A pista sentido Ceilândia – Plano Piloto será interditada e os motoristas deverão passar pela marginal de Vicente Pires. Mudança ocorre para pavimentação da pista sul
O trânsito na via Estrutural será modificado devido às obras de pavimentação, a partir das 21h desta sexta-feira (28). Conforme informações do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), a pista sentido Ceilândia – Plano Piloto será interditada e os motoristas vão trafegar pela marginal de Vicente Pires.
A modificação é necessária para viabilizar a segunda etapa da obra, quando será feita a concretagem do trecho entre o córrego Samambaia e o viaduto Ayrton Senna. Desta forma, à medida em que a máquina de concretagem avançar ao longo da pista que leva ao centro de Brasília, também chamada de pista sul, o tráfego de veículos será impedido.
O desvio para a marginal sul começará cerca de 1km após a passarela de pedestres. Os acessos para a pista expressa serão bloqueados até a altura do viaduto Ayrton Senna. Próximo do elevado, os motoristas retornarão para a via principal. Antes, ao longo do percurso, haverá acessos para a Pista do Jóquei e para o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).
“No trecho em que o pessoal estiver trabalhando não será possível passar. Mas, dependendo do avanço da obra, do local em que o pessoal estiver e se tiver a segurança adequada, vamos permitir o retorno para a via principal. Vamos monitorar a situação diariamente”, garante o superintendente de Obras do DER, Cristiano Alves Cavalcante. Nos horários de reversão de fluxo, os carros também passarão na marginal sul, em vez de irem pela via expressa.
A obra tem investimento de R$ 55 milhões, proveniente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). “Aqui, passam mais de 80 mil veículos por dia e o pavimento asfáltico já estava muito degradado. O DER elaborou esse projeto com o pavimento em concreto que vai melhorar muito o conforto dos motoristas e o custo vai reduzir bastante ao longo do tempo”, afirma o diretor do 3º Distrito Rodoviário do DER, Jarbas Silva, responsável pela fiscalização da empreitada.
Morador de Samambaia, o auxiliar veterinário, Juliano Felix de Araújo, 19 anos, afirma que o novo pavimento vai melhorar a experiência de motoristas e de passageiros do transporte coletivo. “As vias eram muito esburacadas, então os ônibus demoravam demais, andavam devagar por causa dos buracos. E com certeza vai melhorar, vai ficar bem mais rápido”, diz.
O bancário Wellington Silva, 28, também aguarda a finalização das obras. “A perspectiva é que melhore muito, principalmente o asfalto, porque vira e mexe precisava ter o recapeamento, atualização do asfalto. A gente espera que esse novo dure mais tempo porque a Estrutural é uma via em que trafega muita gente”, conta.
Imersão didática no Museu de Arte de Brasília ocorre nos dias 29 e 30 de julho com atividades lúdicas e visitas guiadas
As férias estão chegando ao fim, mas ainda há tempo para a criançada se divertir. Neste fim de semana ocorre o Finde Férias, uma imersão para o público infantil no acervo de obras e esculturas do Museu de Arte de Brasília (MAB). O evento faz parte do projeto MAB Educativo, realizado pela iniciativa Mediato com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). A participação é gratuita e não requer inscrição – basta chegar e aproveitar.
Neste sábado (29), a partir das 10h15, haverá oficinas de “mão na massa” no Laboratório Artístico do museu. Os temas são: Brincando com as formas na primeira infância (10 vagas), Colagem Abstrata (20), Arte Cinética (20), Câmara Escura (15) e Stencil (20). Cada oficina é indicada para uma faixa etária específica.
Já no domingo (30), a partir das 10h30, vão ser realizadas atividades lúdicas, como amarelinha, bolinha de gude, adedonha, passa anel, bambolê, entre outras. Cada uma terá 10 vagas e são indicadas para crianças a partir de 6 anos. No mesmo dia haverá um mediador fluente em Libras para garantir maior acessibilidade ao público surdo.
