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Campus Party Brasil encerra edição em Brasília com foco em inovação, tecnologia e busca por novos talentos

Bem-estruturado, o evento movimentou a cidade e atraiu um público interessado nas novidades tecnológicas apresentadas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Encontro reuniu mais de 150 mil visitantes, movimentando a economia local e consolidando o DF como novo polo de eventos desse setor

Depois de cinco dias de programação, a primeira edição nacional da Campus Party Brasil em Brasília chegou ao fim neste domingo (22), no Arena BRB Mané Garrincha. O encontro, considerado o maior do país no segmento de tecnologia, inovação e empreendedorismo, reuniu mais de 150 mil visitantes, movimentando a economia local e consolidando a capital federal como novo polo de eventos de inovação.

Com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a Campus Party dispôs de uma estrutura de duas mil barracas de camping, 20 mil participantes circulando na Arena e milhares de visitantes na Arena Open, espaço com acesso gratuito à população.

https://youtube.com/watch?v=7BX0_v8rODg%3Frel%3D0

O secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação, Alexandre Villain, ressaltou que o Distrito Federal acompanha as transformações tecnológicas que ocorrem no país. “Os outros estados de fato têm a sua importância, mas Brasília já virou a capital da tecnologia no Brasil, então nós estamos muito felizes de estar com a comunidade vendo esse processo acontecer com a primeira edição da Campus Party Nacional em Brasilia”, declarou. 

O evento também contou com mais de 500 palestrantes, além de experiências interativas, exposições tecnológicas e desafios de programação. Entre os destaques estão os hackathons promovidos pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), que atraíram mais de 700 participantes em busca de soluções tecnológicas para o setor.

Talentos conectados

O psicólogo Marcelo Viglioni levou o filho de 11 anos, André, para a Campus Party: “Hoje é ele que está me guiando pelos estandes de que mais gostou”

“O sucesso da 17ª edição da Campus Party Brasil no Distrito Federal reforça a importância de levar o maior festival de tecnologia do país para Brasília, um centro estratégico de inovação e política pública”, resumiu o idealizador da Campus Party, Francesco Farruggia. “É um orgulho conectar pessoas, talentos e ideias em um lugar que pode influenciar o futuro tecnológico do Brasil.”

Para Farruggia, a edição nacional em Brasília foi um marco para aproximar ainda mais a população de temas ligados ao futuro da tecnologia e à construção de políticas públicas inovadoras. “Além disso, o Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial mostrou como a discussão sobre a regulamentação da IA é essencial para garantir avanços responsáveis, seguros e inclusivos para toda a sociedade”, avaliou. “Nosso papel, enquanto Campus Party, é justamente criar pontes e garantir que a sociedade civil esteja presente e ativa nesse debate, ajudando a construir políticas públicas mais conectadas com a realidade”.

O psicólogo Marcelo Viglioni, morador de Taguatinga, marcou presença no último dia da feira. Para ele, é importante ter iniciativas como essa para despertar o interesse dos jovens pelas áreas de tecnologia e inovação. “Meu filho esteve aqui com a escola, gostou muito e pediu para voltarmos hoje”, relatou. “Hoje é ele que está me guiando pelos estandes de que mais gostou. Estou achando tudo muito organizado, com muita opção de atrações. Eu trouxe ele mais para incentivar o seu lado vocacional. Desde cedo, ele gosta de matemática, computadores e jogos. Trazer ele aqui é também estimular em um futuro na área de TI, games ou software”.

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O estudante André Viglioni, de 11 anos, aluno do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 19 de Taguatinga, também ficou entusiasmado com a experiência. “Estou achando fascinante”, disse.

“Gostei muito das partes de criação de jogos, drones, e quero aprender ainda mais”, prosseguiu o jovem. “Hoje estou mais empolgado para saber como funciona a criação de drones, porque quero aprender tudo sobre essa área de tecnologia. No futuro, penso em fazer engenharia de software, porque, vamos ser sinceros, daqui a uns dez anos tudo vai precisar de tecnologia. A Campus Party me ajuda a ter mais conhecimento para alcançar esse objetivo.”

