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Falha na FIA expôs dados de pilotos da F1: e se fosse no Brasil?

*Alexander Coelho

Três pesquisadores de segurança — Ian Carroll, Gal Nagli e Sam Curry — demonstraram uma vulnerabilidade grave no portal de categorização de pilotos da FIA. Em dez minutos, a partir de um cadastro comum, foi possível elevar privilégios e acessar dados sensíveis, inclusive o passaporte de Max Verstappen. Não é boato: os detalhes técnicos foram publicados pelos próprios pesquisadores e a FIA confirmou o incidente.

A combinação de um erro elementar de autorização com um alvo de alto valor transformou um formulário online em porta de entrada para informações pessoais e internas. O timing torna o caso ainda mais relevante: às vésperas do GP em Interlagos, vale perguntar — como a legislação brasileira reagiria a uma falha desse calibre?

Tecnicamente, tratou-se de mass assignment: a API devolvia e aceitava campos de função (roles) que, ao serem reenviados pelo cliente, promoviam a conta a administradora. Com o perfil elevado, tornou-se viável consultar documentos de identidade, licenças e contatos, além de visualizar comunicações internas de avaliação de pilotos. É a anatomia de um clássico: controle de acesso implantado do lado errado, testes negativos insuficientes e ausência de validações robustas no servidor. Quando o esqueleto da autorização cede, todo o edifício da privacidade desaba junto.

A linha do tempo também importa. Segundo os relatos, a falha foi reportada à FIA em 3 de junho; o portal saiu do ar rapidamente e a correção veio na sequência. Ao tornar o caso público agora, a entidade reconheceu o incidente, afirmou não haver evidência de uso malicioso além do teste e declarou ter notificado autoridades de proteção de dados e pilotos possivelmente afetados. O contraste entre “escopo potencial” e “escopo efetivo” é comum na forense digital, mas não diminui a gravidade do vetor.

Do ponto de vista jurídico, a resposta inicial da FIA dialoga com o que exigem marcos como o GDPR e, por analogia, a LGPD brasileira: medidas técnicas e administrativas proporcionais ao risco, comunicação tempestiva aos titulares e, quando cabível, às autoridades competentes. Mas conformidade não é folheto; é prática auditável. Em episódios assim, o “como” corrige pesa tanto quanto o “que” corrige: trilhas de auditoria imutáveis, segregação de funções, MFA consistente, code review com foco em autorização, testes de invasão recorrentes e feature flags que permitam desativar rapidamente superfícies de ataque. Maturidade se prova em evidência, não em slogans.

E se fosse no Brasil? A LGPD determina que incidentes com risco ou dano relevante aos titulares sejam comunicados ao órgão regulador e aos próprios titulares. Desde abril de 2024, o Regulamento de Comunicação de Incidente fixou prazo claro: até três dias úteis, contados do conhecimento de que o incidente afetou dados pessoais, com possibilidade de complementação fundamentada em até vinte dias úteis. A comunicação deve trazer, entre outros pontos, a natureza e a categoria dos dados afetados, perfil dos titulares, medidas de segurança aplicadas, riscos e providências adotadas. A ANPD pode instaurar procedimento específico inclusive quando toma ciência por outras vias, e os prazos são em dobro para agentes de pequeno porte.

A aplicabilidade da LGPD alcança operações realizadas no território nacional, a oferta de bens ou serviços a pessoas localizadas no Brasil, ou dados coletados aqui. Em um GP em Interlagos, com credenciamento, logística e plataformas voltadas ao público brasileiro, o enquadramento é direto, ainda que haja controladores sediados no exterior; a lei se aplica e as comunicações devem ocorrer por meio do formulário eletrônico oficial da ANPD.

Quanto a consequências, além da orientação para mitigar danos e reforçar controles, a ANPD dispõe de um regulamento de dosimetria para sanções administrativas, que vão de advertência e publicização da infração a multa de até 2% do faturamento no Brasil, limitada a R$ 50 milhões por infração, entre outras medidas como bloqueio ou eliminação de dados. A experiência recente mostra que a autoridade já aplica penalidades e analisa o porte econômico, reincidência e cooperação do agente no cálculo da multa.

