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Celina visita Centro Pop e Grass propõe zerar imposto da cesta básica no DF

Da Redação

Atendimento à população em situação de rua e preço dos alimentos marcaram agendas divulgadas em 15 de outubro.

O acolhimento de pessoas em situação de rua e o custo da alimentação estiveram entre os temas abordados pelos candidatos ao Governo do Distrito Federal em 15 de outubro. Celina Leão participou de uma visita técnica ao novo Centro Pop, enquanto Leandro Grass apresentou uma proposta relacionada à cesta básica.

Durante a visita, Celina defendeu o acolhimento da população atendida pelo equipamento. A candidata também concedeu entrevistas a portais de notícias.

Grass anunciou a intenção de zerar o imposto sobre a cesta básica. Ao apresentar a proposta, relacionou a redução do preço dos alimentos ao enfrentamento do custo de vida.

A programação do candidato também incluía gravações para um programa de televisão. Grass participou de uma sabatina com um veículo de comunicação.

Outro compromisso previsto era uma panfletagem na Rodoviária do Plano Piloto. As agendas reuniram atividades de comunicação e contato com eleitores durante a disputa pelo GDF.

Brasil pode se tornar a oitava maior economia do mundo em 2027, prevê FMI

Da Redação

Projeção aponta PIB de US$ 2,8 trilhões e coloca o país à frente de Itália e Rússia no próximo ano.

O Brasil poderá alcançar a oitava posição entre as maiores economias do mundo em 2027, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas em 15 de outubro. A estimativa considera um Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de US$ 2,8 trilhões.

Caso o cenário se confirme, o país ultrapassará Itália e Rússia. Para o próximo ano, o fundo projeta uma economia de US$ 2,77 trilhões para os italianos e de US$ 2,68 trilhões para os russos.

Para 2026, a previsão é de que o PIB brasileiro alcance US$ 2,65 trilhões. Esse valor mantém o Brasil na décima posição do levantamento, antes da possível mudança de colocação no ano seguinte.

As estimativas também apontam a permanência brasileira no oitavo lugar até 2031. Os valores projetados são de US$ 2,9 trilhões em 2028, US$ 3,06 trilhões em 2029 e US$ 3,22 trilhões em 2030.

Em 2031, o PIB poderá chegar a US$ 3,4 trilhões. Os números integram um cenário projetado pelo FMI e não representam resultados econômicos já consolidados.

TSE manda Meta garantir igualdade entre Lula e Flávio e prevê multa de R$ 500 mil

Decisão exige critérios iguais na inteligência artificial e na distribuição de conteúdos; empresa nega favorecimento deliberado.

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou em 15 de outubro que a Meta assegure tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A decisão estabelece multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

A medida atende parcialmente a uma representação da campanha de Lula sobre restrições à criação e à circulação de publicações. A Meta negou favorecer deliberadamente qualquer candidatura e afirmou ter adotado providências para impedir que sua inteligência artificial produza imagens dos candidatos.

A empresa recebeu prazo de 24 horas para garantir critérios idênticos na Meta AI e explicar os parâmetros empregados em pedidos de conteúdo eleitoral. A ordem também proíbe restrições desiguais à distribuição das publicações.

Bellizze determinou ainda a investigação de 255 perfis citados em relatório como suspeitos de integrar uma rede de conteúdo com inteligência artificial.

O ministro destacou que, nessa fase, não há elementos para concluir que a empresa tenha manipulado intencionalmente os conteúdos. A decisão será submetida ao plenário do TSE.

Datafolha: Flávio tem 51% e Lula, 49%, em empate técnico no segundo turno

Da Redação

Pesquisa divulgada em 15 de outubro mostra diferença de 2 pontos nos votos válidos; margem de erro impede apontar liderança isolada.

A disputa pela Presidência da República permanece em empate técnico, segundo pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% das intenções de votos válidos, enquanto o presidente Lula (PT) registra 49%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio soma 47%, contra 45% de Lula. Nesse recorte, 6% dos entrevistados indicaram voto em branco ou nulo, e 2% disseram não saber em quem votar.

Na rodada anterior do instituto, Flávio tinha 49% dos votos totais, enquanto Lula aparecia com os mesmos 45%. A variação do candidato do PL ocorreu dentro da margem de erro.

O cálculo dos votos válidos desconsidera as respostas de eleitores indecisos e daqueles que pretendem votar em branco ou anular. É esse recorte que se aproxima do critério utilizado pela Justiça Eleitoral na apuração.

