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Propaganda eleitoral no rádio e na TV termina a três dias do primeiro turno

Da Redação

Calendário também encerra prazo para comícios e debates antes da votação de domingo

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão termina nesta quinta-feira (1º), encerrando a etapa de apresentação das candidaturas nas emissoras antes do primeiro turno das eleições de 2026. A votação será realizada no domingo, 4 de outubro.

O prazo também vale para os comícios e o uso de aparelhagem de som fixa. Os eventos podem ocorrer até a meia-noite, com possibilidade de extensão por duas horas no caso do comício de encerramento da campanha.

Os debates no rádio e na televisão devem começar dentro do prazo desta quinta-feira e podem se prolongar até as 7h de sexta-feira (2). A reta final passa, assim, por mudanças nas formas de comunicação das candidaturas com o eleitorado.

Nos locais em que houver segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. A propaganda gratuita correspondente a essa etapa será transmitida de 9 a 23 de outubro.

Alberto Fraga aparece em 3º lugar na pesquisa Correio/Opinião para deputado federal no DF

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Deputado registra 3,02% das intenções de voto espontâneas; PL lidera as citações por partido e tem projeção de duas cadeiras

O deputado federal Alberto Fraga (PL) aparece na terceira posição na disputa pela Câmara dos Deputados no Distrito Federal, segundo a quinta rodada da pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política, divulgada em 30 de setembro. Candidato ao sétimo mandato, o parlamentar foi mencionado por 3,02% dos entrevistados na consulta espontânea, em que o eleitor responde sem receber uma lista de candidatos.

Fraga figura entre os três nomes mais citados, atrás de Fábio Félix (PSol), que registrou 5,06%, e Rafael Prudente (MDB), com 3,1%. A diferença numérica entre Fraga e Prudente é de apenas 0,08 ponto percentual. Os dados apresentados, porém, não permitem concluir se há diferença estatisticamente significativa entre os dois.

Na sequência do levantamento aparecem Julio Cesar (Republicanos), com 2,78%, e Izalci Lucas (PL), com 2,29%. Fred Linhares (Republicanos) registrou 1,96%, enquanto Rodrigo Rollemberg (PSB) alcançou 1,31%. O resultado coloca Fraga à frente desses candidatos na ordem das menções espontâneas.

O levantamento também apresenta um cenário favorável ao partido de Fraga. O PL reuniu 21,4% das citações nominais contabilizadas por legenda ou federação, o maior percentual dessa distribuição. Na estimativa elaborada pela pesquisa, a sigla conquistaria duas das oito cadeiras destinadas ao Distrito Federal na Câmara dos Deputados.

A terceira posição de Fraga representa um destaque para sua candidatura nesta rodada, mas não assegura a reeleição. A projeção de vagas partidárias é uma estimativa: a composição da bancada dependerá dos votos efetivamente recebidos pelos candidatos, partidos e federações e da aplicação das regras do sistema proporcional.

Joscilene do Mangão fortalece candidatura à Alego com desempenho expressivo no Entorno

Nome da candidata aparece com 1% na pesquisa estadual e 3,8% no principal reduto eleitoral

A candidatura de Joscilene do Mangão (Agir) chega à reta final da eleição para a Assembleia Legislativa de Goiás com força no Entorno do Distrito Federal e presença no cenário estadual. Na pesquisa mais recente do Instituto Gazeta de Pesquisas (Igape), divulgada na última segunda-feira (28), a candidata aparece com 1% das intenções de voto em todo o Estado e alcança 3,8% no recorte específico do Entorno.

Os números reforçam a importância da região para a candidatura. Foi no Entorno que Joscilene construiu sua trajetória política, e é justamente nesse território que seu desempenho aparece de forma mais expressiva. O percentual de 3,8% é quase quatro vezes superior ao registrado na sondagem de abrangência estadual.

O resultado regional também acompanha um desempenho já identificado em levantamento anterior. Em pesquisa realizada pelo Igape entre 8 e 17 de agosto, Joscilene havia alcançado 3,7% das intenções de voto no Entorno, mantendo seu nome entre os candidatos citados na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

A trajetória política de Joscilene está diretamente ligada a Novo Gama. No município, ela exerceu os cargos de secretária municipal de Promoção Social e primeira-dama, funções que a aproximaram das famílias e das demandas sociais da população.

É a partir dessa trajetória que a candidata amplia sua atuação para uma disputa de abrangência estadual. A candidatura leva para o debate eleitoral as demandas do Entorno e busca ampliar o reconhecimento de seu nome em outras regiões de Goiás.

A pesquisa estadual mostra esse alcance. Embora o percentual registrado em todo o Estado seja inferior ao desempenho obtido especificamente no Entorno, Joscilene aparece no levantamento ao lado de outros candidatos que também registraram 1% das intenções de voto.

