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Cartões disponíveis para 3.599 beneficiários do Prato Cheio

Para saber em qual agência do BRB retirar o cartão, o beneficiário deve acessar o GDF Social

“O Prato Cheio tem sido fundamental para retirar as famílias em risco social do DF da situação de insegurança alimentar e nutricional, já atendendo mais de 130 mil famílias”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha

A partir desta segunda-feira (7) estão disponíveis para retirada nas agências do Banco de Brasília (BRB) os cartões para os 3.599 novos beneficiários do programa Prato Cheio. Com o cartão em mãos, as famílias terão automaticamente acesso ao crédito de R$ 250 para comprar alimentos no comércio local. O benefício vale por seis meses.

Para saber o local de retirada dos cartões, o beneficiário deve acessar o GDF Social. Essas 3.599 pessoas fazem parte dos 6,8 mil novos beneficiários incluídos no programa em janeiro – os demais já tinham recebido o Prato Cheio ao longo de 2020 e 2021, por isso já possuíam o cartão.

Hoje, o Prato Cheio atende 39.974 pessoas. O cartão não está habilitado para a função saque, e só pode ser utilizado nos comércios de produtos alimentícios.

Os beneficiários que receberam em janeiro a sexta parcela do Cartão Prato Cheio precisam agendar um novo atendimento nas unidades socioassistenciais e passar por uma avaliação da atual situação socioeconômica da família. Basta ligar no 156 ou acessar o site da Sedes

“Desde a sua criação, durante a pandemia, o Prato Cheio tem sido fundamental para retirar as famílias em risco social do DF da situação de insegurança alimentar e nutricional, já atendendo mais de 130 mil famílias”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.

“Por isso, temos o compromisso de fazer regularmente a inclusão de novos beneficiários de forma que todas as famílias nesta situação possam ser atendidas. O programa atende, mensalmente, cerca de 40 mil famílias”, complementa.

Os beneficiários que receberam em janeiro a sexta parcela do Cartão Prato Cheio, ou seja, a última do ciclo, precisam agendar um novo atendimento nas unidades socioassistenciais e passar por uma avaliação da atual situação socioeconômica da família. Basta ligar no 156 ou acessar o site da Sedes.

“Vale ressaltar que o Prato Cheio é um benefício temporário, não é uma transferência de renda. É um suporte às famílias em um momento de dificuldade.  O período de seis meses é para dar um alívio a essas famílias na aquisição dos alimentos”, reforça Mayara Rocha.

Têm direito ao Cartão Prato Cheio pessoas com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa da família, que se encontrem em situação de insegurança alimentar e sejam moradoras do DF, inscritas no Cadastro Único ou no Sistema Integrado de Desenvolvimento da Sedes.

Têm prioridade as famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos, com pessoas com deficiência ou idosas e pessoas em situação de rua, acompanhadas por equipes da assistência social e em processo de saída de rua.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Fonte: Agência Brasília

GDF procura melhorar a qualidade de vida dos servidores públicos

Da redação

Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida é a responsável por melhores condições aos servidores

A Pesquisa de Qualidade de Vida no Trabalho está sendo aplicada para os servidores da administração direta do Governo do Distrito Federal (GDF), através da Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), vinculada à Secretaria de Economia (Seec), para que melhores práticas sejam estabelecidas, a partir da criação do Plano Distrital de Qualidade de Vida no Trabalho.

Os servidores podem responder a pesquisa, que é conforme as orientações do Decreto nº 42.375/2021, de 9 de agosto de 2021, que implementa os princípios e diretrizes para a promoção de política e programas de qualidade de vida no trabalho do GDF, até o dia 16 de fevereiro, de maneira on-line.

No entanto, o cuidado do GDF com os servidores vai além do setor trabalhista, é estabelecida uma melhor qualidade no sentido de adquirir produtos e serviços, pois há descontos em mais de 70 estabelecimentos. O cuidado é parte do programa Clube de Desconto, da Sequali, que tem o desconto mínimo de 10%.

São serviços e produtos que podem ser adquiridos em todos os setores, desde saúde até educação. Na clínica Copsi, que é de terapia integrada, por exemplo, há descontos que vão de 20% na psicoterapia e avaliação psicológica, até 35% na bioimpedância. Ainda é possível adquirir o cuidado nutricional adulto e infantil, fonoaudiologia e neuropsicopedagogia, que contam com redução de 20% do valor. No âmbito educacional, o programa possui vínculo com o Colégio Adventista, que entrega 20% de desconto nos estudos da educação infantil ao ensino médio. Além dos serviços citados, há uma lista com outras vantagens, que pode ser conferida pelo site https://sistemas.df.gov.br/SISCDS/.

