O BRB convoca mais 50 profissionais aprovados no concurso para Analista de Tecnologia da Informação. A lista com os nomes dos convocados será publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira, 21 de maio.
A iniciativa reforça o compromisso do Banco com a transformação digital e a inovação. Desde 2019, o BRB já contratou mais de 1.200 novos empregados por meio de seis concursos públicos, como parte de seu planejamento estratégico de crescimento e modernização.
Com jornada de 30 horas semanais e salário de R$ 10.678,42, os Analistas de TI têm papel essencial no desenvolvimento, manutenção e segurança dos sistemas e soluções tecnológicas do Banco. Entre suas atribuições, estão o suporte às áreas internas e clientes, a avaliação e implantação de novas tecnologias, além da coordenação de projetos que garantem a eficiência e a inovação dos serviços prestados.
“O BRB vive um momento de consolidação como uma das instituições financeiras mais inovadoras do país. Com mais de 9 milhões de clientes, a tecnologia está no centro da nossa estratégia de crescimento e relacionamento. Ao convocar esses novos analistas de TI, damos mais um passo concreto para fortalecer nossa infraestrutura digital, ampliar a segurança das nossas operações e criar experiências únicas para nossos clientes”, afirma Paulo Henrique Costa, presidente do BRB.
Após a entrega de documentos e a conclusão da avaliação médica, os novos analistas participarão de um processo de integração, com treinamentos voltados à cultura organizacional, às práticas bancárias e aos padrões de atendimento e operação do BRB
Experiências negativas, falta de confiança e insatisfação com o processo de entrega estão entre os fatores que desestimulam os consumidores a comprar mais pela internet
O levantamento mostra que 39% dos entrevistados realizaram mais compras online no período analisado este ano em comparação ao ano passado e que 57% passaram a comprar em pelo menos uma nova categoria de produtos. Apesar do aumento no volume e na frequência das compras online em todos os grupos demográficos, 67% dos consumidores relataram ter enfrentado problemas com entregas.
O estudo também aponta que os problemas com entregas podem representar uma barreira para futuras compras online. Quando perguntados sobre o que os desestimularia a comprar mais pela internet, 21% citaram experiências negativas com entregas, 20% afirmaram que as entregas não são confiáveis e 17% disseram estar insatisfeitos com o processo de entrega. Além disso, 63% daqueles que enfrentaram problemas com entregas tomaram alguma ação que resultou em consequências negativas para o varejista ou para a empresa de logística (veja a Figura 1).
Figura 1: Ações dos consumidores diante de problemas com entregas
Fonte: Descartes & SAPIO Research
“Embora o terceiro ano deste estudo aponte pequenas melhorias ano após ano em diversas áreas relacionadas ao desempenho das entregas residenciais, o nível de insatisfação dos consumidores ainda é elevado”, afirma Chris Jones, EVP da Descartes para a Indústria. “Um desempenho medíocre e experiências inconsistentes de entrega são problemas solucionáveis. Já existem estratégias comprovadas no mercado, boas práticas operacionais e soluções tecnológicas que varejistas e empresas de entrega podem adotar para oferecer uma experiência de entrega eficiente, adaptada às preferências do consumidor”, finaliza o executivo.
A pesquisa foi conduzida pela Descartes em parceria com a SAPIO Research, com 8.000 consumidores da Europa e América do Norte, e analisou o comportamento de compra online durante os três primeiros meses de 2024. O objetivo foi obter uma visão abrangente do estado atual do e-commerce e do desempenho das entregas domiciliares, compreendendo, por exemplo, os motivos para o aumento ou queda nas compras online, os tipos de produtos adquiridos, a frequência de compras, as preferências de entrega, as experiências vivenciadas e o impacto das falhas de entrega sobre os varejistas e seus parceiros logísticos. O estudo também avalia como o comportamento e a percepção dos consumidores variam de acordo com o perfil demográfico.
A Descartes é líder global no fornecimento de soluções de software como serviço sob demanda, com foco na melhoria da produtividade, segurança e sustentabilidade de empresas com uso intensivo de logística. Os clientes usam nossas soluções modulares de software como serviço para rotear, rastrear e ajudar a melhorar a segurança, o desempenho e a conformidade dos recursos de entrega; planejar, alocar e executar remessas; classificar, auditar e pagar faturas de transporte; acessar dados de comércio global; arquivar documentos alfandegários e de segurança para importações e exportações; e concluir vários outros processos de logística participando da maior comunidade de logística multimodal colaborativa do mundo. Nossa sede fica em Waterloo, Ontário, Canadá, e temos escritórios e parceiros em todo o mundo. Saiba mais em www.descartes.com e entre em contato conosco no LinkedIn e no Twitter.
