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Com investimentos de R$ 1 bilhão, leilão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá será dia 22/10

Anúncio foi feito nesta sexta-feira (22) pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que marcou também para o mesmo dia o leilão de 3 terminais portuários
 

Com investimentos de R$1 bilhão, o leilão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá (PR) será realizado no dia 22 de outubro, na sede da B3, em São Paulo. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (22) pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. Também no dia 22/10, na Bolsa de Valores B3, serão leiloados três terminais portuários: no Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Maceió (AL).
 

“Este será o primeiro leilão de canal de acesso de um porto público no Brasil, que vai ampliar a capacidade das operações e a movimentação portuária”, afirmou o ministro, lembrando que Paranaguá é o segundo maior porto do Brasil e da América Latina, depois do Porto de Santos.
 

O processo de licitação já foi aprovado pelo Tribunal de Costas da União (TCU) e encaminhado no início de junho à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Os critérios previstos para o leilão de Paranaguá servirão de modelo para outros leilões de canal de acesso a serem realizados ainda neste ano, como o do Porto de Santos (SP), Porto de Itajaí (SC), Porto da Bahia e Rio Grande (RS). O processo do Porto de Itajaí está sendo encaminhado ao TCU.
 

“Essa previsibilidade é importante para o setor produtivo e gestão adequada das profundidades do canal de acesso coloca Paranaguá em outro patamar em relação ao comércio internacional”, afirmou o secretário Nacional de Portos do MPor, Alex Ávila.
 

Hoje, o Porto recebe 2.600 navios por ano, com destaque para granéis sólidos, como soja e proteína animal. A concessão trará ainda maior eficiência à operação portuária, possibilitando a ampliação do número de navios no porto. Com o leilão, o calado do canal será ampliando de 13,5 metros para 15,5 metros de profundidade, elevando a capacidade do porto para receber navios de maior porte e ampliando a movimentação de cargas.
 

O secretário explicou que cada centímetro a mais na profundidade do canal de acesso corresponde a um aumento de 60 toneladas de carga no porão do navio.

A concessão vai impulsionar também o desenvolvimento da região, uma vez que a ampliação de movimentação de carga no porto tem reflexos positivos na economia dos municípios próximos e na geração de emprego e renda nas cidades vizinhas e no Estado.
 

Terminais Portuários

Também no dia 23, na Bolsa de Valores B3, serão leiloados três terminais portuários: RDJ07, no Porto do Rio de Janeiro (RJ); POA26, do Porto de Porto Alegre (RS); e o TMP Maceió, no Porto de Maceió (AL).
 

O RDJ07, no Porto do Rio de Janeiro, receberá R$ 99,4 milhões em estrutura especializada em movimentação de petróleo (carga offshore). A concessão também tem prazo de 25 anos.

Já para o POA26, localizado na Poligonal do Porto Organizado de Porto Alegre (RS), estão previstos R$ 21,1 milhões pelo arrendamento da área, destinada à movimentação e armazenagem de granel sólido, com prazo de 10 anos de concessão.
 

E o TMP Maceió, por sua vez, é destinado ao embarque e desembarque de passageiros que transitam pelo Porto de Maceió, contribuindo para o conforto e a segurança dos turistas. Além do terminal, está prevista a construção de estacionamento adjacente. O investimento será de R$ 3,7 milhões, com prazo de 25 anos de concessão.

Starian levanta R$ 640 milhões com a General Atlantic para alavancar M&As  

Investimento chega logo após o anúncio da divisão das operações da Softplan em duas empresas independentes; 
 

Além do fortalecimento dos produtos atuais, capital será usado para expandir a tese de crescimento inorgânico, com objetivo de abertura de novas verticais 

Agosto de 2025 – A Starian, empresa recém-lançada no mercado e que passou a gerir todas as soluções para o setor privado da Softplan, acaba de levantar R$ 640 milhões (US$ 115 milhões) em um investimento estratégico da General Atlantic, um dos principais fundos de investimento globais. A companhia, que já nasceu com 16 mil clientes, usará a injeção de capital para alavancar M&As, fortalecer o modelo de SaaS vertical e abrir novas unidades de negócio.
 

A Starian desenvolve ecossistemas de software verticais altamente especializados, com complementariedade de produtos e gestão integrada, oferecendo jornadas completas dentro de um segmento. Reúne sob seu guarda-chuva soluções dedicadas à Indústria da Construção, com o Ecossistema Sienge, além da Inteligência Legal, liderada pelo Projuris, e Eficiência Operacional, com as soluções de produtividade e eficiência Checklist Fácil e Runrun.it. Após a separação das operações em duas empresas independentes, a Softplan segue no mercado focada exclusivamente nas soluções voltadas ao setor público.
 

“Toda a solidez construída ao longo de mais de 30 anos comprova que investir no fortalecimento do modelo de SaaS vertical é uma decisão estratégica acertada. Agora, com uma operação 100% autônoma e o aporte da General Atlantic, que traz não apenas capital, mas também expertise global em tecnologia, poderemos acelerar nosso potencial de crescimento, ampliando a força das unidades de negócio nas quais já somos referência e avançando em novas verticais”, destaca Ionan Fernandes, CEO da Starian.

