Adasa e ANEEL celebram convênio para o fortalecimento da fiscalização do setor elétrico no DF
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) celebram, no dia 26 de junho, às 17h, no Salão Nobre do Palácio do Buriti, o Convênio de Cooperação nº 01/2026, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada na fiscalização dos serviços e instalações de energia elétrica no Distrito Federal.
O instrumento prevê a delegação de competências da ANEEL à Adasa para a execução de atividades complementares relacionadas ao setor elétrico, em regime de gestão associada de serviços públicos, ampliando a capacidade institucional e promovendo maior eficiência da fiscalização no âmbito distrital.
A parceria deve contribuir diretamente para o fortalecimento da fiscalização dos serviços prestados pela concessionária local de distribuição de energia elétrica e possibilitará um acompanhamento mais minucioso da continuidade e da qualidade do serviço oferecido à população.
Em última análise, o convênio reforça o compromisso das agências com a oferta de energia elétrica segura, disponível e de qualidade para os consumidores do DF. Com a formalização do acordo, o Distrito Federal se tornará a 16ª unidade da federação a integrar o modelo de descentralização das atividades do setor elétrico.
Atualmente, Alagoas, Amapá, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe já mantêm convênios vigentes com a ANEEL, fortalecendo a atuação local na supervisão da distribuição de energia.
A iniciativa representa um avanço na cooperação federativa e na modernização das ações de fiscalização do setor, contribuindo para a integração institucional, segurança regulatória e melhoria dos serviços prestados aos cidadãos brasilienses.
Foto: Neoenergia
Calor extremo, seca prolongada e trânsito: o desafio climático que passa pela mobilidade urbana em Goiânia
Especialista avaliam o impacto da frota urbana na qualidade do ar e discutem se a eletrificação do transporte coletivo avança na mesma velocidade das mudanças climáticas
As ondas de calor cada vez mais intensas, os longos períodos de estiagem e a redução da cobertura vegetal urbana transformaram a crise climática em uma realidade perceptível para quem vive em Goiânia. Em setembro de 2024, por exemplo, a capital registrou umidade relativa do ar abaixo de 12% em diversos dias, índice comparável ao observado em regiões desérticas, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Ao mesmo tempo, o crescimento da frota de veículos e a dependência do transporte individual continuam ampliando as emissões associadas à mobilidade urbana.
A discussão ganha relevância neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. Embora Goiânia tenha sido historicamente reconhecida pela arborização e pelos amplos corredores verdes, especialistas alertam que a expansão urbana e o modelo de deslocamento centrado no automóvel têm aumentado a pressão ambiental sobre a cidade.
Goiânia tenha sido historicamente reconhecida pela arborização e pelos amplos corredores verdes, especialistas alertam que a expansão urbana e o modelo de deslocamento centrado no automóvel têm aumentado a pressão ambiental sobre a cidade.
Dados do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários mostram que as emissões de CO₂ equivalente do transporte rodoviário cresceram cerca de 8% entre 2012 e 2024, acompanhando a expansão da frota nacional. Automóveis responderam por 34% das emissões do setor em 2024. O setor também está diretamente associado à formação de ilhas de calor, ao aumento do consumo energético e à piora da qualidade do ar.
Para Bióloga e Mestre em Biodiversidade na Secretária-Geral de Governo do estado de Goiás, Rayna Chaves, o debate climático precisa incorporar de forma mais clara o papel da mobilidade urbana.
“A mobilidade urbana deve ser tratada como política ambiental, visto que os sistemas de transporte impactam diretamente o clima, a qualidade do ar, a utilização dos recursos naturais e a saúde da população. Ou seja, a forma como as pessoas se desloca nas cidades influencia diretamente a intensificação ou a mitigação desses impactos ambientais.”, afirma.
Frota cresce mais rápido do que a transição energética
Enquanto os efeitos das mudanças climáticas se tornam mais evidentes, a transição para modelos de transporte de baixa emissão ainda avança de forma gradual. Na Região Metropolitana de Goiânia, a implantação dos primeiros ônibus elétricos representou um passo importante para a modernização do sistema. Atualmente, a operação conta com 21 veículos elétricos em circulação e a previsão de ampliação da frota nos próximos anos, dentro do projeto de descarbonização do transporte coletivo conduzido pelo Governo de Goiás.
No entanto, especialistas destacam que o impacto ambiental positivo da medida depende de escala. Embora um ônibus elétrico elimine as emissões locais durante a operação, a participação desses veículos ainda representa uma fração reduzida do sistema de transporte metropolitano.
