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Paulo Henrique Costa destaca seletividade do BRB em aquisição de ativos do Banco Master

REUTERS/Adriano Machado
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Presidente do BRB afirma que foco está em ativos estratégicos e operação será benéfica para o futuro da instituição

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, afirmou nesta quinta-feira (10) que a aquisição de ativos do Banco Master será feita com critério e foco estratégico, o que deve resultar em um escopo mais enxuto e um valor ajustado em relação aos números inicialmente ventilados.

“A diligência neste momento está concentrada na carteira de crédito (…) sim, é provável que o perímetro da transação que virá exclua bem mais que os R$ 23 bilhões que divulgamos em conversas com a imprensa”, explicou Costa, durante conferência sobre os resultados do quarto trimestre. A decisão, segundo ele, visa garantir a sustentabilidade e a solidez da operação.

O BRB tem priorizado ativos que se alinhem ao perfil de risco e aos objetivos do banco, como operações voltadas para médias e grandes empresas, crédito consignado por meio de cartão e serviços de câmbio. “Somente as operações de crédito que estejam alinhadas aos objetivos do novo conglomerado vão ser consideradas como perímetro para o negócio a ser analisado pelo Banco Central”, reforçou.

O presidente lembrou que a negociação com o Banco Master foi fruto de meses de diálogo e que o valor inicialmente estimado em R$ 2 bilhões poderá ser revisto conforme a análise dos ativos. “Portanto, os ativos que não tenham garantias ou perfil de risco alinhados aos do BRB não farão parte”, destacou.

Costa também garantiu que participações do Master em empresas não bancárias, como a Oncoclínicas, estão fora da operação. “Nenhuma participação em nenhuma empresa que não esteja na atividade bancária faz parte dessa transação”, concluiu.

GDF deve solicitar devolução de projeto sobre feiras e reabrir diálogo com feirantes

O Governo do Distrito Federal deve solicitar à Câmara Legislativa a devolução do Projeto de Lei nº 1604/2025, que altera a Lei nº 6.956 e trata da regularização, organização e funcionamento das feiras no DF. A medida atende a um pedido do presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, feito por intermédio do presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB).

A decisão foi tomada após reunião realizada na manhã desta quarta-feira (9), quando representantes do setor produtivo levaram ao parlamentar uma demanda do Sindicato dos Feirantes (Sindifeira-DF). A principal preocupação da categoria é com a possível perda do direito de preferência dos atuais feirantes em futuras licitações de boxes.

Durante o encontro, Wellington Luiz conversou por telefone com o secretário de Governo do DF, José Humberto Pires de Araújo, que se prontificou a atender ao pedido de devolução do projeto de lei com o objetivo de debater e apresentar nova proposta que seja mais clara quanto aos direitos dos feirantes e a categoria sinta a devida segurança jurídica na legislação.

“Da forma como está, tememos que alguém ofereça um valor maior e nós, que estamos nas feiras há anos, acabemos perdendo o espaço e indo para a rua”, afirmou o presidente do Sindifeira-DF, Valdenir Machado. Segundo ele, o DF conta hoje com 106 feiras registradas e cerca de 30 mil feirantes em atividade.

“Vou oficializar o pedido ao secretário José Humberto para que o projeto retorne ao Executivo. Assim, daremos início a uma nova rodada de negociações, com o objetivo de construir uma proposta que contemple os interesses de todos os envolvidos”, declarou Wellington Luiz.

Para o presidente do Sistema Fecomércio-DF, o diálogo com os sindicatos é essencial para o fortalecimento do setor. “Na nossa gestão, sempre acolho as demandas apresentadas pelos sindicatos empresariais e assumo o compromisso de buscar soluções junto aos órgãos competentes, sejam eles o GDF, a Câmara Legislativa ou qualquer outra instituição. As solicitações nunca são ignoradas nem deixadas de lado”, afirmou José Aparecido.

Participaram da reunião os diretores de feiras Francisco das Chagas (Feira do P. Norte), Jonathan de Araújo (Ceilândia), Orlando Passos Filho (Taguatinga) e Isaac de Oliveira (SIA).

BRB bate recorde de lucro recorrente com R$ 282 milhões em 2024

Da Redação

Banco de Brasília registra crescimento de 40,9% no lucro líquido recorrente e retorno sobre o patrimônio atinge maior nível em dois ano

O Banco de Brasília (BRB) fechou o ano de 2024 com lucro líquido recorrente de R$ 282 milhões, o que representa um crescimento expressivo de 40,9% em comparação ao ano anterior. Os dados foram divulgados ao mercado na noite de quarta-feira (9/4).

