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FGV recebe 2º Seminário de Licenciamento Ambiental para o Setor de Energia 

Voltado à discussão de políticas ambientais aplicadas ao setor energético, encontro acontecerá no Centro Cultural da Fundação

No próximo dia 26 de agosto, o Rio de Janeiro sediará o 2º Seminário de Licenciamento Ambiental para o Setor de Energia, voltado à discussão de políticas ambientais aplicadas ao setor energético. O encontro acontecerá no Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas (FGV), das 9h às 18h. O evento reunirá autoridades, agentes públicos e privados, além de especialistas em licenciamento ambiental, para debater temas emergentes e os desafios enfrentados pelo setor.
 

Nesta segunda edição, o seminário propõe o debate sobre a importância do licenciamento ambiental frente à expansão das atividades de exploração e produção de petróleo e gás na margem equatorial brasileira, ressaltando seu papel estratégico no desenvolvimento nacional. As novas fronteiras de geração de energia renovável, como os complexos eólicos offshore e as plataformas de produção de hidrogênio, também ganham espaço na programação, com atenção especial às exigências ambientais que essas tecnologias demandam.
 

Entre os temas de destaque estão a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, os impactos dos eventos climáticos extremos nas infraestruturas de transmissão e os desafios socioambientais enfrentados pela geração hidrelétrica no Brasil.
 

O seminário será dividido em quatro painéis temáticos, permitindo uma análise ampla e integrada das questões ambientais que envolvem o setor de energia. O evento conta com o patrocínio de empresas de destaque no mercado, como Eletrobras, Engie, Ambientare e Dossel, que reforçam seu compromisso com o debate e a construção de soluções sustentáveis para a transição energética.
 

A FGV Energia

A FGV Energia dispõe de um histórico consistente na produção de conhecimento ao setor de energia e clima, sendo parte de uma instituição eleita como o 3º think tank mais importante do mundo e o mais influente da América Latina, segundo o Global Go To Think Tank Index Report. Isso inclui a realização de seminários, participação em consultas públicas, diálogo com stakeholders, consultoria para entidades governamentais e privadas, e a promoção de cursos presenciais e online.
 

Serviço: Evento presencial com vagas limitadas

2º Seminário de Licenciamento Ambiental para o Setor de Energia

Data: 26 de agosto de 2025

Horário: 9h (8h30 – Início do credenciamento) às 18h

Local e Endereço: Centro Cultural da FGV – Acesso pelo Edifício Sede da FGV – Praia de

Botafogo, nº 186 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ

Link de Inscrição: Link

Mais informações no site: Link

PROGRAMAÇÃO

8h30 – 9h – CREDENCIAMENTO
 

9h –9h30

ABERTURA – Carlos Quintella

Claudia Barros – Diretora de Licenciamento Ambiental do Ibama (a confirmar)
Thiago Prado – Presidente, EPE (a confirmar)
 

9h30 – 10h45

PAINEL I: Os Desafios para o licenciamento ambiental para a geração

Especialistas em variáveis socioambientais debaterão os principais desafios do licenciamento ambiental para a geração, em especial as UHEs e as PCHs, e os caminhos para evitar a judicialização e a oneração dos estudos socioambientais.

Moderador: Daniela Garcia Giacobbo – Advogada DGG e professora de Direito Ambiental e Regulatório/Energia

Charles Lenzi – Presidente da ABRAGEL 
Felipe Lavorato – Presidente da AMBIENTARE
Flávia Teixeira – Gerente de Meio Ambiente e Transição Energética Engie
Jader Fernandes – Diretor de Licenciamento Ambiental e Condicionantes da Operação da Eletrobras

Debate – Perguntas da Plateia
 

INTERVALO – 10h45 – 11h
 

11h – 12h15

PAINEL II: O licenciamento ambiental para as eólicas offshore, o hidrogênio de baixo carbono e novas tecnologias

A importância do licenciamento ambiental para a indústria das eólicas offshore, hidrogênio verde e outras tecnologias emergentes, com grande impacto na expansão do SEB, mas que ainda dependem de definições regulatórias e operacionais.

Moderador: Felipe Gonçalves – Superintendente de Pesquisa, FGV Energia

Breno Pantoja – Chefe de Serviço de Estudos e Projetos Estratégicos do Inea
Edisiene Correia – Desenvolvedora de Novos Negócios Shizen Energy Group
Eduardo Wagner – Coordenador de Licenciamento Ambiental de Energia Termelétrica, Nuclear, Eólica e Outras Fontes Renováveis Ibama
Viviane Severiano – Diretora técnica da ERM

Debate – Perguntas da Plateia
 

14h – 15h15

PAINEL III: A variável climática no licenciamento ambiental e o sistema de transmissão

Os impactos dos eventos climáticos no setor elétrico, em especial no segmento de transmissão, na visão de especialistas, que debaterão a sustentabilidade e resiliência climática das redes.

Moderador: Daniela Garcia Giacobbo – Advogada DGG e professora de Direito Ambiental e Regulatório/Energia

Daniel Cavalcanti – Diretor Executivo DOSSEL Ambiental 
Debora Fiaschi – Gerente de Meio Ambiente e Fundiário – Isa Energia
Paula Coutinho de Andrade – Consultora da Sup. de Meio Ambiente da EPE
Vinicius Lameira – Promotor de Justiça do MPRJ e membro da Abrampa
Debate – Perguntas da Plateia
 

15h15 – 15h30 – INTERVALO
 

15h30 – 16h45

PAINEL IV: O licenciamento ambiental para a exploração e produção de P&G na Margem Equatorial

A importância do licenciamento ambiental, na produção e exploração de petróleo e gás, na visão dos agentes econômicos e públicos envolvidos no projeto da margem equatorial, que debaterão as modernas técnicas e a regulação pertinente, indispensáveis ao futuro do setor.

