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DF tem ampla rede de combate à fome e insegurança alimentar

Cartão Prato Cheio, Cartão Gás, DF Social e Cesta Verde: saiba o que é cada um, como acessar e como esses benefícios são aliados à garantia de direitos básicos da população da capital

Em 2022, ao avaliar o conjunto de programas implantados pelas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), de Educação (SEE), de Saúde (SES) e de Esporte e Lazer (SEL), o Ministério da Cidadania atestou que o DF tem a maior rede de proteção social do Brasil. A rede oferece diversos programas sociais, Para garantir aos cidadãos que mais precisam de apoio do governo local o acesso à alimentação, a rede oferece diversos programas, como Cartão Prato Cheio, Cartão Gás, DF Social e Cesta Verde.

“Quando falamos em assistência social, nós temos que pensar em várias formas de acesso”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Temos os restaurantes comunitários, onde as pessoas podem fazer as refeições, mas a gente precisa ter outros tipos de política, porque nem sempre o restaurante comunitário é acessível para quem mora distante dele, por isso a importância de programas sociais.”

A gestora lembra que segurança alimentar e nutricional é um direito básico da população. “Não tem como você pensar em desenvolver a autonomia de uma família sem garantir o mínimo de subsistência”, aponta.

Programas de combate à fome

Atualmente o Cartão Prato Cheio beneficia 100 mil famílias, que recebem um crédito mensal de R$ 250 para a aquisição de alimentos. É um programa temporário, com nove parcelas para dar suporte a quem passa por situação de insegurança alimentar e nutricional.

Desde sua criação, em 2020, o Prato Cheio  já beneficiou mais de 400 mil pessoas. Só deve ser utilizado para compra de produtos de natureza estritamente alimentar – o uso incorreto pode acarretar perda do benefício e de descredenciamento para os estabelecimentos que venderem itens não enquadrados na categoria alimentação, como bebidas alcoólicas e cigarros.

A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, Vanderléia Cremonini, lembra que o Cartão Prato Cheio foi instituído no início da pandemia, quando havia uma demanda grande na concessão de benefícios e entrega de cestas básicas.

“Nós não estávamos conseguindo atender, devido à  logística dessa grande quantidade de pessoas que precisavam, então foi pensada uma forma mais prática de repassar um benefício para o provimento alimentar”, conta. “O Cartão Prato Cheio traz autonomia para que a pessoa possa comprar aquilo que realmente está faltando na casa dela.”

Educação alimentar

Paralelamente à concessão do benefício, é desenvolvido um trabalho de educação alimentar e nutricional para que o usuário possa utilizar esse crédito na compra de alimentos não processados, saudáveis e que garantam a sua saúde, além de incentivar o comércio local.

“A pessoa vai comprar naquele pequeno mercado do lado da casa dela, naquela feira, muitas vezes sendo abastecida pela agricultura familiar, que também é muito importante; então a gente cria um movimento na economia local desses beneficiários, que normalmente estão em regiões administrativas mais vulneráveis”, explica a subsecretária.

Os critérios para receber o Cartão Prato Cheio envolvem ser residente do DF, além de possuir renda per capita de até meio salário mínimo. Existe uma uma escala da concessão do benefício para priorizar quem tem mais necessidade, dando preferência a pessoas com deficiência (PcDs) e famílias monoparentais chefiadas por mulheres.

A Cesta Verde é complementar ao Prato Cheio e também à cesta básica in natura. Adquirida pelo GDF de produtores da área de agricultura urbana, contém verduras, legumes e hortaliças, sendo destinada à população em situação de vulnerabilidade social.

Atualmente são entregues cerca de mil cestas verdes por mês no Distrito Federal. “Com isso, a gente leva um alimento saudável até a casa das famílias e fomenta a agricultura familiar”, avalia Vanderléia. 

Cartão Gás

Já o programa Cartão Gás foi instituído pelo decreto nº 42.376 , de 10 de agosto de 2021, como medida de enfrentamento das consequências sociais e econômicas decorrentes da pandemia de covid-19.

Trata-se de um benefício de auxílio financeiro, em parcelas bimestrais no valor de R$ 100 para aquisição do botijão de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13kg, o gás de cozinha.