Campanha incentiva educação no trânsito na volta às aulas

Durante ações educativas em escolas particulares, DER-DF espera atender a cerca de 1.000 alunos

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), por meio da Escola Vivencial de Trânsito – Transitolândia, vai promover, a partir desta segunda-feira (7), uma série de ações na Campanha Volta às Aulas 2022. Até o dia 11, eventos educativos serão realizados em escolas particulares, nos períodos matutino e vespertino. A expectativa é de que cerca de 1.000 estudantes sejam atendidos.

O objetivo da visitação às instituições é ensinar os alunos a terem um comportamento seguro para travessia das vias, enfatizar a importância do uso do cinto de segurança e fazer com que a comunidade escolar reconheça, interprete e obedeça a sinalização de trânsito.

A ação visa, ainda, despertar a paciência, responsabilidade e senso de cidadania no trânsito, e também orientar sobre as regras de circulação, normas básicas de transporte, segurança e acessibilidade contidas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Diversão e aprendizado

A equipe de educadores do DER fará apresentações de teatro de fantoches para chamar atenção dos pais, alunos e profissionais da área da educação. Também será distribuído material educativo sobre deslocamento seguro, embarque e desembarque em locais apropriados, além do respeito às sinalizações e normas previstas na legislação.

A diretora de educação do DER, Jucianne Nogueira, explica que as ações educativas visam envolver a comunidade escolar e disseminar o conhecimento adquirido na campanha para preservar vidas.

“Nossa ideia é envolver alunos, responsáveis e professores nessa campanha, para estimular hábitos e comportamentos seguros no trânsito, transformando o conhecimento adquirido em ação diária, por meio de vivências e situações encontradas no dia a dia, para que vidas sejam salvas”, concluiu.

Confira a relação das escolas particulares que serão visitadas pela equipe da Transitolândia nesta campanha:

As datas e locais de realização da campanha em instituições públicas de ensino serão divulgados nos próximos dias.

*Com informações do DER-DF

Fonte: Agência Brasília

‘Maria da Penha Online superou registros nas delegacias circunscricionais’

Secretário de Segurança fala sobre o desempenho da denúncia eletrônica, que agilizou as medidas protetivas judiciais

A denúncia é o principal mecanismo para combater e coibir as diferentes violências contra a mulher. Porém, mesmo com a disseminação de canais como o 180 e a Maria da Penha Online, a subnotificação ainda é uma realidade. Só no Distrito Federal, 70% dos casos de feminicídio não tinham registro de ocorrência anterior, dificultando a ação preventiva das forças de segurança pública.

Para enfrentar essa situação, o Governo do Distrito Federal conta com uma série de ações de incentivo às denúncias, que podem ser feitas tanto pelas vítimas quanto por terceiros. Além disso, há programas para garantir a segurança das mulheres, de forma a tirá-las do ciclo da violência. Em entrevista à Agência Brasília, o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo, elencou as principais ações e enumerou alguns desafios.

Como a Secretaria de Segurança Pública age contra o crime de feminicídio?

Nós temos o programa Mulher Mais Segura, onde visamos prevenir e reprimir os crimes contra a mulher. Ele possui diversas ações. Um dos projetos é o Meta a Colher, que estimula a denúncia para que a pessoa peça socorro ou algum parente ou vizinho venha denunciar, para que possamos fazer a intervenção que cesse a violência. Lançamos no ano passado o nosso painel interativo, que traz todos os dados de violência contra a mulher. A gente estudou e estuda todos os casos de feminicídio de 2015 até hoje; e, a partir desses dados, viabiliza-se o desenvolvimento de políticas públicas. Temos o dispositivo móvel de afastamento, onde a vítima recebe um dispositivo e o agressor, uma tornozeleira – o que possibilita, caso o agressor queira se aproximar, que a gente possa intervir. Tem o Viva Flor, que é um dispositivo dado apenas à mulher e que foi aperfeiçoado no passado, em que a mulher pode acionar, abrir o áudio e tirar fotos para um caso de agressão, ameaça… Ou seja, nós temos diversas ações e políticas. Mas não tenha dúvidas: a melhor forma de combater a violência contra mulher é fomentando a denúncia. É importantíssimo que haja essa discussão com a sociedade civil.