Com o aporte da General Atlantic, que se torna sócia minoritária, a companhia pretende intensificar o ritmo de M&As, mirando tanto a consolidação de suas verticais atuais quanto a entrada em novos segmentos de alto potencial.
 

“O cenário de software no Brasil permanece fragmentado e o mercado é amplamente subatendido”, afirma Rodrigo Catunda, Managing Director e Co-Head da General Atlantic no Brasil. “Vemos na Starian uma empresa única para liderar a consolidação de software vertical no Brasil, combinando produtos líderes, gestão profissionalizada e uma cultura de integração disciplinada. Estamos entusiasmados em apoiar a empresa em uma nova fase de crescimento acelerado, com foco em aquisições e criação de valor de longo prazo”, diz.

Com a assinatura dos termos do SPA (Share Purchase Agreement), o fechamento da transação ainda depende do cumprimento das condições usuais de mercado, incluindo aprovações regulatórias e demais etapas previstas no cronograma.

Sobre a Starian  

A Starian é um grupo que reúne soluções SaaS (Software as a Service) especialistas nas áreas da Indústria da Construção, Inteligência Legal e Produtividade e Eficiência. Usando um software como habilitador e motor de crescimento de novas linhas de negócio, é focada em construir ecossistemas completos para os segmentos em que atua. Com uma trajetória de mais de 34 anos no mercado privado, conta com mais de 1,5 mil colaboradores. Pretende atender 20 mil clientes e projeta R$ 530 milhões de receita operacional líquida em 2025.  

Sobre a General Atlantic  

A General Atlantic é um dos principais investidores globais de capital para crescimento com mais de quatro décadas de experiência no fornecimento de capital e suporte estratégico para mais de 830 empresas ao longo de sua história. Fundada em 1980, General Atlantic continua sendo uma parceira dedicada para empreendedores visionários e investidores que buscam construir negócios dinâmicos e criar valor a longo prazo. A empresa alavanca seu capital paciente, experiência operacional e plataforma global para dar suporte a uma plataforma de investimento diversificada abrangendo estratégias de Growth Equity, Crédito, Clima e Infraestrutura. A General Atlantic tem aproximadamente US$ 114 bilhões em ativos sob gestão, incluindo todas as estratégias, em 30 de junho de 2025, com mais de 900 profissionais em 20 países em cinco regiões. Para obter mais informações sobre a General Atlantic, visite: www.generalatlantic.com. 

SP Open anuncia lista do quali e Carol Meligeni recebe convite na chave principal 

São Paulo, 22 de agosto de 2025 – Nesta sexta-feira, a organização do SP Open divulgou a lista das tenistas que disputarão o qualifying, assim como o terceiro convite para a chave principal. O WTA da maior cidade das Américas acontece entre os dias 6 e 14 de setembro no Parque Villa-Lobos.


Catorze tenistas se classificaram diretamente através do ranking e outros dois nomes completarão a chave através de convites da organização. A fase classificatória acontecerá entre os dias 6 e 7 de setembro e classifica quatro tenistas na chave principal. Mais informações do resgate gratuito de ingressos serão divulgadas em breve.


A organização também confirmou o terceiro convite da chave principal para Carolina Meligeni. A campineira de 29 anos é a 3ª melhor brasileira do ranking atual da WTA, atrás apenas de Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi, ambas também já garantidas na chave principal do SP Open, e traz a sua experiência para as quadras do Parque Villa-Lobos. Medalha de bronze nos Jogos Panamericanos de Lima 2019 nas duplas femininas ao lado de Luisa Stefani, Carol é se destaca pela garra em quadra, fato que foi reconhecido pela ITF com o Heart Awards, prêmio dado para tenistas que representam o seu país com distinção, coragem e comprometimento.


“Queria agradecer muito a organização com esse convite para a chave principal. Estou muito feliz com essa oportunidade de jogar um WTA em casa. Tenho certeza que todas as meninas estão muito animadas com essa semana e eu estou trabalhando muito duro para chegar da melhor forma lá,” disse Carol Meligeni.


Além de Bia e Laura, Carol se junta às brasileiras Victoria Barros e Nauhany Silva, que também receberam convites da organização no início desta semana, e aos destaques internacionais, como Alex Eala, Hailey Baptiste e Ajla Tomljanovic, na chave principal do torneio que marca o retorno de São Paulo ao calendário da WTA após 25 anos. As últimas seis vagas da chave serão preenchidas com mais um convite, que será anunciado posteriormente, quatro tenistas do qualifying, e uma posição reservada para um special exempt.
 


Outra novidade do qualifying é o convite para Luisa Stefani que está de olho em uma volta à competição de simples também. “Jogar simples é um desejo meu que vem lá de trás, há anos. Especialmente pós lesão do joelho. Foi algo que cogitei, treinei e pensei com muito carinho sobre. Tive que fazer decisões difíceis na época e não me sentia apta. Agora é um novo momento e estou me sentindo muito animada com essa oportunidade e super grata pela confiança,” disse a brasileira.