“A cada dois meses podemos auxiliar que as famílias possam ter um botijão de gás em casa, onde muitos cozinhavam a lenha – é para garantir que as pessoas possam fazer suas refeições em casa”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social.

Há ainda o programa DF Social, um benefício destinado às famílias de baixa renda (inferior a meio salário mínimo vigente, ou seja, R$ 606) inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. O valor fixo mensal é de R$ 150 por família. “Em complemento ao Bolsa Família, o DF Social possibilita reduzir a extrema pobreza no DF”, afirma Ana Paula.

Ajuda nas contas

Beneficiário do Cartão Gás há três anos, André Estevam Abreu, 43, também recebe o DF Social, usado para comprar remédios para as duas filhas. Uma sofre de asma e outra é diagnosticada com lúpus, uma doença inflamatória autoimune.

“Tenho muita dificuldade de manter a casa, aluguel e essas coisas”, conta. “Os programas ajudam nas contas, porque assim eu evito tirar o dinheiro da luz para pagar um gás, pagar um remédio e por aí vai.”

Para Marlene de Andrade Batista, 52, moradora do Recanto das Emas, a autonomia oferecida pelo programa Prato Cheio mudou trouxe qualidade de vida.

“Quando meu filho chega do colégio, ele pergunta o que tem para comer”, conta a dona de casa. “Aí tem um cuscuz, uma manteiga, uma fruta. O melhor é que a gente escolhe no supermercado o que precisa – arroz, feijão, alface, que eu não tinha como comprar, frutas. Antes faltavam as coisas para o meu menino. O Cartão Prato Cheio foi a melhor opção para as pessoas comprarem. E recebi a Cesta Verde também, que é uma alimentação completa.”

Marlene também é beneficiária do Cartão Gás, que afirma ter sido útil, inclusive, para a saúde. Isso porque, antes, ela precisava utilizar lenha para cozinhar – já que não tinha como comprar o gás –, e a fumaça produzida pela queima ainda prejudicava a respiração do filho.

“No gás é bom porque não faz aquela fumaça”, avalia. “Meu menino tem bronquite asmática, e cozinhar na lenha é ruim, porque ele fica com falta de ar. Compro o gás perto de casa, e aceitam o cartão em qualquer lugar. Sinto que o governo está cuidando de mim. Não só de mim, como de muitas famílias.”

Como acessar os benefícios

A porta de entrada da assistência social no GDF é o Centro de Referência e Assistência Social (Cras). No DF há 30 unidades distribuídas pelas regiões administrativas, além de equipes móveis que vão até as áreas rurais de mais difícil acesso, para que as pessoas tenham esse alcance.

Também é possível agendar o atendimento pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. Após o cadastro, a situação de cada família é avaliada para atendimento pelo programa que mais se adequa.

Para acesso a programas como o Cartão Gás, é necessário ter inscrição no Cadastro Único e renda familiar per capita de até meio salário mínimo, declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg, morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos.

Quando os que procuram a assistência social não conseguem entrar de imediato nos programas – pela existência da fila e requisitos que precisam ser atendidos –, há a opção da cesta básica in natura. O recurso é utilizado para situações emergenciais, quando a pessoa se encontra em situação muito grave de insegurança alimentar e nutricional ou passou por alguma calamidade. Após fazer o pedido, o cidadão pode receber a cesta básica em casa.

Fonte: Agência Brasília

Brasília: BIOTIC como epicentro da inovação tecnológica da cidade

Com os investimentos do GDF nos últimos quatro anos, a capital federal tem se tornado um terreno fértil para inovação tecnológica.

Fotos: Joel Rodrigues / Agência Brasília

Localizado estrategicamente no DF, o Biotic com seus milhões de metros quadrados, tem sido aclamado como o “novo Vale do Silício” brasileiro

Brasília está se transformando em um exemplo de cidade inteligente e modernidade. Em meio a essa renovação, o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic, emerge como um campo próspero para empreendedores de tecnologia da capital.

Luiz Filipe Guerra, jovem empreendedor de 31 anos, é um testemunho desse potencial. Há cerca de três anos, fundou a Atmos, uma startup que opera dentro do Biotic. Esta empresa, focada em soluções energéticas, reflete a nova onda de inovação que tem tomado conta da cidade.

