Também foram realizados investimentos em pavimentação asfáltica, drenagem, iluminação de led e a reforma do posto de saúde no bairro.
O Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos, assinou neste sábado, 02, a ordem de serviço que autoriza o início da execução de obras de quadra poliesportiva, academia ao ar livre e parque infantil no bairro Araruama.
“Na gestão do nosso prefeito Pábio Mossoró foram 33 praças e 21 quadras inauguradas e essa aqui vem para somar para que a gente consiga dar continuidade ao processo de transformação da cidade com mais áreas de lazer, mais equipamentos públicos que contemplem a nossa comunidade”, colocou o secretário de infraestrutura, Marcus Vinicius.
Para esta obra foram investidos cerca de 320 mil reais com recurso próprio e o prefeito, Pábio Mossoró, enfatizou que, além do investimento na área esportiva, também foram realizados investimentos em pavimentação asfáltica, drenagem, iluminação de led e a reforma do posto de saúde no bairro Araruama.
“Essa região tem sido contemplada com a nossa gestão e estou feliz de poder estar aqui nesse sábado prestigiando essa comunidade no qual tenho um grande carinho. Agradeço aos nossos vereadores, a nossa equipe de governo e as lideranças do bairro que compõem o nosso governo, que estão sempre buscando essa parceria para trazer os investimentos para essa comunidade”, acrescentou.
O prazo de execução da obra é de três meses a partir da assinatura da ordem de serviço, logo, a inauguração do espaço é prevista para o mês de junho. “Mais uma obra lançada e em breve nós retornaremos aqui para poder entregar esse espaço para a comunidade”, completou o prefeito.
Cerca de 26 milhões de brasileiros não têm acesso a notícias locais
Por Lucas Pordeus León
A Organização Não Governamental (ONG) Repórteres Sem Fronteiras (RSF) publicou nesta semana relatório em que alerta que não há no Brasil políticas suficientes para promover a pluralidade no jornalismo nacional. De acordo com a organização, o país carece “de uma política mais robusta e estruturada de promoção da pluralidade e diversidade jornalística”.
“Num contexto de recentes ataques ao Estado Democrático de Direito no Brasil, a urgência de assegurar normas e políticas que fortaleçam um jornalismo livre, plural e de confiança é crucial para a própria democracia brasileira”, diz o documento, acrescentando que “o Brasil segue distante de um marco normativo que proteja e promova o pluralismo, a diversidade e um jornalismo forte e relevante”.
A pluralidade ou diversidade do jornalismo é defendida pela organização como condição necessária para garantir uma cobertura equilibrada e inclusiva dos acontecimentos, promovendo uma sociedade mais informada. Além disso, outra recomendação é a criação de novas mídias locais para combater os chamados “desertos de notícias”. Estima-se que 26 milhões de brasileiros de 2,7 mil cidades do país não têm qualquer noticiário local.
Diretor da RSF na América Latina, Artur Romeu, fala sobre falta de pluralismo no jornalismo brasileiro – Foto:Clarice Castro/MDHC
O diretor do RSF na América Latina, Artur Romeu, lembrou que o sistema informativo no Brasil é caracterizado por uma excessiva concentração da propriedade da mídia na mão de poucos grupos econômicos e que essa situação é agravada pela fragilidade dos setores de comunicação pública, comunitária e de mídia periférica, popular ou independente.
“Fragilidade essa que está muito associada a uma falta de incentivos e garantias institucionais para que esses veículos possam operar numa situação de menor precariedade no seu trabalho”, destacou.
Em 2017, uma pesquisa do RSF, em parceria com o Intervozes, concluiu que as quatro maiores redes de televisão concentravam 70% da audiência nacional, o que configuraria, segundo essas organizações, um oligopólio nas comunicações, o que é proibido pelo parágrafo 5º do Artigo 220 da Constituição brasileira
Para promover a diversidade no jornalismo do país, o relatório do Repórteres Sem Fronteiras sugere a oferta de subsídios estatais, a taxação das plataformas digitais para financiar a diversidade do jornalismo no Brasil, bem como distribuição da publicidade estatal “segundo critérios claros e não discriminatórios”.