ModeradorFelipe Gonçalves – Superintendente de Pesquisa, FGV Energia

Flaubert Matos – Gerente Executivo da Petrobras (a confirmar)
Itagyba Alvarenga Neto – Coordenador Geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Marinhos e Costeiros do IBAMA
José Alberto Bucheb – Geólogo e Advogado na TAGD Advogados 
Kayo Soares – CEO Arvut

Debate – Perguntas da Plateia
 

16h45 – 17h – Conclusões finais

Seguro agrícola paramétrico será tema de debate em seminário do Instituto de Economia Agrícola

Evento online faz parte do Ciclo de Estudos IEA

O Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP, realizará na próxima quarta-feira, 27, às 14h, mais um seminário do seu Ciclo de Estudos em 2025. A palestra “Seguro agrícola paramétrico: inovação a serviço da ampliação da cobertura” será apresentada por Leonardo A. Paixão, cofundador e presidente da seguradora Sombrero Seguros S/A. O evento contará também com a contribuição de Gilson Martins, professor da Universidade Federal do Paraná, como debatedor.

O seguro agrícola paramétrico, baseado em parâmetros de dados públicos e independentes, surge como alternativa inovadora para ampliar a cobertura do seguro rural no Brasil. A palestra abordará seu funcionamento, potencial e vantagens frente aos modelos tradicionais.
 

O seminário é coordenado pela pesquisadora do IEA Terezinha Franca, que atua em políticas agrícolas relacionadas a crédito rural, opções de financiamento agrícola, sistemas de garantia de renda, desenvolvimento rural, agricultura familiar, agroecologia e sistemas agrossilvipastoris e ILPF.
 

Haverá certificado de participação, para aqueles que desejarem, a partir do preenchimento de formulário online no horário do evento.

Ciclo de Seminários Estudos IEA

Além de divulgar os estudos realizados pelos pesquisadores e técnicos do instituto, o Ciclo de Seminários Estudos IEA convida especialistas de outras instituições para abordar tópicos relativos à socioeconomia agrícola. Essa iniciativa visa facilitar a troca de conhecimentos, promover debates e disseminar informações, oferecendo uma plataforma de discussões para diversos públicos interessados.

Sobre o palestrante e o debatedor

Leonardo A. Paixão é cofundador e presidente da seguradora Sombrero Seguros S/A e conselheiro da SERPRO, e Doutor em Direito do Estado (USP).

Gilson Martins é professor da UFPR, Doutor e Especialista em Risco Rural.

Serviço

Ciclo de Seminários Estudos IEA

“Seguro agrícola paramétrico: inovação a serviço da ampliação da cobertura”

Anemia por deficiência de ferro: cuidado adequado é negligenciado no sistema de saúde público

Audiência pública debaterá, na próxima quarta-feira (27), os desafios relacionados às doenças no sangue
no Congresso Nacional


São Paulo, agosto de 2025 – Em 2023, o Ministério da Saúde atualizou dois Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs), guias de cuidado, e incorporou uma nova tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de pacientes adultos com anemia por deficiência de ferro,[1] doença que causa a redução da concentração de hemoglobina – proteína responsável por transportar o oxigênio pelo sangue. No entanto, o acesso ao tratamento ainda não é uma realidade para quem precisa.

De acordo com a portaria GM/MS Nº4.228, que dispõe sobre o processo administrativo de incorporação de tecnologias em saúde no SUS, a dispensação deveria acontecer em um prazo não superior a 180 dias, contados da data em que foi protocolado o requerimento, com prorrogação por 90 dias, caso as circunstâncias exigissem. Contudo, dois anos se passaram e o medicamento ainda não é fornecido.

“Em fevereiro deste ano, o órgão técnico do Ministério da Saúde, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), aprovou, depois de uma consulta pública, uma atualização dos PCDTs, no entanto, mesmo depois disso, o acesso via SUS ainda não é uma realidade. O prazo do processo já foi ultrapassado há muito tempo e os pacientes continuam sem acesso a três novas opções de tratamento da anemia por deficiência de ferro (uma por via oral e duas por via intravenosa)”, alerta Rodolfo Delfini Cançado, médico hematologista do Hospital Samaritano e membro do Comitê de Glóbulos Vermelhos e do Ferro da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).

O hematologista e hemoterapeuta, Cesar de Almeida Neto, explica que existem diversos tipos de anemia, mas pontua que a anemia ferropriva, causada pela deficiência de ferro no organismo é a mais comum. “Trata-se de uma doença bastante prevalente, que acomete mais de 3 bilhões de pessoas no mundo. As mulheres em idade fértil (a partir da primeira menstruação até 45/50 anos) são uma população de risco. Outros grupos que precisam de um olhar atento, por exemplo, são os idosos e crianças”, ressalta o especialista.

Impacto da falta de cuidado adequado

De acordo com Neto, a falta de tratamento (reposição de ferro intravenoso) pode impactar, de maneira significativa, a vida do paciente. “O indivíduo, quando não é tratado adequadamente, pode ter a sua qualidade de vida bastante afetada. No caso de uma gestante, o bebê pode ter comprometimento na formação e nascer com deficiência de ferro. Já em um paciente cirúrgico, a falta de cuidado adequado pode levar para um maior tempo de internação, gerar mais infecções, maior chance de transfusão de sangue e problema renal. Sem contar o impacto social e na qualidade de vida dos pacientes crônicos – uma vez que a pessoa com a doença (e sem o tratamento) é menos produtiva e pode ter déficit cognitivo”, explica o médico que reforça “por isso, o acesso às novas tecnologias é essencial no enfretamento da anemia por deficiência de ferro”, complementa.