“A Atmos nasceu no CDT da UnB, e depois passou pela Cotidiano, aceleradora que também encontra-se atualmente no Biotic. Aqui, as startups, como a nossa, encontram o ambiente ideal para crescer, buscando investimentos e ampliando o impacto social de seus projetos”, explica Guerra. Sob sua gestão, a Atmos desenvolveu dispositivos IOT com inteligência artificial para eficiência energética de refrigeradores, ajudando as empresas a reduzirem o consumo de energia.

Com os investimentos do GDF nos últimos quatro anos, a capital federal tem se tornado um terreno fértil para inovação tecnológica. Fotos: Joel Rodrigues / Agência Brasília

Localizado estrategicamente no DF, o Biotic com seus milhões de metros quadrados, tem sido aclamado como o “novo Vale do Silício” brasileiro

Brasília está se transformando em um exemplo de cidade inteligente e modernidade. Em meio a essa renovação, o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic, emerge como um campo próspero para empreendedores de tecnologia da capital.

Luiz Filipe Guerra, jovem empreendedor de 31 anos, é um testemunho desse potencial. Há cerca de três anos, fundou a Atmos, uma startup que opera dentro do Biotic. Esta empresa, focada em soluções energéticas, reflete a nova onda de inovação que tem tomado conta da cidade.

“A Atmos nasceu no CDT da UnB, e depois passou pela Cotidiano, aceleradora que também encontra-se atualmente no Biotic. Aqui, as startups, como a nossa, encontram o ambiente ideal para crescer, buscando investimentos e ampliando o impacto social de seus projetos”, explica Guerra. Sob sua gestão, a Atmos desenvolveu dispositivos IOT com inteligência artificial para eficiência energética de refrigeradores, ajudando as empresas a reduzirem o consumo de energia.

Localizado estrategicamente no Distrito Federal, o Biotic, com seus milhões de metros quadrados, tem sido aclamado como o “novo Vale do Silício” brasileiro. E empresas como a Atmos, que começou com apenas dois membros e agora tem uma equipe de 16, são a prova viva do sucesso desse ecossistema.

“A Atmos é uma das startups que estão no Parque Tecnológico inovando e se conectando com outras iniciativas, e esse é apenas um dos objetivos do Biotic, conectar essas empresas com as demandas da população local, fomentando soluções inovadoras em diversos setores, desde energia até saúde. Além disso estamos em tratativas para a implementação dos primeiros grandes investimentos do parque, ainda em 2023, como a já anunciada pelo GDF, a Universidade Distrital, além de outros grandes projetos a serem anunciados nos dois próximos meses”, explica Gustavo Dias Henrique, presidente do Biotic. O Governo do Distrito Federal tem sido uma peça fundamental nesse processo, investindo e colaborando com iniciativas privadas para impulsionar a inovação.

Somente em 2022, cerca de 10 milhões foram destinados pelos Governo Federal e do Distrito Federal ao Biotic, por meio das entidades Finep, FAP e ABDI, recursos esses que foram destinados a diferentes programas e projetos, com destaque para o Centelha, programa de apoio a ideias inovadoras realizado em conjunto com Mctic e FINEP. Além desse, o edital “Desafios ASG” e o desenvolvimento de uma plataforma de IA (inteligência artificial) com o Poder Judiciário integram a lista.

Fonte: Egnews

Prefeitos se reúnem em Anápolis para discutir impacto na economia dos municípios

Roberto Naves foi o anfitrião do encontro promovido pela AGM e FGM que contou com a presença de 36 chefes do executivo

Foto: Linice Moreira

A situação orçamentária atual dos municípios foi pauta da reunião nesta quinta-feira, 31, em Anápolis. Liderado pela Federação Goiana dos Municípios (FGM) e Associação Goiana de Municípios (AGM), representadas por seus presidentes, Haroldo Naves (MDB) e Carlão da Fox (Republicanos), respectivamente, o encontro teve como anfitrião o prefeito Roberto Naves e contou com chefes do executivo de 36 cidades goianas.

De forma coletiva foram debatidas demandas que impactam diretamente todos os municípios brasileiros, mas em especial o território goiano. Também foi realizado um levantamento de demandas que precisam ser levadas para o governo federal, para que assim alinhem as necessidades coletivamente.

