Governo do Distrito Federal aposta em obras estratégicas para melhorar qualidade de vida e impulsionar desenvolvimento urbano.
O governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão têm intensificado a agenda de entregas em infraestrutura no Distrito Federal. Obras de mobilidade, pavimentação e revitalização urbana avançam em diversas regiões administrativas.
Celina Leão, que tem atuação destacada na articulação política, acompanha de perto os anúncios e reforça o discurso de planejamento e responsabilidade fiscal.
Entre os projetos em destaque estão intervenções viárias, construção de equipamentos públicos e melhorias em áreas historicamente carentes de investimentos.
A narrativa construída pelo GDF é de transformação concreta: obras que mudam o cotidiano da população.
Durante visitas técnicas, Ibaneis enfatizou que o investimento em infraestrutura é essencial para gerar empregos e preparar o DF para o futuro.
A vice-governadora também tem reforçado o papel do diálogo com lideranças comunitárias para priorizar demandas locais.
O governo aposta que a combinação entre planejamento e execução rápida consolida a marca da atual gestão.
A Agência de Fomento de Goiás (GoiásFomento) disponibiliza uma linha de crédito exclusiva para profissionais registrados no Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO). Denominada GoiásFomento Enfermagem, a modalidade atende enfermeiros, técnicos e auxiliares que atuam como microempreendedores e pequenos empreendedores, com financiamento para capital de giro e investimento.
Em janeiro, a instituição financeira firmou convênio com o Coren-GO, que viabilizou a criação da linha de crédito e ampliou o acesso da categoria a soluções financeiras, consultorias e capacitação em gestão. O objetivo é oferecer condições especiais para que o enfermeiro possa fortalecer a carreira, organizar as finanças ou investir no futuro profissional.
Segundo o presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar Pereira, a parceria assegura atendimento direcionado aos inscritos no Conselho.
“O grande diferencial é a redução nas taxas de juros: o bônus de adimplência de mais de 20% reduz a taxa nominal para apenas 1,65% ao mês na linha de investimento, impulsionando o empreendedorismo na enfermagem com condições facilitadas”, afirmou.
Para a presidente do Coren-GO, Thaís Luane Pereira de Almeida Prado, o convênio representa mais um passo na valorização da categoria e no fortalecimento do empreendedorismo na enfermagem.
“Esse convênio amplia oportunidades e oferece suporte para que os profissionais desenvolvam seus projetos com mais segurança e planejamento”, destacou.
Capital de giro e investimento
Na linha GoiásFomento Enfermagem Capital de Giro, o valor pode chegar a R$ 300 mil, com juros a partir de 1,7% ao mês, carência de até três meses e prazo de pagamento de até 36 meses. O recurso pode ser aplicado na aquisição de insumos, materiais descartáveis e equipamentos utilizados na atividade profissional.
Já a linha GoiásFomento Enfermagem Investimento disponibiliza até R$ 400 mil, com juros de 1,65% ao mês, carência de até 12 meses e prazo de pagamento de até 60 meses. O crédito é destinado à ampliação, modernização ou estruturação do negócio. Informações detalhadas estão disponíveis no site www.goiasfomento.com ou pelo telefone (62) 3216-4900.
Linha fina: Governador de Goiás aposta na descentralização e no fortalecimento hospitalar para ampliar acesso da população.
Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado tem priorizado a regionalização da saúde como estratégia central de gestão. A meta é garantir que municípios do interior tenham acesso a serviços especializados sem necessidade de deslocamento para a capital.
Novas unidades hospitalares e ampliação de leitos reforçam o compromisso com a descentralização.
Caiado tem defendido que saúde pública exige planejamento técnico e gestão eficiente. A narrativa do governo goiano enfatiza responsabilidade administrativa e foco em resultados.
A população começa a perceber os impactos com redução de filas e ampliação do atendimento.
O governador também destaca investimentos em tecnologia hospitalar e modernização da rede.
Para aliados, a política de saúde se tornou uma das principais vitrines da gestão.
O desafio agora é manter a sustentabilidade financeira diante da ampliação dos serviços.
Linha fina: Governador do Distrito Federal intensifica ações integradas para fortalecer policiamento e responder à demanda por segurança.
No Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha tem adotado uma postura de presença constante nas pautas sensíveis da capital. A segurança pública voltou ao centro da agenda do Governo do Distrito Federal (GDF), com reforço no policiamento e ampliação de operações integradas.
Ibaneis tem defendido que segurança é política estrutural, não ação pontual. O governo ampliou investimentos em equipamentos, viaturas e tecnologia de monitoramento, além de reforçar o diálogo com as forças policiais.
Em reuniões com comandantes e secretários, o governador destacou que o DF precisa manter índices sob controle, especialmente diante do crescimento populacional nas regiões administrativas.
A narrativa do Palácio do Buriti tem sido clara: garantir estabilidade institucional e sensação de segurança para moradores e investidores.
Nos bastidores, aliados apontam que a firmeza na condução da segurança fortalece a imagem de liderança do governador.
A estratégia também inclui ações sociais, entendendo que prevenção e inclusão caminham juntas.
Para Ibaneis, o desafio é permanente — e a resposta precisa ser contínua.
Governo Federal aposta em obras estruturantes para impulsionar crescimento econômico e reduzir desigualdades regionais.
O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltou ao protagonismo no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma série de agendas estratégicas, o chefe do Executivo destacou que a retomada de grandes obras é fundamental para reorganizar o país e gerar desenvolvimento sustentável.
Rodovias, obras de mobilidade urbana, saneamento básico e habitação estão entre as prioridades. O governo afirma que a meta é destravar projetos paralisados e iniciar novos empreendimentos que ficaram anos sem execução.
Nos corredores ministeriais, a avaliação é de que o Novo PAC representa não apenas investimento em infraestrutura, mas uma mensagem política: o Estado como indutor do crescimento. Lula tem defendido que o Brasil precisa voltar a planejar a longo prazo.
Em encontros com governadores e prefeitos, o presidente reforçou que o programa não distingue cores partidárias. “O investimento chega onde o povo precisa”, tem repetido em seus discursos.
A estratégia também dialoga com o setor produtivo, que acompanha com expectativa a abertura de novos contratos e parcerias público-privadas.
O impacto, segundo técnicos do governo, deve ser sentido nos próximos anos, com geração de empregos, melhoria da competitividade e fortalecimento das economias locais.
O Novo PAC, portanto, se consolida como vitrine da gestão federal e como ferramenta política em um cenário de forte disputa narrativa.
Linha fina: Presidente Lula intensifica agenda de entregas e aposta na reconstrução de políticas públicas como eixo estratégico de desenvolvimento nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a colocar o Governo Federal no centro das decisões estruturantes do país ao anunciar uma nova rodada de investimentos em saúde e educação. Em cerimônias realizadas ao longo da semana, Lula destacou que o momento é de reconstrução e de fortalecimento das políticas públicas que impactam diretamente a vida da população.
Entre os principais anúncios estão recursos destinados à ampliação de policlínicas, aquisição de ambulâncias do SAMU e fortalecimento do programa Saúde da Família. Na educação, o governo reforçou investimentos na expansão de institutos federais e na modernização de estruturas já existentes.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, auxiliares avaliam que a estratégia é clara: consolidar a imagem de um governo que entrega resultados concretos. A agenda de Lula tem sido marcada por visitas a estados e municípios, aproximando o discurso político da realidade das comunidades atendidas.
Durante os eventos, o presidente reforçou que “investir em saúde e educação é investir na dignidade do povo brasileiro”. A fala ecoa como síntese da estratégia do governo, que busca aliar responsabilidade fiscal a políticas sociais robustas.
Além do impacto direto nos serviços públicos, os investimentos também geram movimentação econômica local, com geração de empregos e fortalecimento das cadeias produtivas regionais.
O cenário político nacional observa com atenção essa movimentação. Para aliados, trata-se da consolidação de uma marca administrativa; para opositores, o desafio é reconhecer o alcance das ações em curso.
Existe uma geração inteira de profissionais de marketing, autoproclamados estrategistas políticos, convencida de que campanha se resume a hype, CPC e engajamento.
A reunião começa sempre igual. Alguém abre o painel da semana, mostra o alcance, comemora que o custo por clique caiu, destaca o vídeo que performou acima da média. O gráfico sobe para a direita. O time respira aliviado. “Estamos indo bem”.
