprindo papel relevante no escoamento da produção industrial e agrícola ao Porto do Paranaguá”, afirma o presidente da CCR Rodovias, Eduardo Camargo.

Com o resultado, o Grupo CCR amplia a sua posição de liderança no setor de concessões rodoviárias no Brasil. Com os 569 km de rodovias do Lote 3 e os 460 km de vias da Nova Sorocabana, a extensão do portfólio da CCR Rodovias saltará de 3,6 mil km para aproximadamente 4,47 mil km a partir de abril de 2025, distribuído em seis estados.

Além do Paraná, a Companhia está presente no Rio Grande do Sul (CCR ViaSul), em Santa Catarina (CCR ViaCosteira), no Rio de Janeiro (CCR ViaLagos, ViaRio e CCR RioSP), no Mato Grosso do Sul (CCR MSVia) e em São Paulo (CCR AutoBAn, CCR RodoAnel, CCR SPVias, CCR RioSP, Renovias e CCR ViaOeste), somando 12 concessionárias.

Obras de melhorias

Ao todo, 21 municípios do interior paranaense serão beneficiados com as obras no Lote 3: Sertaneja, Sertanópolis, Londrina, Cambé, Ibiporã, Tamarana, Mauá da Serra, Marilândia, Califórnia, Apucarana, Arapongas, Cambira, Jandaia do Sul, Mandaguarí, Ortigueira, Imbaú, Tibagi, Ipiranga, Ponta Grossa, Palmeira e Balsa Nova. O Lote 3 faz parte da Malha Norte do Paraná e é composta pelas rodovias BR-369/373/376/PR e PR-090/170/445/323.

Entre as melhorias previstas está a execução de 61,6 quilômetros de obras de contorno viários para melhorar a fluidez do trânsito nos seguintes trechos:

  • Contorno de Apucarana, em pista dupla, ligando a BR-369/PR à BR-376/PR, com extensão total de 13,83 km e prazo para abertura ao público no ano de 2027.
  • Contorno de Califórnia, em pista dupla, ligando 2 trechos da BR-376/PR, com extensão total de 5,46 km e liberação em 2026.
  • Contorno Norte de Ponta Grossa, com extensão total de 14,65 km e abertura em 2027.
  • Contorno Leste de Ponta Grossa, com extensão total de 27,7 km e abertura em 2028.

O contrato de concessão também prevê 133 km de duplicação de vias, a implantação de 24,6 km de faixas adicionais e 61,7 km de novas marginais, 92 dispositivos e intersecções (novos e remodelados), 22 passarelas de pedestres (novas e reformadas), duas áreas de escape, dois pontos de Parada de Descanso (PDD), 24 km de ciclovias, 314 pontos de ônibus e oito passagens de fauna.

Inovação e Sustentabilidade

O projeto também inclui a instalação de câmeras com tecnologia OCR para reconhecimento de placas e detecção automática de incidentes, painéis de mensagem variável, sistema de pesagem automático e monitoramento meteorológico. A conectividade será garantida em toda a concessão. Além disso, haverá iluminação de 14,9 quilômetros no trecho de serra.

Também faz parte dos investimentos em tecnologia a implantação do sistema free-flow de pedágio, que permite a cobrança de tarifa sem a necessidade de cabines ou barreiras físicas, ou seja, sem a parada para o pagamento. Usuários frequentes e aqueles que pagam com TAG terão um desconto adicional a partir de 5%. A cobrança de pedágio só começará após a reforma das praças existentes, a eliminação de buracos, a revitalização da sinalização horizontal e vertical em pontos críticos e a instalação de placas indicativas do atendimento telefônico, além da remoção da vegetação ao longo das rodovias.

O contrato de concessão do Lote 3 também contempla incentivos regulatórios para tornar as rodovias mais sustentáveis. Um deles é o enquadramento do projeto no Programa Carbono Zero, no qual a Companhia terá que implementar ações para neutralizar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Outro mecanismo é a destinação de 1% da receita de pedágio em iniciativas para tornar a infraestrutura mais resiliente às mudanças climáticas.

Expansão dos investimentos

Atualmente, o Grupo CCR está executando um plano de investimento de R$ 28 bilhões em suas rodovias. Entre as obras em andamento estão a ampliação da capacidade de tráfego da Rodovia Presidente Dutra, a implantação de vias marginais e faixas adicionais na Rodovia Presidente Castello Branco em Barueri (SP), a duplicação da Rodovia Raposo Tavares no trecho entre as cidades paulistas de Mairinque, Sorocaba e São Roque.

Há ainda a duplicação do maior trecho da BR-386, na chamada Estrada da Produção, no Rio Grande do Sul, o recapeamento do asfalto de 100% do Sistema Anhanguera-Bandeirantes, entre a capital e o interior paulista, e a ampliação e a modernização da Rio-Santos (BR-101), no trecho entre Ubatuba (SP) e o Rio de Janeiro. Em 2025, a CCR Rodovias também irá iniciar as obras de modernização e melhorias da Rota Sorocabana, com investimentos da ordem de R$ 8,8 bilhões durante o período de concessão (30 anos).

Ao todo, o Grupo CCR está realizando um programa de investimento de R$ 33 bilhões em suas três plataformas de atuação (Rodovias, Mobilidade Urbana e Aeroportos), o maior plano de investimento da sua história.

Sobre o Grupo CCR | O Grupo CCR, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, atua nas plataformas de Rodovias, Mobilidade Urbana e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e mais de 17 mil colaboradores. O Grupo é responsável pela gestão e manutenção de 3.615 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em mobilidade urbana, por meio da gestão de metrôs, trens, VLT e barcas, transporta diariamente 3 milhões de passageiros. Em aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, embarca 43 milhões de clientes anualmente. A companhia está listada há 13 anos no hall de sustentabilidade da B3. Mais em: grupoccr.com.br.