Há ainda um detalhe frequentemente ignorado em eventos globais: as transferências internacionais de dados. Em cenários de coparticipação entre entidades no Brasil e no exterior, o fluxo deve observar o regulamento específico da ANPD — cláusulas-padrão, avaliação de garantias e análise do risco. Brechas como a da FIA expõem não só a superfície técnica, mas a governança de transferência e retorno de dados entre jurisdições.

O recado final permanece incômodo — e necessário. De nada adianta marketing de segurança no front stage se a API de retaguarda promove administradores por convenção de campo. Em um esporte que vive de precisão, o padrão de diligência não pode oscilar: excelência na pista exige excelência no back-end. No Brasil, com prazos objetivos e fiscalização ativa, o cronômetro corre contra o improviso. Quem corta a chicane da autorização acaba descobrindo que a penalidade não é virtual; ela chega com hora marcada.

Tradição e Inovação: Alcachofra paulista floresce como destaque nacional 

Produção de Alcachofra na cidade de Piedade (SP)

São Paulo concentra o maior cultivo da flor comestível do país e investe em pesquisa para preservar e modernizar a produção

Pouca gente sabe, mas a alcachofra é uma flor. Colhida antes de se abrir completamente, quando suas pétalas ainda protegem um coração macio e saboroso, ela se transforma em um dos ingredientes mais valorizados da culinária e símbolo da agricultura paulista.

É em São Paulo que essa flor ganha o maior espaço de cultivo do Brasil. No município de Piedade, no interior do estado, cerca de 90% da produção nacional tem origem, consolidando a cidade como capital brasileira da alcachofra. Ali, tradição e conhecimento se unem há gerações, e foi de lá que saíram as mudas que hoje abastecem produtores de todo o país.

A cultura faz parte da identidade local. “São poucos produtores, mas com muita relevância para o Brasil. Nossa alcachofra é reconhecida pela qualidade, resultado de décadas de dedicação e preparo cuidadoso”, destaca Otávio Freitas Neves, produtor de Piedade e herdeiro de uma família que cultiva a flor há mais de 60 anos.

Com clima ameno e solo fértil, a cidade oferece as condições ideais para o cultivo. A colheita ocorre, em geral, uma vez por ano, mas técnicas de indução hormonal permitem uma segunda safra, ampliando a produtividade e o abastecimento. Versátil, a alcachofra também se destaca na gastronomia: é usada em pratos sofisticados ou simples, sempre valorizando o sabor paulista que vem do campo.

Reconhecendo essa importância, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) apoia os produtores por meio da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), oferecendo orientação, acesso a crédito rural, apoio para regularização ambiental e incentivo à comercialização em programas institucionais, como a merenda escolar.

Além do suporte técnico, São Paulo também investe em pesquisa e inovação para manter viva a tradição da flor. Na Apta Regional de São Roque, próxima a Piedade, uma equipe trabalha para modernizar o cultivo e recuperar o vigor genético da tradicional alcachofra “Roxa de São Roque”. O projeto, coordenado pelo pesquisador Wilson Tivelli, começou em 2010 e ganhou força a partir de 2020, em parceria com o Instituto Biológico (IB-Apta) e a CATI Sementes e Mudas.

Após décadas de multiplicação vegetativa, a planta havia perdido força devido à contaminação por vírus. A iniciativa envolveu a identificação dos vírus presentes nas plantas, a limpeza do material genético em laboratório e a produção de novas mudas livres de contaminação. Em 2023, essas mudas foram reintroduzidas no campo, em dois sistemas de cultivo: o tradicional, com linhas simples, e um modelo experimental em linhas duplas, que busca aumentar a densidade de plantio e, consequentemente, elevar a rentabilidade dos produtores.