“Fizemos um balanço em relação à crise dos municípios, queda da arrecadação e o aumento das despesas. Com isso, deixamos acordada a paralisação no dia 14 de setembro, às 9h, na Assembleia Legislativa, para uma audiência pública com a presença de autoridades dos tribunais de Justiça e de Contas, deputados estaduais e federais, e do governo estadual. E assim, caminhando para a paralisação nacional, mobilizada pela Confederação dos Municípios”, explicou Haroldo Naves.

Carlão da Fox conta com a adesão em massa dos prefeitos goianos. “Estamos convocando os prefeitos dos 246 municípios para a paralisação. A união das forças faz a diferença”, ressaltou.

A principal pauta entre os prefeitos é a arrecadação das cidades que está em queda, principalmente em relação aos recursos oriundos de repasses de ICMS e Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Outro ponto trabalhado nessa mediação é referente às despesas que seguem em alta, fazendo com que o balanço não feche, principalmente para os municípios menores.

“O repasse do governo federal para dar merenda por dia para nossos alunos é de R$ 0,40. O que se compra com esse valor? E para chegar a um valor possível para adquirir a merenda, é o município que paga. O Fundeb, que deveria ser uma forma de custear o salário dos servidores e ainda ser utilizando como investimento, não custeia nem 70% do salário. O pacto federativo precisa ser readequado, pois de cada R$ 100 que é arrecadado no País, R$ 70 fica com o governo federal, R$ 20 com o Estado e apenas 10% com os municípios. No entanto, as pessoas ficam é nos municípios, onde surgem as demandas”, exemplificou o prefeito Roberto Naves, sobre as defasagens e problemáticas no repasse do dinheiro público.

Apesar das questões e apontamentos levantados durante toda a reunião dos prefeitos, o líder do executivo anapolino ponderou que a cidade está em um caminho certo. Entretanto, descreve a necessidade de apoiar e colaborar para o crescimento coletivo de todas as cidades goianas.

“Anápolis fez dever de casa em relação aos temas discutidos, mas não podemos deixar de apoiar e procurar colaborar para o crescimento de outros municípios. Precisamos que todos caminhem para a estabilidade, e assim garanta uma segurança para eles também. Sabemos da importância da cruzada que nosso governador Ronaldo Caiado (UB) está traçando contra esse modelo da reforma tributária, e estamos ao lado dele indo batalhar junto”, relatou Naves.

Entre os presentes, estava o prefeito de Catalão, Adib Elias (PP), que expôs que o posicionamento e discurso dos chefes do executivo não é coisa boba ou falsa. Adib reforça que não são apenas as cidades goianas que sofrem com o déficit, mas todos os municípios do país estão sendo afetados com as questões financeiras.

“Isso aqui foi uma reunião muito importante e, infelizmente, podemos dizer que todas as prefeituras estão falidas. Podemos ver isso através também de uma cidade fora de Goiás. Um exemplo claro é o prefeito de Uberlândia (MG), uma das principias cidades do país, que deu uma declaração que estava quase em uma pré-falência. Tenho certeza que tudo que está acontecendo em todas as cidades goianas não é balela e nem invenção dos prefeitos. Tudo isso é uma situação real e clara. Essa reunião é importante e terá posicionamento de todos os prefeitos”, pontuou Adib Elias.

Entre outras metas que serão buscadas a partir desse encontro com os prefeitos e a paralisação prevista para o dia 14 está a vontade de trazer mais recursos para os municípios a fim de manter o direito de acesso aos serviços públicos de qualidade para toda a população anapolina e goiana.

“Essa reunião vai trazer muitos frutos para toda população goiana. Quando falamos em Prefeitura e poder público municipal, estamos falando de quem cuida das pessoas e estamos lutando para termos mais recursos e assim garantir sempre uma saúde melhor, vagas nas creches, entre outras coisas que fazem parte da necessidade de todos”, conclui Roberto Naves.

