A Câmara Técnica de Governança e Comunicação (CTGCOM), da ABAR, integrou a programação do terceiro dia de Câmaras Técnicas realizadas no Espírito Santo, promovendo discussões sobre os desafios da comunicação pública no ambiente digital.
O presidente da ABAR e diretor da Adasa, Vinicius Benevides, destacou que “a interação e o intercâmbio de informações entre as agências reguladoras ainda podem ser aprimorados”. Benevides, que também é coordenador da CTGCOM, falou ainda sobre a necessidade de fortalecimento das estruturas de comunicação.
Na abertura, a chefe de comunicação da Adasa, Roberta Nobre, responsável por moderar o painel, ressaltou a relevância do tema no contexto das reuniões da ABAR.
A mesa contou com a participação do professor Cláudio Rabelo, da Universidade Federal do Espírito Santo, e da diretora geral do Departamento de Imprensa Oficial do Estado do Espírito Santo, Sandra Shirley de Almeida, que contribuíram com reflexões sobre a comunicação pública em ambiente digital.
À tarde, ocorreu a programação especial em comemoração aos 10 anos da ARSP.
Plenário da Câmara Legislativa do DF durante sessão ordinária. Debates políticos sobre o Distrito Federal.
Carolina Curi/Agência CLDF
Da Redação
Publicação no Diário Oficial consolida regras para o Setor de Desenvolvimento Econômico (SDE) e projeta geração de emprego e atração de investimentos na região administrativa
A Região Administrativa de Planaltina inicia uma nova fase em sua trajetória de crescimento com a aprovação do projeto urbanístico do Setor de Desenvolvimento Econômico (SDE), formalizada por meio do Decreto nº 48.403, de 24 de março de 2026. A medida, publicada no Diário Oficial, estabelece diretrizes claras para a organização da área, criando um ambiente mais estruturado para a instalação de empreendimentos e o fortalecimento da economia local.
Na prática, o projeto representa mais do que um reordenamento territorial. A iniciativa formaliza e legaliza a ocupação da área destinada ao desenvolvimento econômico, garantindo segurança jurídica para investidores e empreendedores. Além disso, define regras de uso e ocupação do solo, ao mesmo tempo em que isenta, neste primeiro momento, taxas relacionadas a alterações urbanísticas, o que tende a impulsionar a adesão de novos projetos na região.
O avanço é resultado de um processo que começou ainda em 2024, quando a proposta foi levada ao debate público em audiência com a comunidade local. O diálogo com moradores, lideranças e representantes do setor produtivo foi fundamental para alinhar expectativas e construir um projeto que atendesse às demandas reais da população de Planaltina, uma das regiões que mais crescem no Distrito Federal, mas que historicamente enfrenta desafios estruturais.
Com a oficialização do SDE, a expectativa é de que a região passe a atrair novos investimentos, ampliando a oferta de empregos e movimentando a economia local. A criação de um polo organizado de desenvolvimento também contribui para descentralizar oportunidades dentro do DF, reduzindo desigualdades regionais e fortalecendo a autonomia econômica de Planaltina.
Para o deputado distrital Pepa, a aprovação do projeto representa um marco para a região. “Estamos falando de uma conquista construída com diálogo e responsabilidade. O SDE de Planaltina é uma ferramenta concreta para gerar emprego, atrair investimentos e garantir mais dignidade para a população”, afirmou.
Com crescimento anual de 5,7%, setor amplia receitas, mas artistas das periferias ainda enfrentam barreiras de acesso à formação, redes e oportunidades.
Embora o mercado artístico gere bilhões em receitas por ano no Brasil, o acesso às cadeias de produção seguem restritas para os mesmos. Segundo o último relatório da PWC Brasil, intitulado “Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2022-2026”, a indústria de entretenimento e mídia (E&M) nacional deve escalar em até US$ 39,9 bi em 2026; o que corresponde a injeção de R$ 207 bilhões na moeda local.