A performance positiva também se refletiu no retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), que atingiu 14,8% — o maior dos últimos dois anos, segundo o próprio BRB. O patrimônio total do banco avançou para R$ 3,7 bilhões, um salto de 43,5% frente aos R$ 2,5 bilhões registrados em 2023.

A margem financeira do banco chegou a R$ 3,1 bilhões, com crescimento de 15% na comparação anual. Já as despesas administrativas subiram 5,2%, mantendo-se próximas à inflação oficial do país no período, que foi de 4,8%.

Com esses resultados, o BRB reforça sua estratégia de crescimento sustentável e controle de custos, consolidando-se como uma das instituições financeiras mais robustas da região Centro-Oeste.

Reprovados na prova teórica do Detran-DF podem fazer curso gratuito de revisão neste fim de semana

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Iniciativa da Escola Pública de Trânsito oferece reforço a candidatos que falharam duas vezes no exame escrito para a CNH

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o curso gratuito “Revisão para Obtenção de CNH”, voltado exclusivamente a candidatos que foram reprovados ao menos duas vezes na prova teórica do processo de habilitação. As aulas acontecem nos dias 12 e 13 de abril, na sede da Escola Pública de Trânsito (EPT), na 706/906 Sul.

Com 20 vagas disponíveis, o curso será realizado no sábado (12), das 8h15 às 17h, com intervalo para o almoço, e no domingo (13), das 8h15 às 11h45. A participação exige inscrição presencial na EPT, em dias úteis, das 8h às 17h30, mediante agendamento prévio pelo Portal de Serviços do Detran-DF. No ato da inscrição, é necessário apresentar documento de identidade.

De acordo com Ellen Souza, chefe do Núcleo de Formação e Cursos de Trânsito, a proposta é auxiliar os alunos a superarem suas dificuldades. “Além de revisar todo o conteúdo referente às regras de trânsito, legislação, direção defensiva, primeiros socorros e noções de funcionamento do veículo, os candidatos terão acesso a simulação de provas e exercícios, recebendo orientação de como preencher a documentação necessária no momento da prova”, destacou.

A metodologia do curso é baseada em aprendizagem ativa, com resolução de questões, atividades práticas e tira-dúvidas, permitindo maior assimilação dos conteúdos exigidos no exame.

CDH do Senado aprova porte de arma para mulheres sob medida protetiva

Projeto busca garantir defesa legítima a mulheres ameaçadas, diante do avanço dos feminicídios e da ineficiência estatal em garantir proteção imediata

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei nº 3.272/2024, que autoriza o porte de arma de fogo para mulheres maiores de 18 anos que estejam sob medida protetiva de urgência. A proposta é de autoria da senadora Rosana Martinelli (PL-MT) e altera o Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003), permitindo que vítimas de violência doméstica em risco iminente possam portar arma de fogo como instrumento de autodefesa.

A proposta exige que a mulher com medida protetiva comprove capacidade técnica, aptidão psicológica e idoneidade, conforme os critérios estabelecidos pela legislação em vigor. O objetivo, segundo a autora, não é armar indiscriminadamente as mulheres, mas oferecer uma ferramenta de proteção eficaz diante da falha do Estado em garantir segurança em tempo hábil.

“Muitas dessas mulheres vivem com medo, dormem com medo, acordam com medo, e pior, com medidas protetivas que, muitas vezes, não são respeitadas. Estamos propondo aqui é dar a elas uma chance real de se defender, quando o Estado não consegue chegar a tempo. Não é sobre incentivar a violência, é sobre salvar vidas” , afirmou a senadora Damares Alves, presidente da CDH, durante entrevista.

O relator do projeto, senador Magno Malta (PL-ES), reforçou que a iniciativa pode servir como um freio para o agressor, ao saber que a vítima tem possibilidade de reagir. “O conhecimento de que a mulher pode estar armada pode ser o fator que impede um novo ataque e, muitas vezes, a morte.”

Realidade preocupante no DF

Os números do Distrito Federal mostram a gravidade do problema: em 10 anos, foram 215 feminicídios, dos quais 209 confirmados, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Somente nos três primeiros meses de 2025, já foram registrados 6 feminicídios. O caso mais recente aconteceu em 31 de março, quando Maria José Ferreira foi morta na frente dos filhos pelo companheiro.