Resíduo tradicionalmente considerado um passivo ambiental sem alternativas viáveis de reaproveitamento passará a ser transformado, pela primeira vez no Brasil, em matéria-prima para a fabricação de fertilizantes
Projeto é desenvolvido em parceria com a Antares, empresa com 30 anos de experiência em reciclagem e regeneração econômica por meio de tecnologias e soluções sustentáveis
Estima-se a produção anual de 270 toneladas de fertilizantes a partir do resíduo da borra de fostato reciclado pela Hyundai
A Hyundai Motor Brasil anuncia sua mais nova iniciativa com foco na sustentabilidade. Em parceria com a Antares, empresa com mais de 30 anos de experiência em reciclagem e regeneração econômica, a montadora desenvolveu o projeto que irá reaproveitar resíduos de borra de fosfato gerados pelo processo produtivo dos veículos. A borra de fosfato até então era considerada um passivo ambiental sem alternativas viáveis de reaproveitamento. A partir de agora, com o trabalho realizado por Hyundai e Antares, este material passa a ser transformado em matéria-prima, pela primeira vez na história da indústria nacional, para a fabricação de fertilizantes.
“Por meio de uma metodologia inovadora e ambientalmente correta, desenvolvida durante a parceria, foi possível criar um processo seguro, eficiente e escalável que permite reciclar e reaproveitar os principais elementos presentes na borra de fosfato, como por exemplo o fósforo e o zinco, e reaproveitá-los como insumo agrícola. O resultado é um produto que não apenas reduz a dependência de fontes não-renováveis, mas também fecha um ciclo dentro da lógica da economia circular, em que resíduos industriais deixam de ser um problema e passam a ser parte da solução”, explica Ricardo Martins, vice-presidente administrativo da Hyundai Motor Brasil.
Além da geração de novas destinações aos resíduos, através do reaproveitamento, este processo pioneiro contribui diretamente para a redução do risco de contaminação do solo e da água, e ainda diminui substancialmente as emissões de gases de efeito estufa tradicionalmente associadas à produção de fertilizantes convencionais. “Ao transformar um passivo ambiental em matéria-prima, a parceria não apenas preserva recursos naturais, mas também se alinha às metas globais de combate às mudanças climáticas. Trata-se de um exemplo concreto de como a colaboração entre empresas gera impacto positivo em larga escala” complementa Martins.
Adicionalmente aos benefícios ambientais, os ganhos econômicos também se destacam. Para a Hyundai, o novo processo representa uma redução significativa nos custos de gerenciamento de resíduos e fortalece seu compromisso com a sustentabilidade na indústria automotiva. A reutilização da borra como insumo também contribui para a cadeia de suprimentos agrícola, promovendo uma economia circular cada vez mais robusta. Estima-se a produção anual mínima de 270 toneladas de fertilizantes a partir do resíduo da borra de fosfato fornecido pela Hyundai.
Com o projeto, a Hyundai celebra mais um Dia Mundial da Reciclagem, comemorado neste último sábado, 17 de maio. A data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) como uma oportunidade de refletir sobre a maneira que descartamos o lixo e a necessidade de se adotar práticas mais sustentáveis. A Hyundai é referência no tema dentro do setor automotivo brasileiro, sendo, inclusive, a primeira montadora do país vencedora do Prêmio Lixo Zero. A vitória aconteceu na categoria “Certificação do Ano”, pelo pioneirismo com a inédita Certificação Lixo Zero entre as fabricantes de automóveis, conquistada em 2023 e renovada em 2024, após aumentar seu índice de conformidade na destinação de descartes para 94,2%.
Sobre a Hyundai Motor Brasil/ Hyundai Motor Central & South Americas
A Hyundai Motor Brasil está presente no país desde 2012, quando inaugurou sua fábrica em Piracicaba (SP). Com 3,2 mil colaboradores, é responsável pela fabricação e comercialização da linha de veículos compactos HB20 e do SUV compacto Creta. Recentemente, passou a coordenar desde a importação até a distribuição final do portfólio completo de veículos da marca no Brasil. A partir do Brasil, a Hyundai administra as operações comerciais para a região das Américas Central e do Sul, exportando para países vizinhos como Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai. Para saber mais sobre a Hyundai e seus produtos no Brasil, acesse hyundai.com.br. Acompanhe também o dia a dia da marca nas redes sociais: Facebook (facebook.com/hyundaibr), Instagram (instagram.com/hyundaibr), LinkedIn (linkedin.com/company/hyundai-motor-brasil), TikTok (tiktok.com/@hyundaibr) e no YouTube (youtube.com/hyundaibr).