“O objetivo é garantir que a alcachofra continue sendo um símbolo cultural e econômico de São Roque e de toda a região, unindo tradição, ciência e inovação”, afirma Tivelli.

 Em 12 anos, quase metade dos jovens do Bolsa Família atingiu a autonomia e deixou o Cadastro Único, revela pesquisa

Foto: Lyon Santos / MDS

Estudo acompanhou beneficiários de 2012 a 2024 e mostra que 48,9% deles não precisaram mais estar no registro do Governo Federal para famílias de baixa renda


Um estudo que acompanhou a trajetória de 15,5 milhões de jovens beneficiários do Bolsa Família revela que quase metade (48,9%) deixou completamente o Cadastro Único até 2024. A pesquisa “Determinantes da Saída do Cadastro Único: Evidências Longitudinais a partir dos beneficiários do Bolsa Família em 2012”, do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), acompanhou os jovens durante 12 anos e identificou os fatores que determinaram a permanência ou saída da rede de proteção social.
 

A pesquisa analisou pessoas que, em dezembro de 2012, tinham entre sete e 16 anos e estavam registradas como dependentes na folha de pagamento do Programa Bolsa Família. O estudo escolheu tal ano, por representar um momento de estabilidade institucional do programa e por ser o primeiro com microdados detalhados do Cadastro Único sistematicamente disponíveis.
 

Após 12 anos de acompanhamento, 48,9% dos jovens, o equivalente a 7,6 milhões de pessoas, saíram completamente do Cadastro Único. Outros 17,6%, cerca de 2,7 milhões de jovens, saíram do Bolsa Família e permaneceram apenas no Cadastro Único, sugerindo melhora relativa de renda, mas mantendo-os ligados à rede de proteção social. Portanto, do total acompanhado, 66,45% deixou o programa de transferência de renda.
 

A pesquisa registrou a permanência no programa em 33,5% da coorte, aproximadamente 5,2 milhões de pessoas, o que sinaliza a persistência de condições de vulnerabilidade.
 

Perfil
 

Em 2012, o grupo da pesquisa era predominantemente composto por jovens pardos e pretos, que totalizavam 73,4% do total. Embora 96% frequentassem a escola, 27,4% estavam em defasagem idade-série. Uma parcela expressiva das famílias vivia em condições domiciliares precárias, 14,3% moravam em casas com materiais frágeis e menos da metade, 40,4%, possuía ligação à rede coletora de esgoto.
 

A análise revelou seletividade no desligamento do Bolsa Família com jovens que apresentavam melhores condições iniciais em 2012, tendo maior probabilidade de não serem encontrados no Cadastro Único em 2024. O sexo masculino foi o fator individual mais robusto, aumentando significativamente a chance de saída. Jovens alfabetizados em 2012 tiveram maior probabilidade de desvinculação, assim como aqueles que trabalhavam precocemente.

Segundo o estudo, as condições familiares também influenciaram a trajetória dos jovens. Responsáveis com maior escolaridade, especialmente aqueles com ensino médio completo ou superior, aumentaram a probabilidade de desligamento. A inserção em empregos formais também esteve associada à saída do programa, assim como a situação de famílias com renda per capita superior a R$ 140 em 2012.
 

Em contrapartida, fatores de vulnerabilidade estiveram associados à permanência na rede de proteção social. Jovens pretos e pardos apresentaram menor probabilidade de saída em comparação a jovens brancos. A permanência também esteve relacionada a condições precárias de moradia.
 

O tempo de permanência da família no Bolsa Família até 2012 influenciou diretamente o resultado em 2024. Famílias com curta exposição ao programa, de até dois anos, tiveram a maior probabilidade de desligamento.
 

O estudo demonstra que a trajetória dos jovens foi influenciada pela combinação de características individuais, familiares e contextuais. A permanência no Bolsa Família esteve ligada a situações de maior vulnerabilidade. Já a saída completa do Cadastro Único sugere trajetórias de mobilidade socioeconômica, geralmente favorecidas por maior capital humano inicial e melhores condições econômicas familiares.
 

