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Pesquisa Quaest mostra Lula com 37% e empate técnico com Flávio no segundo turno

Da Redação

Levantamento divulgado em 2 de setembro apresenta cenário competitivo na disputa pela Presidência

A pesquisa Quaest divulgada em 2 de setembro apontou Lula (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno. Na simulação de segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), os candidatos apareceram em empate técnico.

Nesse confronto, Lula registrou 42%, enquanto Flávio marcou 41%. A diferença de um ponto percentual ficou dentro da margem de erro informada, de dois pontos para mais ou para menos.

Os resultados oferecem um retrato das preferências declaradas pelos entrevistados no período da pesquisa. Eles não representam uma previsão do resultado das urnas, já que as escolhas podem mudar durante a campanha.

A leitura dos números também exige distinguir os cenários de primeiro e segundo turnos. Cada pergunta apresenta uma configuração diferente de candidatos, o que influencia a distribuição das respostas.

Lula recebe Gilmar Mendes no Planalto em meio à crise no STF

Encontro fora da agenda oficial ocorre durante repercussão do caso envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

O presidente Lula recebeu o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, no Palácio do Planalto em 2 de setembro. O encontro não constava da agenda oficial e ocorreu em meio à repercussão do caso envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

A reunião colocou a interlocução entre o Executivo e integrantes do Supremo entre os assuntos da cobertura política daquele dia. O contexto ampliou o interesse sobre as conversas mantidas pelo presidente com representantes da Corte.

Também havia informações sobre uma reunião anterior de Lula com o presidente do STF, Edson Fachin. A movimentação indicava a busca por diálogo institucional diante da crise.

A realização do encontro, por si só, não permite concluir que houve acordo ou definição de medidas. Sem divulgação detalhada do conteúdo da conversa, permaneciam abertas as questões sobre seus possíveis desdobramentos.

Goiás Todo Rosa reforça prevenção e diagnóstico precoce de câncer de mama

Programa realiza 1.153 testes genéticos pelo SUS e identifica 195 alterações até setembro

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), amplia as ações de prevenção, rastreamento e cuidado integral durante a campanha Outubro Rosa. Por intermédio do Programa Goiás Todo Rosa, a mobilização reúne municípios, profissionais de saúde e sociedade para fortalecer a atenção à saúde da mulher em todo o estado. Dados da Produção Ambulatorial do Sistema Único de Saúde (SUS) mostram que Goiás realizou, em 2025, 100.379 procedimentos registrados nas categorias mamografia e mamografia bilateral para rastreamento.

Entre janeiro e julho de 2026, foram contabilizados 55.173 exames. As mamografias permitem identificar possíveis alterações nas mamas e encaminhar as pacientes para investigação diagnóstica e tratamento, quando necessário. O atendimento também deve assegurar continuidade em todas as etapas, desde o rastreamento até o acompanhamento especializado. Em Goiás, a taxa de mortalidade por câncer de mama entre mulheres passou de 14,6 óbitos por 100 mil mulheres, em 2024, para 16,6 em 2025.

A resposta ao crescimento do indicador envolve rastreamento, diagnóstico precoce, encaminhamento adequado, início oportuno do tratamento e acompanhamento das pacientes. A subsecretária de Políticas e Ações em Saúde, Amanda Melo, destaca que o cuidado deve continuar após o período da campanha. “O programa traduz compromisso permanente com a saúde da mulher. Informação, rastreamento e continuidade do cuidado aumentam as chances de identificar a doença precocemente e iniciar o tratamento adequado”, afirma.

Testes genéticos ampliam cuidado
O Goiás Todo Rosa também atua na identificação de mulheres com maior risco de desenvolver câncer de mama e de ovário. O programa oferece, pelo SUS, testes capazes de identificar alterações nos genes BRCA1 e BRCA2, relacionadas ao aumento do risco da incidência dessas doenças. A iniciativa resulta de parceria entre a SES e a Universidade Federal de Goiás (UFG). A Atenção Primária à Saúde funciona como porta de entrada para o programa.