Com o ramo cultural em foco, essa cadeia artística espera crescer a uma taxa anual composta de 5,7%, segundo dados da PWC Brasil. A receita, que está dividida entre publicidade, jogos, música, arte cênica e impressos, no entanto, ainda esbarra em gargalos socioeconômicos que dificultam o acesso à formação qualificada, redes de distribuição e oportunidades de visibilidade para os autores.
Afetando principalmente artistas da periferia, que permanecem à margem da injeção econômica do setor, as favelas se veem cada vez mais distante da indústria cultural, mesmo em meio a uma movimentação astronômica nessas localidades. Apesar da movimentação estimada em R$ 300 bi nas favelas, segundo dados do Instituto Data Favela, quando o assunto é ‘arte’, os sonhos ocupam um segundo plano e precisam aguardar oportunidades que às vezes nunca chegam para sair do papel.
Inserido neste cenário, o multiartista baiano, ODILLON, 34, revela que os desafios permanecem enquanto artista independente. Se destacando como o primeiro rapper à vencer o prêmio de Melhor Intérprete Vocal no Festival de Música da Educadora FM, ODILLON é um dos artistas inseridos nas periferias de Salvador. “A mudança no meu processo veio após o ‘Boca de Brasa’, que trouxe um amadurecimento da visão profissional do trabalho com arte e cultura. Agora eu tenho esse olhar para lidar com as situações corriqueiras, burocráticas e organizacionais de uma carreira artística”, conta.
A vivência de ODILLON no mercado artístico se assemelha a 24% dos moradores das favelas que almejam “trabalhar com o que gostam”, segundo os dados do “Sonhos da Favela 2026”, do Instituto Data Favela. Apesar do interesse crescente, a transição para a profissionalização ainda é marcada por desigualdades históricas, que limitam o acesso a oportunidades concretas e à inserção efetiva no mercado cultural.
É nesse cenário que ações comunitárias, coletivos artísticos e políticas públicas têm buscado reduzir essa lacuna, oferecendo caminhos para que talentos locais possam se destacar. Segundo Fernando Guerreiro, Presidenteda Fundação Gregório de Mattos (FGM), Prefeitura de Salvador, essas iniciativas representam a chance de projetar carreiras, fortalecer novos talentos e transformar realidades por meio da arte, “O Boca de Brasa tem como objetivo fortalecer artistas da periferia, ampliando sua visibilidade e reconhecendo que é dali que nascem a identidade e os principais movimentos da cultura soteropolitana. O projeto não inventa a roda: ele identifica, apoia e cria condições para que esses artistas mostrem seu trabalho em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo”, comenta Guerreiro.
Na cidade de Salvador, políticas públicas como o Boca de Brasa já projeta centenas de artistas periféricos, formados nos Polos Criativos Boca de Brasa, para conquistar o mercado regional e nacional das artes. Articulando mais de 2 mil agentes culturais pelos territórios, visibilizados através do Movimento Boca de Brasa, a grade ativa de atividades que movimentam o calendário cultural da cidade é uma das vitrines de maior destaque da cena artística baiana.
Impulsionando a carreira estratégica de nomes como ODILLON, Nega Fyah (escritora do livro “Fyah do Ódio ao Amor”); Andrezza Santos (vencedora do 23º Festival de Música Educadora FM); e o Grupo de Teatro Jaé (composto por cerca de 40 artistas integrantes entre 7 e 80 anos); o Boca de Brasa reforça seu papel como catalisador do ecossistema cultural da cidade.
Após certificar 500 novos artistas através dos ‘Polos Criativos Boca de Brasa’ em 2026, o programa consolida sua atuação ao abrir caminhos de profissionalização e visibilidade de talentos periféricos, fortalecendo a diversidade artística dentro das periferias brasileiras.
Narrativas virais mostram como desinformação se aproveita de crises globais para gerar medo e engajamento
A mensagem chegou primeiro como um áudio. Voz grave, tom urgente, trilha de fundo dramática. Em poucos minutos, já estava em centenas de grupos. Em poucas horas, milhões de brasileiros já haviam sido impactados. O conteúdo? Uma suposta previsão sobre uma terceira guerra mundial iminente. Mais uma vez, a desinformação mostrou sua força.