Sobre a Hyundai Motor Company
Fundada em 1967, a Hyundai Motor Company está presente em mais de 200 países com cerca de 120 mil funcionários dedicados a enfrentar os desafios de mobilidade em todo o mundo. Com base na visão da marca “Progresso para a Humanidade”, a Hyundai Motor está acelerando sua transformação em um provedor de soluções de mobilidade inteligente. A empresa investe em tecnologias avançadas, como robótica e Mobilidade Aérea Avançada (AAM) para trazer soluções revolucionárias, enquanto busca por inovação aberta para desenvolver futuros serviços de mobilidade. À procura de um futuro sustentável para o mundo, a Hyundai continuará empregando seus esforços para introduzir veículos de emissão zero equipados com a mais alta tecnologia em eletrificação, liderando a indústria de células de combustível de hidrogênio. Mais informações sobre a Hyundai Motor e seus produtos podem ser encontradas em: hyundai.com/worldwide/en ou hyundai.com/worldwide/en/newsroom.
Modelo remoto ganha força com melhora na qualidade de vida, mais tempo com a família e equilíbrio entre vida pessoal e profissional
Quatro anos após a pandemia da covid-19, o home office deixou de ser uma solução emergencial e se firmou como um novo estilo de vida para milhares de brasileiros. Com a possibilidade de trabalhar de casa, muitos profissionais passaram a usufruir de maior autonomia, proximidade da família e liberdade para organizar a rotina.
De acordo com pesquisas recentes, o modelo remoto está diretamente relacionado ao aumento da satisfação pessoal e profissional. A principal mudança percebida desde a adoção massiva do trabalho a distância foi o impacto positivo no bem-estar, resultado da eliminação do tempo gasto com deslocamentos e da chance de conciliar melhor as responsabilidades do dia a dia com a vida pessoal.
Um estudo conduzido pela Universidade da Austrália Meridional reforça essa percepção ao apontar que o home office ajudou a reduzir os níveis de estresse e a promover um equilíbrio mais saudável entre o trabalho e a vida pessoal. Embora tenha enfrentado desafios iniciais, o sistema remoto se adaptou à realidade de diferentes setores, com resultados expressivos.
Para Thiago Brito, advogado com 14 anos de experiência e presidente da Comissão de Direito do Trabalho da OAB-DF Seccional de Taguatinga, o avanço do home office exige atenção especial do meio jurídico. “Estamos diante de uma revolução nas relações de trabalho. O Direito precisa acompanhar essa evolução, garantindo segurança jurídica para empresas e trabalhadores”, afirma.
Com forte especialização em Direito do Trabalho, Thiago também atua como conselheiro seccional da OAB-DF, reforçando seu compromisso com a advocacia do Distrito Federal. Ele é pós-graduado em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho e tem se dedicado à busca de soluções eficazes para os desafios contemporâneos das relações laborais.
Com menor emissão de CO₂ e redução de custos operacionais, máquinas movidas a eletricidade despontam como solução estratégica para centros de distribuição mais limpos e eficientes
De acordo com a ISO (International Organization for Standardization), o setor de transporte e logística é responsável por mais de um terço das emissões globais de CO₂, totalizando 7,7 gigatoneladas apenas em 2021. Para atingir as metas climáticas estabelecidas, é necessário reduzir essas emissões para menos de 6 gigatoneladas até 2030.
Neste cenário, a logística sustentável tornou-se uma prioridade estratégica para empresas comprometidas com a redução de emissões de gases de efeito estufa. As empilhadeiras elétricas e de emissão zero emergem como protagonistas na transformação dos centros de distribuição e armazéns em ambientes mais limpos e eficientes.
Segundo Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras, marca de máquinas para manuseio e transporte de cargas, a substituição de empilhadeiras movidas a combustíveis fósseis por modelos elétricos, equipados com baterias de íons de lítio, representa um avanço significativo no setor.