Após avaliação, as mulheres com indicação são encaminhadas pela regulação estadual para coleta de sangue ou saliva. O material segue para análise no Centro de Genética Humana da UFG. Até setembro de 2026, a SES-GO contabilizou 1.153 exames genéticos. Desse total, 195 identificaram alterações associadas aos cânceres de mama e de ovário. As pacientes já recebem acompanhamento especializado pelo SUS.

Resultado orienta cuidado preventivo
Mulheres com indicação clínica podem ter acesso gratuito a procedimentos cirúrgicos na rede pública, conforme avaliação médica e protocolos estabelecidos. É o caso de Eva Pissoloto, de 36 anos, moradora de Goiânia. Durante o tratamento de câncer de mama, Eva descobriu a possibilidade de apresentar uma alteração genética relacionada à doença.

Após receber o resultado do exame e conversar com a equipe médica, optou pela retirada preventiva dos ovários e das trompas. Eva relata histórico de câncer na família e conta que está em tratamento com quimioterapia. “Quando surgiu a possibilidade de fazer o exame, o resultado foi positivo para a alteração genética. Por precaução, optei pela cirurgia”, afirma.

Fotos: Marco Monteiro

Legenda: Eva Pissoloto opta pela retirada preventiva dos ovários e das trompas após exame identificar alteração genética

Secretaria da Saúde – Governo de Goiás

Taxa de mortalidade infantil cai 16,7% e atinge menor nível em Goiás desde 2009

Índice passou de 13,13 para 10,94 mortes por mil nascidos vivos; Estado ampliou recursos para ações voltadas a gestantes e crianças

Goiás registrou, em 2025, a menor taxa de mortalidade infantil desde 2009, na série histórica da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO). O índice caiu de 13,13 para 10,94 óbitos de crianças menores de um ano por mil nascidos vivos entre 2024 e 2025, uma redução de 16,7%.

A queda também ocorreu no número absoluto de mortes. Foram registrados 1.003 óbitos infantis em 2025, contra 1.096 no ano anterior, diferença de 93 casos. A taxa leva em consideração o número de nascidos vivos em cada período e permite comparar a evolução da mortalidade mesmo diante de variações no total de nascimentos.

A mortalidade infantil reúne mortes ocorridas antes de a criança completar um ano de idade e está relacionada a diferentes etapas da assistência materno-infantil. O acompanhamento começa ainda durante a gestação e inclui o pré-natal, o parto, os cuidados com o recém-nascido e o atendimento à criança nos primeiros meses de vida.

Nos últimos dois anos, o Estado passou a ampliar a estrutura destinada especificamente a esse acompanhamento. A Rede Nascer começou a ser estruturada em 2024, quando a implantação foi aprovada pela Comissão Intergestores Bipartite. A política foi lançada em 2025 com a proposta de acompanhar as gestantes e as crianças até os dois anos e integrar as etapas do atendimento entre os municípios e a rede estadual.

A previsão de recursos para o programa também aumentou. A SES informou investimento previsto de R$ 33 milhões para 2025 e R$ 50 milhões para 2026. O dinheiro é destinado ao cofinanciamento de ações nos municípios e à estrutura necessária para o acompanhamento das gestantes e das crianças. A estratégia inclui planejamento familiar, melhoria do pré-natal, assistência ao parto e monitoramento do crescimento e do desenvolvimento infantil.

Uma das ferramentas previstas é o acompanhamento direto das gestantes cadastradas. A Rede Nascer passou a contar com o telefone 155 como canal de acesso e prevê o envio de informações às mulheres acompanhadas, além de ferramentas de monitoramento e de comunicação com as famílias. A proposta é identificar riscos durante a gravidez e verificar a realização e a qualidade do pré-natal antes que a gestante chegue ao parto.

A estrutura hospitalar para atendimento materno-infantil também ganhou uma nova unidade no período. Inaugurado em junho de 2024, o Hospital Estadual de Águas Lindas passou a oferecer obstetrícia, UTI neonatal e Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais, além de atendimento pediátrico. A unidade atende a região do Entorno do Distrito Federal e ampliou a oferta estadual de atendimento a gestantes e recém-nascidos fora de Goiânia.