“Costumo dizer que a situação de violência doméstica é muito complicada, porque acaba envolvendo sentimento. Não é tão simples tratar de forma objetiva”

Como as forças de segurança atuam em conjunto para combater o crime?

No âmbito da Polícia Civil, há as [unidades da] Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) especializadas nesse atendimento. Durante a pandemia teve o desenvolvimento da Maria da Penha Online, onde a mulher pode buscar auxílio diretamente por meio digital. Em um ano, a Maria da Penha Online registrou 1,3 mil ocorrências, superando inclusive os registros nas delegacias circunscricionais, pela facilidade que se tem. A Polícia Militar conta com o Provid [Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica], que faz uma busca ativa e o acompanhamento daquela vítima de violência doméstica, com grupos espalhados pelos nossos batalhões que acompanham as famílias. Nós temos diversas ações e políticas que acabam criando interação entre as forças de segurança e as secretarias. Ou seja, o governo está preocupado com essa causa. A gente sente muito e trabalha não só para reduzir, mas para que não haja. Toda vez que ocorre [esse crime], causa esse constrangimento, esse sentimento ruim, muitas vezes até de impotência. Quando a gente não tem esse registro anterior, a gente pensa: onde foi que essa pessoa não teve chance de vir buscar auxílio? Mas a gente trabalha todo dia pensando em incentivar que as pessoas conheçam os canais e busquem ajuda. O melhor caminho para cessar a violência é ter o conhecimento e agir de forma preventiva. O feminicídio, muitas vezes, é o fim trágico da violência doméstica.

Quais são os desafios do combate à violência contra a mulher?
Um desafio que nós temos no enfrentamento da violência doméstica é realmente o fomento da denúncia. Em feminicídio, especificamente em quase 70% dos casos, não havia nenhum registro anterior de ocorrência. A gente tem um projeto específico na Secretaria de Segurança Pública que se chama Meta a Colher, ou seja, em briga de marido e mulher, a gente “mete a colher” para tentar salvar uma vida. Costumo dizer que a situação de violência doméstica é muito complicada, porque acaba envolvendo sentimento. Não é tão simples tratar de forma objetiva – tanto que temos diversos casos em que há a medida protetiva de afastamento do agressor, e depois a própria vítima busca [por ele] novamente, porque existe um relacionamento. Então, é mostrar que aquelas ações não são normais e saudáveis naquele relacionamento. É isso que a Rede Distrital de Proteção à Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar faz. Ela veio regulamentar, por meio de decreto do Executivo local, a atuação integrada de diversas secretarias para implementar ações conjuntas para proteger as mulheres.

“Estamos estudando o desenvolvimento de um projeto que possa atender essas crianças e adolescentes que, de alguma forma, perderam a mãe e muitas vezes ficaram sem o pai”

No ano passado, as delegacias especializadas e a Delegacia Eletrônica foram as líderes de registros de violência contra a mulher. Existe uma expectativa de ampliação das delegacias especializadas no DF?

Já há estudo para abertura de uma nova delegacia. Não é fácil, porque a abertura de uma nova unidade requer novos policiais. Hoje temos a Deam I, no Plano Piloto, e a Deam II, em Ceilândia, então se estuda viabilizar a abertura de uma nova Deam em outra região para que se possa ter uma abrangência territorial maior. Mas existe o atendimento pela Delegacia Eletrônica, onde se pode fazer não só o registro, como solicitar medidas protetivas. Temos casos em que, em menos de 48 horas após o registro na Delegacia Eletrônica, a medida protetiva foi deferida por meio eletrônico. É um meio eficiente e eficaz, onde a gente também possibilita que a mulher possa buscar ajuda. Também há os Nuiams [unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher], onde os policiais civis são especializados em fazer um atendimento mais humanizado.

São vários programas e ações, mas há projetos específicos para 2022?

Temos alguns projetos a serem lançados este ano que estão sendo maturados, como [o que abrange] os órfãos do feminicídio, [situação] que sempre foi uma preocupação da Secretaria de Segurança Pública. Estamos estudando o desenvolvimento de um projeto que possa atender essas crianças e adolescentes que, de alguma forma, perderam a mãe e muitas vezes ficaram sem o pai, porque ele se matou ou foi preso. Já estudamos junto à Secretaria da Mulher, à Secretaria de Justiça e Cidadania e à Secretaria de Desenvolvimento Social, uma ação específica voltada a essas crianças e adolescentes. Estruturamos e agora estamos na fase de fazer a busca ativa e verificar em que condição essas pessoas estão, para que a gente possa encaminhar a programas sociais.