O MAB Educativo oferece visitas guiadas ao público espontâneo e para grandes grupos, como instituições de ensino, todos os dias, exceto nas terças-feiras – quando o museu está fechado. “Pensamos em fechar o mês de férias com uma programação diferente”, conta a coordenadora pedagógica do MAB Educativo, Luênia Guedes. “Queremos criar a cultura de ocupação do espaço, para que as famílias comecem a frequentar aos finais de semana e entendam o museu como um lugar de brincar”, pontua.
Visitas guiadas
Escolas públicas, particulares e outras instituições que tiverem interesse em participar das visitas guiadas devem agendar a experiência pelo site Mediato Conecta. Já o público em geral que quiser conhecer os tesouros do MAB não precisa marcar horário: basta ir ao museu e aguardar o próximo tour.
Confira a programação:
⇒ Sábado (29) → 10h15 – Oficina Brincando com as formas na primeira infância (18 meses a 3 anos, 10 vagas) → 11h30 – Oficina de Colagem Abstrata (a partir de 7 anos, 20 vagas) → 14h30 – Oficina de Arte Cinética (a partir de 8 anos, 20 vagas) → 15h30 – Oficina de Câmara Escura (a partir de 10 anos, 15 vagas) → 16h30 – Oficina de Stencil (a partir de 8 anos, 20 vagas)
⇒ Domingo (30) Jogos e Brincadeiras (a partir de 6 anos, 10 vagas por atividade) → 10h30 – Jogo das técnicas → 11h30 – Pula corda e Jogo do elástico → 14h30 – Baralho de palavras → 15h30 – Amarelinha e Bolinha de gude → 16h30 – Caça-escultura → 17h30 – Adedonha e Bambolê
Serviço Finde Férias Data: sábado (29) e domingo (30) Horário: a partir das 10h15 Endereço: Museu de Arte de Brasília (MAB) – Setor de Hotéis e Turismo Norte, Trecho 1, Projeto Orla Acesso gratuito.
Campanha Julho Amarelo conscientiza sobre prevenção, vacinação e testagem precoce em alusão ao 28 de julho, Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais
“Foi uma segunda chance.” É assim que o servidor da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) Glicério Fernandes, 56 anos, relata o tratamento bem-sucedido que o levou à cura da hepatite C, no Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin), na Asa Sul. Recuperado, ele incentiva todos a se informar e a buscar postos de testagem em caso de sintomas ou situação de risco. O Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais é celebrado nesta sexta-feira (28). Aproveitando a data, a campanha Julho Amarelo foca na prevenção à doença.
Glicério descobriu a doença que atinge o fígado em 2010 por meio de um exame de rotina após sintomas de cansaço, que ele atribuía à forte carga de trabalho e ao estresse. “Achei que não era possível porque não sentia nada além de muito cansaço”, conta.
A terapia foi iniciada na rede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) em 2016, com o surgimento da nova droga de ação direta (DAA) em forma de comprimidos. A partir do diagnóstico, o servidor iniciou uma série de pesquisas sobre o tema. “Na época, fiquei impressionado porque os tratamentos eram difíceis, os índices de cura pequenos e os efeitos colaterais, fortes. Mas com a nova medicação foi tranquilo, com poucos efeitos colaterais e respostas rápidas e positivas”, compartilha.
A cura tão esperada chegou antes mesmo do fim do tratamento. “Antes dos 90 dias já estava negativado. Procurei tratamento na rede pública porque o plano de saúde não cobria”, completa, salientando a importância do serviço prestado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O remédio é distribuído gratuitamente.
Os medicamentos têm mudado a vida de portadores de hepatite C e, quando usados adequadamente, promovem taxas de cura superiores a 95%. A terapia dura três meses, com apenas um comprimido ao dia.
“É uma vida nova. Foi uma segunda chance, uma sensação muito boa. O atendimento recebido foi excelente. A médica que me atendeu é muito diferenciada, me tranquilizou e transmitiu segurança, além de me acompanhar em todo o processo e me orientar muito bem”, elogia Glicério.
