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O que é a Campanha Sinal Vermelho?

A Campanha Sinal Vermelho foi lançada em junho de 2020 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), como resultado do grupo de trabalho criado para elaborar estudos e ações emergenciais voltados a ajudar as vítimas de violência doméstica durante a fase do isolamento social, em razão da pandemia da COVID-19.

Em março e abril de 2020, o índice de feminicídio cresceu 22,2% em todo o Brasil, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. É importante ressaltar que, conforme dados da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicícios e Feminicídios da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF), verificou-se que em 2020, no Distrito Federal, 94% das vítimas de feminicídio não realizaram boletim de ocorrência ou fizeram alguma denúncia antes da fatalidade.

Isso reforça que a maioria dessas mulheres não perceberam que estavam dentro do contexto do ciclo da violência doméstica, o que denota uma subestimação da situação de agressão/ameaça a que estavam sujeitas, e que, infelizmente, resultou na morte trágica de algumas mulheres.

Muitas não buscam ajuda ou relatam suas experiências a mecanismos formais devido à vergonha, medo de represálias ou falta de conhecimento sobre como acessar a ajuda disponível.

Diante de tal realidade, surgiu a Campanha do Sinal Vermelho para ser uma ferramenta alternativa e segura de denúncia e acolhimento, bem como de enfrentamento à violência de gênero. A proposta é engajar a sociedade para auxiliar a mulher isolada, sem acesso a celular, computador, familiares, presa em sua própria casa, para que possa denunciar, de forma silenciosa, uma situação de violência que esteja vivendo. Ela pode ir a uma farmácia, drogaria, supermercado, hotel ou condomínio participante da ação e apresentar um X vermelho desenhado em uma das suas mãos a um dos atendentes do local, orientado a pedir ajuda à polícia.

A Campanha Sinal Vermelho no âmbito do Distrito Federal

A Campanha Sinal Vermelho agora é Lei no Distrito Federal. O texto foi publicado em 11/11/2020, Lei n° 6.713/2020, com especial destaque para o disposto no artigo 2° da norma, ao prever que:

“O protocolo básico e mínimo do programa de que trata esta Lei consiste em que, ao identificar o pedido de socorro e ajuda, por meio da visualização da marca, conforme descrito no parágrafo único do art. 1º, ou ao ouvir o código “sinal vermelho”, o atendente de farmácia, repartição pública, portaria de condomínio, hotel ou supermercado, com o nome da vítima e o seu endereço ou telefone, ligue imediatamente para os números 190 (Emergência – Polícia Militar), 197 (Denúncia – Polícia Civil) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher) e reporte a situação”.

O Decreto n° 41.695, publicado em 07 de janeiro de 2021, regulamentou a referida Lei e instituiu o Programa de Cooperação Código Sinal Vermelho na capital federal.

Por que aderir?

• Para se engajar na luta pela proteção das mulheres no Brasil. O país ocupa a 5ª posição no ranking dos mais violentos contra a mulher, e a denúncia da violência é muito importante para mudar essa realidade.

• Para ter responsabilidade social.

• Porque o ativismo agrega valor à marca das empresas participantes.

Como participar

Representantes ou entidades representativas de farmácias, condomínios, supermercados, hotéis em funcionamento em todo DF que quiserem aderir à Campanha devem enviar o termo de adesão assinado digitalmente, em formato de foto, para o e-mail: sinalvermelho@mulher.df.gov.br.

O documento de adesão; as cartilhas; os vídeos tutoriais e o cartaz – que deve ser afixado em local visível do estabelecimento – estão disponíveis para download AQUI.

Qual será a ação mobilização?

• Quando a vítima apresentar o “x” vermelho escrito na palma da mão, o atendente deverá, se possível, conduzi-la a um espaço reservado.

• O funcionário do estabelecimento deve agir com rapidez, acolhimento e discrição.

• Se possível, anote os dados da vítima: nome completo, endereço, CPF e/ ou registro de identidade e telefone.

• Ligue para o 190 e acione a Polícia Militar.

• Se a mulher tiver que deixar o local, repasse os dados para a polícia.