Assessoria de Comunicação – MDS

Reunião com consórcios de SP orienta municípios sobre adesão ao FIIS para viabilizar obras na rede de saúde

Encontro virtual destacou alternativas de financiamento para propostas habilitadas no PAC-Saúde que ainda não foram contempladas

Representantes de diversos consórcios intermunicipais de São Paulo participaram, nesta semana, de uma reunião virtual conduzida pela equipe da Assessoria de Assuntos Parlamentares (ASPAR) do Ministério da Saúde, coordenada pelo assessor Humberto Tobé. O encontro teve como objetivo esclarecer dúvidas e orientar gestores sobre a adesão ao Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), que se apresenta como importante alternativa para viabilizar obras e aquisição de equipamentos em unidades de saúde municipais e hospitais contratualizados ao SUS.

A reunião ocorreu em um momento estratégico, especialmente para municípios que tiveram projetos habilitados, mas não selecionados na etapa final do PAC-Saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, essas propostas são consideradas pré-aprovadas no âmbito do FIIS, garantindo maior agilidade na análise e contratação dos investimentos.

Criado pela Lei nº 14.947/2024 e regulamentado pelo Decreto nº 12.157/2024, o FIIS tem como objetivo financiar projetos de infraestrutura social nas áreas de saúde, educação, segurança pública e cultura. A gestão do fundo é realizada por um Comitê Gestor vinculado à Casa Civil da Presidência da República, enquanto o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atua como agente financeiro responsável pela operacionalização. No setor da saúde, o FIIS apoia ações como ampliação e modernização de unidades do SUS, aquisição de equipamentos e veículos de transporte sanitário, além de projetos estruturantes que reforçam a capacidade assistencial dos municípios.

Podem participar do FIIS governos estaduais, municípios, Distrito Federal e entidades de saúde, com ou sem fins lucrativos, desde que possuam contrato de prestação de serviços ao SUS. As condições de financiamento são consideradas atrativas, com taxas a partir de 5% ao ano e prazo de até 20 anos para pagamento, incluindo carência.

Durante a reunião, foi reforçado que o prazo para submissão das propostas é curto: as inscrições devem ser realizadas até 7 de novembro, por meio do sistema Transferegov.br. A orientação é que os municípios e consórcios organizem suas equipes técnicas para avançar de forma célere na formalização das propostas.

A ASPAR segue à disposição para prestar suporte aos gestores e equipes municipais, contribuindo para o fortalecimento das redes regionais de saúde e para a ampliação da infraestrutura pública que atende diretamente à população.

Rio Open 2026 anuncia venda de ingressos: experiência única dentro e fora das quadras

Quadra central do Rio Open (Créditos: André Gemmer/Rio Open)


Maior torneio de tênis da América do Sul, que acontece de 14 a 22 de fevereiro, já tem entre os confirmados Gaël Monfils, João Fonseca, Lorenzo Musetti e Matteo Berrettini. A pré-venda exclusiva para clientes Claro (Multi) e XP começa em 4 de novembro, e a venda geral estará disponível a partir das 12h do dia 11/11, através do site da Eventim


Os fãs de tênis já podem se preparar para garantir um lugar na 12ª edição do Rio Open apresentado pela Claro, que será realizada de 14 a 22 de fevereiro de 2026, no Jockey Club Brasileiro (RJ). O único ATP 500 da América do Sul divulgou as datas de abertura da venda de ingressos para o público que deseja vivenciar de perto a atmosfera única do evento.
 

A pré-venda exclusiva para clientes Claro (Multi) e XP começará às 12h do dia 4 de novembro, enquanto a venda geral ao público terá início na terça-feira, 11 de novembro, também às 12h (horário de Brasília). Para os clientes XP, a pré-venda será dividida em duas fases. No dia 4 de novembro, a compra estará liberada exclusivamente para clientes com os Cartões XP Legacy e XP Visa Infinite Privilege. De 5 a 10 de novembro, a pré-venda será estendida a todos os clientes com Cartão XP One e XP Visa Infinite. Os ingressos estarão disponíveis exclusivamente no site da Eventim, com preços a partir de R$ 60.
 