Quem cuidou do paciente foi a infectologista da SES-DF Sonia Maria Geraldes. Ela ressalta a importância do Julho Amarelo para estimular a testagem da população. “A pessoa pode não sentir nada, mas fez tatuagem, sexo sem proteção, teve contato com sangue, por exemplo, foi ao dentista e os instrumentos podem não ter sido devidamente esterilizados. Essas situações a torna uma candidata a fazer a testagem. Não pode esperar ter sintomas”, alerta Sonia Maria.
Tipos de tratamento
Nem todos os tipos de hepatite têm cura como a hepatite B, mas há vacinas para proteção e, em alguns casos, tratamentos para reduzir o risco de avanço da doença e de complicações. A infectologista destaca que uma das facilidades em relação ao tratamento da hepatite B, por exemplo, é que depois do atendimento, a medicação pode ser adquirida no mesmo local da consulta.
“A SES-DF faz tanto o diagnóstico, quanto campanhas preventivas e fornece o tratamento. Se vem um paciente com hepatite B, em centros de referência como esse, vai pegar a medicação aqui também. Não precisa mais retirar em farmácia de alto custo”, afirma Geraldes.
A especialista ressalta, ainda, que a principal forma de prevenir a infecção pelo vírus da hepatite B é a vacina, que está disponível nas salas de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Para as crianças, a recomendação é aplicar quatro doses do imunizante, sendo: ao nascer, aos 2, 4 e 6 meses de idade (vacina pentavalente). Já para a população adulta, o esquema completo ocorre com três doses. Para quem tem mais de 20 anos e não sabe se está imunizado, é preciso procurar uma UBS para fazer o teste de hepatites.
A médica também acompanha José Antônio Conti, 64 anos, aposentado e morador de Sobradinho, portador do vírus da hepatite B com cirrose hepática. Ele relata que o diagnóstico veio em 2003, com sintomas de cansaço e olho amarelado. Desde então, faz tratamento no Cedin com a medicação tenofovir alafenamida (TAF), disponibilizada pelo Ministério da Saúde. Os medicamentos colaboram para o controle da carga viral, impedindo a multiplicação.
“Provavelmente eu já tinha hepatite há muitos anos e não sabia. Agora vou ao infectologista a cada seis meses para fazer o controle da carga viral. O exame de sangue é feito na própria unidade e retiro o medicamento lá mesmo”, conta.
Com o tratamento, José afirma que ganhou qualidade de vida: “Desde o começo consegui atendimento pelo SUS e fui bem orientado. Sigo com a vida normal. Tomo apenas um comprimido por dia. Tenho um estilo de vida mais saudável. Faço musculação, pratico caminhada.”
Casos diminuem no DF
Entre 2018 e 2022, os casos de hepatite B caíram 41,86% no DF. Foram registrados 129 em 2018 e 75 em 2022. Já os índices de hepatite C passaram de 169 para 130 no mesmo período, com redução de 23,08%. Os dados constam no último Boletim Epidemiológico da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) e do Ministério da Saúde, notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).
Sintomas
As hepatites virais nem sempre apresentam sintomas e, quando não diagnosticadas, podem acarretar em complicações levando à cirrose ou ao câncer de fígado. Quando presentes os sintomas, contudo, a pessoa pode manifestar cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
“É preciso conscientizar a população para que façam uso das diversas formas de prevenção, usem preservativos, vacinem-se contra hepatite B e busquem o diagnóstico por meio do teste rápido para início oportuno do tratamento. É um dos nossos grandes desafios”, alerta a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Saúde, Beatriz Maciel.
A hepatite A é transmitida de pessoa para pessoa quando os alimentos ou a água estão contaminados por fezes contendo o vírus. Portanto, cuidados com a higiene são fundamentais para evitar a contaminação. O tratamento é essencialmente com repouso e há vacina para determinados grupos, também disponível no calendário de rotina de vacinação do DF.