“Esses equipamentos oferecem maior eficiência energética, com baterias que podem ser carregadas em até duas horas e permitem operações contínuas por múltiplos turnos. Além disso, cada empilhadeira elétrica pode evitar a emissão de até 21 toneladas de CO₂ por ano em operações de três turnos”, destaca o diretor.
Já do ponto de vista econômico, Humberto explica que, embora o investimento inicial em empilhadeiras elétricas seja superior, o custo total de propriedade é de até 50% menor em um período de dois a quatro anos, devido à redução de gastos com combustível e manutenção, bem como de 70% a 80% no custo de operação com energia elétrica, dependendo do preço local da eletricidade. “Nos custos operacionais totais, a diminuição chega a até 20%”.
A adoção de tecnologias, como telemetria e Internet das Coisas (IoT), em empilhadeiras elétricas também permite o monitoramento remoto e a otimização do uso de energia, contribuindo para a sustentabilidade operacional.
Ainda, além dos benefícios ambientais e econômicos, os equipamentos elétricos proporcionam um ambiente de trabalho mais seguro e saudável, ainda conforme Mello, eliminando emissões locais e reduzindo os níveis de ruído.
“A tendência global aponta para um aumento na demanda por empilhadeiras elétricas, impulsionado por regulamentações ambientais mais rigorosas e pela conscientização das empresas sobre a importância da sustentabilidade. Essa transição engloba inúmeros fatores, desde uma escolha ambientalmente responsável até uma decisão estratégica que oferece eficiência operacional e economia a longo prazo. É, sem dúvidas, uma grande mudança competitiva para as empresas”, conclui o diretor da Tria Empilhadeiras.
Do cuidado à ação: construindo uma região mais integrada, forte e cheia de possibilidades
O Entorno do Distrito Federal é uma das regiões mais dinâmicas e potentes do país. Com cidades que crescem a cada ano e uma população marcada pelo trabalho, pela criatividade e pela vontade de prosperar, o Entorno não é apenas vizinho da capital — é parte ativa da engrenagem que move o Brasil.
Essa realidade, rica em diversidade e força produtiva, exige um olhar atento, inteligente e, sobretudo, humano. E é exatamente com essa visão que Cristian Viana, à frente da Secretaria do Entorno do Distrito Federal (SEENT-DF), vem conduzindo seu trabalho: integrar para cuidar melhor.
“O Entorno tem força, tem gente talentosa e tem um papel essencial no desenvolvimento do país. Nosso trabalho é dar voz a essa potência, aproximar as cidades e garantir que ninguém fique para trás”, afirmou Viana.
Integração como instrumento de cuidado e eficiência
Para Cristian, integrar o Entorno com Brasília não é apenas uma estratégia administrativa — é um compromisso com o bem-estar das pessoas. O foco está em criar conexões reais, funcionais e respeitosas entre as cidades do Entorno e a capital, fortalecendo os laços que já existem no cotidiano de milhares de trabalhadores, estudantes, empreendedores e famílias.
“A integração é uma postura diante da realidade de quem vive no Entorno. Cada decisão nossa tem um propósito: melhorar a vida das pessoas que constroem essa região com esforço e esperança todos os dias”, destacou o titular da SEENT-DF.
Transporte público como elo entre regiões e oportunidades
Uma das frentes mais importantes desse trabalho é a mobilidade. O Entorno abriga um contingente enorme de profissionais que se deslocam diariamente para Brasília, e oferecer transporte público eficiente é reconhecer esse esforço com respeito e planejamento.
Cristian Viana tem atuado de forma articulada com autoridades distritais e municipais para ampliar linhas, melhorar a qualidade dos serviços e garantir que o transporte funcione como deve: conectando pessoas, reduzindo distâncias e abrindo caminhos.
Saúde mais perto, mais humana, mais integrada
A preocupação com a saúde também está no centro da gestão. Para Cristian, promover uma rede de saúde regional, bem distribuída e integrada, é essencial para garantir atendimento digno e acessível à população.
A Secretaria do Entorno vem trabalhando para fortalecer a cooperação entre os municípios e ampliar a presença de serviços que respeitem a realidade local. O objetivo é claro: fazer com que cuidar da saúde seja algo simples, próximo e eficaz — como deve ser.
Presença, escuta e construção conjunta
O trabalho da Secretaria do Entorno tem se destacado também pela presença ativa nas cidades, pelo diálogo permanente com os gestores locais e pela busca constante por soluções em parceria.