Cada espectador poderá adquirir, no máximo, quatro ingressos por sessão por CPF, totalizando até 22 ingressos por pessoa. O pagamento poderá ser realizado com cartões de crédito Visa, Mastercard, Amex, Elo e Diners, com parcelamento em até quatro vezes sem juros. Não haverá cobrança de taxa de conveniência.
 

A lista final de atletas que disputarão o torneio será revelada em janeiro de 2026, mas a presença de grandes nomes do tênis mundial já está garantida. Entre os confirmados estão o francês Gaël Monfils, o brasileiro João Fonseca e os italianos Lorenzo Musetti e Matteo Berrettini – quatro estrelas que prometem encantar o público carioca e elevar ainda mais o nível técnico da competição.
 

“O Rio Open já se consolidou como um dos principais eventos esportivos e culturais da América do Sul. Nossa missão é oferecer ao público uma experiência completa, que vai muito além das quadras e valoriza também a cidade do Rio de Janeiro. A cada edição buscamos ampliar essa vivência, unindo esporte, entretenimento e hospitalidade em um só festival”, afirma Marcia Casz, diretora geral do torneio.
 

Já confirmados na competição, Fonseca, Musetti, Berrettini e Monfils prometem brilhar nas quadras do Jockey Club Brasileiro em busca de títulos inéditos em suas carreiras. O carioca João Fonseca, um dos principais nomes da nova geração do tênis mundial e nº1 do Brasil, vive a melhor fase de sua carreira. Aos 19 anos, conquistou recentemente o ATP 500 da Basileia, na Suíça – seu segundo troféu no circuito profissional – e alcançou o 28º lugar no ranking mundial, tornando-se o brasileiro mais jovem da história a figurar entre os 30 melhores do mundo. Presença constante nas arquibancadas do próprio Rio Open quando criança, João retorna agora como protagonista, embalado por uma temporada de conquistas expressivas e pela forte conexão com o público carioca.
 

O italiano Lorenzo Musetti, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris, é outro destaque confirmado. Atual top 10 do ranking da ATP, Musetti vem de uma temporada excepcional no saibro – sua superfície favorita – com resultados marcantes, incluindo final no Masters 1000 de Monte Carlo, semifinais em Madri e Roma, e uma campanha até a semifinal de Roland Garros, consolidando-se como um dos jogadores mais consistentes e promissores do circuito.
 

Neto de brasileira, o também italiano Matteo Berrettini retorna ao Rio Open após sua última participação em 2022. Ex-número 6 do mundo e dono de 10 títulos ATP, o jogador marcou a história do tênis ao se tornar o primeiro italiano a chegar à final de Wimbledon, em 2021, além de ter sido finalista do Masters 1000 de Madri no mesmo ano. Querido pelo público brasileiro e com laços afetivos com o país, Berrettini promete mais uma vez mobilizar a torcida com seu carisma e estilo de jogo agressivo.
 

Fechando o line-up já anunciado, o francês Gaël Monfils trará ao torneio toda a energia e carisma que o consagraram como um dos atletas mais queridos e vibrantes do circuito. Ex-número 6 do mundo, dono de 13 títulos ATP e reconhecido por seu talento atlético e jogadas espetaculares, Monfils fará do Rio Open parte de sua temporada de despedida, após anunciar que se aposentará ao fim de 2026. Esta será sua segunda participação no torneio – a primeira foi em 2018, quando chegou às quartas de final – e sua presença promete transformar o evento em um espetáculo à parte.