“A substituição de poucos veículos da frota convencional por ônibus elétricos não é suficiente para reduzir de forma significativa as emissões totais, principalmente em uma cidade marcada pelo crescimento contínuo de automóveis e motos particulares. A eletrificação precisa estar integrada a outras políticas, como incentivo ao transporte coletivo, ciclovias, arborização urbana e planejamento sustentável”, destaca.
O especialista explica que cidades reconhecidas internacionalmente pelos bons indicadores ambientais combinaram eletrificação da frota, priorização do transporte coletivo, incentivo à caminhada, ampliação da infraestrutura cicloviária e restrições ao uso excessivo do automóvel.
Qualidade do ar depende de menos carros nas ruas
Para especialistas em mobilidade, um dos principais desafios das cidades brasileiras é reduzir a dependência do transporte individual motorizado. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2021, o automóvel continua concentrando grande parte dos deslocamentos urbanos nas médias e grandes cidades, contribuindo para congestionamentos, aumento das emissões e consumo excessivo do espaço urbano.
Nesse contexto, o transporte coletivo desempenha papel estratégico não apenas para a mobilidade, mas também para a agenda climática. Um ônibus pode transportar dezenas de passageiros ocupando espaço equivalente ao de poucos automóveis, reduzindo o consumo energético por pessoa transportada e diminuindo a emissão de poluentes.
“O planejamento e o desenvolvimento urbano devem priorizar cidades mais conectadas e eficientes, diminuindo os deslocamentos e a dependência de veículos particulares. Dessa forma, a mobilidade urbana passa a contribuir diretamente para a sustentabilidade ambiental, a saúde pública e a qualidade de vida da população.”, conclui.
Sobre o Mova-se Fórum Nacional de Mobilidade @movaseforumdemobilidade
O Mova-se Fórum Nacional de Mobilidade foi criado em 2021 por especialistas em mobilidade urbana de diversas áreas, com o intuito de discutir e contribuir com soluções para a mobilidade do Brasil. O grupo, que começou com quatro integrantes e hoje conta com mais de 600 profissionais – entre técnicos, pesquisadores e professores do segmento no país, tornou-se destaque em pesquisas e desenvolvimento de conhecimento sobre transporte público, pedestres, vias inteligentes e temas relacionados.
EXPANSÃO DA REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA VAI BENEFICIAR DIVERSOS BAIRROS DE VALPARAÍSO DE GOIÁS APÓS REUNIÃO COM A SANEAGO
Intervenções confirmadas pela Saneago incluem início imediato das obras no bairro Santa Marina e cronograma de expansão para outros
bairros, garantindo avanço no abastecimento de água e no saneamento básico em Valparaíso de Goiás.
Valparaíso de Goiás avança em mais uma etapa importante para a ampliação do sistema de abastecimento de água no município. Em reunião realizada com a participação do prefeito Marcus Vinicius, vereadores, representantes de bairros e a equipe da Saneago, foram confirmadas novas intervenções que irão contemplar regiões que ainda não possuem rede regular de água.
Entre os bairros beneficiados estão o Setor de Chácaras Lourdes Meireles, Chácaras Pirangy, Mansões Santa Marina, Chácaras Bem-Vinda, Chácaras Brasil A e B, Fazenda Taveira, Bairro Unimorar e Parque Ipê. Durante o encontro, foi confirmado que as obras no Setor Mansões Santa Marina terão início imediato, conforme cronograma já estabelecido pela Saneago. Segundo informações técnicas apresentadas, o bairro já havia passado por sondagens preliminares e estava previsto no planejamento de execução desta semana.
Além disso, foi informado que, em até uma semana, será apresentado o cronograma oficial de início das obras nos demais setores contemplados, organizando as próximas etapas de expansão da rede de abastecimento. O prefeito Marcus Vinicius destacou que o avanço é resultado de diálogo institucional e planejamento conjunto, reforçando ainda que o município seguirá trabalhando para ampliar também as redes de esgotamento sanitário em todas as regiões. “Nós vamos tratar de forma séria e Valparaíso vai avançar. Eu quero agradecer aqui nosso governador Daniel Vilela, agradecer toda a equipe da Saneago em nome do Hugo, do Fausto, mas mais do que isso, agradecer a Valparaíso de Goiás, porque com trabalho, com dedicação, com seriedade, mas sobretudo com diálogo, a gente consegue resolver as coisas e entregar benefícios para nossa comunidade. Muito obrigado a todos e em breve vocês vão acompanhar o início das obras”, afirmou.
Representantes da comunidade também celebraram o avanço. Uma liderança local destacou que a reunião foi “uma grande vitória para os bairros mais necessitados”, ressaltando a expectativa de início imediato das obras em Santa Marina e a inclusão dos demais setores no cronograma oficial.