Fonte: www.mulher.df.gov.br

Aumento de vagas para aprovados da PM e Bombeiro do DF entra em pauta na Câmara Federal

A pedido de Hermeto, deputada Flavia Arruda inclui as demandas na pauta da Comissão Mista de Orçamento

Por Larissa do Vale

Na tarde desta quarta-feira (10) o deputado distrital Hermeto (MDB) levou os aprovados do concurso da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do DF para uma reunião na Câmara Federal com a deputada Flávia Arruda, presidente da Comissão Mista de Orçamento e o deputado Felipe Carreras, responsável pela Relatoria da Economia.

O grupo de aprovados pleiteia pelo aumento de turma, e para que isso se concretize, é necessário o aumento da previsão orçamentária deste ano.

Na reunião ficou definido que as demandas entrarão em pauta na Comissão Mista de Orçamento para apreciação na intenção, esforço e tentativa do aumento das turmas previstas na Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.

“Sei que este é apenas mais um passo, mas continuaremos na luta pela nomeação de todos os aprovados. Os candidatos merecem e estão aptos pois passaram por todas as fases do concurso e a população precisa de mais policiais nas ruas. ” Concluiu Hermeto.

Fonte: Hermeto.com.br

Audiência de Delmasso debate diretrizes para plano de prevenção de desastres hídricos

Por Marco Túlio Alencar

A necessidade de “estar preparado” para evitar prejuízos humanos e materiais ante os desastres hídricos foi evidenciada em audiência pública da Câmara Legislativa que debateu diretrizes para a elaboração do Plano Distrital de Proteção e Defesa Civil. Por iniciativa do deputado Delmasso (Republicanos, o tema foi discutido por especialistas, em videoconferência na noite desta quinta-feira (11). Preocupações com recentes eventos, como o rompimento da barragem em Mariana (MG), levaram o parlamentar a apresentar proposta nesse sentido.

“A múltipla dimensão desse tipo de desastre, que atinge populações, instituições, culturas e ecossistemas, exige um planejamento articulado entre órgãos públicos de gestão de recursos hídricos e de gestão de proteção e defesa civil, com a participação da sociedade e entidades, para a construção compartilhada de soluções e a garantia de participação de todas as partes”, afirma o distrital no justificava do projeto de lei nº 630/2019, que propõe as diretrizes do plano.

Na audiência pública, Delmasso explicou que legislação federal estabelece às unidades da federação acionarem os órgãos de segurança para que sejam instituídas políticas nessa direção. Para tanto, ele convidou representantes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, entre outras áreas do governo, para tratar da questão. Todos os participantes ratificaram as ações preventivas como primordiais para evitar maiores danos. Outra questão debatida foi o apoio de voluntários nessas situações que acabam atingindo a parte mais vulnerável da população que, na maioria das vezes, não tem percepção dos riscos. O trabalho voluntário é assunto de outra proposição de autoria de Delmasso – PL nº 631/2019.

Trabalho conjunto

Para Edna Gonçalves de Oliveira, especialista na matéria, atualmente professora para turmas do Corpo de Bombeiros, o importante em caso de desastres hídricos é que cada área faça sua parte. “Há quem acredite que no Brasil e no Distrito Federal não acontecem desastres. Mas acontecem sim, e a sociedade é prejudicada. A defesa civil é um trabalho conjunto entre o governo e a comunidade e não tem como ser diferente”, afirmou, apoiando o treinamento de voluntários.

Comandante do Grupamento de Proteção Civil do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Sinfronio Lopes Pereira, chamou a atenção para as barragens instaladas no DF. “A do Paranoá tem um plano de evacuação, mas precisamos estender os cuidados para as demais. É necessário trabalhar na prevenção, pois, depois dos desastres, os danos já ocorreram”, alertou. Também propugnou a necessidade de mais incentivos ao trabalho voluntário.

Por sua vez, Alan Alexandre Araújo, subsecretário do Sistema de Defesa Civil do DF, destacou que esse é um trabalho que “não se faz sozinho”, por isso, salientou, o símbolo da defesa civil: “São duas mãos: uma ajudando a outra, em prol do bem comum”. Já a coronel reformado do Corpo de Bombeiros Solange Ribeiro, que durante muito tempo participou de ações dessa natureza, ratificou a necessidade de elaboração de um plano de prevenção para atender às necessidades das comunidades afetadas pelos desastres naturais e exaltou a participação dos voluntários.