Além das quadras
 

O tênis é a atração principal, mas o Rio Open é também um grande evento de entretenimento, lifestyle e cultura. O torneio conta com o Leblon Boulevard, uma área de aproximadamente 10 mil m² que reúne stands, lojas, experiências gastronômicas e ativações de patrocinadores, criando um ambiente vibrante e acessível para torcedores de todas as idades.
 

Além do melhor da gastronomia, o espaço terá também muito entretenimento e brindes nos estandes de patrocinadores, além das lojas da Fila e da La Boutique, loja oficial do torneio, com produtos exclusivos para os fãs do tênis. Na Praça Rio Open, o público poderá assistir aos jogos em um telão gigante, aproveitando a atmosfera única do evento e a interação com as marcas parceiras.
 

Patrocinadora máster do torneio há 11 anos, a Claro reforça a parceria em mais uma edição do evento. “O Rio Open é um dos grandes momentos do calendário esportivo do país e a Claro tem muito orgulho desta parceria, que acontece desde a primeira edição do torneio. Estar presente em um projeto desse porte reforça nosso compromisso em conectar o público com experiências únicas dentro e fora das quadras. A cada ano, buscamos inovar, levando tecnologia, conectividade e entretenimento para que os fãs vivam o torneio de forma ainda mais intensa. Essa parceria reforça o compromisso da Claro em apoiar o esporte e celebrar o que há de melhor no Rio de Janeiro e no Brasil. Nosso foco é sempre garantir que a experiência do fã vá além das quadras, utilizando a força da nossa marca para amplificar a visibilidade do torneio e engajar o público desde a pré-venda. É um investimento na excelência do esporte e na conexão com o nosso cliente”, afirma Ane Lopes, diretora de Marketing, Branding e Comunicação da Claro.
 

“Estar ao lado do Rio Open representa mais do que um patrocínio, estamos construindo uma plataforma proprietária de conteúdo e relacionamento com os nossos clientes, tendo o tênis como pilar central. Vamos conectar todas as nossas ações, da campanha com João Fonseca ao Rio Open, em uma narrativa única de transformação e orgulho nacional”, destaca Lisandro Lopez, CMO da XP Inc.

Serviço – Venda de ingressos Rio Open 2026
 

Pré-venda (Clientes Claro e XP): a partir de 4 de novembro, às 12h.
 

Clientes Claro Multi – que possuem serviços Claro Móvel Pós-Pago e Claro Residencial e fazem parte do programa de relacionamento Claro clube – terão acesso exclusivo a 35% de desconto em até quatro ingressos por sessão (por CPF), sujeito à disponibilidade de estoque. Para efetivar a compra, basta acessar o site da Eventim.
 

Clientes XP terão, também de forma exclusiva, 20% de desconto em até quatro ingressos por sessão (por CPF). Para efetivar a compra, basta acessar o site da Eventim.
 

Para consultar todas as condições, acesse o site da XP.

Venda geral (Público): a partir de 11 de novembro, às 12h (horário de Brasília).

Datas do evento: 14 a 22 de fevereiro de 2026.

Local: Jockey Club Brasileiro, Rio de Janeiro (RJ).
 

Onde comprar
O site da Eventim será o único canal oficial de vendas de ingressos para o Rio Open 2026 (clique aqui e acesse)
 

Forma de pagamento
O pagamento dos ingressos para o Rio Open 2026 poderá ser realizado com cartões de crédito Visa, Mastercard, Amex, Elo e Diners com parcelamento em até 4 vezes sem juros. Não haverá cobrança de taxa de conveniência. Cada comprador poderá adquirir 4 ingressos por sessão por CPF, totalizando 22 ingressos no máximo.
 

Tabela de preços
 


Informações sobre os ingressos qualifying serão disponibilizadas em breve.

Mais sobre o Rio Open
 

O Rio Open é o principal torneio de tênis da América do Sul e o único ATP 500 do continente. Realizado anualmente no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, o evento reúne grandes nomes do tênis mundial e atrai mais de 65 mil pessoas por edição ao longo de nove dias de torneio, movimentando cerca de R$ 170 milhões na economia fluminense e gerando mais de 5 mil empregos diretos e indiretos.
 