Cristian Viana acredita que governar bem é ouvir bem. E é ouvindo prefeitos, lideranças comunitárias, trabalhadores e cidadãos que as ações ganham força e propósito.
Uma região viva, criativa e indispensável
O Entorno é mais do que números e mapas: é cultura, é juventude, é empreendedorismo. É uma região que pulsa com ideias, talentos e projetos. Integrá-lo de forma inteligente e respeitosa significa potencializar tudo isso — e oferecer condições para que essa potência se transforme, cada vez mais, em qualidade de vida para todos.
Cristian Viana tem consciência desse papel. E por isso, sua gestão tem sido marcada por equilíbrio, iniciativa e foco nas pessoas. Porque integrar não é centralizar — é reconhecer, valorizar e incluir.
O futuro é conjunto
A construção de uma relação mais harmoniosa entre os governos do Distrito Federal e de Goiás é uma tarefa que exige visão, trabalho e comprometimento. E é com esses pilares que Cristian Viana segue avançando: promovendo integração com responsabilidade, respeito e cuidado com o que realmente importa — as pessoas que fazem a região do Entorno do DF tão viva e tão essencial para o Brasil.
Em 2024, a produção paulista da fruta foi de 71,5 mil toneladas e exportou mais de US$ 805 mil, com um crescimento de 31%
Responsável por metade da produção nacional de caqui, o estado de São Paulo também é referência nas exportações. De acordo com os dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA – Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), em 2024, foram produzidas mais de 71,5 mil toneladas. Já no cenário internacional, o envio da fruta ao comércio exterior teve um crescimento financeiro de 31,3% em relação ao ano anterior, passando de US$613 mil em 2023 para US$805 mil. Enquanto isso, somente no primeiro trimestre deste ano, o faturamento já contabiliza cerca de US$196 mil.
Um dos motivos que explica o aumento da receita está relacionado diretamente à disparada do dólar frente ao real. Em dezembro do ano passado, a moeda norte-americana bateu recorde histórico, chegando à marca de R$ 6,30. “O produtor rural que exporta a fruta acaba se beneficiando, já que o dólar é utilizado como câmbio na comercialização. A variação da moeda, no período, foi positiva em 27,3% no ano, o que favoreceu a receita das exportações de caqui, uma vez que os aumentos foram, além dos valores, também de 24,6% nas quantidades embarcadas da fruta”, ressaltou a pesquisadora do IEA, Marli Mascarenhas.
Os principais destinos de envio do caqui paulista, em 2024, foram para o Canadá (68,7 t), seguido pelos Países Baixos (64,4 t) e pelos Estados Unidos (40,4 t), respectivamente. “Graças ao porto de Roterdã, porta de entrada estratégica do agro brasileiro na Europa, os Países Baixos formam um dos principais destinos para as frutas produzidas no Brasil. Ficamos contentes em saber que o caqui está tendo uma aceitação cada vez maior na Europa, uma vez que não se trata de uma fruta tradicionalmente importada”, enalteceu o assessor do Departamento Agrícola da Embaixada dos Países Baixos em Brasília, Ramon Gerrits.
O município de Mogi das Cruzes, localizado no Alto Tietê, é considerado como a “Terra do Caqui”, com uma área de 1.484 hectares, em 468 propriedades onde se cultivam as variedades Fuyu, Giombo e Rama Forte, com uma produção estimada em cerca de 50 mil toneladas. Já a cidade de Pilar do Sul, na região de Sorocaba, se destaca na exportação da fruta.
Fundada em 2014, a Cooperativa Agroindustrial APPC comercializa diversos produtos agrícolas, inclusive o caqui Fuyu e o Rama Forte. “Com foco na qualidade, exportamos para diversos mercados internacionais, incluindo Canadá, países da Europa (Suíça, Espanha, Inglaterra, Portugal e Países Baixos) e Nações do Oriente Médio”, destacou o diretor-geral de comunicação da APPC, Felipe Reis.
Para o diretor da cooperativa, o aumento da moeda americana proporcionou um rendimento financeiro significativo aos exportadores. “A valorização do dólar contribuiu para o aumento do faturamento nas exportações, o que nos permitiu oferecer uma remuneração mais justa aos produtores. Isso se tornou um importante incentivo para que continuem investindo na produção de frutas com alto padrão de qualidade”, frisou Felipe Reis.
