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Mutirão para 3,2 mil cirurgias começa nesta quinta-feira (22)

GDF investe quase R$ 20 milhões e faz parceria com a rede privada para acelerar procedimentos de retirada de útero, vesícula e hérnia

Teve início nesta quinta-feira (22) o mutirão de 3.233 cirurgias eletivas, que serão realizadas por hospitais privados contratados pela Secretaria de Saúde do DF, a fim de reduzir a demanda represada por conta da pandemia de covid-19. O investimento no mutirão é de R$ 19,7 milhões e vai durar 120 dias.

A ação, que é inédita, tem como foco os procedimentos de hérnia, vesícula e de retirada de útero, que inclui o pré e pós-operatório. Com essa medida, a Secretaria de Saúde vai quase duplicar o número de cirurgias eletivas no período, o que reforça a importância dessa parceria. Entre abril e julho deste ano, por exemplo, foram realizados cerca de 3,8 mil procedimentos na rede. Com o reforço, a fila formada durante a pandemia, quando as cirurgias eletivas foram suspensas, poderá ser diminuída.

“Esse mutirão era muito aguardado porque sabemos que ele será efetivo na redução das filas de cirurgias eletivas, que foram prejudicadas pela pandemia. Vamos poder avançar e cuidar dessas pessoas que estavam aguardando os procedimentos”, afirmou o governador Ibaneis Rocha.

A medida conta com o apoio do controle social e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e os primeiros hospitais habilitados são o São Mateus, Anchieta, Daher e São Francisco. Os hospitais Brasília Águas Claras, Home e Hospital das Clínicas também enviaram propostas, passaram na avaliação técnica e assinam contrato com o GDF nos próximos dias.

Mais de mil pacientes já fizeram os exames pré-operatórios nos hospitais regionais da Secretaria de Saúde. Agora, o Complexo Regulador do Distrito Federal está identificando a lista de prioridades para cada procedimento: são 1.600 cirurgias de colecistectomia (retirada da vesícula biliar), 960 procedimentos de herniorrafia e hernioplastia (hérnia) e 673 histerectomias (remoção do útero).

Ibaneis confirma viadutos para o Jardim Botânico e hospital para São Sebastião

Candidato à reeleição cumpriu agenda na região, onde também pretende construir um batalhão para a Polícia Militar e um grupamento para o Corpo de Bombeiros

Um hospital com 100 leitos em São Sebastião e viadutos para o Jardim Botânico estão nos planos do governador Ibaneis Rocha (MDB) para a região. A afirmação foi feita em agenda no Jardim Botânico nesta quinta-feira (22).

Dois viadutos estão mais próximos de sair do papel porque a licitação será retomada após ser liberada pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF). O complexo com as duas estruturas será erguido entre a DF-001 e a DF-035, na região do Jardim Botânico, na subida da QI 23 do Lago Sul, sentido Escola Superior de Guerra (ESG), antiga Esaf. A estimativa de investimento é de cerca de R$ 39 milhões.

Já o Hospital de São Sebastião deve contar com 100 leitos, sendo 20 deles de UTI. A unidade está no plano de governo em um segundo mandato do emedebista. “Temos um projeto licitado que é o do viaduto da Esaf e temos projeto para um viaduto na Ponte JK, e com isso vamos dar mobilidade para essa região. Na saúde já inauguramos uma UBS no Mangueiral e temos o projeto de construção do hospital. Com isso, esperamos dar  infraestrutura para essa região, o que não vinha sendo feito há muitos anos”, disse Ibaneis Rocha.

Ibaneis também lembrou que está duplicando a DF-140 e a DF-001, na região dos condomínios. “Na DF-001 nós liberamos um dos trechos da obra, melhorando o transporte das pessoas ali da região”, acrescentou.

Agradecimento pelo trabalho

Ainda pela manhã, Ibaneis recebeu uma lembrança dos donos do Frigorífico Natural Carnes, que está instalado na região de Sobradinho dos Melos, no Paranoá. O candidato agradeceu o presente e disse que vai continuar trabalhando para que as empresas possam se desenvolver e crescer no DF.

Cadastro único: saiba a importância de manter o cadastro atualizado e as condicionalidades do Programa Auxílio Brasil

Orientação do Ministério da Cidadania é que o cadastro esteja sempre atualizado e o beneficiário deve seguir todas as condicionalidades do Auxílio Brasil.