Fonte: Delmasso.com.br

Quem participar de aglomeração vai pagar multa pesada

Governo monitora eventos pré-agendados pelas redes sociais e promete esforços para cumprir os decretos de restrição

Por Marlene Gomes

No primeiro final de semana com o toque de recolher, decretado pelo Governo do Distrito Federal, para evitar a contaminação pelo covid-19, quem estiver pensando em burlar a lei pode se preparar para abrir o bolso e pagar multa. A força-tarefa Toque de Recolher, que fiscaliza o cumprimento do decreto, vai estar nas ruas para multar promotores ou participantes de festas clandestinas. A multa é pesada – provocar aglomeração custa  até R$ 20 mil.

“Estamos rastreando anúncios de festas clandestinas. Dessa vez, os produtores, e quem estiver no local, serão multados”Cristiano Mangueira, titular da Secretaria DF Legal

O Decreto 41.849, de 27 de fevereiro de 2021, dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da covid-19. O documento estabelece a multa de R$ 20 mil para quem causar aglomeração e o pagamento de R$ 4 mil se qualquer pessoa no recinto estiver sem máscara. Já quem estiver presente a um evento clandestino paga R$ 1 mil.

Na segunda-feira (8), as medidas estabelecidas em fevereiro foram prorrogadas por meio do Decreto 41.874 , que instituiu o toque de recolher, das 22h às 5h, até o dia 22 de março. O novo documento atinge a circulação de pessoas nas ruas, sob pena de multa de R$ 2 mil.

Monitoramento

A força-tarefa de fiscalização já está monitorando a movimentação nas redes sociais dos grupos com potencial de realizar eventos escondidos, durante o final de semana. “Estamos rastreando anúncios de festas clandestinas. Dessa vez, os produtores, e quem estiver no local, serão multados. E não vamos titubear em aplicar a totalidade das multas. A fase de orientação já se esgotou”, disse o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira.

“Quem não quiser cumprir a lei está sujeito a ser autuado de acordo com os artigos 268 e 330 do Código Penal”Coronel Julian Pontes, comandante da PMDF

As festas clandestinas são divulgadas pelas redes sociais. Os avisos são destinados, geralmente, a grupos específicos, que tratam de espalhar a notícia entre seus seguidores. Esses eventos são realizados em galpões, chácaras, bares ou mesmo residências e concentram centenas de jovens. Dados nacionais revelam o aumento de 25% no número de jovens infectados no país.

O comandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Coronel Julian Rocha Pontes, anunciou a participação de 16 equipes atuando na fiscalização. Ao contrário das semanas anteriores, a efetiva punição vai ganhar espaço no lugar da orientação do cidadão. “Quem não quiser cumprir a lei está sujeito a ser autuado de acordo com os artigos 268 e 330 do Código Penal”, enfatizou o Coronel Pontes.

O artigo nº 268, do Código Penal Brasileiro, estabelece pena de detenção, de seis meses a um ano, e multa para quem “Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”.

Já o artigo nº 330 do Código Penal prevê pena de detenção de quinze duas a seis meses, e multa para quem desobedecer a ordem legal de funcionário público.

Apelo público

O secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, informou que mesmo tendo caído um pouco, o índice do vírus da covid-19 no Distrito Federal ainda está muito alto. “Esse índice hoje é de 1.20, sendo que ele estava em 1.38 na segunda-feira. Mesmo ele tendo diminuído, ainda é um número alto”, analisou o secretário.

O índice de 1.20 significa que cada 100 infectados podem contaminar outras 120 pessoas.

“A hora é de união e de pensarmos na coletividade. Fiquem em suas casas”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil

Rocha fez um apelo para que os jovens, o maior público das festas clandestinas na capital, não compareçam a esses eventos. Pediu também que transitem com responsabilidade, quando tiverem que sair de casa, usando máscara e evitando aglomerações. “Se preocupem com os seus pais, avós e as pessoas que não têm a força de vocês e que podem ser contaminados pelo Covid-19. A hora é de união e de pensarmos na coletividade. Fiquem em suas casas”, disse.

A força-tarefa reúne as forças de segurança – polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) – secretarias DF Legal, Mobilidade, Agricultura e  Economia, além da Vigilância Sanitária, do Ibram e do Procon. O grupo é coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF).

