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Recife terá bloqueios e mudanças no trânsito durante eventos neste fim de semana

Amarelinhos da CTTU


Recife terá alterações no trânsito neste fim de semana por causa de corridas, eventos juninos, desfile cultural e obras. Confira os principais bloqueios.

13 jun
2026
– 09h23

(atualizado às 09h30)

O trânsito no Recife passará por uma série de alterações neste fim de semana devido à realização de eventos esportivos, festejos juninos, atividades culturais e obras de infraestrutura. As mudanças devem impactar importantes corredores viários da cidade, especialmente nas zonas Norte, Sul e na área central.




Amarelinhos da CTTU

Amarelinhos da CTTU

Foto: Divulgação/PCR / Portal de Prefeitura

Motoristas que pretendem circular pela capital pernambucana entre sábado (13) e domingo (14) precisam ficar atentos aos bloqueios temporários, desvios operacionais e interdições programadas ao longo dos dois dias. A expectativa é de grande movimentação de público em diversos pontos da cidade.

Eventos juninos alteram circulação em Casa Amarela

Um dos locais que deve concentrar maior fluxo de pessoas é o Sítio Trindade, em Casa Amarela. O tradicional polo junino segue recebendo apresentações culturais e atividades ligadas ao ciclo junino, além da transmissão dos jogos da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.

Por causa da movimentação de pedestres, poderá haver bloqueios temporários na Estrada do Arraial, especialmente no trecho próximo ao acesso principal do polo. Dependendo da quantidade de pessoas presentes, motoristas poderão ser direcionados para rotas alternativas nas ruas do entorno.

A região costuma registrar aumento significativo no fluxo durante os fins de semana de junho, principalmente no período da noite.

Corridas de rua provocam interdições na Zona Sul

O domingo será marcado por eventos esportivos que exigirão mudanças importantes na mobilidade urbana.

A partir das primeiras horas da manhã, a Corrida Santander Track & Field utilizará vias da Zona Sul, incluindo trechos da Avenida Dom João VI e da Via Mangue. O percurso contempla distâncias de 5 km, 10 km e 15 km.

Durante a realização da prova, acessos estratégicos poderão sofrer bloqueios momentâneos, exigindo atenção redobrada dos condutores.

Também pela manhã será realizado o Festival Vamos Passear, reunindo corredores e ciclistas em um trajeto que passa pela região do Pina, Cais José Estelita, Cais de Santa Rita e Avenida Boa Viagem. Os bloqueios ocorrerão de forma itinerante, acompanhando a movimentação dos participantes.

Bairro do Recife recebe desfile cultural

No período da tarde, o Bairro do Recife será palco do tradicional Desfile das Bandeiras, evento que integra a programação cultural da cidade.

O cortejo percorrerá importantes vias do bairro histórico, incluindo o Cais da Alfândega, Avenida Marquês de Olinda, Rua Madre de Deus, Rua da Moeda e Avenida Rio Branco.

Durante a passagem dos participantes, o trânsito poderá apresentar lentidão e interrupções temporárias em alguns trechos.

Obras também impactam motoristas

Além dos eventos, intervenções de infraestrutura programadas para Boa Viagem devem gerar alterações na circulação de veículos.

Alguns acessos poderão ser bloqueados temporariamente para a execução de serviços em estruturas viárias da região. A recomendação é que motoristas procurem rotas alternativas e planejem seus deslocamentos com antecedência.

Atenção aos horários e trajetos

Outra alteração importante ocorrerá no entorno do Derby por causa da Corrida 48º Guararapes. A prova utilizará importantes vias da região e provocará interdições temporárias, especialmente nas primeiras horas do domingo.

Com uma programação que reúne esporte, cultura, São João e obras urbanas, o Recife terá um dos fins de semana mais movimentados do mês de junho. Para evitar transtornos, especialistas recomendam que motoristas acompanhem as atualizações sobre os bloqueios, saiam de casa com antecedência e priorizem trajetos alternativos sempre que possível.

A palavra de ordem para quem vai circular pela cidade é planejamento. Com milhares de pessoas participando das atividades previstas, a tendência é de aumento no fluxo de veículos e pedestres em diversas regiões da capital.