O DF vem lidando com a redução dos crimes de feminicídio nos últimos anos. A que o senhor atribui isso? Como manter essa queda nos casos?

É um desafio. A gente vem reduzindo os números de crimes violentos letais numa decrescente. Os feminicídios reduziram, se formos comparar os números de 2019 e 2020, quando houve uma redução muito drástica, de 47%. [O ano de] 2021 teve um pequeno aumento, mas a gente trabalha para que se possa zerar essa curva, que não haja crimes. Isso é decorrência do trabalho especializado, não só da Secretaria de Segurança Pública, mas das forças de segurança. Um trabalho pautado em análise de dados, em inteligência e em avaliação das ações.

Fonte: Agência Brasília

Em visita ao Gama, governador anuncia reforma da UBS 7

Investimento será de R$ 5,6 milhões para obras na unidade, que vai atender uma região com 25 mil moradores

O governador Ibaneis Rocha visitou a cidade do Gama no início da tarde desta sexta-feira (4), acompanhado da ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Flávia Arruda; da administradora da cidade, Joseane Feitosa; do secretário de Governo do DF, José Humberto Pires; de deputados distritais e do diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Fauzi Nacfur Júnior. Na ocasião, o chefe do Executivo local fez um grande anúncio para a comunidade local: a reconstrução de mais uma unidade de saúde com obras previstas para iniciar ainda neste mês.

A reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7 foi licitada pela Novacap com prazo de execução de 10 meses. O novo posto vai custar R$ 5.685.000,00.  As novas estruturas incluem troca de todo o revestimento, cobertura, alteração de layout, além de instalações elétricas e hidráulicas. O projeto prevê ainda a implantação de novo acesso e estacionamento.

A unidade de saúde também contará com sala de acolhimento, consultórios de clínica médica, ginecologia, pediatria, acupuntura, centro de especialidade odontológica, serviço social e área administrativa, auditório, copa, chefia médica, chefia de enfermagem, almoxarifado, farmácia, marcação de consultas, sanitários.

“Tenho uma ligação muito forte com o Gama desde quando era presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Trabalhamos para trazer melhorias para cá e é isso que queremos continuar fazendo, agindo pelo bem da população”, afirmou o governador. “Fico muito feliz em andar pela cidade e ver que as obras não param. A gente sabe que isso é bom para o desenvolvimento da cidade, mas principalmente para melhorar a qualidade de vida das pessoas. É para isso que a gente trabalha”, completou.

A ministra Flávia Arruda também reafirmou o compromisso com as melhorias para aquela região administrativa. “Gostamos muito do Gama. Trabalhamos sempre para melhorar cada vez mais a cidade”, ressaltou.

Em outubro passado, o Governo do Distrito Federal inaugurou a Unidade de Pronto Atendimento do Gama (UPA) na QI 7 do Setor de Indústria. O local tem capacidade para atender 4.500 pacientes por mês, o que representa 54 mil pessoas ao ano.

Obras por todos os lados

O Gama tem recebido investimentos constantes do Governo do Distrito Federal (GDF), tanto em obras diárias de manutenção feitas pelo GDF Presente, quanto na construção de calçadas e na reforma da rodoviária, já em andamento. “Estamos trabalhando muito com as equipes tanto em obras de drenagem e manutenção das vias quanto para trazer melhorias em serviços de saúde e educação”, pontuou o secretário José Humberto, ao destacar que as 50 escolas públicas da região passaram por reformas.

Fonte: Agência Brasília

Convocados 75 escriturários aprovados em concurso do BRB

Já são 504 profissionais requisitados desde 2019; este ano, foram 138 convocações


“Reforçar o time é parte fundamental para seguirmos avançando e oferecendo atendimento e experiências exclusivas aos nossos clientes” – Paulo Henrique Costa, presidente do BRB

Uma semana depois de convocar 63 escriturários, o BRB chama mais 75 pessoas aprovadas em concurso público de 2019. A publicação sairá no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de (7). Todas as 75 convocações são para o cargo de escriturário, de nível médio, porta de entrada para o mercado bancário. O salário é de R$ 3.764,66, com carga horária de 30 horas semanais. Os novos convocados somam-se aos 504 empregados contratados desde 2019.

“Hoje, somos um banco completo e estamos presentes, de forma presencial ou digital, em mais de 5 mil municípios do país”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. “ Reforçar o time é parte fundamental para seguirmos avançando e oferecendo atendimento e experiências exclusivas aos nossos clientes.”