Na capital, o Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (Hemu) permanece como uma das principais estruturas estaduais voltadas à assistência materna e neonatal. A unidade mantém 145 leitos operacionais, entre eles 29 de UTI neonatal, 22 de cuidados intermediários neonatais, cinco de estabilização neonatal e cinco de UTI materna. A estrutura permite atender desde gestações de maior risco até recém-nascidos que necessitam de cuidados intensivos.

Em 2025, o Hemu também passou a integrar um projeto nacional voltado ao diagnóstico precoce de cardiopatias congênitas em recém-nascidos. Desenvolvida pelo Hospital Moinhos de Vento, localizado em Porto Alegre (RS), no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, a iniciativa busca identificar mais cedo alterações cardíacas e fortalecer o encaminhamento dos bebês para tratamento especializado.

A Rede Nascer tem apoio do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz, e consultoria do Conselho de Secretários Municipais de Saúde. Em Goiás, os dados do painel estadual podem ser acompanhados por município e permitem identificar diferenças na evolução da mortalidade infantil entre as regiões. O acompanhamento é utilizado no planejamento das ações para gestantes e crianças, orientando direcionamento de recursos e assistência para as áreas com maior necessidade de fortalecimento dos indicadores.

Fotos: SES/GO

Legenda: Ações do programa Rede Nascer garantem assistência integral desde o pré-natal até os primeiros anos de vida do bebê

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Mercado de trabalho goiano cresce acima da média nacional em 2026

Dados do Novo Caged mostram que Goiás criou mais de 50 mil empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto; saldo já supera todo o ano passado

Goiás criou 50.529 empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto de 2026, e encerrou o período com quase 1,6 milhão de vínculos formais ativos, o maior estoque da série histórica iniciada em 2020. Os dados são do Novo Caged, divulgado nesta semana. No período, o mercado de trabalho goiano cresceu 3,28%, resultado superior à média nacional de 2,41%.

O saldo registrado em oito meses já supera o de 2025, que foi de 45.208. O maior saldo é do setor de Serviços, com 18,6 mil novos vínculos, seguido da Indústria, com 13 mil. Em oito meses, o saldo da Indústria já é o segundo maior da série histórica.

Centro-Oeste
O resultado é o maior da região Centro-Oeste. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal fecharam agosto com 37,6 mil, 20,4 mil e 31,3 mil empregos criados, respectivamente. Isso significa que Goiás respondeu por 36,1% dos empregos gerados no Centro-Oeste, que somou quase 140 mil vínculos formais.

O Novo Caged é o sistema responsável pela geração das estatísticas do emprego formal no país. A plataforma consolida informações captadas pelos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web, assegurando transparência, precisão e integridade aos dados sobre as movimentações do mercado de trabalho.

Fotos: SIC

Legenda: Goiás cria 50.529 empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto de 2026 e supera saldo total de 2025

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Grande Goiânia terá ônibus gratuitos e operação de dia útil no domingo de eleição

Gratuidade abrangerá toda a rede metropolitana, do início da circulação ao recolhimento da frota

Goiânia e os municípios atendidos pela Rede Metropolitana de Transporte Coletivo terão transporte público gratuito no domingo, 4 de outubro. A medida foi divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás nesta quinta-feira (1º).

A gratuidade foi formalizada pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos por meio da Resolução nº 165/2026. O benefício valerá durante todo o funcionamento do sistema no dia do primeiro turno.

Os ônibus circularão seguindo as planilhas operacionais utilizadas nos dias úteis. A programação busca ampliar as condições de deslocamento dos passageiros até os locais de votação.

Mesmo sem cobrança, os usuários deverão passar pelas catracas para permitir a contagem eletrônica de passageiros. A iniciativa busca facilitar o exercício do voto, especialmente para quem depende do transporte coletivo.

