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DF disponibiliza prevenção e tratamento para várias doenças e se torna referência

Da redação

Em termos de arquitetura, a saúde do DF é colocada como referência, já que a UBS 5 do Riacho Fundo II foi destacada em site internacional. É a maior do Brasil, com 2.143 metros quadrados de área construída.

Muito além do mundo arquitetônico, o DF preza por atendimento digno da saúde, desde prevenção até o tratamento e, por isso, garante atenção no modo de cuidado de diversas doenças.

Para a sífilis, por exemplo, que tem apresentado aumento dos casos em homens de 40 a 59 anos, existem testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde, seja em UBSs como em Centro de Testagem e Acolhimento (CTA), localizado na plataforma intermediária da Rodoviária do Plano Piloto.

No DF, o tratamento de diabetes mellitus é referência, sendo reconhecida pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O tratamento pode ser realizado em dois locais: Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), no guará, e o Centro de Atenção ao Diabetes e Hipertensão Adulto (CADH), no Paranoá.

BRB | Gestão de Paulo Henrique Costa resgatou o esporte e a cultura do DF

Da redação

Reformulação de espaços traz valorização

Desde 2019, o Banco de Brasília (BRB) vem aprimorando o seu conceito, pois o presidente Paulo Henrique Costa arregaçou as mangas e virou as páginas de confusões na instituição. “Quando nós olhamos o perfil que o BRB tinha lá no final de 2018 e o que temos hoje, podemos sim dizer que o BRB vem cumprindo o objetivo de diversificação. Temos portfólio de crédito crescente em todas as linhas de negócio, cartões em volume cada vez maior, assim como seguros, distribuídos em todos os perfis de clientes”, comenta o presidente.

Muito além de negócios factuais de banco, há o entendimento da necessidade de um bom lazer, com estruturas adequadas. Nesse sentido, o BRB faz um trabalho de resgatar espaços essenciais do esporte e da cultura, por exemplo. Entre as modalidades, o automobilismo tem sido bem valorizado e  a reformulação do Autódromo de Brasília é a prova disso.

“O objetivo da gestão do BRB no Autódromo é a reativação e a revitalização desse equipamento público, viabilizando sua manutenção, modernização e operação”, diz o BRB.

No meio cultural, a recuperação também ocorre, quando se percebe o lançamento do BRB Cultural, iniciativa que tem como objetivo apoiar à reforma da Sala Villa Lobos, do Teatro Nacional, de modernização da Orquestra Sinfônica, de investimento na 55ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, além de melhorias em outros ambientes.

Paulo Henrique Costa afirma que “o BRB trabalha para oferecer experiências exclusivas aos seus clientes.”

CLDF concede título de Cidadão Honorário ao primeiro presidente da Fundação Palmares

Natural de Minas Gerais, Carlos Alves de Moura chegou a Brasília em 1977, como advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura

A Câmara Legislativa realiza sessão solene nesta quinta-feira (8) para outorga do título de Cidadão Honorário a Carlos Alves Moura. De iniciativa da deputada Arlete Sampaio (PT), a homenagem terá início às 19h, no plenário da Casa, com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital (canal 9.3 e YouTube) e pelo portal e-Democracia.

Natural de Minas Gerais, Carlos Moura chegou a Brasília em 1977 como advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura. Foi membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e instituiu o Observatório Político da Comissão Brasileira Justiça e Paz. Atualmente, integra o Conselho Consultivo da Universidade de São Paulo.

“Membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz, desenvolve atividades em favor da democracia, dos direitos humanos e pela igualdade, sempre no sentido dos mais pobres. Combate preconceitos e milita no movimento negro, com denúncias de racismo e propostas para superá-lo”, ressalta Arlete.

O homenageado integrou o Conselho Diretor da então Fundação Educacional do Distrito Federal, em 1988, e foi um dos fundadores e primeiro presidente da Fundação Palmares, onde exerceu dois mandatos. Carlos Alves Moura também assumiu a direção do Centro de Estudos Afro-brasileiros em Cabo Verde e, por duas vezes, representou os países de língua portuguesa de Guiné-Bissau nas tratativas de paz política nesse país.