A atualização dos dados faz toda a diferença para que o beneficiário do Auxilio Brasil continue no programa, se ele não comunica a mudança da escola dos filhos, por exemplo, o governo não consegue acompanhar se a criança está indo às aulas, e o benefício pode acabar sendo suspenso. Também é preciso informar a troca de endereço, a presença de um novo membro na família e se alguém começou a trabalhar com carteira assinada.

A orientação do Ministério da Cidadania é que o cadastro esteja sempre atualizado. É como se ela fizesse uma nova entrevista, com o entrevistador do Cadastro Único nos postos de cadastramento, onde passam por todo processo de formulário do cadastro, mas, principalmente, em relação aos dados de renda, de trabalho, composição familiar, dados escolares, endereço, que são as informações essenciais do programa. Se a família não atualizar o cadastro, acaba perdendo o benefício.

Além de manter os dados atualizados, o beneficiário deve ficar atento às chamadas Condicionalidades do Programa Auxilio Brasil. O Governo Federal realiza anualmente o cruzamento de diversas bases de dados para saber se existem irregularidades nas informações dos cadastros das famílias, como aumento não informado da renda familiar e mudança de endereço. Isso evita que usuários que não se enquadram nas regras continuem recebendo o benefício. É importante lembrar que não declarar uma informação ao Cadastro Único ou declarar informações incorretas, caso seja constatado, a família pode ser excluída do programa e o responsável familiar poderá ainda ser responsabilizado civil e criminalmente.

 As Condicionalidades

As condicionalidades são os compromissos assumidos pelas famílias e pelo poder público nas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social para continuidade no recebimento dos benefícios do Auxílio Brasil.

Na área de Educação

Exigência de frequência escolar mínima de:

– 60% para beneficiários de 4 e 5 anos – neste caso, o descumprimento impacta o benefício da família;

– 75% para beneficiários de 6 a 21 anos – neste caso, o descumprimento impacta o benefício da família;

Na área de Saúde

Os responsáveis devem levar as crianças menores de 7 anos para tomar as vacinas recomendadas pelas equipes de saúde e para pesar, medir e fazer o acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento, a cada 6 meses conforme calendário de acompanhamento. As gestantes devem fazer o pré-natal e ir às consultas na Unidade de Saúde.

Por que o acompanhamento desses compromissos é importante?

– Garantir que o poder público ofereça os serviços de educação e de saúde à população em situação de pobreza e extrema pobreza;

– Identificar quadros de vulnerabilidades entre as famílias que estão com dificuldades para acessar esses serviços públicos;

– Encaminhar famílias em descumprimento de condicionalidades para a rede de assistência social, a fim de que elas possam superar a vulnerabilidade e voltar a cumprir seus compromissos; e

– Contribuir para o desenvolvimento saudável das crianças e para que os estudantes de famílias do Auxílio Brasil concluam a educação básica, tendo melhores condições de vencer o ciclo de pobreza.

O que acontece com as famílias que descumprem os compromissos do Auxílio Brasil?

As famílias que descumprirem os compromissos assumidos com o Programa Auxílio Brasil podem sofrer efeitos gradativos, que vão desde Advertência, Bloqueio, Suspensão até o Cancelamento do Benefício.

Se você recebe o Auxilio Brasil é necessário cumprir com as condicionalidades do programa. Para que não perca o benefício, sua família precisa fazer o acompanhamento da Saúde, procure os PSF (Programa Saúde da Família), mais próximo de sua casa  para realizar o  acompanhamento das crianças de zero a 7 anos, das mulheres de 14 a 44 anos e colocar o Cartão de Vacinação em dia e realizar o pré natal, caso esteja  gestante.

O Cadastro Único fica localizado na Rua 65, Quadra 88, Lote 13, 2ª Etapa do Jardim Céu Azul. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Mais informações podem ser obtidas através do telefone: (61) 3624-0030. 

Fonte: Governo de Valparaíso-GO

CNC: intenção de consumo das famílias cresce 1,4% em setembro

Pesquisa destaca melhora na percepção da renda atual

O indicador antecedente Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 1,4% em setembro, alcançando 84,4 pontos, seguindo a tendência de alta iniciada em janeiro deste ano. O patamar supera em 16,5% o resultado de setembro do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (22) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a CNC, o aumento foi influenciado pela melhora do mercado de trabalho. “Com efeito, os indicadores de Emprego Atual e de Perspectiva Profissional permaneceram como os únicos nos quais todas as famílias se demonstram satisfeitas”, ressalta a entidade.