Após apresentara documentação solicitada dentro dos prazos, os novos colaboradores serão submetidos aos exames previstos em edital, sob responsabilidade do BRB.

Cumpridas essas etapas, os aprovados passarão por processo de integração em formato remoto, por conta da epidemia de covid-19, com todos protocolos de saúde.

*Com informações do BRB

Fonte: Agência Brasília

Brasil atinge número recorde de famílias beneficiadas com o Auxílio Brasil

Da redação

São 17,5 milhões de famílias prestigiadas com o Auxílio Brasil

O novo programa social do governo, o Auxílio Brasil, beneficiou 17,5 milhões de famílias, número que é considerado um recorde diante dos programas sociais anteriores no país. São parcelas mínimas no valor de R$ 400,00 aos beneficiários, que vieram para ficar, como relatou o presidente da república Jair Bolsonaro, em entrevista a Voz do Brasil. “É um programa que é eterno, veio pra valer e é renovado a todo ano”, disse.

A pandemia da Covid-19 levou muita gente ao desemprego, no entanto o Governo Federal precisou trabalhar para que a situação não virasse trágica. “Trabalhamos muito para que empregos não fossem destruídos, tivemos dois grandes programas: o Bem e o Pronampe, então conseguimos manter os empregos formais, com carteira assinada, mas 38 milhões de brasileiros que viviam na informalidade, foram obrigados a ficar em casa e nós tínhamos que socorrer as pessoas, então socorremos com o Auxílio Emergencial”, relatou Bolsonaro. Contudo, houve o entendimento de que as pessoas que viviam na situação do trabalho informal necessitavam de suporte para sobreviver e foi feita uma análise a partir do Bolsa Família. “Nós temos o dever de colaborar na inserção, mesmo na informalidade, dos 38 milhões que foram afastados e fomos ver que o Bolsa Família equivalia em média R$ 190,00 por mês, então resolvemos trabalhar junto ao parlamento brasileiro e passar, ao invés de média no futuro, para um valor mínimo de R$ 400,00 por família. Isso entrou em vigor em dezembro do ano passado e agora em novembro, concluímos o segundo pagamento”, pontuou.

Cientistas britânicos buscam reajustar medicamentos antivirais para Covid

Pesquisadores britânicos querem reajustar as terapias antivirais existentes para tratar a Covid-19, disse a Universidade de Oxford nesta sexta-feira, em uma tentativa de evitar longos processos de desenvolvimento por meio de medicamentos prontamente disponíveis.

Os cientistas inicialmente examinarão 138 medicamentos com atividade antiviral conhecida contra o vírus SARS-CoV-2, causador da Covid, para estudar e identificar combinações potentes, informou a universidade em comunicado.

A rápida disseminação da variante Ômicron do coronavírus pelo mundo também forçou os pesquisadores a encontrar opções que funcionem contra a cepa. Atualmente, o Reino Unido tem a sétima maior contagem de casos de Covid em todo o mundo, segundo a Reuters.

As combinações mais eficazes descobertas através do projeto serão apresentadas às autoridades britânicas, incluindo a Antiviral Task Force e a UK-CTAP, para que possam ser adicionadas aos ensaios clínicos, disse a Oxford.

“Existem vários benefícios com a descoberta de novos tratamentos dessa maneira”, disse Ultan Power, um dos principais pesquisadores do projeto.

“Eles passaram por todas as verificações necessárias para que saibamos que são seguros e prontamente disponíveis, podem ser autoadministrados e usados em casa, ajudando a reduzir a pressão sobre o sistema de saúde.”

O projeto de 1,6 milhão de libras (2,2 milhões de dólares) está sendo liderado pela Queen’s University Belfast, com especialistas da Queen’s, da Universidade de Liverpool e de Oxford. Está sendo financiado pelo Conselho de Pesquisa Médica do Reino Unido.

Fonte: Terra

População deve saber qual serviço de saúde procurar

Secretaria de Saúde estima que até a primeira quinzena de fevereiro o cenário será de sobrecarga nos serviços da Atenção Primária, em função dos casos de covid-19, síndromes gripais e respiratórias

Cada UBS atende um território definido e as equipes de saúde da família são responsáveis pela assistência à população daquele espaço | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde

A Secretaria de Saúde estima que até a primeira quinzena de fevereiro o cenário será de sobrecarga nos serviços da Atenção Primária, em função dos casos de covid-19, síndromes gripais e respiratórias. Neste cenário, a população precisa saber qual serviço de saúde deve procurar, de acordo com cada necessidade. “É importante que a população saiba para onde se dirigir, assim o serviço fica mais eficiente e dinâmico”, pontua Thaís Braga, gerente de Apoio ao Serviço Fixo de Urgência e Emergência.