Transmitido ao vivo para mais de 140 países, o torneio reforça a imagem do Rio como destino global do esporte e do entretenimento. Comprometido com a sustentabilidade, a diversidade e a inclusão social, é carbono neutro desde 2020, reconhecido pela ONU, e promove iniciativas por meio do programa Rio Open Ace, que beneficia crianças e jovens de projetos sociais com oportunidades de desenvolvimento por meio do esporte.

Sobre o Rio Open 2026
 

O Rio Open 2026 conta com patrocínio máster da Claro, patrocínio de XP, Mubadala, Shell, BetNacional, Black Princess, Engie, Emirates e Zurich. Também participam as empresas Rolex, KIA, Ademicon, Seara Gourmet, EMS Farmacêutica, Alubar, Wellhub, B3, Star+, Disney Cruise Line, White Martins, Rede D’Or, Tegra Incorporadora, IBMEC, Café Melitta, PremieRpet, Zetaflex, Shopping Leblon, ALLOS, Sorvete Magnum, Copa Energia e Grey Goose.
 

A Fila é responsável pelo material esportivo oficial, e a Wilson fornece a bola oficial do torneio. A Worldwine assina o espumante e vinho oficiais, enquanto a Lider Interiores fornece o mobiliário do Corcovado Club, Espaço Pedra da Gávea e Players Lounge.
 

O SporTV é a emissora oficial do evento, transmitindo todos os jogos da quadra central para o Brasil e mais de 140 países via ATP Media. O torneio é incentivado pela Secretaria Especial do Esporte do Ministério do Esporte, por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, e pela Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer.
 

O Rio Open é uma promoção da IMM com realização do ICT – Instituto Carioca de Tênis.

Presidente celebra menor índice de desmatamento em Unidades de Conservação na Amazônia desde 2008

Floresta Nacional do Tapajós, Unidade de Conservação localizada no estado do Pará - Foto: Ricardo Stuckert/Secom-PR

Na comparação com os números registrados no ano passado, recuo foi de 31%. Em relação a 2022, queda chega a 74%

O Brasil registrou, entre agosto de 2024 e julho de 2025, resultados históricos no combate ao desmatamento em Unidades de Conservação (UCs) Federais. De acordo com os dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), houve queda expressiva tanto na Amazônia (31%) quanto no Cerrado (45%) em relação ao mesmo período do ano passado.
 

Entre agosto de 2024 e julho de 2025, 134 quilômetros quadrados de desmatamento foram registrados em unidades de conservação federais da Amazônia e 31 quilômetros quadrados no Cerrado, apontando para a viabilidade de cumprimento da meta do Brasil de desmatamento zero até 2030. O índice é o menor registrado para a Amazônia e o segundo menor para o Cerrado desde a criação do Instituto, em 2007. Em comparação a 2022, a queda é de 74% na Amazônia e 62% no Cerrado.
 

O anúncio foi celebrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que definiu a conquista, numa postagem nas redes sociais, como “fruto do trabalho sério do ICMBio e do compromisso do Governo do Brasil em zerar o desmatamento até 2030”.
 

DIVERSA E SOBERANA — Lula expressou ainda que o resultado decorre do papel fundamental dos povos originários e comunidades tradicionais, que há séculos protegem e cuidam da floresta em seus territórios. “Em poucos dias terá início a COP30, onde o Brasil vai apresentar ao mundo uma Amazônia viva, diversa e soberana. Lá, mostraremos que é possível cuidar da floresta garantindo dignidade e oportunidade para quem vive e cuida dela”, escreveu.
 

Guiada por esta máxima, a visita do presidente, acompanhado pela ministra Anielle Franco (Igualdade Racial) e pelo ministro Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), incluiu diálogo com os quilombolas, semelhante ao que ocorreu no domingo (2/11), quando Lula e ministras visitaram a Comunidade Jamaraquá, uma das 26 comunidades da Floresta Nacional do Tapajós, e a Aldeia Vista Alegre do Capixauã, onde escutaram reivindicações e anunciaram ampliação de acesso a programas federais.
 