Estão no mesmo percentual Adib Elias, Amauri Ribeiro, André do Premium, Julio Pina e Major Araújo.

O levantamento estadual do Igape ouviu 2 mil eleitores entre os dias 22 e 26 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Atual, afiliada à Record News, e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número GO-08133/2026.

Com a candidatura deferida pela Justiça Eleitoral, Joscilene disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás pelo Agir, com o número 36222. Na reta final da campanha, ela chega à disputa estadual respaldada por uma trajetória construída em Novo Gama e no Entorno, enquanto amplia a presença de seu nome no cenário eleitoral de Goiás.

O Brasil que acordará depois das urnas

Por Nilson Hashizumi

Na manhã seguinte à eleição, uma mãe fará as contas antes de ir ao supermercado. Um jovem procurará trabalho. Alguém continuará esperando uma cirurgia.

O resultado estará conhecido. A vida continuará exigindo respostas.

A disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro carrega experiências, entregas e responsabilidades muito diferentes. É preciso olhar além dos nomes na urna.

Uma trajetória que chegou à mesa

Lula conheceu a pobreza antes de combatê-la como presidente. Retirante nordestino, metalúrgico, dirigente sindical, fundador do PT e deputado constituinte, tornou-se uma liderança internacional. Cumpriu dois mandatos, ajudou a eleger Dilma Rousseff e está concluindo o terceiro.

Há resultados para comparar. Segundo dados do IBGE, entre 2023 e 2024, 8,6 milhões de pessoas saíram da pobreza. O Brasil voltou a sair do Mapa da Fome em 2025 e permaneceu fora em 2026. São conquistas coletivas, apoiadas em políticas públicas, trabalho e renda.

Criado em seu primeiro governo, o Prouni beneficiou mais de 3,6 milhões de estudantes ao longo de vinte anos. Para famílias de baixa renda, o diploma abriu possibilidades profissionais antes distantes. Não garantiu prosperidade a todos, mas ampliou oportunidades de melhorar a renda pessoal e familiar.[20]

Essas mudanças têm rosto. São a comida que voltou, o filho que chegou à faculdade, a possibilidade de imaginar outro futuro.

Herança não substitui entrega

Flávio exerceu quatro mandatos estaduais e chegou ao Senado em 2019. Sua principal força política é a herança do pai: identidade, organização e eleitores mobilizados. Jair Bolsonaro foi condenado por crimes ligados à tentativa de golpe; essa condenação não se transmite ao filho.

O balanço parlamentar merece cobrança. Levantamento do UOL de maio registrava dois projetos de autoria principal aprovados no Senado em sete anos, nenhum convertido em lei. Sua defesa ressalta coautorias e emendas; houve também relatorias relevantes. Ainda assim, a produção própria é limitada para quem pretende comandar o país.

Também há questões de reputação. Flávio foi denunciado no caso das “rachadinhas” por crimes que incluíam peculato e lavagem de dinheiro. O caso foi encerrado após anulação de provas, sem condenação. Ele nega irregularidades.

Homenageou Adriano da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público como miliciano, e empregou sua mãe e mulher. São relações documentadas; não comprovam participação de Flávio em milícia.

Reportagem publicada em 29 de setembro acrescentou alegações de participação em festas com garotas de programa. Isso não comprova crime. Politicamente, exige examinar a coerência entre a conduta atribuída e o discurso conservador.

Quem vota, quem pode mudar

Na Quaest de setembro, Lula tinha vantagem entre mulheres, pessoas de menor renda, nordestinos, católicos, pretos e pardos. Flávio, entre homens, evangélicos, brancos, pessoas de renda mais alta e eleitores do Sul. São tendências, não destinos.

Entre as alternativas mais competitivas predominam candidaturas de direita ou conservadoras, inclusive moderadas. O antipetismo poderá aproximar seus eleitores no segundo turno. O Datafolha encontrou, entre apoiadores de Zema, Caiado, Renan Santos e Augusto Cury, 43% para Flávio e 30% para Lula.

Essa convergência poderá decidir a eleição. Não significa transferência automática nem transforma todo conservador em extremista.

A soberania também estará na urna

Há uma disputa que atravessa as fronteiras. Donald Trump, referência para forças conservadoras e de extrema direita em diferentes países, procura ampliar a influência dos Estados Unidos sobre decisões políticas nas Américas. No Brasil, essa pressão ganhou uma expressão concreta: em julho de 2025, seu governo anunciou tarifas que somavam 50% e vinculou expressamente a medida ao processo contra Jair Bolsonaro.

Quando uma potência usa o comércio para pressionar decisões da Justiça de outro país, ameaça sua autonomia. O prejuízo pode chegar ao emprego, à produção e à renda de brasileiros que nada têm a ver com os interesses de uma família política.