Para a organização, falta vontade política para promover essa agenda, sejam dos governos de esquerda ou de direita. “Nas últimas duas décadas, apesar de gestões que se declararam comprometidas com a construção de um ambiente midiático plural e diverso, o país vivenciou, na prática, a flexibilização das poucas regras anti-concentração na propriedade de emissoras de radiodifusão”, afirma o documento.
Mídia Periférica
A falta de políticas para o jornalismo independente, periférico e popular, “que desempenha um papel crucial para a formação de cidadãos informados, críticos e participativos”, é apresentada pelo RSF como a mais preocupante de todas.
O portal de notícias Desenrola e Não Me Enrola de São Paulo é uma dessas mídias periféricas. Lançado em 2013, o veículo afirma que faz jornalismo com objetivo de “registrar e refletir sobre as transformações sociais e a identidade cultural dos sujeitos e territórios periféricos”.
O cofundador do site, o jornalista Ronaldo Matos, que atua na Rede Jornalistas das Periferias, defende que a mídia periférica é necessária porque muitas pautas de interesses dessas comunidades não têm espaço nos veículos comerciais.
“As mídias independentes com a atuação das periferias e favelas têm o grande papel de disseminar informações para essa população que não tem esse noticiário garantido nos jornais tradicionais que eles estão acostumados a consumir”, destacou.
Ronaldo Matos é cofundador do portal Desenrola e Não Me Enrola e atua na Rede Jornalistas das Periferias. Foto: Erezin e Cribeirão
Matos ressaltou que outra função do jornalismo periférico, além da cobertura dos acontecimentos, é o de “letramento midiático”, que é a habilidade de consumir informações de forma crítica, possibilitando, por exemplo, diferenciar fatos de notícias falsas.
“A cultura de consumir notícias é elitizada. Ela pertence a uma classe social que nos domina. Precisamos, cada vez mais, tomar decisões que vão mexer com a nossa vida, baseada numa leitura qualificada do jornalismo no Brasil”, explicou.
Totem usado para distribuir notícias por mídias periféricas, instalado em supermercado no distrito do Jaraguá, zona noroeste de São Paulo. Foto: Alexandro Silva
Uma das ações das mídias periféricas em São Paulo é a distribuição de notícias em telas digitais em comércios das periferias e favelas paulistas. Atualmente, são 15 telas instaladas em mais de 10 distritos das periferias de São Paulo, que alcançam uma média de 500 mil pessoas por mês.
Ronaldo Matos conta, por outro lado, que essas mídias enfrentam graves problemas de financiamento. Elas costumam se sustentar por assinaturas do público, por vaquinhas, por meio de editais públicos voltados ao setor cultural, e também por meio de parcerias com os veículos tradicionais.
“Elas acabam sucateadas, tendo valores de recursos de pagamentos muito baixos. Você tem carga horária elevada e muita precarização. Além disso, são feitas, em sua maioria, por profissionais negros que se formaram em universidades e não foram aceitos pelo mercado de trabalho do jornalismo tradicional. Não tiveram espaço nas TVs, nos grandes jornais, nas grandes emissoras de rádio”, completou.
Em 2019, Ronaldo coordenou uma pesquisa que mapeou 97 iniciativas de comunicação local na cidade de São Paulo. Do total do conteúdo distribuído por essas mídias, 80% eram de produção autoral. Desses veículos, 64% funcionavam com dois a cinco profissionais e oito de cada dez desses profissionais tinham outra atividade para completar a renda.
Apoio estatal e taxação de plataformas
O RSF afirma que o número reduzido de empresas de comunicação contempladas pela publicidade governamental representa um entrave para a promoção de um ambiente jornalístico plural e diverso no país.
“Sem o desenvolvimento e implementação de uma política voltada para mídias não comerciais, independentes e regionais, um fomento concreto à ampliação da variedade de vozes nas comunicações brasileiras segue inexistente”, diz o documento.
Sobre as propostas de taxação das plataformas que usam conteúdo jornalístico em tramitação no Congresso Nacional, o RSF diz que elas podem representar um alívio para o setor, mas alerta que os projetos existentes precisam ser aperfeiçoados para financiar a pluralidade no jornalismo.