 



INGRESSOS GRATUITOS – Os ingressos para o qualifying do SP Open são gratuitos. Mais informações do resgate de ingressos, para os dias 06 e 07 de setembro serão divulgadas em breve.
 


LISTA DE INSCRITAS NO QUALIFYING DO SP OPEN 2025:


1. Jazmin Ortenzi (ARG)
2. Anna Rogers (USA)
3. Mariia Tkacheva (RUS)
4. Valeriya Strakhova (UKR)
5. Lina Glushko (ISR)
6. Lian Tran (NED)
7. Alicia Herrero Linana (ESP)
8. Robin Anderson (USA)
9. Emily Appleton (GBR)
10. Yasmine Mansouri (FRA)
11. Haley Giavara (USA)
12. Cristina Diaz Adrover (ESP)
13. Isabella Shinikova (BUL)
14. Miriana Tona (ITA)

WC Luísa Stefani (BRA)
 
 
Sobre o SP Open

O SP Open conta com o patrocínio máster de Claro e Heineken 0.0, além de ALLOSShopping VillaLobos e BRB. Também apoiam o evento marcas como PrudentialAtvosB3Seara GourmetTegraEngieOncoclínicasFaixa AzulFarmacêutica EMSWorld WineRevoZetaflexBlueFit AcademiaMelitta e Giovanna Baby. As marcas esportivas oficiais são Slyce e ASICS, com Wilson como fornecedora de bolas. O evento é incentivado pelo Ministério do Esporte, via Lei de Incentivo ao Esporte, e conta com apoio da Prefeitura de São Paulo, via SPTuris.

Realização: IMM
Promoção: ICT

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Com aprovação recorde, Caiado atinge 88% e é o governador mais bem avaliado do Brasil

Genial/Quaest mostra que aprovação popular ao trabalho do gestor goiano voltou ao patamar máximo; liderança nacional se mantém há quase três anos 

Nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta sexta-feira (22/8), reafirma a posição do governador Ronaldo Caiado como gestor estadual mais bem avaliado do Brasil. O levantamento, realizado entre 13 e 17 de agosto, aponta que Caiado tem 88% de aprovação no eleitorado goiano. É o melhor resultado entre os governadores dos oito estados pesquisados e o recorde do levantamento. Além de Goiás, a Quaest também avaliou os governadores da Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
 

A Genial/Quaest também mostra o governador goiano com o menor nível de desaprovação da série e do país: 9%. Apenas 3% dos entrevistados declararam não saber ou não responderam. Entre aprovação e reprovação, Caiado tem um saldo positivo de 79 pontos percentuais. No levantamento anterior, divulgado em fevereiro, a aprovação de Caiado era de 86%, também mais bem avaliado entre todos os governadores.
 

Caiado lidera o ranking dos governadores mais bem avaliados, seguido por Ratinho Júnior (PR), com 84%; Tarcísio de Freitas, 60%; Jerônimo Rodrigues (BA), 59%; Eduardo Leite (RS), 58%; Romeu Zema, 55%; Raquel Lyra (PE), 51%; e Claudio Castro (RJ), 43%.
 

A nova Genial/Quaest reitera o resultado de outros levantamentos e indica que alta aprovação do governador Ronaldo Caiado persiste ao longo do tempo. Em agosto do ano passado, pesquisa AtlasIntel mostrou que Caiado era o governador mais bem avaliado do país. O instituto já havia apontado resultado semelhante em 2023. Em dezembro de 2024, a Paraná Pesquisas mostrou que o trabalho do gestor goiano era aprovado por 84,3% dos goianos.
 

Em Goiás, os pesquisadores ouviram 1.104 eleitores em 52 municípios entre os dias 13 e 17 de agosto de 2025. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%.


Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Brasil e Nigéria visam fortalecer laços comerciais durante Fórum Empresarial em Brasília

Promovido pela ApexBrasil, MDIC e MRE, encontro reunirá autoridades e empresários dos dois países para impulsionar comércio e investimentos bilaterais


O Fórum Empresarial Brasil-Nigéria será realizado na próxima segunda-feira (25), em Brasília-DF, a partir das 13h, na sede do Sebrae Nacional. O evento ocorre na oportunidade da visita oficial do presidente da Nigéria, Bola Tinubu, ao Brasil, e reunirá representantes governamentais e empresariais visando ampliar parcerias estratégicas e diversificar a pauta de comércio entre os dois países.

A iniciativa é promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Ministério das Relações Exteriores da Nigéria e a Comissão para Promoção de Investimentos da Nigéria (NIPC).

Participarão do encontro cerca de 200 empresários e investidores dos dois países, representando setores como agronegócios, aviação, energia, saúde e outros. Estarão presentes o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, a CEO da Nigerian Investment Promotion Commission, Aisha Rimi, e outras autoridades governamentais de ambos os países.