Devido à falta de acesso ao cuidado adequado, não é incomum médicos recorrerem à transfusão de sangue para o tratamento da anemia por deficiência de ferro. No entanto, o especialista reforça que a transfusão de sangue nestes casos é o último recurso – tendo em vista as diretrizes do programa de gerenciamento do sangue do paciente do Ministério da Saúde[2], da sigla, em inglês, Patient Blood Management (PBM) – que preconiza que a decisão de transfusão seja individualizada, considerando o equilíbrio entre riscos e benefícios, o curso clínico do paciente e a viabilidade de alternativas terapêuticas. “No caso da anemia por deficiência de ferro, precisamos evitar as transfusões porque além do sangue ser um recurso finito, já existe tecnologia eficaz para o tratamento da doença”, finaliza o hemoterapeuta.

Audiência pública

O cuidado adequado para doenças do sangue será tema da audiência pública da Comissão de Saúde (CSAÚDE) da Câmara dos Deputados, a ser realizada nesta quarta-feira, 27 de agosto, no Congresso Nacional. Na ocasião, especialistas e representantes de pacientes e do Governo discutirão, entre outros temas, a necessidade do acesso a tratamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A audiência foi solicitada deputada Flávia Morais (PDT/GO).

Sobre a anemia: é um quadro clínico caracterizado pela redução da quantidade de hemoglobina (proteína responsável por transportar o oxigênio dos pulmões para o restante do corpo) no sangue ou pela diminuição do número de glóbulos vermelhos (hemácias). De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a condição clínica é diagnosticada quando os níveis de hemoglobina estão abaixo de 13 g/dL em homens, 12 g/dL em mulheres e 11 g/dL em gestantes. As principais causas da anemia por deficiência de ferro i) são alimentação pobre em ferro – comum em dietas restritivas ou desequilibradas, ii) perdas sanguíneas, como menstruação intensa, sangramentos digestivos (úlcera, gastrite, verminoses), iii) gravidez e lactação – aumentam a necessidade de ferro, iv) crescimento na infância e adolescência – fases de alta demanda nutricional,v) má absorção intestinal – por enfermidades como doença celíaca ou uso crônico de certos medicamentos e vi) bloqueio no metabolismo do ferro, causado pela anemia da inflamação, em pacientes com neoplasias e/ou doenças inflamatórias crônicas. Os principais sintomas da doença são fadiga, fraqueza, falta de ar, tontura, mal-estar, unhas fracas, cabelos quebradiços, palidez (na pele e nas mucosas), fissuras na boca, pernas inquietas, picacismo (transtorno alimentar que leva pessoas a comerem objetos sem qualquer valor nutricional, como giz, sabonete, parede – comum em mulheres grávidas), disfunção cognitiva e taquicardia. O diagnóstico baseia-se em avaliação clínica e exames laboratoriais.

 Parceira olímpica internacional, Deloitte passa a apoiar Comitê Olímpico do Brasil na área de gestão do capital humano

  • No Brasil, organização apoia o COB por meio de sua frente de serviços consultivos em capital humano;
  • A nível global, a Deloitte também é parceira dos comitês internacionais olímpico e paralímpico, desde Paris 2024 e até Brisbane 2032;
  • Objetivo é gerar impactos que ultrapassem as entidades e apoiem a promoção do espírito olímpico e a transformação de indivíduos e comunidades a partir do esporte.

São Paulo, 22 de agosto de 2025 – Parceiraglobal doscomitês internacionais olímpico e paralímpico,a Deloitte, no Brasil, tornou-se também apoiadora do Comitê Olímpico do Brasil (COB), ao contribuir com serviços consultivos na área de gestão do capital humano. A Deloitte, organização com o portfólio de serviços profissionais mais diversificado do mercado, considera as parcerias estratégicas para o cumprimento de seu propósito a nível global e local, ao participar ativamente da promoção do espírito olímpico e da transformação a partir do esporte.

“Ao apoiarmos a gestão da maior entidade representativa da prática olímpica no Brasil, acreditamos que, através da capacidade profissional de nossos talentos, ajudamos também a impactar diretamente o desenvolvimento de indivíduos e da sociedade por meio do esporte”, diz Ana Mocny, sócia de Capital Humano da Deloitte Brasil.

“A parceria com a Deloitte representa um avanço relevante na busca por uma gestão cada vez mais moderna, eficiente e alinhada às melhores práticas internacionais. Investir em capital humano e aprimorar nossos processos é essencial para fortalecer a governança do COB na busca por uma Nação Esportiva e um círculo virtuoso de gestão no esporte olímpico no país”, afirma Marco La Porta, Presidente do COB.

Parceria global

Como Worldwide Management Consulting Partner do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC), a Deloitte destacou uma equipe global com ampla capacidade de gestão e consultoria de negócios para proporcionar um impacto significativo a ambos os comitês, a comitês olímpicos nacionais – como o caso do COB, no Brasil –, aos torcedores e aos atletas que tornam os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos possíveis. A parceria teve início nos Jogos de Paris 2024 e seguirá por todas as edições de verão e de inverno até Brisbane 2032.

A Deloitte também empregará sua experiência em serviços ambientais, sociais e de governança para auxiliar o Movimento Olímpico em desafios críticos identificados na Agenda Olímpica 2020+5 relacionados à governança corporativa, estratégia, sustentabilidade, diversidade, equidade e inclusão e apoio e bem-estar dos atletas. Veja mais detalhes neste link.

Sobre a Deloitte

A Deloitte é a organização com o portfólio de serviços profissionais mais diversificado do mercado, com cerca de 460 mil profissionais em todo o mundo, gerando impactos que realmente importam em mais de 150 países e territórios. Com base nos seus 180 anos de história, oferecemos serviços de auditoria, asseguração, consultoria, impostos e serviços relacionados para quase 90% das empresas da lista da Fortune Global 500® e milhares de outras organizações. Nossas pessoas proporcionam resultados mensuráveis e duradouros para ajudar a reforçar a confiança pública nos mercados de capitais e permitir aos clientes transformar e prosperar, e lideram o caminho para uma economia mais forte, uma sociedade mais equitativa e um mundo sustentável. No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é líder de mercado, com mais de 7.000 profissionais e operações em todo o território nacional, a partir de 18 escritórios. Para mais informações, acesse o site.