A Perspectiva Profissional subiu 1,4% em setembro, para 103,4 pontos, após a queda de 0,3% registrada em agosto. Na comparação anual, a alta é de 25,3%. Os dados apontam que 47,1% dos entrevistados disseram estar com uma perspectiva positiva para o emprego nos próximos 6 meses.

O segundo componente de maior influência no ICF no mês foi a avaliação da Renda Atual, com alta de 2,1%, para 99,1 pontos. Na comparação com setembro de 2021, o componente subiu 25,6%.

“Contribuíram para isso o aumento do valor do Auxílio Brasil e a recuperação de parte do poder de compra decorrente da deflações de julho e agosto. Para as famílias com renda abaixo de dez salários mínimos, a alta foi inclusive mais expressiva (2,2%), o que corrobora a influência dos programas de renda”, explica a CNC.

A Perspectiva de Consumo nos próximos meses subiu 1,2% na passagem de agosto para setembro e 7,8% na comparação anual. Segundo a entidade, o componente foi favorecido por “avanços nas condições de consumo, com renda, inflação e mercado de trabalho mais favoráveis”.

Porém, a CNC destaca que, por causa do suporte financeiro para as famílias de baixa renda ser temporário, a Perspectiva de Consumo cresceu influenciada pelas famílias com renda acima de dez salários mínimos.

Fonte: Agência Brasil

Sem usufruir de benefícios, Ibaneis garantiu estabilidade para quem mais precisa

Da redação

Ao abrir mão de salário, o governador ajudou entidades filantrópicas

Em 2018, Ibaneis Rocha (MDB) deu a palavra de que se fosse eleito não usaria salário de governador, residência oficial e carros oficiais, remetendo ao que foi feito em sua gestão na OAB. “Eu fui presidente da Ordem e acabei com todos os carros de representação e também sem receber nada, então vou mostrar que é possível fazer política com honestidade”, disse.

Agora, como candidato à reeleição, o emedebista mostra que cumpriu com a promessa. “Eu não recebo salário. Eu doo o meu salário. Eu ando no meu carro, eu moro na minha casa. Eu uso o mínimo possível do governo. Eu faço o que faço porque eu amo a minha cidade”, ressalta.

Em relação ao salário, o governador fez questão de doar para algumas entidades filantrópicas. Pastor Ramalho representa uma delas e fala da transformação. “Ele nos ligou e falou que queria doar o salário. Esse dinheiro veio e trouxe uma segurança para a gente. Segurança alimentar, segurança estrutural, segurança física. O coração do Ibaneis faz a diferença para a gente”, relata.

GDF contrata hospitais particulares para realização de cirurgias eletivas

Mutirão acontece durante 120 dias para retirada de útero, vesícula e hérnias. Investimento do GDF é de R$ 19,7 milhões

Começa hoje o mutirão de 3.233 cirurgias eletivas, que serão realizadas por hospitais privados contratados pela Secretaria de Saúde do DF. Os primeiros a atuarem serão os hospitais São Mateus, Anchieta, Daher e São Francisco. Os hospitais Brasília Águas Claras, Home e Hospital das Clínicas também enviaram propostas, passaram na avaliação técnica e assinam contrato com o GDF nos próximos dias. O foco da ação inédita são os procedimentos de hérnia, vesícula e de retirada de útero, que inclui inclusive o pré e pós-operatório. Trata-se de uma medida inovadora, que contou com o envolvimento e apoio do controle social e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Os contratos serão executados de forma emergencial por 120 dias. A medida permitirá à Secretaria de Saúde quase duplicar o número de cirurgias eletivas no período. Só para se ter uma ideia: entre abril e julho, foram realizados na rede cerca de 3,8 mil procedimentos. Agora, o reforço vai ajudar a reduzir a fila formada durante a pandemia de covid-19, quando cirurgias eletivas foram suspensas.

De acordo com a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, o objetivo é assistirmos com excelência toda a população do Distrito Federal inovando, avançando e realizando em tempo oportuno todos esses procedimentos que principalmente por conta da Pandemia ficaram represados .”Há casos, por exemplo, de homens que trabalhavam com esforço físico e estão parados por causa de hérnias, além de mulheres que precisam receber transfusões de sangue por conta de hemorragias no útero”, completa.

Mais de mil pacientes já fizeram os exames pré-operatórios nos hospitais regionais da Secretaria de Saúde. Agora, o Complexo Regulador do Distrito Federal está identificando a lista de prioridades para cada procedimento: são 1.600 cirurgias de colecistectomia (retirada da vesícula biliar), 960 procedimentos de herniorrafia e hernioplastia (hérnia) e 673 histerectomias (remoção do útero).