Próxima atração: Innova Summit

Com o encerramento da Campus Party, o Distrito Federal segue no circuito de grandes eventos de inovação. De terça (24) a quinta-feira (26), no Ulysses Centro de Convenções, a capital federal vai receber o Innova Summit 2025, considerado o maior evento gratuito de inovação e negócios do país. 

O encontro prevê mais de 200 palestras com especialistas como o empresário Thiago Nigro (influenciador digital, conhecido como “Primo Rico” no YouTube), Natália Beauty (empresária e influenciadora digital), João Kepler (escritor e apresentador de televisão) e o professor Murilo Gun, considerado um dos pioneiros na internet no Brasil.

A programação inclui também o lançamento oficial do Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), iniciativa que vai colocar o DF em como referência nacional em soluções tecnológicas para o setor público.

A entrada é gratuita, e as inscrições podem ser feitas pelo site oficial do evento.

IOF – As incertezas que atrasam o progresso e a ordem das coisas na economia brasileira

Calil Gedeon, advogado especialista em Duplicatas Escriturais e sócio da Monkey – Créditos: Lucas Zocoler

Calil Gedeon, advogado especialista em Duplicatas Escriturais e sócio da Monkey – Créditos: Lucas Zocoler

Por Calil Gedeon, CFO da Monkey, maior marketplace de recebíveis da América Latina
 

No mundo dos negócios e da economia, a única certeza que os agentes precisam para avançar é saber quais serão as regras do jogo. Não precisam ser regras perfeitas, desde que sejam claras, estáveis e aplicáveis de forma coerente. Quando isso não acontece — como tem ocorrido com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) —, a consequência é paralisia. E, mais cedo ou mais tarde, a fatura da indefinição chega cara para todos.
 

Desde que o governo decidiu elevar o IOF sobre operações de crédito, em maio, para gerar uma receita extra estimada em R$ 60 bilhões até 2026, o mercado passou a operar em estado de alerta. A medida foi recebida com forte resistência por parte de instituições financeiras, cooperativas de crédito e empresários, que apontaram falhas técnicas no decreto, ausência de diálogo prévio e insegurança jurídica. O Congresso ensaiou uma reação, ameaçando derrubar a medida. Em resposta, o governo recuou e passou a reformular o plano.
 

O problema é que, nesse intervalo, contratos ficaram em compasso de espera, operações foram suspensas, e a confiança no ambiente regulatório brasileiro sofreu mais um abalo. A tentativa de improvisar soluções fiscais urgentes acabou travando setores inteiros — e a promessa de arrecadação extra encolheu para apenas R$ 18 bilhões. Ou seja: criou-se um problema político e econômico para resolver uma necessidade fiscal, sem garantir a solução de nenhum deles.
 

Para contornar o impasse, o governo publicou, na noite da quarta-feira (11), uma nova medida provisória que eleva impostos em outras frentes. A MP, que já entrou em vigor, afeta empresas de apostas esportivas, instituições financeiras, investidores e até quem aplica em títulos antes isentos de Imposto de Renda. Entre os principais pontos:
 

  1. Apostas esportivas: a alíquota subiu de 12% para 18% sobre o rendimento das bets.
  2. Instituições financeiras: o piso da CSLL foi elevado de 9% para 15%, atingindo inclusive pequenas fintechs.
  3. Títulos antes isentos de IR: passaram a ter alíquota de 5% sobre novas emissões de LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas, a partir de 2026.
  4. Operações de risco sacado: o IOF, que antes não incidia sobre essas operações, foi reduzido de 0,38% + 0,0082% ao dia, no anúncio inicial do governo, para 0,0082% ao dia, limitado a 365 dias.
  5. Juros sobre Capital Próprio (JCP): o IR sobre a distribuição subiu de 15% para 20%.
  6. Unificação do IR sobre investimentos: a nova alíquota é de 17,5%, independentemente do prazo ou tipo de aplicação.
  7. Criptoativos: rendimentos de criptomoedas e ativos digitais passam a ser tributados em 17,5%.