Fonte: Agência Brasil

INSS divulga calendário de pagamentos para aposentados e pensionistas

Mais de 37 milhões de pessoas recebem benefício

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou hoje (8), em Brasília, o calendário de pagamento de 2023. Mais de 37 milhões de aposentados e pensionistas recebem benefícios do órgão.

Para quem recebe um salário mínimo, os depósitos referentes a janeiro serão feitos entre os dias 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Segurados com renda mensal acima do piso nacional terão seus pagamentos creditados a partir de 1º de fevereiro.

Os valores já serão pagos com o reajuste do salário mínimo, que ainda não foi definido para o ano que vem.

Para saber quando o pagamento será depositado, basta ver o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. Segundo o INSS, para aqueles que recebem seu benefício há algum tempo, vale a data habitual.

Fonte: Agência Brasil

PEC da Transição possibilita aumento de gastos ainda em 2022

Líder do PT na Comissão de Orçamento espera mais de 350 votos no Plenário da Câmara; são necessários 308

Enio Verri: teto de gastos já deu demonstrações de que não funciona

Embora alguns deputados da oposição ao novo governo digam que vão votar contra a nova PEC da Transição (32/22) já aprovada pelo Senado, o deputado Enio Verri (PT-PR), líder do PT na Comissão Mista de Orçamento, acredita que a proposta terá mais de 350 votos no Plenário da Câmara. São necessários 308 votos em dois turnos de votação.

Segundo técnicos da Consultoria de Orçamento do Senado, a proposta trouxe a possibilidade de ampliar as despesas do Orçamento de 2022 em R$ 23 bilhões, o que resolveria as dificuldades que o atual governo vem tendo para pagar as contas de final de ano. E o teto de gastos de 2023 e 2024 foi ampliado em R$ 145 bilhões.

O aumento das despesas de 2022 será possível porque a proposta de emenda à Constituição (PEC) retira do teto gastos com investimentos em valor correspondente ao excesso de arrecadação de 2021, com um limite de 6,5%. Retirando essas despesas do teto, outras podem preencher o lugar, inclusive mais investimentos. A regra se repetirá nos anos seguintes, tendo o limite de 2021 como base.

Auxílio Brasil
No caso da ampliação do teto, a ideia é usar R$ 70 bilhões para elevar o Auxílio Brasil (que deve voltar a se chamar Bolsa Família) para R$ 600 com mais R$ 150 por filho menor de 6 anos. Os outros R$ 75 bilhões poderão ser usados para ampliar despesas em 2023 por meio de emendas do relator-geral e das comissões permanentes da Câmara e do Senado.

Só para Saúde, o deputado Enio Verri, em entrevista à Rádio Câmara, falou em R$ 15 bilhões. Mas citou outros exemplos. “É preciso reorganizar o Sistema Único de Assistência Social (Suas) para, com isso, organizar o Bolsa Família. O próprio TCU [Tribunal de Contas da união] provou que o pagamento destes R$ 600, o chamado Auxílio Brasil, é uma bagunça. Tem militares recebendo, empresários, gente que não precisa recebendo”, criticou.

Também em entrevista à Rádio Câmara, o deputado Paulo Ganime (Novo-RJ) disse que votará contrário à PEC porque não concorda com a ampliação de gastos. “Tem cerca de R$ 75 bilhões dentro desta PEC que não têm nada a ver com Auxílio Brasil, que é aumento de despesa para os ministérios, para a transição, para outros gastos”, criticou.

Além disso, Ganime disse ainda que ano que vem não tem eleição, “mas deve ter cerca de R$ 2 bilhões [no orçamento] de fundo partidário”.

O deputado acredita que o próprio aumento do Auxílio Brasil com recursos extrateto deveria ser discutido. “Eu acho que tem que ser um auxílio digno para a população, mas a gente tem que lembrar do valor da moeda. Quando aumenta o auxílio com inflação, gerando ainda mais inflação; na verdade o valor deixa de ser R$ 600. E é isso que acontece quando não tem responsabilidade fiscal”, alertou.

Ganime defende a manutenção do teto de gastos atual.