Caixa altera horários dos sorteios das loterias em dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo

Mudança será aplicada nos dias 13, 19 e 24 de junho; apostas regulares deverão ser realizadas até as 20h do dia anterior

A Caixa Econômica Federal anunciou um ajuste temporário nos horários dos sorteios das Loterias Caixa em razão dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A alteração será válida nas datas em que o Brasil entrar em campo: 13, 19 e 24 de junho.

A mudança alcança os sorteios da Loteria Federal, Mega-Sena, Super Sete, Dia de Sorte, Lotofácil, Quina, Lotomania, Dupla Sena, Timemania e +Milionária.

Nos concursos afetados pela alteração, o prazo para o encerramento das apostas será às 20h do dia anterior à realização de cada sorteio. Por isso, os apostadores devem ficar atentos ao calendário e antecipar seus jogos.

Para os bolões comercializados pela internet, o prazo será ampliado. As cotas poderão ser adquiridas até 30 minutos antes dos sorteios: até as 10h30 do dia 24 de junho e até as 8h nos dias 20 e 25 de junho.

Segundo a Caixa, a medida busca garantir a participação dos apostadores e preservar a regularidade, a transparência e a segurança dos procedimentos. O banco orienta os clientes a acompanharem possíveis atualizações por meio dos canais oficiais das Loterias Caixa.

Eleições 2026: O Imposto do Muro

Toda campanha morna paga uma tarifa invisível e a leitura errada de uma pesquisa está prestes a produzir uma nova safra de pagadores nas eleições de 2026.

Em toda campanha existe uma reunião que se repete. Alguém abre a pesquisa de rejeição, aponta os números dos polos e diz, com voz de prudência: “não vamos comprar essa briga”. A frase soa sensata. Foi dita em 2018 nas salas da maior coligação daquela eleição. Foi dita em 2022 nos comitês da “terceira via”. E está sendo dita agora, em 2026, com um argumento novo sobre a mesa: os 32% de eleitores que se declaram independentes na Genial/Quaest de maio. Essa frase sensata já enterrou mais candidaturas do que qualquer escândalo. Ela é o momento exato em que a campanha pode começar a pagar o imposto do muro.

O “Imposto do Muro” é o preço que o eleitorado cobra de quem não tem posição ou troca de posição por cálculo e pura conveniência. Ele não aparece em planilha nenhuma, não tem boleto, não dá aviso prévio, ele é cobrado em parcela única, na urna.

A pesquisa certa, a conclusão errada

O número que está financiando a nova safra de muros é real, mas precisa ser lido em duas partes. A primeira: o eleitor transferível entre os polos acabou. Quem está de um lado dificilmente atravessa para o outro, e a campanha que gastar energia tentando converter adversários vai queimar dinheiro em concreto armado. A segunda: um terço do eleitorado se declara independente, sem alinhamento com polo nenhum. É desse terço que a eleição de 2026 vai sair, e é sobre ele que parte do mercado tirou a conclusão errada: “há um terço esperando um moderado, então suavize tudo, não tome partido, não se indisponha”. Em resumo, faça uma campanha morna.

O erro nasce de uma confusão de categorias. “Independente” descreve a relação do eleitor com a briga, não o lugar dele no espectro. Quando responde à pesquisa, ele está dizendo “não sou de nenhuma torcida”, e o estrategista escuta “estou no meio do caminho entre as duas”. São informações diferentes. Esse eleitor raramente é alguém sem opinião: na maioria das vezes tem valores e um lado para o qual pende, só não aguenta mais o barulho. Ele não quer o meio do caminho. Quer descer do ringue.

E a biografia dele explica a exigência. É o eleitor que votou com raiva em 2018 e 2022, quase sempre contra alguém, escolhendo um nome para derrotar o outro. Saiu das duas eleições exausto e com a régua trocada: a rejeição ao adversário deixou de bastar como argumento, e o que ele cobra agora é entrega. Por isso a mornidão não o conquista. O que falta a ele não é um candidato sem posição. É um candidato em quem confiar, e ninguém confia em quem não se sabe onde está.