“[Os projetos] seguem o modelo adotado em países como Austrália e Canadá, onde plataformas negociam com veículos de comunicação valores pelo uso dos seus conteúdos, mas não define claramente que tipo de utilização de conteúdos jornalísticos ensejaria remuneração nem estabelece critérios para contemplar veículos menores, regionais e sem fins lucrativos”, destacou.
Banco digital em parceria com Flamengo leva BRB a vencer premiação internacional de “melhor inovação em varejo”
A parceria com o Flamengo, iniciada em 2020, rendeu ao BRB o prêmio internacional de “melhor inovação em varejo” do Banking Awards pelo quarto ano seguido.
Ao assinar contrato com o Flamengo em 2020, o BRB criou o Nação BRB Fla, uma plataforma digital que expandiu a presença do banco de Brasília para 93% do território nacional e levou sua clientela a 7,6 milhões de pessoas.
“Estamos muito felizes com o reconhecimento. Ele é resultado de trabalho árduo de todo o time do BRB. Desde 2019, revisitamos os processos e estabelecemos, por meio do planejamento estratégico, que buscaríamos crescer e oferecer as melhores experiências para os nossos clientes, nos tornando um banco que rompesse as fronteiras do Distrito Federal e sendo uma instituição financeira moderna, completa e inovadora”, disse o presidente do banco, Paulo Henrique Costa.
Na mesma premiação, o BRB também ganhou pela primeira vez na categoria de “melhor banco em financiamento imobiliário”.
Flamengo pretende levar novo contrato com BRB a votação nos próximos 20 dias
O atual contrato de patrocínio do Flamengo com o BRB vai até março deste ano. Atualmente, o patrocínio e o Nação BRB fazem parte do mesmo contrato, mas o Flamengo negocia para separar os negócios para possibilitar a venda do Nação BRB a um parceiro.
Em apresentação a conselheiros na semana passada, o vice-presidente de Marketing do Flamengo disse que espera levar à votação nos próximos 20 dias o novo contrato com o BRB, que garantiria cerca de R$ 18 milhões até o fim do ano ao Flamengo.
O deputado André do Premium (Avante) protocolizou dois projetos de lei na Alego: um relacionado ao reconhecimento de associação comunitária, em Aurilândia, de utilidade pública, e o outro, à criação de semana dedicada à inteligência artificial (IA). As matérias foram encaminhadas à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), para designação de relator.
A propositura de nº 3459/24 pretende conceder declaração de utilidade pública à Associação União Aurilândia e à Vila Maximinio (Aurimax), por se tratar de entidade sem fins lucrativos que presta serviços à comunidade, promover a integração e laços de cooperação, além de incentivar o desenvolvimento econômico regional.
Já o processo de nº 3460/24 quer instituir a Semana da Inteligência Artificial (IA) no Estado de Goiás, na segunda quinzena do mês de agosto, com o objetivo de promover o desenvolvimento, a educação, o aperfeiçoamento e a inclusão na nova tecnologia.
Durante os sete dias, serão promovidas atividades educativas, palestras, workshops, cursos, hackathons (maratona de programação), seminários, exposições e outras iniciativas relacionadas à IA, com a participação de órgãos governamentais, instituições de ensino, empresas privadas, organizações da sociedade civil e demais interessados no tema.
Primeiras estações foram instaladas nesta semana em Planaltina, Sobradinho, Brazlândia e Gama
O Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF) vai instalar 22 microestações de autorreparo para bicicletas no DF. Os equipamentos fazem parte do projeto Sesc+Mobilidade, que tem o objetivo de estimular o uso do meio de locomoção que, além de sustentável é mais saudável e econômico.
Após o sucesso obtido com a instalação de duas unidades no Parque da Cidade, outras quatro estações foram inauguradas nesta semana: uma em Brazlândia, ao lado do Lago Veredinha, uma em Sobradinho, em frente ao Parque dos Jequitibás, e outras duas em Planaltina, ao lado do Centro olímpico e na Academia Comunitária da Vila Buritis.
A iniciativa é inspirada em equipamentos que já existem nos Estados Unidos e Europa. É composto por braços de apoio, bomba de ar e seis tipos de chaves mais utilizados em bicicletas. Com isso, é possível realizar reparos e manutenções, como calibrar pneus, regular e trocar peças. O reparo é feito pelo próprio ciclista, sem custo algum.