A programação do evento inclui debates e painéis sobre segurança alimentar; novas indústrias e transição energética; parcerias estratégicas e inovação em saúde; e facilitação de comércio e investimentos por meio de financiamento e desenvolvimento empresarial. Haverá ainda anúncios e assinatura de acordos de cooperação e um coquetel de networking após o encerramento.

“Esse encontro faz parte da estratégia do governo federal, do presidente Lula, de fortalecer a cooperação econômica e comercial com a Nigéria, ampliando e diversificando nossas exportações e aproximando o Brasil do continente africano”, afirma Jorge Viana.

“Estamos em sintonia com o continente africano diante de um momento relevante. O Sebrae está com mão forte para construir parcerias com a Nigéria. Os pequenos negócios são aqueles que distribuem a renda e a riqueza. A economia tem que ser sustentável, inovadora e globalizada e, com isso, daremos visibilidade aos pequenos negócios, que correspondem a 95% das empresas brasileiras”, afirma o presidente do Sebrae, Décio Lima.

Jornalistas interessados em acompanhar o evento devem realizar o credenciamento neste link.

Retomada do diálogo e cooperação bilateral

A realização deste Fórum é um desdobramento da missão brasileira à Nigéria realizada em junho deste ano, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Na ocasião, foram discutidas diversas agendas bilaterais e assinados acordos em áreas estratégicas como defesa, cultura, turismo e energia. O objetivo é transformar laços históricos e culturais em oportunidades econômicas concretas.

Na visita de junho, por exemplo, foi firmado um memorando entre a Polícia Federal brasileira e a Agência Nacional de Aplicação da Lei de Drogas da Nigéria para reforçar o combate ao narcotráfico e ao crime organizado. No campo cultural, foi assinado um acordo de coprodução audiovisual e, na área de turismo, um memorando para programas de intercâmbio, capacitação profissional e atração de investimentos. A cooperação energética também teve destaque na ocasião, abrindo espaço para parcerias em fontes tradicionais e renováveis.

Perfil de comércio e investimentos

A corrente de comércio entre Brasil e Nigéria, que em 2014 chegou a US$ 10 bilhões, está hoje no patamar de US$ 2,1 bilhões. O dado faz parte do estudo Perfil de Comércio e Investimentos Nigéria, publicado pela ApexBrasil em janeiro de 2025. Além do desafio de recuperar o dinamismo comercial, existe também a necessidade de diversificar as exportações brasileiras, hoje concentrada em açúcar e melaços, grupo de produtos que correspondeu a 73,5% das exportações em 2024.

Sendo um dos novos integrantes dos BRICS, com perspectivas de maior abertura comercial e bom retrospecto na importação de aeronaves, o país se posiciona como um mercado estratégico para produtos brasileiros.
O estudo da ApexBrasil destaca 183 oportunidades para as exportações brasileiras na Nigéria nos setores prioritários de combustíveis minerais, máquinas e equipamentos e produtos alimentícios. Acesse o perfil completo aqui.

Ministra Sonia Guajajara assume presidência brasileira do Mecanismo Amazônico dos Povos Indígenas

Presidência e lançamento do MAPI foi anunciada durante a 5a Cúpula de Presidentes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônia e será exercida em conjunto com o movimento indígena brasileiro por meio da COIAB
Durante a 5ª Cúpula de Presidentes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), realizada na quinta-feira (21), em Bogotá, na Colômbia, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, participou do lançamento do Mecanismo Amazônico dos Povos Indígenas (MAPI). No evento, o Brasil assumiu a presidência do primeiro ano do mecanismo junto com a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB).

A criação do mecanismo veio de um encaminhamento da reunião da Cúpula de Belém, realizada em 2023, para ser lançado na Cúpula promovida na Capital da Colômbia. Ao longo de dois anos, os países da Bacia Amazônica se reuniram para discutir e definir o formato do mecanismo, com participação e articulação ativas do Ministério dos Povos Indígenas.

Em seu discurso, a ministra Sonia Guajajara celebrou a criação do Mecanismo Amazônico dos Povos Indígenas na OTCA, destacando-o como uma conquista histórica que garante participação e protagonismo indígena nas decisões que os afetam.

“Estamos no Brasil com o primeiro Ministério dos Povos Indígenas. Sabemos que Venezuela também tem um Ministério importante e que Colômbia conduz uma importante mesa de concertação. Já a Bolívia tem um vice-presidente da altura e grandeza de David Choquehuanca e que outros países também têm avançado em políticas que garantam direitos, participação e protagonismo dos povos indígenas em nossos países”, afirmou a ministra.“Mas era necessário garantir este mesmo espaço na OTCA. Os presidentes deram um passo importante na Carta de Belém em 2023. Decidiram por fortalecer a organização e orientaram a construção de um mecanismo com participação paritária. Os Chanceleres transformaram a orientação dos presidentes em resolução e muitos de vocês aqui presente negociaram ao longo de todo este ano de 2025 este texto belíssimo que hoje foi aprovado pelos chanceleres”, acrescentou.