A Deloitte refere-se a uma ou mais empresas da Deloitte Touche Tohmatsu Limited (“DTTL”), sua rede global de firmas-membro e suas entidades relacionadas (coletivamente, a “organização Deloitte”). A DTTL (também chamada de “Deloitte Global”) e cada uma de suas firmas-membro e entidades relacionadas são legalmente separadas e independentes, que não podem se obrigar ou se vincular mutuamente em relação a terceiros. A DTTL, cada firma-membro da DTTL e cada entidade relacionada são responsáveis apenas por seus próprios atos e omissões, e não entre si. A DTTL não fornece serviços para clientes. Por favor, consulte Deloitte para saber mais.

Sobre o COB

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) é uma organização não governamental, filiada ao Comitê Olímpico Internacional (COI), que trabalha na gestão técnica, administrativa e política do esporte nacional. A missão do COB é desenvolver e representar com excelência o esporte de alto rendimento do Brasil, trabalhando na melhoria de resultados esportivos do Time Brasil, elevando a maturidade de gestão do COB e Confederações filiadas e fortalecendo a imagem do esporte olímpico brasileiro. É dever do COB ainda proteger e promover os valores olímpicos em território nacional.

Ao longo de seus 111 anos de existência (fundado em 8 de junho de 1914), o COB já levou o Brasil à conquista de 170 medalhas em Jogos Olímpicos (40 de ouro, 49 de prata, 81 de bronze) e 38 medalhas em Jogos Olímpicos da Juventude (11 de ouro, 15 de prata e 12 de bronze).

AB Inbev, Airbnb, Alibaba, Allianz, Coca Cola, Deloitte, Omega, P&G, Samsung, TCL e Visa são Patrocinadores Olímpicos Mundiais (programa TOP do Comitê Olímpico Internacional). O COB tem o patrocínio das empresas: CAIXA, Loterias CAIXA, adidas, Vivo, Medley, Neoenergia, Grupo Águia, Mormaii e Max Recovery.

O COB possui também parceria com as Loterias Caixa, que, conforme previsto por lei, repassam 1,7% do valor apostado em todas as loterias federais do país para investimento no esporte olímpico brasileiro.

Brasil supera marca de 400 novos mercados internacionais abertos desde 2023 Com a abertura para carne e miúdos bovinos do Brasil para São Vicente e Granadinas, país alcança 403 novos mercados nesta gestão

O Brasil ultrapassou nesta semana a marca de 400 novos mercados internacionais abertos aos produtos do país desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023.
 

O governo brasileiro e o governo de São Vicente e Granadinas concluíram negociação sanitária para que o Brasil exporte carne bovina, produtos cárneos e miúdos bovinos para aquele país. Com o anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 403 aberturas de mercado desde o início de 2023.
 

As negociações com São Vicente e Granadinas integram a estratégia do Governo Federal de diversificação de parcerias comerciais. Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 288 milhões em produtos agropecuários para países da Comunidade do Caribe (CARICOM), da qual São Vicente e Granadinas é integrante.
 

Entre as aberturas mais notáveis, não apenas pelos potenciais de mercado, mas também pelo simbolismo que carregam, estão produtos tradicionais e nichos emergentes:
 

» Sorgo para a China (2024) – Potencial de US$ 35,65 milhões
» Gergelim para a China (2024) – Projeção de US$ 142,63 milhões
» Farinha de aves para a Indonésia (2023) – US$ 17 milhões exportados em 2024
» Carne bovina para o Vietnã (2025) – Potencial de US$ 183 milhões
» Carne bovina para o México (2023) – US$ 214,32 milhões exportados em 2024
» Carne suína para o México (2023) – US$ 102,06 milhões exportados em 2024
» Carne suína para a República Dominicana (2023) – US$ 31,56 milhões exportados em 2024
» Algodão para o Egito (2023) – US$ 56,01 milhões
» Abacate Hass para o Japão (2024) – Estimativa de US$ 570 mil


Destacam-se, ainda, mais de 80 mercados abertos para proteínas animais, mais de 30 para o setor de reciclagem animal e mais de 20 para frutas brasileiras.
 

RESULTADOS – No primeiro semestre de 2025, as exportações do agronegócio somaram US$ 82,8 bilhões. Esse valor está em linha com os números do mesmo período do ano anterior. Demonstrando os resultados da política de diversificação de produtos e destinos, os gêneros menos tradicionais da pauta exportadora já apresentam crescimento de 21% no acumulado do ano.
 

ARTICULAÇÃO – As conquistas são resultado do trabalho articulado entre as áreas internacional e técnica do Ministério da Agricultura, com atuação das adidâncias agrícolas, de outros ministérios, agências governamentais e setor produtivo. O Brasil mantém hoje 40 adidos em 38 países, com aumento de 38% no ano passado.
 

CONSTRUÇÃO – “Esses acessos são resultado de uma construção que alia negociação e parte técnica. Um trabalho muitas vezes silencioso e contínuo. Quero destacar o papel dos adidos agrícolas que abrem caminhos e, ao abri-los, reduzem riscos e ampliam a previsibilidade para quem produz no Brasil e compete globalmente. Não se trata apenas de onde podemos vender hoje, mas de onde poderemos vender também amanhã”, afirma Luís Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa. Desde 2023 o Mapa esteve presente em 110 missões internacionais.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

CCEE e ANEEL realizam leilão histórico que vai gerar R$ 5,5 bilhões em investimentos e R$ 864,8 milhões em economia ao consumidor 

Certame vai viabilizar obras de 65 usinas hidrelétricas em 13 estados para
atendimento da demanda de distribuidoras no mercado regulado

O Leilão de Energia Nova A‑5, realizado nesta sexta-feira (22/08) pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), bateu recorde histórico de participação. O certame movimentou R$ 5,5 bilhões em investimentos para viabilizar obras de 65 usinas hidrelétricas em 13 estados, com início de fornecimento previsto para 1º de janeiro de 2030, atendendo à demanda das distribuidoras no mercado regulado, que abastece consumidores residenciais e pequenas e médias empresas.
 