Eduardo Bolsonaro integra essa história. Morando nos Estados Unidos desde 2025, perdeu o mandato de deputado federal por São Paulo em dezembro daquele ano, por faltas às sessões. Em 21 de setembro de 2026, foi demitido do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo.

Em Washington, atua pela adoção de medidas contra autoridades brasileiras. Neste setembro, ele e Paulo Figueiredo anunciaram que buscariam a retomada de sanções contra Alexandre de Moraes e medidas contra outros ministros do STF. Apresentam-se como dissidentes perseguidos; sua atuação, porém, precisa ser examinada pelo efeito sobre o país que Eduardo foi eleito para representar.

O risco de interferência eleitoral também provocou alertas de parlamentares dos próprios Estados Unidos, que cobraram do governo Trump respeito ao resultado brasileiro.

Para 2027, a diferença importa. Pela trajetória diplomática e pelas posições de campanha, Lula tenderia a preservar autonomia e diversificar parceiros. A proximidade política dos Bolsonaro com Trump pode facilitar interlocução, mas traz uma cobrança incontornável a Flávio: demonstrar independência quando os interesses brasileiros contrariem Washington.

Ser conservador não obriga ninguém a aceitar tutela estrangeira. Defender a soberania deve reunir brasileiros de diferentes posições políticas.

O mandato começa quando a promessa é cobrada

Flávio promete privatizações, cortes administrativos e endurecimento criminal. Seus apoiadores esperarão segurança e menos burocracia; precisarão cobrar proteção dos serviços essenciais.

Lula oferece continuidade da valorização do salário-mínimo, do SUS e dos investimentos. Tem experiência e políticas em andamento, mas carrega desgaste e falhas que exigem resposta. Seus eleitores esperarão que os avanços alcancem quem ainda ficou para trás.

Guerras pressionam combustíveis, fertilizantes e alimentos. O Brasil pode ampliar mercados na Europa, no Oriente Médio, na África e nas Américas, desde que combine diplomacia, produção e responsabilidade ambiental.

Exportar mais precisa melhorar a vida aqui. Reduzir a dependência de fertilizantes importados, investir em energia e atender às exigências sanitárias e ambientais dos compradores ajudará a transformar oportunidades externas em segurança para a população. Governar exige negociação com o Congresso e compromisso com quem votou no adversário.

O Brasil que sairá das urnas precisará alimentar seu povo e decidir seu próprio caminho. Nenhuma dessas responsabilidades pode ser entregue a uma potência estrangeira.

Porque a esperança só vira conquista quando atravessa a porta e chega à mesa.

Sobre o autor


Nilson Hashizumi é profissional de Marketing pela ESPM, jornalista pela Cásper Líbero, fotógrafo pela Focus SP e gestor de cultura pelo CPF/SESC, com MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político pelo IDP. Após 30 anos de atuação em corporações e na iniciativa privada, ingressou nas campanhas políticas em 2018. Atua em todo o Brasil, com campanhas vencedoras de candidaturas majoritárias e proporcionais em São Paulo, Minas Gerais e Pará. É cofundador da Alcateia Política e associado ao CAMP.
https://www.linkedin.com/in/nilsonhashizumi/

Aprovação de Celina Leão chega a 46,2% em pesquisa no Distrito Federal

Da Redação

Levantamento Correio/Opinião registra desaprovação de 40% e foi realizado em 31 regiões administrativas

A gestão de Celina Leão (PP) tem aprovação de 46,2%, segundo pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política divulgada nesta quarta-feira (30). A desaprovação ficou em 40%; outros 11,4% não souberam avaliar e 2,4% não responderam.

Na rodada anterior, publicada em 23 de setembro, aprovação e desaprovação estavam em 43,2%. O novo levantamento registra, portanto, variação numérica de três pontos para cima na aprovação.

Os resultados se referem à avaliação da administração distrital e devem ser distinguidos das intenções de voto. A aprovação do governo mede a percepção sobre a gestão, enquanto a pesquisa eleitoral pergunta sobre a escolha de candidatos.

Foram entrevistadas presencialmente 1.225 pessoas em 31 regiões administrativas, entre 26 e 28 de setembro. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais, com confiança de 95%. O registro no TSE é DF-00922/2026.

Agenda presidencial reúne caminhada em Minas, encontros no Rio e carreatas em Goiás

Da Redação

Programação de 30 de setembro combina mobilização nas ruas, entrevistas e eventos nas redes sociais

A agenda dos candidatos à Presidência nesta quarta-feira (30) reúne atividades em diferentes estados. A programação divulgada inclui caminhadas, encontros com apoiadores, panfletagens e participações em plataformas digitais.