Unidade ajuda a suprir demanda antiga do Entorno do DF e conta com 61 leitos destinados à internação de pacientes adultos e sete leitos de UTI
O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), contabiliza a marca de 5 mil cirurgias realizadas no Hospital Estadual de Luziânia (HEL), no Entorno do Distrito Federal, desde a abertura do centro cirúrgico da unidade em 2023. O espaço foi dotado de condições para suprir uma importante lacuna em tratamentos cirúrgicos na região.
O HEL, unidade da SES-GO gerida pelo Instituto Patris desde 2022, é caracterizado como hospital geral de alta e média complexidade. Ao todo são 61 leitos gerais destinados à internação de pacientes adultos e sete leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os atendimentos são encaminhados de forma referenciada pelo Complexo Regulador Estadual, nas especialidades de cirurgia geral; gastroenterologia geral; ginecologia; ortopedia; proctologia geral; urologia e cirurgia vascular.
Para o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, os números mostram que a regionalização da saúde avança em Goiás. “Reforçamos nosso compromisso com a meta de regionalização da saúde, com o exemplo do município de Luziânia e região do Entorno do Distrito Federal, que era carente de serviços de saúde de qualidade”, destacou.
Na avaliação do diretor-geral do HEL, Francisco Amud, o desempenho mostra a importância da atuação integrada entre equipes assistenciais e administrativas da unidade. “A marca de 5 mil cirurgias é, sem dúvida, um reflexo da excelência do trabalho realizado no HEL e um incentivo para seguir avançando com ainda mais comprometimento e humanidade”, afirmou.
Para Matheus Henrique Vieira Moreno, 23 anos, paciente número 5 mil da cirurgia ortopédica, a experiência foi marcada por acolhimento e atenção. “Fui muito bem recebido. A equipe foi atenciosa, conversou comigo, me deixou mais calmo e seguro. Senti dor em alguns momentos, mas as enfermeiras me explicaram tudo certinho e cuidaram de mim com muito carinho”, relatou.
Fotos: SES/GO
Legenda: HEL comemora marca de 5 mil cirurgias em 2 anos beneficiando pacientes da região do entorno do DF
Advogado criminalista Eduardo Maurício aponta fragilidade jurídica e exposição do futebol ao crime organizado.
A Polícia Civil de São Paulo investiga um possível esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o Sport Club Corinthians Paulista, a casa de apostas ‘Vai de Bet’ e integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo relatório das autoridades, parte do valor do contrato de R$ 370 milhões firmado entre o clube e a empresa teria sido desviado para uma companhia de fachada, apontada como ligada à facção criminosa, com o objetivo de disfarçar a origem ilícita dos recursos.
As investigações começaram com o rastreamento de bens de um dos líderes do PCC e evoluíram para apurações mais amplas, envolvendo contratos milionários no mercado esportivo e possíveis fraudes contratuais. O caso acende um alerta sobre como setores legitimados — futebol e apostas esportivas — podem ser instrumentalizados para operações financeiras irregulares, com movimentações disfarçadas por contratos formais. As autoridades seguem mapeando transações suspeitas com base em dados fiscais e bancários, com o apoio do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e outros órgãos reguladores.
O caso veio à tona enquanto a CPI das Bets segue em andamento no Senado Federal, investigando denúncias de irregularidades envolvendo casas de apostas, manipulação de resultados e até contratos publicitários com influenciadores digitais. A CPI, no entanto, enfrenta um esvaziamento crescente: a 18ª sessão, que contou com o depoimento do influenciador Rico Melquiades, registrou o menor número de parlamentares membros presentes desde o início da comissão — apenas quatro membros compareceram.
O ritmo lento e a falta de quorum levantam questionamentos sobre a eficácia da comissão e sua capacidade de produzir resultados concretos. Para o advogado criminalista, mestre em Direito pela Universidade de Coimbra e doutorando pela Universidade de Salamanca, Eduardo Maurício, apesar de seguir os trâmites legais, a CPI tem enfrentado dificuldades em avançar no combate efetivo ao jogo ilegal, reforçando a necessidade de medidas mais duras, sobretudo no bloqueio de fluxos financeiros que sustentam essas operações.
Eduardo também reforça que, apesar da gravidade do caso, as garantias constitucionais seguem fundamentais no curso das investigações. “Obviamente o suposto envolvimento do PCC, Corinthians e ‘Vai de Bet’ gera impactos jurídicos e legislativos, ainda mais no atual cenário de CPI das Bets. Porém, a presunção da inocência; devido processo legal; ampla defesa; contraditório; e a busca da verdade real dos fatos devem ser preservadas para todas as partes”, destaca o especialista.