O sucesso da operação garante fornecimento seguro, previsível e com custos competitivos. O preço médio alcançado, de R$ 392,84/MWh, garantiu um deságio médio de 3,16%. Com o resultado, os consumidores terão um benefício de R$ 864,8 milhões nas contas de luz.


A negociação desta sexta-feira permitiu a contratação de 815,6 megawatts em potência e 384,5 megawatts médios em eletricidade de usinas a serem construídas em estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. O montante financeiro negociado foi de R$ 26,5 bilhões.


A entrega de energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN) se dará entre janeiro de 2030 e dezembro de 2049. O insumo será entregue aos clientes das distribuidoras Amazonas, Celpe, Coelba, Coelce, Cosern, Eletropaulo, Energisa PB, Energisa TO e Light.


Além de bater recorde de participação, o leilão superou o LEN A-5 de 2022, que contratou 22 projetos e 176,8 MW médios.
O resultado completo está disponível no site da CCEE.
 

Sobre a CCEE
A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos responsável por tornar possível a compra e a venda de eletricidade no país e garantir que esse insumo essencial chegue à população e aos setores produtivos. Desde 1999, reúne geradores, distribuidores, comercializadores e consumidores em um único propósito: desenvolver mercados eficientes, inovadores e sustentáveis em benefício da sociedade. Suas operações envolvem tanto o ambiente de contratação livre como o regulado.

Desafios persistentes na contramão do consenso científico e jurídico sobre a urgência de interromper a expansão dos combustíveis fósseis

 – incluindo decisões recentes de tribunais internacionais, como a Corte Interamericana de Direitos Humanos e a Corte Internacional de Justiça –, as autoridades falham ao não fazer qualquer menção ao tema. Apesar dos esforços do governo colombiano, que na reunião anterior da Cúpula anunciou a suspensão de novos contratos para exploração de petróleo, gás e carvão, Venezuela, Equador e Peru se opuseram à transição dos combustíveis fósseis. O Brasil, que reivindica liderança climática no cenário internacional, mas contraditoriamente defende a expansão da fronteira petrolífera na Amazônia às vésperas da COP30, se manteve “em cima do muro” e não se opôs explicitamente, o que evita bloqueios formais, mas ao mesmo tempo não exerce liderança nem pressão real sobre a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis.
 

Povos indígenas da Bacia Amazônica, parlamentares e sociedade civil vêm reiterando a necessidade de acabar com a expansão de petróleo e gás, sobretudo em áreas de alta biodiversidade, e de criar zonas de exclusão para atividades extrativistas, a fim de proteger ecossistemas críticos para o planeta – começando pela Amazônia.
 

A Cúpula da OTCA foi um momento crucial para anunciar medidas concretas para o Acordo de Paris e uma plataforma estratégica para alinhar prioridades regionais rumo à COP 30. Seguimos observando com preocupação a abertura de novas frentes de exploração de petróleo e gás em diversos países da região, o que representa uma ameaça aos direitos de povos indígenas e comunidades locais, bem como aos objetivos climáticos globais. A responsabilidade e a oportunidade de ação agora recaem sobre o Brasil, e a pressão deve ser coletiva, incluindo a sociedade civil e os povos indígenas, para que a COP30 se torne uma instância de avanços concretos na eliminação progressiva dos combustíveis fósseis.

Avanços

O MAPI estabelece uma co-governança, em que cada país membro será representado por um delegado governamental e um delegado indígena. De acordo com especialistas da sociedade civil, isso garantirá a participação ativa dos povos indígenas na agenda da OTCA e reconhece sua contribuição para a proteção da biodiversidade e a luta contra as mudanças climáticas.
 

Especialistas da sociedade civil e representantes de povos indígenas amazônicos oferecem as seguintes análises:

Ilan Zugman, diretor para América Latina e Caribe, 350.org
“É decepcionante que, diante do consenso científico e jurídico, os presidentes da Amazônia tenham ignorado a urgência de libertar o bioma do petróleo e do gás. As medidas contra o desmatamento são importantes, mas insuficientes. Sem enfrentar os combustíveis fósseis, não há futuro nem para a floresta nem para o clima global. A COP30 pode e deve enviar sinais claros para que os governos corrijam essa omissão e assumam compromissos alinhados com a ciência. Será uma oportunidade para que os países revisem sua posição e avancem em compromissos concretos para pôr fim à era fóssil e avançar em uma transição energética justa.”

Gisela Hurtado, coordenadora de campanhas pela Amazônia, Stand.earth

“A aprovação do Mecanismo Amazônico dos Povos Indígenas e o órgão de co-governança representa um avanço crucial para superar a histórica ausência de representação e participação plena e efetiva dos Povos Indígenas da Bacia Amazônica nas instâncias da OTCA. No entanto, as autoridades da região perderam a oportunidade de liderar suas próprias transições energéticas. Apesar dos esforços da Colômbia, persiste a falta de vontade política em romper com a lógica colonial do extrativismo. Cabe ao Brasil, que vai sediar a COP30 em novembro, a responsabilidade de apresentar propostas mais ambiciosas para a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e para a criação de zonas de exclusão de atividades extrativistas, em alinhamento com as demandas unificada dos povos indígenas e da sociedade civil. O futuro da floresta, de seus povos e do planeta depende das decisões que tomarmos agora.”
 