Guajajara enfatizou a importância de transformar o mecanismo em um espaço real de influência, ressaltando o papel crucial dos povos originários, que registram cerca de 3 milhões de pessoas de mais de 400 povos na Bacia Amazônica, como guardiões do bioma, seus saberes e modos de vida.

Ela ainda conectou a conquista do mecanismo à luta contra as mudanças climáticas, o negacionismo e a violência histórica, posicionando-o como fundamental para evitar o ponto de não retorno ambiental e para promover um futuro com mais direitos e participação indígena em fóruns globais como a COP do Clima e da Biodiversidade.

Formato de governança inédito

A criação do mecanismo foi uma orientação dos chanceleres que compõem a OTCA por meio da Resolução 7 da organização internacional, que estabelece novas diretrizes e metas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, com foco no alcance desses objetivos até 2030.

Ao longo de todo o primeiro semestre de 2025, representantes dos países membro e organizações indígenas formataram o mecanismo, com participação direta da equipe negociadora brasileira, composta pelo Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB).

Um dos resultados dos debates é o formato de governança inédito, composto de maneira paritária pelos 8 países e 8 organizações indígenas que participam da organização. Com rotatividade de presidência anual entre os países, o MAPI poderá debater temas de relevância para os povos indígenas na região amazônica, incentivando os países e a OTCA a avançarem na garantia de direitos aos povos indígenas.

Outra importante atribuição do mecanismo será a organização do Fórum dos Povos Indígenas e Comunidades Locais e Tradicionais para que estes contribuam com seus conhecimentos tradicionais na formulação de políticas nos âmbitos nacionais e da OTCA.

Com a criação do mecanismo, a ministra Sonia Guajajara acredita que a OTCA avança de forma estrutural para garantir as vozes e a participação indígena nos espaços de decisão das questões amazônicas.

Sicoob e Circuito Sertanejo celebram a união na 70ª Festa do Peão de Barretos

Evento ocorre de 21 a 31 de agosto de 2025 no Parque do Peão, em Barretos (SP)

Agosto 2025 – O Sicoob, patrocinador oficial do Circuito Sertanejo, marca presença em uma das etapas mais tradicionais do calendário cultural brasileiro: a 70ª edição da Festa do Peão de Barretos. O evento, que acontece entre 21 e 31 de agosto no Parque do Peão, em Barretos (SP), é reconhecido como um dos principais palcos da música sertaneja no país e reforça a parceria estratégica entre a instituição financeira cooperativa e a maior plataforma de shows do Brasil.

O patrocínio reforça a estratégia de marketing do Sicoob ao posicionar a marca em um território de forte conexão emocional com o público. A presença no Circuito Sertanejo amplia a visibilidade institucional em escala nacional, com projeção ao lado de grandes marcas e transmissões em canais de prestígio como Globo e Multishow. Segundo levantamento do próprio Circuito, 73% do público reconhece a plataforma como uma vitrine relevante para marcas, e 69% associam sua participação apenas a empresas de qualidade, atributos que fortalecem a imagem institucional do Sicoob em um ambiente de influência e alto impacto.

Experiência de marca e ativações exclusivas

A parceria com o Circuito Sertanejo se desenha em múltiplas frentes: desde pré-venda com benefícios exclusivos para cooperados, até ações de ativação on e offline, presença em mídia de grande alcance e o patrocínio da transmissão dos festivais pela Globo e Multishow.

Ao longo de 2025, o Sicoob esteve presente em grandes etapas do circuito: Expo Londrina, Ribeirão Rodeio Music e Pedro Leopoldo Rodeio Show, consolidando a marca em experiências que unem entretenimento, tradição e proximidade com o público. Agora, no segundo semestre, a jornada continua com a festa de Barretos, seguida do Jaguariúna Rodeo Festival em setembro e encerrando no Caldas Country Festival, em Goiás.

Com este patrocínio, o Sicoob fortalece sua presença no universo do entretenimento como parte de uma estratégia de marketing 360º, feita em conjunto com a Diverti – empresa do Grupo DVT, que une ativação de marca, experiência, mídia e presença digital. A iniciativa reforça o compromisso da instituição em ampliar a força da marca, conectando-se a milhões de brasileiros em momentos de celebração e pertencimento.

Sobre o Circuito Sertanejo

O Circuito Sertanejo é a maior plataforma de shows do Brasil e reúne os seis principais eventos de música sertaneja do país: Expo Londrina, Ribeirão Rodeio Music, Pedro Leopoldo Rodeio Show, Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, Jaguariúna Rodeo Festival e Caldas Country Festival. A iniciativa é fruto das parcerias entre Together – unidade de negócios da Ambev, que atua como facilitadora no mercado de grandes eventos, conectando pessoas, soluções e serviços – e a Diverti – empresa do Grupo DVT com mais de 30 anos de experiência e atuação no entretenimento.

Sobre o Sicoob  
Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 9 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferece serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. É formado por 326 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que é composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de uma processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a primeira colocação entre as instituições financeiras com maior número de agências no Brasil, com mais de 4, 6 mil pontos de atendimento, e, em mais de 400 municípios, é a única instituição financeira presente. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações.
 