O advogado complementa que, embora o caso traga grande repercussão, é improvável que influencie diretamente o comportamento dos apostadores. Para Eduardo, o episódio serve como alerta para o Estado reforçar o combate às casas de apostas ilegais e ampliar as exigências de integridade nas parcerias com o setor esportivo. “Não vislumbro possibilidade de isso influenciar nos apostadores e número de apostas esportivas no Brasil, e sim isso chama atenção para a necessidade de aumento de políticas de combate e prevenção às Bets ilegais, e sobretudo o alargamento do compliance a ser instituído nas Bets”, finaliza.
Ainda assim, o caso expõe a urgência de atualização das normas que regulam o setor de apostas no Brasil e das ferramentas legais para prevenir esse tipo de crime. A conexão entre contratos de patrocínio e possíveis esquemas de lavagem acende um sinal vermelho para clubes, investidores e o próprio poder público, atentando à necessidade de reforçar os critérios de análise e fiscalização sobre acordos milionários com empresas do setor. Em caso de dúvidas, entrevistas ou contato com o especialista, ligue para (11) 99222-3627 (Dr. Eduardo Maurício | Advogado Criminalista, mestre em direito pela universidade de Coimbra e doutorando em direito pela universidade de Salamanca).
Flexibilidade e liquidez na oferta de gás, projetos de estocagem de gás, Bolsa de Gás Natural e papel do gás na transição energética nortearam os painéis do Seminário de Gás Natural, do IBP, na tarde de quinta-feira (15), no Rio de Janeiro.
“Dá pra fazer muito mais com as opções que já estão sobre a mesa.” O recado foi dado pelo CEO da Origem Energia, Luiz Felipe Coutinho, no CEO Talks do Seminário de Gás Natural, do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), na tarde desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro, em diálogo conduzido pela gerente geral de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Karine Fragoso. O evento contou com a presença de 882 participantes e representantes de 7 países. “Foram dois dias de jornada de muito conhecimento”, destacou o presidente do IBP, Roberto Ardenghy. Além do aumento do público, o Seminário registrou 40% de mulheres participantes.
“O Brasil tem pouco gás comparativamente à Rússia e aos EUA, mas precisa aproveitar de maneira otimizada o pouco gás que tem. Isso não está acontecendo hoje. A estocagem está aí para mostrar isso e ela é fundamental para endereçar a questão do balanceamento”, exemplificou o Luiz Felipe Coutinho, destacando o projeto de estocagem de gás natural da Origem Energia com a TAG em Alagoas, com investimento de R$ 1 bilhão e capacidade total de 1,5 bilhão de metros cúbicos de armazenagem nos campos depletados do Polo de Alagoas. Segundo ele, o gás natural vem se tornando uma commodity líquida em um cenário de mudança na demanda de energia.
A vice-presidente de Marketing e Supply da Equinor Brasil, Cláudia Brun, também percebe um entendimento diferente hoje diante das mudanças geopolíticas globais. “O crescimento da demanda de energia hoje é incerto, considerando o incremento esperado do consumo da Inteligência Artificial. É difícil prever como será atendida essa demanda, mas as energias renováveis são intermitentes e as térmicas estão aí para dar segurança ao sistema, permitindo ter mais energia renovável”, comentou Cláudia, no CEO Talks em diálogo com a diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura (FGV CERI), Joisa Dutra.
A executiva citou o recente apagão de energia na península Ibérica como exemplo desta mudança de entendimento sobre o papel das térmicas a gás. Na visão dela, há muito espaço para o gás natural no processo de transição energética, “vamos precisar usar todas as ferramentas disponíveis para atingir as metas de descarbonização”.
Bolsa de gás natural: agilidade e segurança
No painel “Flexibilidade e liquidez: Caminhos para o amadurecimento do mercado de gás brasileiro” foi apresentada a recém-criada empresa Bolsa Brasileira de Gás Natural (BBGN), que ambiciona criar uma plataforma eletrônica para a realização de transações de contratos bilaterais e spot, essencial para dar mais liquidez e reduzir os custos de transação no mercado de gás.
“A plataforma vai facilitar a conexão da oferta com a demanda, oferecendo mais transparência e flexibilidade para fechar negócios. É um passo extremamente estratégico dentro do desenho regulatório para trazer mais liquidez, mais agentes, e fomentar a concorrência e o amadurecimento ao setor”, disse Antonio Guimarães, sócio fundador da Bolsa.