A PEC 32/22 prevê a apresentação pelo governo de projeto de lei complementar sobre um novo regime fiscal até agosto de 2023.

Para o deputado Enio Verri, o teto de gastos já deu demonstrações de que não funciona; mas garantiu que o governo eleito vai cuidar do controle das contas.

PIS/Pasep
A PEC da Transição veio do Senado com a possibilidade de o governo usar recursos das contas de PIS/Pasep que não foram sacados pelos trabalhadores. A estimativa é de que o saldo seja de R$ 24 bilhões.

A ideia é usar contas não reclamadas por 20 anos. O governo ainda daria um tempo para saque de 60 dias após a publicação de aviso no Diário Oficial.

Dinheiros das universidades
Em relação a projetos de infraestrutura, foram retiradas do teto as despesas com recursos de operações financeiras com organismos multilaterais; além das despesas de estados e municípios com a União para execução de obras e serviços de engenharia.

A proposta também retira do teto despesas das universidades e de instituições científicas custeadas por receitas próprias, doações e convênios. Também ficarão extrateto as despesas com projetos socioambientais ou destinados a mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Nos dois casos, as doações ficariam livres de imposto estadual.

Tramitação
Na Câmara, a PEC da Transição vai tramitar em conjunto com a PEC 24/19, que permite que recursos diretamente arrecadados pelas universidades – por meio de ampliação de serviços, doações ou convênios – sejam usufruídos integralmente pelas instituições.

A proposta, de autoria da deputada Luisa Canziani (PTB-PR), já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e está em análise numa comissão especial. Com a apensação, a PEC da Transição será analisada mais rapidamente pelo Plenário da Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados

Secretaria de Meio Ambiente alerta sobre “Dezembro Verde”

 

Dezembro Verde é o mês de conscientização nacional em combate ao abandono de animais. O mês foi escolhido devido à intensificação de abandono nesta época, em função das famílias que viajam para curtir férias e deixam a desejar nos cuidados com seus bichinhos. Já a cor verde da campanha está ligada ao meio ambiente.

Além de causar sofrimento para os pets e representar um verdadeiro perigo à saúde pública, abandonar animais em qualquer área pública ou privada é crime previsto pela Lei Municipal 922/12 e Lei 9.605/98. A pena para esse ato foi aumentada pela Lei 14.064/2020, uma vez que o abandono é um dos tipos de maus-tratos.

Ao escolher ter um bichinho, a família deve ter consciência que se tornará responsável por ele em todos os aspectos: saúde física e mental, segurança e bem-estar.

Para denunciar sobre um animal que recebe maus tratos entre em contato com a Secretaria de Meio Ambiente ou a Polícia Civil, se possível, agregada a provas que podem ser fotos ou vídeos.

Dia do Fonoaudiólogo é nesta sexta! Foram 55 mil atendimentos em 2022

Esse quantitativo é referente aos hospitais de Base e Regional de Santa Maria. Em alusão à data, o HBDF promove, até dia 9, ação para levar informação para acompanhantes, colaboradores e pacientes

O IgesDF conta atualmente com 53 fonoaudiólogos, sendo 24 deles no Hospital de Base e 29 no Hospital Regional de Santa Maria | Foto: Davidyson Damascendo/IgesDF

Ser fonoaudiólogo é estar atento à saúde do paciente, especialmente quando se trata da comunicação humana: audição, linguagem oral e escrita. Nesta sexta-feira (9), comemora-se o Dia do Fonoaudiólogo. A data tem como objetivo reconhecer a importância desse profissional. “O fonoaudiólogo atua de forma interdisciplinar na promoção, proteção e recuperação da saúde do paciente”, explica o chefe do Serviço da Fonoaudiologia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Tarcyésio de Sousa Sá.

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) conta, atualmente, com 53 fonoaudiólogos: 24 deles atuam no Hospital de Base (HBDF) e 29 no HRSM. Em relação ao número de atendimentos realizados neste ano, de janeiro a novembro, o Serviço de Fonoaudiologia do HBDF efetuou 23 mil atendimentos. Já o HRSM totalizou 32 mil atendimentos, no mesmo período.