Criança tem que ser criança: quais comportamentos os pais devem permitir, proibir e ficar atentos, segundo educadoras

“Adultização infantil” voltou ao debate público depois de vídeo viral do influenciador Felca 

São Paulo, 22 de agosto de 2025 – “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”, diz o artigo 227 da Constituição brasileira. Já o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seus muitos artigos, garante ao menor o direito de brincar, praticar esportes, divertir-se e de ter preservando sua dignidade, identidade e valores.
 

Mas afinal, o que é ser criança? A viralização de um vídeo do influenciador Felca sobre adultização infantil tomou o noticiário e as rodas de conversa no Brasil nos últimos dias, trazendo à tona importantes discussões: exposição precoce e sem filtro de crianças por adultos; crianças reproduzindo padrões e atitudes de adultos, sexualização de menores e a falta de uma “vivência de criança” desencadeada pelo excesso de telas que a sociedade atual vive.
 

Por que a criança tem que ser criança?
 

De acordo com Audrey Taguti, diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP, a infância é uma fase insubstituível, que deve ser vivida em plenitude para que cada criança desenvolva-se de forma saudável. “No desenvolvimento global do indivíduo, cada degrau é uma fase, e pular etapas faz com que a maturidade não acompanhe o que está sendo vivido”, explica. Para a especialista, a sociedade atual, marcada pela aceleração e pela exposição precoce a estímulos do mundo globalizado, muitas vezes acaba antecipando a primeira infância e impondo experiências que não cabem à idade.
 

Essa distorção se manifesta em diferentes situações: desde o uso de roupas sexualizadas, que para a criança não passam de vestimentas, mas para a sociedade representam uma exposição desnecessária, até a entrega de celulares e acesso irrestrito às redes sociais, que despertam comportamentos incompatíveis com a faixa etária. “Cada fase precisa ser vivida com seus próprios brinquedos, vivências e limites. Quando isso não acontece, etapas ficam inacabadas”, ressalta Audrey. Para ela, cabe às famílias e escolas fortalecer o caráter das crianças por meio de experiências culturais e pedagógicas — como o contato com o folclore e com brinquedos adequados à idade — e adotar a tecnologia de forma responsável, sempre vigiada por adultos, nunca como substituta da vivência infantil.
 

O que a criança pode e não pode fazer?
 

No estágio natural do desenvolvimento, a infância é marcada por momentos de brincadeira livre, experimentação e descobertas. É esperado que a criança explore diferentes tipos de jogos, crie histórias, invente personagens e se envolva em atividades lúdicas que estimulem sua imaginação e criatividade, sempre em um ambiente livre de pressões estéticas ou sociais.
 

“Conviver com crianças de faixa etária aproximada contribui para o desenvolvimento social e emocional, pois é também nesse contexto que elas aprendem a lidar com regras, resolver conflitos e desenvolver habilidades socioemocionais. Além disso, o faz de conta permanece como uma das formas mais ricas de aprendizado: ao simular papéis sociais, a criança ensaia situações da vida real dentro de um universo seguro, ampliando sua compreensão do mundo e de si mesma”, explica Renata Alonso, coordenadora pedagógica de educação infantil na Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo/SP.
 

Em contrapartida, comportamentos que antecipam vivências adultas, como o uso frequente de maquiagem, roupas que sugerem uma sexualização da criança, consumo de conteúdos voltados para adultos ou a adoção de posturas que imitem sensualidade, podem interferir nesse processo e devem ser evitados ou redirecionados pelos pais. “Isso não significa proibir toda forma de expressão, mas sim estabelecer limites claros para que a criança se desenvolva de maneira saudável, respeitando seu tempo e maturidade”, ressalta Renata.
 

Redes sociais e celulares: atenção redobrada
 

O uso precoce e sem supervisão da internet, aplicativos e das redes sociais é um dos principais vetores da adultização infantil. A exposição exagerada, a comparação com padrões irreais e a busca por validação por meio de curtidas e comentários afetam diretamente a autoestima e a saúde mental.
 

“Além de proteger a criança contra conteúdos inapropriados e riscos como cyberbullying e assédio, é papel dos pais orientar e estabelecer regras claras sobre tempo de tela, plataformas permitidas e supervisão constante”, alerta Lena Cypriano, coordenadora pedagógica do colégio Progresso Bilíngue, de Campinas/SP. Ela reforça que o ideal é adiar ao máximo a entrada da criança nas redes e incentivar atividades presenciais, contato com a natureza e brincadeiras que estimulem habilidades reais de convivência.
 

“Muito se discute entre estudiosos em pedagogia a idade ideal para fornecer celulares a crianças, entre os 10 e 14 anos, e sempre com supervisão. Há inclusive países discutindo a proibição total de celulares para crianças e adolescentes, impondo multas para pais, responsáveis e plataformas que não cumprirem. É uma discussão importante, que avançou no Brasil com a proibição dos aparelhos nas escolas, onde temos visto diariamente o efeito positivo nos alunos, com mais concentração durante as aulas”, finaliza.
 