Além disso, houve uma queda preocupante de 34% nas medidas protetivas de urgência concedidas no DF entre 2023 e 2024. Em 2023 foram 15.744 medidas, e em 2024 esse número caiu para 10.393, segundo o TJDFT.

Denunciar e acolher é essencial

A aprovação do projeto reacende o debate sobre os mecanismos de proteção às mulheres vítimas de violência, e reforça a necessidade de denúncia. É fundamental que famílias, amigos, comunidades religiosas e instituições de segurança estejam atentos, acolham essas mulheres sem julgamentos e colaborem nas denúncias.

Fotos: Agência Senado

Tarifas e Oportunidades: A guerra de tarifas oferece claras oportunidades ao livre comércio

“Tarifas podem funcionar por um curto período, entretanto o que invariavelmente ocorre é que as indústrias nacionais começam a depender desta proteção do governo. Ao mesmo tempo, param de competir e investir em inovação e gestão tecnológica. Além disso, a adoção de tarifas leva inevitavelmente à retaliação de países estrangeiros e ao desencadeamento de guerras comerciais. O resultado é devastador: cada vez menos concorrência e barreiras comerciais cada vez maiores. Tarifas subsidiam a ineficiência e a má gestão e as pessoas param de comprar por causa dos preços artificialmente altos. Então o pior acontece: os mercados encolhem e entram em colapso, empresas e indústrias fecham e milhões de pessoas perdem seus empregos”.

A passagem acima é o trecho de um discurso do Presidente Ronald Reagan sobre tarifas, suas consequências e a lógica econômica deste tipo de decisão. Sua adoção afeta de forma direta a liberdade econômica e o livre mercado, tornando as nações reféns de ajuda governamental, inibindo a inovação e modernização da gestão, criando reservas de mercado, menos concorrência, e ao final, uma crescente onda de desemprego.

Este é o caminho que o Brasil optou ao longo dos anos, aquele responsável por financiar a ineficiência e o atraso, jogando o país em uma espiral de altos custos, qualidade baixa, produtos ineficientes, mão-de-obra pouco qualificada e uma nação com economia decadente. Ainda lembramos com clareza da famigerada reserva de mercado na área de informática, uma decisão que impõe até os dias de hoje suas consequências em nosso cotidiano. Como disse à época o economista Roberto Campos em tom profético, “o Brasil nunca perde a oportunidade de perder uma oportunidade”. Ele estava certo.

Ao adotar uma política de alta de tarifas, o governo Trump surge trilhando um caminho antagônico daquele percorrido pelo seu país ao longo do último século. Ao defender os mecanismos do livre-comércio, os americanos foram responsáveis por liderar o século mais importante em termos de prosperidade baseado na abertura dos mercados e suas relações comerciais como o sustentáculo de democracias capazes de prover estabilidade alicerçada em um mercado livre e cadeias globais de valor interdependentes.

Surpreende, entretanto, que países como o Brasil, que optaram pelo triste caminho do protecionismo ao longo da história, façam agora, de forma conveniente, a defesa de uma política de livre-comércio que jamais adotaram em relação à sua própria economia. Mais do que isso, ao aprovar no parlamento a chamada “Lei da Reciprocidade”, que autoriza o governo a retaliar com aumento de tarifas esta guerra comercial, percebemos que pouco aprendemos sobre os mecanismos da economia global.

O movimento mais inteligente, entretanto, seria fazer o oposto. Ao invés de dobrar a aposta, o Brasil deveria derrubar suas tarifas, abrindo o país para um mundo de oportunidades e concorrência, algo que faria um bem enorme para nossas empresas e nossa população. Taiwan, um exemplo de inteligência comercial, optou por este caminho, começando a negociação por ‘tarifas zero’ bilaterais, aumentando inclusive as importações dos EUA. A expressão usada por seu Presidente, William Lai, é inspiradora: “prosperidade compartilhada”.

Toda crise oferece oportunidades. O Brasil tem diante de si mais uma chance de provar que a famosa frase do economista Roberto Campos faz parte de nosso passado.