Fonte: Agência Brasília

Governo antecipa pagamento de R$ 23 milhões para quitar dívida deixada com então programa Bolsa Universitária

Governador Ronaldo Caiado pagará nesta sexta-feira (12/3) todas as 10 parcelas referentes a 2021 com Instituições de Ensino Superior credenciadas à OVG. “Governos anteriores sempre usaram a Bolsa para fins eleitoreiros, penalizando os que têm a função de educar os goianos. Mas este Governo cumpre sua responsabilidade social com os goianos que buscam qualificação”, defende a primeira-dama Gracinha Carvalho Caiado

O Governo de Goiás repassou R$ 23,3 milhões à Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), entidade responsável pela administração do então Programa Bolsa Universitária — reformulado pela atual gestão como Universitário do Bem (ProBem) —, para quitar parte da dívida deixada pelos governos anteriores com Instituições de Ensino Superior (IES) credenciadas à iniciativa. O valor será destinado ao pagamento de todas as parcelas deste ano, previstas no acordo firmado em 2019. O anúncio do pagamento foi feito pela presidente de honra da Organização e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Carvalho Caiado, e diretoria da OVG em reunião virtual com representantes das IES, nesta terça-feira (9/3).

Em 2019, quando a atual gestão assumiu a OVG, o então Programa Bolsa Universitária encontrou uma dívida de mais de R$ 76 milhões. As administrações anteriores deixaram de pagar oito meses a 82 faculdades e universidades parcerias do programa. Consciente que aqueles que prestam serviços para a população não podem ficar no prejuízo e muito menos os bolsistas, uma das primeiras atitudes tomadas pelo governador Ronaldo Caiado foi reunir-se, no primeiro mês do seu mandato, com o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Educação Superior do Estado de Goiás (Semesg) e buscar uma solução para o problema.

A partir dessa reunião, o Governo de Goiás e a OVG elaboraram um cronograma para o pagamento, dentro de um parcelamento que fosse possível e, desde então, já pagou R$ 37 milhões. Além disso, sempre mantiveram rigorosamente em dia o pagamento junto as instituições de ensino superior credenciadas, como determina a lei.

Mesmo em meio à maior crise sanitária e econômica das últimas décadas, a gestão responsável e comprometida do governador Ronaldo Caiado conseguiu antecipar o pagamento das instituições de ensino, como uma forma de respeito àqueles que preparam a juventude para o futuro. Com o adiantamento das parcelas de 2021, vão ficar faltando apenas os seis meses de 2022, restando cerca de R$ 13 milhões para quitar a dívida toda, deixada pelos governos passados.

Na reunião virtual realizada nesta terça-feira, o presidente do Semesg, Jorge de Jesus Bernardo, disse que toda a equipe do atual governo sempre atuou com seriedade e elogiou a criação do Programa Universitário do Bem (ProBem), implantado em janeiro deste ano. “Esse Programa realmente é fundamental e precisava, de fato, ser aperfeiçoado. Acreditamos na gestão do governador Ronaldo Caiado, agradecemos essa parceria e o grande trabalho que vocês vêm desenvolvendo em nosso Estado. Esse pagamento ajudará muito nossas instituições”, garante o presidente do Semesg.

Para o reitor da UniEvangélica, Carlos Hassel, a incorporação do ProBem como uma política de Estado é um grande legado que o governador Ronaldo Caiado deixará para Goiás. “Esse Programa representa um estímulo muito grande para aqueles alunos que não têm condições de arcar com as mensalidades. Esse é um programa belíssimo que se caracteriza como uma nova realidade para nosso Estado”, enfatiza.

Compromisso

Sancionado pelo governador Ronaldo Caiado em 5 de janeiro de 2021, o ProBem democratiza o acesso ao ensino superior ao usar um banco de dados nacional, capaz de identificar as famílias mais vulneráveis em cada um dos municípios goianos. A seleção dos bolsistas levará em conta a condição de vida da família, não apenas a renda, avaliando os dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), tais como: qualidade da moradia, dificuldade de acesso à educação, inclusive com análise da existência de familiares (como pais) analfabetos ou semianalfabetos.

O programa, que atualmente tem 6 mil bolsas ativas, destina parte das vagas às chamadas profissões do futuro e para aquelas áreas de formação que atendem às demandas por mão de obra em todas as regiões do Estado, além de abrir portas para a qualificação e oportunidade de emprego através do Banco de Oportunidades.

A presidente de honra da OVG e coordenadora do GPS, Gracinha Carvalho Caiado, comenta que governos anteriores sempre usaram a Bolsa Universitária com fins eleitorais, penalizando os que têm função de educar os goianos.