Já o contágio das hepatites virais B, C e D ocorre por contato com sangue e hemoderivados, podendo também ser passadas por contato sexual e da mãe infectada para o recém-nascido. A transmissão pode ocorrer ainda pelo compartilhamento de objetos contaminados, como lâminas de barbear e alicates. A vacina contra a hepatite B também ajuda a proteger da hepatite D. Menos frequente no Brasil, a hepatite E ocorre por consumo de água contaminada.
Onde buscar tratamento
Referências no tratamento contra hepatites no DF: Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) e Policlínicas de Taguatinga, do Gama, de Ceilândia, do Paranoá e de Planaltina.
Hospitais com ambulatório de hepatologia: Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF); Hospital Regional de Ceilândia (HRC); Hospital Regional do Gama (HRG); Hospital Regional da Asa Norte (Hran); Hospital Regional de Taguatinga (HRT); Guará- Policlínica Guará I e Policlínica de Atenção Secundária do Paranoá.
O Valparaíso teve ótimas notícias sendo apresentadas recentemente. Uma delas foram os excelentes índices de segurança e o outro é referente aos ótimos índices de combate à criminalidade apresentados na reunião da GGI-M.
Os índices apresentados no apontam que a cidade não entra dentro das 50 mais violentas do país. Isso se deve às forças de segurança pública estadual e municipal, que se formam pela união do 20º BPM de Valparaíso, todas as polícias civis e militares, além da Guarda Municipal.
O prefeito Mossoró disse que. “A nossa cidade está evoluindo no quesito segurança pública. Sabemos que ainda há muito a ser feito, mas Valparaíso se tornou uma cidade segura, visto o que era durante anos atrás.
Estamos trabalhando para reforçar o efetivo da nossa Guarda Municipal para atingir índices ainda melhores”.
Foi realizada a importante reunião do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M), que é um canal de conexão de todos os órgãos de segurança pública do município de Valparaíso.
Nela foram apresentados com orgulho os índices de combate à criminalidade que ajudaram a manter a cidade longe da lista das cidades mais violentas.
Com isso, Pábio, o prefeito, declarou o seguinte. “Parabenizo todo o trabalho técnico das nossas forças de segurança, tivemos ótimos números nesse quesito, com reduções e combate à criminalidade.
O bom momento garante o bem-estar, a proteção e muito mais tranquilidade às famílias valparaisenses. Contem sempre com a atenção e os esforços da nossa gestão para assegurar estrutura ao setor. Muito obrigado pelo empenho e trabalho integrado em nosso município. Vamos melhorar ainda mais”.
O Banco de Brasília (BRB) mais uma vez se faz presente no Capital MotoWeek, o maior festival de motos da América Latina.
O evento estará acontecendo até o dia 29 de julho, onde todos poderão aproveitar ao máximo.
Como já é de se esperar do banco, foi organizado um stand próprio, para que todos do evento possam entender tudo o que o BRB pode prover ao povo.
O BRB é o responsável por gerar uma das atrações mais desejadas, pois ela permite que os participantes que retiram um voucher em seu stand possam apreciar o evento de cima.
A atração do banco nada mais é do que uma roda gigante exclusiva.
O deputado distrital, Eduardo Pedrosa (União Brasil), apresentou um novo projeto que visa o apoio a mães atípicas.
O projeto é idealizado no fato de que no Brasil, cerca de 78% dos pais abandonaram as mães de crianças com deficiências e doenças raras, antes que os filhos completassem 5 anos, o que as força a abdicar se suas vidas e trabalhos para cuidar de seus filhos que demandam ainda mais atenção.
Com isso o deputado Pedrosa trabalha na criação de uma política pública que irá acolher, dar apoio, ouvir essas mães, dar suporte emocional e afetivo, além de auxiliar em seu caminho de lidar com a deficiência de seu filho.