Segundo estimativas da Warren Investimentos, a MP pode gerar R$ 44 bilhões em receitas adicionais à União em 2026. No entanto, ainda será preciso aprová-la no Congresso. E, como afirmou o presidente da Câmara, Hugo Motta, não há compromisso firmado para isso.
 

Enquanto isso, os efeitos da instabilidade se acumulam. A cada nova mudança de rota ou tentativa de improviso, a percepção de risco sobre o Brasil aumenta. Investidores exigem prêmios maiores, empresas adiam planos, e a atividade econômica desacelera.
 

Ao invés de medidas estruturais, o país parece preferir soluções paliativas, como o próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad, admitiu ao dizer que a nova MP “atinge moradores de cobertura” — uma forma de dizer que afeta os mais ricos, o que ignora os efeitos de segunda ordem de repasse do custo do imposto nos preços ao consumidor final e não resolve o problema central: a imprevisibilidade que assombra o ambiente de negócios e impede o progresso sustentável.
 

Incerteza custa caro. Desacelera a economia, enfraquece a arrecadação, e obriga o governo a recorrer a novas compensações que, muitas vezes, criam mais distorções do que soluções. O que falta não é criatividade fiscal, mas planejamento, previsibilidade e compromisso com a estabilidade. Só assim será possível construir um caminho duradouro para o crescimento e o equilíbrio das contas públicas.
 

 Sobre Calil Gedeon – É CFO e Diretor Jurídico da Monkey, maior marketplace de soluções financeiras da América Latina. Com formação em Direito e Administração pela FGV e passagem pela New York University em Nova York.

Governo sofre revés com IOF, mas mantém alta de tributos por outros caminhos

Especialistas alertam para desequilíbrio fiscal e desgaste político

A derrubada dos decretos presidenciais que elevaram as alíquotas do IOF representa uma derrota significativa para o governo federal — mas não significa alívio para contribuintes ou empresas. Especialistas ouvidos alertam que as demais medidas tributárias continuam em vigor por meio da Medida Provisória nº 1.303/2025, que traz uma série de aumentos fiscais e mudanças relevantes, especialmente sobre o Imposto de Renda.

“A MP continua valendo, ainda que seus efeitos, no caso do IR, estejam condicionados à aprovação até o fim do ano, por força do princípio da anualidade. Ou seja, nada muda para 2025, mas, se o Congresso não barrar, os impactos virão fortes em 2026”, explica o tributarista Marcelo Censoni, sócio do Censoni Advogados Associados e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária.

Entre as medidas que seguem em vigor estão o fim da isenção de IR para investimentos como LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas; o aumento da CSLL para fintechs de 9% para 15%; o crescimento da alíquota sobre apostas online, de 12% para 18%; e a elevação do IR retido na fonte sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP), de 15% para 20%. Também foram incluídos dispositivos que dificultam a compensação de créditos tributários e alteram regras de benefícios sociais.

“O governo tentou manter a arrecadação mesmo após o recuo no IOF, mas isso criou um ambiente de instabilidade política e insegurança jurídica. Medidas emergenciais vêm sendo tomadas sem planejamento, em meio a um cenário já bastante desgastado entre Executivo e Legislativo”, afirma Censoni.

Para o tributarista André Felix Ricotta, sócio da Felix Ricotta Advocacia e presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB/Pinheiros, o caminho escolhido pelo governo para tentar equilibrar as contas públicas já está esgotado. “O aumento da carga tributária chegou ao limite. Quando se passa do ponto de equilíbrio, o que cresce é a sonegação, a informalidade e a quebra de contribuintes. O governo precisa olhar para o outro lado da equação: cortar gastos, rever subsídios, vender ativos e, principalmente, enfrentar a reforma administrativa que está sendo deixada de lado”, afirma.