A ideia é instalar as estações em áreas de grande circulação de ciclistas. No total, serão 22 unidades disponibilizadas para todo o DF. Além disso, os equipamentos têm tamanho compacto e permitem que o reparo seja realizado sem atrapalhar o tráfego.
Para o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo, o Sesc+Mobilidade reforça o objetivo da entidade em inovar e proporcionar o bem-estar. “Sempre trabalhamos com ideias propositivas, inovadoras e atentas às demandas da sociedade. Esse projeto vai ajudar no aumento da segurança e do conforto aos ciclistas, beneficiando principalmente àqueles que utilizam a bicicleta como meio de transporte no seu dia a dia de trabalho”, afirmou.
Brasília alcançou a segunda posição entre as cidades brasileiros com a maior extensão cicloviária. De acordo com o Governo do Distrito Federal, o DF possui cerca de 640 km de ciclovias espalhadas por 28 regiões administrativas. O número só é inferior ao de São Paulo. A capital paulista tem cerca 400 km de ciclovias.
Na ocasião, o Deputado foi recebido pelo reitor da Universidade Católica de Brasília, Carlos Longo, que apresentou o programa, uma parceria entre a PUC e a Apple. O programa ocupa um prédio no campus Taguatinga e oferece bolsa mensal aos alunos no valor de R$ 1.250.
Foto: Jeremias Alves
Através da parceria, mais de 600 aplicativos foram produzidos e mais de 300 utilizados pela Apple Store. Os alunos que participam ganham um notebook e um celular da marca ao final do curso.
Foto: Jeremias Alves
Além deste projeto com foco na tecnologia, o reitor Carlos Longo está desenvolvendo algo semelhante no campus de Ceilândia, para as pessoas do Sol Nascente, para a formação de 2.300 alunos por ano, com bolsa integral.
Iniciativas do Deputado Thiago Manzoni de fomento à tecnologia e inovação
O Deputado Thiago Manzoni destinou R$ 400 mil em emenda parlamentar para o projeto “Inclusão E-Sports“, para proporcionar inclusão social e digital de jovens do Sol Nascente, além de oferecer oportunidades aos jovens de comunidades da periferia, que geralmente não teriam acesso a essa tecnologia.
Além disso, o Deputado destinou R$ 600 mil em microcrédito para pequenos empreendedores do projeto Avante Cerrado, de estímulo e fomento ao empreendedorismo digital no DF e RIDE; e R$ 500 mil para o Startup Brasília 2023.
A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) respondeu a Secretaria da Família e Juventude, através de ofício, sobre decisão de manter construção do Museu da Bíblia. A PGDF informou que não existe qualquer liminar que impeça a continuidade do processo seletivo. O processo está em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).
O Secretário da Família e Juventude afirmou que a construção do Museu da Bíblia vai gerar um impacto positivo para o desenvolvimento do turismo na capital. “A Bíblia é o livro mais lido do mundo inteiro e embasa várias religiões brasileiras. O museu não fere a laicidade do Estado, porque estimula a existência de locais que tratem de diversas manifestações religiosas, além de fomentar a cultura no DF”, explicou. Por maioria de votos, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou uma decisão que liberava o trâmite de construção do Museu da Bíblia em Brasília, pelo governo do Distrito Federal (GDF). O principal argumento contrário é que a construção do Museu da Bíblia compromete a laicidade do estado. O governador Ibaneis Rocha autorizou o início da construção do museu em Brasília, mas o empreendimento foi suspenso duas vezes por decisões da Justiça do DF. Em ambas, o Executivo do Distrito Federal recorreu ao STJ por meio de pedido de suspensão de liminar e sentença, por entender que haveria interferência indevida na execução da política cultural do governo distrital. No entanto, a maioria dos ministros entendeu que a suspensão foi indevida porque a decisão acatada se baseou em fundamentos constitucionais. Assim, não cabe ao STJ analisar o caso, mas ao Supremo Tribunal Federal. Para eles, a questão constitucional no caso concreto é apenas reflexa. Assim, sendo possível analisar o pedido de suspensão, ela é cabível porque a construção do Museu da Bíblia não compromete a laicidade do estado. Em nota, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF informou que a construção do Museu da Bíblia de Brasília é uma das prioridades do Governo e da Secretaria de Cultura”. Segundo a Pasta, o Concurso para escolha do projeto arquitetônico está em última fase. Acompanhe o ofício da PGDF:
Eles auxiliam nos cadastros das pessoas com sintomas da dengue.