O projeto busca criar a Casa da Mãe Atípica, que será o próximo passo do projeto. Este seria um ambiente restaurador e acolhedor para aquelas que necessitam.
O deputado publicou a seguinte mensagem em suas redes sociais. “Jamais seria possível apresentar um projeto tão necessário e especial como esse sem a ajuda de inúmeras pessoas, depoimentos de inúmeras mães as quais admiro muito. Estamos juntos!”
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CDLF) sancionou uma nova lei, que já se encontra em vigor, que dita prioridade no embarque e gratuidade nos ônibus para pessoas com mais de 60 anos. O projeto foi de autoria do deputado distrital Chico Vigilante (PT).
Antes da lei em questão, o benefício era garantido somente a pessoas com 65 anos ou mais. A lei dita que passageiros idosos e as pessoas com deficiência e seus acompanhantes, mediante a apresentação de documento oficial com foto, devem ter acesso por qualquer uma das portas dos veículos de transporte público.
Os beneficiários também devem ser prioridade em embarques e desembarques. “Essa é uma grande conquista e um compromisso que tenho com os idosos e as pessoas com deficiência” diz vigilante.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), fez a abertura da Universidade do Distrito Federal, da qual afirmou ser um sonho se tornando realidade.
Aulas da nova universidade começam na segunda-feira, com 360 alunos matriculados em nove cursos superiores.
O evento em questão foi para a abertura da semana de acolhimento aos novos estudantes da Universidade do Distrito Federal (UnDF).
A intenção do chefe do executivo local é ampliar a quantidade de cursos e contratar mais professores já no segundo semestre.
O chefe do palácio do buriti disse, no evento, que. “Temos uma universidade com todas as garantias de recursos financeiros, toda assegurada dentro da nossa lei orçamentária. Temos toda a tranquilidade de que oferecemos um projeto de futuro”.
O prefeito do Valparaíso, Pábio Mossoró (MDB), investiu na saúde física da população, graças a isso ele conseguiu inaugurar uma quadra poliesportiva no Céu Azul, além de revitalizar e entregar ao povo a Praça do Avivamento completamente restaurada, está beneficia os moradores dos bairros Cruzeiro do Sul e Parque São Bernardo.
A quadra poliesportiva foi um trabalho conjunto entre a prefeitura, a Secretaria Municipal de Cultura e Esporte e a Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos.
Ela conta com uma academia ao ar livre e é condicionada para que diversos esportes possam ser praticados de forma adequada. Para a conclusão da obra foram investidos no total R$ 345.717,83.
O prefeito Mossoró disse que. “Contamos com a contribuição de toda a nossa população, no sentido de colaborar com a conservação da quadra que recebeu infraestrutura e condições adequadas para atender os moradores da nossa região. Curtam e usem esse espaço que é para vocês”.
O novo espaço dos moradores dos bairros Cruzeiro do Sul e Parque São Bernardo, é uma ótima opção de prática esportiva, lazer e de descanso, onde toda a comunidade pode ter um momento de interação.
Pábio afirmou na entrega da praça. “Mais um dia especial de entrega em nossa gestão. Esse ambiente, que antes estava abandonado, se transformou em algo novo, moderno, bonito, agradável, estabelecendo um espaço de convivência, proporcionando lazer, segurança e bem-estar para os valparaisenses. Seguiremos garantindo ações como essa em outras regiões da cidade. Vamos juntos assegurar mais qualidade de vida à população”.