Roriz Neto propõe medidas para evitar repasses abusivos no valor dos combustíveis

Projeto de Lei determina a divulgação do estoque pelos postos, assim como a aplicação de multas e possível suspensão do funcionamento dos estabelecimentos que descumprirem a lei

Projeto de Lei protocolado pelo deputado Distrital Joaquim Roriz Neto (PL) veta repasse imediato dos reajustes dos combustíveis aos consumidores, antes que o estoque adquirido com tarifa anterior chegue ao fim. A proposta também determina a divulgação em local visível do quantitativo disponível nos reservatórios, a fim de coibir a prática. Os infratores ficarão sujeitos a multas de até R$ 120 mil, além da suspensão do funcionamento do estabelecimento.

De acordo com o parlamentar, a comercialização de combustível com repasse antecipado do reajuste aos consumidores é considerada prática abusiva, prevista no art. 39, inciso X, do Código de Defesa do Consumidor.

“É comum observarmos a mudança no valor nas bombas de combustíveis instantes após a Petrobras anunciar o reajuste do produto. O projeto veda essa prática abusiva. O consumidor não pode ser penalizado com um preço mais alto antes que o estoque anterior tenha se esgotado”, explica Roriz Neto.

Projeto de Lei determina a divulgação do estoque pelos postos, assim como a aplicação de multas e possível suspensão do funcionamento dos estabelecimentos que descumprirem a lei

Projeto de Lei protocolado pelo deputado Distrital Joaquim Roriz Neto (PL) veta repasse imediato dos reajustes dos combustíveis aos consumidores, antes que o estoque adquirido com tarifa anterior chegue ao fim. A proposta também determina a divulgação em local visível do quantitativo disponível nos reservatórios, a fim de coibir a prática. Os infratores ficarão sujeitos a multas de até R$ 120 mil, além da suspensão do funcionamento do estabelecimento.

De acordo com o parlamentar, a comercialização de combustível com repasse antecipado do reajuste aos consumidores é considerada prática abusiva, prevista no art. 39, inciso X, do Código de Defesa do Consumidor.

“É comum observarmos a mudança no valor nas bombas de combustíveis instantes após a Petrobras anunciar o reajuste do produto. O projeto veda essa prática abusiva. O consumidor não pode ser penalizado com um preço mais alto antes que o estoque anterior tenha se esgotado”, explica Roriz Neto.

Segundo o parlamentar, a divulgação do quantitativo disponível nos tanques auxiliará o cidadão a fiscalizar o estabelecimento. “A divulgação do estoque de acordo com a base de referência do preço do combustível facilita a fiscalização, tanto do cidadão quanto dos órgãos competentes. Quando a Petrobras reduz o preço do combustível o repasse demora para chegar até o consumidor. Mas quanto o valor é reajustado para cima, o estoque acaba quase que instantaneamente. Precisamos ficar atentos”, completa.

Fonte: Egnews

Novo Gama | Estádio Luizinho recebe clássico Gama X Brasiliense

Mais de 3 mil torcedores alviverdes marcaram presença na partida entre Gama x Brasiliense

O Estádio Municipal Luizinho, sediou no último sábado (29), o clássico Gama x Brasiliense, do Campeonato Candango sub-20. O último confronto entre os times aconteceu em 2008, e o mata-mata contou com torcida única, ou seja, Novo Gama recebeu os mandantes da partida. Apenas a torcida alviverde pôde assistir ao jogo de ida, enquanto confronto de volta, apenas os torcedores do Brasiliense poderão comparecer.

Após 15 anos, este foi o primeiro encontro em campo entre Gama e Brasiliense na categoria sub-20. Os times já se enfrentaram, porém no último confronto, o time Brasiliense levou a melhor, balançando as redes do time adversário e goleando o time gamense por 4 a 0.

Com estádio lotado, a torcida alviverde invadiu o Estádio Luizinho, em Novo Gama, batendo o recorde de público de mais de 3 mil torcedores, superando os números de de jogos válidos pelo Candangão 2023, Brasileirão Série D, Brasileiro feminino e todas as competições de base.  A partida foi recheada de rivalidades, passes e gols, com o término do jogo em 1×1. 

O próximo jogo, de volta, está programado para acontecer no dia 5 de agosto, às 10h, no Estádio Serejão, em Taguatinga. O vencedor do clássico brasiliense, terá a oportunidade de garantir sua vaga na Copa São Paulo Junior de 2024.