O Serviço de Fonoaudiologia do Hospital Regional de Santa Maria, além do atendimento adulto, conta com assistência materno-infantil, que inclui serviços de consultoria em amamentação, teste da orelhinha e da linguinha, bem como reabilitação de bebês prematuros, que é referência no Entorno e na região Sul. “Contamos com um amplo ambulatório que atende às áreas de disfagia e linguagem infantil via regulação”, detalha Tarcyésio.

No Hospital de Base, destaca-se o serviço prestado pelo ambulatório de audiologia. “Lá, o principal foco é a avaliação da audição, auxiliando o diagnóstico médico”, explica a chefe do Serviço de Fonoaudiologia do HBDF, Bartira Donato Amaral Pedrazzi.

A fonoaudióloga Julianna Carvalho Silva, que também atua no Hospital de Base, destaca a importância da data: “É um alerta para que profissionais e pessoas procurem o fonoaudiólogo, pois podemos auxiliar em diversas questões voltadas para comunicação, linguagem, deglutição, aprendizagem e tantas outras áreas”.

Ação no Hospital de Base

O HBDF promove ação voltada para o público interno em alusão ao Dia do Fonoaudiólogo até sexta-feira (9). Os colaboradores estarão em vários locais do hospital para dar informações referentes ao próprio campo de atuação. O objetivo é orientar sobre as diversas áreas da fonoaudiologia e levar informação para acompanhantes, outros colaboradores e pacientes.

Programação:

Ambulatório:
7/12 – Das 8h às 12h

UTI:
7/12 – Das 8h às 12h e das 14h às 18h
8 e 9/12 – Distribuição de folders para os acompanhantes, no período da tarde

Pronto-Socorro:
7/12 – Das 14h às 17h
8/12 – Das 14h às 17h

Enfermarias:
4º andar – 7/12 – Das 10h às 12h
11º andar – 7/12 – Das 10h às 12h
8º andar – 8/12 – Das 10h às 12h
9º andar – 8/12 – Das 10h às 12h
3º andar – 9/12 – Das 8h às 10h
5º andar – 9/12 – Das 10h às 12h
6º andar – 9/12 – Das 10h às 12h

*Com informações do (IgesDF)

Fonte: Agência Brasília

Mais 4 hospitais, 16 Cras e 5 restaurantes comunitários no segundo mandato

É o que prevê o Relatório de Transição entregue ao governador Ibaneis Rocha pela equipe de Planejamento

A comissão de transição definiu as ações de governo que serão adotadas no quadriênio 2023-2026 | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

O Distrito Federal deverá ganhar, nos próximos quatro anos, mais quatro hospitais públicos, duas Unidades de Prontos Atendimento (UPAs) e 17 Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de 16 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), 75 mil moradias populares, mais cinco restaurantes comunitários e dois campus da nova universidade distrital (UnDF). Esses são alguns dos principais projetos do Relatório de Transição (confira aqui) apresentado nesta quinta-feira (8) ao governador Ibaneis Rocha pela equipe de Planejamento de Governo para o quadriênio 2023-2026.

“A transição cumpriu a sua função de analisar dentro de cada uma das áreas de governo os seus projetos para 2023-2026 e, com certeza, nós temos agora mais condições de alcançar esses objetivos. Tudo isso vai ser colocado nos relatórios, que vão ficar à disposição da sociedade, para que a gente possa ser cobrado em cada uma dessas áreas”governador Ibaneis Rocha

A comissão de transição foi instituída em 1º de novembro e ocupou o espaço entre 7 de novembro e 7 de dezembro, dividida em grupos temáticos que detalharam o que será feito, quando será executado e o investimento necessário para tirar do papel as principais medidas de governo. Trabalho que contou com a colaboração da sociedade civil organizada e entidades.

Na visão do governador Ibaneis Rocha, a comissão de transição cumpriu seu papel e a gestão chega ainda mais afinada para um segundo mandato. “A transição cumpriu a sua função de analisar dentro de cada uma das áreas de governo os seus projetos para 2023-2026 e, com certeza, nós temos agora mais condições de alcançar esses objetivos. Tudo isso vai ser colocado nos relatórios, que vão ficar à disposição da sociedade, para que a gente possa ser cobrado em cada uma dessas áreas”, informou o chefe do Executivo.