As especialistas
 

Audrey Taguti acumula 41 anos de experiência e trabalho em Educação. É formada em Magistério e Pedagogia, possui pós-graduações em Psicopedagogia e Bilinguismo e é especialista em Alfabetização. É diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP desde a fundação do colégio, em 2000.
 

Lena Cypriano atua há mais de 30 anos na área da Educação. É formada em Pedagogia pela Unicamp e possui especialização em Educação pela Faculdade São Leopoldo Mandic. Com ampla experiência em docência e gestão pedagógica, trabalhou em diferentes segmentos da Educação Básica. Desde 2015, é diretora pedagógica do Colégio Progresso Bilíngue Cambuí, em Campinas/SP.
 

Renata Alonso é formada em Pedagogia e pós-graduada em Psicomotricidade, com mais de 15 anos de experiência em educação bilíngue. Sua grande paixão são as crianças bem pequenas, e seus estudos são voltados à primeira infância, crianças de 0 a 3 anos. Com um olhar atento ao desenvolvimento integral dos pequenos, Renata acredita que essa fase da vida é crucial para a formação de indivíduos seguros, criativos e capazes de se expressar com confiança. Seu trabalho visa proporcionar um ambiente acolhedor e estimulante para o aprendizado, sempre com foco no cuidado e no afeto.
 

7 vantagens para quem vende um processo trabalhista

Saiba como funciona esta prática prevista no Código Civil, uma alternativa para trabalhadores que esperam há anos pelo dinheiro da indenização

Você sabia que é possível vender seu processo trabalhista e receber parte do valor em poucos dias, sem precisar esperar anos pela demora e burocracia da Justiça? O que muitos ainda desconhecem é que o crédito judicial de uma ação é um ativo financeiro, ou seja, pode ser negociado, assim como um imóvel ou um carro. Trata-se de uma alternativa para quem tem processos trabalhistas em andamento e precisa antecipar o recebimento desse valor – a chamada cessão de crédito judicial está prevista no artigo 286 do Código Civil. A seguir, listamos sete benefícios dessa opção prática, segura e legal:

1 – Tempo de espera reduzido

O acesso rápido ao dinheiro é uma grande vantagem da venda de um processo trabalhista, pois a tramitação de uma ação dura em média cinco anos e, mesmo após uma sentença favorável em segunda instância, estima-se que seja necessário esperar até três anos para receber o valor determinado em tribunal. Com a cessão de crédito, o valor negociado pode estar disponível na conta rapidamente.

“Apesar do deságio, o dinheiro chega à mão do trabalhador muito antes do que se ele esperasse que a empresa processada efetivamente realizasse o pagamento do valor determinado pelo juiz. A Anttecipe oferece uma operação ágil e em até 24 horas após a assinatura do contrato o dinheiro já fica disponível na conta do cliente. O pagamento é feito à vista”, explica Herbert Camilo, CEO da Anttecipe.com.

2 – Consulta rápida

Com o número do processo trabalhista e acesso à internet, qualquer pessoa pode saber, em poucos segundos, se sua ação judicial tem potencial de ser comprada por uma empresa de cessão de crédito. Essa agilidade é possível graças ao sistema LawMetrix que usa inteligência artificial e machine learning para realizar a avaliação de forma automática e instantânea.

Para utilizar, basta acessar o site da Anttecipe.com e colocar o número do processo no buscador. Depois de preencher os dados pessoais, o reclamante deverá clicar no botão “consultar gratuitamente” e aguardar alguns instantes para receber a resposta na tela. Isso garante retorno imediato ao reclamante, indicando se o processo pode ser comprado ou não, ou ainda, se é possível obter um empréstimo com a ação trabalhista como garantia, por exemplo. Quando o resultado é positivo para compra, o processo é então encaminhado para a mesa de negociação. Desta forma, o intervalo entre o contato inicial do cliente e o retorno com a proposta ficou muito menor.


3 – Segurança na venda

A venda de uma ação trabalhista é uma decisão que exige total confiança na empresa que irá conduzir o processo. Por isso, a segurança está diretamente ligada à escolha de um serviço especializado, prestado por uma empresa idônea, com experiência comprovada e atuação transparente. Optar por uma empresa com tempo de mercado e reputação consolidada garante que você esteja lidando com profissionais que conhecem os trâmites legais.

Além disso, processos de negociação claros e bem estruturados asseguram que todas as etapas — da avaliação da ação ao recebimento do valor — sejam conduzidas com total transparência, sem surpresas ou cláusulas ocultas.

4 – Viabilização de projetos pessoais

Para quem deseja realizar projetos pessoais, como abrir o próprio negócio e empreender, reformar a casa, investir em um imóvel ou, ainda, sair do endividamento, a venda do processo trabalhista é uma opção de liquidez rápida. Com liberdade para planejar o futuro, o trabalhador garante sua autonomia financeira no curto prazo – afinal, com dinheiro em mãos é possível fazer planejamentos com mais segurança.