Segundo Ricotta, a estratégia de tentar resolver tudo pelo lado da arrecadação — sem enfrentar as despesas — é insustentável. “Temos um Estado inchado. Sem uma revisão séria das despesas, o equilíbrio fiscal nunca será alcançado.”

Mais gastos no Legislativo e pressão nos mercados

Além do recuo no IOF e da fragilidade na articulação da MP, outro fator tem causado apreensão: a proposta de aumento no número de deputados federais. Para Ricotta, o impacto fiscal é inevitável, apesar dos discursos oficiais de que não haverá aumento de gastos.

“É um contrassenso. Evita-se aumentar a carga tributária — o que é positivo —, mas ao mesmo tempo se amplia a estrutura de gastos públicos. Todos sabem que, na prática, haverá mais verbas de gabinete, mais cotas parlamentares, mais benefícios. O impacto será direto nas contas públicas”, avalia.

Na visão dos dois especialistas, o recado que fica para o mercado é preocupante. “A derrota no IOF e as dificuldades para aprovar a MP mostram a fragilidade do governo. A credibilidade fiscal está comprometida. A consequência tende a ser o aumento dos juros, desvalorização cambial e mais pressão inflacionária”, conclui Ricotta.

Fontes:

André Felix Ricotta de Oliveira, professor doutor em Direito Tributário, sócio da Felix Ricotta Advocacia, coordenador do curso Tributação sobre o Consumo do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET) e presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB/Pinheiros.

Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados, especialista em Direito Tributário e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária.

Secretário Pábio Mossoró participa da abertura da 19ª Feira da Moagem em Formosa

Município retoma Feira após 10 anos, resgatando raízes culturais e que devem movimentar turismo, economia e memória afetiva no Entorno nos próximos dias

Atmosfera de roça, a comida típica, o som da sanfona e o brilho nos olhos de quem esperava por esse momento há quase uma década: a Feira da Moagem está de volta. Na abertura da 19ª edição, realizada nesta quarta-feira (25), o secretário do Entorno do DF, Pábio Mossoró, participou da cerimônia que celebrou o retorno de uma das festas mais simbólicas de Formosa, no nordeste goiano.

Acompanhando o secretário de Infraestrutura do Estado de Goiás, Pedro Sales, e a prefeita Simone Ribeiro, Mossoró destacou a importância da retomada de eventos que resgatam o orgulho da população e fortalecem a identidade regional. “É uma alegria ver o povo de Formosa reencontrando suas raízes. Essa feira é memória, cultura e desenvolvimento. O Governo de Goiás reconhece e valoriza tudo isso”, afirmou o secretário.

Durante o discurso de abertura, também foi ressaltado o reconhecimento da Feira da Moagem como patrimônio histórico e cultural do município — conquista que chancela a importância do evento não apenas para Formosa, mas para todo o Entorno. A prefeita Simone Ribeiro reforçou o valor da parceria entre o município e o Governo de Goiás para tornar possível o retorno da festa. “Sozinhos, não conseguiríamos. Esse é um trabalho de união e amor por Formosa”, pontuou.

O secretário Pedro Sales reafirmou o apoio do Estado às ações estruturantes que impactam diretamente a qualidade de vida da população local, especialmente em um momento de valorização das tradições goianas. “Infraestrutura é também sobre dignidade, pertencimento e identidade. Quando a gente preserva e valoriza as raízes culturais de um povo, estamos investindo no que há de mais nobre: sua história, sua memória e seu futuro”, destacou Sales.

A Moagem: o campo encontra a cidade no coração de Formosa
Mais do que uma festa, a Feira da Moagem é um rito. São os melaços sendo cozidos lentamente nos tachos, as farinhas sendo processadas, os artesanatos ganhando forma, os violeiros afinando a alma do sertão e a cidade se enchendo de cheiro, cor e música. Realizada entre os dias 25 e 29 de junho, a 19ª edição da feira reúne produtores, artistas, visitantes e famílias inteiras em torno daquilo que Formosa tem de mais autêntico: suas raízes.