Lula (PT) tinha prevista uma caminhada em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Renan Santos (Missão) anunciou encontros com apoiadores em Duque de Caxias e Petrópolis, no Rio de Janeiro, e também em Juiz de Fora.

Ronaldo Caiado (PSD) incluiu carreatas em Goiás. Augusto Cury (Avante) programou um evento transmitido pelo Instagram, enquanto outros candidatos anunciaram entrevistas e atividades com movimentos sociais.

Flávio Bolsonaro (PL) não tinha agenda pública de campanha informada no levantamento publicado pela manhã. Leonardo Avalanche (PRTB) e Romeu Zema (Novo) também não haviam divulgado a programação até aquela publicação. Agência Brasil

Prefeitos cobram dos presidenciáveis mais recursos e participação nas decisões nacionais

Da Redação

Carta divulgada pela FNP reúne demandas sobre saúde, transporte, segurança e distribuição de receitas

A Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos apresentou nesta quarta-feira (30) uma carta aos candidatos à Presidência com propostas para ampliar a participação municipal nas decisões nacionais. O documento reúne demandas de financiamento e prestação de serviços públicos.

Na saúde, a entidade pede a recomposição da tabela do SUS. Segundo os dados apresentados na carta, as administrações municipais aplicaram, em 2025, R$ 64 bilhões acima do mínimo constitucional na área.

A FNP também solicita mudanças na distribuição do Fundo de Participação dos Municípios e acompanhamento dos efeitos da reforma tributária sobre as receitas locais.

Outras reivindicações incluem financiamento federal permanente para o transporte público, apoio à prevenção de desastres e participação municipal nas decisões sobre recursos da segurança pública. A entidade quer compromissos dos presidenciáveis com uma divisão de responsabilidades acompanhada dos recursos necessários.

Rodrigo Pacheco assume cadeira no TCU e defende diálogo entre instituições

Da Redação

Ex-presidente do Senado tomou posse nesta quarta-feira e ressaltou a responsabilidade de fiscalizar os recursos públicos

Rodrigo Pacheco tomou posse como ministro do Tribunal de Contas da União nesta quarta-feira (30). O ex-senador ocupa a vaga deixada por Bruno Dantas, em uma mudança que encerra sua atuação parlamentar e inicia uma nova etapa no controle das contas públicas.

No primeiro pronunciamento como integrante da Corte, Pacheco defendeu o diálogo entre as instituições e afirmou que a população espera integridade e respeito à legislação daqueles que exercem funções no Estado.

O novo ministro também destacou a responsabilidade do controle externo na proteção do dinheiro público e na avaliação das políticas públicas. O presidente do TCU, Vital do Rêgo, ressaltou a experiência de Pacheco no Legislativo.

A cerimônia contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, de ministros do Supremo Tribunal Federal, do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e de representantes de outros tribunais superiores.

Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico na pesquisa Meio/Ideia

Da Redação

Levantamento divulgado em 30 de setembro mostra diferença de um ponto no primeiro turno e equilíbrio na simulação de segundo turno

A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (30) mostra Lula (PT) com 39,4% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL) com 38,4% no primeiro turno. A diferença está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Augusto Cury (Avante) aparece com 6,7%, seguido por Renan Santos (Missão), com 4,5%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 4,4%. Na pergunta espontânea, sem apresentação dos candidatos, Lula registra 31,5% e Flávio, 30,5%.

Na simulação de segundo turno, Lula tem 48,5%, contra 48% de Flávio. O levantamento ouviu 2 mil eleitores por telefone entre 25 e 28 de setembro, tem confiança de 95% e registro BR-08706/2026 no TSE.

Debate da TV Anhanguera reúne quatro candidatos na reta final da disputa pelo governo

Da Redação

Programação de 29 de setembro prevê confronto direto entre Daniel Vilela, Marconi Perillo, Wilder Morais e Luis César Bueno

A disputa pelo Governo de Goiás teve como um dos principais compromissos de 29 de setembro o debate da TV Anhanguera. O encontro foi marcado para as 22h15, em Goiânia, com quatro candidatos confirmados e transmissão também pelo g1 Goiás.

A programação reuniu o governador Daniel Vilela (MDB), o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), o senador Wilder Morais (PL) e o ex-deputado estadual Luis César Bueno (PT). A mediação ficou a cargo do jornalista Luciano Cabral.

O formato anunciado estabeleceu quatro blocos, alternando perguntas de tema livre e assuntos determinados. Em cada etapa, todos os participantes teriam oportunidade de perguntar e responder, com tempos definidos para resposta, réplica e tréplica.

O último bloco também reservou dois minutos para as considerações finais de cada candidato. O encontro foi programado a cinco dias do primeiro turno e depois do debate promovido por O Popular e CBN Goiânia em 24 de setembro, oferecendo outra oportunidade de confronto entre propostas antes da votação.