Segundo o governador Ibaneis Rocha, será necessária a captação de recursos e financiamentos para a execução desses projetos. “Nós vamos ter que buscar as fontes de receita para poder colocar todos esses projetos em andamento, e sabemos onde vamos buscar os recursos, quanto que nós temos, o nosso orçamento e o quanto podemos captar de recursos fora.”

“O trabalho foi muito bem elaborado, temos uma base de ações muito forte aqui. As equipes vão se unir ainda mais. Esse prazo de 30 dias serviu para isso. Agora, vamos esmiuçar esses projetos para executá-los de acordo com as necessidades. Temos os hospitais, as UPAs [unidades de pronto atendimento], os Cras [Centros de Referência de Assistência Social] e Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social], que precisam ser executados o mais rápido possível. Na área da habitação, precisamos correr com os projetos de urbanização”, afirmou Ibaneis Rocha.

A apresentação final ficou a cargo do secretário de Governo, José Humberto Pires. Ele resumiu as principais ações de cada uma das áreas de atuação e destacou o trabalho integrado das equipes no CICB.

Na saúde, por exemplo, serão construídas 17 unidades básicas de saúde (UBSs) e será implementado o serviço de telemedicina. Na educação, o governo vai apostar na ampliação das creches e na construção de dois campus para a Universidade do Distrito Federal (UnDF), um em Ceilândia e outro no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic).

O videomonitoramento em áreas urbanas e rurais é um dos compromissos da gestão, assim como a construção de 16 unidades do Cras, cinco do Creas, uma unidade de Cras Móvel e de cinco restaurantes comunitários. O DF também pretende ampliar para 100 mil o número de beneficiários do programa Prato Cheio. Na infraestrutura estão previstas obras dos BRTs Oeste e Sul, enquanto na cultura a principal meta é a reabertura do Teatro Nacional.

Balanço do governo

Ibaneis Rocha também analisou os primeiros quatro anos de mandato e disse que a reeleição é a resposta positiva da população sobre o seu trabalho. “Balanço muito positivo que foi consagrado nas urnas. Sempre coloco que a reeleição é um plebiscito onde a população avalia como foi o governo e aquilo que tem de expectativa. Assim como eu disse aos meus secretários e aos presidentes de empresa, cresce muito mais a nossa responsabilidade a partir do momento em que a população vota numa convicção, porque o que aconteceu foi exatamente isso, de que nós temos capacidade de governar. Isso aumenta a nossa responsabilidade”, finalizou.

Veja algumas ações de governo para 2023-2026

-> Saúde: construção de 17 UBSs, cinco Caps, duas UPAs e quatro hospitais; ampliar equipes de consultórios na rua, ampliar vacinação e implementar a telemedicina;

-> Educação: ampliar atendimento de crianças de 0 a 3 anos com a construção de creches; garantir a oferta de matrícula perto da residência ou trabalho; ampliar as escolas de gestão compartilhada; aumentar as vagas nas escolas; instalar dois campus da UnDF, um no BioTic e outro em Ceilândia;

-> Segurança Pública: implantar unidades integradas de segurança pública em cidades que não possuem equipamentos de segurança; ampliar projeto Cidade da Segurança Pública; videomonitoramento urbano e rural em cidades com maiores índices de criminalidade; instituir o programa Órfãos do Feminicídio; construção da Penitenciária PDF III;

-> Social: 16 novas unidades dos Cras, cinco novas unidades do Creas e um Cras móvel; criação do Centro DIA na Estrutural; aumentar Prato Cheio para 100 mil famílias atendidas; construir cinco restaurantes comunitários; pernoite para pessoas em situação de rua com o programa Moradia Primeiro;

-> Infraestrutura: complemento do BRT Eixo Oeste; urbanização do Sol Nascente/Pôr do Sol; Drenar DF no Plano Piloto; pavimentação e drenagem em Arniqueira, Bernardo Sayão, 26 de Setembro, Arapoanga, Água Quente e Vicente Pires;

