O deputado Ricardo Vale, junto aos parlamentares Chico Vigilante e Gabriel Magno, protocolou representações no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e na Procuradoria-Geral do Distrito Federal solicitando medidas urgentes para impedir a participação do banqueiro Daniel Vorcaro em decisões do Banco de Brasília (BRB).
Os parlamentares pedem a indisponibilidade das ações adquiridas por Vorcaro e o impedimento de sua atuação, e de representantes ligados a ele, em assembleias de acionistas, incluindo a reunião marcada para 16 de março, que tratará de aumento de capital do banco.
Segundo a bancada do PT, há indícios apontados em investigações da Polícia Federal de que a entrada do banqueiro no BRB ocorreu por meio de “triangulações nebulosas”, o que levanta dúvidas sobre a legalidade das operações e possíveis conflitos de interesse.
“O BRB é um banco público e precisa ser protegido. Não podemos permitir que decisões estratégicas sejam influenciadas por quem está sob investigação. Nosso objetivo é resguardar o patrimônio público e garantir transparência na gestão”, afirma Ricardo Vale.
Iniciativa levou exames gratuitos e entrega de óculos à população, com média de 800 atendimentos por dia na Escola do Futuro
A cidade de Santo Antônio do Descoberto viveu, no último fim de semana, mais uma mobilização voltada à promoção da saúde preventiva. A Escola do Futuro se transformou em ponto estratégico de atendimento oftalmológico com a realização de uma nova etapa do programa Visão Para Todos, iniciativa que tem ampliado o acesso da população a exames especializados sem custo.
Com uma média de aproximadamente 800 atendimentos diários, a ação concentrou esforços na realização de exames oftalmológicos modernos, permitindo diagnósticos rápidos e encaminhamentos adequados. O foco principal é descentralizar o atendimento especializado, aproximando o serviço das comunidades e reduzindo a demanda reprimida por consultas na área de saúde visual.
Para garantir organização e eficiência, a Secretaria Municipal de Saúde estruturou um fluxo dividido em quatro etapas: realização do exame, entrega de comprovante com os dados do paciente, notificação por SMS quando os óculos estiverem disponíveis e, por fim, retirada gratuita mediante apresentação de documento oficial e resultado do exame. A orientação é que o comprovante seja guardado com atenção, já que ele é indispensável para a etapa final do processo.
A prefeita Jéssica do Premium destacou que a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com políticas públicas voltadas às famílias em situação de maior vulnerabilidade. Segundo ela, investir em saúde preventiva é reduzir impactos futuros e garantir mais qualidade de vida à população.
O deputado estadual André do Premium, que acompanhou a agenda, ressaltou a importância da articulação entre município e estado para viabilizar ações de grande alcance. Para o parlamentar, levar o serviço diretamente aos bairros representa otimização de recursos públicos e resposta rápida às demandas da comunidade.
Com exames gratuitos e entrega de óculos assegurada, o Visão Para Todos consolida-se como uma política de inclusão social e fortalecimento da atenção básica em Santo Antônio do Descoberto, ampliando o cuidado com a saúde ocular e garantindo mais dignidade à população.
Governo de Goiás intensifica políticas de incentivo e fortalece ambiente de negócios no estado.
Ronaldo Caiado tem ampliado a agenda econômica com foco na atração de investimentos e na geração de empregos em Goiás. O estado tem se consolidado como polo estratégico no Centro-Oeste, especialmente nos setores agroindustrial e tecnológico.
O governador aposta na combinação entre segurança jurídica e incentivos fiscais para fortalecer o ambiente de negócios.
Em encontros com empresários, Caiado reforçou que Goiás oferece estabilidade e infraestrutura para expansão produtiva.
O crescimento industrial em regiões estratégicas demonstra o avanço da política de desenvolvimento.
Além disso, o governo investe em qualificação profissional para atender à demanda crescente do mercado.
A narrativa oficial aponta para um estado competitivo e organizado fiscalmente.
O cenário político observa com atenção a consolidação de Goiás como referência em gestão regional no país.