Melissa Marengo, Oficial Sênior de Programa, Natural Resource Governance Institute (NRGI)
“É preocupante que os presidentes amazônicos não tenham conseguido construir uma visão compartilhada sobre a governança do bioma nem sobre seu papel estratégico na transição energética global. As medidas contra o desmatamento são essenciais, mas não suficientes. Se não enfrentarmos a dependência dos combustíveis fósseis, a floresta e o clima mundial não têm futuro.
A Amazônia precisa de uma perspectiva comum: reconhecê-la como um bem estratégico para a humanidade e orientar políticas coerentes em nível regional. A OTCA era a plataforma ideal para essa visão coletiva, mas foi desperdiçada. A isso se somam as economias ilegais — mineração de ouro, narcotráfico, contrabando de madeira — que corroem a governança, geram violência e bloqueiam qualquer transição justa. Enfrentar esses desafios juntos é tão urgente quanto reduzir a dependência dos fósseis. A COP30 é a oportunidade de corrigir essa lacuna e enviar um sinal claro: os países amazônicos devem se comprometer com uma transição energética justa e com um marco de governança regional alinhado com a ciência e a urgência climática.”
 

Juliana Peña Niño, Gerente do Programa Colômbia, NRGI
“A recente cúpula da OTCA evidenciou uma lacuna: as comunidades amazônicas não foram ouvidas de forma suficiente no processo de tomada de decisão. Mas são elas que vivem, dia após dia, as consequências da dependência do petróleo. Em Putumayo, no coração da Amazônia colombiana, a produção já caiu quase pela metade na última década, e o mundo demandará menos petróleo depois de 2030. Agarrar-se aos combustíveis fósseis só trará mais vulnerabilidade e pobreza. Uma transição energética justa, construída com as comunidades no centro, é o único caminho para garantir um futuro sustentável para a Amazônia e suas economias. A responsabilidade econômica não recai apenas sobre os países amazônicos: deve ser assumida de forma coletiva. Não é uma opção, é uma urgência.”
 

Sila Mesquita, Rede GTA de Trabalho Amazônico
“Desde a Rede GTA de Trabalho Amazônico acreditamos que somente uma Amazônia livre do petróleo e das empresas que exploram combustíveis fósseis poderá garantir a justiça climática e uma verdadeira transição energética. Interromper a atividade dessas companhias é o único caminho para assegurar a soberania dos povos originários e tradicionais. A ação predatória dessas empresas, que invadem territórios sem consultar as comunidades, causa danos irreversíveis: contamina rios e florestas, destrói modos de vida, aumenta a violência contra as populações e compromete o futuro da Amazônia e do planeta.”
 

Juan Bay, Presidente da Nacionalidade Waorani do Equador
“Os presidentes amazônicos não estão ouvindo a voz dos povos indígenas que temos protegido a floresta desde tempos ancestrais. Ignoram que vivemos uma crise climática. O povo Waorani deu um passo muito importante ao decidir deixar o petróleo no subsolo no Yasuní: marcamos um marco global. Mas o Estado equatoriano não cumpre, e esse descumprimento reflete a falta de vontade política dos mandatários para superar a dependência dos combustíveis fósseis. Isso ficou evidente na Declaração de Bogotá da OTCA.”
 

Diana Chávez, Dirigente de Cooperação Internacional da Nacionalidade Kichwa de Pastaza – PAKKIRU (Equador) e membro da Assembleia por uma Amazônia Livre de Combustíveis Fósseis
“Mais de 50 organizações exigimos em Bogotá declarar a Amazônia livre de combustíveis fósseis, mas a declaração final ignorou essa demanda e omitiu mencionar o petróleo e o gás, principais ameaças para a floresta e para nossos direitos. No Equador, o povo votou ‘Sim’ para deixar o petróleo no Yasuní, mas o governo não cumpre e a expansão avança. Essa incoerência se repete em toda a região. A Amazônia não se salva apenas freando o desmatamento: na COP30 os Estados devem assumir compromissos claros para acabar com os combustíveis fósseis.”
 

Alex Rafalowicz, Diretor Executivo do Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis
“Os presidentes amazônicos desperdiçaram a oportunidade de reconhecer que a extração de petróleo e gás é uma das maiores ameaças para a Amazônia. Ciência, povos indígenas e direito internacional coincidem em dois requisitos indispensáveis para salvar a região: reconhecer o perigo real dos combustíveis fósseis e cooperar entre Estados. Mais de 50 organizações exigiram declará-la livre de fósseis; atender a esse chamado teria sido um verdadeiro ato de liderança global. A COP30 em Belém deve corrigir essa omissão e abrir o caminho para um Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis, uma ferramenta-chave para facilitar a cooperação rumo a uma transição justa que proteja a Amazônia e o mundo.”
 

Toya Manchineri, Coordenador-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB)
“É lamentável que a Cúpula da OTCA tenha omitido declarar a Amazônia como zona livre de exploração de combustíveis fósseis. Foi uma oportunidade histórica desperdiçada pelos presidentes. Os fósseis são os grandes vilões da crise climática global, e a Amazônia, já em situação crítica, não pode ser tratada como mais uma fronteira para projetos predatórios que violam territórios indígenas, aceleram o desmatamento e colocam em risco o futuro do planeta. Nossos territórios são essenciais e estão comprovados como as barreiras mais eficazes frente à crise climática, ao atuarem como sumidouros de carbono vitais para o equilíbrio climático. Proteger a Amazônia não é uma questão ideológica, é uma emergência científica e humanitária. A exclusão desse ponto crucial da Carta de Bogotá é uma omissão e um retrocesso no enfrentamento da crise climática global.”
 