Fonte: Governo de Novo Gama-GO

Valparaíso | Secretaria de Meio Ambiente promove curso de Pisicultura

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente realizou nos dias 25, 26 e 27 de julho o Curso de Piscicultura ministrado pelo SENAR – DF, destinado a produtores do campo e pessoas envolvidas com setor rural ou Ciências Agrárias. 

O objetivo do curso é o fortalecimento do desenvolvimento sustentável e capacitação de pessoas que vêem a técnica como uma oportunidade e desejam compreender e implementar a mesma, além promover uma criação de peixes segura.

Uma das competências das Secretaria de Meio Ambiente é criar condições para parceria entre a sociedade civil e o Poder Público Municipal, a fim de levar Educação Ambiental para todas as comunidades como processo de desenvolvimento da cidadania.

Fonte: Governo de Valparaíso-GO

BRB entra na Fórmula 1 e passa a ser parceiro exclusivo de serviços financeiross da Alpine na América do Sul

O Banco BRB entra oficialmente, a partir de hoje, na F1, principal modalidade do automobilismo. O Banco passa a ser parceiro exclusivo, de serviços financeiros, da BWT Alpine F1 Team na América do Sul.

Com a parceria, o BRB pretende criar em Brasília, cidade origem do BRB, uma academia de pilotos. A iniciativa tem como objetivo transformar a capital do País em um polo do automobilismo, oferecendo oportunidades para que pilotos brasileiros possam ter acesso a categorias de automobilismo no exterior. A concretização do projeto vai contribuir, ainda, com a exposição da marca BRB no GP do Brasil de Fórmula 1.

A proposta prevê que a academia de pilotos realize seletivas anuais, em Brasília, que vão definir os pilotos a serem patrocinados pelo BRB, e que abrirá oportunidades para pilotos brasileiros e brasileiras.

“O BRB acredita no poder transformador do esporte e é uma das principais patrocinadoras de diversas modalidades. Desde 2015, o Banco BRB patrocina pilotos brasileiros em diversas categorias. Também patrocinamos a Stock Car, uma das mais populares do Brasil, o Rally dos Sertões, o maior do mundo em 2022, o Campeonato FIA F4, importante categoria para pilotos juniores, e o Touring Car Racing (TCR). Agora, através de uma parceria com a BTW Alpine F1, uma das mais importantes equipes da F1, chegamos à Fórmula 1 e essa conquista nos deixa muito orgulhosos. Juntos, poderemos explorar formas de contribuir para que os pilotos brasileiros tenham mais oportunidades nas mais diversas categorias profissionais do automobilismo, e também dentro da Fórmula 1. Por isso, estamos muito entusiasmados em iniciar tratativas para a possibilidade em termos uma Alpine Academy no Brasil”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Para o presidente da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), Giovanni Guerra, “a parceria do BRB com a BWT Alpine F1 Team marca, definitivamente, a história do automobilismo brasileiro. Ela vai permitir, por meio da academia, dar oportunidade para todos os pilotos não apenas sonharem, mas percorrem um caminho com gestão profissional e chegarem ao automobilismo e à Fórmula 1”.

O automobilismo tem sido uma importante modalidade esportiva para renovar a marca do BRB, associando valores de competitividade, tecnologia, velocidade e experiências à marca do banco, que evoluiu de uma atuação regional para todo o Brasil.

Nos últimos 4 anos, o BRB cresceu em tamanho e importância, adotou uma estratégia de inovação, aumentou seu portfólio de produtos e serviços e saltou de 630 mil para mais de 7 milhões de clientes.

Hoje, o BRB está presente em 32 países, todos os continentes e 92% de todo o território nacional e foi reconhecido, nos últimos 3 anos, como banco de varejo mais inovador do País.

Como banco público que nasceu em Brasília, o BRB tem atuado na gestão de programas sociais e na adoção de importantes equipamentos públicos como a Torre de TV, um dos principais cartões postais da cidade, e o Autódromo Internacional.

O autódromo passa por reforma depois de 8 anos fechado. A reabertura vai permitir que Brasília volte a receber grandes provas esportivas e eventos, movimentando a economia e promovendo emprego e renda.