Governo do Distrito Federal aposta em obras estratégicas para melhorar qualidade de vida e impulsionar desenvolvimento urbano.
O governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão têm intensificado a agenda de entregas em infraestrutura no Distrito Federal. Obras de mobilidade, pavimentação e revitalização urbana avançam em diversas regiões administrativas.
Celina Leão, que tem atuação destacada na articulação política, acompanha de perto os anúncios e reforça o discurso de planejamento e responsabilidade fiscal.
Entre os projetos em destaque estão intervenções viárias, construção de equipamentos públicos e melhorias em áreas historicamente carentes de investimentos.
A narrativa construída pelo GDF é de transformação concreta: obras que mudam o cotidiano da população.
Durante visitas técnicas, Ibaneis enfatizou que o investimento em infraestrutura é essencial para gerar empregos e preparar o DF para o futuro.
A vice-governadora também tem reforçado o papel do diálogo com lideranças comunitárias para priorizar demandas locais.
O governo aposta que a combinação entre planejamento e execução rápida consolida a marca da atual gestão.
A Agência de Fomento de Goiás (GoiásFomento) disponibiliza uma linha de crédito exclusiva para profissionais registrados no Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO). Denominada GoiásFomento Enfermagem, a modalidade atende enfermeiros, técnicos e auxiliares que atuam como microempreendedores e pequenos empreendedores, com financiamento para capital de giro e investimento.
Em janeiro, a instituição financeira firmou convênio com o Coren-GO, que viabilizou a criação da linha de crédito e ampliou o acesso da categoria a soluções financeiras, consultorias e capacitação em gestão. O objetivo é oferecer condições especiais para que o enfermeiro possa fortalecer a carreira, organizar as finanças ou investir no futuro profissional.
Segundo o presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar Pereira, a parceria assegura atendimento direcionado aos inscritos no Conselho.
“O grande diferencial é a redução nas taxas de juros: o bônus de adimplência de mais de 20% reduz a taxa nominal para apenas 1,65% ao mês na linha de investimento, impulsionando o empreendedorismo na enfermagem com condições facilitadas”, afirmou.
Para a presidente do Coren-GO, Thaís Luane Pereira de Almeida Prado, o convênio representa mais um passo na valorização da categoria e no fortalecimento do empreendedorismo na enfermagem.
“Esse convênio amplia oportunidades e oferece suporte para que os profissionais desenvolvam seus projetos com mais segurança e planejamento”, destacou.
Capital de giro e investimento
Na linha GoiásFomento Enfermagem Capital de Giro, o valor pode chegar a R$ 300 mil, com juros a partir de 1,7% ao mês, carência de até três meses e prazo de pagamento de até 36 meses. O recurso pode ser aplicado na aquisição de insumos, materiais descartáveis e equipamentos utilizados na atividade profissional.
Já a linha GoiásFomento Enfermagem Investimento disponibiliza até R$ 400 mil, com juros de 1,65% ao mês, carência de até 12 meses e prazo de pagamento de até 60 meses. O crédito é destinado à ampliação, modernização ou estruturação do negócio. Informações detalhadas estão disponíveis no site www.goiasfomento.com ou pelo telefone (62) 3216-4900.
Linha fina: Governador de Goiás aposta na descentralização e no fortalecimento hospitalar para ampliar acesso da população.
Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado tem priorizado a regionalização da saúde como estratégia central de gestão. A meta é garantir que municípios do interior tenham acesso a serviços especializados sem necessidade de deslocamento para a capital.
Novas unidades hospitalares e ampliação de leitos reforçam o compromisso com a descentralização.
Caiado tem defendido que saúde pública exige planejamento técnico e gestão eficiente. A narrativa do governo goiano enfatiza responsabilidade administrativa e foco em resultados.
A população começa a perceber os impactos com redução de filas e ampliação do atendimento.
O governador também destaca investimentos em tecnologia hospitalar e modernização da rede.
Para aliados, a política de saúde se tornou uma das principais vitrines da gestão.
O desafio agora é manter a sustentabilidade financeira diante da ampliação dos serviços.
Linha fina: Governador do Distrito Federal intensifica ações integradas para fortalecer policiamento e responder à demanda por segurança.
No Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha tem adotado uma postura de presença constante nas pautas sensíveis da capital. A segurança pública voltou ao centro da agenda do Governo do Distrito Federal (GDF), com reforço no policiamento e ampliação de operações integradas.
Ibaneis tem defendido que segurança é política estrutural, não ação pontual. O governo ampliou investimentos em equipamentos, viaturas e tecnologia de monitoramento, além de reforçar o diálogo com as forças policiais.
Em reuniões com comandantes e secretários, o governador destacou que o DF precisa manter índices sob controle, especialmente diante do crescimento populacional nas regiões administrativas.
A narrativa do Palácio do Buriti tem sido clara: garantir estabilidade institucional e sensação de segurança para moradores e investidores.
Nos bastidores, aliados apontam que a firmeza na condução da segurança fortalece a imagem de liderança do governador.
A estratégia também inclui ações sociais, entendendo que prevenção e inclusão caminham juntas.
Para Ibaneis, o desafio é permanente — e a resposta precisa ser contínua.
Governo Federal aposta em obras estruturantes para impulsionar crescimento econômico e reduzir desigualdades regionais.
O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltou ao protagonismo no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma série de agendas estratégicas, o chefe do Executivo destacou que a retomada de grandes obras é fundamental para reorganizar o país e gerar desenvolvimento sustentável.
Rodovias, obras de mobilidade urbana, saneamento básico e habitação estão entre as prioridades. O governo afirma que a meta é destravar projetos paralisados e iniciar novos empreendimentos que ficaram anos sem execução.
Nos corredores ministeriais, a avaliação é de que o Novo PAC representa não apenas investimento em infraestrutura, mas uma mensagem política: o Estado como indutor do crescimento. Lula tem defendido que o Brasil precisa voltar a planejar a longo prazo.
Em encontros com governadores e prefeitos, o presidente reforçou que o programa não distingue cores partidárias. “O investimento chega onde o povo precisa”, tem repetido em seus discursos.
A estratégia também dialoga com o setor produtivo, que acompanha com expectativa a abertura de novos contratos e parcerias público-privadas.
O impacto, segundo técnicos do governo, deve ser sentido nos próximos anos, com geração de empregos, melhoria da competitividade e fortalecimento das economias locais.
O Novo PAC, portanto, se consolida como vitrine da gestão federal e como ferramenta política em um cenário de forte disputa narrativa.
Linha fina: Presidente Lula intensifica agenda de entregas e aposta na reconstrução de políticas públicas como eixo estratégico de desenvolvimento nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a colocar o Governo Federal no centro das decisões estruturantes do país ao anunciar uma nova rodada de investimentos em saúde e educação. Em cerimônias realizadas ao longo da semana, Lula destacou que o momento é de reconstrução e de fortalecimento das políticas públicas que impactam diretamente a vida da população.
Entre os principais anúncios estão recursos destinados à ampliação de policlínicas, aquisição de ambulâncias do SAMU e fortalecimento do programa Saúde da Família. Na educação, o governo reforçou investimentos na expansão de institutos federais e na modernização de estruturas já existentes.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, auxiliares avaliam que a estratégia é clara: consolidar a imagem de um governo que entrega resultados concretos. A agenda de Lula tem sido marcada por visitas a estados e municípios, aproximando o discurso político da realidade das comunidades atendidas.
Durante os eventos, o presidente reforçou que “investir em saúde e educação é investir na dignidade do povo brasileiro”. A fala ecoa como síntese da estratégia do governo, que busca aliar responsabilidade fiscal a políticas sociais robustas.
Além do impacto direto nos serviços públicos, os investimentos também geram movimentação econômica local, com geração de empregos e fortalecimento das cadeias produtivas regionais.
O cenário político nacional observa com atenção essa movimentação. Para aliados, trata-se da consolidação de uma marca administrativa; para opositores, o desafio é reconhecer o alcance das ações em curso.
Existe uma geração inteira de profissionais de marketing, autoproclamados estrategistas políticos, convencida de que campanha se resume a hype, CPC e engajamento.