O fenômeno não é isolado. Nos últimos dias, conteúdos falsos envolvendo conflitos internacionais, movimentações militares e até “profecias” voltaram a circular com intensidade nas redes sociais. O padrão se repete: mensagens alarmistas, linguagem emocional e ausência de fontes confiáveis. O objetivo não é informar — é provocar reação.
Especialistas apontam que momentos de instabilidade global são terreno fértil para esse tipo de conteúdo. A tensão no Oriente Médio, combinada com disputas entre grandes potências, cria um ambiente de incerteza que facilita a propagação de narrativas falsas. Plataformas digitais amplificam esse efeito, transformando boatos em tendências em questão de horas.
O impacto vai além do ambiente virtual. Fake news influenciam decisões, geram medo coletivo e podem até interferir em políticas públicas. No Brasil, o governo Lula tem reforçado a importância da comunicação oficial e do combate à desinformação, especialmente em temas sensíveis como saúde, economia e segurança internacional.
O episódio escancara um desafio central do nosso tempo: em um mundo hiperconectado, a disputa não é apenas por território ou poder — é também pela verdade.
Do trending topic ao voto, ambiente digital redefine estratégias e influencia decisões no país
Tudo começa com uma hashtag. Em questão de minutos, ela cresce, ganha força, atravessa bolhas e se transforma em tendência nacional. Foi assim ontem. Temas políticos, econômicos e sociais dominaram as redes, mostrando que o debate público já não acontece apenas nas instituições — ele nasce, se desenvolve e explode no ambiente digital.
Nos bastidores, equipes de comunicação monitoram cada movimento. Políticos, governos e grupos organizados utilizam estratégias cada vez mais sofisticadas para influenciar narrativas. Publicações coordenadas, impulsionamento de conteúdos e uso de influenciadores digitais fazem parte de um novo modelo de disputa de poder.
Exemplos recentes mostram como uma pauta pode ganhar dimensão nacional em poucas horas. Um vídeo, uma declaração ou até um recorte fora de contexto são suficientes para gerar engajamento massivo. A velocidade da informação, nesse cenário, se torna um fator decisivo — quem chega primeiro, muitas vezes, define a narrativa.
Para o governo Lula, o ambiente digital representa tanto uma oportunidade quanto um desafio. Por um lado, permite comunicação direta com a população. Por outro, exige resposta rápida a crises e ataques coordenados. A gestão da informação se tornou parte estratégica da governabilidade.
No fim, a lógica é clara: as redes sociais deixaram de ser apenas um espaço de interação. Hoje, são um dos principais campos de disputa política do Brasil — onde reputações são construídas, desconstruídas e redefinidas em tempo real.
Entre bastidores milionários e paixão popular, decisões no futebol impactam economia, mídia e poder
Era fim de tarde quando os celulares começaram a vibrar em sequência. Em grupos de WhatsApp, timelines e programas esportivos, um mesmo assunto dominava o país: decisões nos bastidores do futebol brasileiro voltavam a movimentar milhões de torcedores e bilhões em interesses. Mais do que um jogo, o futebol mostrava, mais uma vez, que é também um território de poder.
Nos últimos dias, mudanças em diretorias, negociações de direitos de transmissão e articulações envolvendo ligas independentes reacenderam um debate antigo: quem controla o futebol brasileiro? Clubes tradicionais passaram a discutir novos modelos de gestão, com inspiração europeia, enquanto investidores estrangeiros ampliam presença no cenário nacional. A transformação de clubes em SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol) deixou de ser tendência e passou a ser realidade consolidada.
Dentro de campo, resultados recentes intensificaram rivalidades e mobilizaram torcidas, mas é fora das quatro linhas que o impacto se amplia. O futebol movimenta cadeias inteiras da economia — desde o comércio local em dias de jogo até contratos milionários de patrocínio e transmissão. Em cidades do interior, partidas decisivas significam aumento de renda para ambulantes, bares e pequenos comerciantes.