Secretaria de Entorno do DF | Governo de Goiás

DF tem uma das polícias menos letais do país, aponta Primeiro Anuário de Segurança Pública

O Distrito Federal se destaca nacionalmente pela baixa letalidade policial, segundo dados do Primeiro Anuário de Segurança Pública do DF, lançado na última quarta-feira (18) pelo Governo do Distrito Federal (GDF). O levantamento aponta uma redução de 46% das mortes por intervenção legal de agentes do Estado em comparação com 2023 — foram 15 registros em 2024.

Segundo o secretário de Segurança Pública do DF (SSP-DF), Sandro Avelar, o dado reflete o uso proporcional da força pelas corporações e o investimento em práticas alinhadas aos direitos humanos.

“Os dados do Anuário mostram que é possível preservar vidas e combater o crime com inteligência, profissionalismo e integração. A baixa letalidade policial registrada em 2024, somada aos menores índices de homicídio das últimas décadas, é reflexo direto de uma política de segurança pública orientada por evidências, com foco na capacitação dos nossos agentes e na atuação estratégica das corporações. Esse é um resultado que nos orgulha e que reafirma o compromisso do DF com uma segurança pública moderna, humana e eficiente. Ou seja, o DF tem mostrado ao país que é possível unir eficiência operacional e respeito à vida”, declara.

Entre os fatores que contribuem para a atuação mais eficiente e menos letal estão o planejamento de grandes eventos, o preparo psicológico dos policiais, a padronização de protocolos operacionais, a capacitação contínua dos agentes e o uso de tecnologias de monitoramento em tempo real.

Responsável pela produção dos protocolos que norteiam a atuação integrada das forças de segurança, a Subsecretaria de Operações Integradas (SOPI) da SSP-DF elabora documentos técnicos que vão da definição de estratégias até a execução tática, em operações permanentes ou temporárias. “O planejamento detalhado evita dúvidas e garante maior eficiência, definindo todos os detalhes do emprego das forças policiais”, explica o subsecretário Carlos Eduardo Melo de Souza. Em relação aos grandes eventos, ele destaca o alinhamento prévio entre organizadores, dirigentes das instituições e comandantes operacionais.

“O Carnaval e o aniversário de Brasília exemplificam a eficácia desse modelo, com planejamento prévio e acompanhamento em tempo real, permitindo ajustes pontuais sempre que necessário”, afirma Melo. A SOPI atua como elo entre as instituições, monitorando as ações e solicitando reforços ou mudanças operacionais de acordo com o grau de risco de cada situação. “O nível de rigidez das operações varia conforme o tipo de evento”, acrescenta.

Comunicação estratégica

Durante as reuniões de alinhamento operacional, também são definidas as mensagens a serem repassadas ao público e aos agentes. A comunicação estratégica inclui orientações sobre condutas esperadas, objetos proibidos e protocolos de segurança, tanto para o público quanto para os servidores. “Essas orientações evitam ruídos, aumentam a colaboração da população e facilitam a atuação das equipes no terreno”, reforça o subsecretário.

Entre os fatores que contribuem para a atuação mais eficiente e menos letal estão o planejamento de grandes eventos, o preparo psicológico dos policiais, a padronização de protocolos operacionais, a capacitação contínua dos agentes e o uso de tecnologias de monitoramento em tempo real.

Responsável pela produção dos protocolos que norteiam a atuação integrada das forças de segurança, a Subsecretaria de Operações Integradas (SOPI) da SSP-DF elabora documentos técnicos que vão da definição de estratégias até a execução tática, em operações permanentes ou temporárias. “O planejamento detalhado evita dúvidas e garante maior eficiência, definindo todos os detalhes do emprego das forças policiais”, explica o subsecretário Carlos Eduardo Melo de Souza. Em relação aos grandes eventos, ele destaca o alinhamento prévio entre organizadores, dirigentes das instituições e comandantes operacionais.