Parceria

Os sete hospitais credenciados atenderam a um edital público e cumpriram os requisitos técnicos estabelecidos pela Secretaria de Saúde. O investimento total será de R$19,7 milhões, a serem pagos de acordo com o número de procedimentos realizados em cada instituição.

Na segunda-feira passada (21), funcionários dos hospitais privados participaram de um treinamento na Secretaria de Saúde para a utilização dos sistemas de gestão que permitem obter e atualizar informações de pacientes, de acordo com os procedimentos realizados. O objetivo é ofertar aos profissionais da rede particular o acesso aos dados completos de prontuário e para que haja um controle de cada atendimento realizado.

Em paralelo, a Secretaria de Saúde trabalha com os planos operativos nos hospitais regionais da rede para ampliar a oferta de cirurgias nas unidades. Algumas unidades estão organizando a execução de forças-tarefas no período noturno e aos fins de semana. O objetivo é priorizar o atendimento dos procedimentos voltados à oncologia e aqueles já judicializados.

Zeli Fritsche pode ser eleita, com proposta de enviar recursos para Valparaíso trazendo investimentos em saneamento básico, ” A meta é por fim nas enchentes da Cidade” disse a candidata

Zeli Fritsche pode ser eleita, com proposta de enviar recursos para Valparaíso trazendo investimentos em saneamento básico, ” A meta é por fim nas enchentes da Cidade” disse a candidata

Zeli Fritsche (PRTB) aposta nas alianças políticas como elemento fundamental para viabilizar propostas de campanha para deputada estadual, como a melhoria na saúde pública e no Saneamento básico acompanhado em mobilidade urbana. “Acho que a principal ferramenta que nós temos é da articulação tanto com a União quanto com o Governo do Estado de Goiás”, disse, em entrevista a nossa equipe. A candidata também comentou sobre os ataques feitos por opositores a seu grupo político como vem acontecendo com o Secretário de Infraestrutura Dr. Marcus Vinícius.

Qual é a estratégia da sua campanha?

A minha estratégia é a que eu venho fazendo há quase seis anos. Muito trabalho, proposta e entrega. A nossa campanha é de rua, ouvindo as pessoas e estando ao lado delas, que é a forma que eu aprendi e como eu acho que a política deve ser feita: ouvindo a população e correspondendo às demandas que nos são colocadas.

Nessa conversa com os eleitores, o que eles dizem?

Tem todo tipo de demanda, mas a grande preocupação é pavimentação asfáltica com saneamento básico. É uma demanda maior, eu diria, porque vivemos 5 anos e meio de governo boa parte atravessamos uma pandemia. Sabemos que a saneamento básico no Brasil é um gargalo muito grande. Temos governo federal que está com atenção muito voltada para isso, más nos últimos dois anos e meio isso tudo ficou muito represado. O investimento em infraestrutura é fundamental. Como deputada, quero destinar recursos para construção vias, e recuperar as Avenidas que estão desgastadas, mas precisamos investir muito mais, não só no pessoal, com isso geração de mais emprego para movimentar a economia da cidade, sabemos que Valparaíso ao longo dos governos passados não houve um planejamento acompanhando o crescimento descontrolado da cidade que hoje encontra-se enxada, o governo do nosso prefeito Pábio Mossoró está trabalhando para resolver esse problema que às gestões passadas deixou, e eu como agente política colaboro é irei contribuir muito mais com recursos para deixarmos o nosso legado na administração pública, respeitando o dinheiro do contribuinte.

O que a senhora propõe para a Saúde sendo eleita?

Tem que fazer investimento. A principal ferramenta que nós temos é da articulação tanto com a União quanto com o Governo do Estado de Goiás. São fundamentais a valorização do servidor da saúde e o investimento em equipamentos públicos. Como deputada, irei destinar recursos das minhas emendas impositivas para todos os prefeitos do Entorno, para construção de Unidades de saúde. Em Valparaíso de Goiás(GO), especificamente, para construir a primeira maternidade. Valparaíso é uma cidade grande que não tem maternidade, muitos os bebês nascem no DF.

Investir em Saneamento Básico é gerar mais saúde, sustentabilidade e qualidade de vida,
sobre seu ingresso na vida pública há anos, Zeli explica que nasceu com espírito político, a principal meta da futura deputada Zeli Fritsche é defender o empreendedorismo e o desenvolvimento das cidades.