São Jorge (GO) - O Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, que começou no último fim de semana termina no domingo (28), tem uma agenda política reivindicada pelos povos tradicionais. Está previsto na programação, o 2º Encontro de Lideranças Quilombolas de Goiás (GO)
Região que concentra maior número é o Nordeste
São Jorge (GO) – O Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, que começou no último fim de semana termina no domingo (28), tem uma agenda política reivindicada pelos povos tradicionais. Está previsto na programação, o 2º Encontro de Lideranças Quilombolas de Goiás (GO)
O Censo Demográfico 2022 mostrou que a população quilombola residente no Brasil é de 1.327.802 pessoas, correspondendo a 0,65% da população. Há 1.696 municípios com população quilombola e 473.970 domicílios particulares permanentes com moradores quilombolas. Dados da pesquisa Censo 2022 – Quilombolas: Primeiros Resultados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A região que concentra a maior quantidade é o Nordeste, com 905.415 quilombolas, correspondendo a 68,2% da população quilombola, seguida do Sudeste com 182.305 pessoas e o Norte com 166.069 pessoas, ambas contabilizando 26,24% da população quilombola. Com 5,57% da população quilombola, as regiões Centro-Oeste e Sul têm 44.957 e 29.056 pessoas, respectivamente.
A Bahia é o estado com maior quantitativo de população quilombola – 397.059 pessoas –,o que corresponde a 29,90% da população quilombola recenseada. Em seguida vem o Maranhão, com 269.074 pessoas, o que corresponde a 20,26% da população quilombola recenseada. Somando a população quilombola da Bahia e do Maranhão, tem-se 50,17% da população quilombola concentrada nesses dois estados. Roraima e Acre não têm presença quilombola.
Dos 5.568 municípios brasileiros, 1.696 tinham moradores quilombolas. Senhor do Bonfim (BA) destaca-se por ser o município com a maior quantidade absoluta de pessoas quilombolas, com 15.999, seguido de Salvador, com 15.897, Alcântara (MA) com 15.616 e de Januária (MG) com 15 mil pessoas.
Segundo Marta Antunes, responsável pelo Projeto de Povos e Comunidades Tradicionais do IBGE, a distribuição geográfica dos quilombos tem vínculo com todo o processo de colonização e escravização, mas também com a resistência a essa situação histórica que levou a várias ocupações territoriais com concentração perto e ao longo dos rios.
“A população quilombola se identifica não só pelo processo de escravização, mas principalmente pela resistência à opressão histórica como está no Decreto 4887”, disse.
Do universo de 72,4 milhões domicílios particulares permanentes ocupados recenseados no Brasil, 473.970 têm pelo menos um morador quilombola, correspondendo a 0,65% dos domicílios do país. Nas residências onde há pelo menos uma pessoa quilombola, a média de moradores é mais alta (3,17) do que no total de domicílios do país (2,79).
No universo das pessoas quilombolas residentes no país, as pessoas localizadas nos 494 territórios quilombolas oficialmente delimitados representam 12,59% dessa população (167.202 pessoas), de modo que 1.160.600 (87,41%) pessoas quilombolas encontram-se fora de áreas formalmente delimitadas e reconhecidas.
Amazônia Legal
Foram contabilizadas 426.449 pessoas quilombolas nos municípios da Amazônia Legal, o que representa 1,60% da população residente total da região, sendo 32,11% do total da população quilombola residente no Brasil.
Foram recenseados 80.899 quilombolas residindo em territórios oficialmente delimitados, o que representa 48,38% da população quilombola nacional residindo em áreas oficialmente delimitadas, o que mostra um maior avanço do processo de regularização fundiária na Amazônia Legal em relação ao restante do país.
A presença da população quilombola residente na Amazônia Legal nos territórios oficialmente delimitados é superior ao cenário nacional: enquanto na Amazônia Legal 18,97% da população quilombola reside em territórios delimitados, para o conjunto do país esse percentual é de 12,59%
“Pela primeira vez em um levantamento censitário brasileiro, a população quilombola foi identificada, enquanto grupo étnico, no mais importante retrato demográfico, geográfico e socioeconômico do país”, disse, em nota, o presidente substituto do IBGE, Cimar Azeredo.
A coleta de informações contou com o apoio das lideranças comunitárias quilombolas, que atuaram no apoio ao mapeamento das comunidades e como guias para os recenseadores, garantindo que todos os territórios fossem visitados.
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