O governo Lula acompanha esse movimento com atenção, especialmente pelo potencial social do esporte. Programas de incentivo, projetos de base e investimentos em infraestrutura esportiva são vistos como ferramentas estratégicas de inclusão. No Brasil, o futebol não é apenas entretenimento — é identidade, economia e, cada vez mais, instrumento de influência política.
Ações recentes mostram avanço em políticas públicas voltadas ao desenvolvimento
O governo Lula tem ampliado investimentos em áreas estratégicas, com destaque para educação e infraestrutura, buscando consolidar um ciclo de crescimento social.
Iniciativas incluem reconstrução de escolas, ampliação de programas e fortalecimento de políticas públicas em diversas regiões do país.
A estratégia reforça o discurso de reconstrução nacional, com foco na redução das desigualdades e ampliação de oportunidades.
O movimento também fortalece a relação entre o governo federal e os municípios, ampliando a capilaridade das ações.
Premiação amplia debate sobre representatividade e indústria do entretenimento
A cerimônia do Oscar 2026 dominou as redes sociais e portais de notícia, com destaque para vitórias inesperadas e momentos que viralizaram mundialmente.
Além da premiação, o evento reacendeu discussões sobre diversidade, protagonismo e o papel da indústria cinematográfica na construção de narrativas globais.
Celebridades e produções internacionais impulsionaram o engajamento digital, tornando o evento um dos mais comentados do dia.
No Brasil, o interesse também refletiu a busca por reconhecimento internacional e valorização da cultura nacional.
Entre estratégia, ressentimento e cansaço social, a terceira via segue sendo mais intenção do que realidade no Brasil
Por Nilson Hashizumi | Alcateia Política
Há algo curioso acontecendo na política brasileira.
Enquanto os extremos seguem organizados, barulhentos e emocionalmente mobilizados, uma parte significativa do país parece ter entrado em silêncio.
Não é apatia. É exaustão.
Exaustão de um debate que não avança, de posições que não dialogam e de uma lógica onde vencer parece mais importante do que governar.
É nesse espaço — difuso, fragmentado, ainda sem identidade clara — que surge, mais uma vez, a tentativa de construção de uma terceira via.
Mas há um detalhe importante que costuma ser ignorado:
o centro não nasce da ausência de extremos. Ele precisa ser construído como presença.
A engenharia política que tentou dar forma ao centro
No fim de janeiro de 2026, Gilberto Kassab fez um movimento que, à primeira vista, parecia reunir todos os elementos da racionalidade política.
Atraiu três governadores em fim de mandato — Ronaldo Caiado, Ratinho Junior e Eduardo Leite — e organizou uma espécie de “pré-seleção” para a disputa presidencial.
A ideia era simples, quase didática:
escolher entre os três aquele que tivesse melhores condições de competir, unificar o grupo e apresentar ao país uma candidatura de centro, moderada, dialogadora, sem os vícios dos extremos.
Na lógica da estratégia, fazia sentido.
Na lógica da política real, nem tanto.
Porque política não é apenas construção de cenário.
É disputa de percepção.
Quando o plano encontra a realidade
Ratinho Junior foi anunciado como pré-candidato.
Duas semanas depois, desistiu.
E esse movimento, que pode parecer apenas mais um capítulo da dinâmica eleitoral, na verdade revela algo mais profundo:
o centro ainda não encontrou o seu próprio chão.
Com cerca de 7% das intenções de voto no início de março, segundo a Genial/Quaest, Ratinho ocupava exatamente o lugar onde muitas candidaturas de centro param:
existe, aparece, mas não se impõe.
É lembrado — mas ainda não é escolhido.
E na política, essa diferença é brutal.
O jogo que acontece fora dos holofotes
Enquanto o centro tenta se organizar, os extremos seguem jogando.
A reaproximação entre Jair Bolsonaro e Sergio Moro não é apenas um gesto político.
É reposicionamento de força.