-> Habitação: entregar 43 mil unidades habitacionais e lançar 32 mil; cheque moradia para dar entrada no financiamento imobiliário; doação de áreas para a zona especial de interesse social (zeis); linhas de crédito diferenciadas;

-> Cultura: reabrir o Teatro Nacional; investir em programas para povos indígenas e quilombolas; criar banco de talentos;

-> Trabalho: ampliar o RenovaDF e Qualifica DF; reforçar a Fábrica Social; desenvolver o programa Próspera de microcrédito;

-> Justiça: Sejus Mais Perto do Cidadão; construção de quatro unidades do sistema socioeducativo; fortalecimento e modernização do Na Hora; Sua Vida Vale Muito itinerante;

-> Turismo: promoção do turismo interno; promover artesanato e manualidade; Qualificatur – curso de capacitação; desenvolver o enoturismo no DF;

-> Desenvolvimento Econômico: criação de agência de investimentos (InvestDF); criar o Procidades II; ampliar a rede de atendimento do Simplifica PJ;

-> Planejamento: aumentar a capacidade de captação de recursos de financiamentos; inserir o conceito de cidade inteligente no DF; ampliar a política de valorização dos servidores e familiares;

-> Mobilidade: implementação do BRT Norte; construção de viadutos e pontes; complementação do BRT Sul; construção de ciclovias; mais dois terminais rodoviários de integração; ampliar DF Acessível com aquisição de 50 vans; concluir a expansão do metrô em Samambaia e Ceilândia; parceria público-privada para a rodoviária do Plano Piloto; construção de novas rodoviárias;

-> Desenvolvimento Urbano: PPCUB, instituir o Na Hora Habite-se; requalificação de áreas urbanas; revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT);

-> Esporte e Lazer: ampliar centros olímpicos e paralímpicos; atender 42 mil pessoas com o programa Vestindo e Calçando o Esporte;

-> Meio Ambiente: executar o Plano de Carbono Zero; aprimorar a infraestrutura do Aterro Sanitário; criar, preservar e gerir as unidades de conservação (UCs); construção do segundo hospital veterinário público;

-> Agricultura: regularização de 96 mil hectares, 1,3 mil contratos formados; reforma de canais de irrigação;

-> Saneamento Básico: ampliar programa Água Legal; novas estações de tratamento;

-> Mulher: construção de seis novas Casa da Mulher Brasileira;

-> Tecnologia: programa Inovatec e Reciclotech; implantação da primeira fase do BioTic; governo digital;

-> Regiões administrativas: reforma de equipamentos e construção de novas sedes; difundir o programa Administração Regional Digital 24h;

-> Pessoa com Deficiência: CadÚnico da pessoa com deficiência; centro de atendimento;

-> Juventude: instituir centros de juventude;

-> Controladoria-Geral: prêmio Alto Nível e Participa DF;

-> Procuradoria-Geral: Projetos para desjudicialização, otimização dos projetos, acordo para precatórios e desjudicialização da saúde;

-> Defensoria Pública: construção no Gama do Núcleo de Atendimento Jurídico;

-> Fazenda: Refis para débitos não tributários; incentivar transporte aéreo nacional e internacional; instituir o IPTU Social; incentivar o turismo criativo.

Fonte: Agência Brasília

Verdadeiramente, população vê melhoria de vida com a chegada do Túnel de Taguatinga

Da redação

Thiago Vasconcelos entende a importância de Taguatinga para o DF.  “É uma cidade satélite que possui grande protagonismo na recente história do DF. Trata-se de uma cidade que movimentou a economia do quadradinho e embalou as noites de algumas gerações”, pontua.

O governo de Ibaneis Rocha fez grandes ações pela população da região, mas a grande inovação que melhorará mais ainda não só os moradores de Taguatinga, mas também de áreas próximas, será o Túnel de Taguatinga, que se aproxima do fim das obras.  A construção está no meio de grandes obras tiradas do papel pelo governador.

Assim como Thiago sabe da importância da cidade para o DF, ele também sabe da relevância da obra. “A esperança é que o trânsito fique mais fluido e que os pedestres tenham maior área para circulação, além de garantir melhoria na qualidade de vida de quem utiliza o transporte público”, disse.