Fonte: BRB

Lei distrital regulamenta o manejo de abelhas silvestres sem ferrão

Entrou em vigor nesta sexta-feira (28) a lei distrital 7.311/2023, que regulamenta o manejo sustentável de abelhas silvestres nativas sem ferrão no Distrito Federal. A nova lei traz várias regras e procedimentos que deverão ser seguidos para normatizar a preservação, o resgate, a captura, a remoção, a criação, a reprodução, o manejo, a exposição, o comércio e o transporte de abelhas nativas. A lei também regulamenta a implantação de meliponários e a comercialização de seus produtos e subprodutos no âmbito do DF. 

Um dos objetivos da lei é conscientizar a população sobre a importância das abelhas sem ferrão por meio de campanhas nas escolas e outros programas educativos. A intenção é divulgar as espécies de abelhas encontradas no DF, identificando as espécies nativas sem ferrão para permitir que possam ser diferenciadas das abelhas apis mellifera, estas sim com ferrão. 

Para o autor da nova lei distrital, deputado Roosevelt Vilela (PL), a regulamentação é importante para o setor de meliponicultura local.

“Para haver produção de mel e multiplicação das abelhas é importante o trabalho do apicultor e do meliponicultor que se dedicam à atividade. Esta lei atende a demanda de um segmento social importante, que cria abelhas sem ferrão, nicho de produção diferenciada que valoriza as abelhas nativas”, explica o deputado distrital.

Fonte: CLDF

Autódromo Internacional de Goiânia completa 49 anos

Espaço é palco de grandes competições regionais e nacionais, como a Copa Truck, que será realizada neste final de semana; ex e atuais pilotos dão depoimentos sobre a emoção de correr no circuito goiano

O Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna completa 49 anos nesta sexta-feira (28/07), como um dos principais palcos da velocidade no Brasil.

O espaço administrado pelo Governo de Goiás, por intermédio da Secretaria de Esporte e Lazer (Seel), possui extensa programação de corridas durante todo o ano. Neste final de semana, será realizada a sexta etapa da Copa Truck, da Nascar Brasil e o Festival Turismo 1.4.

O autódromo já recebeu também este ano a Império Endurance Brasil, categoria composta por protótipos e supercarros de marcas consagradas como Mercedes, Porsche, McLaren e BMW.

A pista goiana contou com etapas da Stock Car, Brasileiro de Motovelocidade e provas regionais e nacionais, como o KM de Arrancada. Pelos seus paddocks passaram nomes como Rubens Barrichello, Felipe Massa, Nelson Piquet Júnior e Ricardo Zonta e Tony Kannan.

“O Autódromo Internacional de Goiânia recebe manutenção diária, o que permite que os organizadores dessas provas tenham interesse no espaço, que é um dos melhores do Brasil, conforme atestam os próprios pilotos”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Henderson Rodrigues.

Segundo ele, o Governo de Goiás tem o maior zelo com o circuito e seu entorno para proporcionar aos goianos um espaço de lazer e entretenimento.

O ex-piloto de motocross e multicampeão Roberto Boetcher é o responsável por manter em perfeitas condições de funcionamento o Autódromo de Goiânia. Ele esteve no alto do pódio várias vezes.

“Em Goiânia temos o privilégio de contar com um espaço bem cuidado e que motiva pilotos e organizadores a realizarem grandes provas por aqui”, comentou, lembrando que o local recebeu o Mundial de Motovelocidade nos anos 1980.

Outro piloto de motovelocidade, Edmar Ferreira acompanhou parte dessa história.

“Não podemos esquecer aqueles heróis anônimos que ajudaram a construir a história do autódromo. Professor Marcos (já falecido), o Luiz Fernando Rocha e o governador Leonino Di Ramos Caiado, que abriu as portas do estado para fazer o que fosse preciso pelo esporte. Tivemos também o Emerson Fittipaldi, que deu muitas sugestões para consolidar o automobilismo aqui”, disse.

Piloto que vai correr neste final de semana no Festival Turismo 1.4, o goiano Raphael Tavares, decidiu homenagear o espaço, onde viveu momentos marcantes.

“Neste final de semana, para comemorar o aniversário, vou correr com o número 49. É uma forma de homenagear nossa principal pista de velocidade”.

Estrutura

Dentro do seu complexo, o autódromo ainda conta com o Parque Marcos Veiga Jardim. Há uma pista para kart e o circuito serve para práticas ciclísticas e de corrida, sendo a praça esportiva com mais atividades no estado durante todo o ano.