O representante do Parque Ipê também comemorou a definição do planejamento. “Já existe um cronograma assinado que vai determinar prazos para entrada na fila de execução, contemplando não apenas água, mas também esgoto e infraestrutura”, afirmou, destacando que a região reúne cerca de 800 moradores. Já o presidente do Setor de Chácaras Lourdes Meireles ressaltou a importância da organização do cronograma e do acompanhamento das lideranças comunitárias.
Segundo ele, a articulação junto ao poder público e à Saneago foi fundamental para garantir o avanço das demandas históricas da região.
Com as definições estabelecidas, a Prefeitura de Valparaíso de Goiás e a Saneago reforçam que o cronograma seguirá em execução ao longo das próximas semanas, com novas etapas de ampliação da rede de abastecimento e planejamento de futuras intervenções em saneamento básico.
A expectativa é de que as obras representem um avanço significativo na qualidade de vida dos moradores, garantindo mais acesso à água tratada e fortalecendo a infraestrutura urbana do município.
Governo do Brasil anuncia reforço de R$ 140 bilhões para a Nova Indústria Brasil

Com o novo aporte, política industrial ultrapassa marca de R$ 750 bilhões em investimentos até 2026. No evento que comemorou os 74 anos do BNDES também foram anunciadas medidas para transição energética e desenvolvimento sustentável
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia em comemoração aos 74 anos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), nesta segunda-feira, 22 de junho. No evento, foram anunciadas iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria brasileira, à inovação, à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável.
O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República
Em seu discurso, o presidente Lula parabenizou o BNDES, mencionando a confiança restabelecida no corpo técnico do banco e os resultados alcançados pela instituição. “O que estamos assistindo hoje é apenas uma demonstração de que o Brasil não pode comportar mais aquele discurso atrasado entre a competência privada e pública. O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”, disse Lula.
NOVA INDÚSTRIA BRASIL — A política Nova Indústria Brasil (NIB) ganhou um reforço de R$ 140 bilhões em recursos para investimentos até dezembro de 2026. Serão R$ 102,5 bilhões disponibilizados pelo BNDES e R$ 37,5 bilhões pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Com o novo aporte, a NIB ultrapassará a marca de R$ 750 bilhões em recursos disponíveis para investimentos entre 2023 e 2026.
Entre os segmentos estratégicos contemplados pela política estão fertilizantes, máquinas agrícolas, insumos farmacêuticos ativos (IFAs), biofármacos, terapias avançadas, mobilidade sustentável, inteligência artificial, audiovisual, minerais críticos e tecnologias duais. Os investimentos buscam fortalecer a soberania produtiva nacional, ampliar a inovação e aumentar a competitividade da indústria brasileira.
Durante a cerimônia, foi lançado o portal Investe Indústria Brasil, desenvolvido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A plataforma funcionará como um mapa da política industrial, identificando intenções de investimento e gargalos setoriais. Para isso, a ABDI receberá informação das empresas dos focos da NIB e vai acompanhar as demandas setoriais.
SUSTENTABILIDADE — Ao apresentar o caminho percorrido pelo BNDES nos 74 anos, o presidente do banco, Aloizio Mercadante, destacou a ampliação do financiamento a projetos de sustentabilidade, por meio do chamado BNDES Verde. “O Fundo Clima aprovava uma média, no período anterior, de R$ 386 milhões por ano. Nós estamos fazendo agora R$ 25,6 bilhões por ano. Nós retiramos da economia, nesse período, com o Fundo Clima, 187 milhões de toneladas de CO2, o que é uma coisa removida ou evitada. É uma mudança de patamar espetacular”, registrou Mercadante.
O presidente do BNDES ressaltou a retomada e expansão do Fundo Amazônia. “O Fundo Amazônia estava zerado nos quatro anos anteriores. Nós fizemos R$ 4,4 bilhões. Só tinha dois doadores e agora tem nove. Ampliamos o leque de apoio e a COP30 deu uma grande visibilidade a esse instrumento e ao que nós estamos fazendo. 75% dos municípios da Amazônia têm apoio do Fundo Amazônia e 650 instituições trabalham em parceria com o Fundo, com toda a transparência”, destacou.
MINERAIS CRÍTICOS – O BNDES e a Petrobras formalizaram parceria para a construção de iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) relacionadas a minerais críticos e estratégicos vinculados às cadeias da transição energética e de óleo e gás.