A reunião começa sempre igual. Alguém abre o painel da semana, mostra o alcance, comemora que o custo por clique caiu, destaca o vídeo que performou acima da média. O gráfico sobe para a direita. O time respira aliviado. “Estamos indo bem”.
Depois de algumas campanhas coordenadas, a gente aprende a desconfiar desse momento.
Não porque métrica seja inútil. Mas porque métrica cria uma falsa sensação de controle. E eleição não é um ambiente controlável. Eleição é gente, rotina, território, memória e contexto.
Enquanto a equipe celebra milhões de impressões e comentários, o adversário está na rua. Ele ocupou o bairro certo. Está no ponto de ônibus que o eleitor usa todo dia. Está na rádio local no horário de pico. Está na feira de sábado. Está na conversa da padaria. Ele não tem dashboard bonito para mostrar. Mas tem repetição geográfica forçada. E repetição constrói memória.
Existe uma ilusão perigosa dominando o marketing político moderno: acreditar que estar online substituiu estar no mundo. Que ganhar a internet equivale a ganhar a eleição. Que viralizar significa consolidar voto.
Não significa.
O feed disputa atenção em milissegundos entre meme, escândalo, futebol e entretenimento. Se não performar imediatamente, morre no algoritmo. Já a presença física não precisa performar. Ela simplesmente está. Todos os dias. No mesmo lugar. Para as mesmas pessoas.
Os estrategistas digitais gostam do que é mensurável. CPC, CTR, taxa de retenção, compartilhamento. Tudo rastreável. Tudo comparável. Tudo defensável em reunião. O problema é que voto não é clique. Ele é decisão acumulada ao longo do tempo.
Engajamento não é lembrança.
Alcance não é familiaridade.
Hype não é confiança.
E confiança é o que decide urna.
Nos últimos anos, a IA virou o novo brinquedo dessa mentalidade. Agora se produz discurso em escala, vídeo em escala, avatar em escala. A campanha parece sofisticada, tecnológica, moderna. Mas, se o eleitor não cruza fisicamente com aquela candidatura no mundo real, o impacto evapora.
IA acelera produção. Não cria vínculo.
Digital amplifica mensagem. Não constrói confiança sozinho.
O algoritmo muda toda semana.
O CEP do eleitor não muda.
Enquanto alguns comemoram milhões de impressões pulverizadas pelo estado inteiro, o adversário está martelando dez mil pessoas. As mesmas dez mil. Toda semana. No mesmo bairro. No mesmo ponto. No mesmo horário. Isso não gera hype. Gera reconhecimento.
E reconhecimento vira voto.
Campanha política não é jogo de explosão. É jogo de repetição. Não se ganha eleição tentando viralizar. Viral é exceção, não estratégia. Depende de sorte, timing e do humor coletivo. Campanha que aposta nisso está apostando em loteria com o dinheiro e a reputação do candidato.
Um dos erros mais comuns que vejo hoje é montar um plano que cabe inteiro dentro de um notebook. Se a estratégia política existe apenas na tela, ela é frágil. Pode gerar barulho. Pode gerar narrativa. Mas não gera presença.
Presença é física. Territorial. Geográfica. É ocupar espaço mental ocupando espaço real.
Campanhas vencedoras entendem o jogo completo. O físico ancora. O digital reforça. A rua cria memória. A tela organiza discurso. Quando isso funciona, o eleitor não sabe dizer onde viu o candidato pela primeira vez. Ele só sente que já conhece.
E o eleitor vota em quem reconhece.
No fim, quando ele entra na cabine, não pergunta quem teve o menor CPC. Pergunta, mesmo sem perceber: “quem eu conheço?”. E conhecer, em política, é ter visto repetidas vezes, no mundo real, no próprio território.
Voto não mora no feed.
Voto mora no território.
E quem ocupa o território, ocupa a urna.
Gabriel Scarpellini é membro fundador da Alcateia Política, é publicitário e especialista em Marketing Político e Comunicação Governamental pelo IDP. Sócio da GAS 360, agência de publicidade, e atua também como consultor em marketing político.
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