Paranoá ganhará primeiro Centro Olímpico e Paralímpico, o 13º do DF

Primeira parte do projeto e o laudo já foram aprovados. Com investimento de R$ 14 milhões, expectativa é que o equipamento público atenda 5 mil crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência

Projeto do 13º Centro Olímpico e Paralímpico do DF, que terá investimento total de R$ 14 milhões e deve atender 5 mil crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência | Imagem: Secretaria de Esporte e Lazer

O Distrito Federal está mais próximo de ter o 13º Centro Olímpico e Paralímpico (COP). O equipamento será construído no Paranoá em duas etapas. A primeira parte do projeto da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) e o laudo foram aprovados no último dia 30. Agora, a pasta aguarda a autorização da Caixa Econômica Federal para que seja iniciado o processo licitatório.

A primeira etapa do projeto, já aprovada, contempla administração, banheiros, campo de futebol, calçadas, pórtico de entrada e estacionamento. A segunda corresponde à construção de duas quadras de areia, ginásio coberto, espaço multiúso, duas piscinas semiolímpicas, piscina infantil, pista de atletismo, quadra de tênis, quadra descoberta e vestiário

“Nós identificamos que é uma área que necessita muito, que é carente de espaços para práticas de esporte. Identificamos várias associações treinando em áreas de terra, que não são apropriadas”, revela a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, sobre a escolha da região. A expectativa é atender 5 mil crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência (PcDs) que vivem tanto no Paranoá quanto nas regiões mais próximas, Itapoã e Lago Norte.

A primeira etapa do projeto contempla administração, banheiros, campo de futebol, calçadas, pórtico de entrada e estacionamento. A construção está orçada em R$ 2.715.040 e será bancada com recurso de emenda parlamentar de 2019. “Um recurso que praticamente ia ser perdido, mas que nós unimos esforços e conseguimos avançar. Foram muitos processos burocráticos para chegarmos nesta etapa”, explica a secretária.

De autoria da Assessoria de Obras e Infraestrutura da SEL, o projeto teve aprovação da Central de Aprovação de Projetos (CAP), da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e do Corpo de Bombeiros do DF. A pasta também garantiu a dominialidade da área localizada em um terreno atrás da Rua Felipe Silva.

Com previsão de investimento de R$ 11.460.000, a segunda etapa corresponde à construção de duas quadras de areia, ginásio coberto, espaço multiúso, duas piscinas semiolímpicas, piscina infantil, pista de atletismo, quadra de tênis, quadra descoberta e vestiário. O projeto está em fase de finalização para ser apresentado à Caixa Econômica Federal.

O administrador do Paranoá, Júnior Carvalho, destaca que a obra será importante para a população da região administrativa, que já tem uma relação estreita com o esporte. “Temos um grande número de atletas profissionais na área do atletismo, ciclismo e futebol, e nosso centro olímpico dará mais condições para nossos atletas brigarem por medalhas Brasil afora. Sem contar o ganho da comunidade, que terá um local para convivência e prática esportiva”, afirma.

Centros Olímpicos e Paralímpicos

O Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos tem como finalidade a prática esportiva e de lazer para contribuir para o pleno desenvolvimento humano. De forma gratuita, a oferta está disponível para crianças a partir de 4 anos e adultos de qualquer idade.

O DF conta com 12 unidades de COPs localizadas em Brazlândia, Ceilândia (Parque da Vaquejada e Setor O), Estrutural, Gama, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Sobradinho. Neste ano, o número de vagas passou de 29 mil para 62 mil em 29 modalidades esportivas e 12 modalidades para PcDs.

Neste ano, os centros passaram por melhorias e reformas. As 27 piscinas nas 11 unidades foram reformadas e receberam tratamento das estruturas existentes, com recuperação de fissuras e aplicação de material impermeabilizante com fibra de vidro. As despesas no valor de R$ 2,5 milhões foram custeadas pelo Fundo de Apoio ao Esporte (FAE-DF). Além disso, a SEL adquiriu 30 novos aquecedores para as piscinas no valor de R$ 966 mil.

Fonte: Agência Brasília