A parceria vai permitir a troca de informações e realização de análises das principais lacunas de capacidade produtiva ou tecnológica, projetos e iniciativas em execução e em fase de desenvolvimento, bem como de novas iniciativas que contribuam para o desenvolvimento das cadeias de transição energética e de óleo e gás.
A presidenta da Petrobras, Magda Chambriard, ressaltou o potencial brasileiro no mercado de minerais estratégicos. “A Petrobras quer dominar o cenário de tecnologia no Brasil. Minerais críticos têm papel central. Lítio, níquel, grafite, terras raras, tudo é indispensável para a eletrificação. O Brasil tem uma posição privilegiada nesse contexto e a gente quer participar disso. Queremos um Brasil numa cadeia global de fornecimento. Queremos a Petrobras participando dessa cadeia global”, afirmou Chambriard.
RESTAURAÇÃO FLORESTAL – Durante o evento também foi anunciado o resultado do primeiro leilão do ProFloresta+, iniciativa conjunta do BNDES e da Petrobras voltada à compra de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica de áreas degradadas na Amazônia.
Três empresas foram selecionadas para fornecer cinco milhões de créditos de carbono originados de projetos de restauração com espécies nativas no bioma amazônico. A iniciativa deverá mobilizar cerca de R$ 450 milhões em investimentos, apenas em plantio, gerar 6,3 mil empregos verdes, viabilizar o plantio de mais de 25 milhões de árvores nativas e capturar 5 milhões de toneladas de carbono.
GESTÃO — A ministra da Gestão e da Inovação (MGI), Esther Dweck, destacou o papel do BNDES nos principais ciclos de transformação econômica, social e produtiva do país. “Essa visão de desenvolvimento não acontece por acaso. É fruto de planejamento, coordenação institucional, investimentos estratégicos e atuação de instituições públicas comprometidas com a soberania nacional”, disse a ministra.
INOVAÇÃO — Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou a trajetória do banco e sua valorização. A titular do MCTI destacou o alinhamento da política indústrial com a inovação. “Esse resgate está no centro da estratégia do governo do presidente Lula, de fortalecer o Estado como planejador e impulsionador do desenvolvimento. Assim como o BNDES, o MCTI, ao lado da Finep e da Embrapii, é parte essencial desse projeto. A indústria do futuro é verde, digital e intensiva em conhecimento e tecnologia”, afirmou Luciana.
MICROMOBILIDADE – Também foi anunciado a aprovação de financiamento de R$ 340 milhões do BNDES para a Tembici adquirir até 85 mil bicicletas elétricas (e-bikes) que serão alugadas a entregadores de plataforma digitais com custo 25% menor do que o atual.
Com recursos do Fundo Clima e em parceria com o iFood, o projeto pretende ampliar o acesso à micromobilidade elétrica, aumentar a produtividade e a rentabilidade dos entregadores e reduzir custos operacionais. A iniciativa prevê a aquisição de 42,5 mil bicicletas elétricas até o final de 2027, além de outras 42,5 mil unidades destinadas à reposição da frota até 2031.
Além do impacto social, o projeto deverá contribuir para evitar a emissão de 107,2 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente até 2032 e impulsionar a cadeia produtiva nacional, com a fabricação das bicicletas no Brasil. As bicicletas poderão ser utilizadas tanto nas atividades de entrega quanto nos deslocamentos cotidianos dos trabalhadores, ampliando o acesso a uma alternativa de transporte mais econômica e sustentável.
RESULTADOS — Para o ministro do Planejamento e Orçamento (MPO), Bruno Moretti, a retomada do BNDES tem sido acompanhada por uma presença mais forte do banco no orçamento da União. “Os resultados desta gestão são visíveis. Não só um crescimento da economia muito acima dos últimos períodos, mas um crescimento com qualidade: retomada da Indústria e investimentos produtivos que são fundamentais. O BNDES tem sido fundamental no apoio à Indústria, infraestrutura e ao agro”, destacou.
CRESCIMENTO ECONÔMICO — O ministro Márcio Elias, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ressaltou a importância estratégica do BNDES para o crescimento econômico do país. “Não há país que possa abrir mão de um banco de desenvolvimento. Que bom seria que todos tivessem um BNDES como seu banco de desenvolvimento, sobretudo em setores estratégicos. Banco de desenvolvimento é sempre um indutor do desenvolvimento sustentável”.
Márcio Elias destacou que o BNDES está presente em diversas ações do MDIC. “O BNDES tem sido fundamental porque ele vê, desde o seu nascimento, o Brasil do futuro, que nós queremos chegar. E estamos construindo esse futuro a partir das decisões que tomamos agora”, afirmou.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República