Os números representam as intenções declaradas no levantamento. A diferença entre os candidatos, dentro da margem informada pelo Datafolha, mantém o cenário de indefinição para o segundo turno.

CONCURSO PÚBLICO DE VALPARAÍSO DE GOIÁS É HOMOLOGADO E AVANÇA PARA ETAPA DE CONVOCAÇÃO DOS APROVADOS

Após 12 anos sem a realização de um concurso público, município conclui uma etapa importante para a chegada de novos servidores efetivos à administração municipal.

Uma boa notícia para os candidatos que participaram do Concurso Público do Município de Valparaíso de Goiás e para toda a comunidade: o resultado final do certame foi homologado nesta quarta-feira (15). A medida representa mais um passo para a convocação dos aprovados e para o fortalecimento do quadro de servidores efetivos do município.

Realizado pelo Instituto Verbena da Universidade Federal de Goiás (UFG), responsável pela organização do certame, o concurso ofertou mais de 850 vagas imediatas e 3.500 vagas para cadastro reserva, distribuídas em dois editais. Um deles contemplou cargos das áreas administrativas de diferentes secretarias municipais e o outro foi destinado à Guarda Municipal, cujos candidatos aprovados já participam do Curso de Formação, etapa que está em andamento.

A homologação encerra uma etapa importante do concurso e permite que o município avance para a preparação do edital de convocação. A expectativa é que, após os procedimentos necessários, os aprovados sejam chamados para assumir seus cargos conforme as necessidades da administração e as regras estabelecidas no certame.

O prefeito destacou a importância do momento para Valparaíso de Goiás e orientou os candidatos aprovados a acompanharem as próximas etapas.

“Você que passou no concurso, comece a se preparar, porque daqui a uns dias nós vamos preparar o edital de convocação, para que a gente possa, o mais rápido possível, já estar com esses servidores trabalhando para a nossa comunidade.”

O presidente da Câmara Municipal de Valparaíso de Goiás, Walison Lacerda, também ressaltou a importância da atuação conjunta entre os Poderes Executivo e Legislativo para o desenvolvimento do município.

“Tenho certeza que o Poder Legislativo e o Poder Executivo caminhando junto, a nossa cidade irá avançar não só na educação, mas como na infraestrutura, no social, no esporte, no lazer.”

Um novo momento para o serviço público

A realização do concurso representa uma etapa importante para o município, que estava há 12 anos sem realizar um concurso público. A homologação do resultado final permite o avanço para as próximas fases do certame e para a futura convocação dos aprovados, de acordo com as necessidades da administração e as disposições previstas nos editais.

Os candidatos devem acompanhar os canais oficiais da Prefeitura de Valparaíso de Goiás para consultar as próximas publicações e informações referentes ao processo de convocação.

Quando a narrativa toma o lugar do debate: A irresponsabilidade do marketing político.

O debate político brasileiro se acostumou a funcionar a partir de narrativas prontas. De um lado, qualquer adversário é chamado de fascista. Do outro, toda crítica é tratada como censura, perseguição ou ameaça à liberdade. Cada grupo se coloca como o último defensor da democracia e enquadra o outro como uma ameaça que precisa ser eliminada, não enfrentada no campo das ideias.

Essa lógica mobiliza rápido porque dispensa explicação. Aciona medo, identidade e pertencimento. É muito mais simples dizer que o outro lado é o inimigo do que discutir orçamento, segurança, saúde, emprego, infraestrutura, prioridades e resultados. Quem perde é o eleitor, que recebe indignação no lugar de informação e passa a acompanhar a política como se ela fosse uma guerra sem fim.

Isso não significa relativizar atitudes autoritárias, ataques às instituições, violência política ou desinformação. Quando há fatos, eles precisam ser chamados pelo nome. O problema começa quando palavras graves deixam de descrever comportamentos concretos e viram rótulos automáticos para quem pensa, vota ou discorda diferente. A palavra se esvazia, o debate empobrece e a democracia perde qualidade.

O marketing político não pode ser só a fábrica de indignação

É nesse ponto que o marketing político deveria cumprir um papel mais responsável. Não cabe a ele, sozinho, resolver a polarização, mas cabe definir o enquadramento de uma campanha, o tom da conversa e a forma como os fatos chegam ao eleitor. É possível disputar com firmeza, comparar trajetórias, expor incoerências e cobrar explicações sem transformar cada adversário em inimigo moral. É possível fazer contraste sem mentir, humilhar ou estimular hostilidade.