TRE-DF envia alertas pelo WhatsApp sobre mudanças nos locais de votação

Eleitores devem conferir endereço e seção no e-Título ou nos canais oficiais antes de sair de casa

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal está enviando mensagens pelo WhatsApp aos eleitores que tiveram alteração no local ou na seção de votação. A iniciativa foi divulgada nesta quinta-feira (1º), a três dias do primeiro turno.

Quem receber o aviso deve conferir o endereço e o número da seção antes de se deslocar. A consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Título ou pela página de locais de votação no site do TRE-DF.

O número oficial do tribunal no WhatsApp é (61) 3048-4000, com selo de verificação da Meta. A identificação do remetente deve ser conferida para evitar confusão com mensagens fraudulentas.

O TRE-DF informa que não solicita senhas, códigos de verificação, dados bancários ou pagamentos por mensagem. Em caso de dúvida, o eleitor deve procurar os canais oficiais de atendimento para confirmar as informações.

Celulares e relógios inteligentes devem ficar fora da cabine de votação

Da Redação

Orientação reforçada em 1º de outubro busca preservar o sigilo e impedir registros da escolha eleitoral

Eleitores devem deixar fora da cabine os equipamentos capazes de registrar ou transmitir informações sobre o voto. A orientação, reforçada nesta quinta-feira (1º), inclui celulares, câmeras e dispositivos conectados.

Relógios e pulseiras inteligentes, óculos conectados, fones de ouvido e microcâmeras também estão abrangidos. A finalidade é impedir fotografias, gravações ou transmissões que revelem a escolha feita na urna.

O celular pode ser utilizado para apresentar o e-Título na identificação, mas deve ser desligado e deixado com os mesários antes da votação. Quem se recusar a cumprir a orientação não poderá votar até regularizar a situação.

Equipamentos de acessibilidade e tecnologias assistivas continuam permitidos, desde que não sejam empregados para registrar ou divulgar o voto. A proteção do sigilo também dificulta a produção de provas exigidas em práticas de compra de votos ou coação. Rádio Senado

PRF anuncia operação integrada para garantir deslocamento de eleitores

Da Redação

Bloqueios de rodovias terão caráter excepcional e dependerão de autorização da Justiça Eleitoral

A Polícia Rodoviária Federal atuará em conjunto com os tribunais regionais eleitorais e outras forças de segurança para garantir o deslocamento dos eleitores no primeiro turno. A estratégia foi detalhada nesta quinta-feira (1º), antes da votação de domingo.

O planejamento considera as características de cada região. As ocorrências criminais serão acompanhadas pelo Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, instalado na sede da PRF, em Brasília.

Bloqueios de rodovias somente poderão ocorrer excepcionalmente, com autorização prévia da Justiça Eleitoral, justificativa e indicação de caminhos alternativos. As abordagens também ficam limitadas a situações de risco concreto e iminente à vida ou à integridade das pessoas.

A orientação aos eleitores é planejar o percurso com antecedência e verificar as condições do trânsito e do tempo. A operação busca preservar o acesso aos locais de votação e reduzir problemas nas viagens.

PF abre 1.224 inquéritos sobre crimes eleitorais e apreende mais de R$ 33 milhões

Da Redação

Balanço divulgado em 1º de outubro inclui investigações de violência política contra mulheres

A Polícia Federal instaurou 1.224 novos inquéritos relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira (1º). Os bens apreendidos em ações dessa natureza ultrapassam R$ 33 milhões.

Desse total, aproximadamente R$ 21 milhões correspondem a dinheiro em espécie. Os números podem mudar com novas ocorrências e atualizações dos sistemas da instituição.

A violência política contra a mulher também integra as apurações. Até 1º de outubro, havia 94 investigações em andamento sobre esse tipo de crime, das quais 77 foram abertas neste ano.

A PF manterá atuação nacional no primeiro turno, em articulação com a Justiça Eleitoral. Informações sobre possíveis crimes podem ser encaminhadas pelo Comunica PF ou apresentadas presencialmente em uma unidade da instituição, acompanhadas de detalhes e registros disponíveis. gov.br