“O governador Ronaldo Caiado sempre provou ser outro tipo de governo. Ao criar o ProBem e, agora, ao repassar esses 23 milhões de reais para pagar uma dívida herdada, mostra que Goiás não é um Estado caloteiro. Pelo contrário, honra com o seu compromisso e busca constantemente o desenvolvimento e melhoria de vida para aqueles mais precisam”, completa Gracinha Carvalho Caiado, lembrando que as faculdades e a universidades vivem um momento de dificuldades financeiras, com a evasão de alunos, devido a Covid-19.

A diretora-geral da OVG, Adryanna Melo Caiado, agradece mais esse apoio que o Governo de Goiás dá para que a instituição possa continuar sua missão de trabalhar por um futuro melhor. “Temos que reconhecer o trabalho incansável do Governo e sua responsabilidade social. O nosso sentimento é positivo e de muita alegria por fazer parte de um time que faz com que o lado humano possa ser melhorado a cada dia.”

Detran-DF libera área para Parque Burle Marx na metade do tempo previsto

O parque ambiental faz parte do projeto de desenvolvimento do Setor Noroeste

Por Vanessa Olinto

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal – Detran/DF concluiu a megaoperação para desocupar 22.000m² de terreno que era usado como depósito de veículos recolhidos. O espaço pertence ao Parque Burle Marx e faz parte do projeto de desenvolvimento do Setor Noroeste.

A força-tarefa esperava concluir a transferência dos 1.602 veículos em 30 dias, considerando o período de chuvas frequentes e a realização do trabalho em dias úteis. Mas, com o serviço realizado aos finais de semana e inclusive no período noturno, foi possível finalizar em apenas 15 dias toda a remoção.

De 23 de fevereiro a 7 de março, foram deslocados, em média, 106 veículos diariamente para o espaço de pouco mais de 30.000m² cedido pelo Departamento de Estradas de Rodagem – DER.

“Retiramos as carcaças de automóveis com problemas judiciais que ocupavam uma área do Parque Burle Max há mais de 30 anos. Uma demanda antiga da população e, principalmente, dos ambientalistas. Fico feliz em ter conseguido resolver esse problema em apenas um ano de gestão, para que o projeto do Parque seja concluído e a população possa usufruí-lo como deve ser”, comemora o diretor-geral do Detran, Zélio Maia.

Para o presidente do Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão, “o que estamos realizando aqui é algo muito importante, é recuperação ambiental que representa um grande ganho para a sociedade e para o meio ambiente.”

Força-tarefa
A operação conta com o apoio de vários órgãos do Governo do Distrito Federal. Além do Detran, também integram a força-tarefa o Instituto Brasília Ambiental, a Secretaria de Governo (Segov), a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Polícia Civil (PCDF) e Polícia Militar (PMDF).

Fonte: (Ascom/Detran-DF)

Bolsonaro perde para Lula, Ciro e Haddad no segundo turno, diz pesquisa

O ex-ministro Mandetta também derrotaria o atual presidente; Moro atingiu recorde de rejeição, segundo Atlas Político

Se as eleições presidenciais fossem hoje, o presidente Jair Bolsonaro perderia no segundo turno para o ex-presidente Lula e para os ex-ministros Ciro Gomes e Luiz Henrique Mandetta. É o que mostra a pesquisa da consultoria Atlas, divulgada pelo El País nesta quinta-feira 11.

Bolsonaro seria derrotado também por Fernando Haddad (PT), caso fosse ele o escolhido pelo partido.

Em uma simulação de primeiro turno, a pesquisa mostra Bolsonaro com 32,7% das intenções de voto, contra 27,4% de Lula. Ambos tiveram os melhores resultados.

Na sequência, aparecem o ex-ministro Sergio Moro (9,7%), Ciro Gomes (7,5%), Luiz Henrique Mandetta (4,3%), o governador  João Doria (4,3%) e o apresentador Luciano Huck (2,5%).

Já no segundo turno, o cenário muda para o presidente. Lula aparece com 44,9% contra 36,9% de Bolsonaro, 16,3 pontos de diferença. Na simulação de segundo turno com Ciro, o pedetista também bate Bolsonaro (44,7% contra 37,5%).

O ex-ministro da Saúde do atual governo também venceria Bolsonaro no segundo turno. Mesmo que no primeiro turno não tenha um numero significativo, Mandetta bateria o antigo chefe por 46,6% contra 36,9%.