Flávia Barros, diretora comercial da Origem Energia, ressaltou a evolução recente do mercado com a entrada de novos agentes, mas pontuou que falta muito para a entrada de consumidores livres de forma massiva. “Há algumas barreiras de entrada que precisamos destravar, como o custo transacional do transporte e a falta de um mix de produtos para atender todas as necessidades. Precisamos percorrer ainda esse caminho”.
Luisa Franca, diretora de Desenvolvimentos de Negócios na TAG, destacou o papel que o segmento de transporte vem desempenhando no desenvolvimento do mercado e defendeu a simplificação dos contratos como forma de acelerar esse processo. “Estamos trabalhando para que os contratos sejam padronizados, mais simples, de modo a atrair mais a demanda e criar um mercado com mais flexibilidade”.
Já o diretor de gás natural da Galp, Thiago Arakaki, reforçou que o mercado está em evolução, o que fica claro a partir do aumento do número de contratos, agentes e novos negócios. O executivo citou como exemplo a trajetória da própria Galp: “Começamos com um grande contrato com a Bahiagás, (…) depois evoluímos para outros com consumidores livres”.
Por fim, Thiago Arakaki lançou um olhar positivo sobre o futuro do setor, mas destacou a necessidade de desenvolvimento do mercado brasileiro, citando como exemplo o mercado europeu que se encontra em um grau de maturidade mais elevado.
Rumo a COP 30
No painel que discutiu o gás natural como foundation fuel da transição energética justa equilibrada e segura, foi mostrado que, atualmente, a matriz energética mundial ainda depende muito dos combustíveis fósseis, sendo o petróleo responsável por aproximadamente 31% da matriz energética e o gás natural por 24%. Neste contexto, Carlos Garibaldi, secretário executivo da Arpel – organização que reúne empresas de óleo, gás e renováveis da América Latina e do Caribe –, disse que o gás natural precisa ser visto como uma ponte no processo de transição energética. Além disso, ele reforçou que, nas COPs anteriores, foi discutida a importância do desenvolvimento de fontes de energia de baixa emissão e que o gás natural se enquadra nesse quesito, sendo fundamental para garantir a segurança energética nos cinco continentes.
Christopher Gonçalves, managing director da BRG’s Energy & Climate, destacou o Brasil como o centro da demanda de gás natural liquefeito (GNL) na América Latina até a próxima década. “A vantagem do GNL está na flexibilidade em relação a outras opções de abastecimento para geração do mix de energia”, comparou.
Já o presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, Luiz Eduardo Barata, entende que o MME deve iniciar logo a reforma do setor elétrico, com a participação dos consumidores e todos os demais atores do setor. “Esperamos que o MME faça uma ampla reformulação, abrangendo os aspectos operacionais, comerciais e de planejamento do setor. Se nada for feito, temos risco de passar por um colapso nos próximos anos”, afirmou. Luiz Barata ainda reforçou que uma das preocupações da Frente Nacional é reduzir o preço da energia e fornecer segurança e sustentabilidade para o setor elétrico e que eles consideram o gás natural como um energético importante nesse processo, mas que precisa ser considerado como uma fonte complementar a outras.
Para Viviana Coelho, gerente-executiva de mudança climática e descarbonização da Petrobras, embora a intensidade de carbono do setor energético esteja em trajetória de queda, o aumento do consumo vai anulando esses ganhos. “Nos últimos cinco anos, a intensidade de carbono da matriz mundial caiu 13% a 15%. Mas as emissões totais de gases de efeito estufa na caíram porque o consumo primário de energia aumentou”, explicou ela. A gerente-executiva reforçou a relevância do gás natural na redução de emissões e destacou que o mundo precisa investir também em eficiência energética.
O Seminário de Gás Natural 2025 é patrocinado pela Petrobras, Equinor, Galp, Origem, Shell Energy, NTS, PanAmerican Energy, Prio, Repsol Sinopec Brasil, TAG, TBG, TotalEnergies, Eneva, Naturgy, Edge, Faveret Tepedino Londres Fraga, Machado Meyer e New Fortress Energy, além da participação do Governo Federal. Os parceiros de mídia são eixos, Petro&Química e Tn Petróleo. Ele ainda conta com o apoio institucional da Abegás, ABESPetro, ABRACE, ABRACEEL, ABRAGET, ANP, Arpel, ASPACER, ATGÁS, COGEN, Firjan e Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC).
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