Depois de algumas campanhas coordenadas, a gente aprende a desconfiar desse momento.
Não porque métrica seja inútil. Mas porque métrica cria uma falsa sensação de controle. E eleição não é um ambiente controlável. Eleição é gente, rotina, território, memória e contexto.
Enquanto a equipe celebra milhões de impressões e comentários, o adversário está na rua. Ele ocupou o bairro certo. Está no ponto de ônibus que o eleitor usa todo dia. Está na rádio local no horário de pico. Está na feira de sábado. Está na conversa da padaria. Ele não tem dashboard bonito para mostrar. Mas tem repetição geográfica forçada. E repetição constrói memória.
Existe uma ilusão perigosa dominando o marketing político moderno: acreditar que estar online substituiu estar no mundo. Que ganhar a internet equivale a ganhar a eleição. Que viralizar significa consolidar voto.
Não significa.
O feed disputa atenção em milissegundos entre meme, escândalo, futebol e entretenimento. Se não performar imediatamente, morre no algoritmo. Já a presença física não precisa performar. Ela simplesmente está. Todos os dias. No mesmo lugar. Para as mesmas pessoas.
Os estrategistas digitais gostam do que é mensurável. CPC, CTR, taxa de retenção, compartilhamento. Tudo rastreável. Tudo comparável. Tudo defensável em reunião. O problema é que voto não é clique. Ele é decisão acumulada ao longo do tempo.
Engajamento não é lembrança.
Alcance não é familiaridade.
Hype não é confiança.
E confiança é o que decide urna.
Nos últimos anos, a IA virou o novo brinquedo dessa mentalidade. Agora se produz discurso em escala, vídeo em escala, avatar em escala. A campanha parece sofisticada, tecnológica, moderna. Mas, se o eleitor não cruza fisicamente com aquela candidatura no mundo real, o impacto evapora.
IA acelera produção. Não cria vínculo.
Digital amplifica mensagem. Não constrói confiança sozinho.
O algoritmo muda toda semana.
O CEP do eleitor não muda.
Enquanto alguns comemoram milhões de impressões pulverizadas pelo estado inteiro, o adversário está martelando dez mil pessoas. As mesmas dez mil. Toda semana. No mesmo bairro. No mesmo ponto. No mesmo horário. Isso não gera hype. Gera reconhecimento.
E reconhecimento vira voto.
Campanha política não é jogo de explosão. É jogo de repetição. Não se ganha eleição tentando viralizar. Viral é exceção, não estratégia. Depende de sorte, timing e do humor coletivo. Campanha que aposta nisso está apostando em loteria com o dinheiro e a reputação do candidato.
Um dos erros mais comuns que vejo hoje é montar um plano que cabe inteiro dentro de um notebook. Se a estratégia política existe apenas na tela, ela é frágil. Pode gerar barulho. Pode gerar narrativa. Mas não gera presença.
Presença é física. Territorial. Geográfica. É ocupar espaço mental ocupando espaço real.
Campanhas vencedoras entendem o jogo completo. O físico ancora. O digital reforça. A rua cria memória. A tela organiza discurso. Quando isso funciona, o eleitor não sabe dizer onde viu o candidato pela primeira vez. Ele só sente que já conhece.
E o eleitor vota em quem reconhece.
No fim, quando ele entra na cabine, não pergunta quem teve o menor CPC. Pergunta, mesmo sem perceber: “quem eu conheço?”. E conhecer, em política, é ter visto repetidas vezes, no mundo real, no próprio território.
Voto não mora no feed.
Voto mora no território.
E quem ocupa o território, ocupa a urna.
Gabriel Scarpellini é membro fundador da Alcateia Política, é publicitário e especialista em Marketing Político e Comunicação Governamental pelo IDP. Sócio da GAS 360, agência de publicidade, e atua também como consultor em marketing político.
Prefeito Dr. João Cesar cumpre agenda em Brasília e apresenta demandas prioritárias da saúde municipal.
O prefeito de Populina, Dr. João Cesar, esteve em Brasília para cumprir agenda institucional no Ministério da Saúde com foco na ampliação dos investimentos federais destinados ao município. A visita reforça a estratégia da gestão municipal de estreitar o diálogo com o Governo Federal em busca de melhorias estruturais e ampliação dos serviços ofertados à população.