Senado aprovou o novo marco legal do saneamento básico (PL 4.162/2019). O projeto é de iniciativa do governo, foi aprovado em dezembro do ano passado na Câmara dos Deputados e agora segue para a sanção presidencial. A matéria baseia-se na Medida Provisória (MP) 868/2018, que perdeu a validade sem ter sua apreciação completada no Congresso Nacional em 2019. Assim, o governo enviou ao Legislativo um projeto com o mesmo tema.

O texto prorroga o prazo para o fim dos lixões, facilita a privatização de estatais do setor e extingue o modelo atual de contrato entre municípios e empresas estaduais de água e esgoto. Pelas regras em vigor, as companhias precisam obedecer a critérios de prestação e tarifação, mas podem atuar sem concorrência. O novo marco transforma os contratos em vigor em concessões com a empresa privada que vier a assumir a estatal. O texto também torna obrigatória a abertura de licitação, envolvendo empresas públicas e privadas.

De acordo com Tasso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que, para cada R$ 1 investido em saneamento, gera-se uma economia de R$ 4 em gastos com saúde. A OMS também estima que, anualmente, 15 mil pessoas morram e 350 mil sejam internadas no Brasil devido a doenças ligadas à precariedade do saneamento básico. O relator ainda destacou que a situação foi agravada pela pandemia do coronavírus. Segundo o senador, a atual crise torna ainda mais urgentes as mudanças propostas. Ele lembrou que cerca de 35 milhões de brasileiros não têm acesso a água tratada e metade da população não tem serviços de coleta de esgoto.

Quase metade da população do Brasil continua sem acesso a sistemas de esgotamento sanitário, o que significa que quase 100 milhões de pessoas, ou 47% dos brasileiros, utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios.

Além disso, mais de 16% da população, ou quase 35 milhões de pessoas, não têm acesso à água tratada, e apenas 46% dos esgotos gerados nos país são tratados.

Os números são do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgados neste ano e referentes a 2018, e refletem a atual situação dos serviços básicos de água e esgoto no país.

Valparaíso de Goiás, população que tem aproximadamente hoje quase 200 mil habitantes que sofrem com alagamentos, enchentes por quase toda a cidade nos quase 53 bairros de nosso município, uma cidade que começou e não foi organizada, o poder público não acompanhou o crescimento com desenvolvimento, temos um exemplo de um grande câncer deixado pelas gestões passadas que é, o complexo do Setor de Chácaras Anhanguera bairro de Valparaíso. O atual governo vem buscando investir em saneamento básico organizar essa bagunça deixada pelos governos anteriores… a atual gestão buscar deixar bairros como modelo padrão locais que foram destruído ao longo do tempo, como feito nos bairros Araruama, Ipiranga, e vem trabalhando para solucionar o problema que foi deixado no Anhanguera… a gestão atual busca discutir um plano diretor que está defasado e que não foi aprofundada pelas gestões que passou.

Zeli Fritsche, disse a nossa equipe que quer discutir políticas públicas em defesa de nossa cidade Valparaíso na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, cobrando melhorias e buscando parcerias para nosso município através da cadeira que irá representar sendo nossa voz ativa em Goiânia.

Fonte: População Ativa

Ibaneis vai ampliar o atendimento social em todas as áreas

Em entrevista ao site Metrópoles, governador defendeu programas e benefícios concedidos em seu governo e disse que as pessoas procuram auxílios onde eles existem

Candidato à reeleição, Ibaneis Rocha (MDB) disse que em um segundo governo pretende ampliar o atendimento social à população, com benefícios e auxílios. A afirmação foi feita em entrevista ao site Metrópoles nesta quarta-feira (21).

Na gestão do emedebista, foram mais de 40 programas executados e que atenderam a população mais carente em várias áreas, cidades e momentos, incluindo a pandemia.

“Em todas as áreas nós pretendemos aumentar o atendimento social. Contratamos 1.121 profissionais só na Secretaria de Desenvolvimento Social, ampliamos a carga horária dos servidores de 30 para 40 horas, abrimos 14 centros de atendimento do CadÚnico e agora estamos estudando uma parceria com o Banco de Brasília para levar o atendimento para dentro das agências”, lembrou Ibaneis.