5 – Fim dos riscos e burocracias

Ao vender a ação, o trabalhador transfere também os riscos do processo. Além da demora, muitos brasileiros enfrentam outros entraves que podem surgir após anos de disputa judicial, como a falência das empresas processadas, por exemplo, o que impediria o trabalhador de receber seu dinheiro. Ao vender sua ação trabalhista, ele recebe o valor da negociação e fica isento desse risco.

Por conta da lentidão da Justiça brasileira, ao longo do tempo de tramitação de um processo, a empresa processada pode ter problemas financeiros, como nos casos de marcas conhecidas como Polishop, Americanas, Subway e a rede de supermercados Dia. Com o contrato de cessão de crédito assinado, se eventualmente ocorrer algum desfecho não favorável ao processo que resulte em não pagamento ou outras situações de prejuízo, a pessoa não será afetada, pois o risco de insucesso do processo passa a ser da empresa que o comprou.

6 – Decisão independente

O advogado não precisa autorizar a venda do processo, pois a negociação é uma decisão do próprio trabalhador.E, de forma alguma, pode haver qualquer tipo de ameaça que impeça ou iniba o desejo de venda da ação trabalhista. Também é importante lembrar: é proibido que o próprio advogado adquira o crédito do cliente — prática vedada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por questões éticas. Tal conduta configura infração disciplinar, conforme o artigo 34, inciso XX, da Lei 8.906/94 (Estatuto da Advocacia).

7 – Venda parcial

Não é necessário vender todo o processo. O trabalhador pode optar por negociar apenas uma parte do crédito e continuar aguardando o restante ao final da ação. Isso garante flexibilidade e liberdade para planejar melhor as finanças.

“É uma opção de liquidez para o brasileiro que não quer ou não pode esperar. É gratificante receber os depoimentos de pessoas que receberam seu dinheiro de maneira antecipada e puderam quitar suas dívidas e realizar seus sonhos”, afirma Herbert Camilo.

Ambev abre mais de 200 vagas de Trainee e Estágio em busca de jovens talentos


Trainees selecionados participarão de um treinamento completo do negócio que inclui rotações entre unidades, projetos estratégicos e vivência internacional

São Paulo, agosto de 2025 – Chegou a hora de transformar seu sonho profissional em realidade: estão abertas as inscrições para os Programas de Trainee e Estágio Ambev 2026. A companhia busca pessoas que queiram oportunidades de liderança e tenham vontade de assumir desafios de alto impacto que envolvem marcas icônicas e a transformação digital do negócio. As inscrições vão de 18 de agosto a 8 de setembro, no site da Ambev.

“Nossos Programas de Trainee e Estágio são reconhecidas portas de entrada para formar as futuras lideranças da Ambev. Executivos como Fernando Mazzarolo, VP do Zé Delivery, e Paulo Zagman, VP de Logística, entraram como trainees. Os selecionados do Global Trainee terão uma experiência abrangente, que oferece versatilidade para atuar em diferentes áreas e adquirir uma visão 360º do negócio. Tudo isso pensando em candidatos que buscam por desafios de alto impacto, oportunidades de liderança e possibilidades de crescimento de carreira,” afirma João Vitor Marinho, Diretor de Atração e Desenvolvimento de Pessoas da Ambev.

Com duração de 10 meses, o Global Trainee oferece desafios para sair da zona de conforto e grandes oportunidades de gerar valor para o negócio, o que proporciona visibilidade, reconhecimento e crescimento profissional acima da média. O programa prepara talentos para atuar em qualquer área da companhia, por meio de um treinamento 360º, vivências práticas em diferentes unidades de todo o Brasil e uma experiência internacional junto a trainees de todo o mundo. A seleção é aberta a pessoas de todos os cursos, graduadas entre dezembro de 2023 e dezembro de 2025, com no máximo dois anos de experiência em tempo integral após conclusão da primeira graduação. Candidatos devem ter disponibilidade para mobilidade entre estados. Os selecionados terão salários de até R$ 9.000,00.

Já o Programa de Estágio oferece duas trilhas de aprendizado: Business, ideal para perfis interessados no mundo comercial; e Supply, para quem se vê trabalhando em cervejarias, refrigeranteiras, maltarias ou fábricas verticalizadas. Os estagiários selecionados terão a oportunidade de desenvolver um projeto relevante para o negócio e apresentá-lo para as lideranças da companhia. Além disso, a Liga de Estagiários promove protagonismo, desenvolvimento e networking com estagiários de todo o Brasil. Os candidatos devem ter previsão de conclusão da graduação entre dezembro de 2026 e dezembro de 2027 e disponibilidade para trabalho presencial.

“No ano passado, celebramos 25 anos de história e, agora, nos preparamos para construir os próximos 25. Buscamos os talentos que irão escrever as próximas páginas de uma jornada de muito sucesso, com um time de mais de 25 mil pessoas que impulsiona a economia brasileira, gerando quase 1 milhão de empregos diretos, indiretos e induzidos, e contribuindo para um legado de décadas à frente de uma das categorias mais vibrantes e conectadas à cultura do país,” explica Marinho.

Para realizar a inscrição ou obter mais informações sobre os programas, acesse o site.