Durante a reunião, foram discutidos programas estratégicos como o PAC Saúde, o Agora Tem Especialistas e o fortalecimento do Saúde da Família, iniciativas consideradas fundamentais para garantir atendimento mais ágil e qualificado no interior paulista.
Dr. João Cesar destacou que o município tem buscado ampliar a cobertura da atenção básica e reduzir a necessidade de deslocamentos para centros maiores. “Nosso objetivo é garantir que a população de Populina tenha acesso digno e eficiente aos serviços de saúde. Viemos a Brasília para fortalecer essa parceria e buscar novos investimentos”, afirmou.
O prefeito foi atendido por Humberto Tobé, que faz parte da equipe do ministro Alexandre Padilha. Tobé ressaltou a importância do diálogo com os municípios. “O Ministério da Saúde está de portas abertas para ouvir as demandas locais e construir soluções conjuntas que fortaleçam o SUS em cada cidade brasileira”, declarou.
Investimentos o governo Lula
Os investimentos do Governo Lula no município de Populina têm fortalecido a estrutura da atenção básica e ampliado o acesso da população aos serviços de saúde. Com uma equipe multiprofissional (eMulti) em atuação, cinco Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e três Agentes de Combate às Endemias (ACE) custeados pela União, o município garante acompanhamento mais próximo das famílias e ações permanentes de prevenção. A Unidade Básica de Saúde em funcionamento recebe custeio federal, assegurando atendimento contínuo à população. Além disso, o Programa Saúde na Escola contemplou 748 estudantes em três escolas no ciclo 2023/2024, integrando saúde e educação na promoção do cuidado desde a infância.
Outras políticas estratégicas também impactam diretamente os moradores de Populina. O Brasil Sorridente, relançado em 2023, mantém uma equipe de saúde bucal no município, ampliando o acesso ao atendimento odontológico. O SAMU atende a cidade com custeio federal, reforçando a assistência de urgência e emergência. A complementação do Piso Nacional da Enfermagem garantiu o repasse de R$ 447,4 mil ao estado, valorizando os profissionais que atuam na linha de frente. Já o Farmácia Popular beneficiou 1,8 mil pessoas no último ano, com três farmácias conveniadas e, desde fevereiro de 2025, todos os medicamentos e insumos ofertados gratuitamente, ampliando o acesso e reduzindo custos para as famílias.
Lançamento oficial da VIII Olinsesp 2026 ocorre nesta terça-feira (24), a partir das 19h, na Arena BRB Nilson Nelson
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal promove, nesta terça-feira (24), às 19h, a solenidade de abertura da VIII Olimpíadas de Integração da Segurança Pública do Distrito Federal (VIII Olinsesp). O evento, que será realizado na Arena BRB Nilson Nelson, marca oficialmente o lançamento da edição 2026, que seguirá até 31 de março, com ações que reforçam a integração, a valorização profissional e o cuidado com quem protege a população do DF. A abertura também será um momento de mobilização solidária, em que a Defesa Civil promoverá, na entrada do ginásio, arrecadação de alimentos não perecíveis.
Os jogos contam com cerca de 2.500 atletas inscritos em diversas modalidades que estarão nas disputas dos torneios, reunindo servidores da SSP/DF, da Polícia Militar (PMDF), da Polícia Civil (PCDF), do Corpo de Bombeiros (CBMDF), do Departamento de Trânsito (Detran-DF) e de outras forças convidadas, como a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as polícias do Senado e das Câmaras Federal e Distrital.
Ao todo, serão 19 modalidades esportivas, distribuídas entre esportes coletivos e individuais, nas categorias Masculino, Feminino e Master: Futebol de Campo, Futsal, Basquete, Vôlei de Quadra, Vôlei de Praia, Futevôlei, Cabo de Guerra, Atletismo, Natação, Triathlon, Corrida de Orientação, Calistenia, Judô, Jiu-Jitsu, Xadrez, Dominó, Truco, Beach Tennis e Tênis de Mesa.