Mesmo o tamanho do terço merece desconto, e o desconto reforça o ponto. Wilson Gomes, da UFBA, estima que dos 32% declarados, talvez só 10% a 15% virem voto disputável de fato. Numa eleição empatada, dez pontos são a eleição inteira, e fração pequena se conquista com precisão, não com diluição. Quem dilui para agradar a todos vira a segunda opção de todos e a primeira de quase ninguém.

O placar do muro

Quem acha que isso é opinião pode conferir o placar. O Brasil testou o centro morno em condições de laboratório, com toda a estrutura que dinheiro, coligação e televisão podem comprar:

EleiçãoA apostaA estruturaO resultado
2018Geraldo AlckminColigação de 9 partidos com o Centrão; metade de todo o horário eleitoral (5min32s por bloco, 434 inserções)4,8% – 4º lugar
2018Henrique MeirellesPartido do presidente em exercício; quase 2 minutos de TV por bloco1,3%
2022“Terceira via” (Doria e Moro)Governador do maior estado do país; o ex-juiz mais famoso do BrasilDesistiram antes da urna
2022TebetPartidos histórico e com estrutura nacionalMeses  nos ~1%

Na mesma eleição de 2018, o candidato com 8 segundos de bloco venceu o primeiro turno com 46%. A leitura apressada atribui isso só à posição, e estaria errada. Ele tinha uma operação digital sem precedentes, surfou a onda antipolítica e ganhou semanas de mídia espontânea após o atentado. Só que cada um desses fatores depende do mesmo insumo. Engajamento digital se alimenta de definição: algoritmo não distribui mornidão, ninguém compartilha equidistância, a mesma máquina a serviço de um candidato morno não viraliza nada. E o voto antipolítico é, ele próprio, uma posição: “contra o sistema” talvez tenha sido o lado mais nítido daquela eleição.

O que os 8 segundos provam não é que posição vence sozinha, é que a estrutura tradicional (coligação e televisão) deixou de compensar a falta dela: 5 minutos e meio sem posição não compraram nem 5% do eleitorado.

E a nota de rodapé mais importante do placar é a exceção. Simone Tebet passou a campanha inteira rondando 1% e só cresceu na reta final, exatamente quando abandonou a equidistância e começou a cravar posição nos debates. O placar não diz que o centro perde. Diz que o morno perde.

Por que o imposto existe

O problema de não se posicionar não é parecer indeciso, é parecer calculista. Quando o candidato não tem posicionamento definido e parece sempre querer agradar a todos, o eleitor não pensa “que pessoa equilibrada”. Ele pensa “esse aí está esperando para ver quem ganha antes de se comprometer”. E cálculo é o que esse eleitor aprendeu a desprezar: ele se fartou da esperteza disfarçada de prudência e do silêncio estratégico quando se esperava uma palavra. O muro não soa como neutralidade, soa como oportunismo calculado.

Quando tudo parece areia movediça: economia incerta, instituições em tensão, informação contaminada, o posicionamento vira chão firme. O eleitor médio procura alguém em quem se apoiar, e ninguém se apoia em quem não se sabe onde está.

O Brasil já assistiu a esse filme: em 2018, o candidato com o maior tempo de televisão e a maior coligação da disputa terminou o primeiro turno com menos de 5% dos votos. Não faltou estrutura, faltou um lugar reconhecível onde estar.

Firmeza, porém, não é fúria, nem fanatismo. O candidato que confunde convicção com agressão alimenta a guerra da qual o eleitor quer fugir e racha a própria base em vez de ampliá-la. O que esse eleitorado procura é a combinação rara: posição definida e cabeça “no lugar”.

O que o imposto não cobra

A alíquota não incide sobre moderação de tom. Incide sobre a ausência de posição, e confundir as duas é o erro que sustenta o muro. Centro é um lugar no espectro, o muro não é lugar nenhum. Um candidato de centro com convicção assumida não paga imposto algum, e um candidato de polo que calcula em vez de ter uma posição consolidada paga a alíquota cheia.