“O Carnaval e o aniversário de Brasília exemplificam a eficácia desse modelo, com planejamento prévio e acompanhamento em tempo real, permitindo ajustes pontuais sempre que necessário”, afirma Melo. A SOPI atua como elo entre as instituições, monitorando as ações e solicitando reforços ou mudanças operacionais de acordo com o grau de risco de cada situação. “O nível de rigidez das operações varia conforme o tipo de evento”, acrescenta.

Comunicação estratégica

Durante as reuniões de alinhamento operacional, também são definidas as mensagens a serem repassadas ao público e aos agentes. A comunicação estratégica inclui orientações sobre condutas esperadas, objetos proibidos e protocolos de segurança, tanto para o público quanto para os servidores. “Essas orientações evitam ruídos, aumentam a colaboração da população e facilitam a atuação das equipes no terreno”, reforça o subsecretário.

Presidente do sindicato dos metalúrgicos leva pauta sobre condições de trabalho ao Ministério da Saúde

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região, Leandro Soares, esteve nesta semana no Ministério da Saúde para apresentar demandas relacionadas às condições de trabalho e à saúde laboral da categoria. Durante a visita, Leandro agradeceu ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pelo trabalho que vem realizando à frente da pasta, e reconheceu o compromisso do presidente Lula com o estado de São Paulo, em especial com o município de Sorocaba.

Leandro também destacou a atuação do assessor do Ministério da Saúde, Humberto Tobé, que acompanhou a agenda e acolheu as demandas apresentadas pelo sindicato.

“Agradeço ao Tobé por nos receber aqui no Ministério da Saúde e por estar encaminhando as demandas que nós temos para as sessões competentes. É fundamental o apoio dele para que as questões de saúde dos metalúrgicos sejam analisadas e efetivamente concretizadas”, afirmou Leandro.

Com a visita, o sindicato reafirma seu compromisso em lutar por melhores condições de trabalho e saúde para os profissionais do setor metalúrgico da região.

Sobre o SMetal

O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) atua em 14 cidades e representa uma base de mais de 48 mil trabalhadores e trabalhadoras.

Com dirigentes atuantes, uma equipe capacitada e uma estrutura completa, o SMetal tem como missão a luta por salários, direitos, condições de trabalho, valorização da profissão e respeito ao metalúrgico e à metalúrgica.

Jéssica do Premium garante segurança da água em Santo Antônio do Descoberto após suspeita de contaminação

Da Redação

Análises da SANEAGO e da SEMAD descartam riscos após preocupação com aterro sanitário de Padre Bernardo

A prefeita de Santo Antônio do Descoberto, Jéssica do Premium, tranquilizou a população nesta quinta-feira (26) ao afirmar que não há risco de contaminação na água que abastece o município. A declaração foi feita após a repercussão de um possível impacto ambiental causado pelo aterro sanitário de Padre Bernardo, que poderia atingir o Rio Descoberto.

Segundo Jéssica, equipes da SANEAGO e da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (SEMAD) realizaram coletas de amostras tanto no rio quanto na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade. “Os laudos apontam que não há nenhum risco de contaminação para a nossa cidade”, afirmou a gestora.

As análises laboratoriais, inclusive bacteriológicas, confirmaram que a água distribuída segue dentro dos padrões de qualidade e segurança. Os laudos estão disponíveis para consulta pública junto à SANEAGO e à SEMAD.

“Seguimos atentos e trabalhando para garantir o melhor para nossa população”, destacou a prefeita, reforçando o compromisso da gestão com a saúde da comunidade e a proteção ambiental.

Câmara de Santo Antônio do Descoberto homenageia sargento do BOPE por ato heroico na BR-060

Prefeita Jéssica do Premium destaca importância da valorização dos profissionais que salvam vidas

A Câmara de Vereadores de Santo Antônio do Descoberto realizou, nesta quinta-feira (26), uma solenidade de reconhecimento ao 1º Sargento Itamar Lima Júnior, do esquadrão antibombas do BOPE da Polícia Militar do Distrito Federal. O militar recebeu o Certificado de Honra ao Mérito pela ação decisiva que salvou a vida do médico Ricardo Pinheiro, vítima de um grave acidente na BR-060.