Na prática, muitos profissionais fazem o contrário. Passam a reproduzir o comportamento que deveriam ajudar a moderar. Compram a visão de mundo do candidato como se ela fosse análise objetiva, confundem militância com estratégia e começam a acreditar nas próprias narrativas sem o distanciamento que o trabalho exige.

Esse é um problema profissional antes de ser ideológico. O marqueteiro não deveria servir para amplificar impulsos, ressentimentos e certezas do candidato. Seu papel é fazer perguntas incômodas. Isso é verdade? Pode ser provado? Ajuda a convencer quem ainda não está conosco? Cria um risco jurídico ou reputacional? Existe uma proposta concreta por trás dessa crítica?

Quando essas perguntas desaparecem, a comunicação perde inteligência. A campanha passa a falar apenas com quem já concorda, alimenta o aplauso da própria bolha e deixa de construir maioria. Curtidas, compartilhamentos e comentários inflamados podem dar a impressão de força, mas, muitas vezes, são só o barulho de uma base que já estava mobilizada.

O que uma comunicação mais responsável exige

Frear o discurso de ódio não é defender uma política morna ou sem contraste. Política é disputa, e o eleitor precisa saber onde estão as divergências. A diferença está no método. Uma comunicação adulta compara entregas, escolhas e consequências. Questiona promessas inviáveis, mostra incoerências documentadas, cobra posições claras e explica como uma proposta será executada. Pode ser dura, e em muitos momentos precisa ser. Só não precisa desumanizar ninguém para funcionar.

Também exige que a equipe tenha distância emocional suficiente para enxergar o próprio lado. Nenhuma candidatura é infalível e nenhum grupo político está imune a exageros, erros ou contradições. Quando o profissional não consegue alertar o cliente de que a narrativa passou do limite, ele deixa de ser estrategista e vira apenas mais um integrante da torcida.

A escolha é estratégica, não só moral

Tratar a moderação como ingenuidade é um erro de leitura. O eleitor cansado de conflito não procura necessariamente um candidato sem posição. Procura alguém capaz de defender posições sem parecer incapaz de conviver com o dissenso. E, em eleições apertadas, é justamente esse eleitor que costuma fazer a diferença.

O desafio do marketing político não é encontrar uma frase mais agressiva para ganhar a próxima discussão. É recuperar a capacidade de organizar um debate que ajude o cidadão a decidir melhor. A democracia não se fortalece quando todos concordam. Ela se fortalece quando a divergência encontra limites, responsabilidade e algum compromisso com a realidade. O marketing político pode aprofundar a trincheira ou ajudar a construir pontes. Hoje, com frequência preocupante, tem escolhido a trincheira.

Gabriel Scarpellini

Gabriel Scarpellini é membro fundador da Alcateia Política, é publicitário e especialista em Marketing Político e Comunicação Governamental pelo IDP. Sócio da GAS 360, agência de publicidade, e atua também como consultor em marketing político.

REINAUGURAÇÃO DA ESF PACAEMBU INTEGRA NOVA ETAPA NA TRANSFORMAÇÃO DO BAIRRO 

A unidade integra projeto de modernização da rede de Atenção Primária e marca mais uma melhoria para a comunidade do bairro.

A comunidade do Pacaembu voltou a contar com sua unidade de saúde em um espaço completamente revitalizado. A Prefeitura de Valparaíso de Goiás reinaugurou a ESF Pacaembu após obras que transformaram a estrutura física do equipamento, proporcionando melhores condições para o atendimento dos moradores e para o trabalho dos profissionais.

Selecionada entre as primeiras unidades para integrar o processo de revitalização da rede municipal de Atenção Primária, a ESF passou por obras que exigiram a transferência temporária da equipe para outro espaço. Mesmo durante esse período, os atendimentos foram mantidos, garantindo a continuidade do acompanhamento dos moradores.

A entrega acontece em meio a um processo de transformação do Pacaembu, que nos últimos anos recebeu investimentos em infraestrutura e serviços públicos. Durante a cerimônia, foi destacada a importância de acompanhar as melhorias estruturais do bairro com avanços nos serviços oferecidos à população.

Dentro de uma proposta mais ampla de modernização das unidades de saúde de Valparaíso de Goiás, a revitalização da ESF segue um padrão semelhante de estrutura e qualidade para os equipamentos da Atenção Primária, independentemente da região da cidade.