Nesta terça (27), o Secretário da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, foi acompanhar o trabalho dos jovens candangos, que auxiliam nos cadastros das pessoas com sintomas de dengue, na tenda de hidratação, montada pela Secretaria de Saúde, na Administração de Ceilândia. O Secretário também esteve, na última segunda, na Administração de Samambaia, para verificar o andamento da ação de combate à doença.
As equipes da Secretaria de Saúde realizaram um treinamento com os jovens, sobre o cadastramento dos atendidos. Os locais auxiliam a população com a verificação dos sinais vitais, sintomas e realização de testes rápidos.
O secretário da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, afirmou que a Secretaria está colocando os jovens candangos à disposição, para auxiliar no combate à dengue. “Estamos acompanhando os jovens, que estão auxiliando nas tendas de hidratação, fazendo os cadastros para agilizar os atendimentos. O trabalho não é insalubre. Eles estão aqui ao ar livre. Quem estiver com algum sintoma de dengue, pode procurar qualquer tenda, das nove administrações, que estão disponíveis”, disse.
A jovem candanga, Jaqueline Selertino, falou sobre a importância deste trabalho de atendimento à população. “Estou aqui na tenda da Estrutural, ajudando nos cadastros e no combate à dengue. Se cada um fizer a sua parte, não deixando água parada, vamos vencer a doença juntos”, concluiu.
Nove regiões administrativas que abrangiam a maior quantidade de casos da doença já haviam recebido essas tendas, e agora, outras serão montadas no Gama, Guará, na área central do Plano Piloto, no Paranoá, Taguatinga, Varjão e Vicente Pires. Confira como ficará cada região:
Tendas para atendimento da dengue, nas Administrações Regionais, de: segunda a domingo, de 7h às 19h:
■ 1. – Samambaia Quadra 302 conjunto 13 Lote 05 ■ 2. – Brazlândia Área Especial Nº 04 lote 01- Setor Tradicional ■ 3. – Ceilândia QNM 13 Módulo B – Área Especial – Ceilândia Sul ■ 4. – Sol Nascente- SHSN VC 311 TRECHO II, Sol Nascente/Pôr do Sol ■ 5. – Sobradinho Quadra Central, Setor Administrativo, Lote A ■ 6. – Recanto das Emas Av. Recanto das Emas, Quadras 206/300, Centro Urbano ■ 7. – São Sebastião Quadra 101 Área Especial S/N ■ 8. – Estrutural- Setor Central, Área Especial 5 s/n ■ 9. – Santa Maria- Quadra Central 01. Conjunto H Lote 01.
A fim de assegurar a implantação de centros de convivência do idoso em todo o DF, a Lei 7410/2024, do deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil), foi promulgada pelo presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB), e publicada hoje (1º) no Diário da Câmara Legislativa (DCL).
Apresentada por Pedrosa em 2021, a matéria propôs alterar a política distrital do idoso (Lei nº 3.822, de 8 de fevereiro de 2006) com o objetivo de priorizar a implantação dos centros de convivência do idoso nas regiões administrativas do DF, inclusive, dada a conveniência e áreas disponíveis, compartilhando espaços destinados às unidades de Atenção Primária à Saúde – APS.
Depois de aprovada pelo plenário em 2023, a proposta havia sido vetada parcialmente pelo governador do DF, Ibaneis Rocha. No entanto, os distritais derrubaram o veto no último dia 20, garantindo, desse modo, a manutenção do texto na íntegra.
Práticas integrativas em saúde
A nova lei prevê que os centros de convivência ofereçam práticas integrativas e complementares em saúde, como atividades físicas, laborativas, recreativas, culturais, associativas e de educação para a cidadania, inclusive com infraestrutura que garanta pessoal especializado e de apoio.
Também estão previstas parcerias com serviços de extensão universitária com foco na promoção e proteção à saúde da pessoa idosa. Os recursos financeiros para execução das ações e programas da nova lei podem advir de parcerias públicas e privadas autorizadas pelo poder público.