A homenagem foi proposta pelo presidente da Casa, vereador Vandilson Felipe, e pelo vereador Neném da Civil, sendo aprovada por unanimidade. O sargento passava pelo local no momento do acidente e, ao ver a gravidade do caso — com sangramento intenso e uma artéria atingida —, utilizou um kit de primeiros socorros para estancar a hemorragia, garantindo a sobrevivência do médico até a chegada da ambulância.

A prefeita Jéssica do Premium participou da cerimônia e destacou a importância de reconhecer os profissionais que fazem a diferença na vida das pessoas. “São atitudes como a do sargento Itamar que nos mostram o verdadeiro sentido do serviço público: salvar vidas e servir com coragem. Ele é um exemplo para todos nós”, afirmou.

Durante o evento, também foi homenageada a coronel Ana Paula Barros, comandante da PMDF, em reconhecimento à sua liderança à frente da corporação. O condutor da ambulância envolvida no resgate, Jander, também foi lembrado e aplaudido pelos presentes.

Valparaíso inicia nova obra de pavimentação que vai integrar regiões e facilitar acesso a Luziânia

Da Redação

Parceria com a construtora Paulo Octávio vai beneficiar bairros como Santa Rita, Marajó, Ipanema e Céu Azul

O município de Valparaíso de Goiás deu início a mais uma obra de pavimentação nesta semana, fruto de uma parceria público-privada com a construtora Paulo Octávio. A ordem de serviço foi assinada pelo prefeito Marcus Vinícius ao lado do secretário de Infraestrutura, Waguinho do Céu Azul, e dos vereadores Walison Lacerda e Edvaldo Araújo.

A nova pavimentação vai atender diretamente os moradores dos bairros Santa Rita, Marajó e Ipanema, além de impactar positivamente regiões como Parque Rio Branco, Céu Azul, Cruzeiro do Sul, Morada Nobre, Anhanguera e Valparaíso II. Um dos principais benefícios será a criação de uma nova via de integração entre Valparaíso e o município vizinho de Luziânia, eliminando a necessidade de trafegar pela BR-040.

“Essa obra é um marco para a mobilidade urbana da nossa cidade. Estamos conectando bairros e facilitando o deslocamento das pessoas com mais segurança e qualidade”, afirmou o prefeito Marcus Vinícius.

O projeto representa mais um passo no processo de urbanização e integração regional de Valparaíso, que tem investido em infraestrutura como eixo estratégico de desenvolvimento.

Deputado Pepa ouve demandas do Núcleo Rural Palmeiras e reforça compromisso com o desenvolvimento de Planaltina

Da Redação

O deputado distrital Pepa esteve nesta semana no Núcleo Rural Palmeiras, em Planaltina, onde se reuniu com moradores da região para ouvir de perto as principais necessidades da comunidade. A visita faz parte de uma agenda contínua de escuta ativa e diálogo com a população rural do Distrito Federal.

Durante o encontro, o parlamentar ouviu relatos sobre infraestrutura, mobilidade, abastecimento de água, segurança e apoio à agricultura familiar. “A presença no território é fundamental. Só assim conseguimos construir soluções eficazes, alinhadas com a realidade de quem vive aqui”, afirmou Pepa.

O deputado destacou que seu mandato tem atuado com foco na valorização das áreas rurais, propondo melhorias estruturais e articulando junto ao GDF investimentos que beneficiem diretamente os produtores, estudantes e famílias que vivem no campo. “Estamos comprometidos em garantir que o Núcleo Rural Palmeiras tenha voz e vez nas políticas públicas. Vamos seguir trabalhando para transformar as demandas em ações concretas”, completou.

Além do diálogo com os moradores, Pepa também visitou áreas estratégicas da região, reforçando sua disposição em acompanhar de perto cada etapa das melhorias prometidas.