“A gente fez questão de fazer a padronização. Onde vocês passarem e tiver uma unidade reformada pela nossa equipe, essa unidade vai ter o mesmo padrão”, destacou a primeira-dama e ex-secretária de Saúde, Luciana Mendes, durante a cerimônia.

No Pacaembu, as melhorias também incluem obras de pavimentação e drenagem, que contribuíram para melhorar a mobilidade e o acesso à região, especialmente durante o período de chuvas. O bairro recebeu ainda iluminação pública em LED e avanços nas áreas de transporte e educação, como a ampliação das vagas em creche, a oferta de atendimento em período integral e a implantação de salas climatizadas.

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Goiás registra superávit de US$ 6,2 bilhões na balança comercial de janeiro a setembro de 2026

Exportações somaram US$ 10,7 bilhões no período, com destaque para soja, carnes e minérios de cobre

Goiás atingiu superávit de US$ 6,243 bilhões na balança comercial entre janeiro e setembro de 2026. O resultado foi impulsionado pelas exportações, que alcançaram US$ 10,704 bilhões no período, enquanto as importações chegaram a US$ 4,461 bilhões. Somente em setembro, o saldo positivo foi de US$ 588 milhões, resultado de US$ 1,018 bilhão em exportações e US$ 430 milhões em importações. Os dados são da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

O complexo soja liderou os embarques goianos, com US$ 5,4 bilhões em vendas, o equivalente a 50,59% do total exportado entre janeiro e setembro de 2026. O setor de carnes ocupou a segunda posição, com US$ 2,2 bilhões (20,91%), com destaque para a carne bovina, que respondeu por 16,23% das exportações estaduais. Também se destacou o crescimento de 24,94% nos embarques de carne de aves em relação ao mesmo período de 2025.

Outros segmentos também apresentaram resultados expressivos. As exportações de ferroligas somaram US$ 708 milhões, correspondentes a 6,62% do total, enquanto os minérios de cobre alcançaram US$ 617 milhões, com participação de 5,77% e crescimento de 79,97% no acumulado de janeiro a setembro, em comparação com o mesmo período de 2025.

“Os resultados confirmam a capacidade de Goiás de gerar valor e manter sua competitividade no cenário global. Superamos a marca de US$ 10 bilhões em exportações no acumulado do ano, demonstrando a força do nosso parque produtivo e do agronegócio. Esse desempenho reflete uma estratégia de desenvolvimento conduzida pelo governador Daniel Vilela, aliada ao empenho diário dos empresários goianos”, afirma o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Joel Sant’Anna Braga Filho.

Entre os principais destinos das exportações goianas, a China permaneceu na liderança, com a compra de US$ 4,6 bilhões em mercadorias, o equivalente a 43,19% do total exportado pelo Estado no período. Na sequência, aparecem os Estados Unidos, com participação de 6,49%; a Espanha, com 3,86%; os Países Baixos, com 3,36%; e o Canadá, com 2,76%.

No cenário municipal, Rio Verde liderou as exportações, com US$ 2,7 bilhões e participação de 25,60% no total estadual. Em seguida, aparecem Jataí (7,80%), Alto Horizonte (6,52%), Mozarlândia (5,82%) e Palmeiras de Goiás (3,71%).

Nas importações, voltadas principalmente ao abastecimento industrial e à modernização do parque fabril goiano, Anápolis manteve sua posição de destaque, concentrando 44,68% do total adquirido no exterior entre janeiro e setembro. Na sequência, estão Catalão, com 19,50%; Aparecida de Goiânia, com 13,79%; e Goiânia, com 10,61%.

Fotos: SIC/Secom

Legenda: Complexo soja liderou as exportações goianas entre janeiro e setembro de 2026, com US$ 5,4 bilhões, o equivalente a 50,59% do total exportado pelo Estado

Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás

Daniel Vilela projeta avanços na infraestrutura e detalha prioridades do segundo mandato

Governador apresenta plano de estruturação para rodovias, hospitais, segurança viária e segurança pública

O governador Daniel Vilela destacou, nesta quarta-feira (14/10), as prioridades de infraestrutura para o segundo mandato, após a reeleição no primeiro turno. O chefe do Executivo goiano afirmou que a gestão não vai desacelerar e que as equipes já trabalham para iniciar 2027 com os projetos em ritmo pleno, com foco em rodovias, hospitais e segurança no trânsito. “Goiás avançou muito ao longo desses últimos anos, e a gente pretende avançar ainda mais”, garantiu em entrevista ao Jornal do Meio-Dia, da TV Serra Dourada.