Os hospitais, por exemplo, são referência para urgências e emergências de média e alta complexidade, como partos, cirurgias, fraturas ou feridas abertas, incapacidade de falar, ver, andar ou se mover, dor no peito e internações. Se houver suspeita de covid-19, a indicação é procurar uma unidade de pronto atendimento (UPA) ou o pronto-socorro de hospitais, caso surjam sintomas respiratórios, como falta de ar.

No caso das crianças, é preciso estar atento a sinais importantes para buscar uma emergência, como febre por mais de três dias, falta de ar, vômito ou diarreia com sinais de desidratação: língua seca, sonolência excessiva, choro sem lágrima ou ficar mais de 12 horas sem urinar. “Para os sintomas mais leves, as unidades básicas de saúde (UBS) oferecem todo o suporte”, esclarece Thaís.

Na unidade básica, o paciente é avaliado, faz o teste, recebe orientações e, caso seja necessário, é encaminhado para os níveis mais complexos de atenção

As UBSs são a porta de entrada do SUS e contam com variedade de serviços de saúde, como consultas programadas para grupos específicos (gestantes, crianças, pessoas com doenças crônicas), curativos, suturas, administração de medicamentos, atividades em grupo e visitas domiciliares pela equipe de saúde da família. Até alguns casos mais agudos podem ser resolvidos na unidade básica, como infecção urinária. “Temos a Atenção Primária como a famosa porta de entrada do sistema de saúde”, afirma Thais Leite, diretora da Estratégia Saúde da Família.

Com relação ao atendimento para sintomas gripais ou suspeita de covid-19 com sintomas leves, como dor de garganta, coriza, espirro, tosse, febre, dor de cabeça ou perda de olfato ou paladar, “as pessoas podem e devem procurar a UBS como primeiro ponto de apoio”, enfatiza a diretora. De acordo com Thaís, na unidade básica, o paciente é avaliado, faz o teste, recebe orientações e, caso seja necessário, é encaminhado para os níveis mais complexos de atenção.

Cada UBS atende um território definido e as equipes de saúde da família são responsáveis pela assistência à saúde da população daquele espaço. “As pessoas, sendo acompanhadas, ficam mais estabilizadas das condições de saúde, o que diminui internações e a sobrecarga dos hospitais”, destaca Thaís.

Para saber qual procurar, basta verificar, de acordo com o CEP da residência, no Busca Saúde UBS.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Região de Arniqueira receberá mais obras de infraestrutura

Licitação para selecionar empresa responsável por implantar esgotamento sanitário será no dia 23

Dia após dia, Arniqueira ganha aprimoramento em sua infraestrutura. Agora chegou a vez de a Quadra 10 receber obras para implantação de sistema de esgotamento sanitário. Conforme edital publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta semana pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), uma licitação marcada para as 10h do próximo dia 23 selecionará a empresa responsável pela execução das obras daquela região administrativa.

O critério de julgamento é o menor preço – será declarado vencedor o licitante que apresentar a proposta mais vantajosa para a administração pública. Para tanto, o credenciamento do representante e a entrega dos envelopes devem ser feitos até as 9h do dia em que a licitação será realizada.

O sistema de esgotamento sanitário é parte integrante da infraestrutura básica dos parcelamentos do solo urbano. No processo de regularização fundiária de Arniqueira, já foram contemplados em edital mais de 400 lotes da Quadra 10 – localizada na faixa entre o Córrego Vereda da Cruz e a Avenida Vereda da Cruz, em Águas Claras –, concedendo aos moradores a oportunidade de comparecer à Terracap para a compra dos terrenos por meio do Programa de Venda Direta.

As empresas interessadas em participar da concorrência podem fazer o download do edital na seção Licitações Compras/Serviços do site da Terracap. Para acessar os demais documentos referentes à Licitação Presencial nº 40/2021, basta clicar neste link.

Mais informações podem ser obtidas no call center da Terracap, no telefone (61) 3342-1103, ou pelo chat on-line, disponível no portal da agência. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

*Com informações da Terracap

Fonte: Agência Brasília