Pelo mesmo motivo, ajustar o tom não é virar a casaca. Virar a casaca é mudar o que se defende conforme a plateia. Ajustar o tom é defender a mesma coisa de um jeito que o ouvinte canse menos de ouvir, falar de geração de emprego para uns e de responsabilidade fiscal para outros sem dizer uma frase em que não acredite, porque ambas saem do mesmo conjunto de princípios. A convicção fica fixa, a porta de entrada varia. Quem está no muro nunca chega a esse refinamento, porque sequer definiu o que defender.

O teste do muro

Para quem está numa campanha agora, ou prestes a vender uma estratégia de “não comprar briga”, três perguntas medem a alíquota que o candidato vai pagar:

1. Ele tem alguma posição que custa voto? Se todas as posições só somam, não há posição: há pesquisa recitada, ou seja, há discurso de conveniência. Posição de verdade desagrada alguém, e é justamente por isso que gera confiança em todos os demais.

2. Ele mantém a mesma posição quando muda a plateia ou quando a pergunta aperta? A ênfase pode variar; a substância, não. O muro costuma aparecer aí: na entrevista difícil, no auditório hostil, no tema que divide. Quem só tem posição quando ela não custa nada está apenas administrando conveniência.

3. Pergunte a um eleitor qualquer: “esse candidato defende o quê?” Se a resposta demora mais de três segundos, ou sai vaga, genérica, daquelas que serviriam para qualquer outro nome da disputa, o imposto já começou a ser cobrado.

Quem passa nas três pode ajustar tom, pauta e palco à vontade. Quem reprova precisa decidir o que defende antes de decidir como comunicar. Marketing não conserta o que o posicionamento não definiu, no máximo, vai disfarçar a indefinição.

Em 2026, depois de uma sequência de pesquisas apertadas, com os polos travados praticamente empatados, o imposto do muro estará na alíquota máxima da década. O espaço que existe não é para quem se equilibra entre os polos: é para quem crava posição sem necessariamente precisar de inimigo ou transformar cada divergência em guerra. Esse espaço vale a eleição, e a próxima reunião em que alguém disser “não vamos comprar essa briga”, possivelmente, é o momento exato de abrir o placar.

E o imposto não é tributo exclusivo de eleição presidencial. A escala muda, a alíquota não: prefeito, deputado ou vereador, todos passam pelo mesmo teste das três perguntas, e na cidade pequena, onde o eleitor conhece o candidato pelo nome, o cálculo é percebido ainda mais de perto. Onde houver urna, há cobrança.

Michel Lenz: Apaixonado por estratégia, inovação, ideias e projetos, pelos tatames e a filosofia do jiu-jitsu, sua vida é a família (Papai de Alice). Estrategista de Marketing Político e Comunicação Governamental, Secretário de Gestão Estratégica e Inovação em Três de Maio-RS, Fundador e Ex-CEO da IntMark – Inteligência de Marketing, Cofundador da Alcateia Política, Sócio/CMO da #Ninjas! Contabilidade, Professor de Jiu-Jitsu na Union Team. Possui MBA em Marketing Político e Comunicação Governamental, MBA em Gestão de Marketing e Comunicação, Bacharel em Sistemas de Informação. Atua com marketing político desde 2016 com campanhas eleitorais e mandato, como estrategista de campanha, estrategista de marketing e comunicação e coordenador de equipe, além de realizar diagnósticos de presença digital.

OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO DA AVENIDA PECUÁRIA SÃO RETOMADAS

A Prefeitura de Novo Gama retomou as obras de pavimentação asfáltica da avenida Pecuária, importante via que liga o setor de Chácaras Araguaia ao início do Vale das Andorinhas. Os serviços seguem em andamento e avançam com novas etapas de execução.

Com investimento superior a R$ 3 milhões, a obra tem como objetivo melhorar a mobilidade urbana, oferecer mais segurança aos moradores e garantir melhores condições de tráfego para motoristas e pedestres que utilizam a região diariamente.

A avenida Pecuária é uma ligação estratégica entre bairros do município e recebe um fluxo constante de veículos. A pavimentação representa um avanço na infraestrutura local, contribuindo para o desenvolvimento dos setores atendidos e valorização da região.

A retomada dos trabalhos faz parte do conjunto de ações voltadas à melhoria da infraestrutura de Novo Gama, com investimentos em obras que impactam diretamente a qualidade de vida da população.