O governador se solidarizou com as pessoas que aguardam por atendimento nas filas, mas pontuou que a gestão tem trabalhado para resolver todos os problemas e que o importante é que, em seu mandato, há benefícios a serem ofertados. “Tivemos um crescimento do Auxílio Brasil pelo governo federal, isso gerou demanda grande, tivemos a criação de diversos programas na nossa cidade, como o Cartão Prato Cheio, e aí faço referência ao governo anterior, eles entregavam seis mil cestas básicas por mês e nós atendemos 87 mil famílias com o Cartão Prato Cheio. O DF Sem Miséria atendia 24 mil pessoas e agora atende 60 mil famílias. É natural que as pessoas busquem auxílio onde existe”, explicou.

Ibaneis também lembrou que diminuiu o preço das refeições nos restaurantes comunitários para R$ 1 e que pessoas em situação de rua não pagam pela refeição nessas unidades. Ele também falou de uma proposta para o segundo mandato de abrir os restaurantes comunitários aos domingos e a possibilidade de servir jantar. Atualmente, essas unidades vendem almoço a R$ 1 e café da manhã a R$ 0,50.

Outros programas como o Cartão Gás, Cesta Verde e Cartão Material Escolar foram citados pela importância e contribuição que eles têm com a população mais vulnerável do DF.

Defesa do Iges-DF

Ibaneis Rocha também foi questionado sobre o modelo do Iges-DF na saúde. O governador defendeu os quase oito mil profissionais que atuam na rede e disse que se não fosse o Instituto teria sido difícil cumprir o trabalho feito na pandemia.

“Se não fosse o Iges-DF talvez não tivéssemos dado conta de cumprir tudo aquilo o que fizemos na saúde. Tivemos que ter agilidade na contratação de pessoal e para construir os hospitais de campanha”, reforçou Ibaneis.

Ainda segundo o chefe do Executivo, dos três hospitais que ele pretende construir em um segundo mandato, dois vão ser erguidos pelo Iges-DF e um pela Secretaria de Saúde.

Novo Gama | Reforma na Escola Municipal Monteiro Lobato tem cerca de 75% das obras concluídas

O valor final investido foi de 798.367,43 reais

O Prefeito, Carlinhos do Mangão, desde o início da gestão, já entregou três escolas reformadas e uma creche inaugurada para a comunidade. Mais quatro escolas estão com as obras em andamento, com previsão a serem entregues até o final de outubro.

Dentre elas, está a Escola Municipal Monteiro Lobato, a qual possui cerca de 75% das obras concluídas. A reforma conta com substituição de telhado, piso, portas e janelas. Além da parte elétrica, pintura e ampliação de quatro salas de aula.

Para Vanda Carvalho, moradora do bairro Lunabel III há mais de 20 anos, com a reforma, o espaço será ampliado e comportará mais alunos, além de ajudar no aprendizado dos estudantes.

“Acho que aqui vai ficar bom, porque vai ter mais crianças para estudar. Muitas mães precisam dessa escola. Acho que vai ficar mais confortável para os alunos. Antes, a escola estava muito destruída. É a primeira vez que vejo uma reforma assim”.

Com recurso do próprio município, o valor final investido foi de 789.367,43 reais. A ação é uma iniciativa da Prefeitura de Novo Gama com a Secretaria Municipal de Obras e Desenvolvimento Urbano e a Secretaria Municipal de Educação.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

“O eleitor entrou para dentro do armário”, avalia Patricia Reis, especialista em marketing político

Da redação

Polarização gerou o medo, que pode trazer ao eleitor a vontade de não votar, de acordo com Patricia

Com a polarização política que foi formada no cenário brasileiro, a população consegue enxergar somente os candidatos Lula (PT) e Bolsonaro (PL) e já desistiram de uma terceira via. Essa situação gera medo e, de acordo com a cientista social e especialista em marketing político Patricia Reis, isso pode ocasionar a falta do voto.

“Eu acredito que as pessoas podem optar por não votar, só que mais do que o medo da violência física, tem o medo da sua própria violência, porque o eleitor entrou para dentro do armário, ele não fala mais sobre política, ele tem medo das agressões, então é um eleitor que hoje não está conversando, tem medo do que  pode acontecer, mas esse eleitor vai precisar sair do armário, porque ele precisa votos e aí vai se deparar com um resultado que pode não o agradar, justamente pela eleição ser extremamente emocional”, explica. 

Embora essa sensação de medo ocorra, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), desembargador Roberval Belinati, já comentou que o sentimento não deve prevalecer. “Não tem que existir esse sentimento, porque o que nós queremos é algo pacífico, com segurança e tranquilidade, pois vamos escolher os nossos representantes. As forças de segurança do Distrito Federal estão mobilizadas para o pleito”, afirma.