Copa Truck 2023

Goiânia recebe oito corridas em dois dias, sendo duas da Copa Truck, três da Nascar Brasil e três do Turismo 1.4. Os portões serão abertos no sábado (29/07) e no domingo (30/07) às 8 horas. Na sexta-feira o autódromo ficará fechado ao público.

Fonte: Governo de Goiás

Assembleia Legislativa recebe Alckmin, autoridades e lideranças do agronegócio, indústria, serviço e comércio

O principal auditório da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) recebeu nesta sexta-feira, 28, um encontro de autoridades do Governo Federal com lideranças do Agronegócio, Indústria, Comércio e Serviços. A reunião foi marcada pela presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB).

O político dividiu a mesa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB); o senador e idealizador da reunião, Jorge Kajuru (PSB); e o deputado estadual Lucas do Vale (MDB), que representa o presidente da Alego, Bruno Peixoto (UB). O ministro da Agricultura, Carlos Favaro (PSD), participou de maneira remota.

Durante o encontro, Alckmin e Fávaro ouviram diversas reivindicações das lideranças goianas. Na ocasião, foram discutidos pontos importantes para economia brasileira, e foram apresentados os resultados do trabalho iniciado pelo Governo Federal no decorrer destes os sete primeiros meses de gestão. O protagonismo da discussão, porém, ficou com a Reforma Tributária em tramitação no Congresso Nacional.

O governador Ronaldo Caiado foi o primeiro a falar sobre o assunto. Ele pediu o apoio do vice-presidente na intenção de que a reforma passe por uma discussão mais profunda antes da aprovação definitiva. “Não somos puramente contra, mas temos a nossa opinião e queremos ser ouvidos. Nós queremos debater o assunto”, defendeu o governador.

Lideranças do segmento empresarial também direcionaram perguntas ao vice-presidente. A preocupação do governador se fez presente em cada uma delas. O primeiro a falar foi o presidente da Federação da Indústria do Estado Goiás (FIEG), Sandro Mabel. “Nossa preocupação é com a trava que a Reforma Tributária traz. No meu ponto de vista, deveríamos fazer primeiro a reforma administrativa, depois a tributária. Precisamos garantir ao estado o mesmo crescimento dos últimos anos”. Ele também esboçou preocupação com a criação de fundos com o objetivo de suprir essa demanda. “Não podemos viver de fundos, precisamos, na verdade, que os incentivos tenham força”, pontuou.

Ao falar com a plateia, por sua vez, o ministro Carlos Fávaro repercutiu as parcerias que o Governo Federal tem firmado junto aos países e outras forças internacionais com o objetivo de fortalecer a produção e escoamento brasileiro. O ministro participou remotamente da reunião pois ele está no Japão onde cumpre missão oficial em nome do governo Lula.

O vice-presidente Geraldo Alckmin foi o último a falar. Ao discursar buscou tranquilizar as lideranças e garantiu que Goiás terá voz no processo de lapidação da reforma. “Nosso objetivo é simplificar, reduzir, desonerar investimentos e a nossa exportação. O relator da matéria vai ouvir as peculiaridades de cada região. Assim, buscaremos a melhor solução que compatibilize atração de investimentos. Vamos buscar uma boa solução por meio do diálogo. Ouvindo mais a gente erra menos “, disse. 

Em outro trecho, o político rememorou que Goiás está entre os estados que mais crescem no Brasil. Ele explicou que o trabalho será feito em busca de soluções inteligentes para os setores propulsores da economia brasileira. “Nós reinstalamos o CNDI, que é o Conselho Nacional do Desenvolvimento Industrial. Estamos falando de uma nova indústria, algo mais agroindustrial. Estamos agregando valor e trazendo inovações para o agro. Teremos recursos do BNDS e vamos trabalhar para renovar o Marco Industrial”, enfatizou. 

“A CNDI é que vai elaborar uma nova política exportadora, inovadora, verde, para o Brasil. Por isso, brinco que Goiás é a melhor esquina para o Brasil, especialmente depois da entrega da ferrovia Norte/Sul”, pontuou ao observar que, apesar das mudanças, Goiás não ficará alheio aos investimentos”.

Fonte: Alego