Rejeição de Bolsonaro e Moro aumenta 
Na pesquisa, 60% dos entrevistados desaprovam o atual ocupante do Planalto, contra 34,8% que o apoiam. Trata-se de uma queda de três pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em 21 de janeiro…

Mandetta é o político com a imagem mais positiva entre os líderes medidos pela pesquisa (40%), seguido por Bolsonaro, que tem 36% de imagem positiva, contra 60% de negativa.

Lula aparece com os mesmos 36% de índice positivo do presidente, alta de três pontos em relação a janeiro,

Moro atingiu o seu recorde de rejeição. O ex-juiz da Lava Jato aparece com 63%, a maior desde que o Atlas começou a medir.

Já o governador tucano João Doria estabilizou sua imagem positiva (25%), mas ainda tem uma rejeição muito alta (60%).

A pesquisa Atlas foi realizada com 3.721 entrevistas feitas por questionários aleatórios via internet. As respostas são calibradas por um algoritmo de acordo com as características da população brasileira.

Fonte: Carta Expressa

CLDF aprova Gilberto Occhi para presidir Iges-df

Indicado ao cargo recebeu 15 votos durante sessão extraordinária realizada online nesta quarta-feira (10)

O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou na quarta-feira (10), por 15 votos favoráveis e dois contrários, o nome de Gilberto Occhi para ocupar em definitivo o cargo de diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). Occhi agora passa a dirigir oficialmente uma instituição que administra o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria e seis unidades de pronto atendimento (UPAs).

Ministro da Saúde no Governo Temer, Gilberto Occhifoi convidado pelo próprio governador Ibaneis Rocha para assumir o cargo. O nome dele foi aprovado pelo Conselho de Administração do instituto em reunião no dia 18 de fevereiro. Logo depois, a Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc) da CLDF referendou a decisão do Conselho.


A Câmara Legislativa reagiu bem à indicação do governador. Tanto que, na votação de quarta, realizada pela internet, só dois parlamentares da bancada de oposição votaram contra: os deputados Leandro Grass (Rede) e Fábio Felix (Psol).

Ainda não está marcada a data da posse do novo presidente do Iges-DF. Isso porque, Occhi também foi diagnosticado com covid-19 ainda em fevereiro. Ele vem sendo tratado na própria residência, seguindo as recomendações médicas, mas ainda sem previsão de alta.


Ao tomar conhecimento da decisão da Câmara, Occhi agradeceu ao governador Ibaneis e aos parlamentares “pela confiança em mim depositada para que o Iges-DF cumpra sua missão de melhorar o atendimento à saúde da população do Distrito Federal”.


O novo presidente reafirmou ainda o compromisso que assumiu ao ser sabatinado pela Câmara: “Vamos implementar as mudanças necessárias para que tenhamos possibilidade de pagar os nossos compromissos em dias, ter assistência de qualidade nos hospitais e upas e entregar novos serviços”.


 Currículo

Gilberto Occhi tem ampla experiência em administração pública. Entre abril de 2018 e janeiro de 2019, foi ministro da Saúde e presidente da Caixa Econômica Federal na gestão de Michel Temer. Antes, ainda na esfera federal, foi ministro das Cidades e ministro da Integração Nacional no governo de Dilma Rousseff.


Ainda em 2019, Occhi passou a atuar no Governo do Distrito Federal (GDF). Foi escolhido pelo governador Ibaneis Rocha para presidir a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). O gestor volta à política local assumindo o Iges-DF para dar continuidade ao trabalho de prestação de serviço humanizado à população.

Ceilândia recebe em abril a nova Casa da Mulher Brasileira

Unidade localizada na CNM1 abre portas à população no próximo mês

As mulheres em situação de violência do Distrito Federal vão poder contar com um espaço de atendimento humanizado de excelência. O primeiro passo para que elas possam a ter acesso a esse serviço foi dado na tarde dessa quarta-feira (10), quando a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, recebeu as chaves do prédio que vai abrigar a nova Casa da Mulher Brasileira. A primeira etapa da instituição começa a funcionar no início de abril.