Envelhecimento saudável
Em ampla defesa em prol do envelhecimento saudável, o deputado Eduardo Pedrosa citou projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dando conta que a população idosa do DF poderá chegar a 565 mil, em 2030. Com o crescimento iminente do segmento, um dos principais desafios para a saúde pública é alavancar a construção de uma vida ativa e autônoma no envelhecimento.
Segundo o parlamentar, esse objetivo pode ser alcançado por meio do fortalecimento de políticas públicas de promoção da saúde, oportunizando qualidade de vida e bem-estar a essa população. Pedrosa reforça que os centros de convivência do idoso têm como foco o desenvolvimento de atividades que contribuam no processo de envelhecimento saudável, no desenvolvimento da autonomia e de sociabilidades, motivo pelo qual seus serviços devem amparar o maior número possível de pessoas na terceira idade.
Para comemorar a Semana da Mulher, o Goiás Social promove nesta semana, de segunda (4) a sexta-feira (8), o 1° Goiás Social Mulher, na Praça Cívica, em Goiânia, das 8h às 17h. O evento vai disponibilizar mais de 40 serviços gratuitos e a Equatorial Goiás vai participar com doação de 30 geladeiras, troca de lâmpadas, agência de atendimento móvel com cadastro no Programa Tarifa Social de Energia Elétrica e a Nave Educacional.
A abertura do evento será segunda (4), às 9h, com a banda Zabumba Beach, contemplada com patrocínio da Equatorial Goiás este ano por meio do Programa Estadual de Incentivo à Cultura – Goyazes – do Governo de Goiás. Também na abertura será realizada doação de geladeiras e estará disponível para a população a Nave Educacional Equatorial, unidade móvel que proporciona experiências com realidade aumentada, cinema 7D imersivo e jogos interativos, para aprender de forma lúdica as temáticas do projeto.
Além disso, durante toda a semana o público poderá trocar lâmpadas incandescentes ou fluorescentes – exceto modelos tubulares –, que têm alto consumo de energia, por outras novas, de LED, que são até 80% mais econômicas e duram 10 vezes mais que os modelos antigos. Outro serviço será a agência de atendimento móvel, que disponibiliza todos os serviços oferecidos nas unidades tradicionais da empresa, como religações, ligações novas, troca de titularidade e cadastro no Programa Tarifa Social de Energia Elétrica, que concede descontos de até 65% na conta de energia elétrica.
O consultor de poder público estadual da Equatorial Goiás, Carlos Eduardo Freitas, ressalta o compromisso da empresa com o desenvolvimento social do Estado. “A Equatorial Goiás tem uma série de iniciativas sociais por meio da plataforma E+ que anualmente beneficiam milhares de pessoas. São projetos aderentes aos objetivos do Goiás Social, que visa a proporcionar soluções e qualidade de vida para a população. É o nosso comprometimento, trabalhar pelo futuro e pelo cliente todo dia.”
A coordenadora do Goiás Social, a primeira-dama Gracinha Caiado, explica que o objetivo da ação é facilitar que as goianas tenham acesso a ações do Estado. “O Goiás Social sempre teve um olhar especial para as mulheres e agora, no mês da mulher, trazemos essa grande ação voltada para elas, facilitando o acesso a uma série de benefícios, todos reunidos em um só lugar, na região central da cidade, ao longo de toda essa primeira semana de março.”
Para aproveitar o maior número possível de serviços a dica é que as mulheres levem todos os documentos pessoais, como carteira de identidade, CPF, comprovante de endereço, comprovante de renda e certidão de nascimento dos filhos.
Serviço:
Equatorial Goiás no 1° Goiás Social Mulher
O que: Doação de 30 geladeiras, Nave Educacional, troca de lâmpadas e agência de atendimento móvel
Quando: segunda (4), das 8h às 17h.
O que: Troca de lâmpadas e agência de atendimento móvel
Quando: segunda (4) a sexta-feira (8), das 8h às 17h.
Onde: Praça Cívica, Goiânia.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence à holding Equatorial Energia, 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem cerca de 13 milhões de clientes. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de clientes, localizados em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².
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