Carolina Marçal, Coordenadora de Projetos, Instituto ClimaInfo
“Embora a Cúpula da OTCA tenha trazido avanços importantes para a conservação da Amazônia e a participação dos povos indígenas, falhou em assumir um compromisso pelo fim dos fósseis no bioma. A conferência era vista como uma plataforma estratégica para alinhar prioridades regionais rumo à COP30, e esperava-se que a Amazônia fosse declarada uma zona de exclusão para a exploração de petróleo e gás como primeiro passo de um esforço global para eliminar gradualmente os combustíveis fósseis. Precisamos com urgência de um acordo global para sua eliminação, e nossa região tem todas as condições para liderar uma transição energética justa. Agora é necessário que os países assumam na COP30 o compromisso definitivo de acabar com os fósseis.”
 

Osver Polo, CAN Latinoamérica
“No âmbito desta V Cúpula, a demanda por deixar para trás os combustíveis fósseis se tornou mais visível e forte, impulsionada principalmente pelas organizações indígenas e parlamentares, que enviaram uma mensagem clara de luta rumo à COP30. A Colômbia tem liderado esse debate e será decisivo o que ocorrer no encontro com Lula, que promove a exploração fóssil. No entanto, a criação do MAPI representa uma grande oportunidade: um espaço a partir do qual continuar pressionando pela transição justa, com o acompanhamento e liderança dos povos indígenas.”
 

Karla Maass Wolfenson, Responsável de Incidência da Climate Action Network Latinoamérica (CANLA) e coordenadora de incidência da Aliança Cuencas Sagradas Amazônicas (ASHA)
“A V Cúpula de países amazônicos reflete a complexidade do cenário de coordenação e governança multilateral, em particular a possibilidade de traçar uma visão comum sobre como enfrentar a crise climática. Para muitos, esta era uma oportunidade-chave para enviar um sinal ao mundo e apoiar os povos na transição para economias descarbonizadas, onde os combustíveis fósseis não têm espaço.”

Aviação na região Nordeste tem melhor mês de julho da história

De janeiro a julho, passaram pelos aeroportos nordestinos mais de 23,1 milhões de pessoas

Com 3,79 milhões de passageiros no mês, aeroportos nordestinos batem recorde e refletem crescimento do turismo e de eventos regionais

A aviação civil do Nordeste registrou em julho de 2025 o melhor resultado de sua história, com 3,79 milhões de passageiros. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o volume supera em mais de 117 mil viajantes o movimento do mesmo mês de 2024 e reflete a força da região no turismo, nos negócios e na integração nacional.
 

No acumulado do ano, de janeiro a julho, já passaram pelos aeroportos nordestinos mais de 23,1 milhões de pessoas, também acima do registrado no mesmo período de 2024 (22 milhões). O resultado, o melhor desde janeiro de 2000, início da série histórica reafirma a importância da região como um dos destinos mais procurados do Brasil e um elo logístico essencial para a economia.
 

Turismo e negócios
Com destinos que figuram entre os mais visitados do país, o Nordeste lidera a preferência de turistas nacionais e estrangeiros. As praias de Maceió (AL), Natal (RN) e Porto Seguro (BA), os polos culturais de Salvador (BA), Recife (PE) e São Luís (MA), e até destinos de natureza singular, como Fernando de Noronha e Lençóis Maranhenses, movimentam visitantes em alta escala. Em julho, mês de férias escolares no Brasil e no exterior, essa vocação turística foi decisiva para o recorde de movimentação aérea.
 

Além do lazer, a malha aérea nordestina também é estratégica para os negócios. Cidades como Fortaleza (CE), Recife e Salvador funcionam como hubs de conexão para o Brasil e para voos internacionais. Já aeroportos de médio porte, como Petrolina, Juazeiro do Norte e Vitória da Conquista, fortalecem a integração regional e o transporte ligado à produção agrícola, à indústria e ao comércio.
 

Desempenho por aeroportos
Os terminais de maior movimento em julho foram Recife, com 858,9 mil passageiros, seguido por Fortaleza (580,9 mil), Salvador (709,6 mil), Porto Seguro (279,8 mil) e Maceió (257,7 mil). Também se destacaram Natal, com 210,9 mil passageiros, e destinos emergentes como Jericoacoara, que movimentou 32 mil pessoas no mês, considerando tanto partidas quanto chegadas.
 

O desempenho positivo da aviação no Nordeste é resultado dos investimentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) em infraestrutura aeroportuária e nas concessões. As obras e modernizações em curso incluem ampliação de terminais, melhorias em pistas, novos equipamentos de segurança e acessibilidade. Essas intervenções ampliam a capacidade operacional dos aeroportos, reduzem gargalos e garantem mais conforto e eficiência para passageiros e companhias aéreas.

Cármen Lúcia e Hugo Motta participam de simpósio internacional sobre inteligência artificial e democracia na Câmara dos Deputados (26/08) 

Evento reunirá ministros, parlamentares, especialistas e imprensa para discutir regulamentação, ética e os impactos da IA no Brasil e no mundo. No encontro, presidente do IRIA também irá lançar livro sobre a temática


O Brasil se prepara para um dos debates mais estratégicos do ano sobre tecnologia e política. No dia 26 de agosto, o Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, será palco do Simpósio Internacional “Inteligência Artificial e Democracia: Desafios e Perspectivas”, que reunirá autoridades nacionais e internacionais, parlamentares, juristas, pesquisadores e representantes de entidades do setor para discutir regulamentação, ética e impacto da IA no cenário democrático.


O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Regulamentação da Inteligência Artificial (IRIA) e apoio da Fundação Francisco Dornelles, Fundação Republicana Brasileira e Fundação Juntos Podemos. O encontro contará com a participação de nomes como a ministra Cármen Lúcia (STF/TSE) e o presidente da Câmara, Hugo Motta. Também estão confirmados ministros do STJ, senadores, deputados federais, especialistas em direito digital, jornalistas e representantes de instituições nacionais e internacionais.