É reorganização de território.
É mensagem para dentro e para fora.
Ao fortalecer o palanque no Paraná, ao mesmo tempo em que reconfigura relações internas, o campo conservador demonstra algo que o centro ainda não conseguiu fazer:
agir como bloco.
Já o centro, até aqui, se comporta como soma.
E soma, em política, raramente vence bloco organizado.
O dado que revela o espaço — e o problema
Se a movimentação das lideranças mostra o jogo político, os dados mostram o humor da sociedade.
E o humor é claro: o país está dividido — e cansado.
A pesquisa Genial/Quaest de fevereiro de 2026 mostra um cenário de equilíbrio tenso: 45% aprovam o governo Lula, enquanto 49% desaprovam.
Em março, a desaprovação cresce para 51%, com 44% de aprovação.
Não há ruptura.
Mas há desgaste.
E mais do que isso: há um dado que costuma passar despercebido —
os eleitores independentes, aqueles que poderiam sustentar uma candidatura de centro, não estão plenamente convencidos por nenhum dos lados.
O centro existe. Mas ainda não se reconhece como escolha.
O erro recorrente: tratar o centro como estratégia — e não como identidade
Há um equívoco que se repete eleição após eleição.
Imaginar que o centro pode ser construído por engenharia política.
Não pode.
Centro não é posicionamento técnico. Centro é percepção social.
Não se define em reunião. Se constrói na trajetória.
Não se impõe por acordo. Se conquista por confiança.
E aqui entra um ponto que deveria ser óbvio, mas raramente é tratado com a devida seriedade:
reputação não se improvisa em ano eleitoral.
Entre a intenção e a viabilidade
O movimento de Kassab tem mérito.
É, talvez, a tentativa mais estruturada dos últimos anos de dar forma a uma alternativa fora da polarização.
Mas esbarra em três barreiras que não se resolvem com articulação:
1. O eleitor não escolhe apenas com a razão — escolhe com identidade E identidade, hoje, está ancorada nos extremos.
2. O centro não mobiliza — ainda Porque não oferece pertencimento claro.
3. Visibilidade não é viabilidade Ser conhecido não é o mesmo que ser escolhido.
E a política, no fim, é sobre escolha.
2026 não será uma eleição simples
Lula chega competitivo, mas sob desgaste.
O campo conservador se reorganiza e tenta reviver sua força.
E, entre esses dois polos, existe um eleitor que não quer repetir 2018, nem reviver 2022.
Mas querer algo diferente não significa saber o que escolher.
E esse é o espaço — e o desafio — da terceira via.
A travessia que ainda não começou
A pergunta não é se há espaço para o centro.
Há.
A pergunta é outra: há alguém capaz de transformar esse espaço em confiança?
Porque, no fim, é sempre sobre isso.
Trajetória gera reputação. Reputação gera confiança. E confiança é o que sustenta qualquer projeto de poder legítimo.
Sem isso, não há terceira via.
Há apenas tentativa.
Nilson Hashizumi é estrategista em marketing político, jornalista e cofundador da Alcateia Política. Com mais de 30 anos de atuação, trabalha na formação de lideranças e na gestão de comunicação e reputação. Especialista em campanhas e comunicação governamental, integra estratégias on-line e off-line na construção de imagem pública. Defende que reputação é patrimônio — construída pela trajetória, sustentada pela coerência e reconhecida pela confiança.
Ex-presidente segue influenciando o cenário político mesmo fora do poder
O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a figurar entre os assuntos mais comentados nas redes e na imprensa, especialmente após atualizações sobre seu estado de saúde e desdobramentos judiciais.
Mesmo fora do comando do país, Bolsonaro continua sendo um dos principais polos de mobilização política no Brasil, influenciando debates e estratégias da oposição.
Aliados utilizam sua imagem para manter engajamento, enquanto adversários reforçam críticas e lembram episódios recentes envolvendo investigações.
O cenário mostra que, mesmo após o mandato, Bolsonaro permanece como peça central na disputa política nacional.
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