Em decisão unânime, CLDF aprova crédito de R$ 35 milhões para ampliação do Jovem Candango

Coordenadora do programa, Secretaria da Família e Juventude prevê três mil vagas 

Em uma vitória importante para a juventude do DF, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF)  aprovou por decisão unânime dos deputados, na noite desta terça-feira (8), o projeto de lei em que o governador Ibaneis Rocha solicitou a abertura de crédito suplementar de R$ 35 milhões para o programa Jovem Candango.

Lotada na Secretaria de Saúde, a jovem Jhennyfer Vieira, elogia o programa: “Essa oportunidade nos ajuda muito a crescer no ambiente de trabalho e também na nossa vida” | Foto: Divulgação/SEFJ-DF

O investimento vai promover a abertura de mais vagas para os jovens, atualmente com o quadro de quase dois mil contratados. A Secretaria da Família e Juventude (SEFJ-DF), coordenadora do programa, prevê a ampliação para três mil vagas, em edital a ser publicado ainda sem data definida. 

Jhennyfer Vieira, 16, está há um ano e três meses no programa e acompanhou a votação na Câmara. “Eu tive a chance de entrar, e isso vai ser importante para quem ainda não conseguiu uma vaga”, afirmou a jovem, lotada na Secretaria de Saúde (SES-DF). “Essa oportunidade nos ajuda muito a crescer no ambiente de trabalho e também na nossa vida”.

  • O titular da SEFJ-DF, Rodrigo Delmasso, comemorou o resultado: “Conseguimos uma grande vitória para ampliar o programa Jovem Candango, graças aos ajustes orçamentários que o governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão determinaram para que o dia de hoje fosse possível. Agradeço a todos os parlamentares que votaram a favor da nossa juventude. Agora, a bola está conosco, e vamos trabalhar ainda mais para ampliar as oportunidades”. O projeto aprovado segue para sanção do governador.

Jovem Candango

Jovens entre 14 e 22 anos de idade, em situação de vulnerabilidade social, atuam nas áreas administrativas dos órgãos do GDF por meio do programa Jovem Candango, pelo qual recebem meio salário mínimo, 13° salário, férias, vale-transporte, vale-alimentação, seguro de vida, uniforme e crachá.

As equipes selecionadas trabalham durante quatro horas diárias no contraturno escolar, sendo um dia da semana reservado para o curso de aprimoramento junto à instituição contratada para gerir o programa. 

*Com informações da SEFJ

Hermeto homenageia delegado que prendeu líderes do crime organizado no DF

Homenagem reconhece trajetória e contribuição do delegado ao Distrito Federal

A Câmara Legislativa do Distrito Federal concedeu o título de Cidadão Honorário de Brasília ao delegado da Polícia Civil Luís Fernando Cocito de Araújo. A homenagem foi proposta pelo deputado distrital Hermeto, que destacou a atuação do policial no combate ao crime organizado e sua contribuição para a segurança pública da capital.

Natural de Rancharia, São Paulo, Cocito escolheu Brasília como sua casa há 19 anos, após ser aprovado no concurso para delegado. Além da carreira policial, ele também é professor de Direito Constitucional e Legislação Penal Especial em cursos preparatórios para concursos públicos.

“Homenagear o delegado Cocito é reconhecer seu compromisso com a justiça e a segurança da população do Distrito Federal”, afirmou Hermeto.

Ao longo de sua carreira, Cocito liderou investigações de grande repercussão no DF. Em 2013, esteve à frente da Operação Armadilha, que resultou na prisão dos principais bicheiros da capital e na maior apreensão de dinheiro em espécie da história da cidade.

No ano seguinte, comandou a Operação Tabuleiro, que foi a primeira ação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) em Brasília. Ainda em 2014, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), coordenou a Operação São Cristóvão, que desmantelou um esquema milionário de desvios de recursos do Sest/Senat.

Já em 2019, liderou a Operação Hefesto, que desarticulou uma quadrilha especializada em explosões de caixas eletrônicos, e, em 2020, comandou a Operação Sentinela, que revelou o envolvimento de funcionários terceirizados do Banco do Brasil em ataques a bancos.

Cocito também se destacou no combate à lavagem de dinheiro. Em 2022, coordenou a Operação Huracán, que desmantelou um esquema de rifas ilegais no DF e em Minas Gerais, resultando no sequestro de veículos avaliados em R$ 12 milhões.

No ano anterior, sua equipe realizou a maior apreensão de armas da história do DF durante a Operação Cricket, que revelou um esquema de corrupção na emissão de registros de armas de fogo.