Segundo Marcelo Senise, presidente do IRIA, a proposta é criar um espaço de diálogo direto entre poder público, sociedade civil e setor privado: “a regulamentação da inteligência artificial vai além de questões de mercado. Ela tem impacto direto sobre a qualidade da nossa democracia e precisa ser construída de forma participativa, ouvindo diferentes setores”, afirma.
 

Programação:

  • 08h00 – Credenciamento
     
  • 08h30 – Abertura oficial com autoridades, entre elas Hugo Motta (presidente da Câmara), senador Davi Alcolumbre, deputada Luiza Canziani e ministra Cármen Lúcia
     
  • 09h00 – Posse da nova diretoria do IRIA
     
  • 09h15 – Palestra magna: A experiência eleitoral brasileira e as normativas do TSE frente à IA – Ministra Cármen Lúcia
     
  • 09h45 – Painel 1: Experiências globais na regulamentação da IA (União Europeia, Canadá, Espanha e Brasil)
     
  • 11h00 – Painel 2: Marco Legal da IA – PL 2.338/23
     
  • 13h30 – Painel 3: Implementação de políticas públicas e desafios em diferentes esferas de governo
     
  • 15h15 – Painel 4: Inteligência Artificial no Judiciário e desafios legais
     
  • 17h00 – Painel 5: Uso da IA na comunicação política
     
  • 17h55 – Painel 6: Veículos de imprensa e checagem de fatos frente à desinformação e aos deepfakes
     
  • 19h00 – Coquetel de encerramento e lançamento do livro “A Delicada (ou não) Arte da Desconstrução Política”, de Marcelo Senise
     

Lançamento de livro

Durante o simpósio, será lançado o livro “A Delicada (ou não) Arte da Desconstrução Política”, de Marcelo Senise, publicado pela Editora Viseu e com prefácio do ex-governador José Roberto Arruda. Em cerca de 300 páginas, a obra mergulha nos efeitos da inteligência artificial sobre a democracia contemporânea, explorando comunicação política, ética digital e formulação de políticas públicas, ao mesmo tempo em que relembra a trajetória do autor – desde sua atuação na Assembleia Constituinte, quando liderou o movimento pelo voto aos 16 anos, até experiências em campanhas como as de José Roberto Arruda, Emanuel Pinheiro (Cuiabá) e a gestão de crise do ex-deputado Luiz Miranda. Misturando bastidores, memórias e análises estratégicas, o livro oferece reflexões para profissionais da política, da comunicação e para leitores interessados nas transformações em curso nas democracias digitais.
 

Serviço

Simpósio Internacional “Inteligência Artificial e Democracia: Desafios e Perspectivas”
Data: terça-feira, 26 de agosto de 2025
Local: Auditório Nereu Ramos – Câmara dos Deputados, Brasília (DF)
Horário: das 8h às 19h
Inscrições gratuitas pelo site: simposio-ia-democracia.gamma.site

Prefeito de Espírito Santo do Turvo, Gilbertinho, esteve em Brasília para diálogo com o Ministério da Saúde

O prefeito Gilbertinho, de Espírito Santo do Turvo, esteve em Brasília para uma importante reunião com o assessor do Ministério da Saúde, Humberto Tobé. O encontro teve como foco o fortalecimento das ações de saúde no município, em especial os avanços garantidos com a chegada de novos equipamentos por meio do PAC Saúde.

Durante a reunião, o prefeito destacou sua gratidão pelo apoio recebido do Governo Federal e reforçou a relevância dos investimentos para melhorar o atendimento à população. “Essa parceria tem garantido resultados concretos para Turvo, e vamos seguir ampliando os projetos para levar mais qualidade de vida aos moradores”, afirmou.

Na pauta também foram tratados projetos junto à FUNASA, voltados para melhorias estruturais e de saneamento, além de iniciativas específicas para a modernização da Unidade Básica de Saúde (UBS) do município, que deve receber novos equipamentos para otimizar o atendimento.

Outro ponto importante abordado foi a ampliação das ações de saúde bucal, com o objetivo de oferecer prevenção e tratamento odontológico mais acessível e eficaz para a população. Esses projetos, aliados ao esforço conjunto entre município e União, consolidam um novo momento para a saúde pública em Espírito Santo do Turvo.

Governo Federal reforça investimentos em saúde em Espírito Santo do Turvo

O Governo Lula tem ampliado o apoio ao município de Espírito Santo do Turvo por meio de programas estratégicos do Sistema Único de Saúde (SUS). No campo da atenção básica, a cidade conta atualmente com três Unidades Básicas de Saúde (UBS) custeadas com recursos federais e uma equipe de Saúde da Família, além de duas equipes de Atenção Básica em funcionamento. O programa Mais Médicos também fortaleceu a rede local, garantindo a atuação de um médico e a chegada de mais um profissional desde 2023.

A população ainda é beneficiada pelo programa Farmácia Popular, que atende 858 moradores — em sua maioria mulheres — com medicamentos gratuitos para doenças crônicas como diabetes, hipertensão e asma. O município também dispõe de duas farmácias credenciadas, além de repasses para a atuação de nove agentes comunitários de saúde e dois agentes de endemias, somando mais de R$ 33 mil em custeio federal.

Na saúde da mulher, 54 gestantes realizaram consultas de pré-natal no último ano, das quais 81% tiveram acompanhamento completo com seis consultas ou mais. Já na educação em saúde, o Programa Saúde na Escola atendeu 951 estudantes em quatro escolas do município no ciclo 2023/2024. Esses investimentos reafirmam o compromisso do Governo Federal em garantir mais qualidade de vida e acesso digno à saúde para a população de Espírito Santo do Turvo.