O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, destaca a relevância estratégica da olimpíada. “A Olinsesp é uma iniciativa estratégica de valorização dos nossos profissionais. É fundamental que os servidores participem e se engajem na olimpíada, fortalecendo o espírito de equipe e a integração entre os órgãos da segurança pública. Ao incentivar o esporte e a convivência saudável, promovemos saúde física e mental e reforçamos vínculos institucionais que se refletem diretamente na qualidade do serviço prestado à população do Distrito Federal.”
Valorização
A realização da VIII Olinsesp reafirma o compromisso institucional com a promoção da saúde física e mental dos servidores, reconhecendo o esporte como instrumento estratégico de fortalecimento dos vínculos entre os órgãos que compõem o sistema de segurança pública. “Mais do que uma competição, a Olinsesp é um espaço de convivência institucional. Ao estimular o espírito de cooperação, o trabalho em equipe e hábitos saudáveis, a iniciativa contribui diretamente para a melhoria do ambiente de trabalho e para o fortalecimento da identidade institucional das forças de segurança”, ressalta o subsecretário de Ensino e Gestão de Pessoas, Marco Leôncio.
A olimpíada integra o programa Segurança Integral, especialmente o eixo Servidor Mais Seguro, que é voltado à valorização do servidor e reforça a compreensão de que políticas públicas eficazes também passam pelo cuidado com os profissionais que estão na linha de frente. Os locais e horários dos jogos serão disponibilizados no site oficial da competição.
Recursos fortaleceram a rede com 12 unidades entregues, três em execução e novos projetos em preparação
Entre 2019 e 2025, o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF) e da Novacap, avançou na ampliação da Atenção Primária no Distrito Federal com a entrega de novas unidades básicas de saúde (UBSs) para a população do DF. Durante esse período, o GDF investiu R$ 77,8 milhões na ampliação da cobertura sanitária em áreas estratégicas, viabilizando a implementação da Estratégia de Saúde da Família.
Além desse valor, o investimento de R$ 30 milhões está previsto para projetos em elaboração. Dessa forma, os investimentos somam R$ 108,5 milhões destinados às novas UBSs, com o objetivo de melhorar o atendimento oferecido à população de todas as regiões do DF.
“A Atenção Primária é o primeiro nível de atenção, capaz de resolver a maioria das necessidades de saúde da população. Ela é fundamental por focar em prevenção, promoção da saúde e acompanhamento contínuo, melhorando a qualidade de vida e reduzindo custos ao evitar internações desnecessárias”, afirma o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda.
São 12 unidades entregues, três em execução e novos projetos em preparação. As UBSs entregues estão distribuídas por diferentes regiões administrativas, incluindo Planaltina (UBS 20) e Vale do Amanhecer, Samambaia (UBS 11), Recanto das Emas (UBS 5), Paranoá Parque (UBS 3), Sobradinho/Sobradinho II (UBS 7 — Buritizinho), Jardins Mangueiral (UBS 1), Ceilândia (UBS 15), Penitenciária Feminina, Gama (UBS 7), Santa Maria (UBS 2) e a da Chapadinha. Em execução estão as UBSs do Incra 8, da Ponte Alta e da Estrutural.
Segundo Carlos Alberto Spies, diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, a prioridade é garantir que a infraestrutura acompanhe as demandas reais das cidades. “Quando uma UBS é instalada mais próxima do local onde as pessoas moram, os serviços se tornam mais eficientes. Reduzem-se os deslocamentos, melhora o acompanhamento dos pacientes e há uma diminuição na sobrecarga dos atendimentos mais complexos”, explicou.
Moradora da Chapadinha, Edileuza Coelho, de 63 anos, está satisfeita com a UBS recém-inaugurada próxima à sua casa. “No dia 16 de dezembro [de 2025], o governador entregou a UBS aqui para a gente. É uma grande conquista pra todos nós daqui da comunidade”, comemorou a cuidadora de idosos.
Além das unidades entregues e das obras em andamento, o planejamento contempla novas ações para os próximos anos. Entre elas está a construção da UBS na Vila Rabelo, em Sobradinho, no Riacho Fundo II e em Arniqueiras, todas previstas para este ano e com projetos em fase de elaboração. Spies esclarece que manter um planejamento estruturado é essencial para acelerar as entregas: “Projetos bem elaborados e prontos para licitação permitem ao governo garantir unidades mais funcionais”.
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