Desde 2023, o delegado está lotado na 18ª Delegacia de Brazlândia, onde tem intensificado o combate ao tráfico de drogas e à atuação do PCC na região. No ano passado, mesmo com equipe reduzida, identificou e prendeu 14 membros da facção criminosa.

Além do trabalho de repressão ao crime, Cocito tem investido em projetos sociais para aproximar a polícia da população. Em 2024, após a prisão de faccionados do PCC, coordenou ações de revitalização na Vila São José, promovendo grafites em muros que antes tinham pichações da facção criminosa.

Nos últimos dois anos, em parceria com o 16º Batalhão da PMDF, promoveu sete ações sociais em Brazlândia, com a participação de ônibus educativos do Museu de Drogas e do projeto Identidade Solidária da Polícia Civil.

Com um histórico marcado por investigações de grande impacto e projetos sociais voltados à comunidade, Luís Fernando Cocito de Araújo agora recebe o reconhecimento oficial do Distrito Federal com o título de Cidadão Honorário de Brasília.

Por Vanessa de Araújo

Fonte: https://hermeto.com.br/

“Essa obra vai acabar com os alagamento que tinha aqui na quadra N do Arapoanga”, diz deputado Pepa

Foto: Carolina Curi/Agência CLDF

Da Redação

Região passa por transformações com obras de drenagem em andamento articuladas pelo parlamentar

Após anos de transtornos causados por alagamentos frequentes, a Quadra N, no Arapoanga, está passando por uma importante transformação. Com apoio do deputado distrital Pepa, estão em andamento obras de drenagem que visam resolver definitivamente o problema, por meio da interligação de tubulações já existentes e melhorias no escoamento da água da chuva.

A atuação do deputado Pepa, em parceria com o governador Ibaneis Rocha, a vice-governadora Celina Leão e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Nova Cap), tem sido fundamental para que as intervenções saiam do papel. Os estudos técnicos tiveram início no fim de 2023 e, agora, parte das estruturas já foi implementada, trazendo alívio aos moradores mesmo antes da conclusão total do projeto.

“Essa é uma demanda antiga da população, que agora tem sua dignidade restaurada”, afirmou o deputado Pepa, que acompanha de perto o andamento das obras e o impacto positivo que já começa a ser sentido pela comunidade local.

O administrador regional do Arapoanga, Sérgio Araújo, também reforçou a importância da articulação política. “Agradeço ao deputado Pepa pelo acompanhamento de perto e também ao governador Ibaneis Rocha, que não mediu esforços para que essa obra fosse iniciada e continue avançando para ser entregue à população”, declarou.

Com as obras em fase de finalização, os moradores da Quadra N vivem a expectativa de um futuro sem alagamentos e com mais qualidade de vida.

Quadra N no Arapoanga deixa para trás os alagamentos com apoio do deputado Pepa

Foto: Carolina Curi/Agência CLDF
A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: 2412113CC-14.jpg

Da Redação

Região passa por transformações após obra de drenagem entregue com articulação do parlamentar

Depois de anos sofrendo com alagamentos constantes, os moradores da Quadra N, no Arapoanga, comemoram a conclusão de uma obra de drenagem que promete pôr fim ao problema. A intervenção é fruto do trabalho conjunto entre o deputado Pepa, o governador Ibaneis Rocha, a vice-governadora Celina Leão e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Nova Cap).

O Arapoanga vem passando por importantes transformações graças à atuação do deputado Pepa, que acompanhou de perto as obras e articulações necessárias para a solução do problema. A obra recente interligou tubulações já existentes no local, permitindo um escoamento mais eficiente da água da chuva e prevenindo novos episódios de alagamento.

“Essa é uma demanda antiga da população, que agora tem sua dignidade restaurada”, afirmou o deputado Pepa. Os estudos técnicos começaram no fim de 2023 e, nos últimos dias, a obra foi oficialmente entregue à comunidade.

O administrador regional do Arapoanga, Sérgio Araújo, destacou a importância da parceria política para a conclusão da obra. “Agradeço ao deputado Pepa pelo acompanhamento de perto e também ao governador Ibaneis Rocha, que não mediu esforços para que essa obra se concretizasse e fosse entregue à população”, declarou.

Com a nova estrutura de drenagem, os moradores da Quadra N ganham mais segurança e qualidade de vida, marcando o início de uma nova fase no bairro.