“Vamos oferecer um atendimento integral às mulheres. Aqui será um espaço onde pretendemos realizar até a capacitação das mulheres”Ericka Filippelli, secretária da Mulher

“É um sonho que está se tornando realidade”, disse, emocionada, Ericka Filippelli. Parece exagero, mas não é. A abertura da Casa da Mulher, em Ceilândia, é resultado da luta do GDF, que buscou todos os meios para reativar um dos mais importantes instrumentos de atendimento e acolhimento de mulheres em situação de violência. A unidade é, na realidade, uma conquista e um presente à mulher brasiliense.

A vitória foi captaneada pela Secretaria da Mulher, Ericka Filippelli, para oferecer um local digno de acolhimento às mulheres em situação de vulnerabilidade, desde que o prédio da instituição, na Asa Norte, foi interditado pela Defesa Civil, em 2018.

Depois de negociações com o Governo Federal, dono do antigo espaço, foi assinado um Termo Aditivo do convênio de manutenção da Casa da Mulher no DF. O documento assegurou o repasse de R$ 13 milhões para a Secretaria da Mulher, pelos próximos dois anos, para o aluguel e manutenção do edifício.

A Casa da Mulher presta assistência integral e humanizada às mulheres em situação de violência, facilitando o acesso aos serviços especializados e garantindo condições para o enfrentamento, o empoderamento e autonomia econômica das vítimas. “Vamos oferecer um atendimento integral às mulheres. Aqui será um espaço onde pretendemos realizar até a capacitação das mulheres”, revelou a secretária Ericka Filippelli.

Ao todo, serão 2 mil metros² em cinco andares, ocupados com serviços como acolhimento, refeitório, brinquedoteca, refeitório, Delegacia da Mulher e Núcleo Especializado da Defensoria Pública, entre outros | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Acolhimento

O projeto da nova Casa da Mulher Brasileira é arrojado. O prédio de cinco andares, totalizando 2 mil metros², será ocupado por órgãos e serviços afim de atenderem da melhor forma possível as mulheres. O edifício, na CNM 01, Bloco I, lote 3, no coração de Ceilândia, foi entregue totalmente pronto à Secretaria da Mulher. Serão feitas algumas intervenções, mas essas obras visam somente à adequação dos espaços, de acordo com a sua destinação.

O primeiro andar, que já estará aberto à população no início de abril, vai abrigar as salas de acolhimento, auditório, refeitório e brinquedoteca.

O segundo andar terá uma área administrativa, espaços para treinamentos e cozinha industrial, além de salas de reunião e de monitoramento. No terceiro andar serão instalados os órgãos jurídicos, como a Delegacia da Mulher, Núcleo Especializado da Defensoria Pública, Juizado de Violência Doméstica e o Ministério Público.

Os espaços para atendimento individualizado ou em grupo estarão no quarto andar, enquanto o alojamento de passagem das mulheres acolhidas na Casa e o alojamento dos servidores serão instalados no quinto andar.

“Estamos levando um serviço público de excelência para o coração do Distrito Federal, descentralizando os serviços e tornando-os mais acessíveis à população, para atender quem precisa, como o governador Ibaneis Rocha sempre pede”, resumiu a secretária da Mulher.

BRB amplia vigência dos seus três concursos

O BRB vai ampliar o prazo de validade dos seus três concursos públicos realizados em 2019

As vagas são de CP 29 (escriturário), CP30 (Analista de Tecnologia da Informação, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Médico do Trabalho) e CP 31 (Advogado). A decisão será publicada no Diário Oficial do DF (DODF) na quinta-feira (11/03).

Com a medida, as validades dos concursos passam a ser de 14.09.2022, para o cargo de escriturário; 21.09.2022, para os cargos de Analista de Tecnologia da Informação, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Médico do Trabalho; e 12.10.2022 para o cargo de Advogado.

Desde o ano passado, o Banco já chamou seis turmas de concursados aprovados, contabilizando 298 pessoas (214 escriturários, 64 analistas de TI, 1 engenheiro do trabalho, 3 médicos do trabalho e 16 advogados).

A alteração nos concursos do BRB segue a disposição prevista na Lei 6662/20, que autoriza a suspensão de validade dos concursos públicos no DF em decorrência da pandemia da Covid-19.“Em um momento de pandemia, a medida reforça nosso compromisso e cuidado com as pessoas”, reforça o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

A suspensão da validade dos concursos não produz impacto em futuras convocações. Por conta das medidas sanitárias durante a pandemia, todos os novos empregados convocados têm participado de processo de integração por meio digital.

*Com informações do BRB