Para os próximos quatro anos, o planejamento prevê a conclusão das 84 rodovias em execução e o início de novas obras estratégicas, com investimentos superiores a R$ 5 bilhões. Entre as prioridades está a GO-462, que liga Goiânia a Santo Antônio de Goiás, na Região Metropolitana, e é a única saída da capital ainda não duplicada. Por isso, o Estado investe em lombadas eletrônicas e na ampliação de faixas. “Nós temos um programa de construção de terceiras faixas nesses locais mais perigosos”, pontuou.

Nos últimos sete anos, a malha viária estadual somou mais de 1.150 quilômetros pavimentados ou duplicados, mais de 1.280 quilômetros restaurados, 3.380 quilômetros com melhorias funcionais e recuperações e 19 mil quilômetros de sinalização.

Na área da saúde, o destaque foi o novo prédio do Hospital de Urgências de Goiás (Hugo) que está com pouco mais de 90% da obra executada. As salas cirúrgicas passarão de 10 para 20, com robótica, e a unidade passará a realizar cirurgias eletivas em volume. O atual prédio do Hugo será reformado e se tornará o Hospital da Mulher. Também estão previstas a reforma de outros hospitais, como o de Aparecida, além da conclusão das intervenções nos Hospitais Estaduais de Formosa, Jataí e Jaraguá.

Entre as demais entregas, Daniel citou o novo Serra Dourada e a continuidade das ações voltadas ao entretenimento. “Goiás tem virado um hub de entretenimento para a região centro-norte brasileira”, ressaltou. O chefe do Executivo goiano destacou também o avanço nos investimentos nas Escolas do Futuro, no Programa Goiás pelo Mundo e na educação profissional voltada para os cursos de tecnologia.

O governador reafirmou ainda a política de tolerância zero contra a criminalidade e ressaltou que mais de 5 mil câmeras foram instaladas nos últimos três meses, com meta de chegar a mais de 10 mil em todo o estado. As câmeras integram o programa IA Contra o Crime, que usa inteligência artificial conectada ao monitoramento e a banco de dados para identificar suspeitos e veículos em tempo real. “Goiás vai continuar sendo o estado mais seguro do Brasil”, concluiu Daniel Vilela.

Fotos: Hegon Correa

Legenda: Governador Daniel Vilela garante avanços na infraestrutura durante entrevista concedida ao Jornal do Meio-Dia, da TV Serra Dourada

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Celina Leão defende restaurante comunitário no Riacho Fundo e melhorias na saúde pública

Durante encontro com apoiadores, governadora aborda assistência social, atendimento médico e mobilização eleitoral para o segundo turno.

A governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP) defendeu a implantação de um restaurante comunitário no Riacho Fundo durante um encontro com apoiadores realizado na terça-feira (13). A proposta foi apresentada em meio a discussões sobre assistência social, melhorias nos serviços públicos e necessidades dos moradores da região administrativa.

Os restaurantes comunitários integram a política de segurança alimentar do Distrito Federal e oferecem refeições a preços subsidiados para a população. A implantação de uma unidade no Riacho Fundo poderá ampliar o acesso à alimentação para moradores em situação de vulnerabilidade social, trabalhadores e famílias que dependem desse tipo de serviço.

Durante o encontro, Celina também mencionou a necessidade de melhorar os atendimentos realizados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região e ampliar a disponibilidade de médicos. As declarações colocam a saúde pública entre os pontos apresentados pela candidata, em um momento no qual pesquisas mostram que o setor ocupa posição de destaque nas preocupações dos eleitores.

A governadora também abordou o clima da disputa eleitoral e orientou apoiadores a evitarem confrontos com adversários políticos. Segundo Celina, sua campanha tem enfrentado episódios envolvendo materiais de divulgação e provocações, motivo pelo qual defendeu que a mobilização seja conduzida por meio do diálogo e da participação dos eleitores nas urnas.

A declaração ocorre durante a campanha para o segundo turno das eleições do Distrito Federal, marcado para 25 de outubro. As propostas apresentadas no Riacho Fundo passam a integrar o debate sobre a ampliação dos serviços públicos nas regiões administrativas, embora a implantação de novos equipamentos dependa de planejamento, disponibilidade orçamentária e execução pelo poder público.