Link 

PAPEL ESTRATÉGICO — Os números consolidam o papel estratégico das áreas protegidas no enfrentamento da crise climática. Isso porque os ecossistemas preservados absorvem carbono da atmosfera e o armazenam na biomassa e no solo. Ou seja, manter essas áreas preservadas evita a liberação de grandes quantidades de gases de efeito estufa.
 

ESTABILIDADE CLIMÁTICA — A ministra Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) destacou a importância das Unidades de Conservação para a proteção dos biomas brasileiros e da biodiversidade. “Ao manter serviços ecossistêmicos — estabilidade climática e regulação das chuvas —, as UCs beneficiam toda a sociedade e a própria economia brasileira”, pontuou.
 

AMPLIAÇÃO DE ÁREAS — Nesta perspectiva, o governo brasileiro retomou a política de fortalecimento das Unidades de Conservação (UCs) federais, com a criação ou ampliação de 14 áreas desde 2023, nos biomas Caatinga, Mata Atlântica, Amazônia e Cerrado, além de áreas marinho-costeiras, somando cerca de 550 mil hectares. Além disso, 59 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) foram criadas neste período.
 

MENSAGEM — “Às vésperas da COP, a mensagem que levamos aos chefes de Estado e à sociedade global é simples e firme: investir na criação, ampliação e consolidação das Unidades de Conservação é uma das estratégias mais eficazes para enfrentar a mudança do clima”, enfatizou o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Pires.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Governo de Goiás seleciona oito empresas para expansão do Daia e geração de 700 empregos

Oito novas indústrias vão se instalar no Daia com expectativa de investir R$ 93,4 milhões e gerar 700 empregos diretos - Foto: Codego

Investimentos somam R$ 93,4 milhões e reforçam o papel de Anápolis como principal polo industrial e logístico do Centro-Oeste
 


A chegada de oito novas indústrias à área de expansão do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) deve movimentar a economia local com investimentos que somam R$ 93,4 milhões e gerar 700 empregos diretos. As empresas foram selecionadas via processo licitatório conduzido pelo Governo de Goiás, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), em parceria com a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra).
 

A seleção integra o Procedimento Licitatório Especial nº 02/2024, que teve como objetivo definir as empresas que vão se instalar na Plataforma Logística Multimodal do Daia (Daiaplam) — área destinada à ampliação do distrito. As empresas classificadas no processo foram: Agroquima Prod. Agropecuários, Brook S/A, Metalúrgica Galvanaço Ltda., Anika’s Exports, Imports e Distribuição, KDL Transportes e Logística, Comércio Atacadista Pontual, BR Group Ambiental e Facchini S/A.
 

Como destaca o presidente da Codego, Francisco Jr., a homologação do processo reafirma o compromisso da estatal de estimular o desenvolvimento regional, atrair investimentos privados e gerar novas oportunidades de emprego e renda para a população. “Empresas que cumpriram os requisitos do edital têm segurança jurídica garantida e direito às escrituras dos terrenos, reduzindo risco de litígio ou especulação, o que nunca aconteceu no distrito até então”, afirma.
 

Com a conclusão do processo licitatório, as empresas selecionadas já podem começar a construção das suas unidades no Daia, tendo um prazo de dois anos para finalizar toda a instalação.
 

DaiaPlam
Localizado às margens da BR-153 em uma área de 1,7 milhão de metros quadrados próximo ao aeroporto de cargas e interligado às ferrovias Norte-Sul e Centro-Atlântica, o Daiaplam foi planejado para consolidar Anápolis como o principal hub logístico do Centro-Oeste, oferecendo infraestrutura moderna, acesso facilitado e integração multimodal de transporte.
 

Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás – Governo de Goiás